Redes De Computadores

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Versão 4.0, apresentação baseada no livro "Redes de Computadores" do autor Andrew Tanenbaum. As fotos utilizadas foram das instalações e consultorias que participei. Os desenhos são baseados em …

Versão 4.0, apresentação baseada no livro "Redes de Computadores" do autor Andrew Tanenbaum. As fotos utilizadas foram das instalações e consultorias que participei. Os desenhos são baseados em pesquisas na internet.

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  • 1. Redes de Computadores Prof. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] 2012 Versão 4.0
  • 2. ..tchau marcão! Vai tarde!
  • 3. Bibliografia Básica e recomendada
    • Tanenbaum, Andrew S. Redes de Computadores. Rio de Janeiro: Editora Campus, 1997.
    • Redes de Computadores: um abordagem de sistemas, DAVIE, Bruce e PETERSON, Larry, São Paulo, Campus, 2004.
    • Yacoub, Michel. Telecomunicações: princípios e tendências. Editora Érica, 1997.
  • 4. Fatos Históricos e curiosidades
    • Advento da telegrafia marco ZERO das comunicações modernas (sec. XIX)
    • Cabos Oceânicos em 1866
    • Sec. XX mais de 600 milhões de linhas
    • Radiopropagação somente no final do sec. XIX
    • Maxwell (1864) Teoria das linhas Guiadas
  • 5. Estrutura do Sistema Telefônico
    • Alexander Graham Bell (1876)
    • Grande demanda pela invenção
    • Conexão ponto-a-ponto
    • Bell Telephone Company (1878)
    • Comutação manual
    • Os EUA foram invadidos por centrais de comutação
    • Modelo intacto por mais de 100 anos
  • 6. Central de Comutação
  • 7. Estrutura do Sistema Telefônico
    • Hoje, 1 par de cobre liga um ponto ate uma central digital
    • 1 a 10 Km
    • Loop Local
    • O capital da AT&T 80% era cobre
    • Atualmente a sinalização é digital
  • 8. Estrutura do Sistema Telefônico
    • WLL – Wireless Local loop
      • Brasil: Antiga Vesper (adquirida pela Embratel)
      • Telefone “fixo” com mobilidade
      • Transmissão via rádio
      • Dá suporte a Internet?
  • 9. Estrutura do Sistema Telefônico
    • Sistema digital
      • Vantagens:
        • Pequena taxa de erro
        • Taxa de dados maiores
        • Menor custo de transmissão
      • Desvantagens:
        • Atenuação
        • Distorção
  • 10. Redes Digitais de Faixa Estreita
    • 1984 – ISDN
    • Principal Serviço: Voz e conferências.
    • Atualmente este padrão é usado em conjunto com outros canais, pois o N-ISDN possui um taxa de 64 Kbps máxima em alguns canais.
  • 11. Redes Digitais de Faixa Estreita
    • Canais:
      • A – Canal Telefônico analógico
      • B – Canal PCM digital de 64 Kbps
      • C – Canal digital de 8/16 Kbps
      • D – Canal digital de 16 Kbps sinalização
      • E – Canal digital 64 Kbps sinalização interna
      • H – Canal digital de 384, 1.536 ou 1920 Kbps
  • 12. Redes Digitais de Faixa Estreita
    • Para usuário doméstico é oferecido um pacote de comunicação de 144Kbps (2B+D), somente EUA, no Brasil não houve este tipo de serviço oferecido para uso doméstico.
    • Com a finalidade do usuário de conectar a provedores de acesso a internet (?).
  • 13. ISDN
    • Modem PCI para computadores
    • 2 canais de 64 kbps
    • 1 canal analógico
  • 14. ISDN
    • Telefone Digital ISDN
  • 15. Redes Digitais de Faixa Larga
    • N-ISDN (ou faixa estreita)
    • Foi o elaborado o B-ISDN, voltado para grande quantidade de movimentação de dados. (B de broadband)
    • Baseado em ATM
    • É um tecnologia totalmente diferente da tecnologia usada (circuitos).
    • No Brasil é oferecido um serviço chamado de LP (linha privada), onde a empresa pode comprar até 2048MBytes de transmissão, onde são 30 timeslots de 64 Kbytes.
  • 16. Problemas nas Redes Digitais
    • Problemas:
      • Não pode usar 1 par trançado
      • Trocar todos os loops por fibra óptica ou par trançado cat. 5 (4 pares)
  • 17. Modelo de referência OSI (O pen Systems Interconnection )
    • Modelo criado pela ISO para haver uma padronização em telecomunicações.
    • Antigamente cada empresa tinha o seu meio de comunicação.
    • Não havia compatibilidade entre as redes. Grandes Ilhas de dados.
    • Foi desenvolvido para ser mais um guia do que uma regra.
  • 18. Modelo de referência OSI
    • 7 camadas:
      • Física
      • Enlace
      • Rede
      • Transporte
      • Apresentação
      • Sessão
      • Aplicação
  • 19. Meios Físicos
    • Objetivo é transmitir um fluxo bruto de bits
    • Temos vários meios físicos, cada um com a sua propriedade:
      • Largura de banda
      • Retardo
      • Custo e facilidade de instalação e manutenção
  • 20. Meio Magnético
    • Forma mais comum utilizando uma fita/disco magnético entre computadores
    • Não é tão sofisticado porem é o que apresenta o menor custo
    • 1 fita de 8mm pode armazenar 7Gbytes de dados
    • Uma caixa de 50x50x50 pode armazenar 1000 fitas
    • 7000 Gbytes / 85400s (24 Horas – Sedex 10)
    • ~83,93 Mbytes/s ou 671Mbits/s
    • Qual o custo?
      • R$10,00/fita
      • R$ 100,00 Sedex 10
      • R$ 1.100,00 / 7000 Gbytes = R$ 0,15 / Gbytes
      • Impossível oferecer um sistema mais barato
  • 21. Base teórica
    • Analise de Fourier
      • Qualquer função periódica estável, com periodo T pode ser construída como a soma de um número de senos e co-senos.
      • Série de Fourier – Se o periodo T for conhecido e as amplitudes forem dadas,a função original do tempo poderá ser encontrada efetuando as somas da equação.
      • http://www.searadaciencia.ufc.br/tintim/matematica/fourier/fourier1.htm
      • Amplitude relacionada com o meio de transmissão – perde energia no tempo. O sinal seria reduzido na amplitude mas não distorcido.
      • Largura de banda esta relacionada com a composição do meio de transmissão (espessura e comprimento) – largura de banda é medido em frequencia.
  • 22. Base teórica
    • Nyquist e Claude Shannon
      • Para reconstruir um sinal arbitrário precisamos de duas vezes a largura de banda do sinal amostrado.
        • Fórmula no livro
      • Canal sujeito a ruído aleatório (térmico)
        • Relação sinal/ruído
        • Fórmula no livro
        • 10 Log10 S/N (S Potência e N é Ruído)
          • Uma relação 10 S/N corresponde a 10 dB
          • 100 S/N a 20 dB …
  • 23. Cabo Coaxial
    • Dois tipos de cabos
      • 50 Ohms (transmissões digitais)
      • 75 Ohms (analógicas)
    • Composição:
      • 1 fio de cobre esticado na parte central do cabo
      • Envolvido por um material isolante
      • O isolante é protegido por uma malha solida entrelaçada
      • A malha é coberta por uma capa plástica
    • Utilização:
      • Sistema Telefônico (EUA)
      • Atualmente TV a cabo
      • Redes de computadores
  • 24. Cabo Coaxial
    • Construção e blindagem proporcionam:
      • Alta Largura de Banda
      • Excelente imunidade ao ruído
      • Distância maiores para transmissão
        • 1 Km a taxa pode chegar a 1 a 2 Gbps
  • 25. Cabo Coaxial
    • A – Revestimento de Plástico
    • B – Tela de Cobre
    • C – Isolador diaétrico interno
    • D – Núcleo de cobre
  • 26. Cabo Coaxial
  • 27. Cabo Coaxial
  • 28. Cabo Coaxial
  • 29. Cabo Coaxial de Banda Larga
    • Podem percorrer ate 100 Km devido a sinalização analógica
      • Para transmitir sinais digitais em uma rede analógica, cada interface deve conter um conversor A/D e D/A
    • A banda pode ser dividida em vários canais (dividos em frequências)
      • Canal para Tv, outro para audio, dados,etc..
  • 30. Cabo Coaxial de Banda Larga
    • Cabo único, como informação volta ao transmissor?
      • 2 opções:
        • 2 cabos paralelos
        • Subsplit (5-30Mhz envia dados e 40-300Mhz recebe dados)
        • Quem coordena nos EUA a faixa de frequência de operação é a FCC, no Brasil é a Anatel.
  • 31. Cabo Coaxial de Banda Larga
      • 90% das casas da Holanda possui TV a cabo
      • 80% nos EUA
      • Alta concorrência entre operadoras de Telecom x TV na oferta de serviços de dados, voz e imagem(Triple-play)
  • 32. Par Trançado
    • É um dos tipos mais usados para conectar computadores
    • Pode ser de dois tipos:
      • UTP (Unshielded Twisted Pair)
      • STP (Shielded Twisted Pair)
    • É o meio de transmissão mais antigo.
  • 33. Par Trançado
    • Capacidade de transmissão:
      • Cat . 1 - 1Mbps
      • Cat . 2 - 4Mbps
      • Cat . 3 - 10Mbps *
      • Cat . 4 - 16Mbps
      • Cat . 5 - 100Mbps *
      • Cat . 5e - 100Mbps ou 1000Mbps *
      • Cat . 6 - 10.000Mbps *
  • 34. Par Trançado
  • 35. Fibra óptica
    • Estruturas dielétricas com geometria cilíndrica.
    • A energia luminosa propaga-se num longo cilindro central, denominado núcleo.
    • Dimensões do núcleo:
      • 0,001 mm em fibras monomodo.
      • 0,1 mm em fibras multimodo.
    • Trajetória é descrita pelas leis da reflexão e da refração da luz (lei de Snell –óptica geométrica para ângulos de reflexão e refração).
  • 36. Fibra óptica
    • Evolução através da retirada das impurezas do material: Sílica.
    • Distância de transmissão
      • Monomodo (30 km)
      • Multimodo (2 Km)
    • Principais problemas:
      • Atenuação (enfraquecimento do sinal)
      • Dispersão (deformação do sinal)
  • 37. Fibra óptica
  • 38. Fibra óptica
  • 39. Fusão de Fibra optica
  • 40. Fusão de Fibra optica
  • 41. Fusão de Fibra optica
  • 42. Fusão de Fibra optica
  • 43. Fusão de Fibra optica
  • 44. Fusão de Fibra optica
  • 45. Modem
    • Mo dulador – Dem odulador
    • Realizar um trabalho/pesquisa sobre o assunto.
  • 46. Telecomunicações sem Fio
    • Fatos Históricos:
      • James Clerk Maxwell, 1865, previu a capacidade de transmissão eletromagnética.
      • Final do Sec. XIX, Heinrich G. Hertz, demonstrou em laboratório a propagação de ondas de rádio (poucos metros de distância).
      • Em 1897 M.G Marconi estabeleceu uma conexão entre um barco de reboque e uma estação terrena, a 18 milhas de distância, no canal da mancha.
  • 47. Telecomunicações sem fio
    • O número de oscilações por segundo de uma onda eletromacgnética é chamada de frequência, f , e é medida em Hz.
    • A distância entre dois pontos máximos consecutivos é chamada de comprimento de onda, letra grega lambda, λ.
    • No vácuo todas as ondas viajam na mesma velocidade, independente da sua frequência, chamada velocidade da luz, 3 x 10 8 m/s
  • 48. Telecomunicações sem fio
    • Ondas de 1 MHZ tem quase 300 m.
    • Ondas de 30 Ghz tem 1 cm.
    • No Brasil a entidade que regulamenta as faixas de frequência é a Anatel, nos EUA é a FCC.
      • Rádios AM/FM/TV/Celulares/Companhias Telefônicas/Policia/Exército/Governo entre outros.
    • No Mundo ITU-R
    • Problemas na regulamentação entre EUA/Europa-Japão, frequências diferentes.
  • 49. Transmissão de Rádio
    • Fácil de Gerar
    • Percorrem longas distâncias
    • Penetram nos prédios
    • São mais utilizados para comunicação
    • São Omnidirecionais
    • Transmissor e receptor não precisam estar alinhados
  • 50. Curiosidade
    • Em 1970 a GM equipou os Cadillacs com freios que impediam o travamento das rodas (controle por computador). Prendia e soltava ao invés de trava-los. Um belo dia um guarda de Ohio começou a usar um rádio móvel para falar com a base. Um Cadillac passou e começou a trotar! (como um cavalo). Ao ser abordado pelo patrulheiro o motorista disse que não fez nada e o carro estava se comportando estranhamente. Estava criado um mito: os cadillacs enloqueciam, mas somente nas estradas de Ohio!
    • Só depois de muito tempo verificaram que a fiação captava a frequência pelo sistema de rádio da polícia. Como uma antena!
    • Por causa desses motivos os governos tem um RÍGIDO controle no uso do espectro de frequência.
  • 51. Transmissão de rádio
  • 52. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 53. Telefones sem fio
    • Mobilidade
    • Estação base e um telefone
    • Utilizavam frequências fixas (era possível escutar o vizinho)
    • CT-1 (Cordless Telephone -EUA) CEPT-1 (Europa)
    • Interferência na TV e rádios.
    • Inglaterra criou o CT-2 (que só ligava)
    • Em 1992 foi criado o padrão CT-3 ou DECT, muito próximo dos telefones celulares.
  • 54. Telefones Celulares
    • Rádios telefones móveis eram somente para comunicações militares e marítimas, nas primeiras décadas do século XX.
    • Em St. Louis (1946) primeiro sistema, “Aperte o botão para falar” no alto do prédio. Radioamador, Polícia, taxís, etc.
    • Em 1960, utilizava duas frequências uma para enviar e outra para receber.
  • 55. AMPS
    • Sistema Analógico
    • Criado/Instalado em 1992 pela Bell Labs.
    • 100Km -> 10 células - 10 km - 10 canais
    • MTSC/MSC ->PSTN
    • Handoff
  • 56. TDMA
    • Sistema Digital
    • Desenvolvido pela grande demanda
    • Compatível com o AMPS
    • A principal diferença é a divisão do canal por 3 intervalos de tempo de acesso.
    • Com isso aumentou a capacidade de usuários.
  • 57. CDMA
    • Técnica que utiliza o espalhamento espectral do sinal.
    • Todos falam/Todos escutam, mas somente o que querem ouvir.
    • Diferenciação através dos níveis de potência em cada faixa de frequência.
  • 58. GSM
    • É o padrão mais utilizado no mundo
    • Foco em segurança e portabilidade
    • Cartão SIM e terminal móvel com um número de 15 digitos cada.
    • Utiliza a modulação 0,3GMSK e a divisão de tempo de acesso em 8 intervalos de tempo.
  • 59. Antenas
  • 60. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 61. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 62. Redes de Computadores
    • Número Grande de computadores isolados (Acesso a dados centralizados)
    • Confiabilidade/Acessibilidade
    • Economia de recursos tecnológicos
    • Cliente/Servidor
    • “ Boom” em 1980, todos tinham um padrão para redes.
    • IEEE/ISO/ANSI
  • 63. Topologia Fisica
    • Topologia física esta relacionada em como serão conectados os meios de transmissão de bits.
    • Tipos físicos:
      • Barramento
      • Anel – Aneis Interconectados
      • Estrela
      • Completa
      • Árvore
      • Irregular
  • 64. LAN – MAN - WAN Distância Localização Exemplo 0,1 m Placa do circuito Equipamento 1 m Sistema Equipamento 10 m Sala Rede Local 100 m Prédio 1 km Campus 10 km Cidade Rede Metropolitana 100 km País Rede Geograficamente Distribuída 1.000 km Continente 10.000 km Planeta A Inter-Rede
  • 65. Par trançado, lembra dele?
    • 4 pares:
      • BA/A - BL/L - BV/V - BM/M
      • Padronizaram a seqüência de cores!
        • 568A
        • 568B
        • Além de outras normas para cabeamento estruturado, por exemplo, ligação entre andares, central de telecomunicações. (ver texto sobre cabeamento estruturado)
  • 66. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 67. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 68. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 69. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 70. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 71. Instalação Física
  • 72. Instalação Física
  • 73. Instalação Física
  • 74. Instalação Física
  • 75. Instalação Física
  • 76. Instalação Física
  • 77. O QUE NÃO FAZER!!!!
  • 78. O QUE NÃO FAZER!!!!
  • 79. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 80. O QUE NÃO FAZER!!!!
  • 81. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 82. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 83. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 84. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address]
  • 85.  
  • 86.  
  • 87.  
  • 88.  
  • 89. Modelo de Referência TCP/IP
    • Baseado no modelo OSI
    • Suprimiu algumas camadas, mas unificou outras
    • 4 camadas:
      • Host/Rede
      • Inter-Rede
      • Transporte
      • Aplicação
  • 90. OSI x TCP/IP
  • 91. Camada de Enlace
    • Camada 2 do modelo OSI
    • Vários padrões e equipamentos
      • Ethernet
      • Atm
      • Frame-relay
      • PPP
      • Token Ring
      • FDDI
      • HDLC
    • Detecta mas não corrige erros (ruidos na rede podem interferir na transmissão)
    • Transmite as informações no formato de quadros
      • Não importa com o que está enviando
  • 92. PPP
    • Point-to-point protocol
    • Conexão serial
    • PPPoE (over ethernet) e PPPoA (over atm)
    • LCP (link control protocol)
    • NCP (network control protocol)
    • BCP (bridge control protocol)
    • RFC 1661
    • MLPPP (agregação de links)
  • 93. Frame-Relay
    • Frame-relay é um meio de comunicação orientado a conexão
    • Linha privada virtual permanente
    • Linha privada real o usuário pode utilizar sem perdas de dados.
        • (virtual os dados são transportados em rajadas)
    • O usuário é responsável pelo controle do fluxo e de erros, assim como a recuperação de dados descartados
    • MLFR (agregação de links)
  • 94. Frame-Relay
  • 95. ATM – Asynchronous Transfer Mode
    • Utiliza comutação de células!
    • Não há um fechamento de sinal entre o transmissor e o receptor (circuitos) e sim os dados podem chegar de diferentes origens
    • Não há necessidade de fluxo contínuo de dados
  • 96. ATM – Asynchronous Transfer Mode
    • Meios comuns de transmissão:
      • Fibras ópticas
      • Cabos coaxial ou par trançado (cat 5).
  • 97. ATM – Asynchronous Transfer Mode
    • Ideia básica:
      • Transmitir os dados em tamanhos fixos, chamados de células
      • As células tem 53 bytes (5 bytes cabeçalho e 48 bytes a carga)
  • 98. ATM – Asynchronous Transfer Mode
    • Vantagens:
      • Taxa constante
      • Velocidades altas
      • Velocidade ate 10 Gbps
  • 99. ATM
    • Switch ATM
    • MSS (Nortel)
  • 100. ATM
    • Taxa de 155 Mbps
    • http://www.necel.com/comm/en/atm/d98412
  • 101. Rodrigo Cesar Benaglia Piovesana [email_address] Rede Nacional de Pesquisa
  • 102. Redes Ethernet
    • Surgiu em 1972 – Xerox – cabo coaxial e taxa de 2.94 mbps
    • Network Alto Aloha – primeiro nome
    • Ethernet – ether (meio físico de transporte dos bits funciona da mesma maneira que o éter funciona no envio de ondas eletromagnéticas no espaço)
    • IEEE – 1980 Padronizou com o número 802.3 – Ethernet
  • 103. Como funciona?
    • Três elementos: meio físico, regras de controle de acesso ao meio e o quadro ethernet.
  • 104. Características
    • Opera a 10 Mbps
    • Quadros de 64 a 1518 bytes
    • Endereçamento pelo Mac address (único na rede de 6 bytes -3 fabricante e 3 identificação da placa)
    • Subcamada MAC – controla a transmissão e recepção
  • 105. Características da subcamada MAC
    • Modo de transmissão: half-duplex/Full-duplex
    • Encapsulamento para camadas superiores
    • Desencapsulamento para camadas superiores
    • Transmissão de quadros
    • Recepção de quadros
  • 106. Half/full Duplex
  • 107. Regras de controle de acesso ao meio
    • Half-duplex: uma estação transmite a outra fica em silêncio. O controle fica a cargo do CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection), qualquer estação pode transmitir quando percebe que o meio está livre.
    • Quando duas estações simultaneamente resolvem transmitir ocorre uma colisão e os pacores são corrompidos. O pacote é retransmitido após um intervalo de tempo aleatório.
  • 108. Meios de transmissão
  • 109. Fast Ethernet?
    • Manteve o padrão ethernet, formato do quadro, tamanho, mecanismo de detecção de erro.
    • Mudança mesmo foi na velocidade para 100 Mbps.
    • Modo de transmissão half ou full-duplex.
    • Não houve mudanças no método de acesso ao meio CSMA/CD para half-duplex.
  • 110. Já no full-duplex… Não existe diferenciação em quem está enviando ou recebendo. Banda de 200 Mbps.
  • 111. 1 e 10 Gigabit ethernet
    • Pesquisar meios de transmissão, pois funcionamento é o mesmo.
    • Fabricantes que oferecem equipamentos que operam em 1 e 10 Gbits.
    • 40 Gbits e 100 Gbits?
  • 112. Equipamentos e comandos
    • Switches (comutadores – não usual)
    • Diversos modelos e fabricantes
      • Para todas as faixas econômicas
        • “ Do mão de vaca” ao “To nem ai”
      • Diversos padrões (features) implementadas nos equipamentos: como prioridade de tráfego, divisão de redes virtuais, energia pelo rede, agrupamento de links, controle de loop (STP).
  • 113. Pesquisa
    • Qual a função do comando ARP? Pequisar todas as suas funções, qualquer sistema operacional possui estes comandos.
    • Analise de Tráfego pelo Ethereal/Wireshark de um datagrama capturado na rede
    • Analise de Tráfego do segundo pacote capturado e dizer qual informação está sendo enviada em texto plano.
  • 114. Camada de Rede
    • Camada Complexa
    • Possibilita a conectividade e seleção de caminhos entre dois sistemas diferentes.
    • Redes heterogêneas
  • 115. ARPANET
    • ARPA (Advanced Research Projects Agency) – Divisão do Pentágono
    • 1957 – Guerra Fria
    • Selecionava apenas o melhores projetos
    • Troca de comutação de circuitos por pacotes
    • Implementação de redes entre universidades
    • Compartilhamento de informações
    • Redes diversas – problemas de compatibilidade
  • 116. NSFNET
    • NSF (National Science Foundation)
    • Criou sua própria rede – Dificuldade de acesso a rede da ARPANET
    • Adotou o TCP/IP para conectar os pontos, trabalhando com diversos tipos de redes
    • Criou o primeiro backbone TCP/IP a 56 Kbps
  • 117. INTERNET
    • Surgiu da união entre a ARPANET e a NSFNET
    • Basicamente interconexão entre gateways com links de grande velocidade e redundância.
  • 118. INTERNET
  • 119. TCP/IP
    • Endereçamento IP
    • Endereçamento de 32 bits, divididos em 4 octetos.
    • De 00000000. 00000000. 00000000. 00000000
    • Até 11111111. 11111111. 11111111. 11111111
    • Ou 0.0.0.0 até 255.255.255.255
  • 120. Classe de endereçamento
    • Nós temos dois componentes no endereçamento, número de rede e o número de host.
    • Rede: identifica em qual segmento de rede o host estará associado.
    • Host: identificação única do host em um segmento de rede.
  • 121. Conversão de Endereço
    • 10000111.10111010.00001000.10101010
    • 10010100.10101110.01000100.10101001
    • 11000011.10101010.00100110.00101110
    • 11100001.11111010.01100000.01011101
    • 220.100.44.51
    • 192.168.0.100
    • 172.16.67.0
    • 10.176.57.8
  • 122. Classe de endereçamento
    • Classe A – 1 à 126…
    • Classe B – 128 à 191…
    • Classe C – 192 à 223…
    • Classe D – 224 à 239…
    • Classe E – 240 à 254… (reservado para uso futuro)
  • 123. Subredes?
    • 1 - Considere o endereço de rede da classe "C" 198.100.20.0/24 da empresa norte-americana Toshiba America Medical Systems. O administrador desta rede nos solicitou auxilio para criar 13 sub-redes . Prontamente, você colaborou na execução desta tarefa de consultoria e encontrou diversos valores que foram apresentados ao administrador da rede. De acordo com os valores encontrados, responda :
    • 1  - Qual será a nova máscara para atender ao pedido do administrador representada nas duas notações(decimal e ciderizada) ? 2 - Quantas sub-redes serão criadas de fato ? Qual o endereço da 1ª sub-rede válida ? 3 - Quantos hosts por sub-rede serão criados ? 4 - Qual o endereço de broadcast da 2ª sub-rede válida ? 5 - Qual a faixa de endereços destinada a numeração de hosts da 3ª sub-rede válida ?
  • 124. Resolução exercício 1
    • 1 – 255.255.255.240 ou 28
    • 2 – 16 subredes – 192.168.20.0 (se for tabalhar com protocolos de roteamento a primeira e a última subrede tem que ser eliminada, portanto 192.168.20.16
    • 3 – 14 hosts (1 rede + 1 broadcast)
    • 4 – 192.168.20.32
    • 5 – 192.168.20.49 - 63
  • 125. Camada de Transporte
    • Fornece serviços para a camada superior (sessão) e usa os serviços da camada inferior (rede)
    • As operações entre as entidades adjacentes ocorrem nos “pontos de acesso de serviços”(SAP – Service Access Point). Esses pontos são denominados TSAP (Transport Service Access Point)
    • As TSAPs utilização de primitivas de servços:
      • Request – Pedido de serviço
      • Indication – ocorrência de serviço
      • Response - resposta ao pedido
      • Confirmation – pedido completado
    • Serviço Confirmado – Usa as quatros primitivas
    • Serviço Não confirmado – usa apenas as duas primeiras
  • 126. Camada de Transporte
    • Os dados são recebidos na forma de TSDU (Transport Service Data Unit) – contém informações sobre como deve ser usadas para serem transmitidas.
    • Os componetes da rede trocam informações denominados TPDU ( Transport Protocol Data Unit)
  • 127.  
  • 128. Camada de Transporte
    • A ISO define dois protocolos de transportes
      • Serviços Orientados a conexão
      • Serviços não-orientados a conexão
  • 129. Orientado a Conexão
    • O objetivo dessa modalidade do protocolo de transporte (com conexão) é prover a qualidade de serviço (QOS - Quality Of Service ) necessária às aplicações. Suas principais funções são:
      • mapeamento de endereços de transporte em endereços de rede;
      • estabelecimento de conexão;
      • multiplexação de conexões de transporte em conexões de rede;
      • segmentação e concatenação de unidades de dados;
      • recuperação de erros fim-a-fim;
      • controle de seqüência fim-a-fim sobre cada conexão de transporte;
      • controle de fluxo fim-a-fim sobre cada conexão;
      • monitoração da qualidade de serviço prestada;
      • transferência de dados expressos.
  • 130. Classes de serviços
    • Classe 0: classe simples
    • Classe 1: classe com recuperação básica de erros
    • Classe 2: classe com multiplexação
    • Classe 3: classe com recuperação de erros e multiplexação
    • Classe 4: classe com detecção e recuperação de erros
    • PESQUISAR ONDE É APLICADO CADA CLASSE!
  • 131. Formato das TPDU
    • Todas as TPDU devem conter um número inteiro de octetos que são numerados a partir de 1 e na ordem crescente em que são colocados na NSDU. Os bits no octeto são numerados de 1 até 8, onde o bit 1 é o de menor ordem. Na representação de números binários que usam octetos consecutivos, o octeto de menor ordem tem o valor mais significativo.
    • Podemos representar a constituição de uma TPDU, genericamente, por:
      • um cabeçalho constituído de:
      • - um campo indicador de tamanho LI ; - uma parte fixa e - uma parte variável (se existir);
      • um campo de dados (se existir).
  • 132. Estabelecimento de Conexão
    • De forma bem ampla, uma conexão de transporte tem por objetivos trocar dados entre as entidades pares, prestando serviços aos seus usuários. Permite que cada usuário verifique a disponibilidade do usuário parceiro, podendo negociar parâmetros opcionais da conexão e realizar a alocação dos recursos necessários à comunicação entre tais usuários.
    • No modo orientado à conexão, cada conexão é vista como um par de filas interconectando dois (2) TSAP. Existe uma fila para cada direção do fluxo.
  • 133. Estabelecimento de Conexão
  • 134.
    • Para o estabelecimento de uma conexão de transporte, um usuário de transporte solicita o estabelecimento de uma conexão de transporte através da primitivaT-CONNECT- request , gerando uma TPDU-CR com alguns parâmetros como os que segue:
      • endereço chamado (TSAP)
      • endereço chamador (TSAP)
      • proposta de classe a ser usada
      • crédito para o controle de fluxo (tamanho da janela) e
      • tipo de numeracão (normal ou estendida).
    Estabelecimento de Conexão
  • 135. Estabelecimento de Conexão
    • Pode conter outros parâmetros que estão na parte variável da TPDU, tais como:
      • tamanho máximo das TPDU
      • throughput
      • taxa de erro residual
      • atraso de trânsito
      • utilização dos serviços de dados expressos e de reconhecimento da camada de rede (para a classe1)
      • utilização de soma verificadora (para a classe 4)
      • especificação de tempo máximo de reconhecimento das TPDU-DT (classe 4)
      • tempo máximo para a realização de reassociação da conexão de transporte após falha da conexão de rede (para as classes 1 e 3)
  • 136.
    • Quando o usuário de transporte remoto recebe a indicação de um pedido de conexão, ele envia uma T-CONNECT- response , gerando uma TPDU-CC com as respostas aos parâmetros da TPDU-CR. Logo que a entidade de transporte originadora da TPDU-CR receber a TPDU-CC, ela responderá ao seu usuário com uma T-CONNECT- confirmation . Esse mecanismo é conhecido como two-way handshake e a figura que segue o exemplifica.
    Estabelecimento de Conexão
  • 137. Estabelecimento de Conexão
    • No caso específico da classe 4, este mecanismo apenas de pedido e confirmação não é o suficiente, deve-se realizar a confirmação da confirmação. Essa última confirmação pode ser feita através de uma TPDU-DT como mostra o exemplo abaixo. Esse macanismo é conhecido como three-way handshake .
  • 138. TCP/UDP TCP – Transmission Control Protocol UDP – User Datagram Protocol
  • 139. TCP Orientado à conexão Ponto a ponto Confiabilidade Full duplex Entrega ordenada (da aplicação) Controle de Fluxo (ack)
  • 140. TCP 3 Fases Estabelecimento Transferência Término da conexão
  • 141. TCP
  • 142. TCP
  • 143. TCP
  • 144. TRANSFERÊNCIA DE DADOS Pesquisar sobre a transferência de dados na camada de transporte utilizando TCP.
  • 145. UDP Protocolo não confiável Fluxo de bytes sem inicio e sem fim Serviço sem conexão Serviços de Broadcast e Multicast
  • 146. UDP
  • 147. Camada de Sessão Permite que diferente aplicações estabeleçam uma sessão de comunicação para troca de informações. Nesta sessão é feita a transmissão de dados e quais dados serão enviados. Permite que mesmo após o desligamento ou interrupção da comunicação, os dados podem ser enviados a partir do ponto de parada.
  • 148. Camada de Apresentação Responsável pela formatação de dados e é a responsável pelo encapsulamento das informações em pacotes. Converte a informação recebida em um formato que comum a ser usado em uma transmissão de dados. Pode haver compressão de dados e criptografia
  • 149. Camada de Aplicação Sétima camada do modelo OSI Aplicações em Geral Cada uma utiliza um protocolo especifico para o seu funcionamento
  • 150. Protocolos Http Smtp Ftp Ssh Telnet SIP RDP
  • 151. INTRANET
    • Rede Corporativa de dados ou voz
    • Pode ser usada para inter-conectar setores distantes geograficamente, ou a propria LAN interna.
    • A diferença é o aproveitamento desses recursos ( www/@/ftp )
      • Ex: Livro de Ponto On-line, Requisição de veículos, requisição de equipamentos.
      • Economia de PAPEL!!!
  • 152. EXTRANET
    • É o acesso externo a rede corporativa
    • Tem a finalidade de integração entre produtor / vendedor / comprador / fornecedor
    • Agilizando PROCESSOS internos na empresa
      • B2B – B2C
  • 153. Thank you for watching, if I do not see you again... Have a great life!