Resumo

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  • + WImpar W. Impar 2 years ago
    Ótimo material de referéncia.

    Parabém pela precisão da informação

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Resumo - Presentation Transcript

  1. Qual a nossa tarefa? A tarefa principal do Publicit ário é: Compreender o ambiente e tomar as decisões acerca da comunicação de marketing da organização anunciante. (Gilmar Santos)
  2. Cria ção
  3. F órmula > Criação > Existe?
    • Come ça com o Briefing passado pelo atendimento.
    • Do problema b ásico ou questão principal que a campanha deve abordar;
    • Dos Objetivos de comunicação;
    • Do público alvo, suas características e suas peculiaridades;
    • Da proposição (ou posições) de venda;
    • Da estratégia de criação - o tema de campanha, o apelo, que pontos devem ser evitados, que pontos devem ser enfatizados e a técnica de execução a ser utilizada;
    • Outras informações consideradas úteis para criação;
  4. F órmula > Criação > Existe?
    • Mais comum numa ag ência é a dupla de criação (Briefing + Campanha = Insight);
    • Brainstorm = tempestade de id éias;
    • Grupo focal ou grupo de discussão;
    • AIDA = aTENÇÃO, iNTERESSE, dESEJO E aÇÃO;
    • São estágios que a mensagem deve passar: atrair a atenção do receptor , despertar o seu interesse , provocar o seu desejo e invocá-lo à ação esperada.
  5. Algumas pe ças Usando AIDA
  6.  
  7. Segundo Young (diretor de cria ção da J.W. Thompson)
    • Para criar uma mensagem que desperte o interesse dos consumidores é preciso:
    • Imers ão = coleta de informações do conceito do produto;
    • Digest ão = processar as informações da etapa anterior;
    • Incubação = fase do amadurecimento das informações;
    • Ilumina ção = deixar as idéias aflorarem
  8. Situa ções Apelo = informativo-racional e emocional
    • Atributos do produto.
    • Vantagem competitiva.
    • Pre ço.
    • Novos apelos.
    • Popularidade do produto.
  9. Mídia
  10. Quase o administrador de uma agência. Ele é responsável pelo planejamento e administração da VERBA de um cliente nos veículos de comunicação. O MÍDIA
    • 1º CPM = custo por mil (quanto custa um anúncio para cada mil pessoas)
    • 2º Audiência Líquida (REACH) = total de pessoas diferentes que se consegue atingir quando se considera a audiência em vários veículos. Ex. Elimina-se tudo que os espectador viu e considera-se apenas uma vez. Geralmente é expressa em percentagens.
    CPM e Audiência Líquida
  11. CPM = custo da mídia x 1.000 total de audiência (circulação no publico) Exemplo: CPM = 50.000,00 X 1.000 1.500.000 (circulação no publico) Cálculo do CPM Total: 33.3
  12. Gilmar Santos, Princípios de Publicidade, pp 148/149 CPM Simples CPM no target 62.000 60.000 Circulação Mulheres R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 112,74 Revista B R$ 133,33 Revista A CPM Veículo 85.000 120.000 Circulação Total R$ 6.990 R$ 8.000 Preço por página - Cor R$ 82,74 Revista B R$ 66,67 Revista A CPM Veículo
  13. CPM (Teóricos)
  14. Custo absoluto – Valor cobrado pelo veículo para a inserção da mensagem publicitária. Custo por mil – é uma medida de custo relativo, que avalia quanto custa atingir cada grupo de mil unidades de consumo de um determinado veículo. Obtém-se o custo multiplicando o preço de uma inserção por mil e dividindo esse preço pela audiência ou circulação total. Custo por target – CPM aplicado ao segmento desejado.
  15. GRP
  16. Sigla cuja tradução em português é audiência bruta acumulada. Para se calcular o GRP, somam-se os pontos de audiência dos horários em que os comerciais é veiculado. O GRP é usado, dentre outras coisas, para medir a pressão publicitária, selecionar programa e veículos e comparar os “pacotes fechados” oferecidos pelos veículos
  17. GRP = 80 x 3 = 240% 3 80% 100% 12/4 12 5 0 6 0 1 Nos. Absolutos 5 X 1 4 X 0 3 X 2 2 X 0 1x 0 Cálculos 4 1 0 2 0 1 Nos. Absolutos 05 x x x x x x x E D x x x x x C x x x B x x x x x A 5 4 3 2 1 X I Q T S Soma Freqüência Exibições do Comercial Freqüência Média Coberturas Audiência Dom. da Amostra Cálculo do GRP
  18. TARP
  19. Sigla cuja tradução em português é índice de audiência do público-alvo. Segue o mesmo raciocínio do GRP, porém considerando apenas as pessoas do segmento desejado, expostas à mensagem. É mais adequada do que o GRP quando se quer atingir um público segmentado e com hábitos de audiência em horários ou emissoras específicos
  20. REACH
  21. Significa audiência líquida. Parecida com o GRP, não considera a audiência acumulada, ou seja, as pessoas só são computadas na primeira vez que assiste ao comercial. Por isso, à medida em que o número de inserções vai aumentando, aumenta a diferença entre o GRP e o Reach. Atenção: às vezes é chamado de alcance e, erroneamente, segundo Veronezzi, de cobertura.
  22. OVERLAPING
    • É a duplicação ou superposição de audiência, ou seja, um superposição na recepção porque diferentes veículos são vistos ou lidos pela mesma pessoa. Nesse caso, a fixação da mensagem será dobrada. O conhecimento antecipado da duplicação permite ao mídia:
      • evitar uma repetição em benefício de uma maior amplitude de exposição da mensagem;
      • ou, ao contrário, tirar partido dela para obter maior impacto no menor espaço de tempo.
  23. Tiragem – Quantidade de exemplares impressos, de cada número do jornal ou revista. É fator de menos importância porque há veículos que sofrem grandes encalhes, enquanto que outros são lidos por duas ou três pessoas. Circulação – É o número de exemplares lidos pelo público ou realmente vendidos. Cobertura – Designa, tanto o tipo de leitor (sexo, classe, grupo de idade, cultura), com as zonas geográficas onde o mesmo tem venda regular.
  24. Atenção No caso de periódicos especializados, ou seja, aqueles destinados a um determinado assunto ou com público-alvo extremamente segmentado, os veículos não devem ser julgados pela tiragem, mas sim pela qualidade dos seus leitores. O que interessa é saber se os veículos têm realmente boa circulação entre as classes a que se destinam e se gozam de prestígio entre seus leitores.
  25. FLIGHT
  26. Com base em José Carlos Veronezzi, Mídia de A a Z, pág. 89 Linear JAN FEV MAR Concentrado Pulsação Ondas (wave) Tipos Flights – Período contínuo de veiculação
  27. Planejamento em Publicidade
  28. SUCESSO!!!
  29. Planejamento Publicitário O sucesso de um produto ou serviço (numa campanha) depende de um bom Planejamento Publicitário.
  30. Campanha é um produto. Para Gilmar Santos, campanha publicitária é um produto e, desse modo, deve ser planejada à exaustão, para que esse resultado final cumpra com eficiência o propósito para o qual foi criado.
  31. Os pilares
    • No caso específico de publicidade, as ações (o que fazer) e estratégias (como fazer) sustentam o planejamento publicitário.
  32. Para Gilmar, nenhuma dessas campanhas nasceu de um felling dos criadores.
    • Planejamento envolve análises:
    ANÁLISES Produto no mercado Definição das estratégias da Comunicação Mercadológica Análise do público-alvo - Ações comparativas = desconhecido x conhecido / incerto x seguro - Capacidade operacional - Recursos disponíveis - Situação da empresa no mercado
  33. Para Armando Sant´anna
    • Para Armando Sant´anna, o objetivo global do planejamento é proporcionar soluções práticas , baseadas nos fatos , para problemas específicos de marketing e propaganda .
  34. TEMPO Tempo para elaboração de um planejamento é variável. Depende: da complexidade da campanha e da quantidade de informações necessárias.
  35. USP
  36. USP (UNIQUE SELLING POINT)
    • USP – Proposição única de venda.
    • A empresa enfatiza um ponto do produto desprezando os demais.
    • USP faz da mensagem uma proposição objetiva: monotemática – politemática.
  37. USP (MONOTEMÁTICA)
  38. EXEMPLO Vantagem competitiva em relação aos concorrentes.
  39. USP (POLITEMÀTICA)
  40. Pão de forma Light Não só qualidades superiores, mas um esforço para disponibilizá-los para determinado segmento. Pão = uma determinada industria cria um pão light para atender o segmento de pessoas que desejam emagrecer.
  41. Pontos vistos anteriormente:
    • 1 - Diferenciação do produto (USP);
    • 2 - Segmentação de mercado
    • (USP-Politemático);
  42. 3 – Análise de mercado
    • Comportamento do consumidor;
    • Ambiente externo;
    • Anunciante com relação ao concorrente;
    • Vulnerabilidade diante de forças externas;
    • (Governo, tecnológico e etc)
  43. Instrumento de Análise
    • SWOT – Strengths / Weaknesses / Oportunities / threatenings
    • FORÇAS
    • FRAQUEZAS
    • OPORTUNIDADES
    • AMEAÇAS
  44. EXEMPLO 1
    • Variáveis do AMBIENTE INTERNO
    • Forças e Fraquezas
    Força: contrato valioso com um fornecedor de peças. Fraqueza: rede de assistência técnica restrita e mal distribuída.
  45. EXEMPLO 2
    • Variáveis do AMBIENTE EXTERNO
    • Oportunidades e Ameaças
    • Ameaça:
    • entrada de um novo concorrente.
    • Oportunidade:
    • Entrada de produtos em outro país.
  46. + Pontos
    • 4 - Papéis do comprador : iniciador, influenciador, decisor, comprador, usuário.
    • 5 - Estágios do processo de decisão de compra : reconhecimento do problema (estímulos internos e externos), busca de informações (fontes pessoais, comerciais, públicas, experimentais), avaliação de alternativas (necessidade? Benefícios? Atributos?), decisão de compra (fatores de influência: a opinião dos outros ou imprevistos), comportamento pós-compra (satisfação ou insatisfação?).
  47. 6 - Comportamento de compra :
    • Quatro tipos de comportamento envolvem o processo de decisão de compra:
    Comportamento de compra habitual – O consumidor torça frequentemente de marcas. Comportamento de compra com dissonância cognitiva reduzida – Nas compras caras, pouco freqüentes e que envolve risco, o consumidor é levado à comprar com relativa rapidez, levado por preços baixos ou conveniência. Feita à escolha, o consumidor ficará atento à informações que sustentem à sua decisão e pode experimentar alguma dissonância cognitiva. Pouca diferença entre marcas Comportamento de compra em busca de variedade – Caracterizado pelo hábito de compra de um determinado produto, mas que não caracteriza uma fidelidade. Comportamento complexo de compra – Primeiro o consumidor desenvolve crenças sobre o produto, depois atitudes até chegar a o momento da escolha refletida Diferença significativa de marcas BAIXO ENVOLVIMENTO ALTO ENVOLVIMENTO
  48. Briefing
  49. Briefing
    • O briefing é a base referencial do planejamento das campanhas publicitárias. A responsabilidade de obter as informações que compõe o briefing é, em geral, do Atendimento da agência, a quem cabe levantar dados sobre produto, mercado, consumidor, empresa, além das especificações sobre os objetivos mercadológicos e de investimentos do cliente.
    • Aspecto essencial do Briefing: nenhuma informação importante deve ficar de fora, ao passo que nenhuma informação desnecessária deve fazer parte desse relatório.
  50. • 9.Relação das peças publicitárias • • 8. Determinação da verba: 8.1 - Verba total da campanha 8.2 – Discriminação da verba de veiculação, produção, pdv e pesquisa. • • 7. Definição de objetivos e estratégias de: 7.1 - Criação 7.2 - Mídia • • 6. Descrição do público-alvo e áreas de atuação • • 5. Posicionamento do produto/serviço/marca no mercado • • 4. Determinação dos objetivos de comunicação • • 3.Definição dos problemas e oportunidades (diagnóstico) • • 2.Análise comparativa com a concorrência sob os aspectos: 2.1 - Produto ou serviço 2.2 - Preço 2.3 - Distribuição 2.4 - Comunicação • • 1. Situação de mercado onde a empresa atua, características dos seus produtos e serviços Planejamento Briefing Itens Comparação entre briefíng e planejamento
  51. Comparação entre briefíng e planejamento Planejamento Briefing Itens • • • • 12. Anexos: 12.1 - Roteiros, textos, layouts, etc. das peças criadas 12.2 - Programação de mídia 12.3 - Leis e regulamentos relativos ao setor, se houver, especialmente no caso de promoções 12.4 - Outros assuntos sobre a campanha • • 11. Cronograma • 10. Determinação dos sistemas ou métodos de avaliação
  52. MIX DE MARKETING
  53. MIX de Marketing
    • 4 Ps
    • Problema – Qual problema do consumidor o produto solucionará? As necessidades, desejos, problemas ou vontades do consumidor precisam ser claramente identificadas e expressas como base para o desenvolvimento do produto e da propaganda.
    • Pessoas – A quem falamos sobre o nosso produto?
    • Produto – Que tipo de produto nós fazemos? O que esse produto contém? O que ele faz de diferente dos concorrentes
    • Plataforma – Onde nos colocamos para nos comunicarmos? A nossa mensagem alcança a audiência desejada?
    • Promessa – Que vamos dizer? A estratégia da promessa – inclui benefício ou razão - motiva o consumidor na escolha?
  54.  

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