Logística Empresarial

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  • A revisão feita pelo IBGE em março é um procedimento normal, recomendado pela ONU – que estabelece as normas internacionais para o Sistema de Contas Nacionais. O IBGE dispõe hoje de pesquisas que não existiam no passado, tais como a POF – 2003 Pesquisa de Orçamentos Familiares e a PAIC – Pesquisa Anual da Indústria da Construção. Com base nisso, o IBGE revisou o cálculo do PIB desde 2000. A nova série revelou um PIB mais elevado, mais volátil e com uma participação maior do setor de serviços (63% do PIB corresponde a serviços no Brasil hoje; nos EUA, 71%).
  • G7: EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão Índia, China e Rússia: crescimento ponderado pelo PIB de cada país, como no G7
  • A revisão feita pelo IBGE em março é um procedimento normal, recomendado pela ONU – que estabelece as normas internacionais para o Sistema de Contas Nacionais. O IBGE dispõe hoje de pesquisas que não existiam no passado, tais como a POF – 2003 Pesquisa de Orçamentos Familiares e a PAIC – Pesquisa Anual da Indústria da Construção. Com base nisso, o IBGE revisou o cálculo do PIB desde 2000. A nova série revelou um PIB mais elevado, mais volátil e com uma participação maior do setor de serviços (63% do PIB corresponde a serviços no Brasil hoje; nos EUA, 71%).
  • Logística Empresarial

    1. 1. <ul><li>6 de Dezembro de 2011 </li></ul>Faculdade Jaguariuna Romilson Cesar Lima Logística
    2. 2. <ul><li>Dois estudo de caso em sala (em grupo de no máximo 3 pessoas) – 1,0 ponto </li></ul><ul><li>Avaliação Integrativa – 2,0 pontos </li></ul><ul><li>Avaliação Bimestral – 7,0 pontos </li></ul>Avaliação
    3. 3. <ul><li>Sumário do Curso </li></ul><ul><li>Conceitos </li></ul><ul><li>Transporte </li></ul><ul><li>Armazenagem </li></ul><ul><li>Distribuição </li></ul>
    4. 4. O que é Logística?
    5. 5. <ul><li>A logística estuda processos de: </li></ul><ul><li>Armazenagem </li></ul><ul><li>Transporte </li></ul>Fundamentos de Logística
    6. 6. Para ser mais competitiva é necessário, “para alguns segmentos”: Maior velocidade no transporte Menor volume no estoque Fundamentos de Logística
    7. 7. <ul><li>Ou seja, temos que: </li></ul><ul><li>Entregar a quantidade certa </li></ul><ul><li>No local certo </li></ul><ul><li>No momento exato </li></ul><ul><li>E com um custo acessível </li></ul>Fundamentos de Logística
    8. 8. Por que devemos ser tão assertivos? Fundamentos de Logística
    9. 9. Pense o seguinte: Quanto tempo durava uma geladeira nos anos 70? Quanto tempo dura uma geladeira hoje? Por quê isto está ocorrendo? INOVAÇÃO Fundamentos de Logística
    10. 10. Fluxo de informação mais veloz Fluxo físico mais assertivo Fundamentos de Logística
    11. 11. <ul><li>Modelos de cadeia: </li></ul><ul><li>Cadeia Vertical </li></ul><ul><li>Cadeia Horizontal </li></ul>Fundamentos de Logística
    12. 12. Modelos de cadeia: Vertical <ul><li>Poucos fornecedores; </li></ul><ul><li>Menor flexibilidade; </li></ul><ul><li>Poucos produtos. </li></ul>Fundamentos de Logística
    13. 13. Modelos de cadeia: Horizontal <ul><li>Muitos fornecedores; </li></ul><ul><li>Grande flexibilidade; </li></ul><ul><li>Muitos produtos. </li></ul>Fundamentos de Logística
    14. 14. FORNECEDOR FORNECEDOR MANUFATURA DISTRIBUIDOR VAREJO Cadeia horizontal necessita de maior integração: Supply Chain Management informação Canal de relacionamento e venda: INTERNET Fundamentos de Logística
    15. 15. transporte Gestão Estratégica de Estoques
    16. 16. Lembram-se do problema da Inovação? Qual o problema gerado? A mudança no CICLO DE VIDA dos produtos Gestão de Estoques
    17. 17. Ciclo de vida longo Baixo Risco de estoque ANTES HOJE ALTO RISCO em estocar Ciclo de vida CURTO Gestão de Estoques
    18. 18. Demanda real Demanda prevista Volume do estoque Por isto devemos procurar antecipar as demandas Gestão de Estoques
    19. 19. Existem dois tipos básicos de Demanda: - Demanda Inelástica - Demanda Elástica Gestão de Estoques
    20. 20. Demanda Tempo Ano 1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Inelástica t 1 Aumento de preço Sazonalidade
    21. 21. Commodities preços baixos - atributo logístico ESTOQUE Gestão de Estoques Demanda Inelástica
    22. 22. Produtos de marca NÃO EXISTE UM PADRÃO LOGÍSTICO Demanda Inelástica
    23. 23. Demanda Tempo Ano 1 Demanda Tempo Ano 2 Demanda Tempo Ano 3 Gestão de Estoques Demanda Elástica
    24. 24. Produtos com curto ciclo de vida preços altos - atributo logístico TRANSPORTE Gestão de Estoques Demanda Elástica
    25. 25. Como reduzir os riscos de estoque? &quot;ENTREGA POSTERGADA&quot; Gestão de Estoques
    26. 26. Entrega do produto Produção Pedido feito pelo cliente Ciclo total Gestão de Estoques Vantagem da entrega postergada &quot;Previsão da Demanda&quot;
    27. 27. Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejo Cliente Gestão de Estoques Desintermediação do canal de suprimentos Canal tradicional NOVO CANAL UMA VANTAGEM ADICIONAL CRM
    28. 28. Desvantagem Complexidade na distribuição Fornecedor Manufatura Alta Capilaridade Gestão de Estoques
    29. 29. Política de estoques: *após a compra: Estoque Puxado * na hora da compra: Estoque Empurrado Gestão de Estoques
    30. 30. Fornecedor Manufatura Cliente Compra Entrega Produção Gestão de Estoques Estoque Puxado Exemplo: novo canal
    31. 31. Fornecedor Manufatura Cliente Varejo Gestão de Estoques Estoque Empurrado Estoque em todos os pontos da cadeia
    32. 32. Demanda Empurrado Puxado Gestão de Estoques
    33. 33. <ul><li>É possível determinar a política de estoques com dois parâmetros, sendo eles: </li></ul><ul><li>Curva ABC </li></ul><ul><li>Ciclo de vida </li></ul>Gestão de Estoques
    34. 34. <ul><li>80% das vendas das empresas são gerados por 20% da linha de produtos. </li></ul><ul><ul><li>Lei de Pareto </li></ul></ul>Gestão de Estoques
    35. 35. Curva ABC Gestão de Estoques demanda produtos A B C 20% 50% 100% 30% 50% 80% 100% 20%
    36. 36. Com a quantificação é possível determinar o CICLO DE VIDA dos produtos Gestão de Estoques tempo demanda introdução crescimento maturidade descontinuidade
    37. 37. Armazenagem Gestão de Armazenagem
    38. 38. <ul><li>Finalidade será gerenciar: </li></ul><ul><li>Estoques na manufatura </li></ul><ul><li>Estoques no ponta de venda </li></ul><ul><li>Regular demanda </li></ul><ul><li>Melhorar o NÍVEL DE SERVIÇO </li></ul>Gestão de Armazenagem
    39. 39. Fornecedor Manufatura Distribuidor Varejo Cliente O estoque poderá ser armazenado ao longo da cadeia NÍVEIS DE DISTRIBUIÇÃO Gestão de Armazenagem
    40. 40. <ul><li>Tipos de Armazém </li></ul><ul><ul><li>Transit Point </li></ul></ul><ul><ul><li>Cross-Docking </li></ul></ul><ul><ul><li>Centro de Distribuição </li></ul></ul>Gestão de Armazenagem
    41. 41. <ul><li>Transit Point </li></ul>Gestão de Armazenagem
    42. 42. <ul><li>Cross-Docking </li></ul>Gestão de Armazenagem
    43. 43. <ul><li>CD </li></ul><ul><ul><li>Usado pelo varejo e indústria </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivo: consolidar cargas de pequeno volume e grande volume </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo de estocagem: mais de 24 horas </li></ul></ul>Gestão de Armazenagem
    44. 44. Gestão de Armazenagem
    45. 45. <ul><li>CD </li></ul><ul><ul><li>Necessidade de Endereçamento </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso do WMS (Warehouse Management System) e software roteirizador de armazém </li></ul></ul><ul><ul><li>Roteirizador – Software roteirizador de caminhos das entregas finais </li></ul></ul><ul><ul><li>WMS + Roteirizador </li></ul></ul>Gestão de Armazenagem
    46. 46. ARMAZÉM A B C D E A E SEQÜÊNCIA DO ROTEIRO DE ENTREGA: D C B Gestão de Armazenagem <ul><ul><li>Roteirizador </li></ul></ul>
    47. 47. WMS – Warehouse Management System Gestão de Armazenagem
    48. 48. Gestão de Armazém Gestão de Armazenagem Produtos ou matéria prima Recebimento ou expedição Armazenagem Movimentação física Picking e packing Embarque físico Montagem de Cargas Locação de material Controle de Qualidade Controle de Embalagem Inventario Gestão de recursos
    49. 49. Gestão de Armazenagem
    50. 50. Controle de perecividade e qualidade, permitindo liberações ou bloqueio de locações conforme qualidade . Configurável com as características do físicas do armazém Otimização de endereçamento Configuração de seqüência de retirada do item da locação. FIFO , FEFO e LIFO FIFO – first-in-first-out FEFO – first-expire-first-out LIFO – last-in-first-out Gestão de Armazenagem WMS Warehouse Management System
    51. 51. Gestão de Armazenagem Simulação de vencimento de lotes. Controle de Tarefas Rotinas de inventario. Inventario WMS Warehouse Management System Controle de embalagens abertas. ------------------ ------------------ ------------------ Contratos de venda
    52. 52. Integração a partir do pedido Gestão de Armazenagem
    53. 53. transporte Gestão de Transporte
    54. 54. <ul><li>Como distribuir? </li></ul><ul><li>Por modais – modos de transporte </li></ul>Gestão de Transporte Rodoviário Ferroviário
    55. 55. Dutoviário Gestão de Transporte Aeroviário Aquaviário
    56. 56. Estudo de caso Airbus Airbus Gestão de Transporte
    57. 57. A logística do Airbus A 380 Gestão de Transporte
    58. 58. Gestão de Transporte Alta Média Muito Limitada Muito Limitado Lento Baixo Dutoviário Alta Alta Limitada Extensivo Muito Rápido Muito Alto Aéreo Alta Muito Alta Alta Muito Extensivo Rápido Alto Rodoviário Média Muito Baixa Muito Alta Limitado Muito Lento Muito Baixo Hidroviário Média Baixa Alta Semi Extensivo Média Médio Ferroviário Confiabilidade Freqüência Variedade de produtos Abrangência Rapidez de Entrega Custo Modo Característica de Transporte
    59. 59. Gestão de Transporte Solicitação [1] Disponibilizar carga [2] Trasporte [3] [1]+[2]+[3]= lead time [3]= transit time
    60. 60. Relembrando Entrega do produto Produção Pedido feito pelo cliente Ciclo total LEAD TIME DO PEDIDO Gestão de Transporte
    61. 61. Gestão de Transporte Infra-estrutura logística brasileira
    62. 62. O PIB brasileiro no ranking mundial US$ correntes 2006 *Dado revisado pelo IBGE em março de 2007. Fonte: FMI <ul><li>MUNDO: US$ 48,1 tri </li></ul><ul><li>EUA US$ 14,53 tri </li></ul><ul><li>Japão US$ 4,37 tri </li></ul><ul><li>Alemanha US$ 2,90 tri </li></ul><ul><li>China US$ 2,63 tri </li></ul><ul><li>Reino Unido US$ 2,34 tri </li></ul><ul><li>França US$ 2,23 tri </li></ul><ul><li>Itália US$ 1,85 tri </li></ul><ul><li>Canadá US$ 1,27 tri </li></ul><ul><li>Espanha US$ 1,22 tri </li></ul><ul><li>Brasil* US$ 1,07 tri </li></ul>Segundo estudos do The Economist Intelligence Unit, a dimensão absoluta do PIB é um determinante relevante na atração do IDE Média de crescimento de 3% ao ano
    63. 63. A taxa de crescimento do PIB brasileiro no ranking mundial % para os anos de 2005 e 2006 (previsões para 2007 e 2008) <ul><li> 2005 2006 2007 2008 </li></ul><ul><li>MUNDO 3,3 3,8 3,5 3,3 </li></ul><ul><li>G7 2,3 2,6 2,1 1,9 </li></ul><ul><li>Índia, China e Rússia 9,3 8,8 8,6 7,9 </li></ul><ul><li>Europa centro-oriental 5,5 6,3 5,8 5,2 </li></ul><ul><li>Brasil 2,9 3,7 4,7* 4,5* </li></ul>Fonte original: FMI. * Elaboração própria.
    64. 64. Brasil: PIB o fim da “era da incerteza” 1990-2007 – série atualizada Crise Mexicana Crise da Ásia Crise da Rússia Mudança do regime cambial Apagão e Argentina Eleição Collor Fonte: IBGE. Collor Itamar FHC 1 FHC 2 Lula Crescimento moderado mas estável US$ 1,07 tri
    65. 65. Como está a Logística do Brasil em relação ao cenário mundial
    66. 66. Participação do Brasil no comércio Mundial 1967 2006 0,9% 1% Exportação 1967 2006 0,8% Importação 0,8% 1967 2006 0,2 Saldo comercial (US$ Bilhões) 46 1967 2006 1,6 Volume de exportações (US$ Bilhões) 137 1967 2006 1,4 Volume de importações (US$ Bilhões) 91 PARTICIPAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES NO PIB 1967 6% 2006 15%
    67. 67. Infra-estrutura
    68. 68. Investimento mundial em infra-estrutura (1) Investimentos em água, energia, estradas, ferrovias, portos e aeroportos Fonte: Booz Allen Hamilton 0,9 Oriente Médio 1,1 África 6,5 Estados Unidos e Canadá 7,4 América Latina 9,1 Europa 15,8 Ásia e Oceania Para modernizar a infra-estrutura serão necessários 40 trilhões de dólares nos próximos 25 anos. O quadro mostra o investimento em infra-estrutura(1) no período (em trilhões de dólares)
    69. 69. Fonte: Banco Mundial O país precisará investir pelo menos 3,2% do PIB ao ano para manter um estoque mínimo de infra-estrutura até 2010 Investimento em Infra-estrutura
    70. 70. Investimento em Infra-estrutura Fonte: BNDES, elaboração SAE. 9,9 197,9 123,5 Infra-estrutura 18,5 38,1 16,3 Saneamento 7,4 11,0 7,7 Ferrovias n.d. 1,9 n.d. Portos 0,0 58,8 58,7 Comunicações 16,6 88,2 40,8 Energia Elétrica Realizado Previsão Crescimento (% ao ano) 2007-2010 2002-2005 Investimento (R$ bilhões) Previsão Setores
    71. 71. <ul><li>E na área de transportes, naturalmente, está refletido este padrão. </li></ul>O impacto no Setor de Transportes Fonte: Ministério dos Transportes 0,22 0,14 0,28 0,15 0,20 0,30 0,15 0,82 1987 1989 1991 1993 1995 1997 1999 2001 2003 2005 Investimentos da União em Transportes como percentual do PIB
    72. 72. Custo logístico: EUA: 10,5% do PIB (US$ 1,3 trilhão/US$ 12,36 trilhões ) Brasil: 20% do PIB (US$ 230 bilhões/US$ 1,15 trilhões ) Conseqüência : Impacto logística no custo final do produto EUA: média de 4% do valor final do produto Brasil: média de 7,2 % do valor final do produto Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Comparativo do custo Logístico 20% Brasil 18% México 13% Alemanha 12% Canadá 11.3% Japão 10,5 % EUA % do PIB País
    73. 73. Densidade de ferrovias Km/1000 Km 2 Extensão das ferrovias brasileiras: 28.500 km Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial 8.514.876,599 km²  Brasil 3,35
    74. 74. EUA 20,46 Extensão das ferrovias americanas: 197.000 km 9.629.091 km²  Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Densidade de ferrovias Km/1000 Km 2 30% 6,27 60.000 km 9 572 909 km² China 94% 19,16 63.000 km 3.287.590 km² Índia 24% 5,00 85.000 km 17.075.200 km² Rússia 16,4% 3,35 28.500 km 8.514.876,6 km² Brasil 100% 20,46 197.000 km 9.629.091 km² EUA % em relação aos EUA Densidade km/1000 km² Extensão da malha ferroviária Extensão territorial País
    75. 75. Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br) Matriz Modal
    76. 76. Fonte: Antt (http://www.antt.gov.br), CNT e Banco Mundial Comparação da velocidade média do modal ferroviário: Média mundial: 80 km/h (EUA) Média Brasil: 25 km/h Comparativo da velocidade ferroviária
    77. 77. Participação Modal Custo do transporte de soja US$ 40/1000 km Brasil – 80% modal rodoviário Custo do transporte de soja US$ 20/1000 km EUA – 70% modal hidroviário
    78. 78. Comparação entre o custo de exportação de soja do Brasil e dos Estados Unidos para a Alemanha (Hamburgo) US$/ton Fonte: Brazil Soybean Transportation Guide, US Department of Agriculture Saída pelo porto de Rio Grande; (2) Saída pelo porto de Paranaguá; (3) Saída pelo porto de Santos; (4) Saída pelo porto de Paranaguá. 21,5% 22,5% 24,6% 31,9% 43,3% 22,2% Participação do transporte no no custo final 274,7 280,5 279 267,7 288,8 267,9 Custo total 215,7 217,6 210,2 181,9 164,0 208,4 Valor na Fazenda 21,8 25,7 - - - - Frete Fluvial 28,6 28,6 47,2 48,2 47,2 46,7 Frete Marítimo (longo curso) 8,6 8,6 21,5 37,6 77,6 12,8 Frete Rodoviário 59,0 62,9 68,7 85,8 124,8 59,6 Total transporte Davenport Mineápolis (4) Centro-norte PR (3) Sul de GO (2) Norte de MT (1) Noroeste do RS Região de origem Estados Unidos Brasil País
    79. 79. <ul><li>Investimentos privados e independentes, bitolas distintas. </li></ul><ul><li>Bitolas existentes: </li></ul><ul><ul><li>1,00 m </li></ul></ul><ul><ul><li>1,60 m </li></ul></ul><ul><li>Dificuldades para integração de fluxos </li></ul>
    80. 80. <ul><li>Além do menor frete as modal aquaviário possui o menor preço de implantação </li></ul><ul><li>Custo por implantação por km no Brasil: </li></ul><ul><ul><li>Rodovia - R$ 600.000,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>Ferrovia – R$ 700.000,00 </li></ul></ul><ul><ul><li>Hidrovia – R$ 100.000,00 </li></ul></ul>Gestão de Transporte
    81. 81. <ul><li>Problemas com os portos brasileiros: </li></ul><ul><li>Falta de infra-estrutura </li></ul><ul><li>Falta de estradas e ferrovias com destino aos portos </li></ul><ul><li>Muita lentidão </li></ul><ul><li>Tecnologia obsoleta </li></ul>US$ 1,2 bilhões poderiam ser economizados com o aumento do calado – Santos 12 m (grandes navios requerem 17 m) 40 contêineres/h são movimentados nos portos brasileiros. Na Europa são movimentados 120 contêineres/h
    82. 82. <ul><li>Carga completa </li></ul><ul><li>Milk Run </li></ul><ul><li>Carga Fracionada </li></ul>Gestão de Transporte
    83. 83. Fornecedor Manufatura Carga Completa Gestão de Transporte Transporte de toda a carga em um único modal
    84. 84. Fornecedor Manufatura Milk Run Gestão de Transporte Uso de vários fornecedores Fornecedor Fornecedor
    85. 85. Fornecedor Manufatura Carga Fracionada Gestão de Transporte Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Fornecedor Transit Point Carga completa
    86. 86. <ul><li>Gestão de Operações </li></ul>
    87. 87. Operação e gerenciamento da produção <ul><li>Just-in-time (JIT) </li></ul><ul><ul><li>Significa produzir bens e serviços no “momento que são necessários” </li></ul></ul><ul><ul><li>A produção antecipada gera estoques </li></ul></ul>
    88. 88. Operação e gerenciamento da produção <ul><li>O JIT permite que se veja os problemas operacionais permitindo minimizá-los </li></ul>NÍVEL DO ESTOQUE erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina NÍVEL DO ESTOQUE O ALTO NÍVEL DE ESTOQUE ENCOBRE ERROS erros de produção refugos retrabalho refugos arranjo físico ruim operadores não preparados estoques em processos demanda instável produto for a de padrão quebra de máquina ERROS VISÍVIES
    89. 89. Kanban X Just-in-Time <ul><li>Uma vez calculado o estoque de segurança, é necessário determinar os níveis de alerta que o quadro deve indicar. </li></ul>
    90. 90. DIMENSIONAMENTO <ul><li>O Kanban determina o evento que dispara a ação de reposição (nível, número de embalagens liberadas, espaço vazio, etc.) </li></ul><ul><li>Após o evento, deve restar no estoque uma quantidade suficiente para que a reposição seja concretizada. </li></ul>
    91. 91. <ul><li>Após selecionado o quadro, é necessário: </li></ul><ul><ul><li>Demanda do item </li></ul></ul><ul><ul><li>O tempo que o primeiro cartão que “abandona” o material, volta com material associado </li></ul></ul>DIMENSIONAMENTO
    92. 92. Just-in-sequence Just-in-Sequence
    93. 93. Transporte – Abastecimento Just-in-Sequence
    94. 94. Just-in-Sequence Transporte – Abastecimento
    95. 95. Parque de Fornecedores Externo Prédio Montagem Final Condomínio Industrial Delphi Lear Marelli Aethra Thyssen Magna CBA Bundy Johnson Lear Continental
    96. 96. Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial
    97. 97. Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial Parque de Fornecedores Externo Linha de Montage Final
    98. 98. Rebocador Elétrico para comboio interno de Racks Logística Interna de suprimento Condomínio Industrial
    99. 99. Transporte – Consórcio Modular <ul><li>Consórcio Modular </li></ul><ul><ul><li>Terceirização da produção </li></ul></ul><ul><ul><li>Funcionário dos fornecedores produzem os produtos </li></ul></ul><ul><ul><li>VW caminhões - Resende </li></ul></ul>
    100. 100. José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg José Luiz Meinberg ARMAÇÃO PINTURA MONTAGEM MAXION CARESE DELGA SIEMENS VDO POWERTRAIN ARVIM MERITOR 2 1 1 REMON 2 ACABAMENTO TESTES FINAIS MOTOR CÂMBIO FonteJosé Luiz Meinberg VOLKSWAGEN TRUCK $ BUS SOUTH AMERICA
    101. 101. Canais de distribuição <ul><li>Gestão da Distribuição </li></ul>
    102. 102. <ul><ul><li>Canal de Distribuição </li></ul></ul>Gestão da Distribuição
    103. 103. <ul><ul><li>Um canal de distribuição bem estruturado possibilita um bom nível de serviço no aspecto disponibilidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Conseqüências – possibilidade de melhoria no índice de retenção dos clientes </li></ul></ul>Gestão da Distribuição
    104. 104. <ul><ul><li>A disponibilidade = barreira de saída – mesmo pagando preço premium , a comodidade e a certeza de achar o que se quer  determinante na decisão de compra </li></ul></ul>Gestão da Distribuição
    105. 105. <ul><li>Tipos de Canais </li></ul><ul><ul><li>Canais Verticais </li></ul></ul><ul><ul><li>Canais Híbridos </li></ul></ul><ul><ul><li>Canais Múltiplos </li></ul></ul>Gestão da Distribuição
    106. 106. <ul><li>Canais </li></ul><ul><li>Verticais </li></ul>Gestão da Distribuição
    107. 107. <ul><li>Canais </li></ul><ul><li>Híbridos </li></ul>Gestão da Distribuição
    108. 108. <ul><li>Canais Híbridos X Canais Verticais </li></ul>Gestão da Distribuição
    109. 109. <ul><li>Canais Múltiplos </li></ul><ul><ul><li>Satisfazer a cada nicho específico </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Internet </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>call center </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>lojas físicas </li></ul></ul></ul>Gestão da Distribuição
    110. 110. <ul><li>Propriedade dos canais de distribuição </li></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Exclusiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Seletiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Intensiva </li></ul></ul></ul>Gestão da Distribuição
    111. 111. <ul><li>Propriedade dos canais de distribuição </li></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Exclusiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Produtos especiais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Produtos de Marca </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Foco em padronização no atendimento </li></ul></ul></ul></ul>Gestão da Distribuição
    112. 112. <ul><li>Propriedade dos canais de distribuição </li></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Seletiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>pesquisa antes da compra </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Foco no posicionamento do mercado </li></ul></ul></ul></ul>Gestão da Distribuição
    113. 113. <ul><li>Propriedade dos canais de distribuição </li></ul><ul><ul><ul><li>Distribuição Intensiva </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>consumo freqüente </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Foco na capilaridade da distribuição </li></ul></ul></ul></ul>Gestão da Distribuição
    114. 114. A logística mostra-se essencial em um mercado complexo com cenários de total incerteza. Portanto, todo o cuidado com a logística mostra-se necessário. Boa Sorte em sua Jornada

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