10h15 painel dos economistas nicola tingas (acrefi)

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  • 1. Os impactos da situação mundial no mercado de crédito brasileiro 30 de Maio de 2012Nicola Tingas - Economista chefe  
  • 2. Aversão ao risco e debilidade do PIB global. Como expandir o PIB brasileiro? Apresentação de Nicola TingasFonte: http://www.businessinsider.com capturado em 25 de Maio de 2012
  • 3. Sucessivas Crises de Solvência, não apenas Crises de Liquidez.Ambiente cria Crise de Confiança Crise de Solvência impõe um processo de perde mais quem está em condição assimétrica, desprotegida, mais fraca ou desvantajosa Os riscos são de proporções enormes Impõe medidas inusitadas para prevenir depressão econômica Fonte: Nicola Tingas
  • 4. O resgate da efetivo da crise requer: Total transparência das perdas Segurança na precificação de ativos (atingir piso efetivo de preço) Re-formatar modelos de risco bancário e finanças internacionais Resgate das expectativas, retorno do consumo e investimentoFonte: Nicola Tingas
  • 5. Fonte: CALAFIA BEACH PUNDIT, May, 20 2010.Scott Grannis, former Chief economist at Western Asset Management (Wamco)
  • 6. ZONA DO EURO em Agosto de 2011: Crescente prêmio de risco da dívida soberana de países. Aumenta aversão ao risco de insolvênciaFonte: The Economist. Agosto 2011
  • 7. 29 de Novembro de 2011 Bancos europeus tentam se livrar de $ 7 trilhões de ativos podres mas ninguém quer comprar esses títulos Intervenção conjunta dos principais Bancos Centrais (FED, BCE, BOJ, BoE, BS, BoC) em operações de swap para prover liquidez em Dólares no mercado interbancário global. Banco da China afrouxa condições monetárias locais. Bankers attend to the balance sheetFonte: www.businessinsider.com
  • 8. 2012 Maio: alta do prêmio de risco expõe vulnerabilidade latente. -11 e 2012-02 ?Prêmio de risco - Espanha e ItáliaFonte: Business Insider. May 27, 2012
  • 9. Há opções de resgaste e/ouOpções de transformação? 1- Integração fiscal e política? 2- ECB, ESF ou IMF financia dívida? 3- Securitização ou alongamento? 4- Default desordenado? 5-
  • 10. Cadeia de risco e sua transmissão ameaça economia global Risco político cresce, aumenta a incerteza, com crescente contágio.Fonte: Global Financial Stability Report. IMF, September 2011.
  • 11. DECISION TREE: All Possible Paths To A Greek Divorce From The Euro (Morgan Stanley Research)Fonte: Morgan Stanley through Business Insider www.businessinsider.com Capturado em 25 de Maio de 2012
  • 12.   O cambaleante Crescimento GlobalEUROPA em crise estrutural e altíssimo desemprego dos jovens provocainício de transformação política na busca de um modelo de crescimento:FRANÇA eleição marca a volta dos Socialistas com HollandeGRÉCIA vitória de partidos de extrema esquerda e direita radicalALEMANHA partido de oposição impõe derrota parcial à MerkelCHINA em menor ritmo de crescimento; busca por mudança do modelode crescimentoEUA tem melhora gradual, mas insuficiente para redução do desempregoAmbiente: demanda global menor, juros baixos, ambiente deflacionário,aversão ao risco, nacionalismo e protecionismo comercialElaboração: Nicola Tingas
  • 13. Crescimento mundial em desaceleração Incerteza recorrente e ampla. Risco e volatilidade. (%) Crescimento real do PIB Global10,0 9,1 9,0 8,0 7,6 7,0 6,2 6,2 6,3 6,4 6,3 6,0 Não-OCDE 6,0 5,6 5,2 5,0 5,0 4,3 4,3 4,1 Mundo 3,7 3,8 4,0 3,2 3,1 2,7 2,5 3,0 2,2 2,2 OCDE 3,1 2,0 1,7 1,7 2,0 1,3 1,0 0,1 0,0-1,0 -0,9-2,0-3,0-4,0 -3,8-5,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Fonte: The Economist, atualizado em 18/05/2012. Elaboração Nicola Tingas
  • 14. BRASILRiscos de transmissão da crise externa para o Sistema Financeiro NacionalRisco de iliquidez para mercado doméstico (funding):improvável, temporário.Risco de escassez na oferta de crédito doméstico:improvável.SFN tem margem para alavancar crédito, com cautela.Risco de inadimplência nas carteiras:importante.Fase de aversão ao risco no mercado doméstico; e, cautela adicionaldevido inadimplência (exigência de capitalização adicional Basiléia 3) Elaboração Nicola Tingas
  • 15. BRASILRiscos de transmissão da crise externa para o Sistema Financeiro NacionalIncerteza e prêmio de risco:aumento temporário e limitado.Volatilidade de menor escala. Prêmio de risco impõe ajustes (ex. Câmbio).Insolvência bancária:risco baixíssimo.SFN esta capitalizado, sendo capaz de auto-gerenciar eventos isolados.
  • 16. BRASIL Como fazer o PIB crescer? Taxa do PIB acumulada ao longo do ano (variação em relação ao mesmo período do ano anterior - %)(%) 2010.IV 2011.I 2011.II 2011.III 2011.IV30,0 26,425,020,0 14,815,0 13,2 13,4 11,110,0 8,8 7,3 6,0 5,6 6,2 6,2 5,8 6,4 5,0 3,5 4,0 4,1 3,7 2,8 2,8 2,5 2,0 2,1 1,8 1,2 1,3 0,0 Despesa de consumo Despesa de consumo Formação bruta de Exportação de bens e Importação de bens e das familias da administração capital fixo serviços serviços (-) públicaFonte: Contas nacionais IBGE. Elaboração Nicola Tingas
  • 17. BRASIL Como fazer o PIB crescer?Estratégia anti-cíclica impulsionar a demanda agregada, enquanto estimula a ampliação da oferta agregada. 1. gasto público maior 2. ampliar investimento 3. recuperar gasto das famílias: emprego renda consumo Medidas em curso: PLANO BRASIL MAIOR Investimento REDUÇÃO DE JUROS INCENTIVO AO CONSUMOFonte: http://4.bp.blogspot.com capturado em 9 de Maio de 2012 Elaboração: Nicola Tingas
  • 18.   BRASIL - impulsos para maior crescimento do PIB A política de redução rápida dos juros reais (SELIC versus Inflação) Iniciativas do setor público e privado para redução do spread bancário A introdução do gatilho redutor da remuneração da poupança Redução dos juros na base (SELIC) e na ponta (Concessão de Crédito); Busca crescimento do Consumo Doméstico via Crédito (alavancagem) Incentivos setoriais automobilístico, construção civil, ............... Ambiente: política de demanda com maior risco operacional, pressão inflacionária no longo prazo. Lado da oferta agregada ainda insuficiente. Ambiente externo impõe perda do vigor das contas externas.Elaboração: Nicola Tingas
  • 19. BACEN Evolução mensal do Crédito Pessoal (2008-01 a 2012-04) Inadimplência elevada. Valor das concessões Taxa de inadimplência (>90 dias) (%)(R$ milhões) 18.000 6,0 17.000 5,8 16.000 5,6 15.000 5,4 14.000 5,2 13.000 5,0 12.000 4,8 11.000 4,6 10.000 4,4 9.000 8.000 4,2 7.000 4,0 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 20. BACEN Evolução mensal do Crédito Veículos (2008-01 a 2012-04) Inadimplência elevada, concessão em queda forte. Valor das concessões Taxa de inadimplência (>90 dias) (%)(R$ milhões) 12.000 6,5 11.000 6,0 10.000 5,5 9.000 5,0 8.000 4,5 7.000 4,0 6.000 3,5 5.000 3,0 4.000 3.000 2,5 2.000 2,0 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 21. BACEN Evolução mensal do Crédito Veículos (2008-01 a 2012-04) Atraso + Inadimplência (%)(%) Atraso + Inadimplência Atraso (de 15 a 90 dias) Inadimplência (mais de 90 dias)16,014,012,010,0 8,0 6,0 4,0 2,0 Jan Jun Jul Jan Jun Jul Jan Jun Jul Jan Jun Jul Jan Jun Jul Jan Nov Dez Nov Dez Nov Dez Nov Dez Fev Mar Mai Fev Mar Mai Fev Mar Mai Fev Mar Fev Mar Nov Dez Fev Mar Mai Mai Abr Out Abr Out Abr Out Abr Out Abr Out Abr Ago Set Ago Set Ago Set Ago Set Ago Set 2007 2008 2009 2010 2011 2012 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 22. BACEN Evolução mensal do Cartão de Crédito (2008-01 a 2012-04) Inadimplência elevada, demanda alta. Valor das concessões Taxa de inadimplência (>90 dias) (%)(R$ milhões) 25.000 29,0 24.000 23.000 28,0 22.000 21.000 27,0 20.000 19.000 18.000 26,0 17.000 16.000 25,0 15.000 14.000 24,0 13.000 12.000 23,0 11.000 10.000 9.000 22,0 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 23. BACEN Evolução mensal do Cheque Especial (2008-01 a 2012-04) Demanda elevada por recurso de curto prazo Valor das concessões Taxa de inadimplência (>90 dias) (%)(R$ milhões) 28.000 14,0 27.000 13,0 26.000 25.000 12,0 24.000 11,0 23.000 22.000 10,0 21.000 20.000 9,0 19.000 8,0 18.000 17.000 7,0 fev/08 fev/09 fev/10 fev/11 fev/12 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 24. BACEN Evolução mensal Financiamento Imobiliário (2008-01 a 2012-04) Expansão da Concessão. Inadimplência em alta, mas baixa. Valor das concessões Taxa de inadimplência (>90 dias)(R$ milhões) (%) 1.300 4,0 1.200 1.100 3,5 1.000 900 3,0 800 700 2,5 600 500 2,0 400 300 200 1,5 100 0 1,0 jan/08 jan/09 jan/10 jan/11 jan/12 Fonte: BACEN. Elaboração Nicola Tingas
  • 25. JUROS menores. Taxa de CAMBIO depreciada. PIB 2012 abaixo do potencial. FOCUS  -­‐  projeções  de  mercado  para  2012  e  2013     2012:        PIB  2,99%                SELIC  8.00%                    IPCA  5,17%                          R$/USD  1,90     2013:        PIB  4,50%                  SELIC  9,50%                    IPCA  5,60%                          R$/USD  1,85  Expectativa  de  PIB  deteriora,  mercado  atual  espera  2,50  a  3,0  %  em  2012    Mercado  derrubou  curva  de  juros  futuros  para  um  dígito;  reduções  da  taxa  de  juros  SELIC      Mercado  mudando  oferta  de  crédito  e  gestão  de  recursos  (fundos  de  investimento)    REAL  desvaloriza  e  assume  novo  preço  em  linha  com  enfraquecimento  gradual  do  setor  externo  vis-­‐à-­‐vis  a  crise  européia  e  enfraquecimento  do  PIB  global.  Fonte:  BANCO  CENTRAL  DO  BRASIL  -­‐  FOCUS  Relatório  de  Mercado  em  25  -­‐  05  -­‐  2012    
  • 26. Aversão ao risco e debilidade do PIB global. Como expandir o PIB brasileiro? Apresentação de Nicola TingasFonte: http://www.businessinsider.com capturado em 25 de Maio de 2012