EstáGio Supervisionado Ponta Grossa

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Pesquisa sobre estagio supervisionado do Curso de Formação de Docentes de Ponta Grossa.

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EstáGio Supervisionado Ponta Grossa

  1. 1. ESTÁGIO SUPERVISIONADO RELAÇÃO TEORIA X PRÁTICA
  2. 2. <ul><li>Disciplina que se integra com as demais disciplina do currículo. </li></ul><ul><li>Articula a teoria x prática. </li></ul><ul><li>Faz parte do processo da Educação Infantil/ Ensino Fundamental 1° e 2 ° Ciclos. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Educação frágil devido as mudanças de nomenclatura e esvaziamento de conteúdos. </li></ul><ul><li>O produto desta mudança seria qualidade para o determinado curso? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A prática de Ensino deverá estar articulada com as metodologias, enquanto o estagiário deverá compreender a estrutura, organização e funcionamento das escolas PIMENTA E GONÇALVES </li></ul><ul><li>( 1992, p. 126), a partir de 2007 na Educação Infantil e as do 1° e 2° Ciclos do Ensino Fundamental, a dúvida está quando questiona-se na atualidade por que as metodologias surgem apenas nos últimos momentos do estágio supervisionado? </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Como entender o que é Didática, Metodologia do Ensino, Prática de Ensino e Estágio Supervisionado, pois até o momento os educadores não entraram em um consenso que resolvam esta questão? </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O estágio não deve ser colocado como pólo prático, mas uma aproximação à prática e deverá ser após a teoria estudada. </li></ul><ul><li>Existe a angústia daquele profissional que tem por objetivo a competência do estagiário que depende de sua orientação e ainda não pode esquecer que para fazer deve existir, e que para fazer deve saber. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Embasados no princípio de ação-reflexão-ação pode-se entender como indispensável para a constituição de uma consciência profissional pelo estagiário. </li></ul><ul><li>PIMENTA ( 2004, p.34) “O estágio como pesquisa já se encontra presente em práticas de grupos isolados. No entanto, entendemos que precisa ser assumido como horizonte ou utopia a ser conquistada no projeto dos cursos de formação.” </li></ul><ul><li>PIMENTA ( 2004, p.39) “A perspectiva técnica no estágio gera um distanciamento da vida e do trabalho concreto que ocorre nas escolas, uma vez que as disciplinas que compõem os cursos de formação não estabelecem nexos entre os conteúdos (teorias?) que desenvolvem e a realidade nas quais o ensino ocorre.” </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Quais exigências têm sido efetuadas, com relação aos profissionais das disciplinas do curso? </li></ul><ul><li>Será que estes professores são apenas detentores de metodologias e técnicas, ou tem uma caminhada, um conhecimento que possa ser realmente transmitido aos alunos, preparando-os para a realidade que irão atuar? </li></ul><ul><li>São apenas professores que não tiveram outra opção, e estão neste curso apenas ministrando aulas? </li></ul><ul><li>Qual é o foco das políticas governamentais em relação à qualidade das informações, conteúdos e conhecimentos que são repassados para os cursos de Formação de Docentes? </li></ul>
  9. 10. <ul><li>Santo Agostinho citado Piletti (1991, p.139) com relação ao ensino comenta que: “Deus é o verdadeiro mestre que ensina dentro de nossa alma, porém sublinha a necessidade de ajuda exterior.” </li></ul>
  10. 11. <ul><li>PIMENTA ( 2004, p.50) também questiona sobre os professores : “...quais as condições que a escola pública oferece para espaços de reflexão coletiva e de pesquisa por seus profissionais? Consideram-se ainda as limitações na formação inicial dos professores, que historicamente acumula índices precários devido à formação aligeirada muitas vezes frágil teórica e praticamente.” </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Faz-se necessário nesse processo </li></ul><ul><li>de relacionamento interpessoal, compreender e respeitar os professores e os agentes da escola, tornando-se assim parceiros, em busca de um fim único que é a qualidade do trabalho realizado. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>GARCÍA In: NÓVOA (1995, p. 60) refere-se: </li></ul><ul><li>... que o conceito de reflexão na ação como processo mediante ao qual os profissionais (os práticos), nomeadamente os professores, aprendem a partir da análise e interpretação de sua própria atividade. A importância da contribuição de Schön consiste no fato de ele destacar uma característica fundamental do ensino: é uma profissão em que a própria prática conduz necessariamente a criação de um conhecimento específico e ligado à ação, que só pode ser adquirido através do contato com a prática, pois trata-se de um conhecimento tácito, pessoal e não sistemático. </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Desenvolver nos professores a consciência de que estão em constante estado de aprendizagem é fundamental, que sua vida profissional é uma troca e os lança como seres no mundo responsáveis pelo projeto de vida de cada um, pela auto-educação aprendendo a ser, para depois ser responsável pelo projeto de vida institucional, permeado pela pesquisa, pelos saberes e por aquilo que desconhecem. Eles devem lembrar que para fazer devem existir e para fazer devem saber, e este saber apreendeu com... </li></ul>
  14. 15. <ul><li>As mudanças na formação dos professores passaram pelas mudanças internas dos formadores de professores que se sentiram mobilizados para a pesquisa tornando um ponto primordial para a mediação entre a teoria e a prática. </li></ul>
  15. 16. PROBLEMATIZAÇÃO PONTOS FRACOS <ul><li>Conversas fora do assunto nas aulas; </li></ul><ul><li>Indisciplina nas salas de aula; </li></ul><ul><li>Falta de tempo para teorização das disciplinas; </li></ul><ul><li>Mais atenção nas observações do estágio; </li></ul><ul><li>Horário das aulas de estágio, muito corrido; </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Desunião entre as alunas; </li></ul><ul><li>Desrespeito entre as colegas; </li></ul><ul><li>Local das escolas de estágio, muito distantes; </li></ul><ul><li>A forma como os professores tratam os estagiários; </li></ul><ul><li>Professores que fazem pré-conceitos dos estagiários; </li></ul><ul><li>Professores querem que os estagiários façam tudo na sala; </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Professores parecem não gostar dos estagiários; </li></ul><ul><li>Falta de consideração dos professores, para com os estagiários; </li></ul><ul><li>Falta de materiais para elaboração das aulas; </li></ul><ul><li>Professora tem ciúme das estagiárias, não deixando as alunas participarem das aulas; </li></ul><ul><li>Professores deixam os estagiários sozinhos nas salas; </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Falta informação das professoras regentes, ao receber os estagiários; </li></ul><ul><li>Professoras não gostam dos estagiários porque sentem-se avaliadas; </li></ul><ul><li>Professoras não gostam dos estagiários, “travando o trabalho em sala de aula”; </li></ul><ul><li>Falta de preparo de alguns professores do curso; </li></ul><ul><li>Falta de acolhimento aos estagiários pelos professores das escolas; </li></ul><ul><li>Discriminação de alguns estagiários por professores que acham que eles são muito novos. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Pouca atenção dos professores/diretores das instituições onde são realizados os estágios; </li></ul><ul><li>Falta de planejamento e pouco interesse do professor do curso; </li></ul><ul><li>Falta de aulas de metodologia no curso para os CMEI; </li></ul><ul><li>Carga horária incompatível entre teoria/prática; </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Falta de responsabilidade com as tarefas por parte dos estagiários; </li></ul><ul><li>Reposição de carga horária; </li></ul><ul><li>Grupos de alunos do curso mal divididos; </li></ul><ul><li>Estágio sem opção de turno; </li></ul><ul><li>Mais prática e menos papéis; </li></ul><ul><li>Mais recursos na biblioteca; </li></ul><ul><li>Não aumentar a carga de estágio; </li></ul><ul><li>Iniciar antes o estágio no CEMEI; </li></ul><ul><li>Sem limites de faltas no estágio; </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Não reposição de aulas; </li></ul><ul><li>Pouco tempo em campo de estágio; </li></ul>
  22. 23. PONTOS FORTES <ul><li>Explicação do professor; </li></ul><ul><li>A utilização do quadro de giz; </li></ul><ul><li>Trabalhos em grupos; </li></ul><ul><li>Projetos; </li></ul><ul><li>Qualidade do Professor; </li></ul><ul><li>Qualidade do estágio; </li></ul><ul><li>Profissionais qualificados; </li></ul><ul><li>Organização do SESIPE; </li></ul>
  23. 24. <ul><li>Transmissão do conhecimento; </li></ul><ul><li>Preparação psicológica do aluno; </li></ul><ul><li>Carga horária; </li></ul><ul><li>Conteúdos; </li></ul><ul><li>União; </li></ul><ul><li>Práticas, como as cantigas de roda; </li></ul><ul><li>Muita matéria; </li></ul><ul><li>Teoria bastante diversificada; </li></ul><ul><li>Atividades diferenciadas; </li></ul><ul><li>Aulas produtivas; </li></ul>
  24. 25. <ul><li>Dinâmicas; </li></ul><ul><li>Passeios; </li></ul><ul><li>Interação; </li></ul><ul><li>Preparação para a futura professora; </li></ul><ul><li>Trabalho individualizado; </li></ul><ul><li>Arte; </li></ul><ul><li>Melhor forma de aprendizagem; </li></ul><ul><li>Tirar dúvidas com os professores; </li></ul><ul><li>Professores dedicados; </li></ul><ul><li>Uso dos PCNs; </li></ul><ul><li>Uso de afetividade, sensibilidade, saber dar limites ao aluno e o valor das brincadeiras; </li></ul><ul><li>Postura e apresentação pessoal na sociedade; </li></ul><ul><li>Troca de experiências adquiridas no estágio; </li></ul>
  25. 26. <ul><li>Aprendizado; </li></ul><ul><li>Participação; </li></ul><ul><li>Responsabilidade, consciência; </li></ul><ul><li>Segurança para explicar e prender a atenção dos alunos; </li></ul><ul><li>Leituras; </li></ul><ul><li>Preparação para a vida; </li></ul>
  26. 27. REFERÊNCIAS <ul><li>GARCIA, C. M. A formação de professores : novas perspectivas baseadas na investigação sobre o pensamento do professor. In NÓVOA, Antônio (coord.) Os professores e sua formação . Lisboa: D. Quixote, 1992. p. 51-78 </li></ul><ul><li>PIMENTA, S. G. O estágio na formação de professores – unidade teoria e prática? Ed. 5. Cortez. V. único, 2002. </li></ul><ul><li>PIMENTA, S. G.; GONÇALVES, C. L. Revendo o ensino de 2° grau propondo a formação de professores. Ed. Revista 2. V. único. 1990. </li></ul><ul><li>ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A. Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação. Universitária Champagnat. Curitiba. V. 4, 2004. </li></ul><ul><li>ROMANOWSKI, J. P.; MARTINS, P. L. O.; JUNQUEIRA, S. R. A. Conhecimento local e conhecimento universal: pesquisa, didática e ação. Universitária Champagnat. Curitiba. V. 1, 2004. </li></ul><ul><li>SOUSA, C. P.; DEPRESBITERIS, L.; FRANCO, M. L. P. B.; SOUSA, S. Z. L. Avaliação do rendimento escolar. Ed. 3. Papirus. V. único, 1994. </li></ul>

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