Tecnologia da informação e      comunicação e a formação em Ciências       da Informação e da Documentação em             ...
Agenda• Considerações iniciais• Ciência da Informação em Portugal• Tecn. da Inf. na Formação em CI• Formação tecnológica e...
Considerações iniciaisComponente tecnológico = mudanças.a e ducação no mundo de ho je te nde a se r te cno ló g ica,e e xi...
Considerações iniciaisP esquisa Compreender o componente tecnológico enquantoconteúdo formativo nos cursos de Ciências daI...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• 1887 - Inspecção Geral das Bibliotecas e Arquivos  Públicos   • “ Curso de instrucção s...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• Reformas posteriores (de natureza política ou  institucional): Arquivos e bibliotecas ...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• 1935 - volta a ser de competência da universidade  (Faculdade de Letras da Universidade...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• Dispersão identitária patente em designações de  cursos como Bibliotecas, Arquivos e  D...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• Crise do modelo formativo (transição da década de  1990-2000)• Reposicionamento da área...
Ciência da Informaçãoem P ortugal• O processo chegou às universidades portuguesas  com o objetivo de “ melhorar a qualidad...
Tecn. da Informaçãona Formação em CI• Revolução tecnológica está inexoravelmenteconectada à CI (NEVELING e WERSIG, 1975;SA...
Tecn. da Informaçãona Formação em CI• As TICs podem ser consideradas como um dosfatores centrais do debate acerca dasreest...
Tecn. da Informaçãona Formação em CI• A abordagem tecnológica na formação do  campo deve ir além de apresentar os ganhos  ...
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.• O universo empírico da pesquisa = 07 (sete) cursos  da área de Informação e Docume...
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
Formação tecnológicaem Ciência da Inf. Métodos de ensino: - 80% ‘ aulas teóricas e práticas’ ; - 63,3% recurso de trabalho...
Formação tecnológicaem Ciência da Inf. Ferramentas:Moodle (6), Power Point (5), Notepad++ (2),Windows 7 (2), Cmaptools (2)...
Formação tecnológicaem Ciência da Inf.   Avaliação:  - 80% projetos/trabalhos (individuais ou  em grupo);  - 73,3% provas,...
Considerações finais• Evolução tecnológica na CI = variedade deconteúdo• Os sistemas de informação como temáticacentral do...
Considerações finais• A Universidade de Évora é a única queapresenta na estrutura da unidade curricular, umcampo para apre...
Considerações finais• O processo exige integração de áreas, demandaparcerias entre diferentes departamentosuniversitários ...
Considerações finais• Desdobramentos:Análise qualitativa dos objetivos, competênciase resultados de aprendizagem = perspe...
ReferênciasBASTOS, João Augusto de Souza Leão de Almeida. Educação e tecnologia. Educação &Tecnologia. Revista Técnico Cie...
ReferênciasPINTO, Maria Manuela Gomes de Azevedo. A formação em ciência da informação edocumentação: Portugal na contempor...
ReferênciasSILVA, Armando Malheiro da. Inclusão digital e literacia informacional em ciência dainformação. Prisma.com, n.8...
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Tecnologia da informação e comunicação e a formação em Ciências da Informação e da Documentação em Portugal

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Discorre sobre a ciência da informação em Portugal tendo como foco a formação tecnológica nessa área. Apresenta os resultados preliminares de uma pesquisa em andamento que tem por objetivo traçar o panorama da tecnologia da informação e comunicação enquanto
conteúdo formativo na ciência da informação deste país. Para tanto analisa o componente tecnológico no ensino do campo a partir das unidades curriculares de sete cursos de
licenciatura em ciência da informação e documentação de Portugal. A partir da análise documental caracteriza as bases tecnológicas dos cursos por meio das ementas, objetivos e
conteúdos programáticos das disciplinas de tecnologia. Destaca as diferenças e semelhanças de nomenclaturas, tempo de conclusão, créditos, cargas horárias e os principais conteúdos abordados. Como resultado, percebemos que o processo de Bolonha é o traço identificador
dos cursos e acaba por padronizar suas características gerais. Houve uma diferença acentuada na carga horária dedicada às disciplinas de tecnologia. Os sistemas de informação aparecem
como temática central dos conteúdos abordados, seguido das bases de dados e das aplicações multimédia e da internet.

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Tecnologia da informação e comunicação e a formação em Ciências da Informação e da Documentação em Portugal

  1. 1. Tecnologia da informação e comunicação e a formação em Ciências da Informação e da Documentação em PortugalRonaldo F Araújo - @ronaldfar .Doutorando em Ciência Informação (UFMG)Professor do Curso de Biblioteconomia (UFAL)Armando M B M . . alheiros da SilvaDoutor em História (Univ. do Minho)Professor do Curso de Ciências da Informação e da Documentação (FLUP/UP)
  2. 2. Agenda• Considerações iniciais• Ciência da Informação em Portugal• Tecn. da Inf. na Formação em CI• Formação tecnológica em CI• Considerações finais
  3. 3. Considerações iniciaisComponente tecnológico = mudanças.a e ducação no mundo de ho je te nde a se r te cno ló g ica,e e xig ir cada ve z mais o e nte ndime nto einterpretação de tecnologias (Bastos, 1997) Conteúdo formativo TI Prática pedagógica
  4. 4. Considerações iniciaisP esquisa Compreender o componente tecnológico enquantoconteúdo formativo nos cursos de Ciências daInformação e da Documentação de PortugalContextoMudança de paradigma - do custodial, patrimonialista,histociricista e tecnicista para um paradigmaemergente pós-custodial, informacional e cientifico(SILVA e RIBEIRO, 2011)
  5. 5. Ciência da Informaçãoem P ortugal• 1887 - Inspecção Geral das Bibliotecas e Arquivos Públicos • “ Curso de instrucção superior de bibliotechario- archivista” (SOUZA, 2009; PINTO, 2008).• “ começou por ser, a única via para treinar os profissionais habilitados a desempenhar funções nas bibliotecas e nos arquivos” (RIBEIRO, 2005, p.3) • Nível superior, 3 anos, profissionalizante- especilizada
  6. 6. Ciência da Informaçãoem P ortugal• Reformas posteriores (de natureza política ou institucional): Arquivos e bibliotecas passarem a ser de tutela do Estado; a abordagem exclusivamente profissional com retirada do curso do âmbito universitário (ficando apenas a cargo da Inspecção de Bibliotecas e Arquivos); redução da formação para 2 anos; estatuto de pós-graduação RIBEIRO (2005)
  7. 7. Ciência da Informaçãoem P ortugal• 1935 - volta a ser de competência da universidade (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra);• Inalterado até1982 = Curso de Especialização em Ciências Documentais RIBEIRO (2005)
  8. 8. Ciência da Informaçãoem P ortugal• Dispersão identitária patente em designações de cursos como Bibliotecas, Arquivos e Documentação, Ciências Documentais, Documentação e Arquivística, Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação, Ciência da Informação e da Documentação, Ciências da Informação (termo plural), Ciência da informação (termo singular) ou Ciência da Informação Arquivística e Biblioteconómica. (PINTO, 2008, p.8)
  9. 9. Ciência da Informaçãoem P ortugal• Crise do modelo formativo (transição da década de 1990-2000)• Reposicionamento da área = formular novas soluções, ao nível da formação, mais próximas das atuais necessidades de ensino, pesquisa e formação profissional.• A partir de 2001 iniciou-se uma nova fase com a criação dos cursos de Licenciatura em Ciência da Informação, adaptados, uns anos depois da criação, ao P rocesso de B olonha
  10. 10. Ciência da Informaçãoem P ortugal• O processo chegou às universidades portuguesas com o objetivo de “ melhorar a qualidade e a relevância das formações oferecidas, assegurando uma real internacionalização das formações pós- secundárias” (FREITAS, 2006, p.11)• O processo trouxe novas exigências, na medida em que pressupõe a incorporação de conteúdos das áreas de gestão, tecnologias e ciência da informação (CARDOSO e CALIXTO, 2010).
  11. 11. Tecn. da Informaçãona Formação em CI• Revolução tecnológica está inexoravelmenteconectada à CI (NEVELING e WERSIG, 1975;SARACEVIC, 1992 e 1996; CAPURRO, 2003;OLIVEIRA, 2005).• Não deve ser vista apenas como um elementoexterno que provoca modificações aofuncionamento da área e sim como componenteconstituinte das próprias causas para o surgimentodo campo
  12. 12. Tecn. da Informaçãona Formação em CI• As TICs podem ser consideradas como um dosfatores centrais do debate acerca dasreestruturações dos cursos e o surgimento dosnovos modelos formativos na área da Ciência daInformação em Portugal• Interdisciplinridade da CI com a Ciência daComputação (SARACEVIC, 1996; LIMA, 2003;OLIVEIRA, 2005; ALVES et. al., 2007)
  13. 13. Tecn. da Informaçãona Formação em CI• A abordagem tecnológica na formação do campo deve ir além de apresentar os ganhos com a automação e as novidades de informática;• Demanda uma reflexão sobre as principais teorias, métodos e ferramentas tecnológicas e suas aplicações no ciclo informacional no contexto da Sociedade da Informação.
  14. 14. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.• O universo empírico da pesquisa = 07 (sete) cursos da área de Informação e Documentação identificados conforme informações disponíveis no Índice de Cursos da Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES) do Ministério da Ciência Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) de Portugal.• Análise documental – Unidades Curriculares das disciplinas de cunho tecnológico (30)• Nome da disciplina, carga horária, créditos, natureza, ementa, objetivo, conteúdo programático,
  15. 15. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
  16. 16. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
  17. 17. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
  18. 18. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
  19. 19. Formação tecnológicaem Ciência da Inf.
  20. 20. Formação tecnológicaem Ciência da Inf. Métodos de ensino: - 80% ‘ aulas teóricas e práticas’ ; - 63,3% recurso de trabalhos (individuais ou em grupo) ; - 46% recursos online (e-learning);
  21. 21. Formação tecnológicaem Ciência da Inf. Ferramentas:Moodle (6), Power Point (5), Notepad++ (2),Windows 7 (2), Cmaptools (2), MicrosofitAccess (2), Plone (1), OpenOffice (1),Microsofit Office (1), Oracle Database (1),Ubuntu (1), VNC Viewer (1).
  22. 22. Formação tecnológicaem Ciência da Inf. Avaliação: - 80% projetos/trabalhos (individuais ou em grupo); - 73,3% provas, exames ou testes ; - 70% contínua ou distribuída; - 23% participação discente.
  23. 23. Considerações finais• Evolução tecnológica na CI = variedade deconteúdo• Os sistemas de informação como temáticacentral dos conteúdos, seguido das bases de dadose das tecnologias interativas, das aplicaçõesmultimédia e da internet• Falta de padronização nas unidades curricularese ausência de informações
  24. 24. Considerações finais• A Universidade de Évora é a única queapresenta na estrutura da unidade curricular, umcampo para apresentar a coerência dos conteúdosprogramáticos e das metodologias de ensino comos objetivos da unidade curricular da disciplina.• O processo de Bolonha pode ser consideradocomo traço identificador do modelo de formaçãodos cursos analisados
  25. 25. Considerações finais• O processo exige integração de áreas, demandaparcerias entre diferentes departamentosuniversitários com a proposta de constituirmodelos de formação interdisciplinar e superar aslimitações de áreas estanques: UP - articulação entre as Faculdades deEngenharia e Letras (CASTRO et al., 2011); UE - parceria dos Departamentos de História,Informática e Gestão de empresas (VAZ, 2006).
  26. 26. Considerações finais• Desdobramentos:Análise qualitativa dos objetivos, competênciase resultados de aprendizagem = perspectiva daform açãoAnalisar quem são os professores, qual suaformação acadêmica, sua percepção sobre o papeldas TIC’ s na formação de seus alunosCaracterizar a bibliografia empregada
  27. 27. ReferênciasBASTOS, João Augusto de Souza Leão de Almeida. Educação e tecnologia. Educação &Tecnologia. Revista Técnico Científica dos Programas de Pós-graduação em Tecnologia dosCEFETs PR/MG/RJ, Curitiba, ano I, n° 1, abr. 1997, pp. 4-29CAPURRO, R. Epistemologia e ciência da informação. In: ENCONTRO NACIONAL DEPESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO - ENANCIB, 5., 2003. Belo Horizonte.Anais... Belo Horizonte: UFMG, 2003.CARDOSO, A. M. P.; CALIXTO, J. A.. Modelos de formação em Ciência(s) daInformação: estudo comparativo entre Brasil e Portugal. In: Congresso Nacional deBibliotecários, Arquivistas e Documentalistas. Guimarães, 7, 8 e 9, Abr. 2010. Actas...Guimarães, 2010. <http://www.bad.pt/publicacoes/index.php/congressosbad/article/view/164/159 >. Acesso em:17 fev 2011.LIMA, Gercina Ângela Borém. Interfaces entre a ciência da informação e a ciênciacognitiva. Ci. Inf., Brasília, v. 32, n. 1, p. 77-87, jan./abr., 2003. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v32n1/15975.pdf >. Acesso em: 30 mai. 2012OLIVEIRA, M. (Org). Ciência da Informação e Biblioteconomia: novos conteúdos eespaços de atuação. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2005.
  28. 28. ReferênciasPINTO, Maria Manuela Gomes de Azevedo. A formação em ciência da informação edocumentação: Portugal na contemporaneidade. Lisboa. Páginas a& b: arquivos ebibliotecas. v. n.1, p.7-62, 2008.RIBEIRO, Fernanda. Formação e mercado de trabalho em informação e documentação emPortugal. VI Coloquio Internacional de Ciencias de la Documentación, Salamanca, out.,2005. In: Anais... ,Salamanca, 2005, 21 p.SARACEVIC, Tefko. "Information science: origin, evolution and relations" inCONFERENCE ON CONCEPTS OF LIBRARY AND INFORMATION SCIENCE, 1991,Tampere, Finlândia. Conceptions of library and information science: historical, empiricaland theoretical perspectives; ed. by Perti Vakkari and Blaise Cronin. Los Angeles: TaylorGraham, 1992. p. 299-312.SARACEVIC, Tefko. Ciência da informação: origem, evolução e relações. Perspec. Ci. Inf.,Belo Horizonte, v. 1, n. 1, p. 41-62, jan./jun. 1996. Disponível em: <http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/235/22>. Acesso em: 03fev. 2012.SILVA, Armando Malheiro da. Ciência da Informação e Sistemas de Informação: (re)examede uma relação disciplinar. Prisma.com, n.11, p.2-30, jul., 2010.
  29. 29. ReferênciasSILVA, Armando Malheiro da. Inclusão digital e literacia informacional em ciência dainformação. Prisma.com, n.8, p.16-43, 2008. Disponível em: <http://revistas.ua.pt/index.php/prismacom/article/viewFile/683/pdf >. Acesso em: 20 jun 2012.SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda. Paradigmas, serviços e mediações emCiência da Informação. Recife: Néctar, 2011.SILVA, Armando Malheiro da; RIBEIRO, Fernanda. Das “ ciências” documentais à ciência dainformação: ensaio epistemológico para um novo modelo curricular. Porto: Afrontamento,2002.SOUZA, Tereza Batista de. O ensino de representação descritiva nos cursos da área de ciênciada informação no Brasil e em Portugal: estudo comparativo. (Tese de doutorado) Faculdade deLetras da Universidade do Porto – FLUP, 2009, 376f.VAZ, Francisco António Lourenço.. A formação em Ciências da Informação e daDocumentação. Cadernos BAD, n.1, p.68-76, 2006. Disponível em: <http://www.apbad.pt/CadernosBAD/Caderno12006/CadBAD1_06_FranciscoVaz.pdf >. Acessoem: 09 mar. 2012.
  30. 30. Obrigado!ronaldfa@gmail.com @ronaldfar

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