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Direito - Comunicação e Expressão II - 1 modulo unidade I

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ESUP - Curso de Direito 2011/1 …

ESUP - Curso de Direito 2011/1
Período 3º
Disciplina: Comunicação e Expressão

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  • 19/11/09
  • 19/11/09
  • 19/11/09
  • Transcript

    • 1. Curso: Direito - 2011/1 Período: 3º Disciplina: Comunicação e Expressão II Docente: Hozana Barros dos Anjos Abdon Moura
    • 2.
      • Da Ementa
      • Gramática avançada e temas especiais da construção da língua portuguesa. Redação informal e formal. Espécies de redação oficial e padronizada. Compilação e interpretação de textos. Espécies fundamentais de texto escrito. Os agentes comunicantes. Temas de introdução à história e a teoria da literatura. Instrumentos eletrônicos de comunicação: aspectos positivos e negativos.
      • Dos Objetivos Gerais
      • Continuar o processo de aprimoramento do desempenho dos alunos quanto às suas habilidades e competências de leitura, compreensão e interpretação de textos, bem como de associar ideias, mediante a produção de discursos coerentes. Reforçar o processo de correção e amadurecimento lingüísticos dos alunos, considerando a importância tanto da fala quanto da escrita como um mecanismo fundamental de operação do Direito.
      •  
    • 3.
      • Dos Objetivos Específicos
      •   Levar o aluno a:
      • Conhecer os mecanismos indispensáveis ao desenvolvimento da habilidade de ler, com compreensão e espírito crítico, interpretar e produzir textos coerentes;
      • Interpretar o sentido de uma palavra
    • 4.
      • Da Avaliação
      • Avaliação contínua:
      • Participação no processo ensino-aprendizagem;
      • Atividades individuais e/ ou grupos;
      • Seminários;
      • Trabalhos individuais e/ ou grupos;
      • Avaliação escrita individual.
    • 5.
      • Unidade I
      • Dialética sobre Comunicação;
      • O que é Comunicação?
      • Linguagem Corporal;
      • A Mentira na Comunicação;
      • Tipos de Comunicação;
      • A Comunicação Não-Verbal e Verbal;
      • A Comunicação Eficaz;
      • Ruídos da Comunicação;
      • Para que usamos as palavras;
      • O Poder das Palavras;
      • O Ser Humano: Produto da Comunicação que viveu;
      • O Poder da Linguagem (Aristóteles).
    • 6.
      • Unidade II
      •  
      • Clareza, Concisão, Correção, Expressividade e Harmonia
      •  
      • 2.1 Introdução
      • 2.2 Clareza
      • 2.3 Concisão
      • 2.4 Correção
      • 2.5 Expressividade
      • 2.6 Harmonia
    • 7.
      • Unidade III
      • Redação Oficial Padrão
      •  
      • 3.1. Conceito
      • 3.2. Peculiaridades da redação oficial
      • 3.3. Princípios de Redação Oficial
      • 3.4. Emprego dos Pronomes de Tratamento
      • 3.5. Fechos para Comunicações
      • 3.6. Identificação do Signatário
      • 3.7. O Padrão Ofício
      • 3.8. Dificuldades da norma culta
    • 8.
      • Unidade IV
      •   Coerência e Coesão
      • 4.1. Conceito;
      • 4.2. Texto e coerência;
      • 4.3. Conceito de coerência e sua relação com coesão;
      • 4.4. Coerência e texto;
      • 4.5. Linguística do texto e coerência;
      • 4.6. Fatores de coerência
    • 9.
      • BIBLIOGRAFIA BÁSICA
      • GARCIA, Othon M. Comunicação em prosa moderna : aprenda a escrever, aprendendo a pensar. 23. ed. Rio de Janeiro: FGV, 2003.
      • MESQUITA, Roberto Melo. Gramática da língua portuguesa . 8. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.
      • BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
      • ABREU, Antônio Suárez. Gramática mínima – para o uso da língua padrão . São Paulo: Ateliê Editorial, 2002.
      • CIPRO NETO, Pasquale. Gramática da língua portuguesa . São Paulo: Scipione, 2002.
      • CUNHA, Celso e CINTRA, Luis F. Lindley. Nova gramática do português contemporâneo . 3. ed. São Paulo: Nova Fronteira, 2001.
      • FÁVERO, Leonor Lopes. Coesão e coerência textuais . 9. ed. São Paulo: Ática, 2003.
      • KOCK, Ingedore G. Vilhaça. Argumentação e linguagem . 7. ed. São Paulo: Cortez,
      • 2002.MARTINS, Maria Helena. O que é Leitura . São Paulo: Brasiliense (Primeiros Passos).
      • Bakhtin - Conceitos-Chave , Beth Brait (org.), 224 págs., Ed. Contexto.
    • 10.
      • UNIDADE I
      • “ Quando falares, procura que as tuas palavras sejam melhores que o teu silêncio. ”
      • ( Provérbio Indiano ).
    • 11. 1. Dialética sobre Comunicação
    • 12.
      • As comunicações são o centro gravitacional de todas as atividades humanas.
      • Literalmente nada acontece sem que haja prévia comunicação.
      • Um grande número de problemas pode ser ligado à falta de comunicação - saber qual é o problema já é ter meia solução.
      • Comunicar bem não é só transmitir ou só receber bem.
      • COMUNICACÃO é troca de ENTENDIMENTO, e ninguém entende ninguém sem considerar além das palavras, as emoções e a situação em que fazemos a tentativa de tornar comuns conhecimentos, idéias, instruções ou qualquer outra mensagem, seja ela verbal, escrita ou corporal.
    • 13.
      • As comunicações são como uma rua de duas mãos ,e a tarefa de comunicar-se não está concluída até que haja compreensão, aceitação e ação resultante.
      • A finalidade da comunicação é afetar comportamentos.
      • Um erro comum é o de emitir instruções por escrito e acreditar que sua interpretação será, assim, mais precisa e que não haverá possibilidade de problemas.
      • Temos plena necessidade de tanto verificar a receptividade de uma instrução escrita como a de examinar o entendimento de instruções verbais.
      • As recompensas das boas comunicações são grandes , mas difíceis são os meios de se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação.
    • 14.
      • Durante o processo de comunicação nos deparamos com situações e frases que interrompem e até matam a comunicação, você possivelmente já escutou ou sem querer disse:    
      • Traga essa idéia qualquer dia na próxima semana... marque uma entrevista com minha secretaria...
      • Escreva-a e coloque na caixa de sugestões...
      • Nós não temos tempo a perder com isso...
      • Já tentamos uma idéia exatamente como essa e não funcionou...
      • Somos muito pequenos para isso...
      • Esse não é o nosso estilo, não fazemos as coisas deste modo...
      • Vamos discutir em outra reunião...
      • O que? Isto é loucura...
    • 15.
      • 1.1 Bases da Comunicação para a vida
      • As recompensas das boas comunicações são grandes, mas difíceis são os meios de se obtê-las, para isto sempre esteja atento às bases para a boa comunicação, para que ocorra comunicação entre duas pessoas (transmissor/receptor) é vital que se observem as seguintes regras:   
      • Saber Ouvir - Demonstre estar apto a ouvir informações mesmo que desagradáveis e críticas, procurando vê-las de forma construtiva. Escute, ouça atentamente, demonstrando interesse pelo que está sendo apresentado, não interrompa desnecessariamente.
      • Examine o ponto criticado - Seja humilde e examine o ponto criticado para dar crédito as boas ideias e ao trabalho sincero. Ao receber criticas, procure extrair os aspectos positivos e construtivos. Posteriormente analise e estabeleça procedimentos de ajuste e/ou correções.
    • 16.
      • Expresse o seu interesse - Entre frequentemente em contato com as pessoas ao seu redor e escute. Expresse seu interesse pelos seus problemas e escute. Questione o interlocutor, peça detalhes.
      • Ações X Informações - Demonstre que ações são tomadas baseadas em informação, caso contrário o pessoal pensará que não valeu a pena o tempo e o esforço dispendidos para manter o fluxo de comunicação. Execute suas ações com base nas informações adquiridas e validadas.
      • Suas ações apoiam o que você diz? - Suas ações refletem o que você pensa e diz para os outros.
    • 17.
      • Procure ser objetivo - Seja objetivo, não faça rodeios, mesmo que a mensagem seja o que as pessoas não gostariam de ouvir.
      • Que mensagem quero transmitir? - Trace qual é o objetivo da mensagem, o que você deseja que os receptores da mensagem absorvam, qual é o verdadeiro propósito da comunicação.
      • A quem vou me dirigir? - Antes de transmitir alguma informação procure conhecer qual vai ser o público. A quem voce quer afetar e qual é o momento adequado. Se necessário, PREPARE-SE .
    • 18.
      • Consulte outras pessoas - Consulte outras pessoas para planejar as comunicações, peça opiniões, lembre que aqueles que o ajudam a planejar, com certeza o apoiarão.
      • Como transmitir? - Como você deve transmitir a sua mensagem, esteja atento a sua tonalidade de voz, da receptividade de quem ouve, bem como da linguagem que você irá utilizar.
    • 19.
      • Verifique se foi entendido - Sempre verifique se você foi entendido, faça perguntas, pergunte o que foi entendido e não se a pessoa entendeu. Após transmitir a informação, faça perguntas como: O que você entendeu? Você poderia repetir o que eu transmiti ?
      • Suas ações - Esteja certo de suas ações apóiam aquilo que você diz, lembre que ações falam mais alto do que palavras.
      • Entendimento - Procure não só ser compreendido como compreender, seja um bom ouvinte não só para os significados explícitos mas também para os implícitos.
      • Compartilhe - Compartilhe tanta informação quanto for possível, isto trará ganhos para todos os envolvidos.
    • 20.
      • "FEEDBACK" - O retorno de informações é importante para manter seus parceiros atualizados nos processos e atividades de interesse comum, sempre retorne a informação, mostre os resultados e ações consequentes de informação recebida anteriormente.
    • 21.
      • 2. Comunicação: conceito
    • 22.
      • 2. O que é Comunicação?
      • Etimologia: A origem da palavra comunicação veio do latim “ communicatio” que significa “está encarregado de” com o acréscimo do prefixo “co” e seu significado reunião.
      • Temos a ideia de uma “atividade realizada conjuntamente”, terminada e completada com tio , que reforça a idéia de atividade.
      • Comunicação –comum +ação , onde significa “ação em comum”, se tenha em conta que o “algo em comum” refere-se a um mesmo objetivo da consciência e não as coisas que se diz materiais.
    • 23.
      • Existe também o fato de comunicar, de estabelecer uma relação com alguém, uma transferência de informação para outrem o que sentimos.
      • Sem a comunicação, cada um de nós seria um mundo isolado.
      • A comunicação é uma atividade educativa que envolve troca de experiência entre pessoas de gerações diferentes, evitando-se assim que os grupos sociais retornem ao primitivismo.
    • 24.
      • Quem comunica é a fonte e, do outro lado, está o receptor.
      • O que se comunica é a mensagem. Pode ser vista, ouvida, tocada.
      • As formas de mensagens podem ser: palavras, gestos, olhares, movimentos do corpo.
      • As formas como as idéias são representadas são chamadas de signos. Em conjunto, formam os códigos: língua portuguesa, código Morse, Libras, sinais de trânsito. “Os meios são usados pelos interlocutores para transmitir sua mensagem. São eles: o artesão usa o barro, sua mão, sua voz para transmitir conhecimento ao filho. O locutor usa sua voz, o roteiro, o disco, a emissora de rádio, a fita gravada” (BORDENAVE). Antes do surgimento dos meios tecnológicos de transmissão de informação (TV, rádio, internet etc.), os meios de comunicação utilizados eram físicos, como os rios, navios, estradas etc.
    • 25.
      • 2.1 Origem da Comunicação
      • A comunicação começa já da pré-história com a comunicação de homens da mesma aldeia ou para transmitir a cultura e tradições.
      • A escrita foi estabelecida e criada na mesopotâmia, mas os Sumérios que inventaram a linguagem cuneiforme.
      • Usavam placas de barro e registravam o cotidiano político, econômico e administrativo da época.
    • 26.
      • Na Grécia se estudava a matéria sobre aspectos da Retórica, a arte de discursar e persuadir, convencer o povo.
      • Os principais pensadores que sistematizaram esse estudo foram Platão e Aristóteles, com os ensinamentos de Sócrates que remontam uma boa linguagem para passar o conhecimento, informação.
    • 27.
      • A principal característica de uma boa retórica vem da lógica aristotélica junto com a lingüística, que todo meio de comunicação tem que haver lógica.
      • Para se comunicar tem que ter uma certa lógica e essa lógica consiste em ter palavras articuladas e ter coerência com o que está sendo falado; ou seja, não se pode comunicar-se sem ter uma certa coerência para mostrar suas idéias. Isso sendo oral ou escrito.
    • 28.
      • A comunicação teve papel decisivo dentro da premissa historia humana seja para nomear imperadores ou impérios, na Roma antiga, os senadores tinham que ter um discurso bem colocado como vários imperadores que fizeram o império por causa da transmissão de suas glórias.
    • 29.
      • 2.2 Por que comunicar?
      • A comunicação está contida no nosso ambiente social.
      • Em uma conversa de botequim, em um gesto qualquer de reprovação, em um sinal de trânsito, em um espetáculo de dança ou em um diálogo entre surdos-mudos etc.
      • É impossível dissociar nossa vida, nossas necessidades, da comunicação.
      • “ Estudos feitos durante greves de jornais demonstram a intensidade dos sentimentos de privação e frustração que se desenvolvem quando aos leitores habituados lhes falta a leitura diária” (BORDENAVE).
    • 30.
      • Estudos também revelam que os meios de comunicação exercem influências positivas e negativas na vida das pessoas.
      • Ex.: jornais podem ajudar na tomada de decisão importante, propiciar o estabelecimento de contatos sociais, dar status (atributo intangível).
      • Novelas fazem “companhia” às pessoas, propiciam uma catarse emocional. Por meio das novelas, as pessoas aliviam carências, fracassos.
    • 31.
      • A Comunicação não se realiza apenas entre os homens, mas é típica da espécie humana.
      • Há muitos outros meios de que o homem se serve para comunicar ideias.
      • Todos os sinais, além das palavras, que se empregam para indicar sentimentos e atitudes – expressões faciais, gestos corporais, sons diversos – são excelentes meios de comunicação.
      • O seu emprego associado à palavra, é normalmente, muito eficaz para transmitir a intenção do comunicado.
    • 32.
      • Num processo de comunicação há um emissor, um receptor e, um meio, pelo qual a mensagem é propagada.
      • Esse meio ou canal pode ser verbal, corporal e escrito.
      • Por outro lado, qualquer mensagem, por mais trivial que seja, sofre um processo de perda e dissipação ou, de exacerbação e distorção, dependendo do mundo interno do receptor.
      • Armadilhas é que não faltam.
    • 33.
      • A brincadeira do telefone sem fio, por exemplo.
      • Uma pequena mensagem transmitida serialmente de boca a boca, por um certo número de indivíduos, vai sofrendo alterações ao longo do percurso, até chegar ao final com sentido bem diferente da origem.
      • Conclusão: mesmo mensagens simples, em pequeno circuito, sofrem alterações surpreendentes.
      • Baudelaire dizia: "O mundo gira através dos mal-entendidos."
    • 34.
      • O ditado "Uma imagem fala por mil palavras" refere-se à linguagem corporal.
      • Ficar cientes dos conflitos provocados se o corpo expressa uma atitude que as palavras tentam contradizer.
      • Falar e compreender a linguagem não verbal de quem se comunica com você é importante pois se for apenas pela informação falada, o processo está incompleto.
    • 35.
      • Ex.: Se uma pessoa estiver num ponto de ônibus, num dia frio, toda encolhida, provavelmente está com frio e tentando se proteger da temperatura.
      • Os sinais também refinam-se com a idade.
      • A criança quando mente coloca a mão sobre a boca;
      • O adolescente passa a mão pela boca;
      • E o adulto dá um leve e rápido toque de dedos no nariz.
    • 36.
      • Além da compreensão dos sinais do corpo, temos também a movimentação do próprio corpo. Cada pessoa tem ao redor de si, como um campo de proteção, um território íntimo. Essa área circular em torno da pessoa varia de acordo com a cultura, região e é medida pela distância entre os corpos.
      • Ex.: Essa área é menor entre pessoas da cidade, acostumadas com elevadores, congestionamentos, confinamentos do que entre pessoas do campo; ficar próximo do interlocutor é sinal de respeito para o japonês, o que já é contrário ao americano.
    • 37.
      • Qualquer iniciativa de alguém, sem ter sido autorizado, será visto com invasão. A reação à invasão é variada - pode-se fingir que não foi observada ou pode ser intensa.
      • Ex.: Num cinema vazio, nos sentimos invadidos se alguém senta do nosso lado ou em cadeiras próximas.
    • 38.
      • Ex.: Num ônibus lotado ou num elevador, onde o espaço é muito reduzido, as reações freqüentes são:
      • · Olharmos para um ponto distante, infinito, e não para as pessoas;
      • Fazer o possível para agir como se não estivéssemos ali;
      • Fazermos leitura de jornal ou revista, parecendo absortos;
      • Não demonstrarmos emoções;
      • Pouca movimentação de corpos.
      • Quanto mais conscientes e atentos estivermos, agiremos de forma mais inteligente. É o que as pesquisas têm demonstrado sempre.
    • 39.
      • Reforçando : Como num dicionário, as palavras isoladas falam muito pouco, só tendo um sentido de comunicação dentro de uma frase.
      • Também, na linguagem corporal, nenhum gesto deve ser lido isoladamente, pois só terá sentido quando somando aos demais gestos e, juntos, apontarem uma congruência da comunicação corporal.
      • Lista de sinais que pode ser utilizada como um dicionário da linguagem corporal:
    • 40. 3. Linguagem Corporal
    • 41.
      • 3.1 Linguagem Corporal
      • A maior parte das pessoas concorda que a palavra pronunciada constitui o método usual de comunicação frente a frente;
      • Indubitavelmente, supomos que a comunicação oral é o meio mais eficiente de permutar informação;
      • Isto depende da capacidade do emissor em expressar a intenção de forma precisa;
      • Do receptor em ouvir de modo eficiente, totalmente à parte da compreensão da mensagem.  
      • "Os olhos conversam tanto quanto as línguas que utilizamos, com a vantagem de que o dialeto ocular, embora não precise de dicionário, é entendido no mundo todo".
      • (Ralph Wando Emerson).
    • 42. A Linguagem Corporal
    • 43. DEDOS
    • 44.
      • Dedos
      • Contar nos Dedos - pessoa lógica e sensata, separando os fatos na mente ao apresentá-los.
      • Contar a partir do Polegar - indica uma apresentação forçada.
      • Contar a partir do Dedo Mínimo - Um meio mais suave de transmitir suas idéias.
      • Manter os Dedos esticados enquanto conta - pessoa que tem planos bem claros e sabe onde quer chegar com eles.
      • Apontar um dedo- a pessoa esta afirmando sua autoridade ou ilustrando um fato.
      • Abanar o dedo- Isto é uma ameaça: ele ou ela, o vê com hostilidade e está lhe passando uma repreensão.
      • Polegares - indicam força de caráter e personalidade e são utilizados para demonstrar domínio, superioridade ou até agressão.
      • Ex.: Em minha humilde opinião "(apontando o polegar para o peito)...". Demonstração de atitude de superioridade .
      • Sinal duplo com atitude negativa ou defensiva (braços cruzados) mais a atitude de superioridade (polegares para cima). Pode ser entendido também como demonstração de autoconfiança (polegares para cima) com os braços cruzados, sensação de proteção.
    • 45. MÃOS
    • 46.
      • Mãos
      • Mãos sobre a mesa - Dedicado aos negócios. Querendo negociar. "Vamos direto ao assunto. Demonstração de sinceridade e honestidade (braços abertos, mãos abertas e palmas para cima)
      • Mãos juntas sobre o colo ou estômago - Um gesto de proteção.
      • Mãos nos quadris - Provocativo ou duro. Entretido ou ansioso para entrar no assunto principal. Esse gesto também pode indicar antagonismo ou desafio.
      • Mãos nos bolsos - Estar em contato com o próprio corpo. Ter as mãos enfiadas num pequeno vão é reconfortador. Busca de equilíbrio frente a uma possível insegurança.
    • 47.
      • Aperto de mão
      • Assumindo o controle - a palma da mão voltada diretamente para o chão Quando você diz, corporalmente, à outra pessoa, que deseja assumir o controle no encontro que se seguirá. Não é necessário que a palma da mão esteja voltada diretamente para o chão, mas ela deve estar inclinada em relação à palma da mão da outra pessoa.
      • Desarmando um aperto de mão e assumindo o controle - (segurar as costas da mão próximo ao pulso) Essa atitude pode ser embaraçosa para o dominador, assim deve ser tomada com precaução e discrição.
      • Concedendo o controle - (palma da mão voltada para cima) Quando você deseja entregar o controle à pessoa ou fazer com que ela sinta que está no comando da situação.
      • O igual - Aperto de mão firme, com as duas palmas permanecendo na posição vertical, cada uma das pessoas transmitindo sentimento de respeito e harmonia à outra.
    • 48.
      • Aperto de mão com invasão de território - (uso da mão esquerda segurando o braço).
      • A mão esquerda de quem toma a iniciativa do aperto de mão representa uma invasão da zona íntima do receptor. Expectativas positivas
      • Ex.: Chefe, acabamos de conseguir um grande pedido.
      • Ex.: O garçom que se aproxima do cliente, após o jantar, esfregando as palmas das mãos e perguntando: "Algo mais, senhor?", está dizendo que está esperando pela gorjeta.
    • 49.
      • Mãos no rosto
      • Quando uma pessoa usa um dos gestos de mão no rosto, um pensamento negativo penetrou em sua mente e poderá representar dúvida, falsidade, incerteza, exagero, apreensão ou mentira.
      • A proteção da boca - Reprimindo as palavras falsas que estão sendo ditas. Este gesto da boca também pode ser representado por dedos colocados sobre a boca ou pela mão fechada, porém com o mesmo significado.
    • 50.
      • O toque do nariz - Controlando um pensamento negativo ou uma mentira.
      • Pode ser uma ligeira esfregada ou um toque rápido e quase imperceptível.
      • A mentira causa formigamento nos delicados terminais nervosos do nariz, provocando o toque no nariz.
    • 51.
      • Esfregar o olho - Tentativa de bloquear a falsidade, dúvida ou mentira que vê, ou evitar olhar o rosto da pessoa para quem está contando a mentira. Neste último caso, olha-se para o lado ou para o chão.
      • Esfregar a orelha - Tentativa do ouvinte de bloquear as palavras ouvidas, colocando a mão ao redor e sobre a orelha. Variações: esfregar a parte de trás da orelha, o dedo indicador puxando o lóbulo da orelha ou dobrando-a para frente.
      • Tédio (mão apoiando o rosto) - Demonstra falta de interesse, tédio. Quando forem sinais emitidos pelo ouvinte.
      • Avaliação interessante - A avaliação é demonstrada pela mão fechada sobre a face, mas sem servir de apoio para a cabeça, mas o dedo indicador apontado para cima.
      • Tomada de decisão - O gesto de esfregar o queixo é um sinal de que o ouvinte está tomando uma decisão.
    • 52.
      • Mãos e braços
      • Mão entrelaçadas em posição vertical - Gesto de frustração, retendo uma atitude negativa. Demonstra, pela posição elevada das mãos, uma certa intensidade de humor negativo.
      • Mãos entrelaçadas em posição baixa - Retendo uma atitude, porém com menor intensidade do humor negativo do que a figura anterior.
      • O campanário para cima - Atitude de autoconfiança ou sabe tudo. Este gesto tem duas versões:
      • 1. Posição das mãos para cima: normalmente quando a pessoa está externando idéias ou opiniões e está dirigindo a conversa. Quando a esta posição se junta a posição da cabeça inclinada para trás, a pessoa assume um ar arrogante. 2. Posição das mãos para baixo: normalmente usada quando a pessoa está ouvindo e não falando. As mulheres tendem a usar este gesto com maior freqüência do que os homens.
    • 53.
      • O gesto de superioridade, confiança - Faz com que a pessoa exponha aos outros seu estômago vulnerável e as regiões do coração e da garganta, numa atitude inconsciente de destemor.
      • Ex.: o policial que está patrulhando, o diretor da escola que caminha pelas dependências do estabelecimento, pelos que estão em posição de superioridade.
    • 54.
      • O gesto da mão agarrando o pulso - Sinal de frustração e uma tentativa de autocontrole. Quanto mais para cima, nas costas, a mão é levada, mais zangada a pessoa se torna. Pode ser uma tentativa ingênua de disfarçar o nervosismo. Se o gesto de autocontrole é mudado para a posição da palma na palma (vide fig. Anterior), o resultado será uma sensação de calma e confiança.
    • 55.
      • Braços
      • Braços cruzados na frente do corpo - Indicam uma variedade de significados, dependendo da situação. Pode ser uma forma de se resguardar, de se proteger ou de mostrar medo, timidez, força ou poder (uma fortaleza). Como também uma pessoa com os braços cruzados pode, simplesmente, ser fria. De uma forma geral demonstra uma posição defensiva.
      • Mãos fechadas demonstram atitude hostil - Se além dos braços cruzados, a pessoa também fechar as mãos , isso indica uma atitude hostil e defensiva, uma posição de ataque.
    • 56.
      • Resistência firme - Demonstram uma atitude negativa e de autocontrole. As mãos seguram fortemente os braços, reforçando a posição e detendo qualquer tentativa de descruzar os braços, expondo o corpo.
      • OBSERVAÇÃO : Pessoas que carregam armas raramente fazem gesto defensivos de braços cruzados, porque a arma já fornece proteção suficiente ao corpo. Os oficiais da polícia que usam revólveres, raramente cruzam os braços, a não ser que estejam de guarda e, neste caso, normalmente usam a posição de mãos fechadas para mostrar muito claramente que ninguém pode passar por onde eles estão.
    • 57.
      • Pernas
      • Gesto padrão de pernas cruzadas - Pode indicar uma postura nervosa, reservada ou defensiva. Em geral, é um gesto de apoio que ocorre junto com outros sinais negativos, e não devem ser interpretados isoladamente ou fora do contexto.
      • Posição americana de perna cruzada - Indica uma postura argumentativa e competitiva, onde se quer discutir o ponto de vista do outro.
      • Perna cruzada e presa - Sinal de uma pessoa perspicaz obstinada, com uma postura dura e firme, enquanto argumenta ou debate. Sua resistência provavelmente só será quebrada através de uma aproximação especial.
      • Tornozelo preso - Quando uma pessoa prende seus tornozelos, está mentalmente controlando seus lábios. O gesto tem o sentido de reprimir uma atitude, emoção, nervosismo ou medo.
    • 58.
      • Inclinar-se para a frente ou recostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse ("Fale-me mais"). Encostar-se na cadeira indica uma diminuição de interesse ("Deixe-me pensar no que você acaba de dizer") ou até de indiferença.
      • Tenho todas as respostas mas também quero argumentar - O gesto de ambas as mãos atrás da cabeça é típico das pessoas que se sentem confiantes ou superiores. Muitas pessoas ficam irritadas quando alguém se dirige a elas com essa postura. As pernas cruzadas desta figura representam a posição de competição ou de querer argumentar idéias.
      • O catador de fiapos - Representa a discordância da opiniões ou atitudes de outros, porém a pessoa se sente constrangida em expressar seu ponto de vista. É um sinal de desaprovação e indica que não está gostando do que está sendo dito, mesmo que verbalmente concorde com tudo.
    • 59.
      • Territórios e demarcações
      • Esparramar objetos em torno de si - Uma pessoa que coloca pastas, objetos pessoais, sacolas de compras etc, à sua volta, está ampliando seu alcance e tenta ganhar mais território.
      • Divisão de território sobre a mesa Posição competitiva, defensiva - A mesa funciona como uma barreira sólida de proteção para os dos lados que inconscientemente dividem a mesa em duas metades. Pode comunicar uma posição distante ou independente dos lados. Tendem a rejeitar a invasão do território próprio. Numa mesa de restaurante, duas pessoas competitivas tenderão a demarcar suas fronteiras com o copo, guardanapo, talheres, cinzeiro, etc.
      • Gestos gerais
      • Gestos cruzados - De qualquer tipo, braços ou pernas, é sempre um gesto de confinamento, de proteção, um modo de fechar o circuito e bloquear a comunicação.
      • Gestos vagarosos e deliberados - Essa pessoa está se acalmando, controlando as idéias antes de atacar um ponto com firmeza. É um planejador.
    • 60.
      • Falta de movimento - Uma pessoa que mantém o corpo imóvel procura se internar em si mesma, esperando que ninguém repare nela, ou também pode estar ouvindo ou planejando silenciosamente. Pode ainda estar cauteloso ou de olho no cargo que você ocupa. Essa pessoa precisa ser olhada com cuidado.
      • Gestos abertos e fechados - Geralmente os gestos abertos são confiantes, enquanto os fechados indicam corte e retraimento.
      • Virar de frente e virar de costas - Mesmo que apenas uma parte do corpo, os ombros por exemplo, vire para você, significa que você está sendo incluído na conversa ou na situação. No entanto, se a pessoa lhe voltar as costas, indica exclusão.
    • 61.
      • Erguer a cabeça - Manter a cabeça erguida é um sinal de interesse, de estar aberto e receptivo à opinião dos outros.
      • Ilustrar com objetos ou com o corpo - Se alguém usa objetos sobre a mesa para sublinhar alguma coisa que está dizendo, é do tipo expansivo e sabe o que quer, mesmo que tente não se envolver muito. Essas pessoas são realistas, não são sonhadoras. Se usam os dedos e as mãos para ilustrar, estão próximas das idéias, alimentando-as, acalentando-as e tentando tocá-las. Possuem um modo bem pessoal de ver as coisas.
      • Encostar-se em alguma coisa - Esta pessoa precisa de contato com seu ambiente e sente conforto em estar com outras.
      •  
    • 62.
      • Inclinar-se para frente e encostar-se na cadeira - Aproximar o corpo pode significar um gesto de amizade ou interesse (fale-me mais). Encostar-se na cadeira indica diminuição de interesse (deixe-me pensar no que você acabou de dizer).
      • Evitar troca de olhares - As pessoas que reagem desta forma são inseguras de si mesmas e estão com medo de você.
    • 63.
      • Gestos
      • Acompanham a linguagem falada e reforçam a mensagem verbal.
      • Os gestos são aprendidos e estão limitados pela sociedade e cultura onde estamos inseridos.
      • Aprendemos a utilizar um código gestual e interpretamo-lo.
      • Ajudam a interpretar o conteúdo das comunicações, definir os papéis e os desempenhos sociais.
    • 64. Contacto Visual
      • É algo muito potente.
      • A sua ausência é entendida como desonestidade, ansiedade ou desinteresse.
      • É também uma oportunidade perdida da nossa parte, pois não conseguimos perceber-nos das reações do outro.
      • Em contrapartida, quando fazemos contato visual transmitimos interesse.
      • Olhar os outros nos olhos também nos permite, saber do seu interesse em nós ou em algo que estão a observar.
    • 65. Silêncios
      • Fazem parte integrante da comunicação;
      • Bastante frequentes nas relações interpessoais;
      • Embaraçosos;
      • Criam um vazio nas relações afectando-as;
      • Momento de profunda troca de emoções e sentimentos;
      • Fundamentais, porque para escutar o outro é preciso estar em silencio;
    • 66.
      • Toque
      • Abraço – muitas vezes intimida pelo medo de não ser correspondido
      • Garner (1997) aconselha a resolver este problema através de um aperto de mão, onde colocamos a nossa mão esquerda no ombro direito da pessoa a quem apertamos a mão. Na grande maioria das vezes a outra pessoa irá estender o seu braço esquerdo para nós e abraçar-nos.
    • 67.
      • Permite-nos transmitir aos outros que estamos a compreender aquilo que estão a dizer e incentiva-os a continuar.
      • Existem algumas pessoas que não usam esta linguagem gestual, transmitindo uma mensagem de discordância, desinteresse ou confusão relativamente ao assunto.
    • 68.
      • A maneira como nos vestimos comunica algo aos outros, não só através das cores (alegres, garridas ou escuras), mas através dos tecidos e do corte utilizado.
      • Ex: uniformes - através deles sabemos o papel desempenhado pelo sujeito
    • 69. Você sabe se comunicar com clareza?
    • 70.
      • AVALIAÇÃO: você sabe se comunicar com clareza?
      • As respostas A valem três pontos.
      • Para as respostas B , dois pontos.
      • Para as respostas C , um ponto.
      • A seguir, veja o valor do seu poder de comunicação:
    • 71.
      • De 48 e 40 pontos - Você sabe, realmente, se fazer entender. E não apenas consegue expressar-se com clareza como demonstra as habilidades de um bom ouvinte. Numa conversa, você é sempre aquela pessoa que fica à vontade, ainda que atenta, e qual não demonstra sinais de tensão ou nervosismo. Uma outra qualidade sua é não se sentir na obrigação de dar sempre uma resposta brilhante às perguntas que lhe são feitas.
    • 72.
      • De 39 a 26 pontos - A maioria das pessoas fica nesta marca. Se este é o seu caso, considere que talvez você fale um pouco demais, e tenha prazer em escutar a própria voz. Você se comunica bem ainda assim, mas poderia melhorar seu desempenho se tentasse dar mais espaço aos outros participantes de uma conversa. Todo mundo vai sair lucrando, na medida em que diminuírem os "ruídos" da comunicação.
    • 73.
      • De 25 a 16 pontos - Não é possível deixar de reconhecer que aqui há problemas de comunicação. Se este é o seu caso, será necessário um empenho extra para superar as dificuldades. Mas vai valer a pena, na medida em que seu relacionamento com os outros melhorar - e também a qualidade de seus negócios.
    • 74. 4. A MENTIRA NA COMUNICAÇÃO
    • 75.
      • "Quem tiver olhos para ver e ouvidos atentos pode convencer-se de que nenhum mortal é capaz de manter segredo. Se os lábios estiverem silenciosos, a pessoa ficará batendo os dedos na mesa e trairá a si mesma, suando por cada um dos seus poros!“
      • Sigmund Freud.
    • 76.
      • 4.1 A Mentira na Comunicação
      • Podemos concluir que não é o que dizemos, mas como dizemos, que faz a diferença. Sabendo disso, podemos usar a observação para nos ajudar a descobrir a verdade.
      • A pessoa fará pouco ou nenhum contato direto nos olhos;
      • 2. A expressão física será limitada, com poucos movimentos dos braços e das mãos. Quando tais movimentos ocorrem, eles parecem rígidos e mecânicos. As mãos, os braços e as pernas tendem a ficar encolhidos contra o corpo e a pessoa ocupa menos espaço;
      • 3. Uma ou ambas as mãos podem ser levadas ao rosto (a mão pode cobrir a boca, indicando que ela não acredita - ou está insegura - no que está dizendo). Também é improvável que a pessoa toque seu peito com um gesto de mão aberta;
    • 77.
      • 4. A fim de parecer mais tranquila, a pessoa poderá se encolher um pouco;
      • 5. Não há sincronismo entre gestos e palavras;
      • 6. A cabeça se move de modo mecânico;
      • 7. Ocorre o movimento de distanciamento da pessoa para longe de seu acusador, possivelmente em direção à saída;
    • 78.
      • 8. A pessoa que mente reluta em se defrontar com seu acusador e pode virar sua cabeça ou posicionar seu corpo para o lado oposto;
      • 9. O corpo ficará encolhido. É improvável que permaneça ereto;
      • 10. Haverá pouco ou nenhum contato físico por parte da pessoa durante a tentativa de convencê-lo;
    • 79.
      • 11. A pessoa não apontará seu dedo para quem está tentando convencer;
      • 12. Observe para onde os olhos da pessoa se movem na hora da resposta de sua pergunta. Se olhar para cima e à direita, e for destra, tem grandes chances de estar mentindo.
      • 13. Observe o tempo de demora na resposta de sua pergunta. Uma demora na resposta indica que ela está criando a desculpa e em seguida verificando se esta é coerente ou não. A pessoa que mente não consegue responder automaticamente à sua pergunta.
    • 80.
      • 14. A pessoa que mente adquire uma expressão corporal mais relaxada quando você muda de assunto.
      • 15. Se a pessoa ficar tranqüila enquanto você a acusa, então é melhor desconfiar. Dificilmente as pessoas ficam tranqüilas enquanto são acusadas por algo que sabem que são inocentes. A tendência natural do ser humano é manter um certo desespero para provar que é inocente. Por outro lado, a pessoa que mente fica quieta, evitando a todo custo falar de mais detalhes sobre a acusação;
      • 16. Quem mente utilizará as palavras de quem o ouve para afirmar seu ponto de vista;
    • 81.
      • 17. A pessoa que mente continuará acrescentando informações até se certificar de que você se convenceu com o que ela disse;
      • 18. Ela pode ficar de costas para a parede, dando a impressão que mentalmente está pronta para se defender;
      • 19. Em relação à história contada, o mentiroso, geralmente, deixa de mencionar aspectos negativos;
    • 82.
      • 20. Um mentiroso pode estar pronto para responder as suas perguntas, mas ele mesmo não coloca nenhuma questão.
      • 21. A pessoa que mente pode utilizar as seguintes frases para ganhar tempo, a fim de pensar numa resposta (ou como forma de mudar de assunto): "Por que eu mentiria para você?", "Para dizer a verdade...", "Para ser franco...", "De onde você tirou essa idéia?", "Por que está me perguntando uma coisa dessas?", "Poderia repetir a pergunta?", "Eu acho que este não é um bom lugar para se discutir isso", "Podemos falar mais tarde a respeito disso?", "Como se atreve a me perguntar uma coisa dessas?";
      • 22. Ela evita responder, pedindo para você repetir a pergunta, ou então responde com outra pergunta;
      • 23. A pessoa utiliza de humor e sarcasmo para aliviar as preocupações do interlocutor;
    • 83.
      • 24. A pessoa que está mentindo pode corar, transpirar e respirar com dificuldade;
      • 25. O corpo da pessoa mentirosa pode ficar trêmulo: as mãos podem tremer. Se a pessoa estiver escondendo as mãos, isso pode ser uma tentativa de ocultar um tremor incontrolável;
      • 26. Observe a voz. Ela pode falhar e a pessoa pode parecer incoerente;
      • 27. Voz fora do tom: as cordas vocais, como qualquer outro músculo, tendem a ficar enrijecidos quando a pessoa está sob pressão. Isso produzirá um som mais alto.
    • 84.
      • 28. Engolir em seco: a pessoa pode começar a engolir em seco.
      • 29. Pigarrear: Se ela estiver mentindo têm grandes chances de pigarrear enquanto fala com você. Devido à ansiedade, o muco se forma na garganta, e uma pessoa que fala em público, se estiver nervosa, pode pigarrear para limpar a garganta antes de começar a falar.
      • 30. Já reparou que quando estamos convictos do que estamos dizendo, nossas mãos e braços gesticulam, enfatizando nosso ponto de vista e demonstrando forte convicção? A pessoa que mente não consegue fazer isso. Esteja atento.
    • 85.
      • Importante: Não esqueça de observar as respostas não-verbais (inconscientes) – os sinais que você acabou de aprender - após a sua pergunta.
      • 1. Não acuse - Insinue: O objetivo é fazer uma pergunta que não represente
      • nenhuma acusação, mas que insinue o possível comportamento da pessoa.
      • Exemplo de uso:
      • Suspeita: Você acha que seu (a) namorado (a) foi infiel na noite passada.
    • 86.
      • Pergunta incorreta: "Você andou me traindo?"
      • Pergunta correta: "Aconteceu alguma coisa diferente na noite passada?
      • Observe sua expressão corporal e alguma possível pista de preocupação e nervosismo com sua pergunta.
      • Qualquer resposta do tipo: "Porque perguntou isso?" ou "Alguém te falou alguma coisa?", seguidas de um certo nervosismo, indicam forte preocupação por parte da pessoa. Ela não estaria preocupada em saber porque você está fazendo tal pergunta, a menos que pense que você pode estar sabendo o que ela não quer que voc ê saiba.
    • 87.
      • Atacando o ego da pessoa. Aqui vamos usar o ego da pessoa contra ela própria.
      • Vamos dizer a ela que jamais seria capaz de confessar, pois está sendo 'pressionada' por outra pessoa à não dizer a verdade e que essa pessoa manda nela . Esta técnica é muito usada por policiais. Exemplo de uso:
      • Suspeita: Você tem quase certeza que Fulano (a) roubou sua empresa
      • Pergunta incorreta: "Vai confessar que roubou minha empresa, ou não?"
      • Pergunta correta: "Acho que já sei qual é o problema: Você não me diz a verdade porque alguém manda em você. Você não tem o poder para decidir isso. Tem outra pessoa por trás disso e você não quer 'ficar mal' com ela, não é?" O mais incrível é que geralmente as pessoas acabam confessando e se sentindo orgulhosas de ter feito isso.
    • 88.
      • Bumerangue psicológico: Com esta técnica, você diz à pessoa que ela fez algo bom, e não mau. Assim, ela ficará, completamente livre para lhe dizer toda a verdade. Exemplo de uso:
      • Suspeita: Você suspeita que fulano (a) está roubando sua empresa.
      • Pergunta incorreta: "Fulano (a), você anda me roubando?"
      • Pergunta correta: "Ei, Fulano (a)! Acho que podemos nos tornar sócios muito ricos! Parece que você, ultimamente, tem 'passado à perna' em mim, mas está tudo bem. Nós podemos trabalhar juntos, seu (sua) espertinho (a)! Me conte mais sobre suas incríveis técnicas... Quero aprender tudo!" Você quer aparentar que está contente por saber o que a pessoa está fazendo. Ela não terá saída e vai se abrir para você.
    • 89. Vídeo: COMUNICAÇÃO EM DUPLO SENTIDO
    • 90.
      • PRATICANDO
      • Sobre “Um novo Problema: Comunicar” discorra os três momentos representativos da história do pensamento.
      • Data entrega: 23/02/2011
    • 91. 5. TIPOS DE COMUNICAÇÃO
    • 92.
      • 5.1 TIPOS DE COMUNICAÇÃO
      • COMUNICAÇÃO VERBAL 
      • COMUNICAÇÃO NÃO VERBAL
      • EMISSOR MENSAGEM RECEPTOR
    • 93.
      • VERBAL
      •      Valor social elevado;
      •       Descrição de emoção;
      •      Racional;
    • 94.
      • NÃO VERBAL
      •  Não reconhecido socialmente;
      •  Emoção verdadeira;
      •  Subjetiva;
      •  Conteúdo de verdade confiável;
      •  Linguagem corporal: expressão do olhar, linguagem gestual, mímica, transpiração, palidez, movimento palpebral etc.;
      •  Linguagem do vestuário: túnicas brancas, toga, vestir-se de preto. Há uma ligação entre o ser e o vestir-se.
      •  São palavras ouvidas com os olhos;
    • 95. Comunicação Não Verbal
      • Postura
      • Espaço Interpessoal
      • Gesticulação
      • Expressão Facial / Sorriso
      • Contacto Visual
    • 96.
      • 3.1 A comunicação não verbal processa-se por meio:
      • Dos gestos ;
      • Das posturas ;
      • Das expressões faciais;
      • Das utilizações da voz e do silêncio;
      • Do vestuário ;
      • Dos objetos de que nos fazemos cercar, da relação que estabelecemos, quer com esses objetos, quer entre nós .
      • Todas estas formas de linguagens não verbais exprimem e comunicam ideias, sentimentos e emoções;
      • Acompanham, reforçam e chegam a substituir a linguagem verbal, delineando significações e conferindo uma vivência mais profunda e autentica à comunicação.
    • 97. 6. COMUNICAÇÃO EFICAZ  
    • 98.
      • 6.1 COMUNICAÇÃO EFICAZ
      •  
      • Ter em mente :
      •  O que comunicar;
      •  Que tipo de comunicação é mais adequada;
      •  Quais são as expectativas de quem vai receber a mensagem (Receptor);
      •  O que espera do receptor após a comunicação (Feedback).
    • 99. 7. RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO
    • 100.
      • 7.1 RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO
      •  Falta clareza e objetividade;
      •  Falta de Feedback;
      •  Expressões que geram dupla interceptação;
      •  Mensagens longas, sem conteúdo;
      •  Ambiente / situação inadequada;
      •  Interceptações durante a comunicação;
      •  Falta de interesse pela mensagem a ser recebida.
    • 101. 8. Para que usamos as palavras ?
    • 102.
      • 8.1 Para que usamos as palavras?
      • Blá, blá, blá....................
    • 103.
      • Usamos a palavra para:
      •  
      • 1- Dirigir ou participar de reuniões;
      • 2- Proferir palestras e conferências;
      • 3- Ministrar aulas;
      • 4- Presidir solenidade;
      • 5-Abrir e encerrar congressos, simpósios, cursos e convenções;
      • 6- Recepcionar e apresentar oradores;
      • 7- Prestar e agradecer homenagens e saudações;
      • 8- Fazer despedidas;
      • 9- Participar de debates.
    • 104.
      • 10- Dar entrevistas para emissoras de rádio, televisão, jornais, revistas;
      • 11- Fazer entrevistas de emprego.
      • 12- Motivar e orientar equipes de vendas, de atletas e de pesquisadores;
      • 13- Defender tese de mestrado e doutorado;
      • 14- Disputar cátedras;
      • 15- Defender, acusar e julgar nos tribunais;
      • 16- Fazer comícios políticos;
      • 17- Participar de reuniões sociais;
      • 18- Apresentar trabalhos escolares;
      • 19- Fazer perguntas em sala de aula;
      • 20- Conversar com amigos, clientes, fornecedores, diretores e gerentes de bancos.
    • 105.
      • 21- Comunicar e esclarecer descobertas científicas;
      • 22- Dar orientações técnicas;
      • 23- Falar diante de subordinados e superiores hierárquicos;
      • 24- Falar ao telefone;
      • 25- Falar por meio de aparelhos de radioamadores;
      • 26- Orientar os filhos;
      • 27- Conquistar a pessoa amada;
      • 28 -Pedir desculpas;
      • 29- Exigir justiça.
    • 106. 9. O Poder das Palavras
    • 107.
      • 9.1 Palavras têm poder!
      •  Procure sempre falar de coisas boas;
      •  Elogie mais as pessoas ao seu redor, faça comentários construtivos e de incentivo;
      •  Procure sempre ver o lado bom de todas as coisas, porque tudo nesta vida carrega algo de bom;
      •  Evite fazer críticas, às vezes pensamos que estamos ajudando, mas nem sempre é assim;  
    • 108.
      •  Ajudamos muito mais as pessoas mostrando o lado bom delas do que criticando seus erros;
      •  Se não tem nada de bom a dizer, fique calado (a);
      •  Caso você tenha o costume de ficar de ‘papo furado’ no telefone, na internet ou pessoalmente, pense o quanto sua vida pode estar ociosa e desinteressante;
      •  As pessoas importantes e que fazem a diferença neste mundo não gastam seu tempo com esse tipo de coisa;
      •  Cante mais. “Quem canta, seus males espanta”.  O canto, para os que gostam, também pode ser uma boa alternativa de equilíbrio do centro vocal .
    • 109.
      • Procure verificar as principais frases que você costuma repetir ao longo do dia:
      • - “Que droga!”
      • -“Prá mim nada dá certo”
      • - “Tudo para mim é demorado!”
      • -“A vida é muito difícil”
      • - “Esse menino é uma peste!”
      • -“Só tenho contas para pagar!”
      • -“Não vou conseguir!”;
      • -“Eu sou um (a)azarado (a)!”.
    • 110.
      • O Ser Humano: Produto da Comunicação que Viveu
      10. O Ser Humano: Produto da Comunicação que Viveu
    • 111.
      • 10. 1 O Ser Humano: Produto da Comunicação que Viveu
      • Contamos a nossa história por meio de cada ato comunicativo.
      • É por meio dessas relações interpessoais que compartilhamos pensamentos, sensações e desejos com outros indivíduos ou grupos;
      • Reflexão:
      • Até que ponto estou comprometido com a busca de uma comunicação livre, sem distorções e obstáculos?
    • 112.
      • Compreender a dimensão do processo comunicativo é um caminho para compreender a própria vida;
      • O mundo ecoa as comunicações que estabelecemos com os nossos semelhantes;
      • Somos meio e produto dessas relações.
    • 113.
      • 10.2 Estilos de comunicação.  
      • Existem sete conceitos sobre os quais repousa a teoria do estilo de comunicação:   
      • 1- São quatro os estilos de comunicação: Analítico, Sensitivo, Intuitivo e Produtor .
      • 2-Todas as pessoas usam um mix dos quatro estilos.
      • 3-Em geral as pessoas usam um dos estilos na maior parte do tempo, chamado seu estilo primário. Cada pessoa também tem um estilo de suporte que é o seguinte de uso mais frequente.
      • 4-Os estilos de comunicação são manifestados no comportamento. Assim sendo, você pode observar como os outros se comportam para identificar os seus estilos primários e de suporte.
    • 114. 5-Quando os estilos de comunicação são usados demais ou subutilizados, surgem problemas. 6-Em geral as pessoas são mais receptivas a um estilo de comunicação que é semelhante aos seus estilos primário e de suporte. 7- È possível adaptar ou modificar temporariamente os próprios estilos primários para atender ao estilo de outra pessoa.
    • 115.
      • 10.3 DAS CARACTERÍSTICAS
      • Características do Analítico 
      • Trabalha de maneira continuamente tenaz.
      • Fundamenta-se em observações e princípios racionais (lógicos).
      • Evita emocionalismo.
      • É cético com relação a novas trajetórias, partindo do que já deu certo no passado.
      • É cético das reações iniciais de terceiros, até que testadas e analisadas.
      • Prefere dormir sobre novas ideias, antes de assumir compromissos.
      • Evita envolver-se com necessidades momentâneas ou ser afetado por paixões.
    • 116.
      • Características   Sensitivo
      • É dinâmico e estimulativo.
      • É caloroso e sensível com necessidades e desejos de outros.
      • Pode captar discrepância entre o que alguém fala e o que realmente quer dizer.
      • É introspectivo e perceptivo com relação a pessoas.
      • É paciente com os outros.
      • É um bom ouvinte.
      • Entende a psicologia do comportamento humano.
      • Age com base na intuição.
      • Baseia-se nas suas próprias reações emocionais e opiniões sobre outros, ao apresentar suas ideias como se fossem fatos.
    • 117.
      • Características  Intuitivo
      • Pensador, rápido e profundo.
      • Questiona a si e aos outros: consequentemente não acredita que as coisas são óbvias.
      • Parece as vezes saber das coisas antes dos outros.
      • Ressente-se de ser cerceado ou ser solicitado a operar de forma bem definida.
      • Aprecia criar estrutura própria a partir do caos.
      • Corta caminho através do pensamento tradicional e se permite descobrir novas direções e situações lucrativas.
      • Preocupa-se com o quadro global.
      • Pode ser impaciente com aqueles que pedem detalhes.
      • Pode se preocupar mais com o desenvolvimento de ideias do que colocá-las em prática.
    • 118.
      • Características do Produtor  
      • É um executor, avança criativamente, parece mover montanhas.
      • Empolga-se em trabalhar em vários projetos e tarefas ao mesmo tempo.
      • Tem inacreditável habilidade em cumprir tarefas.
      • Assume compromissos apenas após ter certeza de poder cumpri-los.
      • Tem que estar apto a entender e relacionar uma ação proposta com sua própria experiência ou terá dificuldades para dar continuidade.
      • Aprende melhor fazendo, ao invés de fazê-lo por análise teórica ou conceitual.
      • É diretivo e decisivo.
      • Descarrega suas ansiedades através da ação.
      • É bem organizado, pragmático e conduz incisivamente.
      • Impõe altos padrões para si mesmo e para os outros
    • 119.
      • ANALÍTICO?
    • 120.
      • Pontos Negativos
      • Prolixo;
      • Indeciso;
      • Cauteloso;
      • Excessivamente analítico;
      • Excessivamente frio;
      • Pouco dinâmico;
      • Controlado e controlador;
      • Excessivamente rígido;
      • Gosta de estar certo: odeia estar errado;
      • Gosta de completar os trabalhos sem pressa;
      • Gosta de trabalhar com quem aprecie suas qualidades.
    • 121.
      • Pontos Positivos
      • Comunicativo;
      • Deliberativo;
      • Prudente;
      • Ponderado;
      • Emocionalmente estável;
      • Objetivo;
      • Racional;
      • Analítico.
    • 122.
      • Sob Tensão  
      • Pode ser super-cauteloso, a ponte de indecisões.
      • Tende a aparentar rigidez e insegurança.
      • Preocupa-se tanto com a precisão a ponto de perder oportunidades.
      • Aparenta ser emocionalmente intocável, orientado para tarefas.
      • Não tem interesse em abandonar métodos e rotinas já estabelecidas
    • 123.
      • Na Comunicação oral ou escrita
      • Cartas e memorandos lógicos, fáceis de acompanhar, bem pensados.
      • Frequentemente é mais eficiente escrevendo do que falando, porque a ausência de sentimento na voz o faz monótono e plano .
    • 124.
      • O Escritório do Analítico
      • Correto e neutro.
      • Mobiliado com bom gosto, mas convencional.
      • Preferencialmente mantém gráficos para uso profissional, relatórios e trabalhos de referências às mãos.
      • Pequenos toques de informalidade e cores.
    • 125.
      • SENSITIVO?
    • 126.
      • Sob Tensão  
      • É impulsivo.
      • Pode ser sensível ou agressivo.
      • Pode alterar frequentemente seu estado de espírito, causando comportamentos imprevisíveis.
      • Está frequentemente preocupado com o impacto emocional de uma situação
    • 127.
      • Pontos Negativos
      • Impulsivo;
      • Manipulador;
      • Personalista;
      • Sentimental;
      • Procrastinador;
      • Dominado por culpa;
      • Estimula conflitos;
      • Subjetivo;
    • 128.
      • Pontos Positivos
      • Espontâneo;
      • Persuasivo;
      • Enfático;
      • Tradicionalista;
      • Inquisitivo;
      • Introspectivo;
      • Capta sentimento dos outros;
      • Leal;
      • Aprecia atenção pessoal;
      • Aprecia ser útil às pessoas;
      • Gosta de escutar e falar sobre sentimentos.
    • 129.
      • Comunicação oral ou escrita
      • Dá preferência a notas pessoais sobre outras formas.
      • Prefere conversar pessoalmente ou por telefone ao invés de escrever.
      • Tende à maior efetividade na comunicação oral do que na escrita, onde usa a inflexão para transmitir interesse, entusiasmo e impacto.
      • O Escritório do Sensitivo
      • Tende a personalizar seu meio, informalizando-o e dando toques domésticos.
      • Gosta de antiguidades, cores quentes, grandes plantas naturais, lembretes e instantâneos, ao invés de fotos de família.
      • Papelada organizada à sua moda, "bagunça que só ele entende".
      • Mesa grande, espalhada, desorganizada.
    • 130.
      • INTUITIVO?
    • 131.
      • Sob Tensão
      • Pode ser visto como alienado ou excessivamente intelectualizado.
      • Algumas vezes, é descompromissado e pouco prático.
      • É mais preocupado com o desenvolvimento e defesa de idéias, do que traduzi-las em formas palpáveis ou adaptá-las às sugestões de outros.
      • Evita detalhes tediosos ou ninharias.
    • 132.
      • Pontos Negativos
      • Irrealístico;
      • Muito avançado;
      • Fantasioso;
      • Disperso;
      • Divergente;
      • Distante;
      • Dogmático;
      • Teórico.
    • 133.
      • Pontos Positivos
      • Original;
      • Imaginativo;
      • Criativo;
      • Abrangente;
      • Carismático;
      • Idealista;
      • Intelectualmente Tenaz;
      • Ideológico;
      • Aprecia responder a desafios intelectuais;
      • Aprecia pensar sobre metas e realizações importantes;
      • Necessita tempo e espaço para respirar.
    • 134.
      • Comunicação oral ou escrita
      • Cartas e memorandos orientados para ideias, prolixos, técnicos, frequentemente complexos.
      • Conversações frequentemente erráticas passando de longo silêncio para papo professoral.
    • 135.
      • PRODUTOR?
    • 136.
      • Sob Tensão
      • Um pouco impaciente (age impulsivamente, busca resultados a curto prazo, perdendo a visão de longo prazo).
      • Reage, com excesso a opiniões que refreiam ação e movimento.
      • Têm tendência a passar como um trator sobre os sentimentos alheios .
      • Considera lealdade o grau com que os outros concordam ou colaboram com ele.
      • Pode demonstrar visão de fora.
    • 137.
      • Pontos Negativos
      • Visão a curto prazo
      • Preocupado com status, auto-envolvido
      • age antes, pensa depois
      • não confia em terceiros
      • arrogante, dominador
      • Pontos Positivos
      • Pragmático
      • Assertivo, direcionado
      • Voltado para resultados
      • Objetivo - opina baseado no que vê
      • Competitivo, confidente
    • 138.
      • Aprecia agir.
      • Aprecia o papel de liderança.
      • Gosta de iniciar novos projetos
    • 139.
      • Comunicação oral ou escrita
      • Lamenta ter que escrever, considera-o perda de tempo, um mal necessário, ao invés de ação;
      • Breve;
      • A comunicação escrita é uma ação orientada, urgente;
      • Atende a diversos telefonemas ao mesmo tempo.
    • 140.
      • O Escritório do Produtor
      • Gera uma atmosfera de desordem e trabalho.
      • As agendas, se existem, demonstram ação: troféus de caça, de tênis, peixes empalhados, gravuras de corridas.
      • A mesa de trabalho é uma confusão. Muito trabalho para limpa-la.
      • Extremamente orientado para ação para se preocupar com imagem, a não ser que tenha um estilo suporte do intuitivo.
    • 141. 11. O Poder da Linguagem (Aristóteles). “ A excelência da linguagem consiste em ser clara sem ser chã. A mais clara é a regida em termos correntes, mas é chã; por exemplo, a poesia de Cleofonte a de Estênelo. Nobre e distinta do vulgar é a que emprega termos surpreendentes. Entendo por surpreendentes o termo raro, metáfora, o alongamento e tudo que foge ao trivial”. ARISTÓTELES  
    • 142.
      • Segundo Aristóteles (“A política” apud CHAUÍ, 1995 p. 136 ) diz que:
      • Somente o homem é dotado de linguagem;
      • Que os outros animais possuem voz (phone) e com ela exprimem dor e prazer, mas o homem possui a palavra (logos) e com ela exprime o bem, o mal, o justo e o injusto;
      • A linguagem humana é muito complexa e completa podendo criar além das línguas naturais como: português, inglês, espanhol, alemão, russo, japonês, uma enormidade de formas de emitir mensagens.
      • Não há surpresa no fato de a comunicação existir em todas as formas vivas da natureza e de que muitas dessas comunicações muito complexas e impressionantes, porém, devido a impossibilidade de tempo, não há como observar as linguagens utilizadas por todos os seres vivos.
    • 143.
      • 01) Por que uma boa comunicação é importante para os profissionais?
      • 02) Qual é o maior problema que os profissionais apresentam na comunicação?
      • 03) No processo de comunicação é mais importante ouvir ou falar? O que é uma comunicação objetiva?
      • 04) Há pessoas que se expressam muito bem verbalmente, mas uma catástrofe quando precisam colocar as ideias no papel. Por que isso acontece?
      • 05) No que a comunicação oral se difere daquela por escrito?
      • 06) Com o uso excessivo de e-mail, MSN e SMS, que cuidados devem ser tomados pelos profissionais na hora de se comunicar e evitar mal entendidos? 07 ) Além da fala e da escrita, quais são as outras formas de se comunicar?