Loading…

Flash Player 9 (or above) is needed to view presentations.
We have detected that you do not have it on your computer. To install it, go here.

Like this presentation? Why not share!

Caso clínico abdome agudo

on

  • 23,563 views

Apresentação de caso clínico (fictício) no seminário de integração do curso de medicina da UnP

Apresentação de caso clínico (fictício) no seminário de integração do curso de medicina da UnP

Statistics

Views

Total Views
23,563
Slideshare-icon Views on SlideShare
23,029
Embed Views
534

Actions

Likes
1
Downloads
294
Comments
0

9 Embeds 534

http://professorrobsoncosta.blogspot.com 264
http://professorrobsoncosta.blogspot.com.br 252
http://www.professorrobsoncosta.blogspot.com.br 8
http://professorrobsoncosta.blogspot.pt 4
http://professorrobsoncosta.blogspot.com.ar 2
http://webcache.googleusercontent.com 1
http://www.professorrobsoncosta.blogspot.com 1
http://professorrobsoncosta.blogspot.it 1
http://professorrobsoncosta.blogspot.se 1
More...

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Caso clínico abdome agudo Caso clínico abdome agudo Presentation Transcript

    • UNIVERSIDADE POTIGUAR - MEDICINA 2010.2
      Seminário de Integração
      Abdome Agudo
    • UNIVERSIDADE POTIGUAR - MEDICINA 2010.2
      Abdome Agudo
      Ana Paula dos Reis Maia
      Ana Paula Peres Martins
      Arabella Barros de Melo
      KamillaNayara da Silva Miranda
      Larissa Alves Bezerra Borges
      Lise Anne Guimarães Moreira
      Maylee Beatriz Rego Chaves
      Morgana Gurgel de O. Cerqueira
      Wylia Gurgel de Medeiros
    • Caso Clínico

      Abdome Agudo
      Paciente de 27 anos, feminina, relata que há 2 dias começou com falta de apetite associada á dor abdominal, tipo aperto, localizada na região do epigástrio. Teve com 24 horas dos sintomas, vômitos, o que a fizeram procurar o P.S..
      Na avaliação inicial apresentava TC 37.9c, pulso: 100bpm, TA: 100x60mmHg, hipocorada(+/+4), postura antálgica devido á dor abdominal. Anictérica. ausculta cárdio-pulmonar normais.
      Abdome encontrava-se sensível à palpação, tenso, com dor mais intensa na fossa ilíaca direita( ponto de Mc Burney) e descompressão brusca positiva. Sentia também dor ao palpar o flanco esquerdo referida na fossa ilíaca direita. Os ruídos hidroaéreos eram diminuídos. Toque retal e vaginal sem anormalidades.
      Ana Paula dos Reis Maia
    • Caso Clínico
      Abdome Agudo

      Diante da suspeita de abdome agudo, o médico atendente decide por solicitar exames complementares e avaliação do cirurgião de sobreaviso.
      exames:
      hb: 12 g/dl
      ht: 34%
      Leucograma: 12800/mm3 80% segmentados, 0 eosinófilos, 4 bastões
      EAS: piúria ( 6/campo)
      bHCG negativo
      USG de abdome: difícil visualização por excesso de gases;
      Ana Paula dos Reis Maia
    • Caso Clínico

      Abdome Agudo
      Ciente da suspeita clínica, o plantonista questiona com o cirurgião, por telefone, o diagnóstico e a conduta cirúrgica. Este afirma que deve ser feita uma tomografia de abdome.
      O clínico descreve a conduta orientada no prontuário.
      Como não havia radiologista no horário (sexta-feira noturno),
      a paciente aguarda cerca de 48 horas, com medicação analgésica e antieméticos, vindo a ser reavaliada naquele momento com sonolência, taquidispnéia e hipotensão (80x50mmHg). Na palpação do abdome havia sinais difusos de irritação peritoneal e massa localizada na fossa ilíaca direita. Encaminhada ao centro cirúrgico evolui com parada cardiorrespiratória não responsiva às manobras de reanimação. O médico decide encaminhar o corpo ao SVO cujo laudo confirma: abscesso periapendicular + peritonite difusa grave. A família decide processar o hospital e pede cópia do prontuário médico.
      Ana Paula dos Reis Maia
    • EXAMES
      Retirado do artigo: “Sociedade gaúcha de aperfeiçoamento biomédico e ciências da saúde.” Professor César Luis ReichertPós-graduação em geriatria (PUCRS)Mestrando em Gerontologia Biomédica (PUCRS)
    • Definição
      Abdome Agudo

      Dor na região abdominal, não traumática, de aparecimento súbito e de intensidade variável associada ou não a outros sintomas. Geralmente com duração de horas até 4 dias.
      Ana Paula dos Reis Maia
    • Abdome agudo: epidemiologia
      Abdome Agudo
      5 a 10%
      Wylia Gurgel de Medeiros
      http://medmap.uff.br/mapas/abdome_agudo_fundamentos_para_cirurgia/Conceitosbsicos.html
    • Abdome agudo: epidemiologia
      Abdome Agudo
      Wylia Gurgel de Medeiros
      FARIA, Ana Lucia De et al. (Org.). ABDOME AGUDO: SÍNDROMES E CAUSAS DE CIRURGIAS EM UM. Disponível em: <http://www.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/viewArticle/419>. Acesso em: 25 ago. 2010.
    • Abdome agudo: classificação
      Abdome Agudo

      “Determinar a etiologia de um distúrbio abdominal agudo é um dos problemas diagnósticos mais difíceis: são muitos os processos patológicos.”¹
      • Localização anatômica,
      • Natureza,
      • progressão da dor
      Wylia Gurgel de Medeiros
      ¹ FLOCH, Martin H. (et al.). Gastroenterologia de Netter. Tradução Alexandre Werneck, Paulo Césas Ramos Porto Mendes. Artmed, 2007. Porto Alegre.
    • Classificação
      Abdome Agudo
      Wylia Gurgel de Medeiros
      http://medmap.uff.br/mapas/abdome_agudo_fundamentos_para_cirurgia/Informaesvaliosasparaodiagnstico..html
    • Abdome agudo: classificação
      Abdome Agudo
      • Abdome Agudo Obstrutivo
      • Abdome Agudo Perfurativo
      • Abdome Agudo Vascular
      • Abdome Agudo Hemorrágico
      • Abdome Agudo Inflamatório
      Wylia Gurgel de Medeiros
    • Abdome agudo: classificação
      Abdome Agudo
      Wylia Gurgel de Medeiros
      FARIA, Ana Lucia De et al. (Org.). ABDOME AGUDO: SÍNDROMES E CAUSAS DE CIRURGIAS EM UM. Disponível em: <http://www.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/viewArticle/419>. Acesso em: 25 ago. 2010.
    • Abdome Agudo Obstrutivo
      Abdome Agudo
      1 - Sinais e sintomas:
      • Distensão abdominal
      • Parada da eliminação de gases e fezes
      • Náuseas e vômitos
      • Ausência de febre
      • Ruídos hidroaéreos intensos
      • DOR abdominal contínua em cólica
      2 - Causas:
      Obstrução pilórica,hérnia estrangulada, bridas, áscaris, corpos estranhos, cálculo biliar, volvo, intussuscepção.
      Wylia Gurgel de Medeiros
    • Abdome Agudo Perfurativo
      Abdome Agudo
      1 - Sinais e sintomas:
      • Pneumoperitónio
      • Sinais de irritação peritoneal
      • Atitude imovel
      • DOR lancinante intensa,
      em "facada”
      2 - Causas:
      Úlcera péptica, câncer gastrointestinal, febre tifóide, amebíase, divertículos de cólons, perfuração do apêndice, perfuração da vesícula biliar.
      Wylia Gurgel de Medeiros
    • Abdome Agudo Vascular
      Abdome Agudo
      1 - Sinais e sintomas:
      • Eliminação de líquido necrótico
      • DOR abdominal súbita e intensa
      • História de arteriopatias, IAM, AVC
      2 - Causas:
      Trombose da artéria mesentérica, torção do grande omento, torção do pedículo de cisto ovariano, infarto esplênico.
      Wylia Gurgel de Medeiros
    • AbdomeAgudoHemorrágico
      Abdome Agudo
      1 - Sinais e sintomas:
      • Descompressão brusca positiva
      • Irritação peritoneal
      • Náuseas e vômitos
      • Hipotensão
      • Atraso menstrual (gravidezectópica)
      Lise Anne G. Moreira
    • AbdomeAgudoHemorrágico
      “Na palpação do abdome havia sinais difusos de irritação peritoneal e massa localizada na fossa ilíaca direita.”
      2 -Possíveiscausas:
      • GravidezEctópica
      • Ruptura de Aneurisma de Aorta Abdominal
      • Cistooutorção do ovário
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Hemorrágico
      Gravidez EctópicaEpidemiologia
      Lise Anne G. Moreira
      Disponívelem:
      <http://www.scielo.br/pdf/ramb/v53n3/a17v53n3.pdf> Acessoem: 22 de ago. 2010
      Disponívelem:
      <http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/gestantes/gravidez-nas-trompas-4.php>
      Acessoem : 22 de ago. 2010
    • Abdome Agudo Hemorrágico
      Ruptura de Aneurisma de Aorta Abdominal
      Epidemiologia
      • Mais freqüentesemhomensemuma
      proporção de 4:1
      • Mais de 50% dos pacientesapresentam
      hipertensão
      • Incidência de 30 a 66 casospor 1000
      habitantes
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Hemorrágico
      Ruptura de Aneurisma de Aorta Abdominal
      Lise Anne G. Moreira
      <http://www.ehealthconnection.com/adam/doc/graphics/images/es/18072.jpg>
    • Abdome Agudo Inflamatório
      1- Sinais e Sintomas:
      • Dor abdominal repentina
      • Rigidez muscular
      • Náuseas e vômitos
      • Sensibilidadeaumentada à dorou
      palpação
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      “...dor abdominal, tipo aperto, localizada na região do epigástrio.”
      “Abdome encontrava-se sensível à palpação, tenso, com dor mais intensa na fossa ilíaca direita...”
      2 - PossíveisCausas:
      • PancreatiteAguda
      • ColecistiteAguda
      • Diverticulite
      • Apendicite
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      PancreatiteAguda
      Epidemiologia
      • Cálculos biliares e o alcoolismo são responsáveis por quase 80 % dos internamentos hospitalares por pancreatite aguda
      • Pancreatite de origem alcoólica é seis vezes mais freqüente nos homens
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      ColecistiteAguda
      Epidemiologia
      • 10% dos homens e 15% das mulheres com idades > a 55 anos, apresentam cálculos biliares.
      • São diagnosticadosanualmente 1 milhão de novoscasos.
      • Mais de 500.000 cirurgiassãorealizadasanualmente.
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      Diverticulite
      Epidemiologia
      • Ocorre com freqüência semelhante em homens e mulheres, aumentando com a idade.
      • Um terço das pessoas com mais de 50 anos e 2/3 daquelas com mais de 80 anos tem divertículos no cólon
      Lise Anne G. Moreira
    • Abdome Agudo Inflamatório
      Lise Anne G. Moreira
      Disponívelem: www.medicinapediatrica.com.br
      Disponível em:
      http://1.bp.blogspot.com/_XFynFBqCznA/SZCabHxm8NI/AAAAAAAAIXs/3KuBIbvTsVM/s400/diverticulite.jpg
      Acessoem: 24 de ago. 2010
    • AbdomeAgudo - Causas
      Lise Anne G. Moreira
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      1. Anatomia
      • Apêndice vermiforme: é um órgão, de estrutura tubular, alongada, de aproximadamente 6 a 10 cm de comprimento;
      • Origem na parede póstero – medial do ceco;
      Ana Paula P. Martins
      NETTER
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      • Mesoapêndice - confere mobilidade;
      É o local onde encontramos a artéria
      e veia apendiculares, ramos dos vasos ileocecocólicos.
      Ana Paula P. Martins
      NETTER
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      • Localizações do apêndice:
      SABISTON
      • Anterior: pélvico ou pré- ileal;
      • Posterior: retrocecal ascendente e ou suberoso, ou ainda retroileal;
      • Variações na localização da dor ocorrem na dependência da posição anatômica da ponta do apêndice;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      2. Fisiopatologia
      • A patogênese se correlaciona, primariamente, com a obstrução do lúmen apendicular;
      • Causas mais comuns:
      • - Hiperplasia dos folículos linfóides de origem infecciosa (60% dos casos);
      • - Obstrução mecânica a exemplo dos fecalitos (35% dos casos), ascaris, bário e outros corpos estranhos e tumores(carcinóide, o mais comum);
      http://www.medstudents.com.br/cirur/cirur6/cirur6.htm
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      Evolução da Doença:
      • Obstrução do lúmen apendicular (proliferação bacteriana);
      • Aumento da pressão intraluminal e a distensão do apêndice (comprometendo não só o retorno venoso, mas também o suprimento arterial);
      • Isquemia, podendo evoluir para necrose e perfuração;
      • A perfuração do apêndice gangrenado pode causar um abscesso localizado (periapendicular), ou ainda, nos casos mais graves, peritonite generalizada;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      3- Quadro Clínico
      ACS SUGERY
      • Inicia- se com um quadro de anorexia;
      • Dor abdominal (periapendicular);
      • Inapetência;
      • Náuseas e vômitos;
      • Alteração do hábito intestinal (constipação ou diarréia);
      • Febre baixa(inicial);
      • Dor localizada: Ponto de Mc Burney;(Fossa ilíaca direita- devido a inervação do peritôneo parietal);
      Ana Paula P. Martins
      SCHWART’S
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      Alguns sinais importantes para detectar apendicite:
      • Sinal de Blumberg : descompressão dolorosa da parede abdominal indicando irritação peritoneal;
      • Sinal de Rovsing: dor na fossa ilíaca direita quando se comprime a fossa ilíaca esquerda;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      ACS SURGERY
      4- Epidemiologia
      • A apendicite é uma das principais causas de cirurgias abdominais na urgência;
      • Apresenta um predomínio no sexo masculino e pode ocorrer em qualquer idade, entretanto encontra- se mais frequente na segunda e terceira décadas de vida;
      • Nos EUA chegam a 250.000 casos ano;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      5- Diagnóstico
      • É predominantemente baseado na história e no exame físico e com auxílio de exames complementares;
      • Para a Apendicite Aguda , a história somada ao exame tem uma acurácia de cerca de 95% no diagnóstico;
      • A Ultra- sonografia (US) tem limitações se houver grande distensão abdominal ou se o paciente for obeso;
      • A Tomografia Computadorizada (TC) é um método que, devido seu alto custo, não é justificado em todos os pacientes;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      6- Tratamento
      • Nos casos iniciais, o tratamento consiste na intervenção cirúrgica e ressecção do apêndice, não necessitando de tratamento adjuvante, respeitando –se o tempo necessário para realização de exames (hemograma, urina) mínimos para uma cirurgia segura;
      • Nos casos avançados, com necrose do apêndice, peritonites, perfuração e abscessos, é necessário o tratamento com antibióticos após a ressecção do apêndice;
      Ana Paula P. Martins
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      • Nas cirurgias abertas pode ser empregada a incisão transversa no quadrante inferior direito (Davis- Rockey) ou oblíqua(Mc Arthur – Mc Burney);
      • Cirurgia videolaparoscópica;
      Ana Paula P. Martins
      ACS SURGERY
      ACS SURGERY
    • Apendicite Aguda
      Abdome Agudo
      Voltando ao Caso Clínico:

      “Paciente inicia com falta de apetite, associada a dor abdominal, na região do epigástrio, com 24h teve vômitos, dor intensa na fossa ilíaca direita(ponto de Mc Burney) e descompressão brusca positiva (Sinal de Blumberg), sentia dor ao palpar o flanco esquerdo( Sinal de Rovsing), evoluindo, depois de 48 h, para sinais difusos de irritação peritoneal e massa localizada na fossa ilíaca direita (plastrão). A paciente vai a óbito e o seu laudo confirma: Abscesso periapendicular e peritonite difusa grave”.
      Ana Paula P. Martins
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1492
      Leonardo da Vinci desenha claramente o apêndice
      http://www.hschamberlain.net/kant/leonardo.jpg
      Arabella Barros de Melo
      Fonte: Artigo ANNALS OF SURGERY, Vol. 197, May 1983, Nº 05 PresidentialAddress:
      A HistoryofAppendicitis
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1521
      Berengario da Carpi 1º a estudar o apêndice
      www.cirlap.com.mx/portal/apendima.htm
      Arabella Barros de Melo
      www.misurata-hospital.com
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1530
      Vido Vidios
      1º a nomear o órgão como apêndice Vermiforme
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1543
      Andreas Versalius
      Publicou em:
      “De HumaniCorporis Fabrica” ilustrações detalhadas do corpo humano dissecado
      FIG. 2. Andreas Vesalius "De HumaniCorporis Fabrica"
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1717
      Lorenz Heister
      1ª boa descrição de um caso de apendicite aguda.
      Fonte: Artigo ANNALS OF SURGERY, Vol. 197, May 1983, Nº 05 PresidentialAddress:
      A HistoryofAppendicitis
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1735
      ClaudiusAmyand
      Realizou e descreveu a 1ª Apendicectomia.
      Fonte: Artigo ANNALS OF SURGERY, Vol. 197, May 1983, Nº 05 PresidentialAddress:
      A HistoryofAppendicitis
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1767
      John Hunter
      Descreveu um apêndice gangrenoso.
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1812
      John Parkinson
      Realizou uma autópsia e encontrou material impactado no apêndice, que se tornou inflamado, com obstrução, perfuração, e peritonite.
      Arabella Barros de Melo
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1827
      François Melier
      Observou que a infecção abdominal resultava da inflamação do apêndice.
      Sugeriu a remoção do apêndice inflamado antes de estourar e causar complicações sépticas.
      Arabella Barros de Melo
      : www.artchive.com/
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1886
      Reginald Fitz
      UlrichKrönlein
      Trocou o termo “tiflite” ou “peritiflite” por apendicite aguda
      Recomendou seu tratamento cirúrgico precoce.
      Em Zurique, publicou um caso de apendicite diagnosticada e tratada com a exérese do apêndice.
      Arabella Barros de Melo
      Fonte: Artigo ANNALS OF SURGERY, Vol. 197, May 1983, Nº 05 PresidentialAddress:
      A HistoryofAppendicitis
      www.vis.usz.ch/PublishingImages/kroenlein_u.gif
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      1889
      Charles McBurney
      Descreveu o ponto de maior sensibilidade e a incisão oblíqua com o afastamento da musculatura da parede anterolateral do abdome, praticada em larga escala até os dias atuais.
      www.slrsurgery.org/images/mcburney.jpg
      Arabella Barros de Melo
      http://info.med.yale.edu/surgery/anatomy/VisibleHumanLessonPlans/SurfaceProjectionAppendix%20.jpg
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      Caso Célebre de Apendicite
      • Rei Eduardo VII, da Inglaterra, em 1901.
      • Frederick Treves, drenou um grande abscesso periapendicular
      Arabella Barros de Melo
      http://www.surgical-tutor.org.uk/default-home.htm?surgeons/treves.htm~right
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      Método cirúrgico 1982 à 1990
      • 1ªapendicectomia laparoscópica( realizada por Semm, na Alemanha)
      • 8 anos depois:método videolaparoscópico
      Arabella Barros de Melo
      www.santalucia.com.br/robotica/robotica.htm
      www.nyhq.org/diw/Content.asp?PageID=DIW001981...
    • História do Apêndice e da Apendicite
      Abdome Agudo
      Descoberta a Função do Apendice (2007)
      Universidade Duke, nos EUA , divulgaram suas pesquisas em 2007
      Dr. Marco Aurélio Santo
      (cirurgião do aparelho digestivo do Hospital das Clínicas, em São Paulo).
      Figure 2: Gastrointestinal tractsofvariousmammals. For eachspecies, thestomach is shownat top, the small intestineatleft, thecaecumandassociatedappendix (ifpresent) in magenta, andthelargeintestineatbottomright. Scalediffersbetweenspecies. Reproducedwithmodificationsfrom Kardong2002, p. 511. Copyright © 2002 McGraw-Hill
      Arabella Barros de Melo
    • SVO
      Abdome Agudo

      “O médico decide encaminhar o corpo ao SVO...”.
      Morgana Gurgel
      Obra do artista plástico Paulo Camargo, criada em 1997 (3x6 metros) que se encontra no saguão do prédio do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP
    • Serviço de Verificação de Óbitos - SVO
      Abdome Agudo
      Tem por finalidade esclarecer causa mortis em casos de óbito por moléstia mal definida ou sem assistência médica. Dessa forma os casos de morte natural sem que haja definição de causa de óbito são encaminhados ao SVO para realização de autópsia. Entre as atividades desenvolvidas pelo Serviço, essa é a que melhor caracteriza a prestação de serviço à comunidade desempenhada pelo SVO.
      Morgana Gurgel
    • Serviço de Verificação de Óbitos - SVO
      Abdome Agudo
      Existem três indicações clássicas previstas em lei para a necropsia:
      • Morte violenta;
      • Morte suspeita;
      • Morte natural de indivíduo não identificado.
      Morgana Gurgel
    • Serviço de Verificação de Óbitos - SVO
      Abdome Agudo
      Os corpos são encaminhados para:
      • SVO: mortes naturais;- quando o médico não dá o atestado de óbito por desconhecer a causa.
      • IML: todas as mortes violentas;- todas as mortes acidentais;- todas as mortes por afogamento e estrangulamento;- todas as mortes produzidas por armas de fogo, objetos cortantes, queimaduras, eletricidade;- todos os homicídios e suicídios;- todas as mortes de suspeitas de envenenamento
      Morgana Gurgel
    • TERRITORIALIZAÇÃO
      Morgana Gurgel
    • Prontuário Médico
      Abdome Agudo
      O prontuário médico é um conjunto de documentos padronizados,ordenados e concisos,destinados ao registro de todas as informações referentes aos cuidados profissionais prestados ao paciente.
      KamillaNayara S. Miranda
    • Prontuário Médico
      Abdome Agudo
      • ITENS OBRIGATÓRIOS:
      • Identificação do paciente;
      • Anamnese;
      • Exame físico;
      • Hipóteses diagnósticas;
      • Diagnóstico definitivo;
      • Tratamento efetuado.
      KamillaNayara S. Miranda
    • Prontuário Médico

      Abdome Agudo

      (...) É vedado ao médico:Artigo 69 do Código de Ética Médica: Deixar de elaborar prontuário médico para cada paciente.Artigo 70 do Código de Ética Médica:Negar ao paciente acesso a seu prontuário médico,ficha clínica ou similar,bem como deixar de dar explicações necessárias à sua compreensão,salvo quando ocasionar riscos para o paciente ou para terceiros.”
      KamillaNayara S. Miranda
    • Prontuário Médico
      Abdome Agudo
      O prontuário médico de paciente falecido não deve ser liberado diretamente aos parentes. O parecer do CFM nº6/10 reafirma que o direito do sigilo, garantido por lei ao paciente vivo, tem efeito projetado para além da morte.
      A liberação do prontuário de paciente falecido só deve ocorrer :
      • Por decisão judicial;
      • Por requisição dos Conselhos de Medicina (Federal ou Regional).
      KamillaNayara S. Miranda
    • Código de Ética Médica
      Abdome Agudo
      • Aprovado na I Conferência de Ética Médica, em novembro de 1987;
      - Posto em vigor pelo Conselho Federal de Medicina, em janeiro de 1988.
      • Revisto eaprovado na IV Conferência Nacional de Ética Médica,
      realizada em São Paulo, em 29 de agosto de 2009;
      - Posto em vigor pelo Conselho Federal de Medicina, em 13 de abril de 2010
      (Resolução CFM nº. 1.931/2009).
      Larissa Borges
    • Código de Ética Médica
      Abdome Agudo
      • Reafirma a vocação humanista da medicina;
      • O paciente não é visto como um doente e sim na sua condição de ser humano;
      • Exaltação ao humanismo participativo. (“o alvo de toda atenção do médico é a
      saúde do ser humano..” – II Princípio)
      - Assume como referencial a filosofia dos direitos humanos
      Larissa Borges
    • Código de Ética Médica
      Abdome Agudo
      Princípios fundamentais
      - Inciso II
      “Princípio da atenção à saúde” - O alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.
      Larissa Borges
    • Condução Clínica do Caso

      Abdome Agudo
      “Diante da suspeita de abdome agudo, o médico atendente decide por solicitar exames complementares e avaliação do cirurgião de sobreaviso.”
      (Princípio Fundamental II ) O alvo de toda a atenção do médico  é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.
      (Artigo 32 ) É vedado ao médico deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente.
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso

      Abdome Agudo
      “Ciente da suspeita clínica, o plantonista questiona com o cirurgião, por telefone, o diagnóstico e a conduta cirúrgica. Este afirma que deve ser feita uma tomografia de abdome.”
      (Artigo 37) É vedado ao médico prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento. Parágrafo único. O atendimento médico a distância, nos moldes da tele medicina ou de outro método, dar-se-á sob regulamentação do Conselho Federal de Medicina.
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso
      Abdome Agudo
      (Artigo 58) É vedado ao médico o exercício mercantilista da Medicina.
      (Artigo 59) É vedado ao médico oferecer ou aceitar remuneração ou vantagens por paciente encaminhado ou recebido, bem como por atendimentos não prestados.
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso
      Abdome Agudo
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso

      Abdome Agudo
      “O clínico descreve a conduta orientada no prontuário.”
      (Artigo 87) É vedado ao médico deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente.
      1º O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso, sendo preenchido, em cada avaliação, em ordem cronológica com data, hora, assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina.
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso
      Abdome Agudo
      “Como não havia radiologista no horário ( sexta-feira noturno), a paciente aguarda cerca de 48 horas, com medicação analgésica e antieméticos, vindo a ser reavaliada naquele momento com sonolência, taquidispnéia e hipotensão( 80x50mmHg). Na palpação do abdome havia sinais difusos de irritação peritoneal e massa localizada na fossa ilíaca direita.”
      (Artigo 1) É vedado ao médico causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência.
      (Artigo 55) Deixar de informar ao substituto o quadro clínico dos pacientes sob sua responsabilidade ao ser substituído ao fim do seu turno de trabalho.
      Maylle Chaves
    • Condução Clínica do Caso

      Abdome Agudo
      “Encaminhada ao centro cirúrgico evolui com parada cardiorrespiratória não responsiva às manobras de reanimação.
      O médico decide encaminhar o corpo ao SVO cujo laudo confirma: abscesso periapendicular + peritonite difusa grave. A família decide processar o hospital e pede cópia do prontuário médico. ”
      Código Civil Brasileiro – Artigo186
      “Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”
      Maylle Chaves
    • Referências
      Abdome Agudo
      BRUNETTI, Adriano; SCARPELINI, Sandro. Abdômen Agudo. Medicina, Ribeirão Preto, Simpósio: CIRURGIA DE URGÊNCIA E TRAUMA. 2007; 40 (3): 348-67, jul./set. Disponível em: <httpwww.fmrp.usp.brrevista2007vol40n37_abdomen_agudo.pdf> Acesso em 7 de ago. de 2010
      ESTUDMED.COM® 2001. Síndromes Abdominais Agudas. Disponível em: <http://estudmed.com.sapo.pt/trabalhos/sindromes_abdominais_agudas_1.htm>. Acesso em: 8 ago. 2010.
      MENEGHELLI, Ulysses G.. ELEMENTOS PARA O DIAGNÓSTICO DO ABDÔMEN AGUDO. Simpósio: URGÊNCIAS E EMERGENCIAS DIGESTIVAS. 2003; 36:283-293, abr./dez, jul./set.Disponível em: <http://www.reanimacao.com.br/biblioteca/a_20090803_02.pdf>. Acesso em: 18 ago. 2010.
      FARIA, Ana Lucia De et al. (Org.). ABDOME AGUDO: SÍNDROMES E CAUSAS DE CIRURGIAS EM UM. Disponível em: <http://www.ufpe.br/revistaenfermagem/index.php/revista/article/viewArticle/419>. Acesso em: 25 ago. 2010.
    • Referências
      Abdome Agudo
      FLOCH, Martin H. (et al.). Gastroenterologia de Netter. Tradução Alexandre Werneck, Paulo Césas Ramos Porto Mendes. Artmed, 2007. Porto Alegre.
      FRANÇA, Genival Veloso de. Comentários ao Código de Ética Médica 4ª ed. / Rio de Janeiro – RJ: Editora Guanabara Koogan, 2002.
      CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. Código de Ética Médica. Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/novocodigo/index.asp>. Acesso em: 25 ago. 2010.
      JORNAL MEDICINA. Recomendado não liberar prontuário de falecido. Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/JORNAL/Jornais2010/marco/pag7>. Acesso em: 22 ago. 2010
      CRMSC. Manual de Orientação Ético e Disciplinar: O prontuário médico. Disponível em: <http://www.portalmedico.org.br/regional/crmsc/manual/parte3b.htm>. Acesso em: 22 ago. 2010.
      AGUIAR FARINA. Prontuário Médico. Disponível em: <http://www.advsaude.com.br/noticias.php?local=1&nid=726>. Acesso em: 22 ago. 2010.
    • Referências
      Abdome Agudo
      <http://discovermagazine.com/2008/jan/function-of-appendix-explained> (EvolutionOfTheHumanAppendix: A Biological 'Remnant' No More Evolução do apêndice humano: um biológico 'Remnant "No More )
      <http://www.innominatesociety.com/Articles/History%20of%20Appendicitis.htm> (History of Appendicitis Vermiformis Its diseases and treatment. ByArthur C. McCarty, M.D.Professor of Medicine University of Louisville 1927Presented to the Innominate Society)
      http://super.abril.com.br/saude/serve-apendice-447828.shtml
      Artigo: Apendicite Aguda, Roberto G. de Freitas, Marcos B. Pitombo,Maria Cristina A. Maya, Paulo Roberto F. Leal. Junho 2009. <http://www.lampada.uerj.br/revistahupe/images/revista/Ano8_JanJun2009/artigo_3.pdf>
      www.answersingenesis.org/tj/v3/i1/appendix.asp
    • Referências
      Abdome Agudo
      BRUNICARDI, F. Charles (et.al)
      Schwartz’s Principles of SURGERY, 8ª edition, 2004.
      NETTER, Frank H. Atlas de Anatomía Humana, 2A edición. Editora Masson, S.A. Canada, 1999.
      SOUBA (et.al), ACS SURGERY: Principles e Practice, 6th edition, 2007.
      SABISTON, Textbook of Surgery: The Biological Basis of Modern Surgical Practice, 17th edition, Ed. ElsevierSaunders, 2004.
      REFERÊNCIA DO RAIOS -X
      Disponível em: <http://www.medstudents.com.br/cirur/cirur6/cirur6.htm> Acesso em 20 de agosto de 2010
      Wecker, Jonas Edison. Aula de Anatomia. Disponível em: <http://www.auladeanatomia.com/generalidades/quadrantes.htm> Acesso em 26 de agosto de 2010.