Informática AplicadaKleyber Dantas Torres de Araujo
Introdução ao Linux•   Histórico e desenvolvimento•   Mas o que é o Linux (GNU, kernel, sistema)?•   Conceitos de sistema ...
Histórico                           Do UNIX ao Linux• UNIX apareceu em 1969 (Ken Thompson)• Linus Torvalds, em 1991, escre...
Histórico                 Linux hoje e seu desenvolvimento• O desenvolvimento do Linux é centralizado  pelo Linus Torvald ...
Mas o que é Linux?                         Kernel, utilitários, GNU, etc• “Somente” o kernel é realmente o Linux. Núcleo d...
Sistemas de arquivos                     Discos, arquivos e diretórios• 1 byte = 8 bits. 1 bit assume valor 0 ou 1• Discos...
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Sistemas de arquivos                         Discos, arquivos e diretórios• Para o agrupamento de arquivos, existe o  conc...
Conceitos de usuário e senha                Sistema multi-usuário e proteção• O UNIX e o Linux incorporam o conceito de  u...
Computadores em rede                  Hostname, conexão remota, etc• Com a popularidade da Internet, quase todos  os compu...
Administração de rede                     A administração para o usuário• Usuário deve sempre utilizar os admins para  sol...
Sobrevivência no Linux                             Algumas dicas para começar• Após acessar (digitando o username e a senh...
Comandos e                             Programas Úteis• Antes de Comecar:  – Linux é Case Sensitive  – A tecla Tab é muito...
Modo Texto• Grande utilidade para o usuário, principalmente para  o administrador linux.• Oferece vários utilitários e com...
Modo Gráfico• O linux transforma em um sistema de uso pessoal e  domestico, estendendo a grande finalidade de uso em rede ...
Kernel• Descendente do Unix e do minix• Evolui com vários programadores ao redor do mundo  sob a gerencia de Linux Torvald...
Estrutura unix
Estrutura Unix
Estrutura Unix
Estrutura de Diretórios
Estrutura de Diretórios•   Diretório             Descrição•   /bin                  Arquivos binários de comandos essencia...
Estrutura de                                                 Diretorios• Nessa estrutura, o "diretório principal" ou raiz,...
Processos• Num sistema multiprogramado, o conceito de processo é fundamental. O  UNIX oferece um conjunto de system calls ...
Processos
Comandos Básicos• Formato basico das instrucoes de comando:
Comandos Básicos
g•   Entrada Padrão e Saída Padrão•   A shell durante a sua execução utiliza dois dispositivos para a comunicação com o us...
Comandos básicos• Filtros• Um filtro é um programa que lê seus dados pela entrada  padrão e escreve seus resultados pela s...
Comandos básicos                            Redirecionamento de Entrada e Saída•   Um programa (ou comando) pode ter a sua...
Comandos básicos                           O Diretório Corrente• Ao criar uma sessão, durante a qual o usuário utiliza a s...
Comandos básicos• Documentacao offline ou online atravez do  comando man:• man ls• man ps• man mount• man cd• man ifconfig
Comandos básicos para                                          manipulação de Diretórios                                  ...
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Outros Comandos básicos                                                 touch                                        Cria ...
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Comandos básicos para                manipulação de dispositivos                           mount                     Monta...
Variáveis de AmbienteO shell é executado no sistema controlado por variáveis de ambiente. Variáveis de ambientesão espaços...
Variáveis de AmbienteHOME – Esta variável identifica o diretório do usuário doméstico, use o comando echo$HOME para saber ...
Variáveis de AmbientePATH – Esta é a variável de ambiente que define quais diretórios pesquisar e a ordem naqual eles são ...
Variáveis de AmbientePara visualizar as variáveis de ambiente locais (setadas para o usuário que está logado),utilizamos o...
Variáveis de AmbienteO comando echo exibe o valor de uma variável de ambiente. Agora vamos verificar se avariável aparece ...
Variáveis de Ambiente              Exemplo de um “shell script”#!/bin/bash## script shell para ler e escrever um nome na t...
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Aula 04 informática aplicada - comando básicos

  1. 1. Informática AplicadaKleyber Dantas Torres de Araujo
  2. 2. Introdução ao Linux• Histórico e desenvolvimento• Mas o que é o Linux (GNU, kernel, sistema)?• Conceitos de sistema de arquivo• Conceitos de usuário e senha• Computadores interligados em rede• Administração de rede para o usuário• Sobrevivência no Linux: – O básico do básico (alguns comandos e dicas)
  3. 3. Histórico Do UNIX ao Linux• UNIX apareceu em 1969 (Ken Thompson)• Linus Torvalds, em 1991, escreveu um kernel para seu 80386, baseado em UNIX• Após divulgar na Internet, teve participação de muita gente, e começou a crescer• Em menos de 10 anos, o kernel se encontra na versão 2.4, e suporta vários dispositivos e plataformas (i368, Sparc, PowerPC, etc)
  4. 4. Histórico Linux hoje e seu desenvolvimento• O desenvolvimento do Linux é centralizado pelo Linus Torvald e por alguns “braços direitos”, dentre eles, o famoso Alan Cox.• Qualquer pessoa no mundo pode colaborar com o kernel, que está sob a GPL• GPL (Gnu Public License) é a licensa criada por Stallman, que permite a distribuição do código e do programa livremente, e permite a alteração, sob algumas condições (a principal, é manter o copyleft original)
  5. 5. Mas o que é Linux? Kernel, utilitários, GNU, etc• “Somente” o kernel é realmente o Linux. Núcleo do sistema é responsável pelo funcionamento dos dispositivos e funcionamento do computador (SO)• Utilitários (shell, editores, programas) são a parte visível ao usuário. Entretanto, são “emprestados” do projeto GNU, ou são comerciais• GNU (Gnu is Not Unix): Projeto fundado por Richard Stallman, que propunha a criação de um sistema completo (kernel, utilitários, etc), sob a GPL, e independente de qualquer tipo de UNIX
  6. 6. Sistemas de arquivos Discos, arquivos e diretórios• 1 byte = 8 bits. 1 bit assume valor 0 ou 1• Discos magnéticos: divididos em trilhas (circulares), e cada trilha é dividida em setores. Um setor, em geral, tem 512 bytes• Há necessidade de organizar esses dados de forma que possamos entender e utilizar com facilidade• A maioria dos sistemas utilizam o conceito de arquivos e diretórios
  7. 7. Sistemas de arquivos Discos, arquivos e diretórios• Arquivo: um conjunto de setores no disco, associado a um nome (uma cadeia ASCII) – O arquivo nada mais é que uma seqüência de bits (0 e 1), mas que podem assumir diversos tipos (arquivo binário, arquivo texto, etc)• Cada sistema permite uma maneira de organizar os discos e arquivos. O UNIX e o Linux utilizam a estrutura de árvores
  8. 8. Sistemas de arquivos Discos, arquivos e diretórios• Para o agrupamento de arquivos, existe o conceito de diretório. Um diretório não armazena dados em si, mas agrupa arquivos• Árvore: o sistema contém apenas um diretório raiz (root), e todos outros estão “dentro” da raiz• Um diretório pode conter vários diretórios• Os dispositivos são associados a arquivos especiais, que se encontram em /dev• Qualquer partição ou dispositivo de I/O é associado a um arquivo para ser utilizado
  9. 9. Conceitos de usuário e senha Sistema multi-usuário e proteção• O UNIX e o Linux incorporam o conceito de usuário. Várias pessoas podem utilizar o computador, e cada uma deve ter acesso restrito aos recursos• Cada usuário tem um ID no sistema, associado a um username• Para acessar a máquina, o usuário possui uma senha. Proteção individual, e do sistema todo
  10. 10. Computadores em rede Hostname, conexão remota, etc• Com a popularidade da Internet, quase todos os computadores estão em rede• Pode-se acessar um outro computador, através de programas apropriados• Cada máquina em uma rede contém um nome. Normalmente, um nome único associado àquela rede, e o hostname, compõe-se por nome e domínio da rede
  11. 11. Administração de rede A administração para o usuário• Usuário deve sempre utilizar os admins para solução de problemas e dúvidas• Protocolo: – Sempre procurar sanar a dúvida em FAQ (em uma página HTML) e manuais (man pages) – Para perguntar algo para Admin, procurar descrever bem o problema, localizando, dando exemplos, enviando uma mensagem – Caso não haja sucesso, procurar pessoalmente
  12. 12. Sobrevivência no Linux Algumas dicas para começar• Após acessar (digitando o username e a senha), trocar a senha por uma pessoal – Comando: passwd – Nunca utilizar senhas fracas (nomes, números)• Comandos básicos, veremos a seguir...• Palavra essencial: MANUAIS • man <comando> • man -k <palavra> ou apropos <palavra>• Teclas importantes: Ctrl-C, Ctrl-Q, Ctrl-D
  13. 13. Comandos e Programas Úteis• Antes de Comecar: – Linux é Case Sensitive – A tecla Tab é muito util! – O Atalho “Ctrl + C” não copia e nem o “Ctrl + v” cola! – Sua pasta principal é a /home/<login> – Putty – http://www.superdowloads.com.br
  14. 14. Modo Texto• Grande utilidade para o usuário, principalmente para o administrador linux.• Oferece vários utilitários e comandos, que estão disponíveis para uso por meio de um interpretador de comandos.• Capaz de oferecer ao usuário vários programas que podem ser usados com o Maximo de desempenho pelo sistema operacional.• Grande aprendizagem com o seu uso.
  15. 15. Modo Gráfico• O linux transforma em um sistema de uso pessoal e domestico, estendendo a grande finalidade de uso em rede como servidores.• Melhor visualização de seus utilitários.• Responsável por permitir o uso da interface gráfica do linux e o servidor X Window, que oferece o serviço para gerenciar a interface gráfica.• O ambiente desktop e oferecido pelos gerenciadores de janela que utilizam as bibliotecas do X para gerar o ambiente em modo gráfico.• Vários gerenciadores: KDE, Gnome, Windowmaker, XFCE, IceWM, etc…
  16. 16. Kernel• Descendente do Unix e do minix• Evolui com vários programadores ao redor do mundo sob a gerencia de Linux Torvalds.• O kernel e o coração do sistema operacional.• Multiusuario, Multitarefa, Multiprocessado.• Suporta memória virtual (swap).• Gerenciamento otimizado de memória.
  17. 17. Estrutura unix
  18. 18. Estrutura Unix
  19. 19. Estrutura Unix
  20. 20. Estrutura de Diretórios
  21. 21. Estrutura de Diretórios• Diretório Descrição• /bin Arquivos binários de comandos essenciais do sistema.• /boot Arquivos de boot (inicialização; boot-loader; Grub); kernel do Linux.• /dev Dispositivos (devices) de entrada/saída: floppy, hardisk, cdrom, modem .• /etc Arquivos de configuração (scripts) e inicialização.• /home Diretório local (home) de usuários.• /lib Bibliotecas e módulos(drives): compartilhadas com freqüência.• /mnt Diretório de montagem de dispositivos, sistemas de arquivos e partição.• /opt Para instalação de programas não oficiais da distribuição.• /proc Diretório virtual (RAM) onde rodam os processos ativos.• /root Diretório local do superusuário (root).• /sbin Arquivos de sistema essenciais (binários do superusuário).• /tmp Arquivos temporários gerados por alguns utilitários.• /usr Arquivos de usuários nativos da distribuição.• /usr/local Para instalação de programas não oficiais da distribuição.• /usr/src Arquivos fontes do sistema necessários para compilar o kernel.• /var Arquivos de log e outros arquivos variáveis.• /srv Arquvos de serviços Ftp e http
  22. 22. Estrutura de Diretorios• Nessa estrutura, o "diretório principal" ou raiz, denotado por "/", contém outros diretórios, alguns com funções pré-estabelecidas:• /bin - contém arquivos com programas executáveis (comandos)• /dev - arquivos especiais associados a despositivos (devices)• /etc - arquivos de administração e configuração• /home - contém os diretórios de usuários• /lib - bibliotecas padrão• /sbin - comandos gerais de administração do sistema• /tmp - arquivos temporários
  23. 23. Processos• Num sistema multiprogramado, o conceito de processo é fundamental. O UNIX oferece um conjunto de system calls orientado à criação e comunicação entre processos pelos programas de aplicação.• Um processo corresponde à ativação de um programa. Esse "programa" pode ser um programa de aplicação desenvolvido pelo próprio usuário ou um dos utilitários do próprio UNIX.• Através das system calls um programa de usuário pode criar vários processos que executam "simultaneamente", podendo se comunicar durante a sua execução. Esse tipo de facilidade representa um recurso arquitetural poderoso na construção de aplicações (a implementação do protocolo TCP/IP, por exemplo, utiliza esses recursos).
  24. 24. Processos
  25. 25. Comandos Básicos• Formato basico das instrucoes de comando:
  26. 26. Comandos Básicos
  27. 27. g• Entrada Padrão e Saída Padrão• A shell durante a sua execução utiliza dois dispositivos para a comunicação com o usuário:• Entrada Padrão - dispositivo a partir do qual a shell obtem os comandos a serem executados.• Saída Padrão - dispositivo no qual a shell escreve os resultados dos comandos.• Normalmente a entrada padrão é associada ao teclado e a saída padrão é associada à uma área na tela onde a shell escreve os resultados da execução dos comandos. Essa associação é estabelecida na ativação da shell. Devido à generalidade do tratamento que o UNIX dá aos dispositivos, é possível associar esses dispositivos lógicos a qualquer outro dispositivo que seja compatível com as operações de leitura e escrita de caracteres. Tanto a entrada padrão como a saída padrão podem ser associadas a arquivos, por exemplo.• Um comando, ao ser executado sob controle da shell, irá utilizar os mesmos dispositivos de entrada e saída padrão usados pela mesma. A sintaxe da shell no entanto permite que esses dispositivos sejam redirecionados.
  28. 28. Comandos básicos• Filtros• Um filtro é um programa que lê seus dados pela entrada padrão e escreve seus resultados pela saída padrão. A shell do UNIX permite que programas do tipo filtro sejam encadeados através de pipes, discutidos adiante. Exemplo• O comando sort ordena uma seqüência de linhas de texto lidas da entrada padrão e escreve os dados ordenados na saída padrão:• sort
  29. 29. Comandos básicos Redirecionamento de Entrada e Saída• Um programa (ou comando) pode ter a sua entrada padrão redirecionada para um arquivo. Isso é feito através do caractere "<" seguida do nome do arquivo. De forma análoga, a saída padrão também pode ser redirecionada através do uso do caractere ">" seguido do nome do arquivo. Exemplos• Se quisemos ordenar um arquivo texto chamado "lista", contendo uma lista de nomes, podemos redirecionar a entrada padrão para esse arquivo:• sort lista Nesse caso, os nomes ordenados serão escritos na saída padrão. Se quisemos que a lista ordenada de nomes seja escrita num arquivo, chamado por exemplo "listaOrd", podemos executar• sort < lista > listaOrd
  30. 30. Comandos básicos O Diretório Corrente• Ao criar uma sessão, durante a qual o usuário utiliza a shell, esta se refere sempre a um determinado diretório, chamado diretório corrente ou diretório atual. Os comandos pwd e cd• O comando pwd escreve na saída padrão o diretório corrente.• O comando cd muda o diretório corrente para outro diretório. Exemplos:• cd / muda para o diretório raiz cd /etc muda para o subdiretório "etc" do diretório raiz cd tmp muda para o subdiretório "tmp" do diretório corrente
  31. 31. Comandos básicos• Documentacao offline ou online atravez do comando man:• man ls• man ps• man mount• man cd• man ifconfig
  32. 32. Comandos básicos para manipulação de Diretórios ls Lista os arquivos de um diretório.Sintaxe: ls [opções] [caminho/arquivo] [caminho1/arquivo1] ...arquivo - arquivo que deseja listar.diretório - diretório que deseja listar. opções• -a, --all = Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório.• -d, --directory = Lista os nomes dos diretórios ao invés do conteúdo.• -l = Usa o formato longo para listagem de arquivos. Lista as permissões, data demodificação, donos, grupos, etc.• -s, --size = Mostra o tamanho de cada arquivo, em blocos.
  33. 33. Comandos básicos para manipulação de Diretórios cd Entra em um diretório. Você precisa ter a permissão de execução para entrar no diretório.Sintaxe: cd [diretório] - diretório que deseja entrar.Exemplos:Usando cd sem parâmetros ou cd ~, você retornará ao seu diretório de usuário (diretório home).• cd / retornará ao diretório raíz.• cd - retornará ao diretório anteriormente acessado.• cd .. sobe um diretório.• cd ../[diretório], sobe um diretório e entra imediatamente no próximo (por exemplo, quandovocê está em /usr/sbin, você digita cd ../bin, o comando cd retorna um diretório (/usr) e entraimediatamente no diretório bin (/usr/bin).
  34. 34. Comandos básicos para manipulação de DiretóriospwdExibe o nome e caminho do diretório atual.Sintaxe: pwdmkdirCria um diretório no sistema.Sintaxe: mkdir [caminho/diretório] [caminho1/diretório1]caminho = Caminho onde o diretório será criado.diretório = Nome do diretório que será criado.rmdirRemove um diretório do sistema, exatamente o contrario do comando
  35. 35. Comandos básicos para manipulação de Diretórios cat Mostra o conteúdo de um arquivo binário ou texto.Sintaxe: cat [opções] [diretório/arquivo] [diretório1/arquivo1]diretório/arquivo = Localização do arquivo que deseja visualizar o conteúdo.Opções:• -n, --number = Mostra o número das linhas enquanto o conteúdo do arquivo é mostrado.• -s, --squeeze-blank = Não mostra mais que uma linha em branco entre um parágrafo e outro.Obs.: O comando cat trabalha com arquivos texto.Use o comando zcat para ver diretamente arquivos compactados com gzip.
  36. 36. Comandos básicos para manipulação de Diretórios rm Apaga arquivos, diretórios e sub-diretórios.Sintaxe: rm [opções][caminho][arquivo/diretório] [caminho1][arquivo1/diretório1]caminho = Localização do arquivo que deseja apagar.Se omitido, assume que o arquivo esteja no diretório atual.arquivo/diretório = Arquivo/Diretório que será apagado.Opções• -i, --interactive = Pergunta antes de remover, esta é ativada por padrão.• -v, --verbose = Mostra os arquivos na medida que são removidos.• -r, --recursive = Usado para remover arquivos em sub-diretórios.Esta opção também pode ser usada para remover sub-diretórios.• -f, --force = Remove os arquivos sem perguntar. Use com atenção o comando rm.
  37. 37. Comandos básicos para manipulação de Diretórios Cp Copia arquivos e/ou diretórios.Sintaxe: cp [opções] [origem] [destino]origem = Arquivo que será copiado. Podem ser especificados mais de um arquivo para ser copiadousando "Curingas“(veja Curingas, Seção 2.12).destino = O caminho ou nome de arquivo onde será copiado.Se o destino for um diretório, os arquivos de origem serão copiados para dentro do diretório.Opções:• -i, --interactive = Pergunta antes de substituir um arquivo existente.• -f, --force = Não pergunta, substitui todos os arquivos caso já exista.• -r = Copia arquivos dos diretórios e subdiretórios da origem para o destino.É recomendável usar -R ao invés de -r.• -R, --recursive = Copia arquivos e sub-diretórios (como a opção -r) e também os arquivos especiaisFIFO e dispositivos.• -v, --verbose = Mostra os arquivos enquanto estão sendo copiados. O comando cp copia arquivos da ORIGEM para o DESTINO. Ambos origem e destino terão o mesmo conteúdo após a cópia.
  38. 38. Comandos básicos para manipulação de Arquivos mv Move e/ou renomeia arquivos e diretórios.Sintaxe: mv [opções] [origem] [destino]origem = Arquivo/diretório de origem.destino = Local onde será movido ou novo nome do arquivo/diretório.opções• -f, --force = Substitui o arquivo de destino sem perguntar.• -i, --interactive = Pergunta antes de substituir. É o padrão.• -v, --verbose = Mostra os arquivos que estão sendo movidos.
  39. 39. Comandos básicos para manipulação de ArquivosOutros Comandos Básicos man Visualiza a página de manual de um determinado comando ou programa. clear Limpa a tela e posiciona o cursor no canto superior esquerdo do vídeo. date Permite ver e modificar a data e hora do sistema. df Exibe o espaço livre/ocupado de cada partição.Sintaxe: df [opções]Opções:• -h, --human-readable = Mostra o espaço do disco em MB, KB, GB ao invés de blocos.• -k = Lista em Kbytes.• -m = Lista em Mbytes
  40. 40. Comandos básicos para manipulação de Arquivos ln Cria links para arquivos e diretórios no sistema.Um link é um mecanismo que faz referência a outro arquivo ou diretório em outra localização.O link em sistemas GNU/Linux faz referência reais ao arquivo/diretório podendo ser manipuladocomo um arquivo comum.Sintaxe: ln [opções] [origem] [link]origem = Diretório ou arquivo de onde será feito o link.link = Nome do link que será criado.opções• -s = Cria um link simbólico. Usado para criar ligações com o arquivo/diretório de destino.• -v = Mostra o nome de cada arquivo antes de fazer o link.
  41. 41. Comandos básicos para manipulação de ArquivosExistem 2 tipos de links:Simbólicos:O link simbólico cria um arquivo especial no disco (do tipo link) que tem como conteúdoo caminho para chegar até o arquivo original.Para criar links simbólicos, deve ser usada a opção: -s.O hardlink:faz referência ao mesmo inode do arquivo original, desta forma ele será perfeitamenteidêntico, inclusive nas permissões de acesso, ao arquivo original.
  42. 42. Comandos básicos para manipulação de Arquivos Ao contrário dos links simbólicos, não é possível fazer um hardlink para um diretório ou fazer referência a arquivos que estejam em partições diferentes. Observações:• O comando rm em um link, somente o link será removido.• O comando cp em um link, o arquivo original será copiado ao invés do link.• O comando mv em um link, a modificação será feita no link.• Se for usado um comando de visualização (como o cat), o arquivo original será visualizado.
  43. 43. Comandos básicos para manipulação de Arquivos du Mostra o espaço ocupado por arquivos e sub-diretórios do diretório atual.Sintaxe: du [opções]opções• -a, --all = Mostra o espaço ocupado por todos os arquivos.• -b, --bytes = Mostra o espaço ocupado em bytes.• -c, --total = Faz uma totalização de todo espaço listado.• -h, --human = Mostra o espaço ocupado em formato legível por humanos (Kb, Mb) ao invés deusar blocos.• -k = Mostra o espaço ocupado em Kbytes.• -m = Mostra o espaço ocupado em Mbytes.
  44. 44. Comandos básicos para manipulação de Arquivos find Procura por arquivos/diretórios no disco.O find pode procurar arquivos através de sua data de modificação, tamanho, etc através do uso de opções.Sintaxe: find [diretório] [opções/expressão]diretório = Inicia a procura neste diretório, percorrendo seu sub-diretórios.opções/expressão-name [expressão] = Procura pelo nome [expressão] nos nomes de arquivos e diretórios processados.-depth = Processa os subdiretórios antes de processar os arquivos do diretório principal.-mount, -xdev = Não faz a pesquisa em sistemas de arquivos diferentes daquele de onde o comando find foiexecutado.-type [tipo] = Procura por arquivos do [tipo] especificado. Alguns tipos aceitos são: b (bloco) c(caractere) d (diretório) l (link simbólico) s (socket).
  45. 45. Outros Comandos básicos free Mostra detalhes sobre a utilização da memória RAM do sistema.Sintaxe: free [opções]opções• -b = Mostra o resultado em bytes.• -k = Mostra o resultado em Kbytes.• -m = Mostra o resultado em Mbytes.• -s [num] = Mostra a utilização da memória a cada [num] segundos.• O free é uma interface ao arquivo /proc/meminfo.
  46. 46. Outros Comandos básicos grep Procura por um texto dentro de um ou mais arquivo(s).Sintaxe: grep [expressão] [arquivo] [opções]expressão = Palavra ou frase que será procurada no texto. Se tiver mais de 2 palavras vocêdeve identifica-la com aspas "" caso contrário o grep assumirá que a segunda palavra é oarquivo!arquivo = Arquivo onde será feita a procura.opções• -A [número] = Mostra o [número] de linhas após a linha encontrada pelo grep.• -B [número] = Mostra o [número] de linhas antes da linha encontrada pelo grep.• -h, --no-filename = Não mostra os nomes dos arquivos durante a procura.• -i, --ignore-case = Ignora diferença entre maiúsculas e minúsculas no texto procurado earquivo.
  47. 47. Outros Comandos básicos more Permite fazer a paginação de arquivos ou da entrada padrão.O comando more pode ser usado como comando para leitura de arquivos que ocupemmais de uma tela. Quando toda a tela é ocupada, o more efetua uma pausa e permiteque você pressione Enter ou espaço para continuar avançando no arquivo sendovisualizado. Para sair do more pressione q.Sintaxe: more [arquivo]arquivo = O arquivo que será paginado.
  48. 48. Outros Comandos básicos touch Cria um arquivo em branco.Também pode ser usado para mudar a data e hora que um arquivo foi criado. Caso otouch seja usado com arquivos que não existam, por padrão ele criará estes arquivos.touch [opções] [arquivos]arquivos = Arquivos que terão sua data/hora modificados.opções• -t MMDDhhmm[ANO.segundos] = Usa Minutos (MM), Dias (DD), Horas (hh), minutos(mm) e opcionalmente o ANO e segundos para modificação do(s) arquivos ao invés dadata e hora atual.• -a, --time=atime = Faz o touch mudar somente a data e hora do acesso ao arquivo.• -c, --no-create = Não cria arquivos vazios, caso os arquivos não existam.• -m, --time=mtime = Faz o touch mudar somente a data e hora da modificação.• -r [arquivo] = Usa as horas no [arquivo] como referência ao invés da hora atual.
  49. 49. Outros Comandos básicos uptime Mostra o tempo de execução do sistema desde que o computador foi ligado. dmesg Mostra as mensagens de inicialização do kernel. São mostradas as mensagens da última inicialização do sistema. echo Mostra o texto digitado após o comando echo.Este comando é útil na construção de scripts para mostrar mensagens na tela para o usuário acompanhar sua execução. Sintaxe: echo [mensagem] A opção -n pode ser usada para que não ocorra o salto de linha após a mensagem ser mostrada.
  50. 50. Outros Comandos básicos uname Retorna informações sobre o sistema.opções• -a = exibe todas as informações (nome do kernel, hostname, versão do kernel,processador, plataforma, etc) wc Conta o número de palavras, bytes e linhas em um arquivo ou entrada padrão.Se as opções forem omitidas, o wc mostra a quantidade de linhas, palavras, ebytes.Sintaxe: wc [opções] [arquivo]arquivo = Arquivo que será verificado pelo comando wc.opções• -c, --bytes = Mostra os bytes do arquivo.• -w, --words = Mostra a quantidade de palavras do arquivo.• -l, --lines = Mostra a quantidade de linhas do arquivo.A ordem da listagem dos parâmetros é única, e modificando a posição dasopções não modifica a ordem que os parâmetros são listados.
  51. 51. Comandos básicos para manipulação de dispositivos mount Monta um dispositivo.Para montar um drive de CD no linux, executa-se:mount –t iso9660 /dev/hdd /mnt/cdrom , onde-t iso9660 é o tipo do sistema de arquivos/dev/hdd é o device slave da IDE secundária/mnt/cdrom é o destino ou ponto de montagemPara “montar” um HD secundário, que esteja fisicamente alocadocomo escravo na IDE-1 da placa mãe, deve-se executar o seguintecomando:mount /dev/hdb1 /mnt/hdPara “montar” um Pen-drive, localizado na primeira porta USBdeve-seexecutar o seguinte comando:mount /dev/sda /mnt/drive
  52. 52. Variáveis de AmbienteO shell é executado no sistema controlado por variáveis de ambiente. Variáveis de ambientesão espaços de memória que armazenam valores.Estas variáveis podem ser:Locais -> que são as variáveis disponíveis somente pelo shell corrente e que não está sendoacessado por subprocessos do sistema.Globais -> que estão disponíveis tanto para o shell corrente como para os subprocessos quefazem uso delas.Descreverei algumas variáveis de ambiente que acho importantes para facilitar oentendimento:
  53. 53. Variáveis de AmbienteHOME – Esta variável identifica o diretório do usuário doméstico, use o comando echo$HOME para saber qual é o seu diretório HOME.SHELL – Esta variável identifica qual shell está sendo usado, use o comando echo $SHELLpara saber qual é o shell que o seu sistema está usando.TERM – Esta variável define o tipo de terminal que está sendo usado, use o comando echo$TERM para saber qual o tipo de terminal está sendo usado pelo sistema.USER – Pré-define o nome de conta como variável de ambiente, ou seja, ao se logar aosistema a ID do usuário é combinada com um nome de conta, para saber qual é o usuáriocorrente use o comando "echo USER".
  54. 54. Variáveis de AmbientePATH – Esta é a variável de ambiente que define quais diretórios pesquisar e a ordem naqual eles são pesquisados para encontrar um determinado comando, para saber como osistema faz esta pesquisa e quais diretórios ele procura um comando use o comando "echo$PATH".LOGNAME – Esta variável é um sinônimo para USER. Para saber qual é o seu logname use ocomando "echo $LOGNAME".HISTFILE – Essa é a variável que controla qual é o arquivo onde serão salvos os logs, ou seja,todos os comandos digitados na shell.OSTYPE – Essa variável define o tipo de sistema operacional em uso. Para saber qual é osistema operacional em uso use o comando "echo $OSTYPE".
  55. 55. Variáveis de AmbientePara visualizar as variáveis de ambiente locais (setadas para o usuário que está logado),utilizamos o comando set. Para visualizar as variáveis de ambiente globais (setadas paratodos), utilizamos o comando env ou printenv.Atribuindo um valor a uma variável local veja o exemplo: $ LINUX=free $ echo $LINUX free
  56. 56. Variáveis de AmbienteO comando echo exibe o valor de uma variável de ambiente. Agora vamos verificar se avariável aparece na relação de variáveis locais, veja o exemplo: $ set | grep LINUX LINUX=freeTransformando uma variável local em global com o comando export. # export LINUX # env | grep LINUX LINUX=freeApagando uma variável de ambiente com o comando unset e para verificarmos se a variávelfoi excluída usaremos o comando echo, veja o exemplo: # unset LINUX # echo $LINUX
  57. 57. Variáveis de Ambiente Exemplo de um “shell script”#!/bin/bash## script shell para ler e escrever um nome na tela.#echo "digite seu nome: "read NOMEsleep 1echo " "echo "seu nome é: $NOME"# fim do scriptObservações:Variáveis globais podem ser criadas no arquivo /etc/profile:Variáveis que são executadas somente no ambiente do usuáriopodem ser criadas no arquivo ~/.bash_profile. Essas variáveis são executadas automaticamente no login.
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