ESCOLA E. B. 2, 3 DE ALEXANDRE HERCULANO

BIBLIOTECA ESCOLAR

MANUAL DE PROCEDIMENTOS
ÍNDICE

Introdução ……………………………………………………………………………………………………………………………………………… 3
1. Avaliação/Selecção/Aquisição/Descarte do Fu...
Introdução
Pretende-se com a elaboração deste documento definir os princípios orientadores que devem
ser seguidos no trata...
1.2. A verba para aquisição de fundo documental para renovação e actualização está
definida e regulamentada no Despacho nº...
2.1.1. Documentos Impressos: Monografias
O carimbo da escola/biblioteca deve ser colocado na página de rosto, na página
25...
 Quando uma obra é acompanhada por material de outro formato, este terá um
registo diferente.
 Posteriormente, são regis...
Classificação Decimal Universal

COR
CLASSE

SUBCLASSE

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GENERALIDADES

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FILOSOFIA

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RELIGIÃO. TE...
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LÍNGUA. LINGUÍSTICA. LITERATURA

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GEOGRAFIA. BIOGRAFIA. HISTÓRIA

81 – Linguística. Línguas
81(038) – Dicionários
81’...
2.3.3.1. Monografias
Autorias
Autor Principal
Co-Autor
Descrição
Título
Responsabilidade
Edição
Local de Edição
Nome do Ed...
Local de Edição
Nome do Editor
Data da Edição
Descrição Física
Ilustração
Descrição 2º Nível
ISSN
Cota
Indexação e Classif...
Índex Classe
Assunto
Classe Decimal Universal
2.3.3.4. Material Não Livro
Autorias
Autor Principal
Descrição Bibliográfica...
2.4. Cotação e arrumação nas estantes
Após a catalogação, a classificação e a indexação, os documentos são cotados. A cota...
Nota: Os artigos definidos e indefinidos que aparecem no início dos títulos
não são tidos em conta para efeito de cota, us...
 Sendo do mesmo autor, os livros arrumam-se por ordem alfabética do título.
Periódicos
 Os periódicos devem estar dispos...
 O tratamento da informação faz-se mediante a selecção de assuntos/temas pertinentes
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Manual de procedimentos eb 2,3 de alexandre herculano

  1. 1. ESCOLA E. B. 2, 3 DE ALEXANDRE HERCULANO BIBLIOTECA ESCOLAR MANUAL DE PROCEDIMENTOS
  2. 2. ÍNDICE Introdução ……………………………………………………………………………………………………………………………………………… 3 1. Avaliação/Selecção/Aquisição/Descarte do Fundo Documental............................................................ 3 2. Tratamento Técnico do Acervo: Procedimentos .................................................................................... 4 2.1. Carimbagem .................................................................................................................................. 4 2.1.1. Documentos Impressos: Monografias ................................................................................... 5 2.1.2. Documentos Impressos: Publicações Periódicas .................................................................... 5 2.1.3. Material Não Livro: CD’S / DVD’S e Cassetes ......................................................................... 5 2.2. Registo .......................................................................................................................................... 5 2.3. Catalogação, classificação e indexação .......................................................................................... 6 2.3.1. Catalogação ........................................................................................................................... 6 2.3.2. Classificação .......................................................................................................................... 6 2.3.3. Campos de Preenchimento.................................................................................................... 8 2.3.3.1. Monografias .......................................................................................................................... 9 2.3.3.2. Periódicos.............................................................................................................................. 9 2.3.3.3. Documentos Electrónicos .................................................................................................... 10 2.3.3.4. Material Não Livro............................................................................................................... 11 2.4. Cotação e arrumação nas estantes .............................................................................................. 12 2.4.1. Atribuição das cotas: ........................................................................................................... 12 2.4.2. Colocação das etiquetas de cotas ........................................................................................ 13 2.4.3. Colocação/arrumação dos livros nas estantes ..................................................................... 13 3. Empréstimo (Procedimento e Documentos de Registo) ....................................................................... 14 4. Dossiês Temáticos (Organização de Informação) ................................................................................. 14 5. Maletas Pedagógicas e/ou Itinerantes................................................................................................. 15 2 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  3. 3. Introdução Pretende-se com a elaboração deste documento definir os princípios orientadores que devem ser seguidos no tratamento do fundo documental que, a partir do momento da sua entrada, é submetido a toda uma série de procedimentos técnicos de Biblioteconomia (registo, carimbagem, catalogação, classificação, indexação e atribuição de cota), de forma a garantir um acesso fácil do utilizador à informação, quer a sua pesquisa seja por assunto, título ou autor. Foram adoptados os procedimentos técnico-documentais em bibliotecas, que decorrem de normas internacionais, com adaptações nacionais, sob a responsabilidade da Biblioteca Nacional. Sempre que seja considerado necessário, este documento será revisto, de acordo com eventuais modificações surgidas no decurso do tratamento documental e devidamente justificadas em Conselho Pedagógico. 1. Avaliação/Selecção/Aquisição/Descarte do Fundo Documental 1.1. Anualmente, proceder-se-á à avaliação do fundo documental para determinar a dimensão da colecção e a forma como corresponde às necessidades do Agrupamento, diagnosticando os pontos fracos que necessitam de um maior investimento. Esta avaliação terá como base:  o interesse e a curiosidade dos utilizadores;  as especificidades das diferentes áreas curriculares;  o estado de conservação dos seus vários suportes. Este conhecimento é adquirido pela equipa responsável, durante a experiência de atendimento a alunos, professores e restante comunidade educativa, nos registos dos assuntos procurados e não encontrados ou representados de forma desactualizada e insuficiente, na consulta ao histórico de pesquisas no catálogo informático e na análise dos resultados estatísticos trimestrais das requisições de empréstimos. O fundo documental objecto de descarte será doado às escolas do agrupamento, oferecido a outras bibliotecas, vendido em feiras do livro usado ou, em último caso, encaminhado para a reciclagem. Qualquer uma destas decisões será ponderada pela equipa, antes de uma tomada de decisão. 3 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  4. 4. 1.2. A verba para aquisição de fundo documental para renovação e actualização está definida e regulamentada no Despacho nº 13224/2003, 2ª série, nº154, de 7 de Julho, no seu artigo 8º, alínea b), relativamente ao uso a dar aos lucros da papelaria. Atendendo à avaliação efectuada e à verba disponível, serão solicitadas sugestões aos utilizadores para selecção do fundo documental, através da caixa de sugestões e dos coordenadores de departamento, de acordo com os seguintes critérios:  Respeito pelo Currículo National;  Respeito pelo PE;  Respeito pelo PCE;  Justo equilíbrio entre os vários níveis de ensino;  Respeito pelas características dos alunos com NEE;  Respeito pelas origens multiculturais dos alunos;  Justo equilíbrio entre as áreas curriculares, extracurriculares e lúdicas;  Justo equilíbrio entre todos os suportes;  Justo equilíbrio entre todas as áreas do saber, respeitando essencialmente as áreas disciplinares temáticas e de referência e o número de alunos que as frequentam; 1.3. A equipa divulgará todas as novidades no seu blogue, em PowerPoint criados para o efeito, em placards e via e-mail. Poderá, em colaboração com os docentes, publicar bibliografias temáticas. 2. Tratamento Técnico do Acervo: Procedimentos 2.1. Carimbagem A carimbagem aplica-se a todos os tipos de documentos, assegurando a atribuição de um número de registo por ordem sequencial de entrada. O carimbo não deve ser colocado em cima de uma imagem ou em página que possa lesar ou ofender a mancha de informação. No caso dos audiovisuais, obras com folhas plastificadas ou material em que a tinta não adere, o carimbo é efectuado numa etiqueta autocolante que é colocada no local estabelecido para carimbar. Caso a página indicada se apresente sem espaço para o carimbo, este deve ficar numa das páginas preliminares. 4 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  5. 5. 2.1.1. Documentos Impressos: Monografias O carimbo da escola/biblioteca deve ser colocado na página de rosto, na página 25 e na última folha com texto, onde menos prejudicar a informação e a estética desta. O carimbo com o número de registo e data de entrada será colocado apenas na folha de rosto. 2.1.2. Documentos Impressos: Publicações Periódicas Nos jornais, revistas e todo o tipo de publicação periódica, apenas se coloca o carimbo da escola/biblioteca no canto superior direito da página de rosto. Este carimbo deve também figurar no canto superior direito das páginas 10, 30 e 100, caso existam. 2.1.3. Material Não Livro: CD’S / DVD’S e Cassetes  CD’S / DVD’S – Deve-se colocar o carimbo no canto inferior esquerdo da contracapa do folheto, sempre que não se sobreponha a qualquer informação impressa. Caso não seja possível, deve-se carimbar perto desse local, isto é, na página posterior.  Cassete Vídeo – Deve-se colocar o carimbo numa etiqueta branca, num dos lados do contentor do documento, na parte interna.  Cassete Áudio – Deve-se colocar a etiqueta branca com o carimbo do lado A do documento. 2.2. Registo  Antes de se proceder ao registo, verifica-se se este é pertinente, ou se se trata de uma publicação efémera e sem interesse. Neste caso, será suficiente o carimbo da escola/biblioteca.  Todos os documentos impressos, entrados na Biblioteca, são registados, sequencialmente, num livro de registo próprio manuscrito ou informatizado.  Cada obra tem o seu número de registo.  Vários exemplares da mesma obra têm números de registo diferentes, à excepção dos livros destinados ao PNL, que terão o mesmo número de registo, numerado de 1 a 12.  No caso de uma obra publicada em vários volumes, cada volume tem um número de registo diferente. 5 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  6. 6.  Quando uma obra é acompanhada por material de outro formato, este terá um registo diferente.  Posteriormente, são registados informaticamente em programa adquirido para o efeito.  Os manuais escolares têm um livro de registo diferente/específico, não fazendo parte do registo informático, dada a sua rápida desactualização.  Todos os materiais em suporte não livro são registados em tabelas Word preparadas para o efeito.  As publicações periódicas serão registadas em Folhas Kardex, adaptadas para o efeito. A cada folha corresponderá um título. 2.3. Catalogação, classificação e indexação A aplicação informática que será utilizada é o DOCBASE, um processo automatizado que se socorre de um sistema de práticas estandardizadas, através do uso da norma ISO 2709. Este objectivo cumpre-se utilizando o formato UNIMARC, no qual se incorporam as Regras Portuguesas de Catalogação e no qual se podem aplicar os campos das ISBD’S. Sempre que monografias com mais do que um volume não apresentem, em cada volume, títulos próprios dependentes do título da publicação principal ou outros elementos de descrição necessária, não tem lugar a descrição a dois níveis. A descrição física incluirá então a indicação específica do documento e extensão (número de volumes e respectivo número de páginas). Os outros casos de monografias com mais de um volume dão origem a uma nota de conteúdo, com um subcampo para a descrição física. 2.3.1. Catalogação Na catalogação, são seguidas as Regras Portuguesas de Catalogação. 2.3.2. Classificação A classificação é feita segundo a CDU da BN, tendo sido preparada a seguinte tabela adaptada/simplificada para a realidade da BE. 6 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  7. 7. Classificação Decimal Universal COR CLASSE SUBCLASSE IDENTIFICATIVA 0 GENERALIDADES 1 FILOSOFIA 2 3 RELIGIÃO. TEOLOGIA CIÊNCIAS SOCIAIS MATEMÁTICA 5 CIÊNCIAS NATURAIS. 6 CIÊNCIAS APLICADAS. MEDICINA. TECNOLOGIA 7 ARTE. DESPORTO 004 030 038 050 - Informática Enciclopédias Dicionários Periódicos 159.9 - Psicologia 17 – Moral. Ética 22 – Bíblia. Sagrada Escritura 23/28 – Religião Cristã. Cristianismo 27 – História Geral da Igreja Cristã 28 – Igrejas, Seitas. Comunidades cristãs 29 – Religiões não Cristãs 30 31 32 33 34 37 39 – – – – – – – Sociologia Estatística Política Economia Direito Educação. Ensino. Pedagogia Etnografia. Usos e costumes 504 – Ciências do Meio Ambiente 51 – Matemática 52 – Astronomia 53 – Física 54 – Química. Mineralogia 55 – Geologia. Meteorologia 574 – Ecologia Geral 575 – Genética. Hereditariedade 58 – Botânica 59 – Zoologia 61 – Medicina. Ciências Médicas 613.88 – Educação e Vida Sexual. Planeamento Familiar 62 – Engenharia 63 – Agricultura. Silvicultura. Exploração Agrícola 64 – Economia Doméstica 67 – Indústrias e Ofícios Diversos 68 – Indústrias. Artes e Ofícios 69 – Construção Civil 7.01 – Teoria e Crítica de Arte 72 – Arquitectura 73 – Escultura. Numismática 74 – Desenho. Design 75 – Pintura 76 – Artes Gráficas 77 – Fotografia 78 – Música 791.43 – Cinema 794 – Jogos de Mesa e Tabuleiro 796/799 - Desporto 7 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  8. 8. 8 LÍNGUA. LINGUÍSTICA. LITERATURA 9 GEOGRAFIA. BIOGRAFIA. HISTÓRIA 81 – Linguística. Línguas 81(038) – Dicionários 81’36P – Gramáticas de Português 81’36I – Gramáticas de Inglês 81’36F – Gramáticas de Francês 82 – Literatura 82-1 – Poesia 82-2 – Teatro 82-2-93 – Teatro Infantil 82-4 – Ensaio 82-6 – Cartas 82-82 – Antologias 82-9 – Banda Desenhada 82-93 – Literatura Infantil e Juvenil 82.09 – Crítica Literária 821.F – Literatura Francesa 821.I – Literatura Inglesa 82(05) – Periódicos 902 – Arqueologia 903 – Pré-História 908 – Monografias 908(469.43) – Monografias – Distrito de Santarém 91. Geografia 91(038) – Dicionário de Geografia 91(469) – Geografia de Portugal 910 – Viagens 911.3 – Geografia Humana 912 – Atlas 912/94 – Atlas História 929 – Biografias 94 – História em Geral 94(03) – História Antiga 94(038) – Dicionário de História 94(042) – Conferências. Discursos. Actas 94(04) – História da Europa 94(6) – História de África 94(469) – História de Portugal Auxiliares (031) – Enciclopédias (038) – Dicionários (0.034) – DVD’S, CD ROM (086.8) – Audiovisuais. Vídeo (086.76) – CD Áudio 2.3.3. Campos de Preenchimento As decisões tomadas relativamente aos campos de preenchimento são as seguintes: 8 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  9. 9. 2.3.3.1. Monografias Autorias Autor Principal Co-Autor Descrição Título Responsabilidade Edição Local de Edição Nome do Editor Data da Edição Ilustração Material Acompanhante Colecção Nº da Colecção Notas Gerais ISBN Língua do Documento País de Publicação Cota Depósito legal Notas e títulos Assunto Indexação e Classificação Classificação Decimal Universal 2.3.3.2. Periódicos Descrição Bibliográfica Título Responsabilidade 9 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  10. 10. Local de Edição Nome do Editor Data da Edição Descrição Física Ilustração Descrição 2º Nível ISSN Cota Indexação e Classificação Assunto Classe Decimal Universal 2.3.3.3. Documentos Electrónicos Descrição Bibliográfica Título Responsabilidade Local de Edição Nome do Editor Data da Edição Colecção Descrição Física Notas Gerais ISBN Língua do Documento País de Publicação Cota Depósito Legal Doc. Electr.: Requisitos do Sistema 10 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  11. 11. Índex Classe Assunto Classe Decimal Universal 2.3.3.4. Material Não Livro Autorias Autor Principal Descrição Bibliográfica Título Responsabilidade Edição Local de Edição Nome do Editor Data da Edição Colecção Sumário ou Resumo Língua do Documento País de Publicação Cota Depósito Legal Notas e Títulos Notas Informação Descritiva Notas Descrição Física Índex e Classe Assunto Classificação Decimal Universal 11 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  12. 12. 2.4. Cotação e arrumação nas estantes Após a catalogação, a classificação e a indexação, os documentos são cotados. A cotação é a fase do tratamento documental em que a cada documento é atribuído um código que permite a sua arrumação nas estantes. 2.4.1. Atribuição das cotas: Material livro  As cotas são criadas a partir de um plano abreviado da Classificação Decimal Universal (CDU) definido para a BE.  A cota é formada pelos seguintes elementos: Notação CDU (numérica) + Componente Alfabética.  No caso da nossa Biblioteca, a cota (morada do livro) é composta pela notação CDU, seguida das 3 primeiras letras do apelido do autor (maiúsculas) e das 3 primeiras letras do título da obra (maiúsculas).  No caso de o livro não ter autor, a entrada faz-se pelo título, usando as três primeiras letras, em maiúsculas.  No caso das obras em colecções, que pela temática tratada interessa agrupar os títulos, de modo a que fiquem juntos na estante, a componente alfabética da cota é formada pelas três primeiras letras da colecção. Assim, um livro da colecção “Clube das Chaves” terá a seguinte cota: 82-93 CLU  Para identificar as obras de referência dentro de um núcleo temático, devese acrescentar à notação o auxiliar 03. Assim, um Dicionário de História terá a cota: 94 (03)  No caso das biografias, dá-se preferência à temática com a qual o biografado se relaciona, sendo a notação constituída pela classe temática correspondente, seguida do nome do autor (três iniciais do apelido em maiúsculas) e das três primeiras letras do título (maiúsculas). Assim, o livro Beethoven, da autora Anne Rachlin, terá a cota: 78 RAC, BEE  Quando o biografado não se relaciona, especificamente, com nenhuma classe, opta-se pela notação 929, relativa às biografias. 12 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  13. 13. Nota: Os artigos definidos e indefinidos que aparecem no início dos títulos não são tidos em conta para efeito de cota, usando-se as iniciais da palavra imediatamente a seguir. Material Não Livro  Para o material multimédia e audiovisual são colocadas as seguintes informações: as três primeiras letras do título ou autor, seguidas da notação e do tipo de material. No DVD O Principezinho, a etiqueta fica com o seguinte aspecto. Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano PRI 82 DVD 2.4.2. Colocação das etiquetas de cotas  Depois de ter sido atribuída uma cota a cada documento (que é escrita, também, a lápis, na folha de rosto), aquela escreve-se numa pequena etiqueta que se cola nos documentos, nas lombadas, sempre à mesma distância.  As etiquetas das cotas apresentam as cores das classes da CDU.  Uma vez colocadas as etiquetas, são protegidas com uma tira de película autocolante transparente, para evitar que se danifiquem.  A etiqueta da Cota toma o seguinte aspecto: Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano AND FAD 82-93 2.4.3. Colocação/arrumação dos livros nas estantes  Os livros, na Biblioteca, estão organizados/arrumados nas estantes, por assuntos, em modelo de livre acesso. Todas as estantes têm um número, uma cor e o assunto principal que ele representa. Cada assunto está indicado no cimo das estantes e nas próprias prateleiras.  Dentro de cada assunto, a arrumação faz-se por ordem alfabética dos apelidos do autor. 13 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  14. 14.  Sendo do mesmo autor, os livros arrumam-se por ordem alfabética do título. Periódicos  Os periódicos devem estar dispostos ou expostos segundo a sua actualidade, ou seja, na estante deve estar o mais recente número/edição da publicação. Os restantes podem estar atrás desse, ou, em caso de não haver espaço, devem ser guardados no depósito em caixas devidamente identificadas. Material Não Livro  O material não livro é arrumado nas estantes, seguindo as normas do material livro. Porém, nas estantes de livre acesso, são colocadas, apenas, as caixas relativas ao documento, devidamente cotadas. Os documentos são arquivados em armário, cujo acesso não é livre.  O material acompanhante de qualquer documento é arrumado e classificado, de acordo com o seu suporte, na zona correspondente. Em ambos é colocada uma nota informativa, junto da cota. 3. Empréstimo (Procedimento e Documentos de Registo) De todos os documentos emprestados é elaborado um registo. As normas são as seguintes:  O empréstimo domiciliário de qualquer documento impresso será feito, a curto prazo, electronicamente, usando, para o efeito, o Software de gestão bibliográfica.  O empréstimo para apoio à sala de aula é registado, manualmente, num livro preparado para o efeito.  O empréstimo de todos os documentos multimédia e audiovisual, domiciliário ou para uso na sala de aula, é registado noutro livro destinado a esse fim.  Para uso/empréstimo, no local, de documentos áudio, vídeo ou material informático, existem também documentos de registo, próprios. 4. Dossiês Temáticos (Organização de Informação) Uma vez que não é possível guardar todas as revistas e jornais que dão entrada na Biblioteca, depois de seguidas as normas/critérios definidos no documento “Política de desenvolvimento da Colecção”, são organizados Dossiês Temáticos, seguindo as regras: 14 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  15. 15.  O tratamento da informação faz-se mediante a selecção de assuntos/temas pertinentes para o currículo, servindo os interesses dos utilizadores.  Seleccionam-se os artigos que vão surgindo em jornais, revistas ou retirados On-line (atendendo à diversidade de opiniões).  Identifica-se a fonte, a data e o tema do dossiê onde o documento vai ser arquivado. FONTE: “Jornal Público” DATA: 12/12/2009 TEMA: Energias  Organiza-se a pasta, cronologicamente, do artigo mais antigo para o mais recente.  Prepara-se um índice que se vai actualizando.  É publicitada a listagem de dossiês existentes.  Arquivam-se os dossiês temáticos numa estante em livre acesso, disponibilizada para o efeito. 5. Maletas Pedagógicas e/ou Itinerantes As maletas pedagógicas são consideradas recursos de muita utilidade, sobretudo no apoio à actividade pedagógica, em contexto de sala de aula. Nelas se agrupam materiais, em suportes diversificados, sob uma determinada temática. A sua utilização tem as seguintes regras:  São preparadas segundo a solicitação dos utilizadores.  Nelas são colocados os materiais temporariamente (apenas durante o período de tempo em que é solicitada a sua utilização).  Existe, no interior de cada maleta, o inventário dos materiais que a compõem.  A requisição das maletas para apoio à sala de aula faz-se mediante o preenchimento de uma ficha preparada para o efeito.  A maleta deve regressar à BE, após cada utilização.  O professor requisitante é responsável pelos materiais que constam da maleta.  No caso particular das maletas que apoiam o Plano Nacional de Leitura (12 ou mais exemplares do mesmo título) e cujos documentos se destinam à leitura orientada na sala de aula, além da ficha de requisição, existe um calendário de utilização dos mesmos, onde é registada a sua utilização. 15 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano
  16. 16.  As maletas itinerantes que se destinam a apoiar os Jardins de Infância e as Escolas EB1 do Agrupamento têm normas próprias que constam do Regimento da BE. 16 Manual de Procedimentos - BE da Escola E. B. 2, 3 de Alexandre Herculano

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