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Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010.2 RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO UH~QHVH UHJXODU...
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TEXTO IIJoão Cabral, que já emprestara sua voz ao rio,transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, comoo Capibaribe, tam...
Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o text...
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*AZUL25dom11*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 11QUESTÃO 109O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes¿OyV...
Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objeto...
*AZUL25dom12*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 12QUESTÃO 112TEXTO IToca do Salitre - PiauíDisponível em: http://www....
*AZUL25dom13*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 13QUESTÃO 114PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD  ;  FP 0XVHX 5HLQD ...
XP GRVmais valorizados no mundo artístico, tanto em termos¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernicaem protesto ao...
*AZUL25dom14*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 14QUESTÃO 117Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dosdesterr...
No romance O Cortiço
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A identidade de uma nação está diretamente ligada àcultura de seu povo. O texto mostra que, no períodoFRORQLDO EUDVLOHLUR ...
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  1. 1. 7AZULEXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO2º DIACADERNO2011A COR DO SEU CADERNO DE QUESTÕES É AZUL.MARQUE-A EM SEU CARTÃO-RESPOSTAPROVA DE REDAÇÃO E DE LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASPROVA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS1 Este CADERNO DE QUESTÕES contém a Proposta de Redação e90questõesnumeradasde91a180,dispostasdaseguintemaneira:a. as questões de número 91 a 135 são relativas à áreade Linguagens, Códigos e suas Tecnologias;b. as questões de número 136 a 180 são relativas àárea de Matemática e suas Tecnologias.ATENÇÃO: as questões de 91 a 95 são relativas à línguaestrangeira. Você deverá responder apenas às questõesrelativas à língua estrangeira (inglês ou espanhol) escolhidano ato de sua inscrição.2 Confira se o seu CADERNO DE QUESTÕES contém aquantidade de questões e se essas questões estão na ordemmencionada na instrução anterior. Caso o caderno estejaincompleto, tenha qualquer defeito ou apresentedivergência, comunique ao aplicador da sala para que eletome as providências cabíveis.3 Verifique, no CARTÃO-RESPOSTA e na FOLHA DE REDAÇÃO, quese encontra no verso do CARTÃO-RESPOSTA, se os seus dadosestão registrados corretamente. Caso haja alguma divergência,comunique-aimediatamenteaoaplicadordasala.4 ATENÇÃO: após a conferência, escreva e assine seu nome nosespaços próprios do CARTÃO-RESPOSTA e da FOLHA DEREDAÇÃO com caneta esferográfica de tinta preta.5 ATENÇÃO: transcreva no espaço apropriado do seu CARTÃO-RESPOSTA, com sua caligrafia usual, considerando as letrasmaiúsculaseminúsculas,aseguintefrase:6 Marque no CARTÃO-RESPOSTA, no espaço apropriado, aopção correspondente à cor desta capa. ATENÇÃO: se vocêassinalar mais de uma opção de cor ou deixar todos os camposem branco, sua prova não será corrigida.7 Não dobre, não amasse nem rasure o CARTÃO-RESPOSTA,pois ele não poderá ser substituído.8 Paracadaumadasquestõesobjetivas,sãoapresentadas5opçõesidentificadas com as letras A, B, C, D e E. Apenas umaresponde corretamente à questão.9 No CARTÃO-RESPOSTA, preencha todo o espaçocompreendido no círculo correspondente à opção escolhidapara a resposta. A marcação em mais de uma opção anula aquestão, mesmo que uma das respostas esteja correta.10 O tempo disponível para estas provas é de cinco horas e trintaminutos.11 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA.Os rascunhos e as marcações assinaladas no CADERNO DEQUESTÕESnãoserãoconsideradosnaavaliação.12 Somente serão corrigidas as redações transcritas na FOLHA DEREDAÇÃO.13 Quando terminar as provas, acene para chamar o aplicador eentregue este CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO-RESPOSTA/FOLHA DE REDAÇÃO.14 Você poderá deixar o local de prova somente após decorridasduas horas do início da aplicação e poderá levar seu CADERNODE QUESTÕES ao deixar em definitivo a sala de provas nosúltimos 30 minutos que antecedem o término da prova.15 Você será excluído do exame no caso de:a) prestar, em qualquer documento, declaração falsaou inexata;b) agir com incorreção ou descortesia para comqualquer participante ou pessoa envolvida noprocesso de aplicação das provas;c) perturbar, de qualquer modo, a ordem no local deaplicação das provas, incorrendo em comportamentoindevido durante a realização do Exame;d) se comunicar, durante as provas, com outroparticipante verbalmente, por escrito ou porqualquer outra forma;e) utilizar qualquer tipo de equipamento eletrônico ede comunicação durante a realização do Exame;f) utilizar ou tentar utilizar meio fraudulento, embenefício próprio ou de terceiros, em qualqueretapa do Exame;g) utilizar livros, notas ou impressos durante arealização do Exame;h) se ausentar da sala de provas levando consigo oCADERNO DE QUESTÕES antes do prazo estabelecidoe/ou o CARTÃO-RESPOSTA a qualquer tempo.LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES SEGUINTES*AZUL25DOM0*Lenta, descansa a onda que a maré deixa.
  2. 2. *AZUL25dom1*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 1PROPOSTA DE REDAÇÃOCom base na leitura dos textos motivadores seguintes e nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação,redija texto dissertativo-argumentativo em norma padrão da língua portuguesa sobre o tema VIVER EM REDE NOSÉCULO XXI: OS LIMITES ENTRE O PÚBLICO E O PRIVADO, apresentando proposta de conscientização socialque respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatospara defesa de seu ponto de vista./LEHUGDGH VHP ¿RA ONU acaba de declarar o acesso à rede um direito fundamental do ser humano – assim como saúde, moradiae educação. No mundo todo, pessoas começam a abrir seus sinais privados de ZL¿, organizações e governos semobilizam para expandir a rede para espaços públicos e regiões onde ela ainda não chega, com acesso livre e gratuito.ROSA, G.; SANTOS, P. Galileu. Nº 240, jul. 2011 (fragmento).$ LQWHUQHW WHP RXYLGRV H PHPyULDUma pesquisa da consultoria Forrester Research revela que, nos Estados Unidos, a população já passoumais tempo conectada à internet do que em frente à televisão. Os hábitos estão mudando. No Brasil, as pessoasjá gastam cerca de 20% de seu tempo on-line em redes sociais. A grande maioria dos internautas (72%, deDFRUGR FRP R ,ERSH 0tGLD
  3. 3. SUHWHQGH FULDU DFHVVDU H PDQWHU XP SHU¿O HP UHGH ³)D] SDUWH GD SUySULD VRFLDOL]DomRdo indivíduo do século XXI estar numa rede social. Não estar equivale a não ter uma identidade ou um númerode telefone no passado”, acredita Alessandro Barbosa Lima, CEO da e.Life, empresa de monitoração e análisede mídias.$V UHGHV VRFLDLV VmR yWLPDV SDUD GLVVHPLQDU LGHLDV WRUQDU DOJXpP SRSXODU H WDPEpP DUUXLQDU UHSXWDo}HV 8PGRV PDLRUHV GHVD¿RV GRV XVXiULRV GH LQWHUQHW p VDEHU SRQGHUDU R TXH VH SXEOLFD QHOD (VSHFLDOLVWDV UHFRPHQGDPque não se deve publicar o que não se fala em público, pois a internet é um ambiente social e, ao contrário do quese pensa, a rede não acoberta anonimato, uma vez que mesmo quem se esconde atrás de um pseudônimo podeVHU UDVWUHDGR H LGHQWL¿FDGR $TXHOHV TXH SRU LPSXOVR VH exaltam e cometem gafes podem pagar caro.Disponível em: http://www.terra.com.br. Acesso em: 30 jun. 2011 (adaptado).DAHMER, A. Disponível em: http://malvados.wordpress.com. Acesso em: 30 jun. 2011.INSTRUÇÕES:‡ 2 UDVFXQKR da redação deve ser feito no espaço apropriado.‡ 2 WH[WR GH¿QLWLYR deve ser escrito à tinta, na IROKD SUySULD, em até 30 linhas.‡ $ UHGDomR FRP DWp VHWH
  4. 4. OLQKDV HVFULWDV VHUi FRQVLGHUDGD ³LQVX¿FLHQWH´ H UHFHEHUi QRWD ]HUR‡ $ UHGDomR TXH IXJLU DR WHPD RX TXH QmR DWHQGHU DR WLSR GLVVHUWDWLYRDUJXPHQWDWLYR receberá nota zero.‡ $ UHGDomR TXH DSUHVHQWDU FySLD GRV WH[WRV GD 3URSRVWD GH 5HGDomR RX GR DGHUQR GH 4XHVW}HV WHUi Rnúmero de linhas copiadas desconsiderado para efeito de correção.
  5. 5. *AZUL25dom2*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 2Na fase escolar, é prática comum que os professorespassem atividades extraclasse e marquem uma datapara que as mesmas sejam entregues para correção.No caso da cena da charge, a professora ouve umaestudante apresentando argumentos paraA discutir sobre o conteúdo do seu trabalho já entregue.B HORJLDU R WHPD SURSRVWR SDUD R UHODWyULR VROLFLWDGRC VXJHULU WHPDV SDUD QRYDV SHVTXLVDV H UHODWyULRVD reclamar do curto prazo para entrega do trabalho.E FRQYHQFHU GH TXH IH] R UHODWyULR VROLFLWDGo.QUESTÃO 93+RZ¶V RXU PRRGFor an interesting attempt to measure cause andeffect try Mappiness, a project run by the London Schoolof Economics, which offers a phone app that promptsyou to record your mood and situation.7KH 0DSSLQHVV ZHEVLWH VDV ³:H¶UH SDUWLFXODUOLQWHUHVWHG LQ KRZ SHRSOH¶V KDSSLQHVV LV DIIHFWHG E WKHLUORFDO HQYLURQPHQW ʊ DLU SROOXWLRQ QRLVH JUHHQ VSDFHVDQG VR RQ ʊ ZKLFK WKH GDWD IURP 0DSSLQHVV ZLOO EHabsolutely great for investigating.”:LOO LW ZRUN :LWK HQRXJK SHRSOH LW PLJKW %XW WKHUHDUH RWKHU SUREOHPV :H¶YH EHHQ XVLQJ KDSSLQHVV DQGZHOOEHLQJ LQWHUFKDQJHDEO ,V WKDW RN 7KH GLIIHUHQFHFRPHV RXW LQ D VHQWLPHQW OLNH ³:H ZHUH KDSSLHU GXULQJWKH ZDU´ %XW ZDV RXU ZHOOEHLQJ DOVR JUHDWHU WKHQLVSRQtYHO HP KWWSZZZEEFFRXN $FHVVR HP MXQ DGDSWDGR
  6. 6. O projeto Mappiness, idealizado pela London School ofEconomics, ocupa-se do tema relacionadoA ao nível de felicidade das pessoas em tempos deguerra.B j GL¿FXOGDGH GH PHGLU R QtYHO GH IHOLFLGDGH GDVpessoas a partir de seu humor.C ao nível de felicidade das pessoas enquanto falamao celular com seus familiares.D à relação entre o nível de felicidade das pessoas e oambiente no qual se encontram.E j LQÀXrQFLD GDV LPDJHQV JUD¿WDGDV SHODV UXDV QRaumento do nível de felicidade das pessoas.LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH D RSomR LQJOrV
  7. 7. QUESTÃO 91Going to univerVLW VHHPV WR UHGXFH WKH ULVN RIdying from coronary heart disease. An American studythat involved 10 000 patients from around the world hasfound that people who leave school before the age of 16DUH ¿YH WLPHV PRUH OLNHO WR VXIIHU D KHDUW DWWDFN DQG GLHthan university graduates.:RUOG 5HSRUW 1HZV 0DJD]LQH 6SHDN 8S. Ano XIV, nº 170. Editora Camelot, 2001.Em relação às pesquisas, a utilização da expressãouniversity graduates evidencia a intenção de informar queA as doenças do coração atacam dez mil pacientes.B as doenças do coração ocorrem na faixa dosdezesseis anos.C as pesquisas sobre doenças são divulgadas no meioDFDGrPLFRD jovens americanos são alertados dos riscos dedoenças do coração.E maior nível de estudo reduz riscos de ataques docoração.QUESTÃO 92GLASBERGEN, R. 7RGD¶V FDUWRRQ.Disponível em: http://www.glasbergen.com. Acesso em: 23 jul. 2010.
  8. 8. *AZUL25dom3*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 3QUESTÃO 94WarUntil the philosophy which holds one race superiorAnd another inferior,V ¿QDOO DQG SHUPDQHQWO GLVFUHGLWHG DQG DEDQGRQHG(YHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDUThat until there is no longerFirst class and second class citizens of any nation,8QWLO WKH FRORU RI D PDQ¶V VNLQ,V RI QR PRUH VLJQL¿FDQFH WKDQ WKH FRORU RI KLV HHV ʊMe say war.[…]And until the ignoble and unhappy regimesthat hold our brothers in Angola, in Mozambique,South Africa, sub-human bondage have been toppled,8WWHUO GHVWURHG ʊ:HOO HYHUZKHUH LV ZDU ʊ 0H VD ZDUBob Marley foi um artista popular e atraiu muLWRV ImV FRP VXDV FDQo}HV LHQWH GH VXD LQÀXrQFLD VRFLDO QD P~VLFDWar, o cantor se utiliza de sua arte para alertar sobreA a inércia do continente africano diante das injustiças sociais.B D SHUVLVWrQFLD GD JXHUUD HQTXDQWR KRXYHU GLIHUHQoDV UDFLDLV H VRFLDLVC as acentuadas diferenças culturais entre os países africanos.D DV GLVFUHSkQFLDV VRFLDLV HQWUH PRoDPELFDQRV H DQJRODQRV FRPR FDXVD GH FRQÀLWRVE a fragilidade das diferenças raciais e sociaiV FRPR MXVWL¿FDWLYDV SDUD R LQtFLo de uma guerra.QUESTÃO 95LVSRQtYHO HP KWWSZZZJDU¿HOGFRP $FHVVR HP MXO $ WLUD GH¿QLGD FRPR XP VHJPHQWR GH KLVWyULD HP TXDGULQKRV SRGH WUDQVPLWLU XPD mensagem com efeito de humor.$ SUHVHQoD GHVVH HIHLWR QR GLiORJR HQWUH -RQ H *DU¿HOG DFRQWHFH SRUTXHA -RQ SHQVD TXH VXD H[QDPRUDGD p PDOXFD H TXH *DU¿HOG QmR VDELD GLVVRB -RGHOO p D ~QLFD QDPRUDGD PDOXFD TXH -RQ WHYH H *DU¿HOG DFKD LVVR HVWUDQKRC *DU¿HOG WHP FHUWH]D GH TXH D H[QDPRUDGD GH -RQ p VHQVDWD R PDOXFR p R DPLJRD *DU¿HOG FRQKHFH DV H[QDPRUDGDV GH -RQ H FRQVLGHUD PDLV GH XPD FRPR PDOXFDE -RQ FDUDFWHUL]D D H[QDPRUDGD FRPR PDOXFD H QmR HQWHQGH D FDUD GH *DU¿HOG:DU LQ WKH HDVW ZDU LQ WKH ZHVW:DU XS QRUWK ZDU GRZQ VRXWK ʊ:DU ʊ ZDU ʊ 5XPRUV RI ZDU$QG XQWLO WKDW GD WKH $IULFDQ FRQWLQHQW ZLOO QRW NQRZ SHDFH:H $IULFDQV ZLOO ¿JKW ʊ ZH ¿QG LW QHFHVVDU ʊ$QG ZH NQRZ ZH VKDOO ZLQ$V ZH DUH FRQ¿GHQW LQ WKH YLFWRU[…]MARLEY, B. Disponível em: http://www.sing365.com. Acesso em: 30 jun. 2011 (fragmento).
  9. 9. *AZUL25dom4*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 4LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 91 a 1354XHVW}HV GH D RSomR HVSDQKRO
  10. 10. QUESTÃO 91µHVPDFKXSL]DU¶ HO WXULVPREs ya un lugar común escuchar aquello de quehay que desmachupizar el turismo en Perú y buscarvisitantes en las demás atracciones (y son muchas) queWLHQH HO SDtV QDWXUDOHV DUTXHROyJLFDV SHUR OD FLXGDGHODinca tiene un imán innegable. La Cámara Nacional de7XULVPR FRQVLGHUD TXH 0DFKX 3LFFKX VLJQL¿FD HO de los ingresos por turismo en Perú, ya que cada turistaque tiene como primer destino la ciudadela inca visitaentre tres y cinco lugares más (la ciudad de Cuzco, lade Arequipa, las líneas de Nazca, el Lago Titicaca y laVHOYD
  11. 11. GHMD HQ HO SDtV XQ SURPHGLR GH GyODUHV(unos 1 538 euros).DUORV DQDOHV SUHVLGHQWH GH DQDWXU VHxDOy TXHla ciudadela tiene capacidad para recibir más visitantesque en la actualidad (un máximo de 3 000) con un sistemaSODQL¿FDGR GH KRUDULRV UXWDV SHUR QR TXLVR DYDQ]DUuna cifra. Sin embargo, la Unesco ha advertido en variasocasiones que el monumento se encuentra cercano alSXQWR GH VDWXUDFLyQ HO *RELHUQR QR GHEH HPSUHQGHUQLQJXQD SROtWLFD GH FDSWDFLyQ GH QXHYRV YLVLWDQWHV DOJRcon lo que coincide el viceministro Roca Rey.Disponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 21 jun. 2011.A reportagem do jornal espanhol mostra a preocupaçãodiante de um problema no Peru, que pode ser resumidoSHOR YRFiEXOR ³GHVPDFKXSL]DU´ UHIHULQGRVHA à escassez de turistas no país.B ao difícil acesso ao lago Titicaca.C à destruição da arqueologia no país.D ao excesso de turistas na terra dos incas.E à falta de atrativos turísticos em Arequipa.QUESTÃO 92Los fallos de software en aparatos médicos, comomarcapasos, van a ser una creciente amenaza para lasalud pública, según el informe de Software Freedom LawCenter (SFLC) que ha sido presentado hoy en Portland(EEUU), en la Open Source Convention (OSCON)./D SRQHQFLD ³0XHUWR SRU HO FyGLJR WUDQVSDUHQFLDde software en los dispositivos médicos implantables”aborda el riesgo potencialmente mortal de los defectosinformáticos en los aparatos médicos implantados en laspersonas.Según SFLC, millones de personas con condicionesFUyQLFDV GHO FRUD]yQ HSLOHSVLD GLDEHWHV REHVLGDG HLQFOXVR OD GHSUHVLyQ GHSHQGHQ GH LPSODQWHV SHUR HOsoftware permanece oculto a los pacientes y sus médicos.La SFLC recuerda graves fallos informáticosocurridos en otros campos, como en elecciones, en laIDEULFDFLyQ GH FRFKHV HQ ODV OtQHDV DpUHDV FRPHUFLDOHVR HQ ORV PHUFDGRV ¿QDQFLHURVDisponível em: http://www.elpais.com. Acesso em: 24 jul. 2010 (adaptado).O título da palestra, citado no texto, antecipa o tema queserá tratado e mostra que o autor tem a intenção deA UHODWDU QRYDV H[SHULrQFLDV HP WUDWDPHQWR GH VD~GHB alertar sobre os riscos mortais de determinadossoftwares de uso médico para o ser humano.C denunciar falhas médicas na implantação desoftwares em seres humanos.D divulgar novos softwares presentes em aparelhosmédicos lançados no mercado.E apresentar os defeitos mais comuns de softwaresem aparelhos médicos.QUESTÃO 93%LHQYHQLGR D %UDVtOLDEl Gobierno de Brasil, por medio del Ministerio de laXOWXUD GHO ,QVWLWXWR GHO 3DWULPRQLR +LVWyULFR $UWtVWLFRNacional (IPHAN), da la bienvenida a los participantesGH OD  6HVLyQ GHO RPLWp GHO 3DWULPRQLR 0XQGLDOHQFXHQWUR UHDOL]DGR SRU OD 2UJDQL]DFLyQ GH ODV 1DFLRQHV8QLGDV SDUD OD (GXFDFLyQ OD LHQFLD OD XOWXUD(UNESCO).5HVSDOGDGR SRU OD RQYHQFLyQ GHO 3DWULPRQLR0XQGLDO GH HO RPLWp UH~QH HQ VX  VHVLyQ PiVde 180 delegaciones nacionales para deliberar sobre lasQXHYDV FDQGLGDWXUDV HO HVWDGR GH FRQVHUYDFLyQ GHriesgo de los bienes ya declarados Patrimonio Mundial,con base en los análisis del Consejo Internacional deMonumentos y Sitios (Icomos), del Centro InternacionalSDUD HO (VWXGLR GH OD 3UHVHUYDFLyQ OD 5HVWDXUDFLyQ GHO3DWULPRQLR XOWXUDO ,520
  12. 12. GH OD 8QLyQ ,QWHUQDFLRQDOSDUD OD RQVHUYDFLyQ GH OD 1DWXUDOH]D ,81
  13. 13. Disponível em: http://www.34whc.brasilia2010.org.br. Acesso em: 28 jul. 2010.2 RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDO UH~QHVH UHJXODUPHQWHpara deliberar sobre ações que visem à conservação eà preservação do patrimônio mundial. Entre as tarefasatribuídas às delegações nacionais que participaramGD  6HVVmR GR RPLWr GR 3DWULP{QLR 0XQGLDOdestaca-se aA participação em reuniões do Conselho Internacionalde Monumentos e Sítios.B realização da cerimônia de recepção da Convençãodo Patrimônio Mundial.C organização das análises feitas pelo Ministério daCultura brasileiro.D discussão sobre o estado de conservação dos bensjá declarados patrimônios mundiais.E HVWUXWXUDomR GD SUy[LPD UHXQLmR GR RPLWr GRPatrimônio Mundial.
  14. 14. *AZUL25dom5*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 5QUESTÃO 94(O WDQJRYa sea como danza, música, poesía o cabalH[SUHVLyQ GH XQD ¿ORVRItD GH YLGD HO WDQJR SRVHH XQDlarga y valiosa trayectoria, jalonada de encuentros ydesencuentros, amores y odios, nacida desde lo máshondo de la historia argentina.El nuevo ambiente es el cabaret, su nuevo cultorla clase media porteña, que ameniza sus momentosGH GLYHUVLyQ FRQ QXHYDV FRPSRVLFLRQHV VXVWLWXHQGRel carácter malevo del tango primitivo por una nuevapoesía más acorde con las concepciones estéticasprovenientes de Londres y París.Ya en la década del ‘20 el tango se anima inclusoa traspasar las fronteras del país, recalando en lujosossalones parisinos donde es aclamado por públicosselectos que adhieren entusiastas a la sensualidaddel nuevo baile. Ya no es privativo de los bajos fondosporteños; ahora se escucha y se baila en saloneselegantes, clubs y casas particulares.El tango revive con juveniles fuerzas en ajironadasYHUVLRQHV GH JUXSRV URFNHURV SUHVHQWDFLRQHV HQelegantes reductos de San Telmo, Barracas y La Boca ypelículas foráneas que lo divulgan por el mundo entero.Disponível em: http://www.elpolvorin.over-blog.es. Acesso em: 22 jun. 2011 (adaptado).Sabendo-se que a produção cultural de um paísSRGH LQÀXHQFLDU UHWUDWDU RX LQFOXVLYH VHU UHÀH[R GHDFRQWHFLPHQWRV GH VXD KLVWyULD R WDQJR GHQWUR GRFRQWH[WR KLVWyULFR DUJHQWLQR p UHFRQKHFLGR SRUA PDQWHUVH LQDOWHUDGR DR ORQJR GH VXD KLVWyULD QRpaís.B LQÀXHQFLDU RV VXE~UELRV VHP FKHJDU D RXWUDVregiões.C sobreviver e se difundir, ultrapassando as fronteirasdo país.D manifestar seu valor primitivo nas diferentescamadas sociais.E LJQRUDU D LQÀXrQFLD GH SDtVHV HXURSHXV FRPRInglaterra e França.QUESTÃO 95(V SRVLEOH UHGXFLU OD EDVXUDEn México se producen más de 10 millones de m3de basura mensualmente, depositados en más de 50 miltiraderos de basura legales y clandestinos, que afectande manera directa nuestra calidad de vida, pues nuestrosrecursos naturales son utilizados desproporcionalmente,como materias primas que luego desechamos y tiramosconvirtiéndolos en materiales inútiles y focos deLQIHFFLyQTodo aquello que compramos y consumimos tieneXQD UHODFLyQ GLUHFWD FRQ OR TXH WLUDPRV RQVXPLHQGRUDFLRQDOPHQWH HYLWDQGR HO GHUURFKH XVDQGR VyOR ORindispensable, directamente colaboramos con el cuidadodel ambiente.Si la basura se compone de varios desperdiciosy si como desperdicios no fueron basura, si losseparamos adecuadamente, podremos controlarlosy evitar posteriores problemas. Reciclar se traduceen importantes ahorros de energía, ahorro de aguapotable, ahorro de materias primas, menor impacto enlos ecosistemas y sus recursos naturales y ahorro detiempo, dinero y esfuerzo.Es necesario saber para empezar a actuar...Disponível em: http://www.tododecarton.com. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).$ SDUWLU GR TXH VH D¿UPD QR ~OWLPR SDUiJUDIR ³(Vnecesario saber para empezar a actuar...”, pode-seconstatar que o texto foi escrito com a intenção deA informar o leitor a respeito da importância dareciclagem para a conservação do meio ambiente.B indicaroscuidadosquesedeveterparanãoconsumiralimentos que podem ser focos de infecção.C denunciar o quanto o consumismo é nocivo, pois é ogerador dos dejetos produzidos no México.D ensinar como economizar tempo, dinheiro e esforçoD SDUWLU GRV PLO GHSyVLWRV GH OL[R OHJDOL]DGRVE alertar a população mexicana para os perigoscausados pelos consumidores de matéria-primareciclável.
  15. 15. *AZUL25dom6*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 6QUESTÃO 96Na modernidade, o corpo foi descoberto, despido e modelado pelos exercícios físicos da moda. Novos espaçose práticas esportivas e de ginástica passaram a convocar as pessoas a modelarem seus corpos. Multiplicaram-seas academias de ginástica, as salas de musculação e o número de pessoas correndo pelas ruas.SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. DGHUQR GR SURIHVVRU: educação física. São Paulo, 2008.Diante do exposto, é possível perceber que houve um aumento da procura porA exercícios físicos aquáticos (natação/hidroginástica), que são exercícios de baixo impacto, evitando o atrito(não prejudicando as articulações), e que previnem o envelhecimento precoce e melhoram a qualidade de vida.B mecanismos que permitem combinar alimentação e exercício físico, que permitem a aquisição e manutenção deníveis adequados de saúde, sem a preocupação com padrões de beleza instituídos socialmente.C SURJUDPDV VDXGiYHLV GH HPDJUHFLPHQWR TXH HYLWDP RV SUHMXt]RV FDXVDGRV QD UHJXODomR PHWDEyOLFD IXQomRLPXQROyJLFD LQWHJULGDGH yVVHD H PDQXWHQomR GD FDSDFLGDGH IXQFLRQDO DR ORQJR GR HQYHOKHFLPHQWRD exercícios de relaxamento, reeducação postural e alongamentos, que permitem um melhor funcionamento doorganismo como um todo, bem como uma dieta alimentar e hábitos saudáveis com base em produtos naturais.E dietas que preconizam a ingestão excessiva ou restrita de um ou mais macronutrientes (carboidratos, gordurasou proteínas), bem como exercícios que permitem um aumento de massa muscular e/ou modelar o corpo.QUESTÃO 97COSTA, C. 6XSHULQWHUHVVDQWH. Fev. 2011 (adaptado).Os amigos são um dos principais indicadores de bem-estar na vida social das pessoas. Da mesma forma que emRXWUDV iUHDV D LQWHUQHW WDPEpP LQRYRX DV PDQHLUDV GH YLYHQFLDU D DPL]DGH D OHLWXUD GR LQIRJUi¿FR GHSUHHQGHPVHGRLV WLSRV GH DPL]DGH YLUWXDO D VLPpWULFD H D DVVLPpWULFD DPEDV FRP VHXV SUyV H FRQWUDV (QTXDQWR D SULPHLUD VHbaseia na relação de reciprocidade, a segundaA reduz o número de amigos virtuais, ao limitar o acesso à rede.B SDUWH GR DQRQLPDWR REULJDWyULR SDUD VH GLIXQGLUC UHIRUoD D FRQ¿JXUDomR GH ODoRV PDLV SURIXQGRV GH DPL]DGHD facilita a interação entre pessoas em virtude de interesses comuns.E tem a responsabilidade de promover a proximidade física.
  16. 16. *AZUL25dom7*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 7QUESTÃO 98O hipertexto refere-se à escritura eletrônica nãosequencial e não linear, que se bifurca e permite ao leitor oacessoaumnúmeropraticamenteilimitadodeoutrostextosa partir de escolhas locais e sucessivas, em tempo real.$VVLP R OHLWRU WHP FRQGLo}HV GH GH¿QLU LQWHUDWLYDPHQWH RÀX[RGHVXDOHLWXUDDSDUWLUGHDVVXQWRVWUDWDGRVQRWH[WRVHPVH SUHQGHU D XPD VHTXrQFLD ¿[D RX D WySLFRV HVWDEHOHFLGRVpor um autor.Trata-se de uma forma de estruturação textualTXH ID] GR OHLWRU VLPXOWDQHDPHQWH FRDXWRU GR WH[WR ¿QDOO hipertexto se caracteriza, pois, como um processo deescritura/leitura eletrônica multilinearizado, multisequenciale indeterminado, realizado em um novo espaço de escrita.Assim, ao permitir vários níveis de tratamento de umtema, o hipertexto oferece a possibilidade de múltiplosgraus de profundidade simultaneamente, já que não temVHTXrQFLD GH¿QLGD PDV OLJD WH[WRV QmR QHFHVVDULDPHQWHcorrelacionados.0$586+, / $ LVSRQtYHO HP KWWSZZZSXFVSEU $FHVVR HP MXQ O computador mudou nossa maneira de ler e escrever,e o hipertexto pode ser considerado como um novoHVSDoR GH HVFULWD H OHLWXUD H¿QLGR FRPR XP FRQMXQWRde blocos autônomos de texto, apresentado em meioeletrônico computadorizado e no qual há remissõesassociando entre si diversos elementos, o hipertextoA é uma estratégia que, ao possibilitar caminhostotalmente abertos, desfavorece o leitor, ao confundiros conceitos cristalizados tradicionalmente.B p XPD IRUPD DUWL¿FLDO GH SURGXomR GD HVFULWDque, ao desviar o foco da leitura, pode ter comoFRQVHTXrQFLD R PHQRVSUH]R SHOD HVFULWD WUDGLFLRQDOC exige do leitor um maior grau de conhecimentosprévios, por isso deve ser evitado pelos estudantesnas suas pesquisas escolares.D facilita a pesquisa, pois proporciona uma informaçãoHVSHFt¿FD VHJXUD H YHUGDGHLUD HP TXDOTXHU site debusca ou blog oferecidos na internet.E SRVVLELOLWD DR OHLWRU HVFROKHU VHX SUySULR SHUFXUVRGH OHLWXUD VHP VHJXLU VHTXrQFLD SUHGHWHUPLQDGDconstituindo-se em atividade mais coletiva ecolaborativa.QUESTÃO 99TEXTO IO meu nome é Severino,não tenho outro de pia.Como há muitos Severinos,que é santo de romaria,deram então de me chamarSeverino de Maria;como há muitos Severinoscom mães chamadas Maria,¿TXHL VHQGR R GD 0DULDGR ¿QDGR =DFDULDVmas isso ainda diz pouco:há muitos na freguesia,por causa de um coronelque se chamou Zacariase que foi o mais antigosenhor desta sesmaria.Como então dizer quem falaRUD D 9RVVDV 6HQKRULDVMELO NETO, J. C. 2EUD FRPSOHWD 5LR GH -DQHLUR $JXLODU IUDJPHQWR
  17. 17. TEXTO IIJoão Cabral, que já emprestara sua voz ao rio,transfere-a, aqui, ao retirante Severino, que, comoo Capibaribe, também segue no caminho do Recife.A autoapresentação do personagem, na fala inicialdo texto, nos mostra um Severino que, quanto maisVH GH¿QH PHQRV VH LQGLYLGXDOL]D SRLV VHXV WUDoRVELRJUi¿FRV VmR VHPSUH SDUWLOKDGRV SRU RXWURV KRPHQVSECCHIN, A. C. -RmR DEUDO: a poesia do menos.5LR GH -DQHLUR 7RSERRNV IUDJPHQWR
  18. 18. Com base no trecho de Morte e Vida Severina (Texto I)e na análise crítica (Texto II), observa-se que a relaçãoentre o texto poético e o contexto social a que ele fazUHIHUrQFLD DSRQWD SDUD XP SUREOHPD VRFLDO H[SUHVVROLWHUDULDPHQWH SHOD SHUJXQWD ³RPR HQWmR GL]HU TXHPIDOD RUD D 9RVVDV 6HQKRULDV´ $ UHVSRVWD j SHUJXQWDexpressa no poema é dada por meio daA descrição minuciosa GRV WUDoRV ELRJUi¿FRV GRpersonagem-narrador.B FRQVWUXomR GD ¿JXUD GR UHWLUDQWH QRUGHVWLQR FRPRum homem resignado com a sua situação.C UHSUHVHQWDomR QD ¿JXUD GR SHUVRQDJHPQDUUDGRUde outros Severinos que compartilham sua condição.D apresentação do personagem-narrador como umaSURMHomR GR SUySULR SRHWD HP VXD FULVH H[LVWHQFLDOE descrição de Severino, que, apesar de humilde,orgulha-se de ser descendente do coronel Zacarias.
  19. 19. *AZUL25dom8*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 8QUESTÃO 100Disponível em: www.ccsp.com.br. Acesso em: 26 jul. 2010 (adaptado).O anúncio publicitário está intimamente ligado ao ideáriode consumo quando sua função é vender um produto.No texto apresentado, utilizam-se elementos linguísticosH H[WUDOLQJXtVWLFRV SDUD GLYXOJDU D DWUDomR ³1RLWHV GRTerror”, de um parque de diversões. O entendimento dapropaganda requer do leitorA D LGHQWL¿FDomR FRP R S~EOLFRDOYR D TXH VH GHVWLQDo anúncio.B a avaliação da imagem como uma sátira às atraçõesde terror.C a atenção para a imagem da parte do corpo humanoselecionada aleatoriamente.D o reconhecimento do intertexto entre a publicidade eum dito popular.E D SHUFHSomR GR VHQWLGR OLWHUDO GD H[SUHVVmR ³QRLWHVdo terror”, equivalente à expUHVVmR ³QRLWHV de terror”.QUESTÃO 101TEXTO I2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH9RFr WHP SDODFHWH UHOX]HQWHTem joias e criados à vontadeSem ter nenhuma herança ou parente6y DQGD GH DXWRPyYHO QD FLGDGHE o povo pergunta com maldade:2QGH HVWi D KRQHVWLGDGH2QGH HVWi D KRQHVWLGDGHO seu dinheiro nasce de repenteE embora não se saiba se é verdade9RFr DFKD QDV UXDV GLDULDPHQWHAnéis, dinheiro e felicidade...Vassoura dos salões da sociedade4XH YDUUH R TXH HQFRQWUDU HP VXD IUHQWHPromove festivais de caridadeEm nome de qualquer defunto ausente...ROSA, N. Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.TEXTO IIUm vulto da histyULD GD P~VLFD SRSXODU EUDVLOHLUDreconhecido nacionalmente, é Noel Rosa. Ele nasceuHP QR 5LR GH -DQHLUR SRUWDQWR VH HVWLYHVVH YLYRestaria completando 100 anos. Mas faleceu aos 26 anosde idade, vítima de tuberculose, deixando um acervo degrande valor para o patrimônio cultural brasileiro. Muitasde suas letras representam a sociedade contemporânea,como se tivessem sido escritas no século XXI.Disponível em: http://www.mpbnet.com.br. Acesso em: abr. 2010.Um texto pertencente ao patrimônio literário-culturalbrasileiro é atualizável, na medida em que ele serefere a valores e situações de um povo. A atualidadeda canção Onde está a honestidade?, de Noel Rosa,evidencia-se por meioA da ironia, ao se referir ao enriquecimento de origemduvidosa de alguns.B GD FUtWLFD DRV ULFRV TXH SRVVXHP MRLDV PDV QmR WrPherança.C da maldade do povo a perguntar sobre a honestidade.D do privilégio de alguns em clamar pela honestidade.E GD LQVLVWrQFLD HP SURPRYHU HYHQWRV EHQH¿FHQWHVQUESTÃO 1024Xem é pobre, pouco se apega, é um giro-o-giro novago dos gerais, que nem os pássaros de rios e lagoas. OVHQKRU Yr R =p=LP R PHOKRU PHHLUR PHX DTXL ULVRQKRH KDELOLGRVR 3HUJXQWR ʊ =p=LP SRU TXH p TXH YRFrQmR FULD JDOLQKDVG¶DQJROD FRPR WRGR R PXQGR ID] ʊ4XHUR FULDU QDGD QmR ʊ PH GHX UHVSRVWD ʊ (X JRVWRmuito de mudar... [...] Belo um dia, ele tora. Ninguémdiscrepa. Eu, tantas, mesmo digo. Eu dou proteção.[...] Essa não faltou também à minha mãe, quando euera menino, no sertãozinho de minha terra. [...] Gentemelhor do lugar eram todos dessa família Guedes,Jidião Guedes; quando saíram de lá, nos trouxeramMXQWR PLQKD PmH H HX )LFDPRV H[LVWLQGR HP WHUULWyULRbaixio da Sirga, da outra banda, ali onde o de-Janeiro vaino São Francisco, o senhor sabe.ROSA, J. G. *UDQGH 6HUWmR: Veredas. Rio de Janeiro: José Olympio (fragmento).Na passagem citada, Riobaldo expõe uma situaçãodecorrente de uma desigualdade social típica das áreasrurais brasileiras marcadas pela concentração de terrasH SHOD UHODomR GH GHSHQGrQFLD HQWUH DJUHJDGRV Hfazendeiros. No texto, destaca-se essa relação porqueo personagem-narradorA UHODWD D VHX LQWHUORFXWRU D KLVWyULD GH =p=LPdemonstrando sua pouca disposição em ajudar seusagregados, uma vez que superou essa condiçãograças à sua força de trabalho.B descreve o processo de transformação de um meeiro— espécie de agregado — em proprietário de terra.C denuncia a falta de compromisso e a desocupaçãodos moradores, que pouco se envolvem no trabalhoda terra.D mostra como a condição material da vida doVHUWDQHMR p GL¿FXOWDGD SHOD VXD GXSOD FRQGLomR GHhomem livre e, ao mesmo tempo, dependente.E mantém o distanciamento narrativo condizente comsua posição social, de proprietário de terras.
  20. 20. *AZUL25dom9*/ ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD QUESTÃO 103$ GLVFXVVmR VREUH ³R ¿P GR OLYUR GH papel” com achegada da mídia eletrônica me lembra a discussãoLGrQWLFD VREUH D REVROHVFrQFLD GR IROKHWR GH FRUGHO 2Vfolhetos talvez não existam mais daqui a 100 ou 200anos, mas, mesmo que isso aconteça, os poemas deLeandro Gomes de Barros ou Manuel Camilo dos Santoscontinuarão sendo publicados e lidos — em CD-ROM,HP OLYUR HOHWU{QLFR HP ³FKLSV TXkQWLFRV´ VHL Oi R TXr 2texto é uma espécie de alma imortal, capaz de reencarnarem corpos variados: página impressa, livro em Braille,IROKHWR ³coffee-table book´ FySLD PDQXVFULWD DUTXLYR3) 4XDOTXHU WH[WR SRGH VH UHHQFDUQDU QHVVHV Hem outros) formatos, não importa se é Moby Dick ouViagem a São Saruê, se é Macbeth ou O livro de piadasde Casseta Planeta.TAVARES, B. Disponível em: http://jornaldaparaiba.globo.com.$R UHÀHWLU VREUH D SRVVtYHO H[WLQomR GR OLYUR LPSUHVVRe o surgimento de outros suportes em via eletrônica, ocronista manifesta seu ponto de vista, defendendo queA R FRUGHO p XP GRV JrQHURV WH[WXDLV SRU H[HPSORque será extinto com o avanço da tecnologia.B o livro impresso permanecerá como objeto culturalveiculador de impressões e de valores culturais.C R VXUJLPHQWR GD PtGLD HOHWU{QLFD GHFUHWRX R ¿P GRprazer de se ler textos em livros e suportes impressos.D os textos continuarão vivos e passíveis dereprodução em novas tecnologias, mesmo que oslivros desapareçam.E os livros impressos desaparecerão e, com eles,a possibilidade de se ler obras literárias dos maisGLYHUVRV JrQHURVQUESTÃO 1041mR WHP WUDGXomR[...]/i QR PRUUR VH HX ¿]HU XPD IDOVHWD$ 5LVROHWD GHVLVWH ORJR GR IUDQFrV H GR LQJOrVA gíria que o nosso morro criouBem cedo a cidade aceitou e usou[...]Essa gente hoje em dia que tem mania de exibiçãoNão entende que o samba não tem tradução no idiomaIUDQFrVTudo aquilo que o malandro pronunciaRP YR] PDFLD p EUDVLOHLUR Mi SDVVRX GH SRUWXJXrVAmor lá no morro é amor pra chuchuAs rimas do samba não são I love you( HVVH QHJyFLR GH alô, alô boy e alô Johnny6y SRGH VHU FRQYHUVD GH WHOHIRQHROSA, N. In: SOBRAL, João J. V. A tradução dos bambas. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD.Ano 4, nº 54. São Paulo: Segmento, abr. 2010 (fragmento).As canções de Noel Rosa, compositor brasileiro de VilaIsabel, apesar de revelarem uma aguçada preocupaçãodo artista com seu tempo e com as mudanças político-FXOWXUDLV QR %UDVLO QR LQtFLR GRV DQRV DLQGDsão modernas. Nesse fragmento do samba Não temtradução, por meio do recurso da metalinguagem, opoeta propõeA incorporar novos costumes de origem francesa eamericana, juntamente com vocábulos estrangeiros.B UHVSHLWDU H SUHVHUYDU R SRUWXJXrV SDGUmR FRPRforma de fortalecimento do idioma do Brasil.C valorizar a fala popular brasileira como patrimôniolinguístico e forma legítima de identidade nacional.D mudar os valores sociais vigentes à época, com oadvento do novo e quente ritmo da música popularbrasileira.E ironizar a malandragem carioca, aculturada pelainvasão de valores étnicos de sociedades maisdesenvolvidas.QUESTÃO 105A dança é um importante componente cultural dahumanidade. O folclore brasileiro é rico em danças querepresentam as tradições e a cultura de várias regiõesdo país. Estão ligadas aos aspectos religiosos, festas,OHQGDV IDWRV KLVWyULFRV DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR Hbrincadeiras e caracterizam-se pelas músicas animadasFRP OHWUDV VLPSOHV H SRSXODUHV
  21. 21. ¿JXULQRV H FHQiULRVrepresentativos.SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. 3URSRVWD XUULFXODU GR (VWDGR GH 6mR 3DXOR:(GXFDomR )tVLFD 6mR 3DXOR DGDSWDGR
  22. 22. A dança, como manifestação e representação da culturaUtWPLFD HQYROYH D H[SUHVVmR FRUSRUDO SUySULD GH XPSRYR RQVLGHUDQGRD FRPR HOHPHQWR IROFOyULFR Ddança revelaA PDQLIHVWDo}HV DIHWLYDV KLVWyULFDV LGHROyJLFDVLQWHOHFWXDLV H HVSLULWXDLV GH XP SRYR UHÀHWLQGR VHXmodo de expressar-se no mundo.B aspectos eminentemente afetivos, espirituais e deentretenimento de um povo, desconsiderando fatosKLVWyULFRVC DFRQWHFLPHQWRV GR FRWLGLDQR VRE LQÀXrQFLDPLWROyJLFD H UHOLJLRVD GH FDGD UHJLmR VREUHSRQGRaspectos políticos.D tradições culturais de cada região, cujasPDQLIHVWDo}HV UtWPLFDV VmR FODVVL¿FDGDV HP XPranking das mais originais.E OHQGDV TXH VH VXVWHQWDP HP LQYHUGDGHV KLVWyULFDVuma vez que são inventadas, e servem apenas paraD YLYrQFLD O~GLFD GH XP SRYR
  23. 23. *AZUL25dom10*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 10QUESTÃO 106Cultivar um estilo de vida saudável é extremamenteimportante para diminuir o risco de infarto, mas tambémGH SUREOHPDV FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH 6LJQL¿FDque manter uma alimentação saudável e praticarDWLYLGDGH ItVLFD UHJXODUPHQWH Mi UHGX] SRU VL Vy DVchances de desenvolver vários problemas. Além disso, éimportante para o controle da pressão arterial, dos níveisde colesterol e de glicose no sangue. Também ajudaa diminuir o estresse e aumentar a capacidade física,fatores que, somados, reduzem as chances de infarto.Exercitar-se, nesses casos, com acompanhamentomédico e moderação, é altamente recomendável.ATALIA, M. Nossa vida. eSRFD PDU Asideiasveiculadasnotextoseorganizamestabelecendorelações que atuam na construção do sentido. A esseUHVSHLWR LGHQWL¿FDVH QR IUDJPHQWR TXHA D H[SUHVVmR ³$OpP GLVVR´ PDUFD XPD VHTXHQFLDomRde ideias.B R FRQHFWLYR ³PDV WDPEpP´ LQLFLD RUDomR TXH H[SULPHideia de contraste.C R WHUPR ³FRPR´ HP ³FRPR PRUWH V~ELWD H GHUUDPH´introduz uma generalização.D R WHUPR ³7DPEpP´ H[SULPH XPD MXVWL¿FDWLYDE R WHUPR ³IDWRUHV´ UHWRPD FRHVLYDPHQWH ³QtYHLV GHcolesterol e de glicose no sangue”.QUESTÃO 107%UDVtOLD DQRV. Veja 1ž QRY Utilizadas desde a Antiguidade, as colunas, elementosYHUWLFDLV GH VXVWHQWDomR IRUDP VRIUHQGR PRGL¿FDo}HVe incorporando novos materiais com ampliação depossibilidades. Ainda que as clássicas colunas gregassejam retomadas, notáveis inovações são percebidas,por exemplo, nas obras de Oscar Niemeyer, arquitetoEUDVLOHLUR QDVFLGR QR 5LR GH -DQHLUR HP 1Rdesenho de Niemeyer, das colunas do Palácio daAlvorada, observa-seA a presença de um capitel muito simples, reforçandoa sustentação.B o traçado simples de amplas linhas curvas opostas,resultando em formas marcantes.C a disposição simétrica das curvas, conferindoVDOLrQFLD H GLVWRUomR j EDVHD D RSRVLomR GH FXUYDV HP FRQFUHWR FRQ¿JXUDQGRcerto peso e rebuscamento.E o excesso de linhas curvas, levando a um exagerona ornamentação.QUESTÃO 108RQFHLWRV H LPSRUWkQFLD GDV OXWDVAntes de se tornarem esporte, as lutas ou as artesmarciais tiveram duas conotações principais: erampraticadas com o objetivo guerreiro ou tinham um apelo¿ORVy¿FR FRPR FRQFHSomR GH YLGD EDVWDQWH VLJQL¿FDWLYRAtualmente, nos deparamos com a grande expansãodas artes marciais em nível mundial. As raízes orientaisforam se disseminando, ora pela necessidade de lutaSHOD VREUHYLYrQFLD RX SDUD D ³GHIHVD SHVVRDO´ RUD SHODSRVVLELOLGDGH GH WHU DV DUWHV PDUFLDLV FRPR SUySULD¿ORVR¿D GH YLGDCARREIRO, E. A. (GXFDomR )tVLFD QD HVFROD: ,PSOLFDo}HV SDUD D SUiWLFD SHGDJyJLFDRio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008 (fragmento).8P GRV SUREOHPDV GD YLROrQFLD TXH HVWi SUHVHQWHprincipalmente nos grandes centros urbanos são asbrigaseosenfrentamentosdetorcidasorganizadas,alémda formação de gangues, que se apropriam de gestosdas lutas, resultando, muitas vezes, em fatalidades.Portanto, o verdadeiro objetivo da aprendizagem dessesPRYLPHQWRV IRL PDO FRPSUHHQGLGR D¿QDO DV OXWDVA se tornaram um esporte, mas eram praticadas comR REMHWLYR JXHUUHLUR D ¿P GH JDUDQWLU D VREUHYLYrQFLDB apresentam a possibilidade de desenvolver oautocontrole, o respeito ao outro e a formação docaráter.C SRVVXHP FRPR REMHWLYR SULQFLSDO D ³GHIHVD SHVVRDO´por meio de golpes agressivos sobre o adversário.D VRIUHUDPWUDQVIRUPDo}HVHPVHXVSULQFtSLRV¿ORVy¿FRVem razão de sua disseminação pelo mundo.E se disseminaram pela necessidade de luta pelaVREUHYLYrQFLD RX FRPR ¿ORVR¿D SHVVRDO GH YLGD
  24. 24. *AZUL25dom11*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 11QUESTÃO 109O tema da velhice foi objeto de estudo de brilhantes¿OyVRIRV DR ORQJR GRV tempos. Um dos melhores livrossobre o assunto foi escrito pelo pensador e oradorromano Cícero: A Arte do Envelhecimento. Cícero nota,SULPHLUDPHQWH TXH WRGDV DV LGDGHV WrP VHXV HQFDQWRVH VXDV GL¿FXOGDGHV ( GHSRLV DSRQWD SDUD XP SDUDGR[Rda humanidade. Todos sonhamos ter uma vida longa,R TXH VLJQL¿FD YLYHU PXLWRV DQRV 4XDQGR UHDOL]DPRVa meta, em vez de celebrar o feito, nos atiramos a umestado de melancolia e amargura. Ler as palavras deCícero sobre envelhecimento pode ajudar a aceitarmelhor a passagem do tempo.NOGUEIRA, P. Saúde Bem-Estar Antienvelhecimento. eSRFD. 28 abr. 2008.O autor discute problemas relacionados aoenvelhecimento, apresentando argumentos que levam ainferir que seu objetivo éA esclarecer que a velhice é inevitável.B contar fatos sobre a arte de envelhecer.C defender a ideia de que a velhice é desagradável.D LQÀXHQFLDU R OHLWRU SDUD TXH OXWH FRQWUD Renvelhecimento.E mostrar às pessoas que é possível aceitar, semangústia, o envelhecimento.QUESTÃO 110/(,51(5 1 7URQFR FRP FDGHLUD GHWDOKH
  25. 25. Disponível em: http://www.itaucultural.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.Nessa estranha dignidade e nesse abandono, o objetoIRL H[DOWDGR GH PDQHLUD LOLPLWDGD H JDQKRX XP VLJQL¿FDGRTXH VH SRGH FRQVLGHUDU PiJLFR Dt VXD ³YLGD LQTXLHWDQWHe absurda”. Tornou-se ídolo e, ao mesmo tempo, objeto dezombaria. Sua realidade intrínseca foi anulada.JAFFÉ, A. O simbolismo nas artes plásticas. In: JUNG, C.G. (org.).2 KRPHP H RV VHXV VtPERORV. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008.A relação observada entre a imagem e o textoapresentados permite o entendimento da intenção deum artista contemporâneo. Neste caso, a obra apresentacaracterísticasA IXQFLRQDLV H GH VR¿VWLFDomR GHFRUDWLYDB futuristas e do abstrato geométrico.C construtivistas e de estruturas modulares.D abstracionistas e de releitura do objeto.E ¿JXUDWLYDV H GH UHpresentação do cotidiano.QUESTÃO 1111R FDSULFKRO Adãozinho, meu cumpade, enquanto esperavapelo delegado, olhava para um quadro, a pintura deuma senhora. Ao entrar a autoridade e percebendo queR FDE{FR DGPLUDYD WDO ¿JXUD SHUJXQWRX ³4XH WDO *RVWDGHVVH TXDGUR´E o Adãozinho, com toda a sinceridade que Deus dáDR FDE{FR GD URoD ³0DV SHOR DPRU GH HXV KHLQ GRW{4XH PXLp IHLD 3DUHFH ¿RWH GH FUXLVFUHGR SDUHQWH GRdeus-me-livre, mais horríver que briga de cego no escuro.”Ao que o delegado não teve como deixar deFRQIHVVDU XP SRXFR VHFDPHQWH ³e D PLQKD PmH´ (R FDE{FR HP FLPD GD EXFKD QmR SHUGH D OLQKD ³0DLVdotô, inté que é uma feiura caprichada.”BOLDRIN, R. $OPDQDTXH %UDVLO GH XOWXUD 3RSXODU.São Paulo: Andreato Comunicação e Cultura, nº 62, 2004 (adaptado).Por suas características formais, por sua função e uso,R WH[WR SHUWHQFH DR JrQHURA anedota, pelo enredo e humor característicos.B crônica, pela abordagem literária de fatos do cotidiano.C GHSRLPHQWR SHOD DSUHVHQWDomR GH H[SHULrQFLDVpessoais.D relato, pela descrição minuciosa de fatos verídicos.E reportagem, pelo registro impessoal de situações reais.
  26. 26. *AZUL25dom12*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 12QUESTÃO 112TEXTO IToca do Salitre - PiauíDisponível em: http://www.fumdham.org.br. Acesso em: 27 jul. 2010.TEXTO IIArte Urbana. Foto: Diego SinghDisponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 27 jul. 2010.2 JUD¿We contemporâneo, considerado em algunsmomentos como uma arte marginal, tem sidocomparado às pinturas murais de várias épocas ejV HVFULWDV SUpKLVWyULFDV 2EVHUYDQGR DV LPDJHQVapresentadas, é possível reconhecer elementos comunsentre os tipos de pinturas murais, tais comoA D SUHIHUrQFLD SRU WLQWDV QDWXUDLV HP UD]mR GH VHXefeito estético.B a inovação na técnica de pintura, rompendo commodelos estabelecidos.C o registro do pensamento e das crenças dassociedades em várias épocas.D a repetição dos temas e a restrição de uso pelasclasses dominantes.E o uso exclusivista da arte para atender aos interessesda elite.QUESTÃO 113EstradaEsta estrada onde moro, entre duas voltas do caminho,Interessa mais que uma avenida urbana.Nas cidades todas as pessoas se parecem.Todo mundo é igual. Todo mundo é toda a gente.Aqui, não: sente-se bem que cada um traz a sua alma.Cada criatura é única.Até os cães.(VWHV FmHV GD URoD SDUHFHP KRPHQV GH QHJyFLRVAndam sempre preocupados.( TXDQWD JHQWH YHP H YDLE tudo tem aquele caráter impressivo que faz meditar:Enterro a pé ou a carrocinha de leite puxada por umbodezinho manhoso.Nem falta o murmúrio da água, para sugerir, pela vozdos símbolos,4XH D YLGD SDVVD TXH D YLGD SDVVDE que a mocidade vai acabar.BANDEIRA, M. 2 ULWPR GLVVROXWR 5LR GH -DQHLUR $JXLODU A lírica de Manuel Bandeira é pautada na apreensãoGH VLJQL¿FDGRV SURIXQGRV D SDUWLU GH HOHPHQWRV GRcotidiano. No poema Estrada, o lirismo presente nocontraste entre campo e cidade aponta paraA o desejo do eu lírico de resgatar a movimentaçãodos centros urbanos, o que revela sua nostalgia comrelação à cidade.B D SHUFHSomR GR FDUiWHU HIrPHUR GD YLGD SRVVLELOLWDGDpela observação da aparente inércia da vida rural.C D RSomR GR HX OtULFR SHOR HVSDoR EXFyOLFR FRPRpossibilidade de meditação sobre a sua juventude.D a visão negativa da passagem do tempo, visto queesta gera insegurança.E D SURIXQGD VHQVDomR GH PHGR JHUDGD SHOD UHÀH[mRacerca da morte.
  27. 27. *AZUL25dom13*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 13QUESTÃO 114PICASSO, P. Guernica ÏOHR VREUH WHOD ; FP 0XVHX 5HLQD 6R¿D (VSDQKD LVSRQtYHO HP KWWSZZZIGGUHLV¿OHVZRUGSUHVVFRP $FHVVR HP MXO O pintor espanhol Pablo Picasso
  28. 28. XP GRVmais valorizados no mundo artístico, tanto em termos¿QDQFHLURV TXDQWR KLVWyULFRV FULRX D REUD Guernicaem protesto ao ataque aéreo à pequena cidade bascade mesmo nome. A obra, feita para integrar o SalãoInternacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu todaa Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA,GH RQGH VDLULD DSHQDV HP (VVD REUD FXELVWDDSUHVHQWD HOHPHQWRV SOiVWLFRV LGHQWL¿FDGRV SHORA SDLQHO LGHRJUi¿FR PRQRFURPiWLFR TXH HQIRFD YiULDVdimensões de um evento, renunciando à realidade,colocando-se em plano frontal ao espectador.B KRUURU GD JXHUUD GH IRUPD IRWRJUi¿FD FRP R XVRda perspectiva clássica, envolvendo o espectadornesse exemplo brutal de crueldade do ser humano.C uso das formas geométricas no mesmo plano, sememoção e expressão, despreocupado com o volume,D SHUVSHFWLYD H D VHQVDomR HVFXOWyULFDD esfacelamento dos objetos abordados na mesmanarrativa, minimizando a dor humana a serviço daobjetividade, observada pelo uso do claro-escuro.E uso de vários ícones que representam personagensfragmentados bidimensionalmente, de forma fotográ-¿FD OLYUH GH VHQWLPHQWDOLVPRQUESTÃO 115No Brasil, a condição cidadã, embora dependa daleitura e da escrita, não se basta pela enunciação dodireito, nem pelo domínio desses instrumentos, o que,sem dúvida, viabiliza melhor participação social. Acondição cidadã depende, seguramente, da ruptura como ciclo da pobreza, que penaliza um largo contingentepopulacional.)RUPDomR GH OHLWRUHV H FRQVWUXomR GD FLGDGDQLD PHPyULD H SUHVHQoD GR 352/(5.Rio de Janeiro: FBN, 2008.Ao argumentar que a aquisição das habilidades de leituraH HVFULWD QmR VmR VX¿FLHQWHV SDUD JDUDQWLU R H[HUFtFLR GDcidadania, o autorA critica os processos de aquisição da leitura e daescrita.B fala sobre o domínio da leitura e da escrita no Brasil.C incentiva a participação efetiva na vida dacomunidade.D faz uma avaliação crítica a respeito da condiçãocidadã do brasileiro.E GH¿QH LQVWUXPHQWRV H¿FD]HV SDUD HOHYDU D FRQGLomRsocial da população do Brasil.QUESTÃO 116/pSLGD H OHYHLíngua do meu Amor velosa e doce,que me convences de que sou frase,que me contornas, que me vestes quase,como se o corpo meu de ti vindo me fosse.Língua que me cativas, que me enleiasos surtos de ave estranha,em linhas longas de invisíveis teias,de que és, há tanto, habilidosa aranha...[...]Amo-te as sugestões gloriosas e funestas,amo-te como todas as mulheresWH DPDP y OtQJXDODPD y OtQJXDUHVSOHQGRUpela carne de som que à ideia emprestase pelas frases mudas que proferesQRV VLOrQFLRV GH $PRU MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.Rio de Janeiro: Objetiva, 2001 (fragmento).$ SRHVLD GH *LOND 0DFKDGR LGHQWL¿FDVH FRP DVconcepções artísticas simbolistas. Entretanto, o textoVHOHFLRQDGR LQFRUSRUD UHIHUrQFLDV WHPiWLFDV H IRUPDLVmodernistas, já que, nele, a poetaA procura dHVFRQVWUXLU D YLVmR PHWDIyULFD GR DPRU Habandona o cuidado formal.B concebe a mulher como um ser sem linguagem equestiona o poder da palavra.C questiona o trabalho intelectual da mulher e antecipaa construção do verso livre.D propõe um modelo novo de erotização na líricaDPRURVD H SURS}H D VLPSOL¿FDomR YHUEDOE H[SORUD D FRQVWUXomR GD HVVrQFLD IHPLQLQD D SDUWLUGD SROLVVHPLD GH ³OtQgua”, e inova o léxico.
  29. 29. *AZUL25dom14*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 14QUESTÃO 117Abatidos pelo fadinho harmonioso e nostálgico dosdesterrados, iam todos, até mesmo os brasileiros, seconcentrando e caindo em tristeza; mas, de repente,R FDYDTXLQKR GH 3RU¿UR DFRPSDQKDGR SHOR YLROmRdo Firmo, romperam vibrantemente com um choradobaiano. Nada mais que os primeiros acordes damúsica crioula para que o sangue de toda aquela gentedespertasse logo, como se alguém lhe fustigasse ocorpo com urtigas bravas. E seguiram-se outras notas,e outras, cada vez mais ardentes e mais delirantes. Jánão eram dois instrumentos que soavam, eram lúbricosgemidos e suspiros soltos em torrente, a correremVHUSHQWHDQGR FRPR FREUDV QXPD ÀRUHVWD LQFHQGLDGDeram ais convulsos, chorados em frenesi de amor:música feita de beijos e soluços gostosos; carícia defera, carícia de doer, fazendo estalar de gozo.AZEVEDO, A. 2 RUWLoR 6mR 3DXOR ÈWLFD IUDJPHQWR
  30. 30. No romance O Cortiço
  31. 31. GH $OXt]LR $]HYHGR DVpersonagens são observadas como elementos coletivoscaracterizados por condicionantes de origem social,sexo e etnia. Na passagem transcrita, o confrontoHQWUH EUDVLOHLURV H SRUWXJXHVHV UHYHOD SUHYDOrQFLD GRelemento brasileiro, poisA destaca o nome de personagens brasileiras e omiteo de personagens portuguesas.B exalta a força do cenário natural brasileiro eFRQVLGHUD R GR SRUWXJXrV LQH[SUHVVLYRC mostra o poder envolvente da música brasileira, queFDOD R IDGR SRUWXJXrVD destaca o sentimentalismo brasileiro, contrário àtristeza dos portugueses.E atribui aos brasileiros uma habilidade maior cominstrumentos musicais.QUESTÃO 118Guardar*XDUGDU XPD FRLVD QmR p HVFRQGrOD RX WUDQFiODEm cofre não se guarda coisa alguma.Em cofre perde-se a coisa à vista.*XDUGDU XPD FRLVD p ROKiOD ¿WiOD PLUiOD SRUadmirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado.Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília porela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,isto é, estar por ela ou ser por ela.Por isso melhor se guarda o voo de um pássaroDo que um pássaro sem voos.Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,por isso se declara e declama um poema:Para guardá-lo:Para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:Guarde o que quer que guarda um poema:Por isso o lance do poema:Por guardar-se o que se quer guardar..Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.A memyULD p XP LPSRUWDQWH UHFXUVR GR SDWULP{QLRcultural de uma nação. Ela está presente nas lembrançasdo passado e no acervo cultural de um povo. Ao tratar ofazer poético como uma das maneiras de se guardar oque se quer, o textoA UHVVDOWD D LPSRUWkQFLD GRV HVWXGRV KLVWyULFRV SDUD DFRQVWUXomR GD PHPyULD VRFLDO GH XP SRYRB valoriza as lembranças individuais em detrimentodas narrativas populares ou coletivas.C reforça a capacidade da literatura em promover asubjetividade e os valores humanos.D destaca a importância de reservar o texto literáriojTXHOHV TXH SRVVXHP PDLRU UHSHUWyULR FXOWXUDOE revela a superioridade da escrita poética como formaLGHDO GH SUHVHUYDomR GD PHPyULD FXOWXUDOQUESTÃO 1194XDQGR RV SRUWXJXHVHV VH LQVWDODUDP QR %UDVLOo país era povoado de índios. Importaram, depois, daÈIULFD JUDQGH Q~PHUR GH HVFUDYRV 2 3RUWXJXrV RÍndio e o Negro constituem, durante o período colonial,DV WUrV EDVHV GD SRSXODomR EUDVLOHLUD 0DV QR TXH VHUHIHUH j FXOWXUD D FRQWULEXLomR GR 3RUWXJXrV IRL GH ORQJHa mais notada.XUDQWH PXLWR WHPSR R SRUWXJXrV H R WXSL YLYHUDPlado a lado como línguas de comunicação. Era o tupique utilizavam os bandeirantes nas suas expedições.(P GL]LD R 3DGUH $QW{QLR 9LHLUD TXH ³DV IDPtOLDVdos portugueses e índios em São Paulo estão tãoligadas hoje umas com as outras, que as mulheres e os¿OKRV VH FULDP PtVWLFD H GRPHVWLFDPHQWH H D OtQJXD TXHnas ditas famílias se fala é a dos Índios, e a portuguesaa vão os meninos aprender à escola.”TEYSSIER, P. +LVWyULD GD OtQJXD SRUWXJXHVD. Lisboa:/LYUDULD 6i GD RVWD DGDSWDGR
  32. 32. A identidade de uma nação está diretamente ligada àcultura de seu povo. O texto mostra que, no períodoFRORQLDO EUDVLOHLUR R 3RUWXJXrV R ËQGLR H R 1HJURformaram a base da população e que o patrimôniolinguístico brasileiro é resultado daA contribuição dos índios na escolarização dosbrasileiros.B diferença entre as línguas dos colonizadores e asdos indígenas.C importância do padre Antônio Vieira para a literaturade língua portuguesa.D origem das diferenças entre a língua portuguesa eas línguas tupi.E LQWHUDomR SDFt¿FD QR XVR GD OtQJXD SRUWXJXHVD H GDlíngua tupi.MACHADO, G. In: MORICONI, I. (org.). 2V FHP PHOKRUHV SRHPDV EUDVLOHLURV GR VpFXOR.
  33. 33. *AZUL25dom15*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 15QUESTÃO 1203HTXHQR FRQFHUWR TXH YLURX FDQomRNão, não há por que mentir ou esconderA dor que foi maior do que é capaz meu coração1mR QHP Ki SRU TXH VHJXLU FDQWDQGR Vy SDUD H[SOLFDUNão vai nunca entender de amor quem nunca soube amarAh, eu vou voltar pra mimSeguir sozinho assimAté me consumir ou consumir toda essa dorAté sentir de novo o coração capaz de amor9$15e * LVSRQtYHO HP KWWSZZZOHWUDVWHUUDFRPEU $FHVVR HP MXQ Na canção de Geraldo Vandré, tem-se a manifestaçãoda função poética da linguagem, que é percebida naelaboração artística e criativa da mensagem, por meiode combinações sonoras e rítmicas. Pela análise dotexto, entretanto, percebe-se, também, a presençamarcante da função emotiva ou expressiva, por meio daqual o emissorA imprime à canção as marcas de sua atitude pessoal,seus sentimentos.B transmite informações objetivas sobre o tema deque trata a canção.C busca persuadir o receptor da canção a adotar umcerto comportamento.D SURFXUD H[SOLFDU D SUySULD OLQJXDJHP TXH XWLOL]D SDUDconstruir a canção.E REMHWLYD YHUL¿FDU RX IRUWDOHFHU D H¿FLrQFLD GDmensagem veiculada.QUESTÃO 121e iJXD TXH QmR DFDED PDLVDados preliminares divulgados por pesquisadoresda Universidade Federal do Pará (UFPA) apontaramR $TXtIHUR $OWHU GR KmR FRPR R PDLRU GHSyVLWR GHágua potável do planeta. Com volume estimado em86 000 quilômetros cúbicos de água doce, a reservasubterrânea está localizada sob os estados do$PD]RQDV 3DUi H $PDSi ³(VVD TXDQWLGDGH GH iJXDVHULD VX¿FLHQWH SDUD DEDVWHFHU D SRSXODomR PXQGLDOGXUDQWH DQRV´ GL] 0LOWRQ 0DWWD JHyORJR GD 8)3$Em termos comparativos, Alter do Chão tem quase odobro do volume de água do Aquífero Guarani (com45 000 quilômetros cúbicos). Até então, Guarani era amaior reserva subterrânea do mundo, distribuída porBrasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.eSRFD. Nº 623, 26 abr. 2010.Essa notícia, publicada em uma revista de grandecirculação, apresenta resultados de uma pesquisaFLHQWt¿FD UHDOL]DGD SRU XPD XQLYHUVLGDGH EUDVLOHLUD1HVVD VLWXDomR HVSHFt¿FD GH FRPXQLFDomR D IXQomRreferencial da linguagem predomina, porque o autor dotexto priorizaA as suas opiniões, baseadas em fatos.B os aspectos objetivos e precisos.C os elementos de persuasão do leitor.D os elementos estéticos na construção do texto.E os aspectos subjetivos da mencionada pesquisa.7H[WR SDUD DV TXHVW}HV H 1yV DGRUDUtDPRV GL]HU TXH VRPRV SHUIHLWRV 4XHVRPRV LQIDOtYHLV 4XH QmR FRPHWHPRV QHP PHVPR RPHQRU GHVOL]H ( Vy QmR IDODPRV LVVR SRU XP SHTXHQRdetalhe:seriaumamentira.Aliás,emvezdeusarapalavra³PHQWLUD´ FRPR DFDEDPRV GH ID]HU SRGHUtDPRV RSWDUSRU XP HXIHPLVPR ³0HLDYHUGDGH´ SRU H[HPSOR VHULDXP WHUPR PXLWR PHQRV DJUHVVLYR 0DV QyV QmR XVDPRVesta palavra simplesmente porque não acreditamos queH[LVWD XPD ³0HLDYHUGDGH´ 3DUD R RQDU RQVHOKRNacional de Autorregulamentação Publicitária, existema verdade e a mentira. Existem a honestidade e adesonestidade. Absolutamente nada no meio. O ConarQDVFHX Ki DQRV YLX Vy QmR DUUHGRQGDPRV SDUD
  34. 34. com a missão de zelar pela ética na publicidade. Nãofazemos isso porque somos bonzinhos (gostaríamos dedizer isso, mas, mais uma vez, seria mentira). Fazemosisso porque é a única forma da propaganda ter o máximoGH FUHGLELOLGDGH ( Fi HQWUH QyV SDUD TXH VHUYLULD DSURSDJDQGD VH R FRQVXPLGRU QmR DFUHGLWDVVH QHOD4XDOTXHU SHVVRD TXH VH VLQWD HQJDQDGD SRU XPDpeça publicitária pode fazer uma reclamação ao Conar.Ele analisa cuidadosamente todas as denúncias e,quando é o caso, aplica a punição.Anúncio veiculado na Revista Veja. 6mR 3DXOR $EULO (G DQR Qž MXO QUESTÃO 1222 UHFXUVR JUi¿FR XWLOL]DGR QR DQ~QFLR SXEOLFLWiULR ʊ GHGHVWDFDU D SRWHQFLDO VXSUHVVmR GH WUHFKR GR WH[WR ʊUHIRUoD D H¿FiFLD SUHWHQGLGD UHYHODGD QD HVWUDWpJLD GHA ressaltar a informação no título, em detrimento dorestante do conteúdo associado.B incluir o leitor por meio do uso da 1ª pessoa do pluralno discurso.C FRQWDU D KLVWyULD GD FULDomR GR yUJmR FRPR DUJXPHQWRde autoridade.D subverter o fazer publicitário pelo uso de suametalinguagem.E impressionar o leitor pelo jogo de palavras no texto.QUESTÃO 123Considerando a autoria e a seleção lexical desse texto,bem como os argumentos nele mobilizados, constata-seque o objetivo do autor do texto éA informar os consumidores em geral sobre a atuaçãodo Conar.B conscientizar publicitários do compromisso ético aoelaborar suas peças publicitárias.C DOHUWDU FKHIHV GH IDPtOLD SDUD TXH HOHV ¿VFDOL]HP Rconteúdo das propagandas veiculadas pela mídia.D chamar a atenção de empresários e anunciantes emgeral para suas responsabilidades ao contratarempublicitários sem ética.E chamar a atenção de empresas para os efeitosnocivos que elas podem causar à sociedade, secompactuarem com propagandas enganosas.
  35. 35. *AZUL25dom16*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 16QUESTÃO 1246( 12 ,19(512 e ,)Ë,/ $25$5IMAGINE DORMIR.Com a chegada do inverno, muitas pessoasperdem o sono. São milhões de necessitados quelutam contra a fome e o frio. Para vencer estaEDWDOKD HOHV SUHFLVDP GH YRFr HSRVLWH TXDOTXHUTXDQWLD 9RFr DMXGD PLOKDUHV GH SHVVRDV D WHUHPXPD ERD QRLWH H GRUPH FRP D FRQVFLrQFLD WUDQTXLODVeja VHW DGDSWDGR
  36. 36. O produtor de anúncios publicitários utiliza-se de estra-WpJLDV SHUVXDVLYDV SDUD LQÀXHQFLDU R FRPSRUWDPHQWR GHseu leitor. Entre os recursos argumentativos mobilizadospelo autor para obter a adesão do público à campanha,destaca-se nesse textoA a oposição entre individual e coletivo, trazendo umideário populista para o anúncio.B a utilização de tratamento informal com o leitor, oque suaviza a seriedade do problema.C R HPSUHJR GH OLQJXDJHP ¿JXUDGD R TXH GHVYLD DDWHQomR GD SRSXODomR GR DSHOR ¿QDQFHLURD R XVR GRV QXPHUDLV ³PLOKDUHV´ H ³PLOK}HV´responsável pela supervalorização das condiçõesdos necessitados.E R MRJR GH SDODYUDV HQWUH ³DFRUGDU´ H ³GRUPLU´ R TXHrelativiza o problema do leitor em relação ao dosnecessitados.QUESTÃO 125(QWUH LGHLD H WHFQRORJLDO grande conceito por trás do Museu da Língua éapresentar o idioma como algo vivo e fundamental parao entendimento do que é ser brasileiro. Se nada nosGH¿QH FRP FODUH]D D IRUPD FRPR IDODPRV R SRUWXJXrVnas mais diversas situações cotidianas é talvez a melhorexpressão da brasilidade.SCARDOVELI, E. 5HYLVWD /tQJXD 3RUWXJXHVD. São Paulo: Segmento, Ano II, nº 6, 2006.2WH[WRSURS}HXPDUHÀH[mRDFHUFDGDOtQJXDSRUWXJXHVDressaltando para o leitor aA inauguração do museu e o grande investimento emcultura no país.B importância da língua para a construção daidentidade nacional.C afetividade tão comum ao brasileiro, retratadaatravés da língua.D relação entre o idioma e as políticas públicas naárea de cultura.E GLYHUVLGDGH pWQLFD H OLQJXtVWLFD H[LVWHQWH QR WHUULWyULRnacional.QUESTÃO 126TEXTO IO Brasil sempre deu respostas rápidas através dasolidariedade do seu povo. Mas a mesma força que nosPRWLYD D DMXGDU R SUy[LPR GHYHULD WDPEpP QRV PRWLYDUa ter atitudes cidadãs. Não podemos mais transferir aFXOSD SDUD TXHP p YtWLPD RX DWp PHVPR SDUD D SUySULDQDWXUH]D FRPR VH HVVD VHJXLVVH D OyJLFD KXPDQD6REUDP GHVFXOSDV HVIDUUDSDGDV H IDOWD FRPSHWrQFLD GDclasse política.Cartas. ,VWRp. 28 abr. 2010.TEXTO IINão podemos negar ao povo sofrido todas asKLSyWHVHV GH SUHYLVmR GRV GHVDVWUHV HPDJRJRVculpam os moradores; o governo e a prefeitura apelampara as pessoas saírem das áreas de risco e agoraGL]HP TXH VHUi FRPSXOVyULD D UHDORFDomR (QWmRWHPRV D UHDORFDU R %UDVLO LQWHLUR ULHPRV XP VHUYLoRVLPLODU DR 686 FRP DORFDomR REULJDWyULD GH UHFXUVRVorçamentários com rede de atendimento preventivo,RQGH SDUWLFLSDULDP DUTXLWHWRV HQJHQKHLURV JHyORJRV%HP RX PDO HVVH ³686´ RUJDQL]DULD EULJDGDV QRV ORFDLV1RV FDVRV GD GHQJXH SRU H[HPSOR SRGHULD YHUL¿FDU DVcondições de acontecer epidemias. Seriam boas açõespreventivas.Carta do Leitor. Carta DSLWDO. 28 abr. 2010 (adaptado).Os textos apresentados expressam opiniões de leitoresacerca de relevante assunto para a sociedade brasileira.Os autores dos dois textos apontam para aA necessidade de trabalho voluntário contínuo para aresolução das mazelas sociais.B importância de ações preventivas para evitarcatástrofes, indevidamente atribuídas aos políticos.C incapacidade política para agir de forma diligente naresolução das mazelas sociais.D XUJrQFLD GH VH FULDUHP QRYRV yUJmRV S~EOLFRV FRPas mesmas características do SUS.E LPSRVVLELOLGDGH GH R KRPHP DJLU GH IRUPD H¿FD] RXpreventiva diante das ações da natureza.
  37. 37. *AZUL25dom17*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 17QUESTÃO 127Disponível em: http://www.ccsp.com.br. Acesso em: 27 jul. 2010 (adaptado).O texto é uma propaganda de um adoçante que tem oVHJXLQWH PRWH ³0XGH VXD HPEDODJHP´ $ HVWUDWpJLD TXHo autor utiliza para o convencimento do leitor baseia-seno emprego de recursos expressivos, verbais e nãoverbais, com vistas aA ridicularizar a forma física do possível cliente doproduto anunciado, aconselhando-o a uma busca demudanças estéticas.B HQIDWL]DU D WHQGrQFLD GD VRFLHGDGH FRQWHPSRUkQHDde buscar hábitos alimentares saudáveis, reforçandotal postura.C criticar o consumo excessivo de produtosindustrializados por parte da população, propondo aredução desse consumo.D DVVRFLDU R YRFiEXOR ³Do~FDU´ j LPDJHP GR FRUSR IRUDde forma, sugerindo a substituição desse produtopelo adoçante.E relacionar a imagem do saco de açúcar a um corpohumano que não desenvolve atividades físicas,incentivando a prática esportiva.QUESTÃO 128Motivadas ou não historicamente, normas prestigiadasou estigmatizadas pela comunidade sobrepõem-se aoORQJR GR WHUULWyULR VHMD QXPD UHODomR GH RSRVLomR VHMD GHcomplementaridade, sem, contudo, anular a interseção deXVRV TXH FRQ¿JXUDP XPD QRUPD QDFLRQDO GLVWLQWD GD GRSRUWXJXrV HXURSHX $R IRFDOL]DU HVVD TXHVWmR TXH RS}HQmR Vy DV QRUPDV GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO jV QRUPDV GRSRUWXJXrV EUDVLOHLUR PDV WDPEpP DV FKDPDGDV QRUPDVcultas locais às populares ou vernáculas, deve-se insistirna ideia de que essas normas se consolidaram emGLIHUHQWHV PRPHQWRV GD QRVVD KLVWyULD H TXH Vy D SDUWLU GRséculo XVIII se pode começar a pensar na bifurcação dasYDULDQWHV FRQWLQHQWDLV RUD HP FRQVHTXrQFLD GH PXGDQoDVocorridas no Brasil, ora em Portugal, ora, ainda, em ambosRV WHUULWyUios.CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs).(QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (adaptado).2 SRUWXJXrV Go Brasil não é uma língua uniforme. Avariação linguística é um fenômeno natural, ao qual todasas línguas estão sujeitas. Ao considerar as variedadeslinguísticas, o texto mostra que as normas podem seraprovadas ou condenadas socialmente, chamando aatenção do leitor para aA GHVFRQVLGHUDomR GD H[LVWrQFLD GDV QRUPDVpopulares pelos falantes da norma culta.B GLIXVmR GR SRUWXJXrV GH 3RUWXJDO HP WRGDV DVUHJL}HV GR %UDVLO Vy D SDUWLU GR VpFXOR ;9,,,C H[LVWrQFLD GH XVRV GD OtQJXD TXH FDUDFWHUL]DP XPDnorma nacional do Brasil, distinta da de Portugal.D LQH[LVWrQFLD GH QRUPDV FXOWDV ORFDLV H SRSXODUHV RXvernáculas em um determinado país.E necessidade de se rejeitar a ideia de que os usosfrequentes de uma língua devem ser aceitos.QUESTÃO 129VERÍSSIMO, L. F. $V FREUDV HP 6H HXV H[LVWH TXH HX VHMD DWLQJLGR SRU XP UDLR.3RUWR $OHJUH / 30 O humor da tira decorre da reação de uma das cobrascom relação ao uso de pronome pessoal reto, em vezde pronome oblíquo. De acordo com a norma padrão dalíngua, esse uso é inadequado, poisA contraria o uso previsto para o registro oral da língua.B contraria a marcação das funções sintáticas desujeito e objeto.C gera inadequação na concordância com o verbo.D gera ambiguidade na leitura do texto.E apresenta dupla marcação de sujeito.QUESTÃO 1300$1,2$ ± PDLV XP SUHVHQWH GD $PD]{QLDAipim, castelinha, macaxeira, maniva, maniveira. Asdesignações da Manihot utilissima podem variar de região,no Brasil, mas uma delas deve ser levada em conta em todoR WHUULWyULR QDFLRQDO pão-de-pobre ± H SRU PRWLYRV yEYLRVRicaemfécula,amandioca—umaplantarústicaenativada Amazônia disseminada no mundo inteiro, especialmentepelos colonizadores portugueses — é a base de sustento demuitos brasileiros e o único alimento disponível para mais de600 milhões de pessoas em vários pontos do planeta, e emparticular em algumas regiões da África.2 PHOKRU GR *ORER 5XUDO. Fev. 2005 (fragmento).De acordo com o texto, há no Brasil uma variedade denomes para a Manihot utilissima, QRPH FLHQWt¿FR GDmandioca. Esse fenômeno revela queA existem variedades regionais para nomear umamesma espécie de planta.B PDQGLRFD p QRPH HVSHFt¿FR SDUD D HVSpFLH H[LVWHQWHna região amazônica.C ³SmRGHSREUH´ p GHVLJQDomR HVSHFt¿FD SDUD Dplanta da região amazônica.D os nomes designam espécies diferentes da planta,conforme a região.E a planta é nomeada conforme as particularidadesque apresenta.
  38. 38. *AZUL25dom18*LC - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 18QUESTÃO 131Há certos usos consagrados na fala, e até mesmona escrita, que, a depender do estrato social e do nívelde escolaridade do falante, são, sem dúvida, previsíveis.Ocorrem até mesmo em falantes que dominam aYDULHGDGH SDGUmR SRLV QD YHUGDGH UHYHODP WHQGrQFLDVexistentes na língua em seu processo de mudançaTXH QmR SRGHP VHU EORTXHDGDV HP QRPH GH XP ³LGHDOlinguístico” que estaria representado pelas regras dagramática normativa. Usos como ter por haver emconstruções existenciais (tem muitos livros na estante),o do pronome objeto na posição de sujeito (para mimfazer o trabalho), a não-concordância das passivas comse (aluga-se FDVDV
  39. 39. VmR LQGtFLRV GD H[LVWrQFLD QmR GHuma norma única, mas de uma pluralidade de normas,entendida, mais uma vez, norma como conjunto dehábitos linguísticos, sem implicar juízo de valor.CALLOU, D. Gramática, variação e normas. In: VIEIRA, S. R.; BRANDÃO, S. (orgs).(QVLQR GH JUDPiWLFD: descrição e uso. São Paulo: Contexto, 2007 (fragmento).RQVLGHUDQGR D UHÀH[mR WUD]LGD QR WH[WR D UHVSHLWR GDPXOWLSOLFLGDGH GR GLVFXUVR YHUL¿FDVH TXHA estudantes que não conhecem as diferençasentre língua escrita e língua falada empregam,indistintamente, usos aceitos na conversa comamigos quando vão elaborar um texto escrito.B falantes que dominam a variedade padrão doSRUWXJXrV GR %UDVLO GHPRQVWUDP XVRV TXHFRQ¿UPDP D GLIHUHQoD HQWUH D QRUPD LGHDOL]DGD Ha efetivamente praticada, mesmo por falantes maisescolarizados.C moradoresdediversasregiõesdopaísqueenfrentamGL¿FXOGDGHV DR VH H[SUHVVDU QD HVFULWD UHYHODP DFRQVWDQWH PRGL¿FDomR GDV UHJUDV GH HPSUHJR GHpronomes e os casos especiais de concordância.D pessoas que se julgam no direito de contrariar agramática ensinada na escola gostam de apresentarusos não aceitos socialmente para esconderem seudesconhecimento da norma padrão.E usuários que desvendam os mistérios e sutilezas dalíngua portuguesa empregam formas do verbo terquando, na verdade, deveriam usar formas do verbohaver, contrariando as regras gramaticais.QUESTÃO 1323DODYUD LQGtJHQDA história da tribo Sapucaí, que traduziu para oidioma guarani os artefatos da era da computação queganharam importância em sua vida, como mouse (queeles chamam de angojhá) e windows (oventã)4XDQGR D LQWHUQHW FKHJRX jTXHOD FRPXQLGDGH TXHabriga em torno de 400 guaranis, há quatro anos, porPHLR GH XP SURMHWR GR RPLWr SDUD HPRFUDWL]DomRda Informática (CDI), em parceria com a ONG RedePovos da Floresta e com antena cedida pela Star One(da Embratel), Potty e sua aldeia logo vislumbraram aspossibilidades de comunicação que a web traz.Ele conta que usam a rede, por enquanto, somentepara preparação e envio de documentos, masperceberam que ela pode ajudar na preservação dacultura indígena.A apropriação da rede se deu de forma gradual,PDV RV JXDUDQLV Mi LQFRUSRUDUDP D QRYLGDGH WHFQROyJLFDao seu estilo de vida. A importância da internet e dacomputação para eles está expressa num caso de raraincorporação: a do vocabulário.— Um dia, o cacique da aldeia Sapucaí me ligou.³$ JHQWH QmR HVWi TXHUHQGR FKDPDU FRPSXWDGRU GH³FRPSXWDGRU´ 6XJHUL D HOHV TXH FULDVVHP XPD SDODYUDem guarani. E criaram aiú irú rive ³FDL[D SUD DFXPXODU DOtQJXD´ 1yV EUDQFRV XVDPRV mouse, windows e outrostermos, que eles começaram a adaptar para o idiomadeles, como angojhá (rato) e oventã (janela) — contaRodrigo Baggio, diretor do CDI.Disponível em: http://www.revistalingua.uol.com.br. Acesso em: 22 jul. 2010.O uso das novas tecnologias de informação ecomunicação fez surgir uma série de novos termosque foram acolhidos na sociedade brasileira em suaforma original, como: mouse, windows, download, site,homepage, entre outros. O texto trata da adaptaçãode termos da informática à língua indígena como umareação da tribo Sapucaí, o que revelaA a possibilidade que o índio Potty vislumbrou emrelação à comunicação que a web pode trazer a seupovo e à facilidade no envio de documentos e naconversação em tempo real.B ousodainternetparapreparaçãoeenviodedocumentos,bem como a contribuição para as atividades relacionadasaos trabalhos da cultura indígena.C a preservação da identidade, demonstrada pelaconservação do idioma, mesmo com a utilizaçãode novas tecnologias características da cultura deoutros grupos sociais.D DGHVmR DR SURMHWR GR RPLWr SDUD HPRFUDWL]DomRda Informática (CDI), que, em parceria com a ONGRede Povos da Floresta, possibilitou o acesso àweb PHVPR HP DPELHQWH LQyVSLWRE a apropriação da nova tecnologia de forma gradual,evidente quando os guaranis incorporaram aQRYLGDGH WHFQROyJLFD DR VHX HVWLOR GH YLGD FRP Dpossibilidade de acesso à internet.
  40. 40. *AZUL25dom19*/ ž GLD _ DGHUQR $=8/ 3iJLQD ,PDJHP SDUD DV TXHVW}HV H Disponível em: http://www.wordinfo.info. Acesso em: 27 abr. 2010.QUESTÃO 133O homem evoluiu. Independentemente de teoria, essa evolução ocorreu de várias formas. No que concerne àevolução digital, o homem percorreu longo trajeto da pedra lascada ao mundo virtual. Tal fato culminou em umproblema físico habitual, ilustrado na imagem, que propicia uma piora na qualidade de vida do usuário, uma vez queA a evolução ocorreu e com ela evoluíram as dores de cabeça, o estresse e a falta de atenção à família.B a vida sem o computador tornou-se quase inviável, mas se tem diminuído problemas de visão cansada.C a utilização demasiada do computador tem proporcionado o surgimento de cientistas que apresentam lesão poresforço repetitivo.D o homem criou o computador, que evoluiu, e hoje opera várias ações antes feitas pelas pessoas, tornando-assedentárias ou obesas.E o uso contínuo do computador de forma inadequada tem ocasionado má postura corporal.QUESTÃO 134O argumento presente na charge consiste em uma metáfora relativa à teoria evolucionista e ao desenvolvimentoWHFQROyJLFR RQVLGHUDQGR R FRQWH[WR DSUHVHQWDGR YHUL¿FDVH TXH R LPSDFWR WHFQROyJLFR SRGH RFDVLRQDUA o surgimHQWR GH XP KRPHP GHSHQGHQWH GH XP QRYR PRGHOR WHFQROyJLFRB a mudança do homem em razão dos novos inventos que destroem sua realidade.C D SUREOHPiWLFD VRFLDO GH JUDQGH H[FOXVmR GLJLWDO D SDUWLU GD LQWHUIHUrQFLD GD PiTXLQDD D LQYHQomR GH HTXLSDPHQWRV TXH GL¿FXOWDP R WUDEDOKR GR KRPHP HP VXD HVIHUD VRFLDOE o retrocesso do desenvolvimento do homem em face da criação de ferramentas como lança, máquina ecomputador.QUESTÃO 1352 TXH p SRVVtYHO GL]HU HP FDUDFWHUHVSucesso do Twitter no Brasil é oportunidade única de compreender a importância da concisão nos gêneros de escrita$ Pi[LPD ³PHQRV p PDLV´ QXQFD IH] WDQWR VHQWLGR FRPR QR FDVR GR microblog Twitter, cuja premissa é dizerDOJR ² QmR LPSRUWD R TXr ² HP FDUDFWHUHV HVGH TXH R VHUYLoR IRL FULDGR HP R Q~PHUR GH XVXiULRVGD IHUUDPHQWD p FDGD YH] PDLRU DVVLP FRPR D GLYHUVLGDGH GH XVRV TXH VH ID] GHOD R HVWLOR ³TXHULGR GLiULR´ jliteratura concisa, passando por aforismos, citações, jornalismo, fofoca, humor etc., tudo ganha o espaço de umtweet ³SLR´ HP LQJOrV
  41. 41. H HQWHQGHU VHX VXFHVVR SRGH LQGLFDU XP FDPLQKR SDUD R DSULPRUDPHQWR GH XP UHFXUVR YLWDOà escrita: a concisão.Disponível em: http://www.revistalingua.com.br. Acesso em: 28 abr. 2010 (adaptado).2 7ZLWWHU VH SUHVWD D GLYHUVDV ¿QDOLGDGHV HQWUH HODV j FRPXQLFDomR FRQFLVD SRU LVVR HVVD UHGH VRFLDOA é um recurso elitizado, cujo público precisa dominar a língua padrão.B FRQVWLWXL UHFXUVR SUySULR SDUD D DTXLVLomR GD PRGDOLGDGH HVFULWD GD OtQJXDC p UHVWULWD j GLYXOJDomR GH WH[WRV FXUWRV H SRXFR VLJQL¿FDWLYRV H SRUWDQWR p SRXFR ~WLOD LQWHUIHUH QHJDWLYDPHQWH QR SURFHVVR GH HVFULWD H DFDED SRU UHYHODU XPD FXOWXUD SRXFR UHÀH[LYDE estimula a produção de frases com clareza e objetividade, fatores que potencializam a comunicação interativa.
  42. 42. *AZUL25dom20*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 20MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIASQuestões de 136 a 180QUESTÃO 1362 GRQR GH XPD R¿FLQD PHFkQLFD SUHFLVD GH XPpistão das partes de um motor, de 68 mm de diâmetro,para o conserto de um carro. Para conseguir um, essedono vai até um ferro velho e lá encontra pistões comdiâmetros iguais a 68,21 mm; 68,102 mm; 68,001 mm;68,02 mm e 68,012 mm.Para colocar o pistão no motor que está sendoFRQVHUWDGR R GRQR GD R¿FLQD WHUi GH DGTXLULU DTXHOHTXH WHQKD R GLkPHWUR PDLV SUy[LPR GR TXH SUHFLVD1HVVD FRQGLomR R GRQR GD R¿FLQD GHYHUi FRPSUDU Rpistão de diâmetroA 68,21 mm.B 68,102 mm.C 68,02 mm.D 68,012 mm.E 68,001 mm.QUESTÃO 137A Escala de Magnitude de Momento (abreviadacomo MMS e denotada como Mw
  43. 43. LQWURGX]LGD HP SRU 7KRPDV +DNV H +LURR .DQDPRUL VXEVWLWXLX D (VFDODde Richter para medir a magnitude dos terremotos emtermos de energia liberada. Menos conhecida pelopúblico, a MMS é, no entanto, a escala usada paraestimar as magnitudes de todos os grandes terremotos daatualidade. Assim como a escala Richter, a MMS é umaescala logarítmica. MWe M0VH UHODFLRQDP SHOD IyUPXOD( )ORJ 00: +−=Onde M0é o momento sísmico (usualmente estimadoa partir dos registros de movimento da superfície, atravésdos sismogramas), cuja unidade é o dina·cm.O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 deMDQHLUR GH IRL XP GRV WHUUHPRWRV TXH FDXVDUDPPDLRU LPSDFWR QR -DSmR H QD FRPXQLGDGH FLHQWt¿FDinternacional. Teve magnitude MW= 7,3.U.S. GEOLOGICAL SURVEY. +LVWRULF (DUWKTXDNHV.LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  44. 44. U.S. GEOLOGICAL SURVEY. 86*6 (DUWKTXDNH 0DJQLWXGH 3ROLF.LVSRQtYHO HP KWWSHDUWKTXDNHXVJVJRY $FHVVR HP PDLR DGDSWDGR
  45. 45. Mostrando que é possível determinar a medida por meiode conhecimentos matemáticos, qual foi o momentosísmico M0GR WHUUHPRWR GH .REH HP GLQDÂFP
  46. 46. A 10-5,10B 10-0,73C 1012,00D 1021,65E 1027,00QUESTÃO 138Um mecânico de uma equipe de corrida necessitaque as seguintes medidas realizadas em um carro sejamobtidas em metros:a) distância a entre os eixos dianteiro e traseiro;b) altura b entre o solo e o encosto do piloto.Ao optar pelas medidas a e b HP PHWURV REWrPVHrespectivamente,A 0,23 e 0,16.B 2,3 e 1,6.C 23 e 16.D 230 e 160.E 2 300 e 1 600.QUESTÃO 139O medidor de energLD HOpWULFD GH XPD UHVLGrQFLDFRQKHFLGR SRU ³UHOyJLR GH OX]´ p FRQVWLWXtGR GH TXDWURSHTXHQRV UHOyJLRV FXMRV VHQWLGRV GH URWDomR HVWmRLQGLFDGRV FRQIRUPH D ¿JXUD:Disponível em: http://www.enersul.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010.A medida é expressD HP N:K 2 Q~PHUR REWLGR QDleitura é composto por 4 algarismos. Cada posição donúmero é formada pelo último algarismo ultrapassadopelo ponteiro.2 Q~PHUR REWLGR SHOD OHLWXUD HP N:K QD LPDJHP pA 2 614.B 3 624.C 2 715.D 3 725.E 4 162.
  47. 47. *AZUL25dom21*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 21QUESTÃO 140Em uma certa cidade, os moradores de um bairrocarente de espaços de lazer reivindicam à prefeituramunicipal a construção de uma praça. A prefeituraFRQFRUGD FRP D VROLFLWDomR H D¿UPD TXH LUi FRQVWUXtODem formato retangular devido às características técnicasdo terreno. Restrições de natureza orçamentária impõemque sejam gastos, no máximo, 180 m de tela paracercar a praça. A prefeitura apresenta aos moradoresdesse bairro as medidas dos terrenos disponíveis para aconstrução da praça:Terreno 1: 55 m por 45 mTerreno 2: 55 m por 55 mTerreno 3: 60 m por 30 mTerreno 4: 70 m por 20 m7HUUHQR P SRU PPara optar pelo terreno de maior área, que atendaàs restrições impostas pela prefeitura, os moradoresdeverão escolher o terrenoA 1.B 2.C 3.D 4.E 5.QUESTÃO 1419RFr SRGH DGDSWDr as atividades do seu dia a dia deuma forma que possa queimar mais calorias do que asgastas normalmente, conforme a relação seguinte: (QTXDQWR YRFr IDOD DR WHOHIRQH IDoD DJDFKDPHQWRV100 calorias gastas em 20 minutos.- Meia hora de supermercado: 100 calorias.- Cuidar do jardim por 30 minutos: 200 calorias.- Passear com o cachorro: 200 calorias em 30 minutos. 7LUDU R Sy GRV PyYHLV FDORULDV HP PLQXWRV- Lavar roupas por 30 minutos: 200 calorias.Disponível em: http://cyberdiet.terra.com.br. Acesso em: 27 abr. 2010 (adaptado).Uma pessoa deseja executar essas atividades, porém,ajustando o tempo para que, em cada uma, gasteigualmente 200 calorias.Apartir dos ajustes, quanto tempo a mais será necessáriopara realizar todas as atividadesA 50 minutos.B 60 minutos.C 80 minutos.D 120 minutos.E 170 minutos.QUESTÃO 1428PD HTXLSH GH HVSHFLDOLVWDV GR FHQWUR PHWHRUROyJLFRde uma cidade mediu a temperatura do ambiente, sempreno mesmo horário, durante 15 dias intercalados, a partirGR SULPHLUR GLD GH XP PrV (VVH WLSR GH SURFHGLPHQWRé frequente, uma vez que os dados coletados servemGH UHIHUrQFLD SDUD HVWXGRV H YHUL¿FDomR GH WHQGrQFLDVclimáticas ao longo dos meses e anos.As medições ocorridas nesse período estão indicadasno quadro:LD GR PrV 7HPSHUDWXUD HP ƒ
  48. 48. 1 15,53 145 13,57 18 11 2013 13,515 13,517 18 2021 18,523 13,525 21,527 20 16Em relação à temperatura, os valores da média, medianae moda são, respectivamente, iguais aA 17 °C, 17 °C e 13,5 °C.B 17 °C, 18 °C e 13,5 °C.C 17 °C, 13,5 °C e 18 °C.D 17 °C, 18 °C e 21,5 °C.E 17 °C, 13,5 °C e 21,5 °C.QUESTÃO 1433DUD XPD DWLYLGDGH UHDOL]DGD QR ODERUDWyULR GHMatemática, um aluno precisa construir uma maqueteda quadra de esportes da escola que tem 28 m decomprimento por 12 m de largura. A maquete deverá serconstruída na escala de 1 : 250.4XH PHGLGDV GH FRPSULPHQWR H ODUJXUD HP FP R DOXQRXWLOL]DUi QD FRQVWUXomR GD PDTXHWHA 4,8 e 11,2B 7,0 e 3,0C 11,2 e 4,8D 28,0 e 12,0E 30,0 e 70,0
  49. 49. *AZUL25dom22*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 22QUESTÃO 144Uma indústria fabrica brindes promocionais emforma de pirâmide. A pirâmide é obtida a partir de quatroFRUWHV HP XP VyOLGR TXH WHP D IRUPD GH XP FXER 1RHVTXHPD HVWmR LQGLFDGRV R VyOLGR RULJLQDO FXER
  50. 50. H Dpirâmide obtida a partir dele.Os pontos A, B, C, D e O do cubo e da pirâmide são osmesmos. O ponto O é central na face superior do cubo.Os quatro cortes saem de O em direção às arestasAD BC AB H CD nessa ordem. $SyV RV FRUWHV VmRGHVFDUWDGRV TXDWUR VyOLGRV2V IRUPDWRV GRV VyOLGRV GHVFDUWDGRV VmRA todos iguais.B todos diferentes.C WUrV LJXDLV H XP GLIHUHQWHD apenas dois iguais.E iguais dois a dois.QUESTÃO 145DIp QR %UDVLO2 FRQVXPR DWLQJLX R PDLRU QtYHO GD KLVWyULD QR DQRpassado: os brasileiros beberam o equivalente a 331bilhões de xícaras.Veja. Ed. 2158, 31 mar. 2010.Considere que a xícara citada na notícia seja equivalentea, aproximadamente, 120 mL de café. Suponha que em2010 os brasileiros bebam ainda mais café, aumentandoo consumo em15do que foi consumido no ano anterior.De acordo com essas informações, qual a previsão maisDSUR[LPDGD SDUD R FRQVXPR GH FDIp HP A 8 bilhões de litros.B 16 bilhões de litros.C 32 bilhões de litros.D 40 bilhões de litros.E 48 bilhões de litros.QUESTÃO 146Sabe-se que a distância real, em linha reta, deuma cidade A, localizada no estado de São Paulo,a uma cidade B, localizada no estado de Alagoas, éLJXDO D NP 8P HVWXGDQWH DR DQDOLVDU XP PDSDYHUL¿FRX FRP VXD UpJXD TXH D GLVWkQFLD HQWUH HVVDVduas cidades, A e B, era 8 cm.Os dados nos indicam que o mapa observado peloestudante está na escala deA 1 : 250.B 1 : 2 500.C 1 : 25 000.D 1 : 250 000.E 1 : 25 000 000.QUESTÃO 147$ ¿JXUD VHJXLQWH PRVWUD XP PRGHOR GH VRPEULQKDmuito usado em países orientais.Disponível em: http://mdmat.psico.ufrgs.br. Acesso em: 1 maio 2010.(VWD ¿JXUD p XPD UHSUHVHQWDomR GH XPD VXSHUItFLH GHrevolução chamada deA pirâmide.B semiesfera.C cilindro.D tronco de cone.E cone.QUESTÃO 148Em 2010, um caos aéreo afetou o continente europeu,devido à quantidade de fumaça expelida por um vulcão naIslândia, o que levou ao cancelamento de inúmeros voos.LQFR GLDV DSyV R LQtFLR GHVVH FDRV WRGR Respaço aéreo europeu acima de 6 000 metros estavaliberado, com exceção do espaço aéreo da Finlândia.Lá, apenas voos internacionais acima de 31 mil pésestavam liberados.Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 21 abr. 2010 (adaptado).Considere que 1 metro equivale a aproximadamente 3,3 pés.4XDO D GLIHUHQoD HP SpV HQWUH DV DOWLWXGHV OLEHUDGDV QDFinlândia e no restante do continente europeu cinco diasDSyV R LQtFLR GR FDRVA 3 SpVB SpVC 11 200 pés.D SpVE 50 800 pés.
  51. 51. *AZUL25dom23*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 23QUESTÃO 149O Índice de Massa Corporal (IMC) é largamenteutilizado há cerca de 200 anos, mas esse cálculoUHSUHVHQWD PXLWR PDLV D FRUSXOrQFLD TXH D DGLSRVLGDGHuma vez que indivíduos musculosos e obesos podemapresentar o mesmo IMC. Uma nova pesquisa apontao Índice de Adiposidade Corporal (IAC) como umaDOWHUQDWLYD PDLV ¿GHGLJQD SDUD TXDQWL¿FDU D JRUGXUDcorporal, utilizando a medida do quadril e a altura. A¿JXUD PRVWUD FRPR FDOFXODU HVVDV PHGLGDV VDEHQGRse que, em mulheres, a adiposidade normal está entre H Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br. Acesso em: 24 abr. 2011(adaptado).8PDMRYHPFRP,0 NJPðFPGHFLUFXQIHUrQFLDGRV TXDGULV H NJ GH PDVVD FRUSyUHD UHVROYHXaveriguar seu IAC. Para se enquadrar aos níveis denormalidade de gordura corporal, a atitude adequadaque essa jovem deve ter diante da nova medida é(Use ξ͵ ൌ ͳǡ͹ ݁ ඥͳǡ͹ ൌ ͳǡ͵ )A reduzir seu excesso de gordura em cerca de 1%.B reduzir seu excesso de gordura em cerca de 27%.C manter seus níveis atuais de gordura.D aumentar seu nível de gordura em cerca de 1%.E aumentar seu nível de gordura em cerca de 27%.QUESTÃO 150Um bairro de uma cidade foi planejado em umaregião plana, com ruas paralelas e perpendiculares,delimitando quadras de mesmo tamanho. No planode coordenadas cartesianas seguinte, esse bairrolocaliza-se no segundo quadrante, e as distâncias noseixos são dadas em quilômetros.A reta de equação y = x + 4 representa oplanejamento do percurso da linha do metrô subterrâneoque atravessará o bairro e outras regiões da cidade.No ponto P = (-5, 5), localiza-se um hospital público. AFRPXQLGDGH VROLFLWRX DR FRPLWr GH SODQHMDPHQWR TXHfosse prevista uma estação do metrô de modo que suadistância ao hospital, medida em linha reta, não fossePDLRU TXH NP$WHQGHQGR DR SHGLGR GD FRPXQLGDGH R FRPLWrargumentou corretamente que isso seriaautomaticamente satisfeito, pois já estava prevista aconstrução de uma estação no pontoA (–5, 0).B (–3, 1).C (–2, 1).D (0, 4).E (2, 6).QUESTÃO 151Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br. Acesso em: 28 abr. 2010.O polígono que dá forma a essa calçada é invariante porrotações, em torno de seu centro, deA 45°.B 60°.C ƒD 120°.E 180°.
  52. 52. *AZUL25dom24*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 24QUESTÃO 152As frutas que antes se compravam por dúzias,hoje em dia, podem ser compradas por quilogramas,existindo também a variação dos preços de acordo coma época de produção. Considere que, independente daépoca ou variação de preço, certa fruta custa R$ 1,75 oquilograma.RV JUi¿FRV D VHJXLU R TXH UHSUHVHQWD R SUHoR P SDJRem reais pela compra de n quilogramas desse produto éQUESTÃO 153Observe as dicas para calcular a quantidade certaGH DOLPHQWRV H EHELGDV SDUD DV IHVWDV GH ¿P GH DQR‡ Para o prato principal, estime 250 gramas de carnepara cada pessoa.‡ 8P FRSR DPHULFDQR FKHLR GH DUUR] UHQGH R VX¿FLHQWHpara quatro pessoas.‡ Para a farofa, calcule quatro colheres de sopa porconvidado.‡ Uma garrafa de vinho serve seis pessoas.‡ Uma garrafa de cerveja serve duas.‡ Uma gaUUDID GH HVSXPDQWH VHUYH WUrV FRQYLGDGRV4XHP RUJDQL]D IHVWDV ID] HVVHV FiOFXORV HP FLPD GRtotal de convidados, independente do gosto de cada um.4XDQWLGDGH FHUWD GH DOLPHQWRV H EHELGDV HYLWD R GHVSHUGtFLR GD FHLD-RUQDO +RMH. 17 dez. 2010 (adaptado).8P DQ¿WULmR GHFLGLX VHJXLU HVVDV GLFDV DR VH SUHSDUDU SDUDreceber 30 convidados para a ceia de Natal. Para seguirHVVDV RULHQWDo}HV j ULVFD R DQ¿WULmR GHYHUi GLVSRU GHA NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.B NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 30 de cerveja e 10 de espumante.C NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GH DUUR]120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas de vinho,15 de cerveja e 10 de espumante.D NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV FROKHUHVde sopa de farofa, 5 garrafas de vinho, 30 de cervejae 10 de espumante.E NJ GH FDUQH FRSRV DPHULFDQRV H PHLR GHarroz, 120 colheres de sopa de farofa, 5 garrafas devinho, 15 de cerveja e 10 de espumante.QUESTÃO 154A participação dos estudantes na OlimpíadaBrasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP)aumenta a cada ano. O quadro indica o percentual demedalhistas de ouro, por região, nas edições da OBMEPGH D Região 2005 2006 2007 2008 Norte 2% 2% 1% 2% 1%Nordeste 18% 21% 15% Centro-Oeste 5% 6% 7% 8% Sudeste 55% 61% 58% 66% 60%Sul 21% 12% 13% 11%Disponível em: http://www.obmep.org.br. Acesso em: abr. 2010 (adaptado).(P UHODomR jV HGLo}HV GH D GD 2%0(3 TXDOo percentual médio de medalhistas de ouro da região1RUGHVWHA 14,6%B 18,2%C 18,4%D E 21,0%
  53. 53. *AZUL25dom25*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 25QUESTÃO 155Para determinar a distância de um barco até a praia,um navegante utilizou o seguinte procedimento: a partirGH XP SRQWR $ PHGLX R kQJXOR YLVXDO Į ID]HQGR PLUD HPXP SRQWR ¿[R 3 GD SUDLD 0DQWHQGR R EDUFR QR PHVPRsentido, ele seguiu até um ponto B de modo que fossepossível ver o mesmo ponto P da praia, no entanto sobXP kQJXOR YLVXDO Į $ ¿JXUD LOXVWUD HVVD VLWXDomRSuponha que o navegante tenha medido o ânguloH DR FKHJDU DR SRQWR % YHUL¿FRX TXH R EDUFRhavia percorrido a distância AB = 2 000 m. Com baseQHVVHV GDGRV H PDQWHQGR D PHVPD WUDMHWyULD D PHQRUGLVWkQFLD GR EDUFR DWp R SRQWR ¿[R 3 VHUiQUESTÃO 156O saldo de contratações no mercado formal nosetor varejista da região metropolitana de São Pauloregistrou alta. Comparando as contratações deste setorQR PrV GH IHYHUHLUR FRP DV GH MDQHLUR GHVWH DQR KRXYHincremento de 4 300 vagas no setor, totalizando 880 605trabalhadores com carteira assinada.Disponível em: http://www.folha.uol.com.br. Acesso em: 26 abr. 2010 (adaptado).Suponha que o incremento de trabalhadores no setorvarejista seja sempre o mesmo nos seis primeirosmeses do ano.Considerando-se que y e x representam, respectivamen-te, as quantidades de trabalhadores no setor varejista e osmeses, janeiro sendo o primeiro, fevereiro, o segundo,e assim por diante, a expressão algébrica que relacionaessas quantidades nesses meses éA y = 4 300xB [C y = 872 005 + 4 300xD y = 876 305 + 4 300xE y = 880 605 + 4 300xQUESTÃO 157Um jovem investidor precisa escolher qualLQYHVWLPHQWR OKH WUDUi PDLRU UHWRUQR ¿QDQFHLUR HP XPDaplicaçãodeR$500,00.Paraisso,pesquisaorendimentoe o imposto a ser pago em dois investimentos: poupançaH % FHUWL¿FDGR GH GHSyVLWR EDQFiULR
  54. 54. $V LQIRUPDo}HVobtidas estão resumidas no quadro:Rendimentomensal (%)IR (imposto derenda)POUPANÇA 0,560 ISENTOCDB 0,876 4% (sobre o ganho)3DUD R MRYHP LQYHVWLGRU DR ¿QDO GH XP PrV D DSOLFDomRmais vantajosa éA a poupança, pois totalizará um montante de R$ 502,80.B a poupança, pois totalizará um montante de R$ 500,56.C o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,38.D o CDB, pois totalizará um montante de R$ 504,21.E o CDB, pois totalizará um montante de R$ 500,87.QUESTÃO 158$ WDEHOD FRPSDUD R FRQVXPR PHQVDO HP N:K GRVconsumidores residenciais e dos de baixa renda, antese depois da redução da tarifa de energia no estado dePernambuco.LiULR GH 3HUQDPEXFR. 28 abr. 2010 (adaptado).Considere dois consumidores: um que é de baixa rendaH JDVWRX N:K H RXWUR GR WLSR UHVLGHQFLDO TXH JDVWRX N:K$GLIHUHQoD HQWUH R JDVWR GHVVHV FRQVXPLGRUHVFRP N:K GHSRLV GD UHGXomR GD WDULID GH HQHUJLD PDLVaproximada, é deA R$ 0,27.B 5 C R$ 0,32.D R$ 0,34.E R$ 0,61.
  55. 55. *AZUL25dom26*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 26QUESTÃO 159O prefeito de uma cidade deseja construir umarodovia para dar acesso a outro município. Para isso, foiaberta uma licitação na qual concorreram duas empresas.$ SULPHLUD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
  56. 56. DFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5 HQTXDQWRD VHJXQGD FREURX 5 SRU NP FRQVWUXtGR Q
  57. 57. DFUHVFLGRV GH XP YDORU ¿[R GH 5 $V GXDVempresas apresentam o mesmo padrão de qualidadedos serviços prestados, mas apenas uma delas poderáser contratada.Do ponto de vista econômico, qual equação possibilitariaencontrar a extensão da rodovia que tornaria indiferentepara a prefeitura escolher qualquer uma das propostasDSUHVHQWDGDVA 100n + 350 = 120n + 150B 100n + 150 = 120n + 350C 100(n + 350) = 120(n + 150)D 100(n + 350 000) = 120(n + 150 000)E 350(n + 100 000) = 150(n + 120 000)QUESTÃO 160Uma pessoa aplicou certa quantia em ações. NoSULPHLUR PrV HOD SHUGHX GR WRWDO GR LQYHVWLPHQWR HQR VHJXQGR PrV UHFXSHURX GR TXH KDYLD SHUGLGRDepois desses dois meses, resolveu tirar o montante deR$ 3 800,00 gerado pela aplicação.A quantia inicial que essa pessoa aplicou em açõescorresponde ao valor deA R$ 4 222,22.B R$ 4 523,80.C R$ 5 000,00.D R$ 13 300,00.E R$ 17 100,00.QUESTÃO 161Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na regiãoFREHUWD SHOD FDDWLQJD HP TXDVH PLO NP2de área.4XDQGR QmR FKRYH R KRPHP GR VHUWmR H VXD IDPtOLDprecisam caminhar quilômetros em busca da água dosaçudes. A irregularidade climática é um dos fatores quemais interferem na vida do sertanejo.Disponível em: http://www.wwf.org.br. Acesso em: 23 abr. 2010.6HJXQGR HVWH OHYDQWDPHQWR D GHQVLGDGH GHPRJUi¿FDGD UHJLmR FREHUWD SHOD FDDWLQJD HP KDELWDQWHV SRU NP2,é deA 250.B 25.C 2,5.D 0,25.E 0,025.QUESTÃO 162O número mensal de passagens de uma determinadaempresa aérea aumentou no ano passado nas seguintescondições: em janeiro foram vendidas 33 000 passagens;em fevereiro, 34 500; em março, 36 000. Esse padrão decrescimento se mantém para os meses subsequentes.4XDQWDV SDVVDJHQV IRUDP YHQGLGDV SRU HVVD HPSUHVDem julho do anR SDVVDGRA 38 000B 40 500C 41 000D 42 000E 48 000QUESTÃO 163Rafael mora no Centro de uma cidade e decidiuse mudar, por recomendações médicas, para umadas regiões: Rural, Comercial, Residencial Urbano ouResidencial Suburbano. A principal recomendaçãoPpGLFD IRL FRP DV WHPSHUDWXUDV GDV ³LOKDV GH FDORU´da região, que deveriam ser inferiores a 31°C. Taistemperaturas são apresentadas no grá¿Fo:Escolhendo, aleatoriamente, uma das outras regiõespara morar, a probabilidade de ele escolher uma regiãoque seja adequada às recomendações médicas éA 15B 14C 25D 35E 34QUESTÃO 164Muitas medidas podem ser tomadas em nossascasas visando à utilização racional de energia elétrica.Isso deve ser uma atitude diária de cidadania. Uma delaspode ser a redução do tempo no banho. Um chuveiroFRP SRWrQFLD GH : FRQVRPH N: SRU KRUDUma pessoa que toma dois banhos diariamente, de 10minutos cada, consumLUi HP VHWH GLDV TXDQWRV N:A 0,8B 1,6C 5,6D 11,2E 33,6
  58. 58. *AZUL25dom27*MT - 2º dia | Caderno 7 - AZUL - Página 27QUESTÃO 165O atletismo é um dos esportes que mais seLGHQWL¿FDP FRP R HVStULWR ROtPSLFR $ ¿JXUD LOXVWUD XPDpista de atletismo. A pista é composta por oito raiasH WHP ODUJXUD GH P $V UDLDV VmR QXPHUDGDV GRcentro da pista para a extremidade e são construídas deVHJPHQWRV GH UHWDV SDUDOHODV H DUFRV GH FLUFXQIHUrQFLDOs dois semicírculos da pista são iguais.BIEMBENGUT, M. S. 0RGHODomR 0DWHPiWLFD FRPR PpWRGR GH HQVLQRDSUHQGL]DJHPGH 0DWHPiWLFD HP FXUVRV GH ž H ž JUDXV LVVHUWDomR GH 0HVWUDGR,*(81(63 5LR ODUR DGDSWDGR

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