Slideshare.net (beta)

 
Post to TwitterPost to Twitter
Post: 
Myspace Hi5 Friendster Xanga LiveJournal Facebook Blogger Tagged Typepad Freewebs BlackPlanet gigya icons

All comments

Add a comment on Slide 1

If you have a SlideShare account, login to comment; else you can comment as a guest


Showing 1-50 of 11 (more)

Ergonomia e Gestão de Design

From robsonsantos, 2 years ago

Apresentação feita no curso de pós-graduação em Gestão de De more

5181 views  |  5 comments  |  11 favorites  |  5 embeds (Stats)
Download not available ?
 

Categories

Add Category
 
 

Tags

robson santos espm design ergonomia usabilidade ergodesign usability gestão e ergonomia gestão organizações

more

 
 

Groups / Events

 

 
Embed
options

More Info

CC Attribution-ShareAlike LicenseCC Attribution-ShareAlike License
This slideshow is Public
Total Views: 5181
on Slideshare: 4983
from embeds: 198

Slideshow transcript

Slide 1: Ergonomia e Gestão em Design Robson Santos, DSc.

Slide 2: Robson Santos Doutor em Design, PUC-Rio, Departamento de Artes e Design Mestre em Design, PUC-Rio, Departamento de Artes e Design Designer Esdi/Uerj Designer gráfico e de interfaces Pesquisador, Docente e Consultor em Ergodesign e Usabilidade Robson Santos | 2007 2/59

Slide 3: Ergonomia e Gestão em Design • Conceitos • Origens • Evolução • Ergodesign • Abordagem sistêmica Robson Santos | 2007 3/59

Slide 4: Conceitos Robson Santos | 2007 4/59

Slide 5: Definição ergon + nomos Estes termos gregos denominam a ciência do trabalho. Robson Santos | 2007 5/59

Slide 6: Robson Santos | 2007 6/59

Slide 7: A Ergonomia promove uma abordagem holística na qual são levados em conta fatores :  físicos  cognitivos  sociais  organizacionais  ambientais  outros fatores relevantes Robson Santos | 2007 7/59

Slide 8: Robson Santos | 2007 8/59

Slide 9: Ergonomia física Robson Santos | 2007 9/59

Slide 10: Ergonomia física Refere-se às características humanas anatômicas, antropométricas, fisiológicas e biomecânicas, e como estas características se relacionam com a atividade física. Robson Santos | 2007 10/59

Slide 11: Ergonomia física Inclui:  posturas de trabalho  levantamento manual de carga  movimentos repetitivos  distúrbios muscoesqueléticos relacionados ao trabalho  layout do local de trabalho  segurança e saúde Robson Santos | 2007 11/59

Slide 12: Ergonomia cognitiva Robson Santos | 2007 12/59

Slide 13: Ergonomia cognitiva Relaciona-se com processos mentais, tais como:  percepção  memória  raciocínio  respostas motoras Estuda também como esses processos afetam as interações entre pessoas e outros elementos do sistema. Robson Santos | 2007 13/59

Slide 14: Ergonomia cognitiva Entre os tópicos relevantes:  carga de trabalho mental  tomada de decisão  performance especializada  interação humano-computador  confiabilidade humana  estresse  treinamento de trabalho Robson Santos | 2007 14/59

Slide 15: Ergonomia organizacional Robson Santos | 2007 15/59

Slide 16: Definição Ergonomia organizacional Relaciona-se com a otimização de sistemas sociotécnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e processos. Robson Santos | 2007 16/59

Slide 17: Definição Ergonomia organizacional Tópicos relevantes [1]:  comunicação  gerenciamento de recursos humanos  projeto do trabalho  projeto de turnos de trabalho  equipe de trabalho  projeto participativo Robson Santos | 2007 17/59

Slide 18: Definição Ergonomia organizacional Tópicos relevantes [2]:  Ergonomia de comunidade  trabalho cooperativo  novos paradigmas do trabalho  organizações virtuais  teletrabalho  gerência de qualidade Robson Santos | 2007 18/59

Slide 19: Ergonomistas colaboram para o projeto e para a avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas de maneira a torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. Robson Santos | 2007 19/59

Slide 20: Os ergonomistas também podem trabalhar em setores particulares da economia ou em aplicações específicas, sempre em constante desenvolvimento. Afinal, novos domínios são criados e os antigos passam a ser vistos por uma nova perspectiva. Robson Santos | 2007 20/59

Slide 21: A Ergonomia está interessada em utilizar as ciências para melhorar as condições de trabalho humano. Robson Santos | 2007 21/59

Slide 22: Entende-se por trabalho toda ação humana intermediada por uma interface física, eletrônica ou mecânica, como acionamentos de controles, utilização de um software ou direção um automóvel. Robson Santos | 2007 22/59

Slide 23: Segundo a Ergonomia tradicional, projetar significava adequar o objeto às limitações humanas de forma que seu operador não executasse nada além do projetado. Robson Santos | 2007 23/59

Slide 24: Uma visão crítica à Ergonomia contemporânea aponta que a ênfase da Ergonomia está em explorar ao máximo as capacidades humanas. Robson Santos | 2007 24/59

Slide 25: TRABALHADOR ORGANIZAÇÃO LOCAL DE DO TRABALHO TRABALHO Robson Santos | 2007 25/59

Slide 26: Origens Robson Santos | 2007 26/59

Slide 27: O desenvolvimento da Ergonomia está ligado à evolução da tecnologia, principalmente no início da revolução industrial, no final do século XIX, e início do século XX. Robson Santos | 2007 27/59

Slide 28: É nas duas décadas finais do Séc. XIX que surgem as “manifestações primitivas” da Ergonomia, a partir das idéias de gerentes como o norteamericano Frederick W. Taylor, que propunha um gerenciamento científico dos métodos de trabalho. Robson Santos | 2007 28/59

Slide 29: O termo \"Ergonomia\" foi aplicado inicialmente em estudo do polonês W. Jastrzebowski, sob o título \"Esboço da Ergonomia ou ciência do trabalho baseada sobre as verdadeiras avaliações da ciência da natureza\", de 1857. Robson Santos | 2007 29/59

Slide 30: O nascimento oficial da Ergonomia, se deu logo após a Segunda Guerra, depois de se perceber que inúmeras falhas ocorridas com aviões e dispositivos como radares derivavam da inadequação dos mecanismos e áreas de acionamento às capacidades humanas. Robson Santos | 2007 30/59

Slide 31: Evolução Robson Santos | 2007 31/59

Slide 32: anos 1950 > Ergonomia militar anos 1960 > Ergonomia industrial anos 1970 > Ergonomia do consumo anos 1980 > Ergonomia de software e interação humano-computador anos 1990 > Ergonomia organizacional e cognitiva Início do Séc. XXI > comunicação global e eco-Ergonomia. Robson Santos | 2007 32/59

Slide 33: Primeira geração A chamada “engenharia humana” concentrou-se no projeto de trabalhos específicos, interfaces homem-máquinas, incluindo controles, painéis, arranjo do espaço e ambientes de trabalho. Robson Santos | 2007 33/59

Slide 34: Segunda geração A ergonomia cognitiva se inicia em função das inovações tecnológicas e do desenvolvimento e sistemas automáticos e informatizados. O trabalho com computadores implica o processamento de informações e exige o projeto de programas adequados. Robson Santos | 2007 34/59

Slide 35: Terceira geração A terceira geração - macroergonomia - resulta do aumento progressivo da automação de sistemas em fábricas e escritórios, do surgimento da robótica. Robson Santos | 2007 35/59

Slide 36: Terceira geração Começou-se a perceber que é possível fazer um trabalho em microergonomia, projetando os componentes de um sistema, mas falhar no que diz respeito ao sistema como um todo, por desconhecimento do nível macroergonômico. A maioria dos projetos das duas primeiras gerações de ergonomia enfocou trabalhos e interfaces humano-máquina específicos. Robson Santos | 2007 36/59

Slide 37: Terceira geração A macroergonomia parte de uma avaliação da empresa de cima para baixo e usa como ferramenta a análise sociotécnica e o enfoque de sistemas. Robson Santos | 2007 37/59

Slide 38: Ergodesign Robson Santos | 2007 38/59

Slide 39: Ergodesign nomeia a união da Ergonomia com o Design. Se uma aplicação dos princípios da Ergonomia ao processo de Design é implementada, o resultado deve ser um produto atrativo e também amigável. Robson Santos | 2007 39/59

Slide 40: Henry Dreyfuss Robson Santos | 2007 40/59

Slide 41: Robson Santos | 2007 41/59

Slide 42: Máquinas, equipamentos, estações de trabalho e ambientes de trabalho que integram a Ergonomia ao Design contribuem para a qualidade de vida, aumentam o bem- estar e o desempenho dos produtos. Robson Santos | 2007 42/59

Slide 43: Abordagem Sistêmica Robson Santos | 2007 43/59

Slide 44: Posição Serial O sistema alvo situa-se numa posição serial e recebe entradas de um sistema que lhe é anterior – o sistema alimentador – e, por sua vez, produz saídas para um sistema que lhe é posterior – o sistema ulterior. As entradas são processadas pelo processo característico do sistema alvo. Robson Santos | 2007 44/59

Slide 45: Caracterização e posição serial do sistema AMBIENTE DO SISTEMA:Coações fixas no entorno do sistemas: culturais, sociais, políticas, econômicas que obstaculizam o atingimento da meta do sistema RESTRIÇÕES Coações fixas que dificultam a implementação dos requisitos META (Missão do sistema) “Para que serve o sistema?” ENTRADAS SAÍDAS SISTEMA SISTEMA ALIMENTA SISTEMA Elementos que ULTERIOR Resultados do DOR ALVO serão processo Sistema que processados realizado pelo Sistema que recebe as Sistema Homem-Tarefa- pelo sistema sistema alvo fornece as saídas Máquina recortado (matérias (produtos, entradas para do sistema primas, informações, o sistema alvo alvo informações, serviços...) pessoas...) REQUISITOS Resultados Despropositados “O que deve ter o sistema para Resultados gerados funcionar?” pela falta de conformidade das entradas ou pelo não atingimento dos requisitos Robson Santos | 2007 45/59

Slide 46: Ordenação Hierárquica Posiciona o sistema alvo de acordo com sua continência ou inclusão em outros sistemas hierarquicamente superiores. Mais ainda: explicita os sistemas contidos no sistema alvo. Tem-se, portanto, a partir do sistema alvo, níveis hierárquicos superiores que são o supra sistema e o supra-supra-sistema, até o ecossistema, e níveis hierárquicos inferiores constituídos de subsistemas e subsubsistemas. Robson Santos | 2007 46/59

Slide 47: Ordenação Hierárquica ECOSSISTEMA SUPRA-SUPRA-SISTEMA SUPRA-SISTEMA SISTEMA ALVO Subsistema 1 Subsistema 2 Subsubsistema 1 Subsubsistema 1 Subsub Subsub Subsub Subsub subsistema subsistema 1 subsistema subsistema 1 2 2 Subsub Subsub Subsub Subsub subsistema 3 subsistema subsistema 3 subsistema 4 4 Subsub subsistema 5 Subsubsistema 2 Subsub Subsub subsistema 1 subsistema 2 Subsub Subsub subsistema 3 subsistema 4 Robson Santos | 2007 47/59

Slide 48: Expansão do Sistema Todo sistema apresenta outros sistemas paralelos a ele próprio e recebe como entrada produtos provenientes de sistema serial que o antecede e produz saídas para o sistema serial que o sucede. Tem-se, portanto, uma ordem hierárquica e uma posição em série. Robson Santos | 2007 48/59

Slide 49: Expansão do Sistema SUPRA-SUPRA-SISTEMA SUPRA-SISTEMA SISTEMA SISTEMA ALVO PARALELO SISTEMA SISTEMA SERIAL SERIAL 2 1 Subsist. 2 Subsist. 1 SISTEMA PARALELO SISTEMA SISTEMA PARALELO 1 PARALELO 2 SISTEMA REDUNDANTE Robson Santos | 2007 49/59

Slide 50: Modelagem Comunicacional Representa a transmissão de informação, compreendendo os subsistemas humanos de tomada de informação (sentidos humanos envolvidos), respostas humanas (através da palavra, gestos, postura e deslocamentos ) e componentes acionais (subsistemas da máquina). Robson Santos | 2007 50/59

Slide 51: Modelagem Comunicacional HOMEM MÁQUINA Fontes de Informação Sistemas Humanos Envolvidos Canais de - Sinais visuais -Visão Transmissão - Sinais sonoros -audição - Voz humana - tato/olfato TRANSMISSÕES NEURÔNIOS Respostas Humanas Comandos Ativados Posturas Acionamentos - Gestos - Palavras - Deslocamentos Robson Santos | 2007 51/59

Slide 52: Fluxograma Operacional Como parte do enfoque sistêmico tem-se o diagrama do fluxo de trabalho. Apresenta, seqüencialmente, as funções / operações / atividades - em série, simultâneas, alternativas, questionáveis - e as decisões implicadas. Robson Santos | 2007 52/59

Slide 53: Fluxograma Operacional 2a I Fun./Oper.Ati vidade 4.0 3.0 Alternativa 1.0 Função Função Fun./ Oper. INÍCIO 1 OU Operação Operação Atividade 2b Atividade Atividade em Série Fun./Oper.Ativ idade Alternativa 6.0 5.0 7.0 Bloco Função Função S Atividade 1 2 de Operação Operação Questionável Decisão Atividade Atividade N 10a Fun./ Oper. Atividade 110 Simultânea I 9.0 Função Função FIM Bloco de 2 Operação E Operação Referência 10b Atividade Atividade Fun./ Oper. Atividade Simultânea Robson Santos | 2007 53/59

Slide 54: Últimas palavras Robson Santos | 2007 54/59

Slide 55: É possível perceber a importância da Ergonomia como elemento conciliador de interesses e promotor da dialética entre capital e trabalho. Robson Santos | 2007 55/59

Slide 56: A Ergonomia procura atender às demandas de produção e de gestão e, ao mesmo tempo em que o faz, busca atender às necessidades dos usuários trabalhadores. Robson Santos | 2007 56/59

Slide 57: A partir da adoção de critérios ergonômicos para projeto, o usuário/consumidor também é beneficiado com a produção resultante mais adequada às suas necessidades, o que gera satisfação e pode agir como fator alavancador de vendas. Robson Santos | 2007 57/59

Slide 58: Pensar Gestão de Design implica adotar ações que incluam a Ergonomia como elemento essencial e estratégico para o sucesso efetivo de um produto ou de uma organização. Robson Santos | 2007 58/59

Slide 59: Muito obrigado! Robson Santos Usabilidade & Ergodesign www.robsonsantos.com http://interfaceando.blogspot.com contato@robsonsantos.com Robson Santos | 2007 59/59