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  • 1. 8ROSAEXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO2º DIACADERNO2011A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É ROSA.MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTAPROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASPROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e90questõesnumeradasde91a180,dispostasdaseguintemaneira:a. as questões de número 91 a 135 são relativas à áreade Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;b. as questões de número 136 a 180 são relativas àárea de Matemática e suas Tecnologias.ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à línguaestrangeira. Você deverá responder apenas às questõesrelativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhidano ato de sua inscrição.2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém aquantidade de questões e se essas questões estão na ordemmencionada na instrução anterior. Caso o caderno estejaincompleto, tenha qualquer defeito ou apresentedivergência, comunique ao aplicador da sala para que eletome as providências cabíveis.3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, quese encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dadosestão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência,comunique-aimediatamenteaoaplicadordasala.4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nosespaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DEREDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta.5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO-RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letrasmaiúsculaseminúsculas,aseguintefrase:6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, aopção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se vocêassinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os camposem branco, sua prova não será corrigida.7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA,pois ele não poderá ser substituído.8 Paracadaumadasquestõesobjetivas,sãoapresentadas5opçõesidentificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas umaresponde corretamente à questão.9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaçocompreendido no círculo correspondente à opção escolhidapara a resposta. A marcação em mais de uma opção anula aquestão, mesmo que uma das respostas esteja correta.10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trintaminutos.11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA.Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DEQUESTÕESnãoserãoconsideradosnaavaliação.12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DEREDAÇÃO.13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador eentregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO.14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridasduas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNODE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nosúltimos 30 minutos que antecedem o término da prova.15 Você será excluído do exame no caso de:a) prestar, em qualquer documento, declaração falsaou inexata;b) agir com incorreção ou descortesia para comqualquer participante ou pessoa envolvida noprocesso de aplicação das provas;c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local deaplicação das provas, incorrendo em comportamentoindevido durante a realização do Exame;d) se comunicar, durante as provas, com outroparticipante verbalmente, por escrito ou porqualquer outra forma;e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico ede comunicação durante a realização do Exame;f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, embenefício próprio ou de terceiros, em qualqueretapa do Exame;g) utilizar livros, notas ou impressos durante arealização do Exame;h) se ausentar da sala de provas levando consigo oCADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecidoe/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo.LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES*ROSA25DOM0*Clareia cinzenta a noite escura.
  • 2. *ROSA25dom1*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 1PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista./LEHUGDGH VHP ¿RA ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito.ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento).$ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULDUma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  • 3. SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias.$V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro.Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado).DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES:‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado.‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas.‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  • 4. OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero.‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi Rnúmero de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
  • 5. *ROSA25dom2*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 2Em relação às pesquisas, a utilização da expressãouniversity graduates evidencia a intenção de informar queA as doenças do coração atacam dez mil pacientes.B as doenças do coração ocorrem na faixa dosdezesseis anos.C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meioacadêmico.D jovens americanos são alertados dos riscos dedoenças do coração.E maior nível de estudo reduz riscos de ataques docoração.QUESTÃO 93GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ.Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010.Na fase escolar, é prática comum que os professorespassem atividades extraclasse e marquem uma datapara que as mesmas sejam entregues para correção.No caso da cena da charge, a professora ouve umaestudante apresentando argumentos paraA discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue.B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRC VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRVD reclamar do curto prazo para entrega do trabalho.E FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo.LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  • 6. QUESTÃO 91+RZ¶V RXU PRRGFor an interesting attempt to measure cause andeffect try Mappiness, a project run by the London Schoolof Economics, which offers a phone app that promptsyou to record your mood and situation.7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUOLQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLUORFDO HQYLURQPHQW ʊ DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHVDQG VR RQ ʊ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EHabsolutely great for investigating.”:LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUHDUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQGZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFHFRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJWKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQLVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  • 7. O projeto Mappiness, idealizado pela London School ofEconomics, ocupa-se do tema relacionadoA ao nível de felicidade das pessoas em tempos de guerra.B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDVpessoas a partir de seu humor.C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falamao celular com seus familiares.D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e oambiente no qual se encontram.E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QRaumento do nível de felicidade das pessoas.QUESTÃO 92*RLQJ WR XQLYHUVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RIdying from coronary heart disease. An American studythat involved 10 000 patients from around the world hasfound that people who leave school before the age of 16DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLHthan university graduates.:RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001.
  • 8. *ROSA25dom3*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 3QUESTÃO 94LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOGQUESTÃO 95WarUntil the philosophy which holds one race superiorAnd another inferior,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG(YHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDUThat until there is no longerFirst class and second class citizens of any nation,8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ,V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV ʊMe say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG ʊ:HOO HYHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDUBob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B a persistência da guerra enquanto houver diferenças raciais e sociais.C as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.:DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVW:DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK ʊ:DU ʊ ZDU ʊ 5XPRUV RI ZDU$QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH:H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ʊ ZH ¿QG LW QHFHVVDU ʊ$QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQ$V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU[…]MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).
  • 9. *ROSA25dom4*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 4LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  • 10. QUESTÃO 91%LHQYHQLGR D %UDVtOLDEl Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de laXOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFRNacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantesGH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDOHQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUD(UNESCO).5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiVde 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre lasQXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GHriesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial,con base en los análisis del Consejo Internacional deMonumentos y Sitios (Icomos), del Centro InternacionalSDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  • 11. GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDOSDUD OD RQVHUYDFLyQ Ge la Naturaleza (IUCN).Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010.O Comitê do Patrimônio Mundial reúne-se regularmentepara deliberar sobre ações que visem à conservação eà preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefasatribuídas às delegações nacionais que participaramda 34ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial,destaca-se aA participação em reuniões do Conselho Internacionalde Monumentos e Sítios.B realização da cerimônia de recepção da Convençãodo Patrimônio Mundial.C organização das análises feitas pelo Ministério daCultura brasileiro.D discussão sobre o estado de conservação dos bensjá declarados patrimônios mundiais.E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GRPatrimônio Mundial.QUESTÃO 92Los fallos de software en aparatos médicos, comomarcapasos, van a ser una creciente amenaza para lasalud pública, según el informe de Software Freedom LawCenter (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON)./D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLDde software en los dispositivos médicos implantables”aborda el riesgo potencialmente mortal de los defectosinformáticos en los aparatos médicos implantados en laspersonas.Según SFLC, millones de personas con condicionesFUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG HLQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HOsoftware permanece oculto a los pacientes y sus médicos.La SFLC recuerda graves fallos informáticosocurridos en otros campos, como en elecciones, en laIDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHVR HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQcieros.Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado).O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema queserá tratado e mostra que o autor tem a intenção deA relatar novas experiências em tratamento de saúde.B alertar sobre os riscos mortais de determinadossoftwares de uso médico para o ser humano.C denunciar falhas médicas na implantação desoftwares em seres humanos.D divulgar novos softwares presentes em aparelhosmédicos lançados no mercado.E apresentar os defeitos mais comuns de softwaresem aparelhos médicos.
  • 12. *ROSA25dom5*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 5QUESTÃO 93µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPREs ya un lugar común escuchar aquello de quehay que desmachupizar el turismo en Perú y buscarvisitantes en las demás atracciones (y son muchas) queWLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHODinca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turistaque tiene como primer destino la ciudadela inca visitaentre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, lade Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y laVHOYD
  • 13. GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHV(unos 1 538 euros).DUORV DQDOHV SUHVLGHQWH GH DQDWXU VHxDOy TXHla ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantesque en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistemaSODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DUuna cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en variasocasiones que el monumento se encuentra cercano alSXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHUQLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJRcon lo que coincide el viceministro Roca Rey.Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011.A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupaçãodiante de um problema no Peru, que pode ser resumidoSHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVHA à escassez de turistas no país.B ao difícil acesso ao lago Titicaca.C à destruição da arqueologia no país.D ao excesso de turistas na terra dos incas.E à falta de atrativos turísticos em Arequipa.QUESTÃO 94(V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUDEn México se producen más de 10 millones de m3de basura mensualmente, depositados en más de 50 miltiraderos de basura legales y clandestinos, que afectande manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestrosrecursos naturales son utilizados desproporcionalmente,como materias primas que luego desechamos y tiramosFRQYLUWLpQGRORV HQ PDWHULDOHV LQ~WLOHV IRFRV GH LQIHFFLyQTodo aquello que compramos y consumimos tieneXQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGRUDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR ORindispensable, directamente colaboramos con el cuidadodel ambiente.Si la basura se compone de varios desperdiciosy si como desperdicios no fueron basura, si losseparamos adecuadamente, podremos controlarlosy evitar posteriores problemas. Reciclar se traduceen importantes ahorros de energía, ahorro de aguapotable, ahorro de materias primas, menor impacto enlos ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro detiempo, dinero y esfuerzo.Es necesario saber para empezar a actuar...Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).A partir do que VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(Vnecesario saber para empezar a actuar...”, pode-seconstatar que o texto foi escrito com a intenção deA informar o leitor a respeito da importância dareciclagem para a conservação do meio ambiente.B indicaroscuidadosquesedeveterparanãoconsumiralimentos que podem ser focos de infecção.C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é ogerador dos dejetos produzidos no México.D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforçoD SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRVE alertar a população mexicana para os perigoscausados pelos consumidores de matéria-primareciclável.QUESTÃO 95El tDQJRYa sea como danza, música, poesía o cabalH[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQDlarga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros ydesencuentros, amores y odios, nacida desde lo máshondo de la historia argentina.El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultorla clase media porteña, que ameniza sus momentosGH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGRel carácter malevo del tango primitivo por una nuevapoesía más acorde con las concepciones estéticasprovenientes de Londres y París.Ya en la década del ‘20 el tango se anima inclusoa traspasar las fronteras del país, recalando en lujosossalones parisinos donde es aclamado por públicosselectos que adhieren entusiastas a la sensualidaddel nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondosporteños; ahora se escucha y se baila en saloneselegantes, clubs y casas particulares.El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadasYHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQelegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca ypelículas foráneas que lo divulgan por el mundo entero.Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado).Sabendo-se que a produção cultural de um paísSRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GHDFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GRFRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRUA PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QRpaís.B LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDVregiões.C sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteirasdo país.D manifestar seu valor primitivo nas diferentescamadas sociais.E LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPRInglaterra e França.
  • 14. *ROSA25dom6*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 6QUESTÃO 96COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física.QUESTÃO 97Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas.SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito(não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção deníveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomRLPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento doorganismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gordurasou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.
  • 15. *ROSA25dom7*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 7QUESTÃO 98TEXTO I2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHVocê tem palacete reluzenteTem joias e criados à vontadeSem ter nenhuma herança ou parente6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGHE o povo pergunta com maldade:2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHO seu dinheiro nasce de repenteE embora não se saiba se é verdadeVocê acha nas ruas diariamenteAnéis, dinheiro e felicidade...Vassoura dos salões da sociedade4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWHPromove festivais de caridadeEm nome de qualquer defunto ausente...ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.TEXTO IIUm vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUDreconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceuHP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYRestaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anosde idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo degrande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitasde suas letras representam a sociedade contemporânea,como se tivessem sido escritas no século XXI.Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.Um texto pertencente ao patrimônio literário-culturalbrasileiro é atualizável, na medida em que ele serefere a valores e situações de um povo. A atualidadeda canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,evidencia-se por meioA da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origemduvidosa de alguns.B da crítica aos ricos que possuem joias, mas não têmherança.C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade.E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHVQUESTÃO 99$ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH SDSHO´ FRP Dchegada da mídia eletrônica me lembra a discussãoidêntica sobre a obsolescência do folheto de cordel. Osfolhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas deLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santoscontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM,HP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnarem corpos variados: página impressa, livro em Braille,IROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV Hem outros) formatos, não importa se é Moby Dick ouViagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadasde Casseta Planeta.TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com.$R UHÀHWLU sobre a possível extinção do livro impressoe o surgimento de outros suportes em via eletrônica, ocronista manifesta seu ponto de vista, defendendo queA o cordel é um dos gêneros textuais, por exemplo,que será extinto com o avanço da tecnologia.B o livro impresso permanecerá como objeto culturalveiculador de impressões e de valores culturais.C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GRprazer de se ler textos em livros e suportes impressos.D os textos continuarão vivos e passíveis dereprodução em novas tecnologias, mesmo que oslivros desapareçam.E os livros impressos desaparecerão e, com eles,a possibilidade de se ler obras literárias dos maisdiversos gêneros.QUESTÃO 1004XHP p SREUH SRXFR VH DSHJD p XP JLURRJLUR QRvago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. Osenhor vê: o Zé-Zim, o melhor meeiro meu aqui, risonhoH KDELOLGRVR 3HUJXQWR ʊ =p=LP SRU TXH p TXH YRFrQmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] ʊ4XHUR FULDU QDGD QmR ʊ PH GHX UHVSRVWD ʊ (X JRVWRmuito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguémdiscrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção.[...] Essa não faltou também à minha mãe, quando euera menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gentemelhor do lugar eram todos dessa família Guedes,Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeramMXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULRbaixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vaino São Francisco, o senhor sabe.ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situaçãodecorrente de uma desigualdade social típica das áreasrurais brasileiras marcadas pela concentração de terrase pela relação de dependência entre agregados efazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porqueo personagem-narradorA UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LPdemonstrando sua pouca disposição em ajudar seusagregados, uma vez que superou essa condiçãograças à sua força de trabalho.B descreve o processo de transformação de um meeiro— espécie de agregado — em proprietário de terra.C denuncia a falta de compromisso e a desocupaçãodos moradores, que pouco se envolvem no trabalhoda terra.D mostra como a condição material da vida doVHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GHhomem livre e, ao mesmo tempo, dependente.E mantém o distanciamento narrativo condizente comsua posição social, de proprietário de terras.
  • 16. *ROSA25dom8*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 8QUESTÃO 101Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado).O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideáriode consumo quando sua função é vender um produto.No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticosH H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GRTerror”, de um parque de diversões. O entendimento dapropaganda requer do leitorA D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQDo anúncio.B a avaliação da imagem como uma sátira às atraçõesde terror.C a atenção para a imagem da parte do corpo humanoselecionada aleatoriamente.D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade eum dito popular.E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHVdo terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”.QUESTÃO 102O hipertexto refere-se à escritura eletrônica nãosequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor oacessoaumnúmeropraticamenteilimitadodeoutrostextosa partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real.$VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH RÀX[RGHVXDOHLWXUDDSDUWLUGHDVVXQWRVWUDWDGRVQRWH[WRVHPVH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRVpor um autor.Trata-se de uma forma de estruturação textualTXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDOO hipertexto se caracteriza, pois, como um processo deescritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequenciale indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita.Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de umtema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplosgraus de profundidade simultaneamente, já que não temVHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWHcorrelacionados.MARCUSCHI, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ O computador mudou nossa maneira de ler e escrever,e o hipertexto pode ser considerado como um novoHVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWRde blocos autônomos de texto, apresentado em meioeletrônico computadorizado e no qual há remissõesassociando entre si diversos elementos, o hipertextoA é uma estratégia que, ao possibilitar caminhostotalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundiros conceitos cristalizados tradicionalmente.B p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWDque, ao desviar o foco da leitura, pode ter comoconsequência o menosprezo pela escrita tradicional.C exige do leitor um maior grau de conhecimentosprévios, por isso deve ser evitado pelos estudantesnas suas pesquisas escolares.D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informaçãoHVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site debusca ou blog oferecidos na internet.E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVRde leitura, sem seguir sequência predeterminada,constituindo-se em atividade mais coletiva ecolaborativa.
  • 17. *ROSA25dom9*/ ž GLD _ DGHUQR 526$ 3iJLQD QUESTÃO 103TEXTO IO meu nome é Severino,não tenho outro de pia.Como há muitos Severinos,que é santo de romaria,deram então de me chamarSeverino de Maria;como há muitos Severinoscom mães chamadas Maria,¿TXHL VHQGR R GD 0DULDGR ¿QDGR =DFDULDVmas isso ainda diz pouco:há muitos na freguesia,por causa de um coronelque se chamou Zacariase que foi o mais antigosenhor desta sesmaria.Como então dizer quem falaora a Vossas SenhorLDVMELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  • 18. TEXTO IIJoão Cabral, que já emprestara sua voz ao rio,transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, comoo Capibaribe, também segue no caminho do Recife.A autoapresentação do personagem, na fala inicialdo texto, nos mostra um Severino que, quanto maisVH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRVELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQVSECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos.5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  • 19. Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o texto poético e o contexto social a que ele fazreferência aponta para um problema social expressoOLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHPIDOD RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWDexpressa no poema é dada por meio daA GHVFULomR PLQXFLRVD GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GRpersonagem-narrador.B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPRum homem resignado com a sua situação.C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRUde outros Severinos que compartilham sua condição.D apresentação do personagem-narrador como umaSURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDOE descrição de Severino, que, apesar de humilde,orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.QUESTÃO 104RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDVAntes de se tornarem esporte, as lutas ou as artesmarciais tiveram duas conotações principais: erampraticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYRAtualmente, nos deparamos com a grande expansãodas artes marciais em nível mundial. As raízes orientaisforam se disseminando, ora pela necessidade de lutaSHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHODSRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD¿ORVR¿D GH YLGDCARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFDRio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento).Um dos problemas da violência que está presenteprincipalmente nos grandes centros urbanos são asbrigaseosenfrentamentosdetorcidasorganizadas,alémda formação de gangues, que se apropriam de gestosdas lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades.Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem dessesPRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDVA se tornaram um esporte, mas eram praticadas comR REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLDB apresentam a possibilidade de desenvolver oautocontrole, o respeito ao outro e a formação docaráter.C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´por meio de golpes agressivos sobre o adversário.D VRIUHUDPWUDQVIRUPDo}HVHPVHXVSULQFtSLRV¿ORVy¿FRVem razão de sua disseminação pelo mundo.E se disseminaram pela necessidade de luta pelaVREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGDQUESTÃO 105O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes¿OyVRIRV DR ORQJR GRV WHPSRV 8P GRV PHOKRUHV OLYURVsobre o assunto foi escrito pelo pensador e oradorromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota,primeiramente, que todas as idades têm seus encantosH VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[Rda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa,R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRVa meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a umestado de melancolia e amargura. Ler as palavras deCícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitarmelhor a passagem do tempo.NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008.O autor discute problemas relacionados aoenvelhecimento, apresentando argumentos que levam ainferir que seu objetivo éA esclarecer que a velhice é inevitável.B contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável.D LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD Renvelhecimento.E mostrar às pessoas que é possível aceitar, semangústia, o envelhecimento.
  • 20. *ROSA25dom10*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 10QUESTÃO 1061mR WHP WUDGXomR[...]/i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWDA Risoleta desiste logo do francês e do inglêsA gíria que o nosso morro criouBem cedo a cidade aceitou e usou[...]Essa gente hoje em dia que tem mania de exibiçãoNão entende que o samba não tem tradução no idiomafrancêsTudo aquilo que o malandro pronunciaCom voz macia é brasileiro, já passou de portuguêsAmor lá no morro é amor pra chuchuAs rimas do samba não são I love you( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQHROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD.Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento).As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de VilaIsabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupaçãodo artista com seu tempo e com as mudanças político-FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGDsão modernas. Nesse fragmento do samba Não temtradução, por meio do recurso da metalinguagem, opoeta propõeA incorporar novos costumes de origem francesa eamericana, juntamente com vocábulos estrangeiros.B respeitar e preservar o português padrão comoforma de fortalecimento do idioma do Brasil.C valorizar a fala popular brasileira como patrimôniolinguístico e forma legítima de identidade nacional.D mudar os valores sociais vigentes à época, com oadvento do novo e quente ritmo da música popularbrasileira.E ironizar a malandragem carioca, aculturada pelainvasão de valores étnicos de sociedades maisdesenvolvidas.QUESTÃO 107A dança é um importante componente cultural dahumanidade. O folclore brasileiro é rico em danças querepresentam as tradições e a cultura de várias regiõesdo país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas,OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR Hbrincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadasFRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
  • 21. ¿JXULQRV H FHQiULRVrepresentativos.SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR:(GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
  • 22. A dança, como manifestação e representação da culturarítmica, envROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XPSRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR Ddança revelaA PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDVLQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHXmodo de expressar-se no mundo.B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e deentretenimento de um povo, desconsiderando fatosKLVWyULFRVC DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLDPLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGRaspectos políticos.D tradições culturais de cada região, cujasPDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XPranking das mais originais.E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDVuma vez que são inventadas, e servem apenas paraa vivência lúdica de um povo.QUESTÃO 108Cultivar um estilo de vida saudável é extremamenteimportante para diminuir o risco de infarto, mas tambémGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FDque manter uma alimentação saudável e praticarDWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DVchances de desenvolver vários problemas. Além disso, éimportante para o controle da pressão arterial, dos níveisde colesterol e de glicose no sangue. Também ajudaa diminuir o estresse e aumentar a capacidade física,fatores que, somados, reduzem as chances de infarto.Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamentomédico e moderação, é altamente recomendável.ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU Asideiasveiculadasnotextoseorganizamestabelecendorelações que atuam na construção do sentido. A esseUHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXHA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomRde ideias.B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPHideia de contraste.C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´introduz uma generalização.D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GHcolesterol e de glicose no sangue”.
  • 23. *ROSA25dom11*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 11QUESTÃO 109%UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementosYHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HVe incorporando novos materiais com ampliação depossibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregassejam retomadas, notáveis inovações são percebidas,por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquitetoEUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1Rdesenho de Niemeyer, das colunas do Palácio daAlvorada, observa-seA a presença de um capitel muito simples, reforçandoa sustentação.B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,resultando em formas marcantes.C a disposição simétrica das curvas, conferindosaliência e distorção à base.D D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGRcerto peso e rebuscamento.E o excesso de linhas curvas, levando a um exagerona ornamentação.QUESTÃO 110TEXTO IToca do Salitre - PiauíDisponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.TEXTO IIArte Urbana. Foto: Diego SinghDisponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010.2 JUD¿WH FRQWHPSRUkneo, considerado em algunsmomentos como uma arte marginal, tem sidocomparado às pinturas murais de várias épocas ejV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQVapresentadas, é possível reconhecer elementos comunsentre os tipos de pinturas murais, tais comoA a preferência por tintas naturais, em razão de seuefeito estético.B a inovação na técnica de pintura, rompendo commodelos estabelecidos.C o registro do pensamento e das crenças dassociedades em várias épocas.D a repetição dos temas e a restrição de uso pelasclasses dominantes.E o uso exclusivista da arte para atender aos interessesda elite.QUESTÃO 111No Brasil, a condição cidadã, embora dependa daleitura e da escrita, não se basta pela enunciação dodireito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que,sem dúvida, viabiliza melhor participação social. Acondição cidadã depende, seguramente, da ruptura como ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingentepopulacional.)RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5.Rio de Janeiro: FBN, 2008.Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leituraH HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GDcidadania, o autorA critica os processos de aquisição da leitura e daescrita.B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil.C incentiva a participação efetiva na vida dacomunidade.D faz uma avaliação crítica a respeito da condiçãocidadã do brasileiro.E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomRsocial da população do Brasil.
  • 24. *ROSA25dom12*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 12QUESTÃO 112PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO O pintor espanhol Pablo PicDVVR
  • 25. XP GRVmais valorizados no mundo artístico, tanto em termos¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernicaem protesto ao ataque aéreo à pequena cidade bascade mesmo nome. A obra, feita para integrar o SalãoInternacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu todaa Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWDDSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHORA SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDVdimensões de um evento, renunciando à realidade,colocando-se em plano frontal ao espectador.B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVRda perspectiva clássica, envolvendo o espectadornesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.C uso das formas geométricas no mesmo plano, sememoção e expressão, despreocupado com o volume,D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFDD esfacelamento dos objetos abordados na mesmanarrativa, minimizando a dor humana a serviço daobjetividade, observada pelo uso do claro-escuro.E uso de vários ícones que representam personagensfragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ-¿FD OLYUH GH VHQWimentalismo.QUESTÃO 113/(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
  • 26. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objetoIRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGRTXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWHe absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto dezombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada.JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.).2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.A relação observada entre a imagem e o textoapresentados permite o entendimento da intenção deum artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresentacaracterísticasA IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYDB futuristas e do abstrato geométrico.C construtivistas e de estruturas modulares.D abstracionistas e de releitura do objeto.E ¿JXUDWLYDV H GH UHSUHVHQWDomR GR FRWLGLDQRQUESTÃO 1141R FDSULFKRO Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperavapelo delegado, olhava para um quadro, a pintura deuma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo queR FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWDGHVVH TXDGUR´E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dáDR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GRdeus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.”Ao que o delegado não teve como deixar deFRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ (R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLVdotô, inté que é uma feiura caprichada.”BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU.São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).Por suas características formais, por sua função e uso,o texto pertence ao gêneroA anedota, pelo enredo e humor característicos.B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.C depoimento, pela apresentação de experiênciaspessoais.D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.
  • 27. *ROSA25dom13*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 13QUESTÃO 115EstradaEsta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,Interessa mais que uma avenida urbana.Nas cidades todas as pessoas se parecem.Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente.Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.Cada criatura é única.Até os cães.(VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRVAndam sempre preocupados.( TXDQWD JHQWH YHP H YDLE tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por umbodezinho manhoso.Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela vozdos símbolos,4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVDE que a mocidade vai acabar.BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensãoGH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GRcotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente nocontraste entre campo e cidade aponta paraA o desejo do eu lírico de resgatar a movimentaçãodos centros urbanos, o que revela sua nostalgia comrelação à cidade.B a percepção do caráter efêmero da vida, possibilitadapela observação da aparente inércia da vida rural.C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPRpossibilidade de meditação sobre a sua juventude.D a visão negativa da passagem do tempo, visto queesta gera insegurança.E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mRacerca da morte.QUESTÃO 116GuardarGuardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la.Em cofre não se guarda coisa alguma.Em cofre perde-se a coisa à vista.*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRUadmirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília porela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,isto é, estar por ela ou ser por ela.Por isso melhor se guarda o voo de um pássaroDo que um pássaro sem voos.Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,por isso se declara e declama um poema:Para guardá-lo:Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:Guarde o que quer que guarda um poema:Por isso o lance do poema:Por guardar-se o que se quer guardar..Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.$ PHPyULD p um importante recurso do patrimôniocultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasdo passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar ofazer poético como uma das maneiras de se guardar oque se quer, o textoA UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD DFRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRB valoriza as lembranças individuais em detrimentodas narrativas populares ou coletivas.C reforça a capacidade da literatura em promover asubjetividade e os valores humanos.D destaca a importância de reservar o texto literáriojTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOE revela a superioridade da escrita poética como formaLGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDOQUESTÃO 117Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dosdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, seconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente,R FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmRdo Firmo, romperam vibrantemente com um choradobaiano. Nada mais que os primeiros acordes damúsica crioula para que o sangue de toda aquela gentedespertasse logo, como se alguém lhe fustigasse ocorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas,e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Jánão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricosgemidos e suspiros soltos em torrente, a correremVHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGDeram ais convulsos, chorados em frenesi de amor:música feita de beijos e soluços gostosos; carícia defera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo.AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
  • 28. No romance O Cortiço
  • 29. de Aluízio Azevedo, aspersonagens são observadas como elementos coletivoscaracterizados por condicionantes de origem social,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confrontoentre brasileiros e portugueses revela prevalência doelemento brasileiro, poisA destaca o nome de personagens brasileiras e omiteo de personagens portuguesas.B exalta a força do cenário natural brasileiro econsidera o do português inexpressivo.C mostra o poder envolvente da música brasileira, quecala o fado português.D destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário àtristeza dos portugueses.E atribui aos brasileiros uma habilidade maior cominstrumentos musicais.MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.
  • 30. *ROSA25dom14*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 14QUESTÃO 118/pSLGD H OHYHLíngua do meu Amor velosa e doce,que me convences de que sou frase,que me contornas, que me vestes quase,como se o corpo meu de ti vindo me fosse.Língua que me cativas, que me enleiasos surtos de ave estranha,em linhas longas de invisíveis teias,de que és, há tanto, habilidosa aranha...[...]Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,amo-te como todas as mulheresWH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRUpela carne de som que à ideia emprestase pelas frases mudas que proferesQRV VLOrQFLRV GH $PRU MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento).A poesia de *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DVconcepções artísticas simbolistas. Entretanto, o textoselecionado incorpora referências temáticas e formaismodernistas, já que, nele, a poetaA SURFXUD GHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU Habandona o cuidado formal.B concebe a mulher como um ser sem linguagem equestiona o poder da palavra.C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipaa construção do verso livre.D propõe um modelo novo de erotização na líricaDPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDOE explora a construção da essência feminina, a partirGD SROLVVHPLD GH ³Otngua”, e inova o léxico.QUESTÃO 119e iJXD TXH QmR DFDED PDLVDados preliminares divulgados por pesquisadoresda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaramR $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GHágua potável do planeta. Com volume estimado em86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reservasubterrânea está localizada sob os estados do$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXDVHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDOGXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase odobro do volume de água do Aquífero Guarani (com45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era amaior reserva subterrânea do mundo, distribuída porBrasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010.Essa notícia, publicada em uma revista de grandecirculação, apresenta resultados de uma pesquisaFLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomRreferencial da linguagem predomina, porque o autor dotexto priorizaA as suas opiniões, baseadas em fatos.B os aspectos objetivos e precisos.C os elementos de persuasão do leitor.D os elementos estéticos na construção do texto.E os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa.QUESTÃO 1204XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLOo país era povoado de índios. Importaram, depois, daÁfrica, grande número de escravos. O Português, oÍndio e o Negro constituem, durante o período colonial,as três bases da população brasileira. Mas no que serefere à cultura, a contribuição do Português foi de longea mais notada.Durante muito tempo o português e o tupi viveramlado a lado como línguas de comunicação. Era o tupique utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.(P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDVdos portugueses e índios em São Paulo estão tãoligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXHnas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesaa vão os meninos aprender à escola.”TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:/LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
  • 31. A identidade de uma nação está diretamente ligada àcultura de seu povo. O texto mostra que, no períodocolonial brasileiro, o Português, o Índio e o Negroformaram a base da população e que o patrimôniolinguístico brasileiro é resultado daA contribuição dos índios na escolarização dosbrasileiros.B diferença entre as línguas dos colonizadores e asdos indígenas.C importância do padre Antônio Vieira para a literaturade língua portuguesa.D origem das diferenças entre a língua portuguesa eas línguas tupi.E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GDlíngua tupi.QUESTÃO 121PequenR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomRNão, não há por que mentir ou esconderA dor que foi maior do que é capaz meu coração1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDUNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amarAh, eu vou voltar pra mimSeguir sozinho assimAté me consumir ou consumir toda essa dorAté sentir de novo o coração capaz de amor9$15e * LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestaçãoda função poética da linguagem, que é percebida naelaboração artística e criativa da mensagem, por meiode combinações sonoras e rítmicas. Pela análise dotexto, entretanto, percebe-se, também, a presençamarcante da função emotiva ou expressiva, por meio daqual o emissorA imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal,seus sentimentos.B transmite informações objetivas sobre o tema deque trata a canção.C busca persuadir o receptor da canção a adotar umcerto comportamento.D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUDconstruir a canção.E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GDmensagem veiculada.
  • 32. *ROSA25dom15*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 15QUESTÃO 122TEXTO IO Brasil sempre deu respostas rápidas através dasolidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nosPRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDUa ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir aFXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULDQDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQDSobram desculpas esfarrapadas e falta competência daclasse política.Cartas. ,VWRp. 28 abr. 2010.TEXTO IINão podemos negar ao povo sofrido todas asKLSyWHVHV GH SUHYLVmR GRV GHVDVWUHV HPDJRJRVculpam os moradores; o governo e a prefeitura apelampara as pessoas saírem das áreas de risco e agoraGL]HP TXH VHUi FRPSXOVyULD D UHDORFDomR (QWmRWHPRV D UHDORFDU R %UDVLO LQWHLUR ULHPRV XP VHUYLoRVLPLODU DR 686 FRP DORFDomR REULJDWyULD GH UHFXUVRVorçamentários com rede de atendimento preventivo,RQGH SDUWLFLSDULDP DUTXLWHWRV HQJHQKHLURV JHyORJRV%HP RX PDO HVVH ³686´ RUJDQL]DULD EULJDGDV QRV ORFDLV1RV FDVRV GD GHQJXH SRU H[HPSOR SRGHULD YHUL¿FDU DVcondições de acontecer epidemias. Seriam boas açõespreventivas.Carta do Leitor. DUWD DSLWDO. 28 abr. 2010 (adaptado).Os textos apresentados expressam opiniões de leitoresacerca de relevante assunto para a sociedade brasileira.Os autores dos dois textos apontam para aA necessidade de trabalho voluntário contínuo para aresolução das mazelas sociais.B importância de ações preventivas para evitarcatástrofes, indevidamente atribuídas aos políticos.C incapacidade política para agir de forma diligente naresolução das mazelas sociais.D XUJrQFLD GH VH FULDUHP QRYRV yUJmRV S~EOLFRV FRPas mesmas características do SUS.E LPSRVVLELOLGDGH GH R KRPHP DJLU GH IRUPD H¿FD] RXpreventiva diante das ações da natureza.QUESTÃO 123(QWUH LGHLD H WHFQRORJLDO grande conceito por trás do Museu da Língua éapresentar o idioma como algo vivo e fundamental parao entendimento do que é ser brasileiro. Se nada nosGH¿QH FRP FODUH]D D IRUPD FRPR IDODPRV R SRUWXJXrVnas mais diversas situações cotidianas é talvez a melhorexpressão da brasilidade.SCARDOVELI, E. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. São Paulo: Segmento, Ano II, nº 6, 2006.2WH[WRSURS}HXPDUHÀexãoacercadalínguaportuguesa,ressaltando para o leitor aA inauguração do museu e o grande investimento emcultura no país.B importância da língua para a construção daidentidade nacional.C afetividade tão comum ao brasileiro, retratadaatravés da língua.D relação entre o idioma e as políticas públicas naárea de cultura.E GLYHUVLGDGH pWQLFD H OLQJXtVWLFD H[LVWHQWH QR WHUULWyULRnacional.QUESTÃO 124Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado).O texto é uma propaganda de um adoçante que tem oVHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXHo autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-seno emprego de recursos expressivos, verbais e nãoverbais, com vistas aA ridicularizar a forma física do possível cliente doproduto anunciado, aconselhando-o a uma busca demudanças estéticas.B enfatizar a tendência da sociedade contemporâneade buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçandotal postura.C criticar o consumo excessivo de produtosindustrializados por parte da população, propondo aredução desse consumo.D DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUDde forma, sugerindo a substituição desse produtopelo adoçante.E relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpohumano que não desenvolve atividades físicas,incentivando a prática esportiva.
  • 33. *ROSA25dom16*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 16QUESTÃO 1256( 12 ,19(512 e ,)Ë,/ $25$5IMAGINE DORMIR.Com a chegada do inverno, muitas pessoasperdem o sono. São milhões de necessitados quelutam contra a fome e o frio. Para vencer estabatalha, eles precisam de você. Deposite qualquerquantia. Você ajuda milhares de pessoas a teremuma boa noite e dorme com a consciência tranquila.Veja VHW DGDSWDGR
  • 34. O produtor de anúncios publicitários utiliza-se de estra-WpJLDV SHUVXDVLYDV SDUD LQÀXHQFLDU R FRPSRUWDPHQWR GHseu leitor. Entre os recursos argumentativos mobilizadospelo autor para obter a adesão do público à campanha,destaca-se nesse textoA a oposição entre individual e coletivo, trazendo umideário populista para o anúncio.B a utilização de tratamento informal com o leitor, oque suaviza a seriedade do problema.C R HPSUHJR GH OLQJXDJHP ¿JXUDGD R TXH GHVYLD DDWHQomR GD SRSXODomR GR DSHOR ¿QDQFHLURD R XVR GRV QXPHUDLV ³PLOKDUHV´ H ³PLOK}HV´responsável pela supervalorização das condiçõesdos necessitados.E R MRJR GH SDODYUDV HQWUH ³DFRUGDU´ H ³GRUPLU´ R TXHrelativiza o problema do leitor em relação ao dosnecessitados.7H[WR SDUD DV TXHVW}es 126 e 1271yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XHVRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR RPHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQRdetalhe:seriaumamentira.Aliás,emvezdeusarapalavra³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDUSRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULDXP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRVesta palavra simplesmente porque não acreditamos queH[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKRNacional de Autorregulamentação Publicitária, existema verdade e a mentira. Existem a honestidade e adesonestidade. Absolutamente nada no meio. O ConarQDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
  • 35. com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos dedizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemosisso porque é a única forma da propaganda ter o máximoGH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD DSURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHOD4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQWD HQJDQDGD SRU XPDpeça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar.Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e,quando é o caso, aplica a punição.Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G DQR Qž MXO QUESTÃO 1262 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR ʊ GHGHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR ʊUHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GHA ressaltar a informação no título, em detrimento dorestante do conteúdo associado.B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do pluralno discurso.C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWRde autoridade.D subverter o fazer publicitário pelo uso de suametalinguagem.E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.QUESTÃO 127Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto,bem como os argumentos nele mobilizados, constata-seque o objetivo do autor do texto éA informar os consumidores em geral sobre a atuaçãodo Conar.B conscientizar publicitários do compromisso ético aoelaborar suas peças publicitárias.C DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP Rconteúdo das propagandas veiculadas pela mídia.D chamar a atenção de empresários e anunciantes emgeral para suas responsabilidades ao contratarempublicitários sem ética.E chamar a atenção de empresas para os efeitosnocivos que elas podem causar à sociedade, secompactuarem com propagandas enganosas.
  • 36. *ROSA25dom17*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 17QUESTÃO 128Motivadas ou não historicamente, normas prestigiadasou estigmatizadas pela comunidade sobrepõem-se aoORQJR GR WHUULWyULR VHMD QXPD UHODomR GH RSRVLomR VHMD GHcomplementaridade, sem, contudo, anular a interseção deXVRV TXH FRQ¿JXUDP XPD QRUPD QDFLRQDO GLVWLQWD GD GRportuguês europeu. Ao focalizar essa questão, que opõeQmR Vy DV QRUPDV GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO jV QRUPDV GRportuguês brasileiro, mas também as chamadas normascultas locais às populares ou vernáculas, deve-se insistirna ideia de que essas normas se consolidaram emGLIHUHQWHV PRPHQWRV GD QRVVD KLVWyULD H TXH Vy D SDUWLU GRséculo XVIII se pode começar a pensar na bifurcação dasvariantes continentais, ora em consequência de mudançasocorridas no Brasil, ora em Portugal, ora, ainda, em ambosRV WHUULWyULos.CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs).(QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (adaptado).O português do Brasil não é uma língua uniforme. Avariação linguística é um fenômeno natural, ao qual todasas línguas estão sujeitas. Ao considerar as variedadeslinguísticas, o texto mostra que as normas podem seraprovadas ou condenadas socialmente, chamando aatenção do leitor para aA desconsideração da existência das normaspopulares pelos falantes da norma culta.B difusão do português de Portugal em todas asUHJL}HV GR %UDVLO Vy D SDUWLU GR VpFXOR ;9,,,C existência de usos da língua que caracterizam umanorma nacional do Brasil, distinta da de Portugal.D inexistência de normas cultas locais e populares ouvernáculas em um determinado país.E necessidade de se rejeitar a ideia de que os usosfrequentes de uma língua devem ser aceitos.QUESTÃO 129VERÍSSIMO, L. F. $V FREUDV HP 6H HXV H[LVWH TXH HX VHMD DWLQJLGR SRU XP UDLR.3RUWR $OHJUH / 30 O humor da tira decorre da reação de uma das cobrascom relação ao uso de pronome pessoal reto, em vezde pronome oblíquo. De acordo com a norma padrão dalíngua, esse uso é inadequado, poisA contraria o uso previsto para o registro oral da língua.B contraria a marcação das funções sintáticas desujeito e objeto.C gera inadequação na concordância com o verbo.D gera ambiguidade na leitura do texto.E apresenta dupla marcação de sujeito.QUESTÃO 130MANDIOCA – mais um SUHVHQWH GD $PD]{QLDAipim, castelinha, macaxeira, maniva, maniveira. Asdesignações da Manihot utilissima podem variar de região,no Brasil, mas uma delas deve ser levada em conta em todoR WHUULWyULR QDFLRQDO pão-de-pobre ± H SRU PRWLYRV yEYLRVRicaemfécula,amandioca—umaplantarústicaenativada Amazônia disseminada no mundo inteiro, especialmentepelos colonizadores portugueses — é a base de sustento demuitos brasileiros e o único alimento disponível para mais de600 milhões de pessoas em vários pontos do planeta, e emparticular em algumas regiões da África.2 PHOKRU GR *ORER 5XUDO. Fev. 2005 (fragmento).De acordo com o texto, há no Brasil uma variedade denomes para a Manihot utilissima, QRPH FLHQWt¿FR GDmandioca. Esse fenômeno revela queA existem variedades regionais para nomear umamesma espécie de planta.B PDQGLRFD p QRPH HVSHFt¿FR SDUD D HVSpFLH H[LVWHQWHna região amazônica.C ³SmRGHSREUH´ p GHVLJQDomR HVSHFt¿FD SDUD Dplanta da região amazônica.D os nomes designam espécies diferentes da planta,conforme a região.E a planta é nomeada conforme as particularidadesque apresenta.
  • 37. *ROSA25dom18*LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 18QUESTÃO 1313DODYUD LQGtJHQDA história da tribo Sapucaí, que traduziu para oidioma guarani os artefatos da era da computação queganharam importância em sua vida, como mouse (queeles chamam de angojhá) e windows (oventã)4XDQGR D LQWHUQHW FKHJRX jTXHOD FRPXQLGDGH TXHabriga em torno de 400 guaranis, há quatro anos, pormeio de um projeto do Comitê para Democratizaçãoda Informática (CDI), em parceria com a ONG RedePovos da Floresta e com antena cedida pela Star One(da Embratel), Potty e sua aldeia logo vislumbraram aspossibilidades de comunicação que a web traz.Ele conta que usam a rede, por enquanto, somentepara preparação e envio de documentos, masperceberam que ela pode ajudar na preservação dacultura indígena.A apropriação da rede se deu de forma gradual,PDV RV JXDUDQLV Mi LQFRUSRUDUDP D QRYLGDGH WHFQROyJLFDao seu estilo de vida. A importância da internet e dacomputação para eles está expressa num caso de raraincorporação: a do vocabulário.— Um dia, o cacique da aldeia Sapucaí me ligou.³$ JHQWH QmR HVWi TXHUHQGR FKDPDU FRPSXWDGRU GH³FRPSXWDGRU´ 6XJHUL D HOHV TXH FULDVVHP XPD SDODYUDem guarani. E criaram aiú irú rive ³FDL[D SUD DFXPXODU DOtQJXD´ 1yV EUDQFRV XVDPRV mouse, windows e outrostermos, que eles começaram a adaptar para o idiomadeles, como angojhá (rato) e oventã (janela) — contaRodrigo Baggio, diretor do CDI.Disponível em: http://www.revistalingua.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2010.O uso das novas tecnologias de informação ecomunicação fez surgir uma série de novos termosque foram acolhidos na sociedade brasileira em suaforma original, como: mouse, windows, download, site,homepage, entre outros. O texto trata da adaptaçãode termos da informática à língua indígena como umareação da tribo Sapucaí, o que revelaA a possibilidade que o índio Potty vislumbrou emrelação à comunicação que a web pode trazer a seupovo e à facilidade no envio de documentos e naconversação em tempo real.B ousodainternetparapreparaçãoeenviodedocumentos,bem como a contribuição para as atividades relacionadasaos trabalhos da cultura indígena.C a preservação da identidade, demonstrada pelaconservação do idioma, mesmo com a utilizaçãode novas tecnologias características da cultura deoutros grupos sociais.D adesão ao projeto do Comitê para Democratizaçãoda Informática (CDI), que, em parceria com a ONGRede Povos da Floresta, possibilitou o acesso àweb PHVPR HP DPELHQWH LQyVSLWRE a apropriação da nova tecnologia de forma gradual,evidente quando os guaranis incorporaram aQRYLGDGH WHFQROyJLFD DR VHX HVWLOR GH YLGD FRP Dpossibilidade de acesso à internet.QUESTÃO 132Há certos usos consagrados na fala, e até mesmona escrita, que, a depender do estrato social e do nívelde escolaridade do falante, são, sem dúvida, previsíveis.Ocorrem até mesmo em falantes que dominam avariedade padrão, pois, na verdade, revelam tendênciasexistentes na língua em seu processo de mudançaTXH QmR SRGHP VHU EORTXHDGDV HP QRPH GH XP ³LGHDOlinguístico” que estaria representado pelas regras dagramática normativa. Usos como ter por haver emconstruções existenciais (tem muitos livros na estante),o do pronome objeto na posição de sujeito (para mimfazer o trabalho), a não-concordância das passivas comse (aluga-se casas) são indícios da existência, não deuma norma única, mas de uma pluralidade de normas,entendida, mais uma vez, norma como conjunto dehábitos linguísticos, sem implicar juízo de valor.CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs).(QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (fragmento).RQVLGHUDQGR D UHÀH[mR WUD]LGD QR WH[WR D UHVSHLWR GDPXOWLSOLFLGDGH GR GLVFXUVR YHUL¿FDVH TXHA estudantes que não conhecem as diferençasentre língua escrita e língua falada empregam,indistintamente, usos aceitos na conversa comamigos quando vão elaborar um texto escrito.B falantes que dominam a variedade padrão doportuguês do Brasil demonstram usos queFRQ¿UPDP D GLIHUHQoD HQWUH D QRUPD LGHDOL]DGD Ha efetivamente praticada, mesmo por falantes maisescolarizados.C moradoresdediversasregiõesdopaísqueenfrentamGL¿FXOGDGHV DR VH H[SUHVVDU QD HVFULWD UHYHODP DFRQVWDQWH PRGL¿FDomR GDV UHJUDV GH HPSUHJR GHpronomes e os casos especiais de concordância.D pessoas que se julgam no direito de contrariar agramática ensinada na escola gostam de apresentarusos não aceitos socialmente para esconderem seudesconhecimento da norma padrão.E usuários que desvendam os mistérios e sutilezas dalíngua portuguesa empregam formas do verbo terquando, na verdade, deveriam usar formas do verbohaver, contrariando as regras gramaticais.
  • 38. *ROSA25dom19*/ ž GLD _ DGHUQR 526$ 3iJLQD QUESTÃO 1332 TXH p SRVVtYHO GL]HU HP FDUDFWHUHVSucesso do Twitter no Brasil é oportunidade única de compreender a importância da concisão nos gêneros de escrita$ Pi[LPD ³PHQRV p PDLV´ QXQFD IH] WDQWR VHQWLGR FRPR QR FDVR GR microblog Twitter, cuja premissa é dizeralgo — não importa o quê — em 140 caracteres. Desde que o serviço foi criado, em 2006, o número de usuáriosGD IHUUDPHQWD p FDGD YH] PDLRU DVVLP FRPR D GLYHUVLGDGH GH XVRV TXH VH ID] GHOD R HVWLOR ³TXHULGR GLiULR´ jliteratura concisa, passando por aforismos, citações, jornalismo, fofoca, humor etc., tudo ganha o espaço de umtweet ³SLR´ HP LQJOrV
  • 39. H HQWHQGHU VHX VXFHVVR SRGH LQGLFDU XP FDPLQKR SDUD R DSULPRUDPHQWR GH XP UHFXUVR YLWDOà escrita: a concisão.Disponível em: http://www.revistalingua.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado).2 7ZLWWHU VH SUHVWD D GLYHUVDV ¿QDOLGDGHV HQWUH HODV j FRPXQLFDomR FRQFLVD SRU LVVR HVVD UHGH VRFLDOA é um recurso elitizado, cujo público precisa dominar a língua padrão.B FRQVWLWXL UHFXUVR SUySULR SDUD D DTXLVLomR GD PRGDOLGDGH HVFULWD GD OtQJXDC p UHVWULWD j GLYXOJDomR GH WH[WRV FXUWRV H SRXFR VLJQL¿FDWLYRV H SRUWDQWR p SRXFR ~WLOD LQWHUIHUH QHJDWLYDPHQWH QR SURFHVVR GH HVFULWD H DFDED SRU UHYHODU XPD FXOWXUD SRXFR UHÀH[LYDE estimula a produção de frases com clareza e objetividade, fatores que potencializam a comunicação interativa.,PDJHP SDUD DV TXHVW}HV H 35Disponível em: http://www.wordinfo.info. Acesso em: 27 abr. 2010.QUESTÃO 134O homem evoluiu. Independentemente de teoria, essa evolução ocorreu de várias formas. No que concerne àevolução digital, o homem percorreu longo trajeto da pedra lascada ao mundo virtual. Tal fato culminou em umproblema físico habitual, ilustrado na imagem, que propicia uma piora na qualidade de vida do usuário, uma vez queA a evolução ocorreu e com ela evoluíram as dores de cabeça, o estresse e a falta de atenção à família.B a vida sem o computador tornou-se quase inviável, mas se tem diminuído problemas de visão cansada.C a utilização demasiada do computador tem proporcionado o surgimento de cientistas que apresentam lesão poresforço repetitivo.D o homem criou o computador, que evoluiu, e hoje opera várias ações antes feitas pelas pessoas, tornando-assedentárias ou obesas.E o uso contínuo do computador de forma inadequada tem ocasionado má postura corporal.QUESTÃO 135O argumento presente na charge consiste em uma metáfora relativa à teoria evolucionista e ao desenvolvimentoWHFQROyJLFR RQVLGHUDQGR R FRQWH[WR DSUHVHQWDGR YHUL¿FDVH TXH R LPSDFWR WHFQROyJLFR SRGH RFDVLRQDUA R VXUJLPHQWR GH XP KRPHP GHSHQGHQWH GH XP QRYR PRGHOR WHFQROyJLFRB a mudança do homem em razão dos novos inventos que destroem sua realidade.C a problemática social de grande exclusão digital a partir da interferência da máquina.D D LQYHQomR GH HTXLSDPHQWRV TXH GL¿FXOWDP R WUDEDOKR GR KRPHP HP VXD HVIHUD VRFLDOE o retrocesso do desenvolvimento do homem em face da criação de ferramentas como lança, máquina ecomputador.
  • 40. *ROSA25dom20*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 20MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 136 a 180QUESTÃO 136A Escala de Magnitude de Momento (abreviadacomo MMS e denotada como Mw
  • 41. LQWURGX]LGD HP SRU 7KRPDV +DNV H +LURR .DQDPRUL VXEVWLWXLX D (VFDODde Richter para medir a magnitude dos terremotos emtermos de energia liberada. Menos conhecida pelopúblico, a MMS é, no entanto, a escala usada paraestimar as magnitudes de todos os grandes terremotosda atualidade. Assim como a escala Richter, a MMS éuma escala logarítmica. MWe M0se relacionam pelaIyUPXOD( )ORJ 00: +−=Onde M0é o momento sísmico (usualmente estimadoa partir dos registros de movimento da superfície, atravésdos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm.O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 deMDQHLUR GH IRL XP GRV WHUUHPRWRV TXH FDXVDUDPPDLRU LPSDFWR QR -DSmR H QD FRPXQLGDGH FLHQWt¿FDinternacional. Teve magnitude MW= 7,3.U.S. GEOLOGICAL SURVEY. +LVWRULF (DUWKTXDNHV.LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 42. U.S. GEOLOGICAL SURVEY. 86*6 (DUWKTXDNH 0DJQLWXGH 3ROLF.LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  • 43. Mostrando que é possível determinar a medida por meiode conhecimentos matemáticos, qual foi o momentosísmico M0GR WHUUHPRWR GH .REH HP GLQDÂFP
  • 44. A 10-5,10B 10-0,73C 1012,00D 1021,65E 1027,00QUESTÃO 1372 GRQR GH XPD R¿FLQD PHFkQLFD SUHFLVD GH XPpistão das partes de um motor, de 68 mm de diâmetro,para o conserto de um carro. Para conseguir um, essedono vai até um ferro velho e lá encontra pistões comdiâmetros iguais a 68,21 mm; 68,102 mm; 68,001 mm;68,02 mm e 68,012 mm.Para colocar o pistão no motor que está sendoFRQVHUWDGR R GRQR GD R¿FLQD WHUi GH DGTXLULU DTXHOHTXH WHQKD R GLkPHWUR PDLV SUy[LPR GR TXH SUHFLVD1HVVD FRQGLomR R GRQR GD R¿FLQD GHYHUi FRPSUDU Rpistão de diâmetroA 68,21 mm.B 68,102 mm.C 68,02 mm.D 68,012 mm.E 68,001 mm.QUESTÃO 138O medidor de energia elétrica de uma residência,FRQKHFLGR SRU ³UHOyJLR GH OX]´ p FRQVWLWXtGR GH TXDWURSHTXHQRV UHOyJLRV FXMRV VHQWLGRV GH URWDomR HVWmRindicados conforme D ¿JXUD:Disponível em: http://www.enersul.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010.A medida é expressD HP N:K 2 Q~PHUR REWLGR QDleitura é composto por 4 algarismos. Cada posição donúmero é formada pelo último algarismo ultrapassadopelo ponteiro.2 Q~PHUR REWLGR SHOD OHLWXUD HP N:K QD LPDJHP pA 2 614.B 3 624.C 2 715.D 3 725.E 4 162.QUESTÃO 139Um mecânico de uma equipe de corrida necessitaque as seguintes medidas realizadas em um carro sejamobtidas em metros:a) distância a entre os eixos dianteiro e traseiro;b) altura b entre o solo e o encosto do piloto.Ao optar pelas medidas a e b em metros, obtêm-se,respectivamente,A 0,23 e 0,16.B 2,3 e 1,6.C 23 e 16.D 230 e 160.E 2 300 e 1 600.
  • 45. *ROSA25dom21*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 21QUESTÃO 1408PD HTXLSH GH HVSHFLDOLVWDV GR FHQWUR PHWHRUROyJLFRde uma cidade mediu a temperatura do ambiente, sempreno mesmo horário, durante 15 dias intercalados, a partirdo primeiro dia de um mês. Esse tipo de procedimentoé frequente, uma vez que os dados coletados servemGH UHIHUrQFLD SDUD HVWXGRV H YHUL¿FDomR GH WHQGrQFLDVclimáticas ao longo dos meses e anos.As medições ocorridas nesse período estão indicadasno quadro:LD GR PrV 7HPSHUDWXUD HP ƒ
  • 46. 1 15,53 145 13,57 18 11 2013 13,515 13,517 18 2021 18,523 13,525 21,527 20 16Em relação à temperatura, os valores da média, medianae moda são, respectivamente, iguais aA 17 °C, 17 °C e 13,5 °C.B 17 °C, 18 °C e 13,5 °C.C 17 °C, 13,5 °C e 18 °C.D 17 °C, 18 °C e 21,5 °C.E 17 °C, 13,5 °C e 21,5 °C.QUESTÃO 1413DUD XPD DWLYLGDGH UHDOL]DGD QR ODERUDWyULR GHMatemática, um aluno precisa construir uma maqueteda quadra de esportes da escola que tem 28 m decomprimento por 12 m de largura. A maquete deverá serconstruída na escala de 1 : 250.4XH PHGLGDV GH FRPSULPHQWR H ODUJXUD HP FP R DOXQRXWLOL]DUi QD FRQVWUXomR GD PDTXHWHA 4,8 e 11,2B 7,0 e 3,0C 11,2 e 4,8D 28,0 e 12,0E 30,0 e 70,0QUESTÃO 142$ ¿JXUD VHJXLQWH PRVWUD XP PRGHOR GH VRPEULQKDmuito usado em países orientais.Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010.(VWD ¿JXUD p XPD UHSUHVHQWDomR GH XPD VXSHUItFLH GHrevolução chamada deA pirâmide.B semiesfera.C cilindro.D tronco de cone.E cone.QUESTÃO 143Em 2010, um caos aéreo afetou o continente europeu,devido à quantidade de fumaça expelida por um vulcão naIslândia, o que levou ao cancelamento de inúmeros voos.LQFR GLDV DSyV R LQtFLR GHVVH FDRV WRGR Respaço aéreo europeu acima de 6 000 metros estavaliberado, com exceção do espaço aéreo da Finlândia.Lá, apenas voos internacionais acima de 31 mil pésestavam liberados.Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 21 abr. 2010 (adaptado).Considere que 1 metro equivale a aproximadamente 3,3 pés.4XDO D GLIHUHQoD HP SpV HQWUH DV DOWLWXGHV OLEHUDGDV QDFinlândia e no restante do continente europeu cinco diasDSyV R LQtFLR GR FDRVA SpVB SpVC 11 200 pés.D SpVE 50 800 pés.
  • 47. *ROSA25dom22*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 22QUESTÃO 144DIp QR %UDVLO2 FRQVXPR DWLQJLX R PDLRU QtYHO GD KLVWyULD QR DQRpassado: os brasileiros beberam o equivalente a 331bilhões de xícaras.Veja. Ed. 2158, 31 mar. 2010.Considere que a xícara citada na notícia seja equivalentea, aproximadamente, 120 mL de café. Suponha que em2010 os brasileiros bebam ainda mais café, aumentandoo consumo em15do que foi consumido no ano anterior.De acordo com essas informações, qual a previsão maisDSUR[LPDGD SDUD R FRQVXPR GH FDIp HP A 8 bilhões de litros.B 16 bilhões de litros.C 32 bilhões de litros.D 40 bilhões de litros.E 48 bilhões de litros.QUESTÃO 145Você pode adaptar as atividades do seu dia a dia deuma forma que possa queimar mais calorias do que asgastas normalmente, conforme a relação seguinte:- Enquanto você fala ao telefone, faça agachamentos:100 calorias gastas em 20 minutos.- Meia hora de supermercado: 100 calorias.- Cuidar do jardim por 30 minutos: 200 calorias.- Passear com o cachorro: 200 calorias em 30 minutos. 7LUDU R Sy GRV PyYHLV FDORULDV HP PLQXWRV- Lavar roupas por 30 minutos: 200 calorias.Disponível em: http://cyberdiet.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).Uma pessoa deseja executar essas atividades, porém,ajustando o tempo para que, em cada uma, gasteigualmente 200 calorias.Apartir dos ajustes, quanto tempo a mais será necessáriopara realizar todas as atividadesA 50 minutos.B 60 minutos.C 80 minutos.D 120 minutos.E 170 minutos.QUESTÃO 146Em uma certa cidade, os moradores de um bairrocarente de espaços de lazer reivindicam à prefeituramunicipal a construção de uma praça. A prefeituraFRQFRUGD FRP D VROLFLWDomR H D¿UPD TXH LUi FRQVWUXtODem formato retangular devido às características técnicasdo terreno. Restrições de natureza orçamentária impõemque sejam gastos, no máximo, 180 m de tela paracercar a praça. A prefeitura apresenta aos moradoresdesse bairro as medidas dos terrenos disponíveis para aconstrução da praça:Terreno 1: 55 m por 45 mTerreno 2: 55 m por 55 mTerreno 3: 60 m por 30 mTerreno 4: 70 m por 20 m7HUUHQR P SRU PPara optar pelo terreno de maior área, que atendaàs restrições impostas pela prefeitura, os moradoresdeverão escolher o terrenoA 1.B 2.C 3.D 4.E 5.QUESTÃO 147Sabe-se que a distância real, em linha reta, deuma cidade A, localizada no estado de São Paulo,a uma cidade B, localizada no estado de Alagoas, éLJXDO D NP 8P HVWXGDQWH DR DQDOLVDU XP PDSDYHUL¿FRX FRP VXD UpJXD TXH D GLVWkQFLD HQWUH HVVDVduas cidades, A e B, era 8 cm.Os dados nos indicam que o mapa observado peloestudante está na escala deA 1 : 250.B 1 : 2 500.C 1 : 25 000.D 1 : 250 000.E 1 : 25 000 000.QUESTÃO 148Uma indústria fabrica brindes promocionais emforma de pirâmide. A pirâmide é obtida a partir de quatroFRUWHV HP XP VyOLGR TXH WHP D IRUPD GH XP FXER 1RHVTXHPD HVWmR LQGLFDGRV R VyOLGR RULJLQDO FXER
  • 48. H Dpirâmide obtida a partir dele.Os pontos A, B, C, D e O do cubo e da pirâmide são osmesmos. O ponto O é central na face superior do cubo.Os quatro cortes saem de O em direção às arestasAD BC AB H CD nessa ordem. $SyV RV FRUWHV VmRGHVFDUWDGRV TXDWUR VyOLGRV2V IRUPDWRV GRV VyOLGRV GHVFDUWDGRV VmRA todos iguais.B todos diferentes.C três iguais e um diferente.D apenas dois iguais.E iguais dois a dois.
  • 49. *ROSA25dom23*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 23QUESTÃO 149As frutas que antes se compravam por dúzias,hoje em dia, podem ser compradas por quilogramas,existindo também a variação dos preços de acordo coma época de produção. Considere que, independente daépoca ou variação de preço, certa fruta custa R$ 1,75 oquilograma.RV JUi¿FRV D VHJXLU R TXH UHSUHVHQWD R SUHoR P SDJRem reais pela compra de n quilogramas desse produto éQUESTÃO 150Observe as dicas para calcular a quantidade certaGH DOLPHQWRV H EHELGDV SDUD DV IHVWDV GH ¿P GH DQR‡ Para o prato principal, estime 250 gramas de carnepara cada pessoa.‡ 8P FRSR DPHULFDQR FKHLR GH DUUR] UHQGH R VX¿FLHQWHpara quatro pessoas.‡ Para a farofa, calcule quatro colheres de sopa porconvidado.‡ Uma garrafa de vinho serve seis pessoas.‡ Uma garrafa de cerveja serve duas.‡ Uma garrafa de espumante serve três convidados.4XHP RUJDQL]D IHVWDV ID] HVVHV FiOFXORV HP FLPD GRtotal de convidados, independente do gosto de cada um.4XDQWLGDGH FHUWD GH DOLPHQWRV H EHELGDV HYLWD R GHVSHUGtFLR GD FHLD-RUQDO +RMH. 17 dez. 2010 (adaptado).8P DQ¿WULmR GHFLGLX VHJXLU HVVDV GLFDV DR VH SUHSDUDU SDUDreceber 30 convidados para a ceia de Natal. Para seguirHVVDV RULHQWDo}HV j ULVFD R DQ¿WULmR GHYHUi GLVSRU GHA NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.B NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 30 de cerveja e 10 de espumante.C NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH DUUR]120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho,15 de cerveja e 10 de espumante.D NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV FROKHUHVde sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cervejae 10 de espumante.E NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.QUESTÃO 151A participação dos estudantes na OlimpíadaBrasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)aumenta a cada ano. O quadro indica o percentual demedalhistas de ouro, por região, nas edições da OBMEPGH D Região 2005 2006 2007 2008 Norte 2% 2% 1% 2% 1%Nordeste 18% 21% 15% Centro-Oeste 5% 6% 7% 8% Sudeste 55% 61% 58% 66% 60%Sul 21% 12% 13% 11%Disponível em: http://www.obmep.org.br. Acesso em: abr. 2010 (adaptado).(P UHODomR jV HGLo}HV GH D GD 2%0(3 TXDOo percentual médio de medalhistas de ouro da região1RUGHVWHA 14,6%B 18,2%C 18,4%D E 21,0%
  • 50. *ROSA25dom24*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 24QUESTÃO 152Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010.O polígono que dá forma a essa calçada é invariante porrotações, em torno de seu centro, deA 45°.B 60°.C ƒD 120°.E 180°.QUESTÃO 153O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamenteutilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculorepresenta muito mais a corpulência que a adiposidade,uma vez que indivíduos musculosos e obesos podemapresentar o mesmo IMC. Uma nova pesquisa apontao Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como umaDOWHUQDWLYD PDLV ¿GHGLJQD SDUD TXDQWL¿FDU D JRUGXUDcorporal, utilizando a medida do quadril e a altura. A¿JXUD PRVWUD FRPR FDOFXODU HVVDV PHGLGDV VDEHQGRse que, em mulheres, a adiposidade normal está entre H Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 abr. 2011(adaptado).8PDMRYHPFRP,0 NJPðFPGHFLUFXQIHUrQFLDGRV TXDGULV H NJ GH PDVVD FRUSyUHD UHVROYHXaveriguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis denormalidade de gordura corporal, a atitude adequadaque essa jovem deve ter diante da nova medida é(Use ξ͵ ൌ ͳǡ͹ ݁ ඥͳǡ͹ ൌ ͳǡ͵ )A reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%.B reduzir seu excesso de gordura em cerca de 27%.C manter seus níveis atuais de gordura.D aumentar seu nível de gordura em cerca de 1%.E aumentar seu nível de gordura em cerca de 27%.QUESTÃO 154Um bairro de uma cidade foi planejado em umaregião plana, com ruas paralelas e perpendiculares,delimitando quadras de mesmo tamanho. No planode coordenadas cartesianas seguinte, esse bairrolocaliza-se no segundo quadrante, e as distâncias noseixos são dadas em quilômetros.A reta de equação y = x + 4 representa oplanejamento do percurso da linha do metrô subterrâneoque atravessará o bairro e outras regiões da cidade.No ponto P = (-5, 5), localiza-se um hospital público. Acomunidade solicitou ao comitê de planejamento quefosse prevista uma estação do metrô de modo que suadistância ao hospital, medida em linha reta, não fossePDLRU TXH NPAtendendo ao pedido da comunidade, o comitêargumentou corretamente que isso seriaautomaticamente satisfeito, pois já estava prevista aconstrução de uma estação no pontoA (–5, 0).B (–3, 1).C (–2, 1).D (0, 4).E (2, 6).
  • 51. *ROSA25dom25*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 25QUESTÃO 155O número mensal de passagens de uma determinadaempresa aérea aumentou no ano passado nas seguintescondições: em janeiro foram vendidas 33 000 passagens;em fevereiro, 34 500; em março, 36 000. Esse padrão decrescimento se mantém para os meses subsequentes.4XDQWDV SDVVDJHQV IRUDP YHQGLGDV SRU HVVD HPSUHVDem julho do anR SDVVDGRA 38 000B 40 500C 41 000D 42 000E 48 000QUESTÃO 156O prefeito de uma cidade deseja construir umarodovia para dar acesso a outro município. Para isso, foiaberta uma licitação na qual concorreram duas empresas.$ SULPHLUD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
  • 52. DFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5 HQTXDQWRD VHJXQGD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
  • 53. DFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5 $V GXDVempresas apresentam o mesmo padrão de qualidadedos serviços prestados, mas apenas uma delas poderáser contratada.Do ponto de vista econômico, qual equação possibilitariaencontrar a extensão da rodovia que tornaria indiferentepara a prefeitura escolher qualquer uma das propostasDSUHVHQWDGDVA 100n + 350 = 120n + 150B 100n + 150 = 120n + 350C 100(n + 350) = 120(n + 150)D 100(n + 350 000) = 120(n + 150 000)E 350(n + 100 000) = 150(n + 120 000)QUESTÃO 157Uma pessoa aplicou certa quantia em ações. Noprimeiro mês, ela perdeu 30% do total do investimento e,no segundo mês, recuperou 20% do que havia perdido.Depois desses dois meses, resolveu tirar o montante deR$ 3 800,00 gerado pela aplicação.A quantia inicial que essa pessoa aplicou em açõescorresponde ao valor deA R$ 4 222,22.B R$ 4 523,80.C R$ 5 000,00.D R$ 13 300,00.E R$ 17 100,00.QUESTÃO 158Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na regiãoFREHUWD SHOD FDDWLQJD HP TXDVH PLO NP2de área.4XDQGR QmR FKRYH R KRPHP GR VHUWmR H VXD IDPtOLDprecisam caminhar quilômetros em busca da água dosaçudes. A irregularidade climática é um dos fatores quemais interferem na vida do sertanejo.Disponível em: http://www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010.6HJXQGR HVWH OHYDQWDPHQWR D GHQVLGDGH GHPRJUi¿FDGD UHJLmR FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP KDELWDQWHV SRU NP2,é deA 250.B 25.C 2,5.D 0,25.E 0,025.QUESTÃO 159Rafael mora no Centro de uma cidade e decidiuse mudar, por recomendações médicas, para umadas regiões: Rural, Comercial, Residencial Urbano ouResidencial Suburbano. A principal recomendaçãoPpGLFD IRL FRP DV WHPSHUDWXUDV GDV ³LOKDV GH FDORU´da região, que deveriam ser inferiores a 31°C. Taistemperaturas são apresentadas no grá¿Fo:Escolhendo, aleatoriamente, uma das outras regiõespara morar, a probabilidade de ele escolher uma regiãoque seja adequada às recomendações médicas éA 15B 14C 25D 35E 34QUESTÃO 160Muitas medidas podem ser tomadas em nossascasas visando à utilização racional de energia elétrica.Isso deve ser uma atitude diária de cidadania. Uma delaspode ser a redução do tempo no banho. Um chuveiroFRP SRWrQFLD GH : FRQVRPH N: SRU KRUDUma pessoa que toma dois banhos diariamente, de 10minutos cada, consumLUi HP VHWH GLDV TXDQWRV N:A 0,8B 1,6C 5,6D 11,2E 33,6
  • 54. *ROSA25dom26*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 26QUESTÃO 161Um jovem investidor precisa escolher qualLQYHVWLPHQWR OKH WUDUi PDLRU UHWRUQR ¿QDQFHLUR HP XPDaplicaçãodeR$500,00.Paraisso,pesquisaorendimentoe o imposto a ser pago em dois investimentos: poupançaH % FHUWL¿FDGR GH GHSyVLWR EDQFiULR
  • 55. $V LQIRUPDo}HVobtidas estão resumidas no quadro:Rendimentomensal (%)IR (imposto derenda)POUPANÇA 0,560 ISENTOCDB 0,876 4% (sobre o ganho)3DUD R MRYHP LQYHVWLGRU DR ¿nal de um mês, a aplicaçãomais vantajosa éA a poupança, pois totalizará um montante de R$ 502,80.B a poupança, pois totalizará um montante de R$ 500,56.C o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,38.D o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,21.E o CDB, pois totalizará um montante de R$ 500,87.QUESTÃO 162$ WDEHOD FRPSDUD R FRQVXPR PHQVDO HP N:K GRVconsumidores residenciais e dos de baixa renda, antese depois da redução da tarifa de energia no estado dePernambuco.LiULR GH 3HUQDPEXFR. 28 abr. 2010 (adaptado).Considere dois consumidores: um que é de baixa rendaH JDVWRX N:K H RXWUR GR WLSR UHVLGHQFLDO TXH JDVWRX N:K$GLIHUHQoD HQWUH R JDVWR GHVVHV FRQVXPLGRUHVFRP N:K GHSRLV GD UHGXomR GD WDULID GH HQHUJLD PDLVaproximada, é deA R$ 0,27.B 5 C R$ 0,32.D R$ 0,34.E R$ 0,61.QUESTÃO 163Para determinar a distância de um barco até a praia,um navegante utilizou o seguinte procedimento: a partirGH XP SRQWR $ PHGLX R kQJXOR YLVXDO Į ID]HQGR PLUD HPXP SRQWR ¿[R 3 GD SUDLD 0DQWHQGR R EDUFR QR PHVPRsentido, ele seguiu até um ponto B de modo que fossepossível ver o mesmo ponto P da praia, no entanto sobXP kQJXOR YLVXDO Į $ ¿JXUD LOXVWUD HVVD VLWXDomRSuponha que o navegante tenha medido o ânguloH DR FKHJDU DR SRQWR % YHUL¿FRX TXH R EDUFRhavia percorrido a distância AB = 2 000 m. Com baseQHVVHV GDGRV H PDQWHQGR D PHVPD WUDMHWyULD D PHQRUGLVWkQFLD GR EDUFR DWp R SRQWR ¿[R 3 VHUiQUESTÃO 164O saldo de contratações no mercado formal nosetor varejista da região metropolitana de São Pauloregistrou alta. Comparando as contratações deste setorno mês de fevereiro com as de janeiro deste ano, houveincremento de 4 300 vagas no setor, totalizando 880 605trabalhadores com carteira assinada.Disponível em: http://www.folha.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado).Suponha que o incremento de trabalhadores no setorvarejista seja sempre o mesmo nos seis primeirosmeses do ano.Considerando-se que y e x representam, respectivamen-te, as quantidades de trabalhadores no setor varejista e osmeses, janeiro sendo o primeiro, fevereiro, o segundo,e assim por diante, a expressão algébrica que relacionaessas quantidades nesses meses éA y = 4 300xB [C y = 872 005 + 4 300xD y = 876 305 + 4 300xE y = 880 605 + 4 300x
  • 56. *ROSA25dom27*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 27QUESTÃO 165Em um jogo disputado em uma mesa de sinuca, há16 bolas: 1 branca e 15 coloridas, as quais, de acordocom a coloração, valem de 1 a 15 pontos (um valorpara cada bola colorida).O jogador acerta o taco na bola branca de forma queesta acerte as outras, com o objetivo de acertar duas dasquinze bolas em quaisquer caçapas. Os valores dessasduas bolas são somados e devem resultar em um valorescolhido pelo jogador antes do início da jogada.Arthur, Bernardo e Caio escolhem os números 12, 17e 22 como sendo resultados de suas respectivas somas.Com essa escolha, quem tem a maior probabilidade deganhar o jogo éA Arthur, pois a soma que escolheu é a menor.B Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor asoma escolhida por ele, contra 4 possibilidadespara a escolha de Arthur e 4 possibilidades para aescolha de Caio.C Bernardo, pois há 7 possibilidades de compor asoma escolhida por ele, contra 5 possibilidadespara a escolha de Arthur e 4 possibilidades para aescolha de Caio.D Caio, pois há 10 possibilidades de compor a somaescolhida por ele, contra 5 possibilidades para aescolha de Arthur e 8 possibilidades para a escolhade Bernardo.E Caio, pois a soma que escolheu é a maior.QUESTÃO 166É possível usar água ou comida para atrair as avese observá-las. Muitas pessoas costumam usar águaFRP Do~FDU SRU H[HPSOR SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 0DVé importante saber que, na hora de fazer a mistura,você deve sempre usar uma parte de açúcar para cincopartes de água. Além disso, em dias quentes, precisatrocar a água de duas a três vezes, pois com o calor elapode fermentar e, se for ingerida pela ave, pode deixá-la doente. O excesso de açúcar, ao cristalizar, tambémpode manter o bico da ave fechado, impedindo-a de sealimentar. Isso pode até matá-la.LrQFLD +RMH GDV ULDQoDV )1( ,QVWLWXWR LrQFLD +RMH DQR Q PDU Pretende-se encher completamente um copo comD PLVWXUD SDUD DWUDLU EHLMDÀRUHV 2 FRSR WHP IRUPDWRcilíndrico, e suas medidas são 10 cm de altura e 4 cm dediâmetro. A quantidade de água que deve ser utilizadana mistura é cerca de (utilize S )A 20 mL.B 24 mL.C 100 mL.D 120 mL.E 600 mL.QUESTÃO 167O atletismo é um dos esportes que mais seLGHQWL¿FDP FRP R HVStULWR ROtPSLFR $ ¿JXUD LOXVWUD XPDpista de atletismo. A pista é composta por oito raiasH WHP ODUJXUD GH P $V UDLDV VmR QXPHUDGDV GRcentro da pista para a extremidade e são construídas desegmentos de retas paralelas e arcos de circunferência.Os dois semicírculos da pista são iguais.BIEMBENGUT, M. S. 0RGHODomR 0DWHPiWLFD FRPR PpWRGR GH HQVLQRDSUHQGL]DJHPGH 0DWHPiWLFD HP FXUVRV GH ž H ž JUDXV LVVHUWDomR GH 0HVWUDGR,*(81(63 5LR ODUR DGDSWDGR
  • 57. Se os atletas partissem do mesmo ponto, dando umavolta completa, em qual das raias o corredor estariaVHQGR EHQH¿FLDGRA 1B 4C 5D 7E 8QUESTÃO 168Nos últimos cinco anos, 32 mil mulheres de 20 a 24anos foram internadas nos hospitais do SUS por causade AVC. Entre os homens da mesma faixa etária, houve28 mil internações pelo mesmo motivo.eSRFD. 26 abr. 2010 (adaptado).6XSRQKD TXH QRV SUy[LPRV FLQFR DQRV KDMD XPacréscimo de 8 mil internações de mulheres e que oacréscimo de internações de homens por AVC ocorra namesma proporção.De acordo com as informações dadas, o número deKRPHQV TXH VHULDP LQWHUQDGRV SRU $9 QRV SUy[LPRVcinco anos, corresponderia aA 4 mil.B PLOC 21 mil.D 35 mil.E PLO
  • 58. *ROSA25dom28*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 28QUESTÃO 1692 JUi¿FR PRVWUD D YHORFLGDGH GH FRQH[mR j LQWHUQHWutilizada em domicílios no Brasil. Esses dados sãoUHVXOWDGR GD PDLV UHFHQWH SHVTXLVD GH UHDOL]DGDpelo Comitê Gestor da Internet (CGI).Disponível em: http://agencia.ipea.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado).Escolhendo-se, aleatoriamente, um domicílio pesquisado,qual a chance de haver banda larga de conexão de peloPHQRV 0ESV QHVWH GRPLFtOLRA 0,45B 0,42C 0,30D 0,22E 0,15QUESTÃO 170Todo o país passa pela primeira fase de campanhade vacinação contra a gripe suína (H1N1). Segundo ummédico infectologista do Instituto Emílio Ribas, de São3DXOR D LPXQL]DomR ³GHYH PXGDU´ QR SDtV D KLVWyULDda epidemia. Com a vacina, de acordo com ele, o Brasiltem a chance de barrar uma tendência do crescimentoda doença, que já matou 17 mil no mundo. A tabelaDSUHVHQWD GDGRV HVSHFt¿FRV GH XP ~QLFR SRVWR GHvacinação.DPSDQKD de YDFLQDomR FRQWUD D JULSH VXtQDDatas davacinação Público-alvo4XDQWLGDGH GHpessoas vacinadas D GHmarçoTrabalhadores da saúdee indígenas 422 de abrilPortadores de doençascrônicas 225 a 23 de abril Adultos saudáveis entre H DQRV5624 de abril a7 de maioPopulação com mais de60 anos 3010 a 21 demaioAdultos saudáveis entre H DQRV 50Disponível em: http://img.terra.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado).Escolhendo-se aleatoriamente uma pessoa atendidanesse posto de vacinação, a probabilidade de ela serportadora de doença crônica éA 8%.B C 11%.D 12%.E 22%.QUESTÃO 171$ ¿JXUD DSUHVHQWD LQIRUPDo}HV ELRPpWULFDV GH XPhomem (Duílio) e de uma mulher (Sandra) que estãobuscando alcançar seu peso ideal a partir das atividadesItVLFDV FRUULGD
  • 59. 3DUD VH YHUL¿FDU D HVFDOD GH REHVLGDGHIRL GHVHQYROYLGD D IyUPXOD TXH SHUPLWH YHUL¿FDU R ËQGLFHGH 0DVVD RUSRUDO ,0
  • 60. (VWD IyUPXOD p DSUHVHQWDGDFRPR ,0 PKð RQGH P p D PDVVD HP TXLORJUDPDV Hh é altura em metros.Veja. Ed. 2055 (adaptado).No quadro é apresentada a Escala de Índice de MassaCorporal com as respectivas categorias relacionadasaos pesos.(VFDOD GH ËQGLFH GH 0DVVD RUSRUDOCATEGORIAS ,0 NJPð
  • 61. Desnutrição Abaixo de 14,5Peso abaixo do normal 14,5 a 20Peso normal D Sobrepeso D Obesidade D 2EHVLGDGH PyUELGD Igual ou acima de 401RYD (VFROD. N° 172, maio 2004.A partir dos dados biométricos de Duílio e Sandra e daEscala de IMC, o valor IMC e a categoria em que cadauma das pessoas se posiciona na Escala sãoA Duílio tem o IMC 26,7 e Sandra tem o IMC 26,6,estando ambos na categoria de sobrepeso.B XtOLR WHP R ,0 H 6DQGUD WHP R ,0 estando ambos na categoria de sobrepeso.C Duílio tem o IMC 27,3 e Sandra tem o IMC 26,6,estando ambos na categoria de sobrepeso.D Duílio tem o IMC 25,6, estando na categoria desobrepeso, e Sandra tem o IMC 24,7, estando nacategoria de peso normal.E Duílio tem o IMC 25,1, estando na categoria desobrepeso, e Sandra tem o IMC 22,6, estando nacategoria de peso normal.22 março ade
  • 62. *ROSA25dom29*07 ž GLD _ DGHUQR 526$ 3iJLQD QUESTÃO 172A resistência das vigas de dado comprimento édiretamente proporcional à largura (b) e ao quadradoda altura (d
  • 63. FRQIRUPH D ¿JXUD $ FRQVWDQWH GHproporcionalidade k varia de acordo com o materialutilizado na sua construção.Considerando-se S como a resistência, a representaçãoalgébrica que exprime essa relação éA ܵ ൌ ݇Ǥ ܾǤ ݀B ܵ ൌ ܾǤ ݀ଶC ܵ ൌ ݇Ǥ ܾǤ ݀ଶD ܵ ൌ௞Ǥ௕ௗమE ܵ ൌ௞Ǥௗమ௕QUESTÃO 173Considere que uma pessoa decida investir umadeterminada quantia e que lhe sejam apresentadas trêspossibilidades de investimento, com rentabilidades líquidasgarantidas pelo período de um ano, conforme descritas:Investimento A: 3% ao mêsInvestimento B: 36% ao anoInvestimento C: 18% ao semestreAs rentabilidades, para esses investimentos, incidemsobre o valor do período anterior. O quadro fornecealgumas aproximações para a análise das rentabilidades:n 1,03n3 6 1,30512 1,426Para escolher o investimento com a maior rentabilidadeanual, essa pessoa deveráA escolher qualquer um dos investimentos A, B ou C,pois as suas rentabilidades anuais são iguais a 36%.B escolher os investimentos A ou C, pois suasUHQWDELOLGDGHV DQXDLV VmR LJXDLV D C escolher o investimento A, pois a sua rentabilidadeanual é maior que as rentabilidades anuais dosinvestimentos B e C.D escolher o investimento B, pois sua rentabilidadede 36% é maior que as rentabilidades de 3% doinvestimento A e de 18% do investimento C.E escolher o investimento C, pois sua rentabilidade de DR DQR p PDLRU TXH D UHQWDELOLGDGH GH DRano dos investimentos A e B.QUESTÃO 1748PD HPSUHVD GH WHOHIRQLD ¿[D RIHUHFH GRLV SODQRVDRV VHXV FOLHQWHV QR SODQR . R FOLHQWH SDJD 5 por 200 minutos mensais e R$ 0,20 por cada minutoH[FHGHQWH QR SODQR = SDJD 5 SRU PLQXWRVmensais e R$ 0,10 por cada minuto excedente.2 JUi¿FR TXH UHSUHVHQWD R YDORU SDJR HP UHDLV QRVdois planos em função dos minutos utilizados éQUESTÃO 175Uma indústria fabrica um único tipo de produto esempre vende tudo o que produz. O custo total parafabricar uma quantidade q de produtos é dado por umafunção, simbolizada por CT, enquanto o faturamentoque a empresa obtém com a venda da quantidade qtambém é uma função, simbolizada por FT. O lucro total(LT) obtido pela venda da quantidade q de produtos édado pela expressão LT(q) = FT(q) – CT(q).Considerando-se as funções FT(q) = 5q e CT(q) = 2q + 12como faturamento e custo, qual a quantidade mínima deprodutos que a indústria terá de fabricar para não terSUHMXt]RA 0B 1C 3D 4E 5
  • 64. *ROSA25dom30*MT - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 30QUESTÃO 176Um técnico em refrigeração precisa revisar todos osSRQWRV GH VDtGD GH DU GH XP HVFULWyULR FRP YiULDV VDODVNa imagem apresentada, cada ponto indicadopor uma letra é a saída do ar, e os segmentos são astubulações.Iniciando a revisão pelo ponto K e terminando em F, sempassar mais de uma vez por cada ponto, o caminho serápassando pelos pontosA K, I e F.B K, J, I, G, L e F.C K, L, G, I, J, H e F.D K, J, H, I, G, L e F.E K, L, G, I, H, J e F.QUESTÃO 1772WHUPRDJURQHJyFLRQmRVHUHIHUHDSHQDVjDJULFXOWXUDe à pecuária, pois as atividades ligadas a essa produçãoincluem fornecedores de equipamentos, serviços para azonarural,industrializaçãoecomercializaçãodosprodutos.2 JUi¿FR VHJXLQWH PRVWUD D SDUWLFLSDomR SHUFHQWXDOGR DJURQHJyFLR QR 3,% brasileiro:Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA). Almanaque abril 2010.São Paulo: Abril, ano 36 (adaptado).Esse JUi¿FR IRL XVDGR HP XPD SDOHVWUD QD TXDOo orador ressaltou uma queda da participação doDJURQHJyFLR QR 3,% EUDVLOHLUR H D SRVWHULRU UHFXSHUDomRdessa participação, em termos percentuais.6HJXQGR R JUi¿FR R SHUtRGR GH TXHGD RFRUUHX HQWUH RVanos deA H B 2001 e 2003.C 2003 e 2006.D 2003 e 2007.E 2003 e 2008.QUESTÃO 178O setor de recursos humanos de uma empresavai realizar uma entrevista com 120 candidatos a umavaga de contador. Por sorteio, eles pretendem atribuir acada candidato um número, colocar a lista de númerosem ordem numérica crescente e usá-la para convocaros interessados. Acontece que, por um defeito docomputador, foram gerados números com 5 algarismosdistintos e, em nenhum deles, apareceram dígitos pares.Em razão disso, a ordem de chamada do candidato queWLYHU UHFHELGR R Q~PHUR pA 24.B 31.C 32.D 88.E QUESTÃO 179Uma enquete, realizada em março de 2010,perguntava aos internautas se eles acreditavam que asatividades humanas provocam o aquecimento global.(UDP WUrV DV DOWHUQDWLYDV SRVVtYHLV H LQWHUQDXWDVresponderam à HQTXHWH FRPR PRVWUD R JUi¿FReSRFD (G PDU DGDSWDGR
  • 65. Analisando oV GDGRV GR JUi¿FR TXDQWRV LQWHUQDXWDVUHVSRQGHUDP ³1­2´ j HQTXHWHA Menos de 23.B Mais de 23 e menos de 25.C Mais de 50 e menos de 75.D 0DLV GH H PHQRV GH E Mais de 200.QUESTÃO 180A cor de uma estrela tem relação com a temperaturaem sua superfície. Estrelas não muito quentes (cercade 3 000 K) nos parecem avermelhadas. Já as estrelasamarelas, como o Sol, possuem temperatura em tornodos 6 000 K; as mais quentes são brancas ou azuisSRUTXH VXD WHPSHUDWXUD ¿FD DFLPD GRV .$ WDEHOD DSUHVHQWD XPD FODVVL¿FDomR HVSHFWUDO Houtros dados para as estrelas dessas classes.Estrelas da Sequência PrincipalClasseEspectralTemperatura Luminosidade Massa RaioO5 [ B0 [ A0 G2 M0 7HPSHUDWXUD HP .HOYLQ/XPLQRVLGDGH PDVVD H UDLR WRPDQGR R 6RO FRPR XQLGDGHDisponível em: http://www.zenite.nu. Acesso em: 1 maio 2010 (adaptado).Se tomarmos uma estrela que tenha temperatura5 vezes maior que a temperatura do Sol, qual será aRUGHP GH JUDQGH]D GH VXD OXPLQRVLGDGHA 20 000 vezes a luminosidade do Sol.B 28 000 vezes a luminosidade do Sol.C 28 850 vezes a luminosidade do Sol.D 30 000 vezes a luminosidade do Sol.E 50 000 vezes a luminosidade do Sol.
  • 66. LC - 2º dia | Caderno 8 - ROSA - Página 31*ROSA25dom31*RASCUNHODA REDAÇÃOTranscreva a sua Redação para a Folha de Redação.123456789101112131415161718192021222324252627282930
  • 67.  ENEM 2011Errata Caderno Rosa:Na questão 104, a referência bibliográfica correta é:CARREIRO, E. A. In: DARIDO, S.C.; RANGEL, I.C.A. (orgs.). Educação Física naescola: implicações para a prática pedagógica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,2005 (fragmento).Na questão 116, a referência bibliográfica correta é:Antonio Cicero. In: MORICONI, I. (org.). Os cem melhores poemas brasileiros doséculo. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.            

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