Alunos Med Biópsias 2007 2

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  • Alunos Med Biópsias 2007 2

    1. 1. Biópsias
    2. 2. BIÓPSIA <ul><li>Retirada de tecido vivo para exame anatomopatológico </li></ul><ul><ul><li>Fragmento colhido </li></ul></ul><ul><ul><li>Ato de colher o material </li></ul></ul><ul><ul><li>Exame da peça pelo patologista </li></ul></ul>
    3. 3. <ul><li>biopsia </li></ul><ul><li>{verbete} </li></ul><ul><li>Datação 1909 cf. RGalv Acepções ■ substantivo feminino Rubrica: medicina. Regionalismo: Brasil. f. mais cor. e menos us. que biópsia </li></ul><ul><li>biópsia </li></ul><ul><li>{verbete} </li></ul><ul><li>Datação 1975 cf. AF1 Acepções ■ substantivo feminino Rubrica: medicina. 1     retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico 2     o seu exame histológico e histoquímico 3     Derivação: por metonímia.      o próprio material retirado    </li></ul>
    4. 4. BIÓPSIA PC/CFM/Nº 44/95 “ O exame anatomopatológico de fragmentos ou partes retirados do organismo humano deve ser feito consoante dever do médico de agir com o máximo zelo e o melhor de sua capacidade profissional, sempre em favor do paciente e sem caráter obrigatório .” É obrigatória a solicitação do exame anatomopatológico?
    5. 5. &quot;Art. 2º - O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deve agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.&quot; &quot;Art. 21 - Indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas reconhecidamente aceitas e respeitadas as normas legais vigentes no País.&quot; Código de Ética Médica Capítulo I &quot;Princípios Fundamentais&quot; Capítulo II &quot;Direitos do Médico&quot;
    6. 6. Código de Ética Médica &quot;Art. 57 – Deixar de utilizar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento a seu alcance e em favor do paciente.&quot; Capítulo V “ Relação com Pacientes e Familiares” É vedado ao médico: &quot;Art. 56 - Desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente perigo de vida.&quot;
    7. 7. Sociedade Brasileira de Patologia Recomendações <ul><li>A SBP sugere aos médicos assistentes que solicitem exame anatomopatológico de qualquer fragmento de tecido ou órgão e peças cirúrgicas, que tenham sido retirados de paciente </li></ul><ul><li>Se decidir descartar fragmentos de tecido ou peças cirúrgicas, médico assistente deve informar claramente os objetivos de um procedimento anatomopatológico, cabendo ao paciente consentir ou não no desprezo de seu material. </li></ul><ul><li>A decisão de descartar o material deve ser documentada com a utilização de um Termo de Consentimento Esclarecido, sem o qual o médico assistente pode ser posteriormente responsabilizado, pelo paciente ou familiares, em caso de evolução insatisfatória ou inesperada da doença. </li></ul>
    8. 8. Métodos de estudo em Patologia Biópsia Cirúrgica Não Cirúrgica Citológico Laudo
    9. 9. BI ÓPSIAS NÃO CIRÚRGICAS
    10. 10. BI ÓPSIAS NÃO CIRÚRGICAS <ul><ul><li>Vantagens do exame citológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Técnica simples de coleta </li></ul></ul><ul><ul><li>Equipamentos de baixo custo </li></ul></ul><ul><ul><li>Complicações raríssimas </li></ul></ul><ul><ul><li> Hematoma </li></ul></ul><ul><ul><li> Pneumotórax </li></ul></ul><ul><ul><li>Rapidez no diagnóstico </li></ul></ul>
    11. 11. BI ÓPSIAS NÃO CIRÚRGICAS
    12. 12. Métodos de estudo em Patologia Biópsia Cirúrgica Não Cirúrgica Citológico Laudo Excisional Incisional
    13. 13. TIPOS DE BI ÓPSIA Diagnóstica <ul><li>Excisional </li></ul><ul><li>Incisional </li></ul>Diagnóstica & Terapêutica
    14. 14. Métodos de estudo em Patologia Biópsia Cirúrgica Não Cirúrgica Citológico Laudo Excisional Incisional Onde é a lesão? Como é a lesão? Qual é o tamanho da lesão? Que instrumento vou usar?
    15. 15. Cureta Punch Saca-bocados Estereotaxia Trefina Bisturi BI ÓPSIAS CIRÚRGICAS Alça de polipectomia
    16. 16. BI ÓPSIAS CIRÚRGICAS Punção com agulha grossa (core-biopsy)
    17. 17. Métodos de estudo em Patologia Biópsia Cirúrgica Não Cirúrgica Citológico Laudo Excisional Incisional Parafina Congelação? Histopatológico
    18. 18. TIPOS DE BI ÓPSIA <ul><ul><li>1. Estabelecer a presença e natureza do tumor </li></ul></ul>2. Determinar adequação das margens 3. Verificar suficiência de material para diagnóstico Indicações: O resultado do exame pode mudar minha conduta? <ul><li>Exame de congelação </li></ul><ul><li>Exame transoperatório </li></ul>Micrótomo de congelação
    19. 19. TIPOS DE BI ÓPSIA <ul><li>Exame de congelação </li></ul>Resultados possíveis: <ul><ul><li>1. Conclusivo </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Aguardar parafina </li></ul></ul>
    20. 20. TIPOS DE BI ÓPSIA <ul><li>Exame convencional </li></ul><ul><li>Exame de parafina </li></ul><ul><ul><li>1. Todas as biópsias são processadas em parafina </li></ul></ul><ul><ul><li>3. A coloração de rotina é o HE </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Até o fragmento congelado é reexaminado em parafina </li></ul></ul>
    21. 21. Exame do espécime cirúrgico Cirurgião Enfermeiro Patologista Paciente Colheita Envio Exame Manuseio & Fixação
    22. 22. <ul><li>Cuidados com o espécime de exame anatomopatológico: </li></ul><ul><li>De quem é a responsabilidade? </li></ul>
    23. 23. Atribuições do Médico em relação ao exame histopatológico <ul><li>O cirurgião é o chefe da equipe de cirurgia </li></ul><ul><li>Tem total responsabilidade com o material retirado do seu paciente </li></ul><ul><li>Deve checar as atribuições da equipe de enfermagem </li></ul>
    24. 24. Código de Ética Médica Art. 38 – Acumpliciar-se com os que exercem ilegalmente a Medicina, ou com profissionais ou instituições médicas que pratiquem atos ilícitos. Capítulo III Responsabilidade profissional – É vedado ao médico: Art. 30 – Delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica
    25. 25. <ul><li>Preparar instrumental adequado para a colheita do espécime </li></ul><ul><li>Fornecer fixador e recipientes adequados </li></ul><ul><li>Informar-se do cirurgião sobre o destino das peças </li></ul><ul><ul><li>Exame histopatológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Exame bacteriológico </li></ul></ul><ul><ul><li>Exame em laboratório clínico </li></ul></ul><ul><li>Preencher todos os dados de identificação do paciente na requisição médica </li></ul><ul><li>Rotular o recipiente da peça com todos os dados </li></ul><ul><li>Solicitar do cirurgião o preenchimento dos dados clínicos e assinatura na requisição </li></ul>Atribuições do Serviço de Enfermagem no Exame do espécime cirúrgico
    26. 26. C omo proceder com o espécime cirúrgico? CUIDADOS
    27. 27. Como marcar as margens CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico
    28. 28. CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico Formol a 10% Zenker Bouin B5 Álcool Glutaraldeído Solução Fixadora De 10 a 20 vezes o volume da peça
    29. 29. CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico Papel Filtro ou cartão
    30. 30. CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico Recipiente adequado: tamanho e largura da boca
    31. 31. CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico Peça grande: encaminhar a fresco de imediato!
    32. 32. CUIDADOS Como proceder com o espécime cirúrgico Artefato por uso de instrumental inadequado/manuseio inadequado
    33. 33. CUIDADOS O que NÃO fazer com o espécime cirúrgico Soro fisiológico ou água
    34. 34. CUIDADOS O que NÃO fazer com o espécime cirúrgico
    35. 35. Código de Ética Médica Art. 29 – Praticar atos profissionais danosos ao paciente que possam ser caracterizados como imperícia, imprudência ou negligência. Capítulo III Responsabilidade profissional – É vedado ao médico:
    36. 36. Código de Ética Médica Verbete: imprudência Qualidade do imprudente; Inobservância das precauções necessárias Não marcar adequadamente as margens de uma peça cirúrgica Não identificar topografia de elipses de pele retiradas de um mesmo paciente Verbete: imperícia Qualidade ou ato de imperito; incompetência, inexperiência, inabilidade, falta do conhecimento específico. Verbete: negligência Desleixo, descuido na execução de ato, incúria Colocar a biópsia em soro fisiológico ou outro líquido não fixador Misturar o líquido colhido com qualquer tipo de líquido (formol, álcool, soro, etc...) Provocar artefatos por utilizar instrumentos inadequados
    37. 37. Código de Ética Médica Art. 32 – Isentar-se de responsabilidade de qualquer ato profissional que tenha praticado ou indicado, ainda que este tenha sido solicitado ou consentido pelo paciente ou seu responsável legal. Art. 31 – Deixar de assumir responsabilidade sobre procedimento médico que indicou ou do qual participou, mesmo quando vários médicos tenham assistido o paciente. Capítulo III Responsabilidade profissional
    38. 38. <ul><li>PREÂMBULO </li></ul><ul><li>VI – Os infratores do presente Código sujeitar-se-ão às penas disciplinares previstas em lei </li></ul>Código de Ética Médica CÓDIGO PENAL BRASILEIRO Art 129 – Ofender a integridade corporal ou a saúde de outrem: Pena: detenção de 3 meses até 8 anos
    39. 39. Material de paciente em centro cirúrgico Material pequeno formol a 10% Material grande geladeira Técnico lab. confere material e requisição médica no CC, assina livro de protocolo Material levado para laboratório Material descartado somente após ORDEM POR ESCRITO do médico em livro de protocolo Identificar recipiente adequadamente (nome, leito, tipo de material, médico, data da cirurgia) Material com requisição médica Material sem requisição médica
    40. 40. &quot;Nós nos transformamos naquilo que praticamos com freqüência. A perfeição, portanto, não é um ato isolado. É um hábito&quot;.   Aristóteles

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