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3ª Parte do Curso sobre Elaboração de EIA/RIMA - 2008 - Diagnõstico Socioeconômico - Ministrado no CREA/DF - Organização IBNT

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  • 1. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Diagnóstico Socioeconômico
  • 2. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Título VIII - Da Ordem SocialTítulo VIII - Da Ordem Social Capítulo VI - Do Meio AmbienteCapítulo VI - Do Meio Ambiente Art. 225 “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”
  • 3. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Art. 225. § 1.º Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao poder público: III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção; CITAÇÕES DIVERSAS: Art 216, V §1º - Constituem o PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira, nos quais se incluem: I- as formas de expressão; II- os modos de criar, fazer e viver; III- as criações científicas, artísticas e tecnológicas; IV- as obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico- culturais; V- os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
  • 4. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Posturas ambientais em relação as empresas (Reis, 1996) Estágios Postura Potenciais situações Consequências Passivo • Acha que questões ambientais é coisa de ecologia (reduz lucro); • Não realiza investimento em redução e controle de poluição; • Conflitos entre as partes interessadas; • Multas e penalidades; • Concorrentes exploram omau comportamento • Passivos legais; • Alvo permanente dos fiscais; • Redução de mercado; • Não atrais investidores Reativo • Busca cumprir a lei quando exigido pelos fiscais; • Tenta postergar ao máximo os investimento em controle ambiental. • Exposição legal; • Risco de acidentes com graves consequências economicas; •Exposição aos concorrentes. • Potencias passivos legais; • Riscos financeiros; • Riscos de perda de mercado; • Precisa “se justificar” c/frequencia. Pró-ativo • “melhor fazer bem desde do inicio consertar sai mais caro”; • Gerência de riscos, identifica inadiplência legais corrige (auditoria interna); • Possui um SGA integrada as funções coorporativas. • Gerenciamento de riscos ambientais; • Racionalização dos investimentos; • Melhores resultados operacionais (Cons.E); • Credibilidade Mercado • Relacionamento amistoso c/orgão Ambiental; • Pouca penalidade; • Empregados Satisfeitos; • Atrai investidor; • Amplia mercado.
  • 5. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Paradigmas ambientais na relação as empresas-meio ambiente (Gazeta Mercantil, 1996) Os velhos paradigmas O ambientalmente correto A responsabilidade ambiental corrói competitividade A eco-estratégica empresarial gera novas oportunidades de negocios Gestão ambiental é coisa apenas de grandes empresas A pequena empresa é até mais flexivel para introduzir programas ambientais O movimento ambientalista age completamente fora da realidade As ONGs consolidam-se técnicamente e participam da maioria das comissões de certificações ambientais A função ambiental na empresa é exclusiva do setor de produção A função ambiental está em diversos setores do planejamento estratégico da empresa
  • 6. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro • Proteger o ambiente para as futuras gerações; • Garantir a saúde, a segurança e a produtividade do meio-ambiente, assim como seus aspectos estéticos e culturais; • Garantir a maior amplitude possível de usos, benefícios dos ambientes não degradados, sem riscos ou outras conseqüências indesejáveis; • Preservar importantes aspectos históricos, culturais e naturais de nossa herança nacional; manter a diversidade ambiental; • Garantir a qualidade dos recursos renováveis; introduzir a reciclagem dos recursos não renováveis; • Permitir uma ponderação entre os benefícios de um projeto e seus custos ambientais, normalmente não computados nos seus custos econômicos. Objetivos do EIA
  • 7. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro ENCADEAMENTO DE AÇÕES NO EIA O EIA deve ser um processoO EIA deve ser um processo seqüencialseqüencial,, começando com acomeçando com a descriçãodescrição do sistemado sistema natural e antrópico, prosseguindo na análisenatural e antrópico, prosseguindo na análise dos efeitos de projetos de desenvolvimentodos efeitos de projetos de desenvolvimento sobre eles e, finalmente,sobre eles e, finalmente, apresentação deapresentação de alternativasalternativas e dee de medidasmedidas visandovisando minimizá-losminimizá-los ou mesmoou mesmo eliminá-loseliminá-los.. Tudo de forma que seTudo de forma que se possa tomar uma decisão, política, sobre opossa tomar uma decisão, política, sobre o projetoprojeto
  • 8. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro INFORMAÇÕES GERAIS ANÁLISE DOS IMPACTOS AMBIENTAIS CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO DIAGNÓSTICO AMBIENTAL ÁREA DE INFLUÊNCIA MEDIDAS MITIGADORAS PROGRAMA DE MONITORAMENTO RIMARIMA E I AE I A
  • 9. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro - estradas de rodagem com 2 (duas) ou mais faixas; - ferrovias; - portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos; - aeroportos, - oleodutos, gasodutos, mineriodutos, troncos coletores e emissários de esgotos sanitários; - linhas de transmissão de energia elétrica, acima de 230 KW; - obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos, tais como: abertura de canais para navegação, drenagem e irrigação, retificação de cursos d’água, transposição de bacias, diques; - extração de combustível fóssil (petróleo, xisto, carvão), - extração de minério; Atividades sujeitos a licenciamento com apresentação de EIA/RIMA
  • 10. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro - aterros sanitários, processamento e destino final de resíduos tóxicos ou perigosos; - usinas de geração de eletricidade; - complexos e unidades industriais e agro-industriais (petroquímicos, siderúrgicos, destilarias, hulha, extração e cultivo de recursos hídricos); - distritos industriais e Zonas Estritamente Industriais - ZEI; - exploração econômica de madeira ou de lenha, em áreas acima de 100 há (de acordo com órgão ambiental) - projetos urbanísticos, acima de 100 há (cem hectares) - qualquer atividade que utilize carvão vegetal; Obs.: Poderá ser exigida a apresentação de EIA/RIMA além dos acima especificados, a critério do órgão ambiental. Atividades sujeitos a licenciamento com apresentação de EIA/RIMA
  • 11. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES Demografia -População total -Origem e Densidade populacional -Taxas de crescimento populacional -Divisão por idade, sexo, habitação e espaço -Localização de áreas atuais de assentamentos populacionais, expansão populacional e habitacional
  • 12. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 13. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 14. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES Aspectos políticos, institucionais e de legislação -Organização administrativa do município -Legislação ambiental municipal -Órgãos ambientais municipais (públicos e privados) -Planejamento Municipal: plano diretor de ordenamento territorial, zoneamento, ambiental, etc. -Recursos humanos, matérias, tecnológicos e financeiros para gestão ambiental municipal. -Articulação Institucional: parcerias, convênios, etc. -Programas ambientais municipais -Ações municipais de gestão ambiental
  • 15. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 16. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 17. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES Indicadores sociais -População que estuda por idade e sexo -Ensino no município e áreas vizinhas que são utilizadas com freqüência pelos habitantes do município -Situação do sistema de saúde no município e áreas vizinhas -Organizações políticas -Associações e grupos comunitários
  • 18. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 19. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 20. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES Indicadores econômicos -População economicamente ativa -Proporção por sectores de atividade -Consumo de energia por atividade -Tipos de indústria existentes, localizações -Participação do município na produção econômica da região -Proporção da atividade agro-pecuária na zona rural do município -Destino da produção -Fontes de financiamento municipal -Populações com necessidades básicas insatisfeitas
  • 21. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 22. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 23. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES - Infra-estrutura Municipal existente - Sistema Viário - Sistema Energético - Sistema de Comunicações - Sistema de Saneamento do meio • Subsistema de Drenagem • Subsistema de manejo de resíduos sólidos • Subsistema de Abastecimento de Água • Subsistema de Esgotos Sanitários (análise quantitativa e qualitativa)
  • 24. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 25. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 26. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro 3 ANTRÓPICOS SUB COMPONENTES Áreas de valor histórico - cultural e ambiental -Caracterização das áreas histórico- culturais -Unidades de conservação e preservação ambientais existentes e futuras -Caracterização das áreas de desastres naturais -Zonas deterioradas, recursos esgotados, áreas de erosão
  • 27. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 28. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 29. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro
  • 30. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Análise de Dados Socioeconômicos Medidas de Tendência Central e de Variabilidade
  • 31. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Medidas de Tendência Central e de Variabilidade Medidas de Tendência Central:  Media  Moda  Mediana Medidas de Variabilidade:  Variância  Desvio Padrão  Nenhuma destas medidas deve ser utilizada de maneira isolada, uma vez que essa prática leva facilmente o leitor a fazer uma interpretação errada (incompleta) dos dados com que se depara.
  • 32. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Média Aritmética Os pesquisadores em muitos campos de atividade têm empregado o termo média para formular perguntas como: Qual é a renda média da população de uma determinada área? Quantos quilos de lixo em média são gerados diariamente? Qual a escolaridade média desta população? Em média, quantos acidentes podem ocorrer em conseqüência direta ao empreendimento?
  • 33. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Média Aritmética Uma maneira conveniente de descrever um grupo como um todo é achar um número único que represente o que é médio, ou típico, daquele conjunto de dados. Na pesquisa estatística, esse valor é chamado medida de tendência central, porque em geral ele está localizado mais para o meio, ou centro, de uma distribuição, onde a maior parte dos dados tende a concentrar-se.
  • 34. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Moda A moda (Mo) é o valor mais freqüente, mais típico ou mais comum em uma distribuição. Por exemplo, em uma determinada região, o nível de renda D é o que mais se repete, então ele representa a moda. Ela é a única medida de tendência central de que dispomos para variável nominal, como religião e bacharelado em uma faculdade; pode, entretanto, ser usada para descrever o escore mais comum em qualquer distribuição, independente do nível de mensuração.
  • 35. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Moda Para achar a moda, procuramos o escore ou categoria que ocorre com maior freqüência em uma distribuição. Pode-se achar a moda facilmente por simples inspeção, em vez de por cálculo. Por exemplo, o conjunto de valores 1, 2, 3, 1, 1, 6, 5, 4, 1, 4, 4, 3, a moda é 1, porque é o valor que ocorre com mais freqüência do que qualquer outro (4 vezes). Não se equivoque: a moda não é a freqüência do valor mais freqüente (f = 4), mas sim o valor do escore mais freqüente (Mo = 1).
  • 36. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Moda Algumas distribuições de freqüência podem conter duas ou mais modas. No conjunto seguinte de dados, por exemplo, os valores 2 e 6 ocorrem ambos com a maior freqüência: 6, 6, 7, 2, 6, 1, 2, 3, 2, 4. Graficamente, essas distribuições têm dois pontos de freqüência máxima, o que sugere as corcovas de um camelo. Essas distribuições costumam ser chamadas bimodais, em contraste com a modalidade unimodaI, mais comum, que tem apenas um ponto de freqüência máxima.
  • 37. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Moda A Figura, por exemplo, mostra os escores de um exame final de inglês e espanhol. As notas de inglês são unimodais, isto é, o desempenho se aglomera em torno de uma moda única. As notas de espanhol, ao contrário, são bimodais, ou seja, o desempenho se agrupa em torno de duas modas.
  • 38. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Mediana Quando dados ordinais ou intervalares são dispostos em ordem de tamanho, torna-se possível localizar a mediana (Mdn), o ponto do meio de uma distribuição. Por isso, a mediana é encarada como uma medida de tendência central que separa a distribuição em duas partes iguais, da mesma maneira que a faixa central de uma rodovia a separa em duas partes. A posição do valor da mediana pode ser determinada por inspeção ou pela fórmula:
  • 39. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Mediana Quando temos um número ímpar de elementos, a mediana é o caso que recai exatamente no meio da distribuição. Assim, 16 é a mediana dos valores 11, 12, 13, 16, 17, 20, 25; a distribuição de números é dividida de maneira que há três valores de cada lado dela. De acordo com a fórmula (7 + 1)/2, vemos que a mediana 16 é o quarto valor na distribuição, a contar de qualquer uma das duas extremidades.
  • 40. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Média Sem dúvida a média aritmética é a medida de tendência central mais utilizada. Para obtê-Ia, soma-se um conjunto de escores e divide-se a soma pelo número de escores. Definimos, pois, a média mais formalmente como a soma de um conjunto de escores dividida pelo número desses es no conjunto. Em fórmula: Onde = média Σ = somatória X = escore bruto em um conjunto de escores N = número total de escores no conjunto
  • 41. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Média Ao contrário da moda, a média nem sempre é o valor que ocorre com maior freqüência. E, ao contrário da mediana, não é necessariamente o ponto médio de uma distribuição. Então, o que significa a média? Como podemos interpretá-la?
  • 42. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Média Como veremos, a média pode ser encarada como o “centro de gravidade” de uma distribuição. Podemos fazer uma analogia entre a média e uma gangorra, ou uma alavanca e um ponto de apoio.
  • 43. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Colocam-se quatro pesos na alavanca. O bloco marcado 11 está a 7 unidades (polegadas, pés ou o que for) à direita do fulcro e se equilibra com os blocos marcados 1, 2 e 2, que estão a 3, 2 e 2 unidades à esquerda do fulcro, respectivamente. Em uma distribuição de dados, a média atua como um fulcro. É o ponto de uma distribuição em torno do qual os valores acima dele se equilibram com os que estão abaixo.
  • 44. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Para entender essa característica da média, você deve antes procurar compreender o conceito de desvio. O desvio indica a distância e a direção de qualquer escore bruto em relação à média, precisamente como notamos que determinado bloco está a 7 unidades à direita do fulcro. Para achar um desvio para determinado escore bruto, apenas subtraímos a média daquele valor: Onde X = valor bruto arbitrário = média da distribuição
  • 45. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Para o conjunto de escores brutos 9, 8, 6, 5 e 2 da Tabela 3.2, = 6. O escore bruto 9 está exatamente três unidades de escore bruto acima da média de 6 (ou = 9 – 6= +3). Da mesma maneira, o escore bruto 2 está a quatro unidades abaixo da média (ou = 2 – 6= -4). Assim, quanto maior o desvio ( ), maior a distância daquele escore bruto da média da distribuição.
  • 46. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Forma da Distribuição dos Dados A forma de uma distribuição é outro fator que pode influenciar o pesquisador na escolha de uma medida de tendência central. Em uma distribuição unimodal perfeitamente simétrica, a moda, a mediana e a média são idênticas, porque o ponto de maior freqüência (Mo) é também o valor mais central (Mdn), assim como o “centro de gravidade” ( ). Conforme ilustrado na Figura, as medidas de tendência central coincidem no ponto mais central, o “pico” da distribuição simétrica.
  • 47. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Forma da Distribuição dos Dados
  • 48. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Forma da Distribuição dos Dados Quando o pesquisador lida com uma distribuição simétrica, sua escolha da medida de tendência central se baseia principalmente nos objetivos específicos da pesquisa e no nível em que seus dados são medidos. Quando trabalha com uma distribuição assimétrica, entretanto, a decisão é fortemente influenciada pela forma dos dados.
  • 49. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Forma da Distribuição dos Dados
  • 50. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Forma da Distribuição dos Dados Em uma distribuição assimétrica, a mediana se situa sempre entre a média e a moda. É essa característica que torna a mediana a medida mais conveniente de tendência central para descrever uma distribuição assimétrica de valores.
  • 51. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Medidas de Variabilidade
  • 52. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Vimos que a moda, a mediana e a média podem ser usadas para sintetizar em um único número o que é médio ou típico de uma distribuição. Quando empregada isoladamente, entretanto, qualquer medida de tendência central dá apenas um quadro incompleto de um conjunto de dados, podendo, assim, tanto esclarecer como confundir ou distorcer. Para ilustrar essa possibilidade, consideremos Honolulu (Havaí) e Phoenix (Arizona), que têm a mesma temperatura média diária de 24°C. Podemos supor que a temperatura seja basicamente a mesma em ambas as localidades? Ou haverá a possibilidade de uma das cidades ter melhores condições para esportes aquáticos e outras atividades ao ar livre durante todo o ano?
  • 53. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Conforme se vê na Figura, a temperatura em Honolulu sofre apenas uma pequena variação durante todo o ano, em geral entre 21° e 27°C. Em contrapartida, a temperatura em Phoenix, no Arizona, pode sofrer uma diferença sazonal de uma mínima de 4°C em janeiro para até uma máxima de 38°C em julho e agosto. Não é preciso dizer que as piscinas de Phoenix não permanecem lotadas durante todo o ano.
  • 54. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Para uma medida rápida, porém bastante grosseira, da variabilidade, podemos calcular o que se chama amplitude (A), que é a diferença entre o mais alto e o mais baixo escore em uma distribuição. Por exemplo, se a temperatura máxima em Honolulu, em determinado ano, foi de 32°C e a mínima foi de 18°C, a amplitude da temperatura foi de 14°C (32 - 18 = 14). Se o dia mais quente em Phoenix acusou 41°C e o dia mais frio registrou 5°C, a amplitude da temperatura naquela cidade foi de 36°C (41 - 5 = 36). Pela fórmula: Amplitude (A)
  • 55. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro A vantagem da amplitude - seu cálculo rápido e fácil - é também sua mais importante desvantagem. Ou seja, a amplitude depende totalmente de apenas dois escores: o maior e o menor de um certo conjunto de dados. Como resultado, a amplitude em geral dá apenas um índice aproximado da variabilidade de uma distribuição. Amplitude (A)
  • 56. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Para obter uma medida de variabilidade que seja mais maleável para os processos estatísticos avançados, podemos tomar o quadrado dos desvios em relação à média e somá-los, . Conforme ilustrado na Tabela, utilizando os dados referentes às semanas de desemprego, esse processo eliminaria os sinais de “menos”, pois os quadrados de números são sempre positivos. Variância e Desvio Padrão
  • 57. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Tendo somado os quadrados dos desvios em relação à média, devemos dividir essa soma por N a fim de controlar o número de escores envolvidos. O resultado é a média dos quadrados dos desvios, que é mais conhecida como variância. (Nota: você sem dúvida se recorda de que seguimos um processo análogo para obter o desvio médio, quando dividimos por N a soma de desvios absolutos.) Simbolizada por s2 , a variância é Variância e Desvio Padrão
  • 58. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Surge um problema, entretanto. Como resultado de termos elevado ao quadrado os desvios, a unidade de medida foi alterada, dificultando a interpretação da variância. A variância é 8,67, mas 8,67 de quê? Ela é expressa como o quadrado da unidade expressa por nossos dados. Se os dados fossem escores de QI, a variância seria dada em unidades de (QI)2 ; Se os dados fossem períodos de sentenças criminais em meses, ela seria expressa em meses ao quadrado. Variância e Desvio Padrão
  • 59. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Para colocar a medida de variabilidade na perspectiva correta - isto é, para voltar a nossa unidade original de medida -, tome a raiz quadrada da variância, o que lhe dará o desvio padrão, uma medida de variabilidade obtida somando- se os quadrados dos desvios em relação à média, dividindo-se por N e tomando-se então a raiz quadrada. Simbolizado por s, o desvio padrão é Variância e Desvio Padrão
  • 60. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Já vimos que é mais fácil interpretar o desvio padrão do que a variância, porque ele está na unidade correta de medida. Mesmo assim, a seqüência de etapas exigidas para o cálculo do desvio padrão pode causar uma sensação de desconforto quanto ao resultado obtido. Suponha, por exemplo, que determinada distribuição de escores acuse s = 4. O que esse número indica? O que se pode dizer exatamente sobre essa distribuição que ainda não tenha sido dito? Interpretação do Desvio Padrão
  • 61. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Note que o desvio padrão (assim como o desvio médio antes dele) representa a variabilidade média em uma distribuição, porque mede a média dos desvios a contar da média. Os processos de elevar ao quadrado e tomar a raiz quadrada também entram no contexto, mas principalmente para eliminar os sinais de menos e voltar à unidade mais conveniente de medida, a unidade escore bruto. Observe também que, quanto maior a variabilidade em torno da média de uma distribuição, maior é o desvio padrão. Assim, s = 4,5 indica maior variabilidade do que s = 2,5. Por exemplo, a distribuição de temperaturas diárias em Phoenix, no Arizona, tem maior desvio padrão do que a distribuição de temperaturas para o mesmo período em Honolulu, no Havaí. Interpretação do Desvio Padrão
  • 62. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Assim, o desvio padrão é um instrumento útil para avaliar o grau de variabilidade em uma distribuição ou para comparar a variabilidade de diferentes distribuições. É também empregado - com bastante freqüência, aliás - para ajustar a posição relativa de escores individuais dentro de uma distribuição. Nesse sentido, ele é um padrão contra o qual avaliamos a colocação de um escore (como a renda de um grupo) dentro de toda a distribuição (como as rendas de toda a população). Interpretação do Desvio Padrão
  • 63. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro População e Amostra Por exemplo, pode estar interessado nos 200 milhões de habitantes do Brasil, ou nos 1.000 associados de determinado sindicato, ou nos 10.000 afro- descendentes que vivem em uma cidade do Sul, ou nos 25.000 estudantes efetivamente matriculados em uma universidade. Até aqui admitimos que o pesquisador investiga todo o grupo que procura estudar. Conhecido como população ou universo, esse grupo consiste em um conjunto de indivíduos que compartilham ao menos uma característica, quer seja cidadania, quer seja adesão a uma associação, etnia, matrícula em uma faculdade ou outras. Assim é que podemos falar da população do Brasil, da população dos membros de um sindicato, da população de afro-descendentes que residem em uma cidade do Sul ou da população de estudantes universitários.
  • 64. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro População e Amostra Como os pesquisadores operam com tempo, energia e recursos limitados, eles raramente podem estudar cada elemento de determinada população. Em vez disso, estudam apenas uma amostra - um número menor de indivíduos da população. Por meio do processo de amostragem, os pesquisadores procuram fazer generalizações de uma amostra (um pequeno grupo) para toda a população da qual ela foi extraída (um grupo maior).
  • 65. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Índice de Exclusão/Inclusão Social ÍNDICES SIMPLES ÍNDICES COMPOSTOS Iex Precária Condição deSobrevivência Iex AUTONOMIA DE RENDA DOS CHEFES DE FAMÍLIA Índice de Exclusão/Inclusão Social Iex de Distribuição de Renda dos Chefes de Família Iex de Desenvolvimento Educacional Iex DESENVOLVIMENTO HUMANO Iex Estímulo Educacional Iex Escolaridade Precária Iex Longevidade Iex Qualidade Ambiental Iex Qualidade Domiciliar Iex QUALIDADE DE VIDA Conforto Domiciliar Iexi Habitação Precária Iexi Propriedade Domiciliar Iexi Mulheres não Alfabetizadas Iex EQUIDADE Iexi Concentração de Mulheres Chefes de Família
  • 66. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Índice de Exclusão/Inclusão Social r = -0,485 r = -0,300
  • 67. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Índice de Exclusão/Inclusão Social r = -0,102 r = -0,079
  • 68. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Índice de Exclusão/Inclusão Social r = -0,346
  • 69. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Dispersão Urbana Região Centro-Oeste Região Norte a) b) Região Nordeste c) d)
  • 70. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Região Nordeste e) f) g) Dispersão Urbana
  • 71. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Capítulo 3 Resultados e Discussões Região Sudeste h) i) j) Dispersão Urbana
  • 72. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Região Sul l) m) n) Dispersão Urbana
  • 73. Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - EIA-RIMA Socioeconomia Prof. Dr. Rômulo Ribeiro Obrigado pela Atenção!! Contato: Rômulo Ribeiro rjcribeiro@unb.br

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