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Complementos de formação de formadores Complementos de formação de formadores Presentation Transcript

  • FORMAÇÃO INICIAL DE FORMADORES EM B‐LEARNING  Rosário Cação  rosario@evolui.com  2008‐2009  Ilha da Morraceira |Apartado 3 – Estação | 3081‐851 Figueira da Foz  Tel. 233 412 315 | Fax. 233 412 417 | email: info@evolui.com | www.evolui.com 
  • NOTA PRÉVIA  Nota Prévia  Esta apresentação faz parte do curso de Formação Inicial de Formadores em formato                 b‐learning do EVOLUI.COM (www.evolui.com/cursos).  O curso de formação de formadores do EVOLUI.COM é feito num formato intensivo de 7  semanas e tem apenas 6 sessões presenciais que são sempre realizadas aos sábados ou na  Figueira da Foz ou em Lisboa.   Dedicamos a quarta sessão presencial do curso a criar uma versão holísZca do trabalho do  formador, ao mesmo tempo que preparamos as provas de avaliação final, e daí a diversidade de  temáZcas que aqui são abordadas.   Esta sessão vai ao encontro do exigente plano de preparação dos formadores que cerZficamos  mas também nos permite dar resposta a muitos pedidos dos nossos clientes/formandos para  saberem mais sobre várias áreas da gestão da formação.  É também uma sessão muito exigente do ponto de vista dos formadores que a dinamizam pois  nem todos os formadores Zveram a formação inicial ou têm a experiência necessária para a dar.  Como tal, esta apresentação também é dirigida aos formadores cerZficados que queiram  complementar a sua formação, e daí a sua uZlização/divulgação ser livre, desde que citada a  fonte.  
  • INDEX  1. Enquadramento da formação  2. Plano de formação  3. Plano de sessão  4. Avaliação das aprendizagens  5. Avaliação da formação  6. Recursos didácZcos  7. Preparação para a simulação final 
  • 1. ENQUADRAMENTO DA FORMAÇÃO 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Etapas de um processo formaUvo  1  DiagnósZco de necessidades  2  Planeamento  3  Concepção  4  Organização e promoção  5  Desenvolvimento e execução  6  Avaliação 
  • ENQUADRAMENTO  DiagnósUco de necessidades  DiagnósUco de  Levantamento de necessidades  necessidades  Pode ser feito:   Planeamento  •  Por inquérito ou entrevista  da formação  •  A entrevista pode ser ao potencial formando ou às  Concepção  suas chefias  •  Por fax, e‐mail, telefone ou pessoalmente  Organização e  promoção  Elementos a recolher:   •  Habilitações, idade e função  Desenvolvimen to e execução  •  Prioridades de formação (por competência ou por  curso?)   Avaliação  •  Nível de formação necessária  •  Horários e modalidades preferidas 
  • ENQUADRAMENTO  Plano de intervenção formaUva  DiagnósUco de  Conceito  necessidades  •  Inclui toda a planificação de formação para um  Planeamento  determinado período de tempo (por exemplo, para  da formação  um ano)  •  É composto pelo conjunto de edições previstas e os  Concepção  respecZvos cursos  •  Pode ser anual, semestral ou trimestral  Organização e  •  Como todos os planos, pode ser alterado    promoção  •  Serve como:   Desenvolvimen •  Instrumento de planificação do trabalho e das  to e execução  tarefas  Avaliação  •  Referencial dos objecZvos a cumprir  •  Livro de ‘reservas’ dos formadores, das salas e  dos restantes recursos  •  Base do orçamento de formação 
  • ENQUADRAMENTO  Planificação da formação  Plano de intervenção  Plano de   formaZva  intervenção  (ex. anual)  Plano de  Plano de  Plano de formação  formação  formação  (curso)  curso A  curso B  Edição  Edição  Edição  Edições  1/2008  2/2008  3/2008  Sessões  Sessão 1  Sessão 2  
  • ENQUADRAMENTO  Plano Integrado de Formação  Exemplo  Edição  Curso  Local  Início  Fim   Preço  Formador  1/2009  Gestão da  Figueira da Foz  1‐Jan  8‐Fev  € 1.200,00  Ana Sofia  Formação  2/2009  Técnicas de  Porto  4‐Jan  7‐Mar  € 2.400,00  Fernanda  Vendas  Santos  3/2009  Gestão de  Lisboa  7‐Fev  15‐Mar  € 1.600,00  Óscar Silva  equipas  4/2009  Gestão da  Coimbra  15‐Mar  20‐Abr  €1.200,00  Ana Sofia  Formação 
  • ENQUADRAMENTO  Organização e Promoção da Formação  DiagnósUco de  Worflow das inscrições  necessidades  Planeamento  Potencial  da formação  Histórica  Candidatura  Concepção  Organização e  promoção  Em pós‐ Seleccionada  formação  Desenvolvimen to e execução  Avaliação  A decorrer  Confirmada  A aguardar  inicio 
  • ENQUADRAMENTO  Organização e Promoção da Formação  DiagnósUco de  Promoção da Formação  necessidades  Planeamento  • A promoção é feita ao abrigo do Código da Publicidade  da formação  Português  Concepção  É obrigatório indicar:   • Se a enZdade está acreditada ou não  Organização e  • O preço da formação  promoção  Desenvolvimen to e execução  Avaliação 
  • ENQUADRAMENTO  Organização e Promoção da Formação  DiagnósUco de  Cronograma daFormação  necessidades  Planeamento  • Um cronograma envolve sempre:   da formação  Um cronograma para cada formador  •  Concepção  Uma intervenção no mapa de ocupação de salas  •  Horários para os formandos  •  Escalonamento das equipas de apoio  •  Organização e  promoção  Desenvolvimen to e execução  Avaliação 
  • ENQUADRAMENTO  Execução da Formação  DiagnósUco de  Contrato de Formação  necessidades  •  Regula a relação entre o formando e a enZdade  Planeamento  da formação  Inclui:   •  A descrição do curso ou acção que o formando vai  Concepção  frequentar;  A indicação do local e horário em que se realiza a  •  formação;  Organização e  O montante da bolsa ou subsídios, caso haja lugar à sua  •  promoção  atribuição;  Desenvolvimen A referência à realização de seguro contra acidentes  •  to e execução  pessoais;  Outros direitos e deveres das partes.  •  Avaliação  Decreto‐Lei 242/88 de 7 de Julho 
  • ENQUADRAMENTO  Execução da Formação  DiagnósUco de  Dossier Pedagógico  necessidades  Cada acção tem de ter um dossier pedagógico:  Planeamento  da formação  Elementos a constar no dossier pedagógico  IdenZficação da Acção  Nome do curso  Concepção  Programa  Cronograma  Homologações  Pedidos de autorização  Organização e  Equipa pedagógica (C.V’s, CAPs)  Contratos formadores  promoção  Fichas de inscrição  Processos de selecção formandos  Contratos formandos  Processo do formando (BI, CV, NIF)  Desenvolvimen LogísZca (local)  Equipamentos  to e execução  Planos de sessão  Folhas de registo de presenças  Avaliações  Mapa resumo de assiduidade  Avaliação  Inquéritos de saZsfação  Relatório de formação  Registo de incidentes  CerZficados 
  • ENQUADRAMENTO  Execução da Formação  DiagnósUco de  Orçamento de Formação  necessidades  Cada acção tem de ter um Orçamento:  Planeamento  da formação  Elementos a ter em conta no orçamento de formação  RECEITAS  Concepção  Número mínimo e máximo de inscritos  vs. Número efecZvo de inscritos  PVP e eventuais descontos vs. Preço pago efecZvamente por pessoa  Organização e  Subsídios a receber  promoção  CUSTOS  Formadores (valor hora ou afectação de valores fixos)  Desenvolvimen Equipa de apoio (afectação de valores fixos)  to e execução  Aluguer de salas e coffee‐breaks  Aluguer de equipamentos ou afectação de parte do custo  Avaliação  Bolsas aos formandos  Materiais, consumíveis  
  • ENQUADRAMENTO  Execução da Formação  DiagnósUco de  CerZficados de Formação  necessidades  Podem ser CerUficados de Frequência ou CerUficados  Planeamento  de Formação Profissional.   da formação  Elementos a constar no cerUficado  Concepção  Nome completo  Data de nascimento  Morada de residência  BI, cartão de cidadão ou passaporte e  datas de emissão ou de validade  Organização e  Naturalidade  Nacionalidade   promoção  Nome do curso   Data de início e fim  Frequência  Avaliação  Desenvolvimen Área de formação (CNAE)  Modalidade de formação  to e execução  ObjecZvos pedagógicos  Programa  Avaliação  Nº de cerZficado  Duração em horas  Selo branco ou carimbo  Assinatura Director Pedagógico  IdenZficação da empresa  Menção à acreditação  Decreto-Regulamentar 35/2002 de 23 de Abril, revogado pelo Decreto-Lei 396/2007 mas em vigor até surgir nova portaria
  • 2. O PLANO DE FORMAÇÃO 
  • CONCEPÇÃO DE CURSO  O planeamento de uma formação  A definição da estrutura de formação passa por responder a 6 questões:  • Para quê? ‐ para que se realiza a formação.   • Para quem? ‐ quem vai frequentar a formação.   • Quando? ‐ quando se realiza a formação.   • O quê?   ‐ Quais os conteúdos programáZcos da formação.   • Como? ‐ Face aos objecZvos, quais os métodos, técnicas e meios a uZlizar.   • Onde? ‐ Qual é o espaço onde a formação se vai realizar, e quais as suas  dimensões, distribuição e local.  
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Preocupações  O que determinamos primeiro?    Para quem?  A duração ou os objecZvos?   Quando?  O quê?  Instrumentos  •   ObjecZvo geral do curso  Como?  •  ObjecZvos pedagógicos específicos  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Para quem?  Quando?  O quê?  Como?  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Componentes fundamentais:  Para quem?   ‐ Comportamento esperado  Quando?   ‐ Condições de realização  O quê?   ‐ Critérios de êxito  Como?  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Componentes fundamentais:  Para quem?  Comportamento  Condições de  Critérios de êxito  esperado  realização  Quando?  Descreve a acZvidade que o formando deve realizar para  demonstrar  que  adquiriu  os  conhecimentos,  O quê?  competências ou aZtudes desejadas.  É formulado em termos de comportamentos observáveis  Como?  e  inclui  o  sujeito  da  acção,  o  verbo  operatório  e  o  produto dessa acção.   Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Domínio Cognitivo Domínio Psico-motor Domínio Afectivo (Conhecimento: Saber)  (Perícias: saber-fazer)  (Atitudes: saber-ser)  Aplicar  Extrair  Actuar  Manter  Alterar  Juntar  Avaliar  Identificar  Adaptar  Marchar  Argumentar  Localizar  Averiguar  Ilustrar  Agarrar  Montar  Assumir  Modificar  Calcular  Indicar  Ajustar  Obter  Auxiliar  Organizar  Categorizar  Isolar  Assegurar  Operar  Completar  Preparar  Citar  Listar  Baixar  Ordenar  Concordar  Produzir  Classificar  Localizar  Colocar  Pesar  Descrever  Responder  Converter  Marcar  Completar  Praticar  Diagnosticar  Reconhecer  Definir  Realçar  Construir  Preparar  Diferenciar  Relatar  Descrever  Reconhecer  Controlar  Reajustar  Discordar  Retorquir  Diferenciar  Referir  Demonstrar  Reconhecer  Discutir  Reproduzir  Discriminar  Relatar  Desempenhar  Recuperar  Distinguir  Resolver  Distinguir  Reproduzir  Desenhar  Remover  Enumerar  Seguir  Dividir  Resolver  Desmontar  Reparar  Escolher  Separar  Escolher  Seleccionar  Diagnosticar  Reunir  Explicar  Usar  Especificar  Tabular  Disparar  Seleccionar  Fazer  Verificar  Expor  Traduzir  Escrever  Testar  Identificar  Valorizar  Explicar  Utilizar  Executar  Trazer  Indicar  Fazer  Usar  Guardar  Voltar 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Componentes fundamentais:  Para quem?  Comportamento  Condições de  Critérios de êxito  esperado  realização  Quando?  Indica  os  condicionalismos  que  envolvem  o  desenvolvimento do comportamento esperado:  O quê?  ‐  Amplitude do problema a resolver  ‐  Equipamentos a uZlizar  Como?  ‐  Locais  ‐  Meios  Onde?  ‐  Exigências especiais 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Componentes fundamentais:  Para quem?  Comportamento  Condições de  Critérios de êxito  esperado  realização  Quando?  Descreve  o  grau  de  qualidade  que  o  comportamento  esperado (ou o seu produto) deve apresentar para ser  O quê?  considerado aceitável.  É  a  componente  que  permite  decidir  se  os  resultados  Como?  previstos (os objecZvos) foram alcançados.  Onde?  O  formando  deverá  ser  capaz  de  medir  ao  centésimo  de  milímetro, uma peça de aço macio, uZlizando o micrómetro  adequado.  
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Componentes fundamentais:  Para quem?  Comportamento  Condições de  Critérios de êxito  esperado  realização  Quando?  Exemplos:   •  Critérios de Qualidade – O formando deverá subsZtuir as partes deterioradas de  um papel de parede sem destruir as partes boas e acertando os respecZvos  O quê?  desenhos.   • Critério de Tempo – O formando deverá realizar, sem recurso a máquina de  calcular, 10 operações de mulZplicar com números de 4 algarismos, no tempo  Como?  máximo de 10 minutos.   • Critério de Precisão – O formando deverá medir com um paquímetro pequenas  chapas de metal rectangulares, respeitando uma tolerância de + ou – 1/10 de  Onde?  milímetro.   • Critério de Percentagem – Dada uma lista de termos comerciais ingleses, o  formando deverá indicar de cor a tradução de pelo menos 80% deles.  
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quê?  Para quê?  Os objecZvos pedagógicos  Vamos treinar!  Para quem?  Sincronizar o   Arquivar o correio  Atender o   ipod  cliente  Quando?  VesZr a   Pregar um   Regular a  camisola  prego  temperatura  O quê?  Conduzir  Preparar o  EmiZr uma  orçamento  declarações  Como?  Falar em   Preparar a  Elaborar planos  Onde?  inglês  simulação final  de sessão  Gerir o   Contar uma  Avaliar as  tempo  história  aprendizagens 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Para quem?  Para quê?  DesZnatários  • Quantos são?   Para quem?  • Número mínimo e máximo de formandos?  •  Habilitações   • Conhecimentos ou experiência prévios  Quando?  • Idade  • Situação face ao emprego  O quê?  • Profissão  Pré‐requisitos  Como?  As competências, conhecimentos, aZtudes,  equipamentos (máquinas, so‚wares) e até instalações  Onde?  que os formandos devem ter. 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Quando?  Para quê?  Preocupações  •  Duração do curso: Cursos longos vs. Cursos de curta  Para quem?  duração  •  Cargas horárias: o problema dos pós‐laborais  Quando?  •  Contemplar alternaZvas: O plano B (medidas de  remediação)  O quê?  Instrumentos  Como?  • Cronograma geral da formação   • Cronograma do dia (“horário”)  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Quando?  Para quê?  Cronograma Geral  Para quem?  De 1 a 16 de  2ª e 4ª feiras  das 19h às 23h  Outubro  Dias 1, 2 e 3 de Outubro  Dia 4 de Outubro  Quando?  das 19h às 23h  das 10h às 17h  O quê?  Cronograma específico  2ª feira  4ª feira  Sábado  Como?  10h‐11h  ‐  ‐  SPI ‘s  11h‐13h  ‐  ‐  Projecto  Onde?  14h‐17h  SPF’s 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  O quê?  Para quê?  Preocupações  •  O “conteúdo programáZco”  Para quem?  •  Programa sintéZco vs. Programa detalhado  •  Cada tópico do programa deve estar associado a  Quando?  objecZvos pedagógicos  O quê?  •  Os items do programa devem ser numerados   Como?  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Como?  Para quê?  Preocupações  •  Encontrar o método e a técnica que mais se  Para quem?  adequam a cada objecZvo pedagógico  •  Desenvolver recursos pedagógicos base e recursos  Quando?  complementares  •  Qual a metodologia de avaliação mais adequada?  •  Regras de funcionamento geral    O quê?  Como?  Onde? 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Onde?  Para quê?  Preocupações  •  Localização (é central?) e acessibilidades   Para quem?  •  Condições gerais da sala (dimensões, mobiliário,  disposição da sala, recursos, venZlação, climaZzação  e iluminação)  Quando?  •  Apoio logísZco (administraZvo, casas de banho,  coffee breaks)   O quê?  •  Divulgação (como lá chegar?)   Como?  Os “Espaços”  •   Físicos  Onde?  •   Psicológicos   •   Sociais 
  • PLANO DE FORMAÇÃO  Elementos fundamentais do plano de formação  Para quê?  Preocupações  Para quem?  •  Nome do Curso  •  ObjecZvos gerais e pedagógicos  •  DesZnatários  Quando?  •  Pré‐requisitos e condições de admissão   •  Duração e cronograma  •  Equipa pedagógica   O quê?  •  Programa  •  Métodos e técnicas pedagógicas  •  Metodologia de avaliação  Como?  •  Regras de assiduidade  •  Preço, acreditação e cerZficações   Onde? 
  • 3. DO PLANO DE FORMAÇÃO AO PLANO DE SESSÃO 
  • PLANO DE SESSÃO  O plano de sessão  Quantos?  Os planos de sessão  Etapas  Devem ser criados tantos planos de sessão quantas as  sessões de formação que se irão realizar  Elementos  gerais  Etapas do plano de sessão  Elementos por  etapa  Etapas do plano:   Template   ‐  Introdução   ‐  Desenvolvimento   ‐   Conclusão 
  • PLANO DE SESSÃO  O plano de sessão  Quantos?  Elementos gerais do plano  Etapas  IdenZficação do curso, da edição e do módulo  •  Nome ou número da sessão  •  Elementos  Data da sessão  •  gerais  Duração total da sessão, hora de início e fim  •  ObjecZvos da sessão  •  Elementos por  Pré‐requisitos da sessão  •  etapa  Recursos de formação (materiais e equipamentos)  •  Template 
  • PLANO DE SESSÃO  O plano de sessão  Quantos?  Elementos do plano por etapa  Etapas  ObjecZvo específico da fase  •  Tópicos a abordar  •  Elementos  Duração esZmada  •  gerais  Métodos e técnicas pedagógicas escolhidas  •  Avaliação   •  Elementos por  Recursos didácZcos (apresentações power point,  •  etapa  enunciados de exercícios ou de testes, grelhas de  observação, vídeos, materiais diversos)  Template 
  • PLANO DE SESSÃO  O plano de sessão  Identificação da Acção  Curso  Data de início:  Data de fim:  Módulo  Data de Inicio:   Data de fim:  Tema da Sessão nº:  sessão:  Objectivos Gerais  Objectivos Específicos  Pré-Requisitos  Materiais e Equipamentos a Utilizar 
  • PLANO DE SESSÃO  O plano de sessão  Fases  Objectivos específicos  Conteúdos  Recursos Métodos e Tem Avaliação  Didácticos  técnicas po  pedagógicas  Avaliação Conhecer o formador, a equipa 5 min. 1.  Introdução Grelha de Expositivo diagnóstica, oral pedagógica, esclarecendo, oralmente, observação de todas as dúvidas sobre o funcionamento avaliações do curso Demonstrar com mestria e confiança conhecimentos, competências e atitudes desenvolvidas na sessão anterior, através Intro- de provas individuais dução  Recordar as principais ideias das sessões anteriores, sem recorrer aos apontamentos Resolver em grupo casos práticos relacionados com os temas abordados nas sessões anteriores acertando, pelo menos, em 80% -  Apresentação Avaliação Power point formtativa -  Enunciados de Desenv  exercícios -  Vídeos Realizar, com aproveitamento, o teste de - Avaliação - Enunciados da Activo Sumativa,escrita 5 min. avaliação sumativa; - Correcção avaliação (avaliação) - Comunicação dos - Grelhas de ou Esclarecer dúvidas com o formador de modo a resultados das correcção (para Expositivo e Con-  aprendizagens distribuir) não restarem quaisquer questões por interrogativo Sumativa, pela esclarecer e das -  grelha de (conclusão) técnica da estratégias de observação de observação clusão  Sintetizar as principais ideias da sessão, sem enriquecimento comportamentos ou recuperação consultar os apontamentos - síntese Alternativas previstas: 
  • 4. A AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  A  avaliação  da  aprendizagem  consiste  no  processo  de  verificação,  em  termos  quanZtaZvos  e/ou  qualitaZvos,  Finalidades  das  mudanças  do  formando  nos  domínios  cogniZvo,  psicomotor e afecZvo, durante e após a formação, face à  Critérios  sua  situação  inicial  e  em  função  dos  objecZvos  pedagógicos previamente definidos.   Escalas  Momentos:   Técnicas  •  Avaliação diagnósZca ou inicial  •  Avaliação formaZva ou con†nua  •  Avaliação sumaZva ou final  Comunicação  dos resultados 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Finalidades  •  Seleccionar os candidatos mais aptos para uma  Finalidades  determinada formação (no caso da avaliação de  diagnósZco) ou função;   •  Testar os conhecimentos e competências já existentes,  Critérios  com o objecZvo de evitar falar de assuntos que os  formandos já dominam;  Escalas  •  Controlar a aquisição de novos saberes pelos formandos;  •  Informar os formandos dos seus progressos;  •  Classificar os formandos, situando‐os em relação aos  Técnicas  colegas;   •  Orientar, aconselhar ou corrigir os formandos;   •  Avaliar os objecUvos de formação;  Comunicação  •  DiagnosZcar eventuais falhas e pontos fracos do processo  dos resultados  formaUvo 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  Critérios  Psicomotor (saber‐fazer)   AfecUvo (saber‐ser/estar)  Cognitivo (saber-saber) •  Conhecimento •  Rigor de execução  •  Relacionamento social  •  Compreensão •  Capacidade motora  •  Organização  •  Capacidade criativa •  Habilidade manual  •  Liderança  •  Aplicação dos •  Rapidez de execução  •  MoZvação  conhecimentos •  Resistência à fadiga  •  Interesse  •  Capacidade de •  Destreza ‡sica  •  IniciaZva  memorização •  Outros  •  ParZcipação  •  Capacidade de análise •  Empenho  •  Capacidade de síntese •  Outros •  Outros 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Escalas de avaliação  Finalidades  Existem 4 Upos de escalas:   • Escalas numéricas  Critérios  • Escalas literais  • Escalas descriZvas  • Classificação por objecZvos  Escalas  Escala  Níveis  Técnicas  Numérica  1  2  3  4  5  Literal  E  D  C  B  A  Comunicação  DescriZva  Mau  Insufi‐ Suficiente  Bom   Muito  dos resultados  ciente  bom 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  Escalas de avaliação  Escala  Níveis  Numérica  1  2  3  4  5  Percentagem  0‐19  20‐49  50‐74  75‐89  90‐100  ObjecUvo  Níveis  Nível  1  2  3  4  5  0‐49  50‐79  80‐99  100‐199  +200  Produção  ObjecUvo  Níveis  1  2  3  4  5  Nível  Mostrou‐se  Mostrou‐se  Mostrou um certo  Mostrou‐se  Mostrou‐se  MoZvação  desinteressado  pouco  interesse,  muito  vivamente  interessado,  parZcipando  interessado  interessado,  intervindo  espontaneamente  parZcipando  desejando  raramente  frequentemente  complementar as  acZvidades 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  •  Observação  Finalidades  •  Formulação de perguntas  •  Medição   Critérios  Escalas  Técnicas  Comunicação  dos resultados 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  •  É fundamental criar uma grelha de observações  Critérios  previamente com os comportamentos que devem  ser observados e avaliados e as escalas a aplicar.  Escalas  Relação com Rigor na Participação Organização Empenho o grupo execução Formando Técnicas  António 5 Bernardo 4 Carlos 3 Comunicação  Daniel 3 3 dos resultados 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  •  Avaliação oral  Critérios  •  Avaliação escrita  Escalas  •  Testes de produção (resposta aberta)  •  Testes de selecção (resposta fechada)  Técnicas  •  Todos os testes devem ter:   •  Como idenZficar o formando  Comunicação  •  Instruções de resposta  dos resultados 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  Testes de produção  Critérios  •  Testes de produção longa  Escalas  Responda à seguinte questão, não excedendo uma página  A4: As percepções de valor por parte do cliente são  extremamente vulneráveis ao contexto e influenciáveis  Técnicas  por agentes próximos do cliente?   •  Testes de produção curta  Comunicação  Responda à seguinte questão de forma sucinta, no  dos resultados  máximo de 5 linhas:  Enumere os vários Zpos de valor do  cliente idenZficado por Holbrook. 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  Testes de selecção  Critérios  Verdadeiro‐falso  •  Escolha múlZpla (1 ou vários correctos)  •  Escalas  Completar espaços em branco  •  Correspondência ou emparelhamento  •  Técnicas  IdenZficação  •  Comunicação  dos resultados 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  Os cabeçalhos dos testes (escritos)  Critérios  (Empresa de formação)  Curso de Formação de BioéZca  Escalas  De 1 de Janeiro a 31 de Março de 2009  Formador: António Cunha  Teste de avaliação intermédio  21 de Fevereiro de 2009  Técnicas  Nome:   Classificação final  Comunicação  Duração: 30 minutos | Teste sem consulta.  Escolha 4 das seguintes 5 questões.    dos resultados  Responda no próprio enunciado e anexe todas as folhas de cálculos auxiliares. 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Técnicas de Avaliação  Observação  Formulação de  Medição  Finalidades  perguntas  •  Aplica‐se essencialmente na avaliação de  Critérios  tarefas práZcas (psicomotor)  Escalas  •  Exemplos:   •  Tempo de execução  •  QuanZdade de trabalho  Técnicas  produzido  •  Cumprimento de standards  Comunicação  e medidas previamente  dos resultados  estabelecidas 
  • AVALIAÇÃO DAS APRENDIZAGENS  Avaliar aprendizagens  O Conceito  Comunicação dos resultados  Finalidades  •  Os resultados comunicam‐se em função dos  objecZvos iniciais  •  Começa‐se pelos aspectos posiZvos  Critérios  •  Exploram‐se estratégias de recuperação e  estratégias de enriquecimento  Escalas  Estratégias de recuperação:    ‐ Aplicam‐se quandos o formando não cumpriu os  Técnicas  objecZvos   ‐ Funciona como um plano B, para remediação  Comunicação  Estratégias de enriquecimento:   dos resultados   ‐ Aplicam‐se quandos o formando cumpriu os  objecZvos mas tem capacidade de fazer melhor   ‐ Funciona como um desafio extra 
  • 5. AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO 
  • AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO  Avaliar a formação  Níveis  Níveis de avaliação  Nível  Âmbito  Questões  SaUsfação vs.  Os formandos ficaram saZsfeitos com a  qualidade  Reacção  formação?  1  Items de  O que é que os formandos aprenderam com a  2  Aprendizagem  formação?  saUsfação  Os formandos alteraram o seu comportamento  Desenhar  com base no que aprenderam através da  inquéritos  3  Comportamento  formação?  A mudança de comportamento teve um efeito  4  Resultados  posiZvo na organização?  •  Um formando saZsfeito não é garanZa de que tenha  aprendido,  nem  que  vá  alterar  os  seus  comportamentos no posto de trabalho. 
  • AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO  SaUsfação e qualidade  Níveis  SaZsfação versus qualidade  SaUsfação vs.  •  A saZsfação é uma variável transaccional de curto  qualidade  prazo, medida “a quente” no final da formação.   •  A qualidade é uma variável relacional, de longo  Items de  prazo, que pode ser medida a qualquer momento.   saUsfação  Qualidade:   Desenhar  “Adequação ao uso” (Juran, 1951)  inquéritos  •  Quais são  os “usos” esperados de uma formação?   •  A moZvação para a formação depende das  percepções de uZlização futura  •  A moZvação baseia‐se na percepção de valor da  formação 
  • AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO  Avaliar a reacção à formação  Níveis  Items de saZsfação na formação  SaUsfação vs.  •  Cumprimento de objecZvos de formação  qualidade  •  Supressão de necessidades de formação  •  Adequação do programa e carga horária aos  Items de  objecZvos de formação  saUsfação  •  Condições da sala  •  Apoio administraZvo  Desenhar  •  Atenção ao cliente  inquéritos  •  Recursos didácZcos disponibilizados  •  Desempenho do(s) formador(es):   •  Competência técnico‐pedagógica  •  Métodos e técnicas uZlizadas  •  Relação interpessoal criada 
  • AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO  Avaliar a reacção à formação  Níveis  Outros elementos a avaliar  SaUsfação vs.  •  Cada sessão deve ser avaliada (especialmente se  qualidade  houver muitas sessões)  •  O desempenho de cada formador deve ser  Items de  igualmente avaliado  saUsfação  Desenhar  Que critérios devemos usar para avaliar uma sessão?   inquéritos  E para avaliar um formador?  
  • AVALIAÇÃO DA FORMAÇÃO  Inquéritos de saUsfação  Níveis  Desenhar inquéritos  SaUsfação vs.  •  IdenZficação da empresa, do curso/módulo (pré‐ qualidade  preenchido)  •  IdenZficação facultaZva do inquirido  Items de  •  Instruções de resposta   saUsfação  •  IdenZficação das escalas  •  Dar preferência a perguntas fechadas   Desenhar  •  Especificar todos as hipóteses nas alternaZvas de  inquéritos  resposta  •  Deixar um campo aberto de sugestões 
  • 6. RECURSOS DIDÁCTICOS 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Recursos didácUcos  Tipologia  Tipologia  Organização  •  Visuais não projectáveis  geral dos ppt  •  Documentos escritos  •  Quadro branco e flipchart  Manuais de  •  Cartazes  formação  •  Visuais projectáveis  •  Episcópio  Referências  •  Video‐projector  bibliográficas  •  Audiovisuais  Citação de  •  Video  referências  •  Audio  •  Imagens/animações  Casos práUcos  •  Screencasts  •  Smartboards 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Power points  Tipologia  Organização geral  Organização  •  Capa (tema, formador, data, curso/módulo)  geral dos ppt  •  ObjecZvos pedagógicos  •  Agenda (só inclui os temas, não inclui menção à introdução ou à  Manuais de  conclusão)  formação  •  Introdução  •  Contextualização dos temas (numerá‐los, colocar separador/ Referências  agenda sempre que se muda de tema, ter barras de navegação etc.)  bibliográficas  •  Conclusão  •  Fecho   Citação de  referências  Casos práUcos 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Manuais de formação  Tipologia  Componentes  Organização  Capa  •  geral dos ppt  Autor  •  Editor  •  Manuais de  Ano de edição  •  formação  Palavras chave  •  Resumo  •  Referências  Índice – a importância de usar os esZlos do word  •  bibliográficas  Bibliografia  •  Citação de  Conclusão  •  referências  Casos práUcos 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Referências bibliográficas  Tipologia  Organização  Organização  •  Todas as fontes consultadas devem ser citadas no  geral dos ppt  momento em que são usadas e não indicadas como  “inspiração” na bibliografia  Manuais de  •  Só devem constar na bibliografia as referências que  formação  são citadas no texto  •  Normas portuguesas de formatação de referências  Referências  bibliográficas: NP 405‐1, 405‐2 e 405‐4  bibliográficas  •  Outras normas: APA, ACM, IEEE  Citação de  referências  Casos práUcos 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Referências bibliográficas  Tipologia  Formatação de referências  Organização  EsZlo da APA:   geral dos ppt  Não podemos falar de valor intrínseco ou extrinseco  Manuais de  mas apenas de valor (Dewey, 1939, p. 39) .  formação  Como John Dewey (1939, p. 39) refere, não podemos  Referências  falar de valor intrínseco ou extrinseco mas apenas  bibliográficas  de valor.  Citação de  referências  Referência bibliográficas:   Casos práUcos  Dewey,  J.  (1939).  Theory  of  ValuaZon.  Chicago:  The  University of Chicago Press. 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Referências bibliográficas  Tipologia  Formatação de referências  Organização  EsZlo da APA:   geral dos ppt  A  declaração  de  Bolonha  foi  criada  pelo  conselho  Manuais de  europeu de ministros da educação (2003).   formação  Referências  Referência bibliográficas:   bibliográficas  European Ministers of EducaZon. (2003). Bolonha DeclaraZon  Citação de  [Electronic  Version].  Conference  of  European  Ministers  referências  responsible  for  Higher  EducaZon  Retrieved  1  May  2007  from  Casos práUcos  h•p://www.bologna‐berlin2003.de/pdf/bologna_declaraZon.pdf.  Em  português,  “consultado  em  <dia>  de  <mês>  de  <ano>  de  <endereço> 
  • RECURSOS DIDÁCTICOS  Recursos DidácUcos  Tipologia  Casos práZcos  Organização  •  Animações (gifs animados)  geral dos ppt  •  Conversão de .wav em mp3  Manuais de  •  Criação de mp3’s  formação  •  Recursos didácZcos para crianças que não lêem  Referências  bibliográficas  Citação de  referências  Casos práUcos 
  • 7. PREPARAÇÃO DA SIMULAÇÃO FINAL 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Etapas  A abertura  1.  Abertura  2.  Desenvolvimento  3.  Fecho  Desenvolvimen to  Nota: O fecho é muitas vezes chamado de conclusão  Fecho  mas inclui muitos mais tópicos do que uma  conclusão  Gestão do  tempo 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Abertura  A abertura  1.  Apresentação do formador  2.  Apresentação do curso/módulo/sessão  3.  Acolhimento aos formandos  Desenvolvimen to  4.  Validar pré‐requisitos  5.  Comunicar objecZvos da sessão  Fecho  6.  Introdução – proposta de valor para os formandos  7.  Agenda da sessão  Gestão do  8.  Avaliação diagnósZca  tempo 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Desenvolvimento  A abertura  1.  Combinar vários métodos e técnicas pedagógicos  2.  Dinamizar a sessão  3.  Promover a intervenção ‘voluntária’ dos  Desenvolvimen formandos  to  4.  Promover o ‘esclarecimento de dúvidas’ ao longo  da sessão e não apenas no final  Fecho  Gestão do  tempo 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Fecho  A abertura  1.  Reformular as ideias principais – repeZndo‐as  (“conclusão”)   2.  Fazer a avaliação final  Desenvolvimen 3.  Comunicar os resultados da avaliação  to  individualmente  4.  Propor estratégias de recuperação ou de  Fecho  enriquecimento  5.  Administrar inquérito de avaliação da sessão/ Gestão do  saZsfação*  tempo  6.  Validar se existem ainda questões   7.  Agradecer e ‘apagar as luzes’  * Também pode ser antes da avaliação 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Gestão do tempo  A abertura  Desenvolvimen to  Abertura Desenvolvimento Fecho Fecho  3 - 5 min 9 - 5 min 5 - 7 min Gestão do  tempo 
  • PREPARAÇÃO PARA A SIMULAÇÃO FINAL  Simulação final  Etapas  Gestão do tempo  A abertura  1.  Treinar previamente a apresentação  2.  Fixar a hora de fim planeada e não a de início  3.  Marcar milestones da sessão  Desenvolvimen to  Gestão de crise:  Fecho  1.  Fazer cortes progressivos e não abruptos  2.  Em circunstância alguma deixar de avaliar  Gestão do  aprendizagens   tempo 
  • CONCLUSÃO 
  • CONCLUSÃO  Conclusão  Principais ideias a reter  1.  Mais importante que o conteúdo é a pedagogia  2.  Uma formação não é uma simples ‘apresentação’  3.  Um curso tem sempre um plano de formação  4.  Para cada sessão, temos de ter um plano de  sessão  5.  É fundamental avaliar as aprendizagens,  comunicar resultados e propôr estratégias de  remediação e enriquecimento  6.  É aconselhável avaliar reacções  7.  Devem ser desenvolvidos recursos didácZcos  apropriados  8.  A abertura e o fecho da simulação são tão  importantes como o desenvolvimento 
  • FORMAÇÃO INICIAL DE FORMADORES EM B‐LEARNING