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    • unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTAREDES DE COMPUTADORES Anotações de Aula e Slides 8a. Edição - 2009 ~1~ Introdução: Redes de Computadores e a Internet http://adriano.acmesecurity.org/redes Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org São José do Rio Preto Bacharelado em Ciências da Computação MMIX
    • Prefácio 2009Este é o material didático contendo a coleção de slides e notas de aula do Curso de Redes deComputadores para o primeiro semestre de 2009, na UNESP – Universidade EstadualPaulista, Campus de São José do Rio Preto, sob responsabilidade do Professor Adriano MauroCansian. Este material NÃO substitui o livro texto adotado no curso, devendo ser usado demodo a complementá-lo, e em conjunto com outras referências recomendadas. A principalfunção destas notas de aula é facilitar a realização das anotações dos tópicos mais importantesdiscutidos em sala de aula, agilizando assim o andamento do curso para os alunos.A primeira aversão foi utilizada no primeiro semestre de 1998. Esta é a 8 . Edição - 2009, comaprimoramentos, novos tópicos e abordagens atualizadasEstas notas de aula podem diferir ligeiramente do material usado pelo professor durante a aulaem sala. Isso porque o professor muitas vezes acaba inserindo outros materiais de última hora,para melhorar a qualidade e atualizar o material, visand sempre a melhor expressão dos temasaos alunos. Portanto, é fortemente recomendável que os alunos tenham este material deaula em mãos durante a aula, de forma a fazer anotações, inserções e correções conformenecessário.Este material tem finalidade meramente educacional e é totalmente GRATUITO. Estasnotas de aula podem conter figuras ou textos extraídos de outras fontes, as quais, quandoocorrerem, serão devidamente citadas. Os direitos autorais dos textos citados são depropriedade de seus detentores. Esta não é uma obra comercial. A citação ou uso dematerial de outros autores, quando ocorrer, tem finalidade meramente didática. Nem oautor, nem a UNESP, se responsabilizam por quaisquer danos diretos ou indiretos que o usodeste material possa eventualmente causar. Este material pode ser copiado livremente, desdeque citadas todas as fontes, e respeitados os detentores dos direitos autorais, e desde que omaterial seja distribuído por inteiro e não em partes, inclusive com os prefácios. A referência aqualquer produto comercial específico, marca, modelo, estabelecimento comercial, processo ouserviço, através de nome comercial, marca registrada, nome de fabricante, fornecedor, ounome de empresa, necessariamente NÃO constitui ou insinua seu endosso, recomendação, oufavorecimento por parte da UNESP ou do autor. A UNESP ou o autor não endossam ourecomendam marcas, produtos, estabelecimentos comerciais, serviços ou fornecedores dequaisquer espécies, em nenhuma hipótese. As eventuais marcas e patentes mencionadas sãode propriedade exclusiva dos detentores originais dos seus direitos e, quando citadas,aparecem meramente em caráter informativo, para auxiliar os participantes do curso, numabase de boa-fé pública. Os participantes ou outros interessados devem utilizar estasinformações por sua conta e risco, e estarem cientes desta notificação.Este material didático não se trata de uma publicação oficial da UNESP. Seu conteúdo nãofoi examinado ou editado por esta instituição. As opiniões refletem a posição do autor. São José do Rio Preto, SP - 24 de março de 2009. Adriano Mauro Cansian ii
    • CréditosEstes slides para notas de aula são, em sua grande parte, baseadas nos livros textosadotados para o curso: “Computer Networking: A Top-Down Approach Featuring theInternet” – James F. Kurose & Keith W. Ross (3a. Edição), Editora Addison WesleyLongman, e “Computer Networks”, 3th Edition, de Andrew S. Tanenbaum – Prentice-Hall (ISBN 0-13-349945-6) e em sua tradução “Redes de Computadores” – TerceiraEdição, da Editora Campus (ISBN 8535201572).Copyright (c) ADRIANO MAURO CANSIAN. É dada permissão para copiar,distribuir e/ou modificar este documento sob os termos da Licença deDocumentação Livre GNU, Versão 1.1 ou qualquer versão posteriorpublicada pela FREE SOFTWARE FOUNDATION emhttp://www.gnu.org/licenses/licenses.html, SEM Seções Invariantes, comos Textos da Capa da Frente sendo “Curso de Redes de Computadores –Prof. Adriano Mauro Cansian”, e com os textos da quarta-capa sendo aspáginas numeradas de “ii” até “iv” deste documento.Contato:Adriano Mauro CansianProfessor Assistente Doutoradriano@acmesecurity.orgUNESP - Universidade Estadual PaulistaCampus de São José do Rio PretoDepto. de Ciência da Computação e EstatísticaLaboratório ACME! de Pesquisa em Segurança de Computadores e RedesEndereço:R. Cristóvão Colombo, 2265 - Jd. Nazareth15055-000 * São José do Rio Preto, SP.Tel. (17) 3221-2475 (laboratório) / 3221-2201 (secretaria)http://adriano.acmesecurity.orgChave PGP: Adriano Mauro Cansian <adriano@acmesecurity.org> Key ID: 0x3893CD2B Key Type: DH/DSS Key Fingerprint: C499 85ED 355E 774E 1709 524A B834 B139 3893 CD2B iii
    • ACME! STANDARD DISCLAIMER Please, read carefully.This ACME! product is meant for educational purposes only. Any resemblance to real persons, living or dead is purelycoincidental. Void where prohibited. Some assembly required. List each check separately by bank number. Batteries notincluded. Contents may settle during shipment. Use only as directed. No other warranty expressed or implied. Do notuse ACME! while operating a motor vehicle or heavy equipment. Postage will be paid by addressee. Subject to CABapproval. This is not an offer to sell securities. Apply only to affected area. ACME! may be too intense for some viewers.Do not stamp. Use other side for additional listings. For recreational use only. Do not disturb. All models over 18 yearsof age. If condition persists, consult your physician. No user-serviceable parts inside. Freshest if eaten before date oncarton. Subject to change without notice. Times approximate. Simulated picture. No postage necessary if mailed in theUnited States. Breaking seal constitutes acceptance of agreement. For off-road use only. As seen on TV. One size fitsall. Many suitcases look alike. Contains a substantial amount of non-tobacco ingredients. Colors may, in time, fade. Wehave sent the forms which seem right for you. Slippery when wet. For office use only. ACME! Research is not affiliatedwith the American Red Cross. Drop in any mailbox. Edited for television. Keep cool. process promptly. Post office willnot deliver without postage. List was current at time of printing. Return to sender, no forwarding order on file, unable toforward. ACME! is not responsible for direct, indirect, incidental or consequential damages resulting from any defect,error or failure to perform. At participating locations only. Not the Beatles. Penalty for private use. See label forsequence. Substantial penalty for early withdrawal. Do not write below this line. Falling rock. Lost ticket pays maximumrate. 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No anchovies unless otherwisespecified. Restaurant package, not for resale. List at least two alternate dates. First pull up, then pull down. Call ACME!toll free before digging. Driver does not carry cash. Some of the trademarks mentioned in this product appear foridentification purposes only. Record additional transactions on back of previous stub. Unix is a registered trademark ofAT&T. Do not fold, spindle or mutilate. No transfers issued until the bus comes to a complete stop. Package sold byweight, not volume. Your mileage may vary. This article does not reflect the thoughts or opinions of either myself, mycompany, my friends, or my cat. Dont quote me on that. Dont quote me on anything. All rights reserved. You maydistribute this article freely but you may not take a profit from it. Terms are subject to change without notice. Illustrationsare slightly enlarged to show detail. Any resemblance to actual persons, living or dead, is unintentional and purelycoincidental. 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Do not taunt ACME! May cause anyof the aforementioned effects and/or death. Articles are ribbed for your pleasure. Possible penalties for early withdrawal.Offer valid only at participating sites. Slightly higher west of the Rockies. Allow four to six weeks for delivery. Must be 18to read. Disclaimer does not cover misuse, accident, lightning, flood, tornado, tsunami, volcanic eruption, earthquake,hurricanes and other Acts of God, neglect, damage from improper reading, incorrect line voltage, improper orunauthorized reading, broken antenna or marred cabinet, missing or altered serial numbers, electromagnetic radiationfrom nuclear blasts, sonic boom vibrations, customer adjustments that are not covered in this list, and incidents owing toan airplane crash, ship sinking or taking on water, motor vehicle crashing, dropping the item, falling rocks, leaky roof,broken glass, mud slides, forest fire, or projectile (which can include, put not be limited to, arrows, bullets, shot, BBs,shrapnel, lasers, napalm, torpedoes, or emissions of X-rays, Alpha, Beta and Gamma rays, knives, stones, etc.). Otherrestrictions may apply. This supersedes all previous notices. The ACME! Computer Security Research. iv
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Curso de Redes de Computadores 2009 Adriano Mauro Cansian adriano@acmesecurity.org Capítulo 1 Introdução unesp - IBILCE - SJRP Parte I: Introdução Metas:  Contexto, visão geral e intuitiva de redes. •  Aprofundamento e detalhes mais adiante.  Abordagem: •  Descritiva. •  Uso da Internet como exemplo.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 1
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Visão geral:   O que que é a Internet   Camadas de protocolo e   O que é um protocolo modelos de serviço.   A borda (edge) da rede   Backbones, PTTs,   O núcleo (core) da rede provedores   Rede de acesso, meio   Um pouco de história. físico.   Resumo.   Desempenho: perdas, retardo. unesp - IBILCE - SJRP O que que é a Internet: os componentes 1 2   Milhões de computadores   Enlaces (links) de interligados: comunicação   PCs, estações, servidores, •  fibra, cobre, rádio, satélite. telefones, PDAs, games,   Roteadores (routers): GPS, robôs, geladeiras, terminais, etc... encaminham pacotes •  Executando aplicações (blocos) de dados pela de rede. redeProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 2
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Cada vez mais coisas na ‘net’ unesp - IBILCE - SJRP Estrutura da Internet estação roteador servidor móvel ISP Local Provedor de backbone Rede corporativaProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 3
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Os componentes da Internet   Protocolos: controlam   Padrões Internet envio, recepção de •  RFC: Request for mensagens comments. •  TCP, IP, HTTP, FTP, http://www.faqs.org PPP,... •  IETF: Internet   Internet é a “rede de Engineering Task Force http://www.ietf.org redes” •  Aproximadamente hierárquica. •  Internet pública e intranet privada. unesp - IBILCE - SJRP Os serviços na Internet   Infra-estrutura de comunicação: possibilita aplicações distribuídas: •  WWW, correio, jogos, comércio eletrônico, P2P, bases de dados, eleições, etc...   Dois serviços de comunicação oferecidos: •  Sem conexão. •  Orientado a conexão.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 4
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Ciberspaço / Cyberspace Ciberespaço [Willian Gibson]: “Uma alucinação consensual ...” Neuromancer unesp - IBILCE - SJRP A Internet e sua explosão para o mundo  Internet dentro do mundo dos negócios: World Wide Web (WWW) •  Foi adotado um conjunto de padrões relativamente simples. •  Permitiu acessar a informação em qualquer lugar.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 5
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP WWW (1)  Hipertexto: “A mente humana (...) opera por associação. De posse de um item, ela parte instantaneamente para outro que é sugerido pela associação de pensamentos, de acordo com alguma teia intrincada de trilhas levadas pelas células do cérebro.” 1945 - Vannevar Bush unesp - IBILCE - SJRP WWW (2)  1988 - Theodore Nelson (Xanadu Network)  1992 / 1993 •  Marc Andreesen e Eric Bina (NCSA - Illinois) •  Tim Berners-Lee (CERN - Suíça)  Acadêmica.  Idéia certa, feita pelos motivos errados: fazer a ligação de 200 cientistas a um número ínfimo de supercomputadores.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 6
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP A Internet para o e-business unesp - IBILCE - SJRP O que que é um protocolo? Protocolos humanos: Protocolos de rede:   “-Que horas são?”   Máquinas ao invés de   “-Tenho uma dúvida”. gente.   Apresentações.   Toda comunicação na Internet é governada por … mensagens protocolos. específicas enviadas. … ações específicas adotadas ao receber mensagens.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 7
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP O que que é um protocolo? Um protocolo humano e um protocolo de rede : Oi! TCP pedido de conexão. Oi! TCP resposta. Que horas são? Get http://www.unesp.br/index.htm 2:00 <arquivo> Tempo unesp - IBILCE - SJRP Detalhes sobre a estrutura da rede  Borda (edge) da rede: aplicações e hospedeiros (hosts).  Núcleo (core) da rede: •  Roteadores. •  Rede de redes.  Redes de acesso, meios físicos: enlaces (links) de comunicação.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 8
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP A borda da rede:  Sistemas terminais: •  Executam aplicações •  Exemplo: WWW, correio •  Na “borda da rede”.  Modelo cliente/servidor •  Cliente solicita, recebe serviço do servidor. •  Exemplo: cliente WWW (browser) / servidor; •  Cliente / servidor de e-mail. •  P2P. unesp - IBILCE - SJRP Borda da rede: SERVIÇOS COM E SEM CONEXÃO.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 9
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Borda da rede: serviço orientado a conexão (1) Meta: transferência de dados entre sistemas  “handshaking”: preparação para iniciar transferência. •  Protocolo humano: “Oi!” - “Oi!” •  Criar “estado” entre 2 sistemas em comunicação  TCP - Transmission Control Protocol •  Serviço orientado a conexão da Internet. unesp - IBILCE - SJRP Borda da rede: serviço orientado a conexão (2) Características do Serviço TCP [RFC 793]  Transferência de dados: fluxo de bytes ordenado, confiável: •  Perdas: reconhecimentos e retransmissões  Controle de fluxo: •  Remetente rápido não vai “afogar” o receptor  Controle de congestionamento: •  Remetentes “reduzem a taxa de envio” quando rede fica congestionada.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 10
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Borda da rede: serviço sem conexão Meta: transferência de dados entre sistemas (A mesma coisa que antes ?!?).  UDP - User Datagram Protocol [RFC 768]: Serviço sem conexão da Internet. •  Transferência de dados não confiável. •  Sem controle de fluxo. •  Sem controle de congestionamento. unesp - IBILCE - SJRP Aplicações Aplicações usando TCP:  HTTP (WWW), FTP (transferência de arquivo), Telnet (acesso remoto), SMTP (correio), ssh,... Aplicações usando UDP:  Mídia com “streamming”, teleconferências, telefonia pela Internet.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 11
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Núcleo (core) da Rede   Malha conexa de roteadores.   A questão fundamental: como se transfere dados através da rede? •  Comutação de circuitos: circuito dedicado por chamada: rede de telefonia •  Comutação de pacotes: dados enviados pela rede em quantias discretas (“pedaços”). unesp - IBILCE - SJRP Comutação de CIRCUITOSProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 12
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de circuitos (1) Recursos fim a fim reservados para a “chamada”   Banda de enlace, capacidade de comutação.   Recursos dedicados: não há compartilhamento.   Desempenho como circuitos (garantido).   Requer fase inicial (“setup”). unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de circuitos (2) Recursos de rede picado em “pedaços”. •  Por exemplo: Banda (bandwidth)  Pedaços alocados para as chamadas.  Recurso fica ocioso se não usado pela chamada.  Não há compartilhamento.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 13
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Exemplo:  Um circuito de 1 Mbps só pode acomodar 10 usuários que consomem 100 Kbps. •  Estejam eles transmitindo ou não.  Digamos que os usuários só transmitam 10% do tempo: há muita ociosidade do canal. •  Será comparado mais adiante. unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de circuitos (3) Divisão de banda em “pedaços”  Divisão por freqüência (FDMA - Frequency Division Multiplexing Access)  Divisão por tempo (TDMA - Time Division Multiplexing Access)Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 14
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Comutação de Circuitos: FDMA e TDMA Exemplo: FDMA 4 usuários Freqüência tempo TDMA Freqüência tempo unesp - IBILCE - SJRP Comutação de PACOTESProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 15
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de pacotes (1) Cada fluxo de dados da origem ao destino é dividido em pacotes:   Pacotes compartilham recursos.   Cada pacote usa a banda inteira do enlace. •  Veremos exemplo mais adiante.  Recursos usados sob demanda. unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de pacotes (2) Contenção de recursos:  Demanda agregada pode exceder os recursos disponíveis.  Congestionamento: •  Fila de pacotes em espera para uso do enlace.  Armazena e re-encaminha (forward): •  Pacotes passam por um enlace a cada vez. •  Transmite através do enlace. •  Aguarda vez para o próximo.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 16
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de pacotes (3) Comutação de pacotes: “armazena e re-encaminha” (store-and-forward) unesp - IBILCE - SJRP Núcleo da Rede: comutação de pacotes (3)   Cada link 1,5 Mbps   Total de 7,5 Mbits para transmitir = 5000 pacotes de 1,5 Kbits Coisas acontecem ao mesmo tempo: 1º. Pacote leva 1 ms até router 1 1º. Pacote leva 2 ms até router 2   Mas pacote 2º. já começa a vir para router 1 = 1 ms.   1o. Pacote chega ao destino em 3ms.   enquanto isso o pacote 2 chega no router 2 em 2 ms. etc… Tempo total para os 5000 pacotes é de 5,002 seg.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 17
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Comutação de pacotes X comutação de circuitos (1) Comutação de pacotes permite admitir mais usuários!   Enlace de 1 Mbps.   Suponha que cada usuário: N usuários •  100 Kbps quando “ativo” enlace de •  Ativo 10% do tempo 1 Mbps   Comutação de circuitos: •  Comporta só 10 usuários. •  Tem que reservar a banda toda. unesp - IBILCE - SJRP Comutação de pacotes X comutação de circuitos (2) Comutação de pacotes permite admitir mais usuários!   Enlace de 1 Mbps.   Cada usuário: N usuários •  100 Kbps quando “ativo” enlace de •  Ativo 10% do tempo 1 Mbps   Comutação de pacotes: •  Probabilidade de haver um usuário específico ativo é 0,1 (ou seja, 10%). •  Se houver 35 usuários: a probabilidade de haver mais de 11 ou mais usuários ativos simultâneos é menor que 0,0004 (Exercício)Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 18
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Comutação de pacotes X comutação de circuitos (3)  Usuário quando ativo gera dados a 100 Kbps. •  Prob. de MAIS de 10 usuários ativos é 0.0004 •  Prob. 10 ou MENOS usuários ativos é 0.9996  Moral da estória: •  numa rede de packet switching de 1 Mbps existe probabilidade P = 0.9996 dos 35 usuários terem disponível a mesma banda que existiria em uma rede circuit switching de 1 Mbps com 10 usuários. •  Suporta 3 vezes mais usuários que packet switch. unesp - IBILCE - SJRP Comutação de pacotes X comutação de circuitos (3) Comutação de pacotes será sempre o melhor?   Ótimo para dados em rajadas Compartilha recursos. •  •  Não requer inicialização (setup).   Questões a serem tratadas: •  Se há congestionamento excessivo: ocorrem retardo e perdas. •  Mas, há protocolos necessários para transferência confiável de dados e controle de congestionamento. •  Como prover (simular) comportamento de circuitos? •  Garantias de banda necessárias para aplicações de áudio/ vídeo. (...é um problema ainda sem solução)Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 19
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Redes de pacotes: roteamento   Meta: mover pacotes entre roteadores da origem ao destino. •  Estudamos diversos algoritmos de seleção de rota (cap. 4)   Rede de datagramas: •  endereço de destino determina próximo passo. •  rotas podem mudar durante uma sessão. •  analogia: dirigindo, perguntando o caminho.   Rede de circuitos virtuais: •  Cada pacote carrega rótulo (ID de circuito virtual), rótulo determina próximo passo. •  Rota fixa determinada em tempo de estabelecimento da chamada, permanece fixa durante a chamada. •  Roteadores mantêm estado por chamada. unesp - IBILCE - SJRP Redes de acesso e meio físicoProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 20
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Redes de acesso e meios físicos   Como ligar sistemas terminais ao 1º. roteador? •  Redes de acesso residencial. •  Redes de acesso institucional (escola, empresa, etc...). •  Redes de acesso móvel. Características principais: •  Qual a Banda (bits per second) da rede de acesso? •  É Compartilhada ou dedicada? unesp - IBILCE - SJRP Acesso residencial: acesso ponto a ponto   Discado via modem (dial-up) até 56Kbps, acesso “direto” •  ao roteador (conceitual).   RDSI ou ISDN: rede digital de serviços integrados: 128Kbps, conexão digital ao roteador   ADSL: Asymmetric Digital Subscriber Line •  Até 4 Mbps de casa ao roteador. •  Até 34 Mbps do roteador a casa. •  Disponibilidade de ADSL : Telefônica, Telemar, etc... Canal Voice: de 0 a 4 KHz Canal Download: 50 KHz e 1 MHz Canal Upload: 4KHz a 50 KHzProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 21
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Acesso residencial: cable modems   HFC: hybrid fiber coax •  assimétrico: até 10Mbps p/ a casa, 1 Mbps para a rede   Rede de cabo e fibra liga a casa ao roteador do provedor. •  Acesso compartilhado ao roteador pelas casas. •  Problemas: dimensionamento, congestionamento. •  Disponibilidade: via companhias de TV a cabo, Exemplo: NET, TVA. unesp - IBILCE - SJRP Acesso institucional: redes locais   Rede local (LAN) liga sistema terminal ao 1º. roteador.   Ethernet: cabo compartilhado ou dedicado usado para acesso ao roteador. 10 Mbps, 100Mbps, Gigabit Ethernet   Disponibilidade: Corporações e instituições, redes domésticas ...   LANs - Redes locais.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 22
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Redes de acesso sem fio (wireless)   Rede de acesso sem fio liga ao roteador   Redes locais sem fio: roteador Espectro de rádio substitui •  cabo estação •  Mais usados: 802.11b de 11 Mbps e 802.11g de 54 base Mbps •  Também usada para ligações ponto a ponto (rede ad-hoc).   Acesso sem fio não local sistemas •  Acesso sem fio ao roteador móveis do provedor via rede de telefonia celular. •  Celular 3G. unesp - IBILCE - SJRP Meios físicos Par trançado   Enlace físico: Bit de dados transmitido (Twisted Pair - TP) propaga através do   Dois fios isolados de enlace. cobre.   Meio guiado: •  Categoria 3: fio telefônico tradicional, ethernet de 10 •  Sinais propagam em meios Mbps sólidos: cobre, fibra. •  Categoria 5: ethernet de   Meios não guiados: 100Mbps •  Sinais propagam livremente, p.ex., rádioProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 23
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Meios físicos: cabo coaxial, fibra Cabo coaxial:   Fio (portador do sinal) dentro de um fio (blindagem) •  Banda básica: canal único no cabo. •  Banda larga: múltiplos canais no cabo.   Bidirecional.   Uso era comum em Ethernet de 10Mbps unesp - IBILCE - SJRP Meios físicos: rádio (1)  Sinal enviado pelo espectro eletromagnético.  Sem “fio” físico.  Bidirecional.  Efeitos sobre propagação do ambiente: •  Reflexão. •  Obstrução por objetos. •  Interferência.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 24
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Meios físicos: rádio (2) Tipos de enlace de rádio:   Microondas •  p.ex. canais até 155 Mbps   Rede local (p.ex.802.11B e 802.11G) •  11Mbps e 54Mbps   Longa distância (p.ex., celular) •  p.ex. CDPD, 10’s Kbps ou 3G em alta velocidade.   Satélite •  Canais de até 50Mbps (ou múltiplos canais menores) •  Retardo ponto a ponto de 270 ms. •  Geosíncrono X LEOS (Low Earth Orbit Satellite) unesp - IBILCE - SJRP Atrasos / DelaysProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 25
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Retardo em redes de pacotes   Transmissão. Pacotes experimentam   Propagação. retardo em caminhos fim a fim.   Processamento.   Enfileiramento   Quatro causas de retardo a cada enlace. transmissão A propagação B Processamento no nó enfileiramento unesp - IBILCE - SJRP Rotas e atrasos na Internet “real” Traceroute: adriano@angel:~$ traceroute www.unesp.br traceroute to shepard.unesp.br (200.145.1.9), 30 hops max, 52 byte packets 1 *** 2 thunder (200.145.216.10) 1.953 ms 2.930 ms 1.953 ms 3 cis-lab-ibilce.net.unesp.br (200.145.0.249) 1.953 ms 1.954 ms 0.976 ms 4 nap-sjrp.net.unesp.br (200.145.0.194) 18.555 ms 13.672 ms 13.672 ms 5 nap2-nap.net.unesp.br (200.145.255.30) 14.649 ms 13.672 ms 14.649 ms 6 shepard.unesp.br (200.145.1.9) 12.695 ms 21.484 ms 13.672 ms Trace completed adriano@angel:~$Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 26
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Atrasos ou retardos (delays) Enquanto um pacote viaja de um nó (seja um host ou router) até o nó subseqüente, o pacote sofre diversos tipos diferentes de retardo (ou atraso) em cada nó ao longo do trajeto. Os mais importantes atrasos são: •  traso de processamento nodal (referente a cada nó)  dpro A •  traso de enfileiramento  dqueue A •  traso de transmissão  dtrans A •  traso de propagação  dprop A Atraso nodal total  dnodal . unesp - IBILCE - SJRP Atraso de Processamento • (dpro) Atraso de Processamento: O tempo requerido para examinar o cabeçalho do pacote e determinar onde enviar o pacote. • O atraso de processamento pode também incluir outros fatores, tais como o tempo necessário para verificar se há erros eventualmente ocorridos ao transmitir o pacote do host ao router A. • Os atrasos de processamento em routers de alta-velocidade estão tipicamente na ordem dos microsegundos ou menores. •  pós este processamento, o router envia o pacote à fila que precede a A ligação até o router B.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 27
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP O atraso de fila (queue delay) Uma vez na fila, o pacote experimenta um atraso de enfileiramento dqueue enquanto espera para ser transmitido na ligação. Variável: O atraso de enfileiramento de um pacote depende da quantidade de outros pacotes, que chegaram antes, e que estão na fila aguardando a transmissão através do link. Se a fila estiver vazia, e nenhum outro pacote estiver sendo transmitido no momento, então o atraso de enfileiramento do pacote é zero. Já se o tráfego for pesado, e muitos outros pacotes também estiverem esperando para ser transmitidos, o atraso de enfileiramento será longo. unesp - IBILCE - SJRP Atraso de transmissão (1) Depende da LARGURA de BANDA (velocidade) disponível no enlace. Pacotes são transmitidos à maneira first-come-first-serve, assim que todos os pacotes que chegaram antes tenham sido transmitidos. Se o comprimento do pacote por L bits, e a taxa da transmissão da ligação do router A ao router B de R bits/sec. A taxa R é determinada pela taxa da transmissão da ligação ao router B. • Ethernet 10-Mbps, a taxa é R = 10 Mbps • Ethernet 100-Mbps, a taxa é R = 100 Mbps O atraso de transmissão é L/R. Esta é a quantidade de tempo para transmitir todo o pacote no link. Na prática, os atrasos da transmissão estão tipicamente na ordem dos microsegundos ou menos.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 28
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Atraso de transmissão (2)   R= banda do enlace (bps)   L= tamanho do pacote (bits)   Tempo para transmitir pacote no enlace = L/R transmissão A propagação B unesp - IBILCE - SJRP Atraso na PROPAGAÇÃO (1)Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 29
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Atraso na PROPAGAÇÃO (2) Retardo de propagação:   d = distância do enlace   v = velocidade de propagação (~2x108 metros/sec) R= banda do enlace (bps)   Retardo propagação = d/v transmissão A propagação B Processamento no nó enfileiramento unesp - IBILCE - SJRP Comparando atrasos de propagação e de transmissão Importante entender a diferença entre o atraso de transmissão e o atraso de propagação. A diferença é sutil, mas importante. Atraso da transmissão: quantidade de tempo exigida para o router EMPURRAR o pacote. É uma função do comprimento do pacote e da taxa da transmissão do link, mas não tem nada fazer com a distância entre os dois routers. Atraso da propagação: tempo que um bit leva para propagar de um router ao seguinte. É uma função da distância entre os dois routers, mas não tem nada ver com o comprimento do pacote, nem com a taxa da transmissão da ligação.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 30
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Em redes de pacotes   O mesmo ocorre em redes packet-switched: os primeiros bits em um pacote podem chegar em um router quando muitos dos bits restantes no pacote ainda esperam para ser transmitidos pelo router precedente.   Considerando d proc , d queue , d trans , e d prop denotando respectivamente o atraso de processamento, o atraso de enfileiramento, o atraso de transmissão, e atraso de propagação, o atraso nodal total é dado por dnodal = dproc + dqueue + dtrans + dprop A contribuição destes componentes do atraso pode variar significativamente. unesp - IBILCE - SJRP Queue delay - o atraso de fila (1)   Ao contrário de outros três atrasos (a saber, dproc, dtrans, e dprop ) o atraso de fila pode variar de pacote para pacote.   •  Exemplo: se 10 pacotes chegarem em uma fila vazia ao mesmo tempo, o primeiro pacote transmitido não sofrerá nenhum atraso de fila, enquanto o último pacote transmitido sofrerá um atraso de fila relativamente grande (enquanto espera outros nove pacotes serem transmitidos).   Ao caracterizar o atraso de fila, usa-se medidas estatísticas, tais como o atraso médio da fila, a variância do atraso, e a probabilidade que o atraso de fila exceda algum valor específico.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 31
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Queue delay - o atraso de fila (2)   Denote como sendo “a” a taxa média em que os pacotes chegam à fila (a é dado em pacotes/seg).   Suponha também, para simplicidade, que todos os pacotes consistem em L bits.   Então a taxa média em que os bits chegam à fila é (La) bits/seg unesp - IBILCE - SJRP Queue delay - o atraso de fila (3)  R é a taxa da transmissão, isto é, a taxa em que os bits são eliminados da fila (em bits/seg).  Suponha que a fila é muito grande, e pode acomodar essencialmente um número infinito dos bits. (mentira!!! - mais adiante)  Então a relação La/R, é chamada de intensidade do tráfego, e representa um papel importante para estimar o atraso da fila.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 32
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Queue delay - o atraso de fila (4)   Se La/R ≤ 1: A natureza do tráfego de entrada causa impacto no atraso de fila. •  Se os pacotes chegarem periodicamente, isto é, um pacote chegando a cada L/R segundos, então cada pacote chegará a uma fila vazia e não haverá nenhum atraso de fila. •  Se os pacotes chegarem em rajadas, mas periodicamente, pode haver um atraso de fila médio significativo.   Se La/R > 1 : taxa média em que os bits chegam à fila excede a taxa em que os bits podem ser transmitidos da fila. •  A fila tende a aumentar sem limite, e o atraso de fila se aproxima de infinito. unesp - IBILCE - SJRP Atraso em filas - Resumo   R=banda do enlace (bps)   L=comprimento do pacote (bits)   a=taxa média de chegadasProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 33
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Descarte (Drop) de pacotes   A capacidade da fila não é infinita, os atrasos de pacote não se aproximam realmente a infinito. Eles se perdem.   Um pacote pode chegar e encontrar uma fila cheia. Sem lugar para armazenar tal pacote, um router descartará (“drop”) esse pacote, isto é, o pacote será perdido.   A fração de pacotes perdidos aumenta enquanto a intensidade do tráfego aumenta. •  Conseqüentemente, o desempenho em um nó é medido não somente nos termos do atraso, mas também nos termos da probabilidade da perda do pacote. unesp - IBILCE - SJRP Camadas de Protocolos LegoProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 34
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP “Camadas” de Protocolos Redes são complexas!   Muitos componentes: •  Hosts. Pergunta: •  Roteadores. Como organizar a •  Links de diversos estrutura da rede? meios. •  Aplicações. •  Protocolos. •  Hardware, software... unesp - IBILCE - SJRP Organização de viagens aéreas passagem (compra) passagem (reclama) bagagem (entrega) bagagem (recupera) portão (embarque) portão (desembarque) decolagem aterrissagem roteamento do avião roteamento do avião  Uma série de passos...Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 35
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Organização de viagens aéreas: outra visão passagem (compra) passagem (reclama) bagagem (entrega) bagagem (recupera) portão (embarque) portão (desembarque) decolagem aterrissagem roteamento do avião roteamento do avião Camadas: cada camada implementa um serviço. •  Através das ações internas da própria camada. •  Usando os serviços providos pela camada inferior. unesp - IBILCE - SJRP Viagens aéreas em camadas: serviços Entrega balcão a balcão de passageiros / bagagem Entrega de bagagem do check-in à esteira Entrega pessoas: pessoal embarque - ao pessoal desembarque Entrega de avião: aeroporto a aeroporto Roteamento do avião da origem ao destinoProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 36
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Implementação distribuída da funcionalidade das camadas passagem (compra) passagem (reclama) Aeroporto de desembarque Aeroporto de embarque bagagem (entrega) bagagem (recupera) portão (embarque) portão (desembarque) decolagem aterrissagem roteamento do avião roteamento do avião locais intermediários de tráfego aéreo roteamento do avião roteamento do avião roteamento do avião unesp - IBILCE - SJRP Por que usar camadas? Ao lidar com sistemas complexos:   Estrutura explícita permite identificação, relações entre componentes de sistema complexo. •  Modelo de referência para discussão.   Modularização facilita manutenção e atualização do sistema •  Mudanças de implementação do serviço da camada são invisíveis ao resto do sistema. •  Exemplo: mudança no procedimento do portão não afeta o resto do sistema.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 37
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Pilha de protocolos da Internet   Aplicação: suporta aplicações de rede •  FTP, SMTP, HTTP. aplicação   Transporte: transferência de dados entre sistemas terminais transporte •  TCP, UDP = transporte.   Rede: roteamento de datagramas da rede origem ao destino •  IP = protocolos de roteamento enlace   Enlace: transferência de dados entre elementos de rede vizinhos física •  PPP, ethernet.   Física: bits “nos fios”. •  Na verdade: variação do meio (ondas). unesp - IBILCE - SJRP Camadas: comunicação lógica Cada camada: aplicação transporte   Distribuída. rede   “Entidades” enlace física implementam funções da rede aplicação enlace camada em transporte física cada nó. rede   Entidades enlace física realizam ações, aplicação aplicação trocam transporte transporte mensagens rede rede enlace enlace com pares. física físicaProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 38
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Camadas: comunicação lógica dados aplicação Ex. Transporte TCP transporte transport   Obtém dados da rede aplicação. enlace física   Inclui endereços, info para ack rede confiabilidade para aplicação enlace física formar “datagrama”. transporte dados rede   Envia datagrama ao enlace dados par. física application aplicação   Espera receber ack transport transporte transport (confirmação) do network rede par. link enlace   Analogia: correios. physical física unesp - IBILCE - SJRP Camadas: comunicação física dados aplicação transporte rede enlace física rede aplicação enlace transporte física rede enlace física dados aplicação aplicação transporte transporte rede rede enlace enlace física físicaProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 39
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Camadas de protocolos e dados   Cada camada recebe dados da camada superior.   Acrescenta cabeçalho com informação para criar nova unidade de dados.   Passa nova unidade de dados para camada inferior. origem destino aplicação aplicação M mensagem M transporte transporte segmento Ht M Ht M rede rede Hn Ht M Hn Ht M datagrama enlace enlace Hl Hn Ht M Hl Hn Ht M quadro física física unesp - IBILCE - SJRP Relação da pilha e os PDUsProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 40
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs (1)   Internet é hierárquica.   De cima para baixo: a hierarquia consiste nos sistemas de extremidade (PCs, hosts, servers, etc...) conectados aos provedores de serviço locais da Internet (Internet Service Providers - ISPs).   Os ISPs locais são conectados a ISPs regionais, que são conectados a ISPs nacionais e internacionais.   Os ISPs nacionais e internacionais são conectados juntos no topo do nó mais elevado na hierarquia. •  Os novos nós podem ser adicionados apenas como uma parte nova de Lego pode ser unida a uma construção existente de Lego.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 41
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs (2)   No ponto mais alto da hierarquia → os ISPs nacionais, que são chamados os fornecedores de serviço nacionais (National Service Providers - NSPs).   Os NSPs formam uma espinha dorsal (backbone) de redes independentes que se espalham no país (e muitas vezes se estendem também ao exterior). •  Da mesma forma que existem várias companhias telefônicas de longa distância (interurbanas), há vários NSPs que competem entre si pelo o tráfego e pelos clientes.   Os NSPs existentes incluem Embratel, GlobalOne, NetStream (AT&T), COMSAT, Diveo, IMPSAT, RNP, Brasil Telecom, Telemar, Telefônica, dentre outyros. Os NSPs têm tipicamente links de transmissão de alta velocidade. unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs (3)   O NSPs devem ser interconectados entre si. •  Suponha um ISP regional, como por exemplo Guapiaçu-Net, é conectado ao NSP Telefônica, e um outro ISP regional, como por exemplo BarraMansaNet, é conectado a NSP Embratel. Como pode o tráfego ser emitido entre Guapiaçu-Net a BarraMansaNet?   A solução: introduzir centros do comutação (switching), chamados os Pontos de Troca de Tráfego (PTT) •  Também chamados de NAPS (Network Access Points).   Interconectam o NSPs, permitindo desse modo que cada ISP regional passe o tráfego a todo o outro ISP regional.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 42
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs (4)   Por exemplo, a Telefônica tem um NAP em São Paulo, e Brasil Telecom tem um NAP em Brasília. Além de se conectarem em NAPs, os NSPs podem se conectar também através dos pontos de troca privativos (Private Peering Points). unesp - IBILCE - SJRP Backbones, NAPs e ISPs (5)   NAPs ou PTT (ponto de troca de tráfego) transmitem e comutam volumes tremendos de tráfego de Internet eles são redes de comutação de alta-velocidade, muito complexas. •  Veja: http://ptt.br   Tipicamente concentradas em uma área geográfica pequena (por exemplo, um único edifício, normalmente chamado de “teleporto”).   Freqüentemente, os NAPs usam tecnologia avançadas de comutação e roteamento.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 43
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Peering X Transit (1)  Peering: “voluntary interconnection of administratively separate Internet networks for the purpose of exchanging traffic between the customers of each network. The pure definition of peering is settlement-free or "sender keeps all," meaning that neither party pays the other for the exchanged traffic.” unesp - IBILCE - SJRP Peering X Transit (2)  “Transit: •  the advertisement by an Internet service provider (ISP) of routes to a customers Internet Protocol addresses to the other ISPs who constitute the rest of the Internet, thereby soliciting inbound traffic from them on behalf of the customer; •  and the advertisement of a default route, or a full set of routes to all of the destinations on the Internet, to the ISPs customer, thereby soliciting outbound traffic from them.” •  You pay money (or settlement) to another network for Internet access.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 44
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Exemplo provedor nacional: Sprint U.S.A. backbone network unesp - IBILCE - SJRP Exemplo: NAP da PacBell de San FranciscoProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 45
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP Provedor Nacional de Backbone - RNP unesp - IBILCE - SJRPProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 46
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP ANSP – FAPESP - UNESP unesp - IBILCE - SJRPProf. Dr. Adriano Mauro Cansian 47
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP ANSP FAPESP  A Rede ANSP fornece acesso à Internet para as universidades paulistas públicas e algumas privadas desde 1991.  http://www.nara.org.br/o-que-e-a-rede-ansp  A ANSP compra trânsito Internet de 3 ISPs; Global Crossing, Telefonica e Terremark. unesp - IBILCE - SJRP Projeto ANSP / FAPESP  Em fevereiro de 1991, passou a fornecer acesso à Internet para as universidades estabelecidas no Estado de São Paulo por meio de um enlace de 9.6 kbps. •  Também foi responsável pela administração do registro de domínios e de endereços IP no Brasil até 2005, ano em que o GGI.br assumiu essa responsabilidade. •  No período de 1992 a 1994, o projeto ANSP foi o único acesso que o Brasil teve para a Internet, tanto para o tráfego acadêmico, como para o comercial.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 48
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP História da Internet (1)   1961: Kleinrock - teoria das   1972: filas demonstra eficácia de •  ARPAnet demonstrada comutação de pacotes. publicamente.   1964: Baran - comutação de •  NCP (Network Control pacotes em redes militares. Protocol) primeiro   1967: ARPAnet concebida protocolo fim a fim. pela Advanced Reearch •  Primeiro programa de Projects Agency. correio eletrônico.   1969: Primeiro nó ARPAnet •  ARPAnet tem 15 nós. operacional. unesp - IBILCE - SJRP História da Internet (2)   1970: ALOHAnet rede via Cerf & Kahn: princípios de inter- satélite em Havaí. redes:   1973: Tese de doutorado de •  Minimalismo, autonomia: Metcalfe propõe Ethernet. nenhuma mudança   1974: Cerf & Kahn - interna necessária para arquitetura para interligar interligar redes. redes. •  Modelo de serviço de   fim dos 70: arquiteturas melhor esforço (best- proprietárias: DECnet, SNA, effort). XNA. •  Roteadores sem estado.   fim dos 70: comutação de •  Controle descentralizado pacotes de tamanho fixo (precursor do ATM). Definem a arquitetura   1979: ARPAnet tem 200 nós da Internet de hoje !Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 49
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP História da Internet (3)   1983: implantação de   Novas redes nacionais: TCP/IP. Csnet, BITnet, NSFnet,   1982: definição do Minitel. protocolo smtp (e-mail).   100,000 hosts ligados à   1983: definição do DNS confederação de redes. para tradução de nome   Brasil - início da BITnet para endereço IP. em 1988 (LNCC e   1985: definição do FAPESP) protocolo ftp.   Brasil - início da UUCP   1988: TCP: controle de em 1989 (Alternex) congestionamento. unesp - IBILCE - SJRP História da Internet (4)   Início dos 1990: fim da Fim dos 1990: ARPAnet   Estimado em 50 milhões   1991: NSF remove restrições em de computadores na uso comercial da NSFnet Internet. (aposentada, 1994).   Estimado em mais de 100   Início dos 1990: WWW milhões de usuários. •  Hypertexto [Vanemar Bush   Enlaces backbone 1945, Nelson 1960’s] funcionando em 1 Gbps. •  HTML, http: Berners-Lee •  1994: Mosaic, depois Netscape •  fim dos 1990: comercialização da WWW.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 50
    • UNESP - SJRP - Curso de Redes de Computadores Capítulo 1 unesp - IBILCE - SJRP A Internet no Brasil Pequena cronologia   1999 - criação das   1991 - rede TCP/IP ReMAVs, Rede-Rio 2, experimental (SP, RJ, enlaces de 155 Mbps RS) até 9.600 bps   1999 - novo backbone da   1992 - Rede-Rio, ANSP, Rede-UFF 622 Mbps RNP até 64 kbps   2000 - backbone ATM da   1994/5 - RNPv2, com RNP2 enlaces de 2 Mbps   2001 - conexão   1994/5 - abertura internacional em 155 comercial, Embratel, Mbps Comitê Gestor unesp - IBILCE - SJRP Capítulo 1: Sumário Cobrimos muita matéria! Até aqui,   Visão geral da Internet. desenvolvemos:   O que que é um protocolo?   Borda e núcleo de rede,  Contexto, visão geral, rede de acesso. intuição de redes.   Desempenho: perdas,  Profundidade e retardo.   Modelos de camadas e detalhes maiores, serviços. mais adiante no   Backbones, PTTs, curso... provedores.   História   Redes ATM.Prof. Dr. Adriano Mauro Cansian 51