1Realização:EXCELÊNCIA FARMACÊUTICAMódulo: Serviços FarmacêuticosApoiadores:CRFs, FARMA & FARMA, IDVF, SBFCAutores:Laércio...
2Serviços: (5h)
Qual a função doFarmacêutico?	  	  	  ?
O que se deve fazer emuma Farmácia?	  	  	  ?
Função do Farmacêuticoem uma Farmácia ?	  	  	  ... buscar no passadoo que já fomos e dar um Up!
Função do Farmacêutico emuma Farmácia ?	  	  	  Caso contrario,seremos literalmenteengolidos pelo sistema
 	  	  Ato farmacêuticosem serviço não sesustenta por muito tempo
 	  	  É necessárioevoluir e entenderas transformações, ...
 	  	  	  Será que ainda da tempo?Por onde começar ?
 	  	  	  CONHECIMENTOPor onde começar ?
 	  	  	  Obrigação doProfissionalFARMACÊUTICOCUIDADOS FARMACÊUTICOS
RESULTADO DAMEDICAÇÃOpacienteMedicamento-+ALIVIAR,CURAR OUCONTROLARFALHA NANECESSIDADE,EFETIVIDADEOUSEGURANÇA
RESULTADO DAMEDICAÇÃOpacienteMedicamento Farmacêutico-+impacto
14• Acompanhamento• Gestão da medicação• Revisão• Transtornos Menores• dispensação• Educação em saúde• Uso racional de med...
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
CAMPANHASObjetivos:–  Educação em Saúde–  Identificar pacientes com:•  Hipertensão•  Diabetes•  Dislipidemia•  Outras doen...
Mini-Entrevista Farmacêutica- realizada por alunos de farmácia previamente treinados
Nome:_____________________________________________________________________________Nascimento:______/_____/______Endereço:_...
Prevenção Bucal- Realizada por dentistas
Medição de Pressão e Orientação Farmacêutica- Realizada porfarmacêuticos e acadêmicos de farmácia
Dosagem de Glicose realizada por farmacêutico- Pós-Graduação em AF-Ethosfarma em conjunto com acadêmicos de farmácia
Dosagem de colesterol, triglicerídeos e Tipagem sanguínea realizado porlaboratório de Análises Clínicas
Orientação Farmacêutica e Convite para participar do PAF- Os pacientescom pressão e/ou glicemia alterada são encaminhados ...
Lanche após dosagem de glicose
Lanche
Palestras educativas no Auditório
Teatro realizado pelos Agentes de Saúde a US
Preparação para Campanha em frente a farmácia Farma & Farma
Campanha de medição P.A., Glicemia, OrientaçãoURM em frente a farmácia Farma & Farma
Campanha de medição P.A., Glicemia, OrientaçãoURM em frente a farmácia Farma & Farma
Campanha de medição P.A. em frente a farmácia Farma & Farma
Palestra e Campanha na praça (farmácias Farma & Farma)
34ORIENTAÇÕES NÃO FARMACOLÓGICAS
35Orientação sobre uso Racional de MedicamentoApresentação de vídeoPalestra ministrada pelo(a) farmacêutico(a)CartazFolder
VERÃO36- Campanha de PROTETOR SOLAR- VISITA AOS DERMATOLOGISTAS E ONCOLOGISTAS
HIPERTENSÃO37- CAMPANHA DE MEDIÇÃO DE P.A.- PALESTRAS EM EMPRESAS QUE TEMCONVÊNIO, ASSOCIAÇÕES DE BAIRRO, IGREJAS,ETC.
Medição de P.A.38- TRIAGEM (coletivo)- MONITORAMENTO(individual)- VALOR PAGO R$ 3,00- TÉCNICA- REGISTRO- ORIENTAÇÃO
DIABETES39Apresentação de vídeoPalestra ministrada pelo(a) farmacêutico(a)CartazFolderO farmacêutico deve conhecer as dire...
40Medição de Glicemia- TRIAGEM (coletivo)- MONITORAMENTO(individual)- VALOR PAGO R$ 8,00- TÉCNICA- REGISTRO- ORIENTAÇÃO
- MONITORAMENTO- Identificar possível causa da febre.- Considerar a idade do paciente- Paciente faz uso de medicação?- Uso...
Medidas Antropométricas•  Peso (P) – Pacientes deverão ser pesados descalços, em posição ereta, com omínimo de roupas poss...
3ª IDADE43- DIVULGAR: AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR EM ASILOS, GRUPOSDA MELHOR IDADE, ETC.- FRALDAS GERIÁTRICAS, MEDICAMENTOS,...
INVERNO44- CAMPANHA DE VACINAS, ANTIGRIPAIS E XAROPES.- PALESTRAS EM ESCOLAS (GRIPES E RESFRIADOS)- Orientação de uso dos ...
452. Medicamentos preventivos ou antiinflamatóriosMedicamentos que atuam na inflamação dos brônquios(Corticóides Inalatóri...
TRIAGEM PULMONARNA FARMÁCIA PODEMOS DETECTAR UM PROBLEMA PULMONARCOM UM SIMPLES EXAME DE MEDIDA DE PICO EXPIRATÓRIO. ESTEP...
TRIAGEM PULMONAR•  É MUITO IMPORTANTE ESTAR ATENTO ASDOENÇAS PULMONARES OBSTRUTIVASCRÔNICAS.•  COM UM SIMPLES “ASSOPRÃO” N...
MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIO48•  POSSUI ZONAS COLORIDAS DECONFORTO E DE RISCO.•  PONTEIRAS DESCARTÁVEIS DEVEMSER COBRADAS DE...
MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIO•  Medidas funcionais objetivas sãoimportantes porque achados clínicosfrequentemente estão ausen...
MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIOMedidas de função pulmonar são importantespara o diagnóstico, para avaliar a gravidade dedoenças...
•  Instruções devem ser dadas para a obtençãodas medidas. Três sopros devem ser feitos decada vez e o maior valor anotado....
Uso correto do Medidor dePico de Fluxo•  1. Deixe o paciente em pé•  2. Mova o indicador até a base da escala numerada•  3...
•  Tabela 1 -Valores de Pico de Fluxo Expiratório (l/min) para população normal *•  HOMENS•  Idade Estatura (cm)•  (anos) ...
•  Tabela 2 -Valores de Pico de Fluxo Expiratório (l/min) Previsto para criançasnormais.• •  Estatura (cm) Valor (l/min) E...
Triagem e Acompanhamento•  Este serviço pode ser realizado tanto paradetecção de problemas respiratórios comoacompanhament...
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
57MEDICAMENTOA dispensação é a principal demanda
Dispensação Ativa
59Sempre por farmacêuticoou sob sua supervisãoAgilidade com qualidade(investir tempo)DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
60É a atuação profissional de um farmacêutico pelaqual este proporciona, a um paciente ou a seuscuidadores, além do medica...
61COM RECEITASEM RECEITADISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
63a) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado damedicação (avaliação)CO...
64I -legibilidade e ausência de rasuras e emendas;II -identificação do usuário;III -identificação do medicamento, concentr...
65I – Conferir o nome completo do paciente de acordocom a prescrição e com o solicitante;II – Conferir se o medicamento ma...
66I –Verificar e orientar sobre como usar e quanto usardo medicamento;II – Ajudar o paciente a definir os melhores horário...
67I- Verificar e orientar sobre o objetivo do tratamento;II – Verificar e orientar sobre o Problema de Saúde;III – Verific...
68INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medic...
69INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medic...
70INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medic...
71PRESCRIÇÃOOKESTRATÉGIATERAPÊUTICASFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOCOM RECEITAINÍCIOMEDICAMENTOOKORIENTAR SOBRE USO...
72COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM...
73COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM...
74COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM...
75RNMPACIENTENECESSIDADE EFETIVIDADESEGURANÇACOM RECEITAEM TRATAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DE RESULTADOS NEGATIVOS ASSOCIADOS À MEDICAÇÃO (RNM) - 2007• Necessidade • Problema de saúde não tratadoO do...
77Na dispensação, pode-se apenas imaginar os pontos mais importantes desta ficha
78NECESSÁRIOESTRATÉGIATERAPÊUTICAEFETIVOSEGUROSFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOCOM RECEITAEM TRATAMENTO
79O farmacêutico decidiráa) Entregar o medicamentob) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviçosfarmacêut...
80a) Entregar o medicamentob) Encaminhamento a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilâ...
81a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educaçã...
82a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educaçã...
83a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educaçã...
84a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educaçã...
85COM RECEITASEM RECEITADISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOSMANEJO DE TRANSTORNOS MENORES
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
87Auto-cuidadoMANEJO DE TRANSTORNOS MENORES
88AUTOMEDICAÇÃO RESPONSÁVELO paciente pede um medicamentonão prescrito para o seu PS.SEM RECEITAO farmacêuticoorienta sobr...
89INDICAÇÃO FARMACÊUTICAO paciente pede ao farmacêuticopara lhe indicar um medicamentopara seu PSSEM RECEITA
90Seção VIDos Medicamentos Não Prescritos.Art. 55 - ...II. O farmacêutico deverá desenvolver ações na seleção e dispensaçã...
91RESOLUÇÃO Nº 54621/07/11 CFFArt. 1º – ...conceitua indicação farmacêutica como sendo o ato dofarmacêutico, ..., informaç...
92RDC 87/20085.17.2 A prescrição ou indicação, quandorealizada pelo farmacêutico responsável,também deve obedecer aos crit...
93RDC 44/2009Seção IIIDa Declaração de Serviço Farmacêutico...I - atenção farmacêutica:...b) indicação de medicamento isen...
94RDC 44/2009
95CONSIDERARa)  se o Problema de Saúde é um transtornomenor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já us...
96•  problema de saúde auto-limitante,•  de cura espontânea,•  com menos de sete dias,•  não está relacionado com outra do...
97Algias leve a moderadaProblemas cutâneosDesinfecção cutâneaSíndrome varicosaAfecções das vias respiratóriasAfecções do a...
98•  idosos,•  crianças commenos de 2 anos e•  PS severo.a)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescin...
99•  quem prescreveu?•  para o mesmo PS?•  foi efetivo?•  foi seguro?a)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  ...
100SEM RECEITAa)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já...
101
102xarope catim.comSEM RECEITA
103
104MEDICAMENTOSLEI Nº 11.903, DE 14 DE JANEIRO DE2009.Dispõe sobre o rastreamento da produção e do consumo de medicamentos...
105MEDICAMENTOSMOFMPMMIPVenda de Medicamento sobOrientação do FarmacêuticoPrescrição Farmacêutica
106SEM RECEITA
107O farmacêutico decidiráa) Vai dispensarb) Encaminhamento a outrosprofissionaisc) Oferecer outros serviçosfarmacêuticos:...
108TRANSTORNOMENORSOLICITAÇÃO DEMEDICAÇÃOSFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOSEM RECEITAPRESCÍNDIVELATENÇÃOMÉDICAJÁ USO...
INDICAÇÃO FARMACÊUTICAINCONVENIENTESPaciente- As vezes pode-se mascararum PS que requer atençãomédica imediata.Sistema de ...
INDICAÇÃO FARMACÊUTICAVANTAGENSPaciente- Automedicação responsável- Economia de tempo- Vantagem na relação custo//benefíci...
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
 	  	  	  
ü Paciente POLIMEDICADOü DÚVIDA SOBRE A POSOLOGIAü SOLICITA INDICAÇÃO, MAS NÃO CONHECE OSMEDICAMENTOS QUE USAü DÚVIDA ...
ü Escolher dia e horário ideal para a farmácia (menormovimento), para o farmacêutico (horário que não sejainterrompido) e...
ü Farmacêutico pergunta para que e como usa osmedicamentos, avaliando a necessidade do paciente, se omedicamento está sen...
 	  	  	  Medicamentos@	  Manhã	  Almoço	  Tardeº	  Noite 	  1	   Aradois 25	   7:00	   1 Comp.	   	   	   	   	   	...
GESTÃO DAMEDICAÇÃO
ü Auxiliar o paciente a aderir ao tratamento.GESTÃO DA MEDICAÇÃOOBJETIVO
ü Incapacidade constatada do paciente de cumpriro tratamento;ü Pacientes com posologia complicadas;ü Pacientes polimedi...
ü 1 vez por semana: Preparo dosistema personalizado, verificação daadesão ao tratamento, adequação eorientação farmacêuti...
- Organizar os comprimidos individualizadosem compartimentos identificados com horáriode cada tomada diária,- Preparar par...
- Não é fracionamento.- Os medicamentos já são do paciente.- Estamos organizando os medicamentospara que o paciente tenha ...
GESTÃO DAMEDICAÇÃO
- SeladoraGESTÃO DAMEDICAÇÃO
GESTÃO DAMEDICAÇÃO
Incoterm.com.brTel. (051) 32457106
AMPLAGAMATEL (51) 3233 1111Alertamed.com.br
GESTÃO DAMEDICAÇÃOInformações a serem colocadas no verso do dispositivo- Dia da semana:- Nome do paciente:- Telefone:- Med...
GESTÃO DAMEDICAÇÃOInformações a serem colocadas na abertura de cadacompartimento- Hora da tomada:- Não colocar outras info...
GESTÃO DAMEDICAÇÃOEntender as dificuldades de cada paciente e proporsoluções para que o paciente cumpra o tratamento- Prog...
GESTÃO DAMEDICAÇÃOPillBoxie (iOS, US$ 0,99) - A ideiadeste app é funcionar como umacaixinha de remédios para lhe ajudarcom...
GESTÃO DAMEDICAÇÃOO Pill Boxie permite que você guarde,a cada medicamento, a periodicidadedo uso e possibilita verificar, ...
GESTÃO DA MEDICAÇÃO- VALOR COBRADO PELO SERVIÇO- R$ 60,00 POR MÊS- UM ENCONTRO SEMANAL
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODIS...
Realizar oseguimentoindividual dopacienteColetar eorganizar dadosdo pacienteIdentificarproblemasrelacionados àfarmacoterap...
• Avaliação dos resultados e do quadro clínico• Avaliação da farmacoterapia e da meta terapêutica• Orientação Farmacêutica...
Seguimento FarmacoterapêuticoÉ um componente da Atenção Farmacêutica e configura oacompanhamento do paciente, em um proces...
Intervenção Farmacêutica (IF)As intervenções farmacêuticas podem incluir os seguintes serviços:•  Informações sobre o trat...
F-PIntervenção Farmacêutico-PacienteSituação:PRM devido causas derivadas da própria iniciativa do pacientequanto a forma d...
SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICO (SF)Requisitos do serviço de SF:•  Compromisso do farmacêutico com os resultados dafarmacoter...
Ficha Farmacoterapêutica•  Ficha individualizada para atendimento do paciente elaboradapelo farmacêutico e imprescindível ...
Ficha FarmacoterapêuticaA ficha deverá conter:•  Dados pessoais do paciente (nome, idade, end., renda, escolaridade, raça,...
material•  Ficha de Acompanhamento Farmacoterapêutico• •  1. DADOS PESSOAIS•  Nome________________________________________...
material•  Ficha de Acompanhamento Farmacoterapêutico• •  2. HISTÓRIA DE SAÚDE DO PACIENTE•  ( ) Asma ( ) Diabetes ( ) Gla...
material•  4. INTERNAÇÕES E CIRURGIAS•  Data Patologia relacionada Tempo de internação Cirurgia•  ____/___/___ ___________...
material7. MEDICAÇÃO ATUAL PRESCRITAMedicamento Concentração PosologiaPrescritaPosologiaseguida pelopacienteData daprescri...
material10. ACOMPANHAMENTO DE DADOS QUANTITATIVOSData Peso Altura IMC Circunferência Abdominal11. ACHADOS FISIOLÓGICOS E B...
Termo de ConsentimentoInformado•  Documento a ser assinado pelo paciente, após todos osesclarecimentos sobre os serviços q...
Data:___/___/______.Eu, ___________________________, autorizo o meu cadastramento no Programa de Atenção Farmacêutica(PAF)...
Prezado(a) Dr(a),A Farmácia DrogaDias, localizada em Santo Antônio realiza o serviço de Atenção Farmacêutica .A Atenção Fa...
TABELA DE HORARIO PARA USO DE MEDICAMENTOSPACIENTE:JEJUM Medicamento:__________________ _________________:CAFÉ DA MANHÃ Me...
E laborado	  por:	  Adhemar	  PurchioPAC IE NTE :_________________________________________________________________________...
EXAMES E AVALIAÇÃO DERESULTADOS CLÍNICOS
Valores de ReferênciaVARIÁVEIS VALOR DE REFERÊNCIAPressão arterial NCEP e IDF: < 130/85 mmHgGlicose jejum NCEP:< 110 mg/ d...
RESULTADOS E IMPACTO DOACOMPANHAMENTOExperiência prática de farmacêuticos noBrasil
Impacto no seguimentofarmacoterapêutico em pacientes comSindrome MetabolicaProjeto de Pesquisa Científica realizadopela Fa...
Perfil dos pacientes participantesdo Acompanhamento•  Amostra: 50 pacientes sendo que 16% possuiam 2componentes da SM e 84...
Figura1: Proporção dos componentes alterados da SíndromeMetabólica, segundo NCEP . *p<0,05, comparando o final cominicio d...
Resultados Questionário deSatisfação Farmacêutica•  Média do grau de satisfação dos usuários doa farmácia que possui ofarm...
Figura 3: Nível médio de satisfação dos usuários dos serviços farmacêuticos A (privado comAF), B (privado sem AF), C (públ...
Farm.- Sua filha já usa há muito tempo?Maria- usa há 2 anos diariamente;Farm. Orienta que óleo mineral diminui aabsorção d...
Maria- foi o gastro que prescreveu e foi aúnica coisa que regularizou o intestinoda filha;Farm.- Tem tido acompanhamento d...
Farm.- Seria bom para a saúde da sua filhaacrescentar mais fibra na alimentação;verduras, alimentos integrais, frutas etam...
F- Mostrou Fibra de Psilium em pó e disseque teria outras opções;Maria- agradeceu muito a atenção e saiu dafarmácia muito ...
17/09/07 - O irmão da paciente compra 2 sachês de psiliumpor semana e disse que todos na sua casa estão tendo umaalimentaç...
16626/04/07 Jojô1 ano e oito meses. 9Kg. 78cm. Com febre nos últimos 20dias. Segundo a avó, por pneumonia e agora por infe...
167ENCAMINHAMENTO DE EMERGÊNCIACaro Dr. M.,Conforme contato telefônico, estou encaminhando o paciente: Jojô1 ano e oito me...
16804/05/07 – Jojô está melhor. Sem febre e sem infecção.17/09/07 – Jojô teve mais 2 consultas com o médico homeopata. Seg...
Inalação ou NebulizaçãoO que é Nebulização?Conceito: transformação de ummedicamento líquido em um medicamentoinalável. Iss...
NebulizaçãoMais Um Importante Serviço emFarmácias1. Serviço Importantíssimo em Farmácias(ex: Asma uma das principais causa...
Requisitos Básicos para esteServiço•  Sala Ventilada com área mínima de 3metros quadrados ou que a vigilânciasanitária rec...
Requisitos Básicos para esteServiço•  A Sala deve ser separada da área comum daFarmácia com portas de preferência com anti...
IndicaçõesAS MAIS COMUNS :•  DPOC•  ASMA•  BRONQUITE•  PNEUMONIA•  FIBROSE PULMONAR•  RESFRIADOS ENTRE MUITAS OUTRASDOENÇA...
EXEMPLO DE COMPRESSOR174
EXEMPLO DE NEBULIZADOR175•  ESTE NÃO INDICADO PARA USOCOLETIVO
EQUIPAMENTOSDESCARTÁVEISATENÇÃO : ESTES EQUIPAMENTOSDEVEM SER EXCLUSIVOS DE UMÚNICO E SOMENTE PACIENTE176
VALORES DO SERVIÇO EMFARMÁCIA•  5,00 REAIS EM MÉDIA PARA AREALIZAÇÃO DA INALAÇÃO DENTRODE UMA FARMÁCIA.•  VENDE-SE O KIT M...
Serviço de Nebulização naFarma Cura178
Serviço de Nebulização naFarma Cura179
Serviço de Nebulização naFarma Cura180
LEMBRETES IMPORTANTES•  RAPIDEZ E ATENÇÃO NESTE SERVIÇOPOIS O PACIENTE NECESSITA DEINTERVENÇÃO MEDICAMENTOSAIMEDIATA NA MA...
Serviços FarmacêuticosCurativo queratolíticoPacienteSatisfeito18:23:41
Serviços FarmacêuticosPaciente satisfeito,propaga alguns anos18:23:41
Serviços FarmacêuticosPara remunerar o serviço!18:23:41
Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosÉ só implementar.18:23:41
Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosEu vou tentar ensinar18:23:41
Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosMostrar o caminho18:23:41
Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosVocê só precisa ter coragem e aplicar18:23:41
Serviços Farmacêuticos18:23:41
Serviços Farmacêuticos18:23:41
Serviços Farmacêuticos18:23:41
Serviços Farmacêuticos18:23:41
Serviços Farmacêuticos18:23:41
Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosPERGUNTAS18:23:41
195Medição de Pressão Arterial:(1h)
SERVIÇOS FARMACÊUTICOS	  	  	  POSTURA	  PROFISSIONAL	  
SERVIÇOS FARMACÊUTICOS
SERVIÇOS FARMACÊUTICOS	  	  APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS1º Serviço e presente até hojeRedes de desconto não oferecem +EMEDIÇÃO ...
MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  Hipertensão ArterialConceitoA Hipertensão Arterial (HAS) representa um dosm a i o r e s d e s...
MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  Hipertensão Arterialü  Populações acima de 35 anos de idadeü  HAS, pode chegar a 4 em cada ...
MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  Hipertensão Arterial...pior, como resultado desta situação, aproximadamente 60%de pacientes a...
MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  Hipertensão ArterialEntre aqueles que conhecem seu problema, somente ametade deles recebe alg...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  Evolução da assistência em saúde	   	   Como a farmácia é um estab...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  A Farmácia pode contribuir na reduçãodas complicações de saúde da1...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial180 X 95ñRCVq Urgência $q Emergência $$q AVC $$$q Cirurgia $$$$q...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  180 X 95ñ  RCVA Farmácia deve contribuir na redução dos custoscom...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  OBSERVEM UM PROBLEMA!
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  A grande maioria dos profissionais de saúde nãosabem ou não querem...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  O profissional de saúde deve saber o que fazercom o resultado da m...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Hipertensão Arterial	  1.  Na Farmácia... paciente entra..., mede a P.A.2.  Recebe o resu...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  	  Paciente sabe que é hipertenso ?140x80 é normal?
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  	  Paciente sabe que é hipertenso ?•  Qual é a diretriz da Sociedade Brasileira deCardiol...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Tabela 6 - Classificação da pressão arterial de acordo com amedida casual no consultório ...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  	  Ø Paciente deve saber o valor idealpara prevenir danos ao coração•  Sistólica > 125 (...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Conhecimento da Técnica
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Conhecimento da Técnica•  Tipo do aparelho – escolha•  Tamanho do Manguito (Esfigmomanome...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  Conhecimento da TécnicaTabela 2 - Dimensões da bolsa de borracha para diferentes circunfe...
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
Conhecimento da Técnica•  Aparelho esta com o selo do INMETRO – aferiçãoanual ?•  Altura do apoio de braço – altura do cor...
Conhecimento da Técnica•  Aparelho eletrônico de pulsoGeralmente 10mmHg à maior•  Para uso no domicilio•  Estado do pacien...
Colocar o manguito 2 a 3 cm da fossa cubital	  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
Conhecimento da Técnica•  Bexiga cheia?•  Perna cruzada?•  Posição do paciente na cadeira ...•  Paciente esta bem sentado?...
Conhecimento da Técnica•  Quantas medições devem ser feitas?•  Considerar a média das duas últimas medições•  Repetir medi...
Posição pacienteesta correta?	  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
Altura do CoraçãoBolsa + Perna Cruzada	  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
Observe a altura do braço emrelação ao coração	  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
 MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
Verificar se blusanão esta apertadaApoio de braçonão adequado	  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL	  	  	  
 CONDUTA180 X 95•  Deve-se encaminhar para serviço de emergência ?•  Qual a conduta farmacêutica correta?	  MEDIÇÃOPRESSÃO...
•  Tranquilizar o paciente•  Marcar retorno em outro período e ou no dia seguinte•  Esta deve ser a conduta farmacêutica	 ...
CONDUTAConhecimento•  Hipertensão Arterial em geral não é emergênciaPERGUNTO!•  Hipertensão Arterial, ...não é uma doença ...
CONDUTAConhecimento•  Baixar muito rápido a P.A. – pode ser um Risco•  Adalat sublingual / Sustrate / Captopril sublingual...
CONDUTAConhecimento•  Saber quanto tempo é hipertenso ?•  Se não sabia!•  ... avaliar situação.•  Exceções: Atenção para I...
Paciente faz uso de medicação?Ø Se faz? Faz uso regular ?Ø Adesão ao tratamentoØ Condição financeira do pacienteØ  Sab...
CONDUTAConhecimento•  Cuidado – paciente com IR não pode baixar muito;•  O nefrologista deseja ~130X80•  P.A. em pacientes...
Paciente faz uso de medicação?Ø Mito da interação com álcoolØ  Descontinuidade do tratamento em véspera de festas eFinai...
Paciente faz uso de medicação?Atenção!!Ø Triglicerídeos X ÁlcoolO Álcool é um dos principais responsáveis pelamanutenção ...
Paciente faz uso de medicação?Ø Orientar horários e interação com alimentaçãoØ  Ex. Captopril ..? – será que é important...
Ø Um único medicamento reduz 10mmHg em6 meses de tratamentoØ 150 X 90 para 140X85 – vc. sabia disso?Ø  Resultado não é ...
Orientação e AcompanhamentoUm único medicamento+Mudança hábito de vida•  Pode reduzir até 30mmHg em 6 meses detratamento	 ...
Orientação•  Hábito alimentar•  Estilo de vida•  Lazer•  Prática de atividade física freqüente•  Exemplo: ~ 200’ de caminh...
Tabela de Iniciação para Caminhada leveDia da Semana 1º 2º 3º 4ºSegunda FeiraTerça FeiraQuarta FeiraQuinta FeiraSexta Feir...
 RECAPITULANDO	  	  P.A. - DiastólicaØ  Ç85 mmHg é considerado hipertensãoP.A. - SistólicaØ  Ç130 mmHg é considerado p...
 Registrar	  na	  Carteirinha	  do	  Paciente	  	  •  Estabelecimento	  deve	  fornecer	  	  •  Farmacêu6co	  deve	  anota...
É	  possível	  liberar	  este	  serviço	  para	  os	  não	  farmacêu)cos	  na	  farmácia	  ?	  	  Perguntas.	  	  	  	  ME...
247Medição de Glicemia: (1h)
MEDIÇÃO GLICEMIAVocê dispõe deste serviço?
OBJETIVORastreamentoIdentificar possíveis diabéticosControleAcompanhamento do diabéticoMEDIÇÃO GLICEMIA
GlicosímetrosMEDIÇÃO GLICEMIA
Aparelho utilizado – GlicosímetroØ Varias marcas no mercadoØ Verificar preço fitasØ Segurança do aparelhoMEDIÇÃO GLICEMIA
Glicemia de jejum no sangueØ Jejum de 8 a 10 horasØ Valor normal 70mg/dL-99mg/dLØ Lembrando que 99mg/dL esta pela “bola...
Glicemia pós-prandialØ Após refeição mista - 2 ou mais horasØ Valor normal 99mg/dL a 125mg/dLØ Níveis acima de 140mg/dL...
Glicemia:Ø A concentração normal tende a aumentar demodo discreto, mas progressivo, após os 50anos, especialmente nos ind...
Esta paciente nãosabia que eradiabética !
Este pacientetambém não sabiaque era diabético !
DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1...
DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1...
DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1...
Avaliação do Resultado•  Registros – Carteira registro e na Registro na Fcia.•  Medição Glicemia X Resultado X PosologiaDI...
ü H1A1Cü É possível ter uma informação mais realü ≥ 6,0 ~ 6,5 depende a técnicaü Estão chegando os aparelhos portáteis...
Sintomas“possível diabético”Ø Os primeiros sintomas do diabetes estão relacionadosaos efeitos diretos da concentração sér...
Sintomas“possível diabético”Ø Os primeiros sintomas do diabetes estão relacionadosaos efeitos diretos da concentração sér...
Sintomas“possível diabético”Ø Quando a concentração aumenta ainda mais, os rinsexcretam uma maior quantidade de água para...
Sintomas“possível diabético”Ø Como ocorre uma perda excessiva de calorias pela urina,o indivíduo perde peso.Ø Para compe...
Sintomas“possível diabético”Ø Por causa da gravidade do déficit de insulina, osindivíduos com diabetes tipo I quase sempr...
MEDIÇÃO COLESTEROLØ Porque não pode ?Ø Equipamento é o mesmo ?Como a farmácia é um estabelecimento de saúde, de fácilace...
MEDIÇÃO COLESTEROLENFRENTAMENTO
MEDIÇÃO COLESTEROL
COLESTEROLSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  SINVASTATINA - 10; 20; 40; 80mgAdesão ao tratamento, pa...
COLESTEROLÉ importante mostrar para o paciente o que é colesterol e oque ele causaCoágulo de sangue
COLESTEROL
COLESTEROLAmigosdo Colesterol
COLESTEROLInimigosdo Colesterol
MEDIÇÃO COLESTEROLØ Objetivo é o rastreamentoØ Conhecer e identificar novos indivíduosØ Importante para acompanhamento ...
MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOSØ Porque não pode ?Ø Equipamento é o mesmo ?Como a farmácia é um estabelecimento de saúde, de fáci...
MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOS
TRIGLICERIDEOS
TRIGLICERIDEOSTriglicérides ou triglicerídeosTodos os alimentos que possuem “gordura” contém triglicérides, e osque possue...
Edições Portuguesas junho e julho/1999
TRIGLICERIDEOS“Triglicérides são uma forma de gordura que circula na corrente sangüínea eé armazenada no tecido adiposo do...
MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOSØ Objetivo é o rastreamentoØ Conhecer e identificar novos indivíduosØ Importante para acompanhame...
MEDIÇÃO PARÂMETROSBIOQUÍMICOS	  	  	  Melhorou	  seu	  conhecimento?	  Perguntas.	  	  Não	  se	  esqueça!	  Enfrentamento...
288Injetáveis: (1h)
Aplicação de InjetáveisINTRODUÇÃO DO PERFIL DO PROFISSIONALadministração de medicamentos é uma das maissérias responsabili...
1 Habilidade cognitiva :•  Conhecimento teórico•  Princípios científicos
2 HabilidadeTécnica:•  destreza manual•  planejamentodo material•  Princípios científicos•  medidas de biossegurança•  Lav...
3 Habilidade Interativa•  Boa aparência•  Uniforme sempre limpo•  Cabelos curtos ou presos•  Unhas limpas e curtas•  Homem...
* Ser maior de idade*Ter curso técnico devidamentereconhecido
Administração de Injetáveis•  Profissional deve obedecer à regra dos nove certos:•  1 - Medicamento certo•  2 - Paciente c...
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Serviços Farmacêuticos - Excelência Farmacêutica em Aracaju

  1. 1. 1Realização:EXCELÊNCIA FARMACÊUTICAMódulo: Serviços FarmacêuticosApoiadores:CRFs, FARMA & FARMA, IDVF, SBFCAutores:Laércio Batista Júnior,Ludmar Rodrigo Serrão,Renata A. Dias Saliba eRinaldo Ferreira
  2. 2. 2Serviços: (5h)
  3. 3. Qual a função doFarmacêutico?      ?
  4. 4. O que se deve fazer emuma Farmácia?      ?
  5. 5. Função do Farmacêuticoem uma Farmácia ?      ... buscar no passadoo que já fomos e dar um Up!
  6. 6. Função do Farmacêutico emuma Farmácia ?      Caso contrario,seremos literalmenteengolidos pelo sistema
  7. 7.      Ato farmacêuticosem serviço não sesustenta por muito tempo
  8. 8.      É necessárioevoluir e entenderas transformações, ...
  9. 9.        Será que ainda da tempo?Por onde começar ?
  10. 10.        CONHECIMENTOPor onde começar ?
  11. 11.        Obrigação doProfissionalFARMACÊUTICOCUIDADOS FARMACÊUTICOS
  12. 12. RESULTADO DAMEDICAÇÃOpacienteMedicamento-+ALIVIAR,CURAR OUCONTROLARFALHA NANECESSIDADE,EFETIVIDADEOUSEGURANÇA
  13. 13. RESULTADO DAMEDICAÇÃOpacienteMedicamento Farmacêutico-+impacto
  14. 14. 14• Acompanhamento• Gestão da medicação• Revisão• Transtornos Menores• dispensação• Educação em saúde• Uso racional de med.• P.A.• Temperatura• Glicemia• CT• TG• Orais• Tópicos• Inalatórios• Injetáveis• Brincos• Curativos• PiercingAtençãofarmacêuticaMonitoramentosMedicalizaçãoProcedimentosFarmacovigilânciaA.F.DomiciliarCLÍNICAS
  15. 15. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoas
  16. 16. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASInterno - individualExterna – (palestras ecampanhas)
  17. 17. CAMPANHASObjetivos:–  Educação em Saúde–  Identificar pacientes com:•  Hipertensão•  Diabetes•  Dislipidemia•  Outras doenças crônicas•  Necessidade de tratamento adequado•  Uso de medicamento, mas doença não controlada•  Enfermidade até então desconhecida•  Pacientes que necessitam da AF.
  18. 18. Mini-Entrevista Farmacêutica- realizada por alunos de farmácia previamente treinados
  19. 19. Nome:_____________________________________________________________________________Nascimento:______/_____/______Endereço:__________________________________________________________________________Bairro:_____________________________________________________________________________Cidade:________________________________________________CEP:________________________Telefone 1:_____________________________ Telefone2:___________________________________Sexo: Masculino FemininoFicha:Data:dia mês anoCampanha da Melhor IdadeIdentificaçãoO que o Sr(a) comeu hoje de manhã?____________________________________Horário________hAtividade Física?Sim NãoVocê tem problema de:Pressão Alta? Sim Não Não SabeDiabetes? Sim Não Não SabeObesidade? Sim Não Não SabeTriglicerídeo Alto? Sim Não Não SabeColesterol Alto? Sim Não Não SabePlano de saúde?Sim NãoPressão Alta? Sim Não Não SabeDiabetes? Sim Não Não SabeTriglicerídeo Alto? Sim Não Não SabeColesterol Alto? Sim Não Não SabeAlgum parente seu tem: Fuma?Sim Não___________cigarros/diaBebida alcoólica?Sim NãoFreq.:_________________Em sua alimentação, costuma usar:Sal: Sim Não Gordura: Sim Não Açúcar: Sim NãoExames da CampanhaJejum 8h ( ) Jejum 2h ( ) Horário:__________hResultados:Pressão arterial: ____/___mmHg / Glicose:______mg/dl / Circunferência Abdominal:_______Dados de SaúdeProjeto de Pesquisa ( )Faz uso de medicamento? ?Qual Posologia?Ficha utilizada naMini-Entrevista
  20. 20. Prevenção Bucal- Realizada por dentistas
  21. 21. Medição de Pressão e Orientação Farmacêutica- Realizada porfarmacêuticos e acadêmicos de farmácia
  22. 22. Dosagem de Glicose realizada por farmacêutico- Pós-Graduação em AF-Ethosfarma em conjunto com acadêmicos de farmácia
  23. 23. Dosagem de colesterol, triglicerídeos e Tipagem sanguínea realizado porlaboratório de Análises Clínicas
  24. 24. Orientação Farmacêutica e Convite para participar do PAF- Os pacientescom pressão e/ou glicemia alterada são encaminhados para atendimentofarmacêutico para orientações adicionais, convite e cadastramento no PAFda DrogaDias.
  25. 25. Lanche após dosagem de glicose
  26. 26. Lanche
  27. 27. Palestras educativas no Auditório
  28. 28. Teatro realizado pelos Agentes de Saúde a US
  29. 29. Preparação para Campanha em frente a farmácia Farma & Farma
  30. 30. Campanha de medição P.A., Glicemia, OrientaçãoURM em frente a farmácia Farma & Farma
  31. 31. Campanha de medição P.A., Glicemia, OrientaçãoURM em frente a farmácia Farma & Farma
  32. 32. Campanha de medição P.A. em frente a farmácia Farma & Farma
  33. 33. Palestra e Campanha na praça (farmácias Farma & Farma)
  34. 34. 34ORIENTAÇÕES NÃO FARMACOLÓGICAS
  35. 35. 35Orientação sobre uso Racional de MedicamentoApresentação de vídeoPalestra ministrada pelo(a) farmacêutico(a)CartazFolder
  36. 36. VERÃO36- Campanha de PROTETOR SOLAR- VISITA AOS DERMATOLOGISTAS E ONCOLOGISTAS
  37. 37. HIPERTENSÃO37- CAMPANHA DE MEDIÇÃO DE P.A.- PALESTRAS EM EMPRESAS QUE TEMCONVÊNIO, ASSOCIAÇÕES DE BAIRRO, IGREJAS,ETC.
  38. 38. Medição de P.A.38- TRIAGEM (coletivo)- MONITORAMENTO(individual)- VALOR PAGO R$ 3,00- TÉCNICA- REGISTRO- ORIENTAÇÃO
  39. 39. DIABETES39Apresentação de vídeoPalestra ministrada pelo(a) farmacêutico(a)CartazFolderO farmacêutico deve conhecer as diretrizes (consensos)
  40. 40. 40Medição de Glicemia- TRIAGEM (coletivo)- MONITORAMENTO(individual)- VALOR PAGO R$ 8,00- TÉCNICA- REGISTRO- ORIENTAÇÃO
  41. 41. - MONITORAMENTO- Identificar possível causa da febre.- Considerar a idade do paciente- Paciente faz uso de medicação?- Uso de antipirético pode mascarar uma doença- Encaminhar ao médico quando necessárioMedição de TEMPERATURA- VALOR PAGO R$ 3,00- TÉCNICA- REGISTRO- ORIENTAÇÃO•  Tipo do aparelho•  Local de medição
  42. 42. Medidas Antropométricas•  Peso (P) – Pacientes deverão ser pesados descalços, em posição ereta, com omínimo de roupas possível e após esvaziarem a bexiga. A balança deverá terprecisão de 0,1 Kg devidamente calibrada pelo Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial (INMETRO).•  Estatura (E) – Os pacientes devem ser medidos no inicio doacompanhamento, descalços em posição ereta, braços estendidos ao longo docorpo e olhar fixo em um ponto no horizonte. O estadiômetro deve ter precisãode 1 mm.•  Circunferência Abdominal (CA) – A circunferência abdominal deve ser obtidaem todos os pacientes do acompanhamento a fim de prevenir ou acompanhara obesidade abdominal. Deverá ser utilizada fita métrica inelástica posicionadana cintura natural ou menor curvatura localizada entre ao rebordo costal inferiore a crista ilíaca, conforme preconizado pela I-DBTSM (Sociedade Brasileira deHipertensão, 2004). Para a tomada da CA o paciente permanecerá de pé, comos braços estendidos ao longo do corpo e os pés juntos.•  IMC- O índice de massa corporal deve ser calculado (IMC = peso / altura ²)como recomendado pela Organização Mundial da Saúde (WORLD HEALTHORGANIZATION, 2002). Os seguintes pontos de corte são utilizados paraclassificar as pessoas de acordo com o IMC (kg / m²): baixo peso IMC <18,normal ≥ 18,5 e <25, pré-obesidade ≥ 25 e <30, obeso ≥ 30.
  43. 43. 3ª IDADE43- DIVULGAR: AQUI TEM FARMÁCIA POPULAR EM ASILOS, GRUPOSDA MELHOR IDADE, ETC.- FRALDAS GERIÁTRICAS, MEDICAMENTOS, VACINAS,SUPLEMENTOS E PERFUMARIA.- PALESTRAS DIVERSAS.
  44. 44. INVERNO44- CAMPANHA DE VACINAS, ANTIGRIPAIS E XAROPES.- PALESTRAS EM ESCOLAS (GRIPES E RESFRIADOS)- Orientação de uso dos DISPOSITIVOS INALATÓRIOS(individual)
  45. 45. 452. Medicamentos preventivos ou antiinflamatóriosMedicamentos que atuam na inflamação dos brônquios(Corticóides Inalatórios). Tratam à causa da asma porquediminuem o processo inflamatório das vias aéreas, eprotegem os pulmões.Seu uso diário traz os seguintes benefícios:• Redução dos sintomas diurnos e noturnos;• Redução das exacerbações;• Redução do uso de medicação de resgate;• Melhora da função pulmonar;• Redução dainflamação;• Redução das faltasà escola e ao trabalho porcausa da asma;• Melhor qualidadede vida.Ex: Clenil (beclometasona).OBS: Os corticóides inalatórios não trazem alívio imediatodos sintomas, mas devem ser usados regularmente para queos sintomas não apareçam.OBS: Vá ao seu médico regularmenteDICAS IMPORTANTESA alergia respiratória é a principal causa de ASMA, porIsso, mudanças no ambiente são fundamentais para aprofilaxia e controle da doença.Ø No Quarto• Forrar travesseiros e colchões com napa oucapas antialérgicas;• Não acumular brinquedos, caixas, livros, roupas esapatos no quarto, pois juntam poeira;• Manter as janelas abertas para arejar o ambiente;• Colocar as camas longe da parede;• Manter guarda-roupas e armários bem fechados;• Não usar cobertores ou colchas de pêlo;Ø Outras medidas• Resolver infiltrações em paredes e tetos paraevitar mofo no ambiente;• Limpar as hélices do ventilador com freqüência;• Evitar exposição a perfumes, produtos delimpeza de cheiro forte;• Eliminar bichos de pelúcia;• Lavar as roupas de frio antes de usar;• Realizar limpeza diária de casa com panoúmido, sem produto de cheiro ativo, semvassouras ou espanador e não fazer napresença do asmático;ASMA:CONTROLE DE FATORESDE RISCO E HÁBITOS DEVIDA SAUDÁVEISElaboração Farmacêutica: Ana CarolinaPamplona Pereira Paim
  46. 46. TRIAGEM PULMONARNA FARMÁCIA PODEMOS DETECTAR UM PROBLEMA PULMONARCOM UM SIMPLES EXAME DE MEDIDA DE PICO EXPIRATÓRIO. ESTEPROCEDIMENTO PODE PREVENIR DOENÇAS PULMONARES MAISGRAVES. NESTES CASOS ENCAMINHA-SE O PACIENTEIMEDIATAMENTE AO MÉDICO. AO TRATAR O PACIENTEPRECOCEMENTE PODE-SE AMENIZAR OS CUSTOS DE SAÚDEPÚBLICA E SOFRIMENTO DO PACIENTE E DE SEUS FAMILIARES.46
  47. 47. TRIAGEM PULMONAR•  É MUITO IMPORTANTE ESTAR ATENTO ASDOENÇAS PULMONARES OBSTRUTIVASCRÔNICAS.•  COM UM SIMPLES “ASSOPRÃO” NUMAFARMÁCIA EM UM APARELHO MUITOSIMPLES CHAMADO :MEDIDOR DE PICO EXPIRATÓRIO47
  48. 48. MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIO48•  POSSUI ZONAS COLORIDAS DECONFORTO E DE RISCO.•  PONTEIRAS DESCARTÁVEIS DEVEMSER COBRADAS DE CADA PACIENTE.
  49. 49. MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIO•  Medidas funcionais objetivas sãoimportantes porque achados clínicosfrequentemente estão ausentes napresença de obstrução ao fluxo aéreo ouse presentes tem correlação variável como grau de obstrução.49
  50. 50. MEDIDOR DE PICOEXPIRATÓRIOMedidas de função pulmonar são importantespara o diagnóstico, para avaliar a gravidade dedoenças respiratórias, monitorizar o curso dadoença e a resposta ao tratamento.Os testes de função pulmonar devem serrealizados de acordo com as normas técnicaspropostas pela SOCIEDADE BRASILEIRA DEPNEUMOLOGIA E TISIOLOGIA (SBPT), emequipamentos adequados. Os valores dereferência usados devem ser os obtidos dapopulação brasileira.50
  51. 51. •  Instruções devem ser dadas para a obtençãodas medidas. Três sopros devem ser feitos decada vez e o maior valor anotado. Os doismelhores não devem diferir por mais de 40 L/min; se isto não for alcançado duas manobrasadicionais devem ser feitas.•  Muitos medidores são inacurados,especialmente na faixa de 200 - 400 L/min,como o mini-Wright. Equipamentos acuradossão atualmente disponíveis como o Astech.Outros dispositivos tem acurácia aceitável(Assess, Personal Best entre outros).51
  52. 52. Uso correto do Medidor dePico de Fluxo•  1. Deixe o paciente em pé•  2. Mova o indicador até a base da escala numerada•  3. Peça ao para que encha o pulmão ao máximo•  4. Instrua o paciente que coloque o tubo do medidor na bocae feche firmemente os lábios em volta dele•  5. Peça para o paciente que sopre o mais rápido e mais forteque puder Repita a etapa 2•  6. Faça-o repitir as etapas 3 a 5 mais 2 vezes (para um totalde 3 vezes)52
  53. 53. •  Tabela 1 -Valores de Pico de Fluxo Expiratório (l/min) para população normal *•  HOMENS•  Idade Estatura (cm)•  (anos) 155 160 165 170 175 180•  20 564 583 601 620 639 657•  25 553 571 589 608 626 644•  30 541 559 577 594 612 630•  35 530 547 565 582 599 617•  40 518 535 552 569 586 603•  45 507 523 540 557 573 576•  50 494 511 527 543 560 563•  55 483 499 515 531 547 563•  60 471 486 502 518 533 549•  65 460 475 490 505 520 536•  70 448 462 477 492 507 521•  MULHERES•  Idade Estatura (cm)•  (anos) 145 150 155 160 165 170•  20 405 418 431 445 459 473•  25 399 412 426 440 453 467•  30 394 407 421 434 447 461•  35 389 402 415 428 442 455•  40 383 396 409 422 435 448•  45 378 391 404 417 430 442•  50 373 386 398 411 423 436•  55 368 380 393 405 418 430•  60 363 375 387 399 411 424•  65 358 370 382 394 406 418•  70 352 364 376 388 399 411•  *Leiner, CG et al. Expiratory peak flow rate. Standard values for normal subjects. Use a clinical test ofventilatory function. Am Rev Respir Dis 1963; 88: 644.53
  54. 54. •  Tabela 2 -Valores de Pico de Fluxo Expiratório (l/min) Previsto para criançasnormais.• •  Estatura (cm) Valor (l/min) Estatura (cm) Valor (l/min)•  109 145 142 328•  112 169 145 344•  114 180 147 355•  117 196 150 370•  119 207 152 381•  122 222 155 397•  124 233 157 407•  127 249 160 423•  130 265 163 439•  135 291 165 450•  137 302 168 466•  140 318 170 476* Godfrey S; et al. Brit J Dis Chest 1970; 64: 14-15.54
  55. 55. Triagem e Acompanhamento•  Este serviço pode ser realizado tanto paradetecção de problemas respiratórios comoacompanhamento de pacientes cominsuficiência respiratórias recebendoterapêutica medicamentosa.55
  56. 56. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasDISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSSeguimento da Dispensação,orientação do processo de uso,avaliação do resultadoÉ preciso medir e avaliarEstamosMedindo?EstamosAvaliando?
  57. 57. 57MEDICAMENTOA dispensação é a principal demanda
  58. 58. Dispensação Ativa
  59. 59. 59Sempre por farmacêuticoou sob sua supervisãoAgilidade com qualidade(investir tempo)DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
  60. 60. 60É a atuação profissional de um farmacêutico pelaqual este proporciona, a um paciente ou a seuscuidadores, além do medicamento e/ou produtode saúde, os serviços clínicos que acompanhama entrega do mesmo, com o objetivo de melhorar seuprocesso de uso e proteger o paciente de possíveisRNM, causados por PRM.Faus Dáder, et al. (2008)DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
  61. 61. 61COM RECEITASEM RECEITADISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS
  62. 62. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasDISPENSAÇÃOSempre que o Pacientechega COM Receita Médicana FarmáciaTemos que avaliar aprescrição
  63. 63. 63a) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado damedicação (avaliação)COMRECEITAEtapas da dispensação
  64. 64. 64I -legibilidade e ausência de rasuras e emendas;II -identificação do usuário;III -identificação do medicamento, concentração, dosagem,forma farmacêutica e quantidade;IV -modo de usar ou posologia;V -duração do tratamento;VI -local e data da emissão;VII -assinatura e identificação do prescritor com o númerode registro no respectivo conselho profissional.COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado damedicaçãoRDC44 2009Art. 44. O farmacêutico deverá avaliar asreceitas observando os seguintes itens:
  65. 65. 65I – Conferir o nome completo do paciente de acordocom a prescrição e com o solicitante;II – Conferir se o medicamento manipulado correspondeao prescrito;III – Verificar o aspecto do medicamento, embalagem erotulagem;IV – Verificar se a validade é compatível com o tempoproposto de utilização;V – Orientar sobre como conservar o medicamento.COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado damedicação
  66. 66. 66I –Verificar e orientar sobre como usar e quanto usardo medicamento;II – Ajudar o paciente a definir os melhores horáriospara o uso do medicamento;III – Verificar e orientar sobre o período de tratamento.COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado damedicação
  67. 67. 67I- Verificar e orientar sobre o objetivo do tratamento;II – Verificar e orientar sobre o Problema de Saúde;III – Verificar se o medicamento é adequado para opaciente;IV – Verificar se o tratamento é necessário, efetivo eseguro.COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicação
  68. 68. 68INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM TRATAMENTO
  69. 69. 69INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoI - Como lidar com a especialidade farmacêutica(retirar o comprimido do blíster ou pote, reconstituiruma suspensão, romper um lacre, usar uma colhermedida, aplicar um creme);II - Manipulação da forma farmacêutica pelopaciente (quebrar ou triturar um comprimido compossível alteração da biodisponibilidade);
  70. 70. 70INÍCIOCOM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoIII – Administração com ou sem alimento (risco nosantidiabéticos, perda de eficácia ou irritação gástricados AINES)IV – Alergias (antibióticos, AINES, etc.)
  71. 71. 71PRESCRIÇÃOOKESTRATÉGIATERAPÊUTICASFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOCOM RECEITAINÍCIOMEDICAMENTOOKORIENTAR SOBRE USOMEDICAMENTONECESSÁRIO EADEQUADOCORRIGIRPROBLEMA
  72. 72. 72COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM TRATAMENTOI - Revisar cada um dos aspectos verificados no iníciodo tratamento e corrigir desvios;II – Verficar período de tratamento;III – A prevenção e resolução de Resultados Negativosda Medicação (RNM) na dispensação depende dainformação disponível neste momento.
  73. 73. 73COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM TRATAMENTONíveis de atuação:0 – Somente informação da receita (solicitação domedicamento por estranho).1 – Receita + informação do paciente ou cuidador(entrevista mínima de dispensação).2 – Anterior + informes médicos apresentados nadispensação.
  74. 74. 74COM RECEITAa) Avaliação da prescriçãob) Distribuição do medicamentoc) Informações sobre o usod) Resultado da medicaçãoEM TRATAMENTONíveis de atuação:3 – Receita + informação do paciente ou cuidador +histórico farmacoterapêutico do paciente disponível nafarmácia.4 – Anterior + informes médicos.5 – O paciente está em AcompanhamentoFarmacoterapêutico.
  75. 75. 75RNMPACIENTENECESSIDADE EFETIVIDADESEGURANÇACOM RECEITAEM TRATAMENTO
  76. 76. CLASSIFICAÇÃO DE RESULTADOS NEGATIVOS ASSOCIADOS À MEDICAÇÃO (RNM) - 2007• Necessidade • Problema de saúde não tratadoO doente sofre de um problema de saúde associado a nãoreceber a medicação que necessita.• Uso de medicamento não necessárioO doente sofre de um problema de saúde associado a receberum medicamento que não necessita.• Efetividade • Inefetividade não quantitativaO doente sofre de um problema de saúde associado a umainefetividade não quantitativa da medicação.• Inefetividade quantitativaO doente sofre de um problema de saúde associado a umainefetividade quantitativa da medicação.• Segurança • Insegurança não quantitativaO doente sobre de um problema de saúde associado a umainsegurança não quantitativa de um medicamento.• Insegurança quantitativaO doente sofre de um problema de saúde associado a umainsegurança quantitativa de um medicamento.III consenso de Granada, 2007
  77. 77. 77Na dispensação, pode-se apenas imaginar os pontos mais importantes desta ficha
  78. 78. 78NECESSÁRIOESTRATÉGIATERAPÊUTICAEFETIVOSEGUROSFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOCOM RECEITAEM TRATAMENTO
  79. 79. 79O farmacêutico decidiráa) Entregar o medicamentob) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviçosfarmacêuticos:COM RECEITA
  80. 80. 80a) Entregar o medicamentob) Encaminhamento a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT, Orientação sobre uso Racional de Medicamento, Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicação farmacêutica.I - Na maioria das vezes a entrega do medicamento é odesfecho da dispensação.II – Quando não for o paciente ou o cuidador que estiversolicitando o medicamento, deve-se atender com agilidade,mandar informações por escrito e enviar o cartão dofarmacêutico.III – Atendimento por meio remoto.O farmacêutico decidiráCOM RECEITA
  81. 81. 81a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT, Orientação sobre uso Racional de Medicamento, Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicação farmacêutica.I – Médico (clínico geral);II – Médico especialista (oftalmologista, endocrinologista,cardiologista, psiquiatra, ginecologista, etc.);III – Nutricionista;IV – Educador físico (ginástica, pilates, natação);hidroginástica, yoga, tai-chi);V – Psicólogo;VI –Massagista;VII – Enfermeiro;VIII – Profissional que acreditamos que possa ajudar opacienteO farmacêutico decidiráCOM RECEITA
  82. 82. 82a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT, Orientação sobre uso Racional de Medicamento, Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicação farmacêutica.Situações que a comunicação farmacêutico-médico énecessária:1 – Se não se dispõe da informação mínima necessária quegaranta a efetividade e segurança do medicamento;2 – Se a forma farmacêutica selecionada é deadministração impossível neste paciente;3 – Se há um desabastecimento de mercado e não existealternativa ou mesmo que exista, o paciente não admite atroca;4 – Quando existe uma contraindicação com risco para asaúde do paciente;5 – Quando se observa uma duplicidade não justificada;O farmacêutico decidiráCOM RECEITA
  83. 83. 83a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT, Orientação sobre uso Racional de Medicamento, Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicação farmacêutica.Situações que a comunicação farmacêutico-médico énecessária:6 – Diante de interação (medicamentos para o mesmopaciente, clara evidência do risco e cuja gravidadepotencial justifique a intervenção);7 – RAM (existe alternativa terapêutica mais segura,tratamento não cumprido porque o paciente associa o usodo medicamento a piora da saúde);8 – Informe médico e receita sejam contraditórios;9 – Quando a informação do paciente não coincide com ada receita e esta discrepância gere risco;10 – Se o paciente se queixa de falta de resposta aotratamento e se constata que o tempo de uso é adequado ea utilização está corretaO farmacêutico decidiráCOM RECEITA
  84. 84. 84a) Vai dispensarb) Encaminhar a outros profissionaisc) Oferecer outros serviços farmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT, Orientação sobre uso Racional de Medicamento, Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicação farmacêutica.O farmacêutico decidiráCOM RECEITA
  85. 85. 85COM RECEITASEM RECEITADISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOSMANEJO DE TRANSTORNOS MENORES
  86. 86. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSempre que o Pacientechega SEM Receita Médicana FarmáciaTemos que avaliar se eleprecisa ir ao médico e/ou seele precisa de medicamento
  87. 87. 87Auto-cuidadoMANEJO DE TRANSTORNOS MENORES
  88. 88. 88AUTOMEDICAÇÃO RESPONSÁVELO paciente pede um medicamentonão prescrito para o seu PS.SEM RECEITAO farmacêuticoorienta sobre ouso racionaldestemedicamento.
  89. 89. 89INDICAÇÃO FARMACÊUTICAO paciente pede ao farmacêuticopara lhe indicar um medicamentopara seu PSSEM RECEITA
  90. 90. 90Seção VIDos Medicamentos Não Prescritos.Art. 55 - ...II. O farmacêutico deverá desenvolver ações na seleção e dispensaçãode medicamentos não prescritos.Art. 56 -...I. O farmacêutico deve avaliar as necessidades do usuário ...II. ...patologia grave ... recomendar a assistência médica.III. No caso de patologias menores, ... dispensados osmedicamentos ...RESOLUÇÃO Nº 35720/04/2001CFF
  91. 91. 91RESOLUÇÃO Nº 54621/07/11 CFFArt. 1º – ...conceitua indicação farmacêutica como sendo o ato dofarmacêutico, ..., informação e educação ao paciente... sobre o usocorreto e racional ..., que possibilite o êxito da terapêutica, induzaa mudanças nos hábitos de vida e proporcione melhores condições de saúde à população....Art. 2º – Quando o ...paciente..., solicitar indicação, em face desinais/sintomas apresentados, o farmacêutico poderá encaminhá-lo aoutro profissional de saúde ou dispensar-lhe ...Art. 3º – A indicação deverá ser prestada pelo farmacêutico de forma clara,simples, compreensiva, registrada em documento próprio (anexo), emitido em duas vias,sendo a primeira entregue ao usuário/paciente e a segunda arquivada noestabelecimento farmacêutico.
  92. 92. 92RDC 87/20085.17.2 A prescrição ou indicação, quandorealizada pelo farmacêutico responsável,também deve obedecer aos critérios éticos e legaisprevistos.
  93. 93. 93RDC 44/2009Seção IIIDa Declaração de Serviço Farmacêutico...I - atenção farmacêutica:...b) indicação de medicamento isento de prescrição e arespectiva posologia, quando houver;...g) plano de intervenção, quando houver; ...§ 4º A Declaração de Serviço Farmacêutico deve ser emitida emduas vias, sendo que a primeira deve ser entregue ao usuário ea segunda permanecer arquivada no estabelecimento....
  94. 94. 94RDC 44/2009
  95. 95. 95CONSIDERARa)  se o Problema de Saúde é um transtornomenor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.SEM RECEITA
  96. 96. 96•  problema de saúde auto-limitante,•  de cura espontânea,•  com menos de sete dias,•  não está relacionado com outra doença e•  não é causado por outro medicamento.a)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.SEM RECEITA
  97. 97. 97Algias leve a moderadaProblemas cutâneosDesinfecção cutâneaSíndrome varicosaAfecções das vias respiratóriasAfecções do aparelho digestivoFebreAfecções oftálmicasAfecções otológicaswww.dieta-certa.coma)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.SEM RECEITA
  98. 98. 98•  idosos,•  crianças commenos de 2 anos e•  PS severo.a)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.SEM RECEITA
  99. 99. 99•  quem prescreveu?•  para o mesmo PS?•  foi efetivo?•  foi seguro?a)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.SEM RECEITA
  100. 100. 100SEM RECEITAa)  se o Problema de Saúde é um transtorno menor,b)  se é prescindível a atenção médica,c)  se o paciente já usou o medicamento ed)  se o medicamento exige prescrição médica.
  101. 101. 101
  102. 102. 102xarope catim.comSEM RECEITA
  103. 103. 103
  104. 104. 104MEDICAMENTOSLEI Nº 11.903, DE 14 DE JANEIRO DE2009.Dispõe sobre o rastreamento da produção e do consumo de medicamentos por meio detecnologia de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados.Art. 6o O órgão de vigilância sanitária federal competente estabelecerá aslistas de medicamentos de venda livre, de venda sob prescrição e retenção dereceita e de venda sob responsabilidade dofarmacêutico, ...
  105. 105. 105MEDICAMENTOSMOFMPMMIPVenda de Medicamento sobOrientação do FarmacêuticoPrescrição Farmacêutica
  106. 106. 106SEM RECEITA
  107. 107. 107O farmacêutico decidiráa) Vai dispensarb) Encaminhamento a outrosprofissionaisc) Oferecer outros serviçosfarmacêuticos:Farmacovigilância, Educação em saúde, SFT,Orientação sobre uso Racional de Medicamento,Medição de P.A., Medição de Glicemia, Indicaçãofarmacêutica.SEM RECEITA
  108. 108. 108TRANSTORNOMENORSOLICITAÇÃO DEMEDICAÇÃOSFT ouMÉDICODISPENSARSIMSIMSIMNÃONÃONÃOSEM RECEITAPRESCÍNDIVELATENÇÃOMÉDICAJÁ USOUMIPSIMEFETIVO ESEGUROSIMNÃONÃO
  109. 109. INDICAÇÃO FARMACÊUTICAINCONVENIENTESPaciente- As vezes pode-se mascararum PS que requer atençãomédica imediata.Sistema de saúde- Pode-se aumentaros custos no caso de nãoresolução do PS pelofarmacêuticoFarmacéutico- Obrigação de assumirresponsabilidades.- Imagem negativa ante umfracasso terapêuticoCitado por Martín Calero, 2012
  110. 110. INDICAÇÃO FARMACÊUTICAVANTAGENSPaciente- Automedicação responsável- Economia de tempo- Vantagem na relação custo//benefícioSistema de Saúde- Desafogamento das consultasmédicas- Diminuição do gasto emmedicamentos e em prestaçãode serviço de saúdeFarmacêutico- Prestação de um serviço commuita demanda- Aumento de seu prestígioprofissionalCitado por Martín Calero, 2012
  111. 111. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasREVISÃO DA MEDICAÇÃOSempre que o paciente tiverdúvida sobre osmedicamentos que usaTemos que orientá-lo
  112. 112.        
  113. 113. ü Paciente POLIMEDICADOü DÚVIDA SOBRE A POSOLOGIAü SOLICITA INDICAÇÃO, MAS NÃO CONHECE OSMEDICAMENTOS QUE USAü DÚVIDA SE OS MEDICAMENTOS QUE USA ESTÃOADEQUADOSPARA QUEM OFERECER?REVISÃO DA MEDICAÇÃO
  114. 114. ü Escolher dia e horário ideal para a farmácia (menormovimento), para o farmacêutico (horário que não sejainterrompido) e para o paciente (respeitar horário detrabalho).ü Reservar de 20 a 40 minutos.ü Solicitar que o paciente traga a sacola com todos osmedicamentos que faz uso.AGENDAR ENTREVISTAREVISÃO DA MEDICAÇÃO
  115. 115. ü Farmacêutico pergunta para que e como usa osmedicamentos, avaliando a necessidade do paciente, se omedicamento está sendo utilizado de acordo com aprescrição, de forma correta e segura.ü Farmacêutico avalia se o medicamento está dentro davalidade.ü Realiza a orientação correta do medicamento e inibe a auto-medicação quando inadequada.ü Coloca a etiqueta de posologia no medicamento e reorientao paciente de forma escrita na tabela de medicamentos.ü Caso o paciente seja analfabeto ou semi-analfabeto, deveráser realizada orientação com cores e figuras.COMO FAZER?REVISÃO DA MEDICAÇÃO
  116. 116.        Medicamentos@  Manhã  Almoço  Tardeº  Noite   1   Aradois 25   7:00   1 Comp.              2   Carvelidol 6,25   8:00   1 Comp.           20:00   1 Comp.  3   Furosemida 40mg   8:00   1 Comp.           20:00   ½ Comp.  4   Bissulf. Clopidogrel 75mg   9:00   1 Comp.              5   Acetilcisteína   9:30   10ml           21:30   10ml  6   AAS 100mg       12:00   1 Comp          7   Metformina 500mgFormyn       12:30   1 Comp.Após Alm  8   Espironolactona 25mg           17:00   1 Comp.      9   Combivent 20/120mcg               20:00   1 jato  10                    
  117. 117. GESTÃO DAMEDICAÇÃO
  118. 118. ü Auxiliar o paciente a aderir ao tratamento.GESTÃO DA MEDICAÇÃOOBJETIVO
  119. 119. ü Incapacidade constatada do paciente de cumpriro tratamento;ü Pacientes com posologia complicadas;ü Pacientes polimedicados ( + de 4 medicamentos);ü Tratamentos que exigem cumprimento rigorosodas tomadas;GESTÃO DA MEDICAÇÃOPARA QUEM OFERECER?
  120. 120. ü 1 vez por semana: Preparo dosistema personalizado, verificação daadesão ao tratamento, adequação eorientação farmacêutica.GESTÃO DA MEDICAÇÃONa 1ª entrevista: Revisão da Medicação(como explicado anteriormente)
  121. 121. - Organizar os comprimidos individualizadosem compartimentos identificados com horáriode cada tomada diária,- Preparar para 7 dias de tratamento,- Um dispositivo para cada dia da semana,- Manter o medicamento na embalagemprimária,- Os medicamentos restantes devem ficarcom o paciente,GESTÃO DA MEDICAÇÃO
  122. 122. - Não é fracionamento.- Os medicamentos já são do paciente.- Estamos organizando os medicamentospara que o paciente tenha adesão aotratamento.GESTÃO DA MEDICAÇÃO
  123. 123. GESTÃO DAMEDICAÇÃO
  124. 124. - SeladoraGESTÃO DAMEDICAÇÃO
  125. 125. GESTÃO DAMEDICAÇÃO
  126. 126. Incoterm.com.brTel. (051) 32457106
  127. 127. AMPLAGAMATEL (51) 3233 1111Alertamed.com.br
  128. 128. GESTÃO DAMEDICAÇÃOInformações a serem colocadas no verso do dispositivo- Dia da semana:- Nome do paciente:- Telefone:- Medicamento, dose, lote, horários das tomadas:- Farmacêutico responsável:
  129. 129. GESTÃO DAMEDICAÇÃOInformações a serem colocadas na abertura de cadacompartimento- Hora da tomada:- Não colocar outras informações, pois pode confundir ospacientes e dificultar a visualização do horário.
  130. 130. GESTÃO DAMEDICAÇÃOEntender as dificuldades de cada paciente e proporsoluções para que o paciente cumpra o tratamento- Programar o celular do paciente para despertar na horada tomada:- Para pacientes analfabetos, colocar figuras (sol, comida,lua, etc).- Para pacientes cegos, colar etiquetas com formasdiferentes.
  131. 131. GESTÃO DAMEDICAÇÃOPillBoxie (iOS, US$ 0,99) - A ideiadeste app é funcionar como umacaixinha de remédios para lhe ajudarcom os horários corretos das suasmedicações, não importa se de usocontínuo ou não, emitindo os alertasnecessários para que você não seesqueça de nada. O app tem umvisual bastante bonito (permite a vocêaté mesmo selecionar a aparência dosremédios) e animações interessantes,que simulam com perfeição o efeito detomar o medicamento.                                                                           PillBoxie: caixinha de remédios virtual não te deixaesquecer medicamentosO Pill Boxie permite que você guard
  132. 132. GESTÃO DAMEDICAÇÃOO Pill Boxie permite que você guarde,a cada medicamento, a periodicidadedo uso e possibilita verificar, por diaou horário, o que você deve ingerir.Também dá para marcar se você sesentiu melhor, pior ou se seu estadonão se alterou após consumir cadaremédio. É possível até mesmomarcar os remédios que você pulou.                                                                                     Lembre-se de todas as medicações, não importando aperiodicidade
  133. 133. GESTÃO DA MEDICAÇÃO- VALOR COBRADO PELO SERVIÇO- R$ 60,00 POR MÊS- UM ENCONTRO SEMANAL
  134. 134. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICOGESTÃO DA MEDICAÇÃOREVISÃO DA MEDICAÇÃOMANEJO DE TRANSTORNOSMENORESSEGUIMENTO DADISPENSAÇÃODISPENSAÇÃO DEMEDICAMENTOSEDUCAÇÃO EM SAÚDE ERASTREAMENTO DE DOENÇASAdaptado    a  par)r  de  Correr;  Otuki,  2010.PoucaspessoasMuitaspessoasSEGUIMENTO FARMACÊUTICOSempre que o paciente tiversuspeita de ProblemaRelacionado ao MedicamentoTemos que ajudá-lo aResolver
  135. 135. Realizar oseguimentoindividual dopacienteColetar eorganizar dadosdo pacienteIdentificarproblemasrelacionados àfarmacoterapiaElaborar umplano decuidado emconjunto com opaciente1234CORRER, 2010SFT
  136. 136. • Avaliação dos resultados e do quadro clínico• Avaliação da farmacoterapia e da meta terapêutica• Orientação Farmacêutica• Identificação e resolução de PRM e/ou outrasenfermidades• Intervenção Farmacêutica,• Interação Multiprofissional• Envio ao médico e outros profissionais junto c/ orelatório farmacêutico periodicamente (resultados,intervenções, sugestões)• Solicitação para agilidade de marcação de consultaRelatórioenviado aoMédico-US• Análise do Relatório• Reavaliação do tratamento farmacológico• Diagnóstico e Prescrição• Recebimento da medicação na USSeleção dos pacientesdo Programa AFCadastramentono Programa AFAssinatura pelopaciente no Termo deConsentimentoInformado1ª EntrevistaFarmacêuticaPreenchimento da FichaFarmacoterapêutica• Dados do paciente• Histórico (Clínico, familiar e medicamentos);• Definição da meta e objetivo do seguimento• Avaliação da Automedicação e uso de OTC• Avaliação de fatores de risco• Orientações farmacológicas e nãofarmacológicas• Avaliação hábitos de vida e dieta,• Avaliação do Perfil sócio-econômico• Identificação e Resolução de PRM;• Exames: fisicos, bioquimicos e antopométricose CAAvaliação dos dados eresultados na 1ª EntrevistaSeguimentofarmacoterapêutico Retorno do paciente naf a r m á c i a c o m a salterações no tratamentoe orientações médicas.Cadastramentono Programa de Hipertensão eDiabetes da US Santo AntônioAtendimento erecebimentode medicaçãoModelo de AF IMPLANTADO PELADROGADIAS-parceria com Unidade de Saúde
  137. 137. Seguimento FarmacoterapêuticoÉ um componente da Atenção Farmacêutica e configura oacompanhamento do paciente, em um processo no qual ofarmacêutico se co-responsabiliza pelas necessidades dousuário relacionadas com o medicamento, por meio dadetecção, prevenção e resolução dos Resultados Negativosde Medicamentos (RNM), de forma sistemática, contínua edocumentada, com o objetivo de alcançar melhora nosresultados clínicos.A intervenção farmacêutica É um ato planejado,documentado e realizado pelo farmacêutico junto ao usuário eprofissionais de saúde, que visa resolver ou prevenirproblemas que interferem ou podem interferir nafarmacoterapia, sendo parte integrante do processo doseguimento farmacoterapêutico.
  138. 138. Intervenção Farmacêutica (IF)As intervenções farmacêuticas podem incluir os seguintes serviços:•  Informações sobre o tratamento farmacológico prescrito e usoracional de medicamentos;•  Informações sobre tratamentos não farmacológicos e modificaçãodo estilo de vida;•  Contato com o médico(a) para sugestão de mudança no esquematerapêutico: falta de efetividade do medicamento prescrito,insegurança no seu uso ou necessidade de adequação dotratamento para aumentar a adesão do paciente a terapia prescrita.•  Encaminhamento ao médico para diagnóstico e prescrição•  Orientações ao paciente sobre a forma deadministração,conservação e armazenamento dos medicamentos;•  Ajuda para o uso de dispositivos para a administração dosmedicamentos;•  Interação e encaminhamento do paciente a outros profissionais desaúde para auxilio no tratamento;
  139. 139. F-PIntervenção Farmacêutico-PacienteSituação:PRM devido causas derivadas da própria iniciativa do pacientequanto a forma de utilizar o medicamentoConduta: Reorientar o paciente,buscando maior êxito possível de formaVerbal e escrita.F-M-PIntervenção Farmacêutico-Médico-PacienteSituação:PRM devido a estratégias adotadas pelo médico não estarsurtindo efeito esperado ou quando paciente necessita de diagnosticoConduta:Encaminhamento do paciente ao médico com as sugestões deIntervenções para resolução dos RNMs, podendo ser preferenciamentona forma escrita.
  140. 140. SEGUIMENTOFARMACOTERAPÊUTICO (SF)Requisitos do serviço de SF:•  Compromisso do farmacêutico com os resultados dafarmacoterapia;•  Garantia de continuidade do serviço;•  Disponibilidade de informação atualizada sobre ousuário e seu tratamento;•  Documentação e registro dos dados do paciente e detoda a atividade, tanto das intervenções realizadascomo dos resultados obtidos.
  141. 141. Ficha Farmacoterapêutica•  Ficha individualizada para atendimento do paciente elaboradapelo farmacêutico e imprescindível para o registro de todos osdados do paciente com o objetivo de realizar a Atençãofarmacêutica e permitir um adequado seguimentofarmacoterapêutico e avaliação dos resultados.
  142. 142. Ficha FarmacoterapêuticaA ficha deverá conter:•  Dados pessoais do paciente (nome, idade, end., renda, escolaridade, raça, sexo)•  Histórico de Saúde do paciente, Numero de internações•  Histórico Familiar•  Histórico de Medicamentos (Prescritos e Não Prescritos, atuais e suspenso);•  Internações e Cirurgias;•  Tabela para classificação dos PRMs identificados, as intervenções farmacêuticas,forma de comunicação e se os Problemas de saúde foram resolvidos;•  Tabela para registro de dados quantitativos: peso, altura, IMC, circunferênciaabdominal, pressão arterial, glicose, colesterol, triglicerídeo e outros examesbioquímicos;•  Registro de hábitos de vida (fumo, bebida alcoólica, exercício físico),•  Avaliação e registro de dados nutricionais,•  Registro dos encaminhamento ao médico e retorno das intervenções.•  Observações
  143. 143. material•  Ficha de Acompanhamento Farmacoterapêutico• •  1. DADOS PESSOAIS•  Nome___________________________________________________ Data: ___/____/____•  Endereço: __________________________________________________•  Ocupação___________________ Telefone: _____________•  Micro Área ________ Família ____ Plano de Saúde:_______________•  Renda: ___ menos que 1 salário mínimo ___ 1 a 3 salários mínimos•  ___ 3 a 5 salários mínimos ___ mais que 5 salários mínimos•  Data de Nascimento: ___/____/____ Idade: ______ anos Gravidez atual: ( ) Sim ( )Não•  Escolaridade: ( ) Analfabeto ( ) Nível fundamental incompleto•  ( ) Nível fundamental completo ( ) Nível médio incompleto•  ( ) Nível médio completo ( ) Nível superior incompleto•  ( ) Nível superior completo ( ) Especialização ( ) Outros ______________•  Sexo: ( ) Feminino ( ) Masculino Raça: ( ) branca ( ) parda ( ) negro ( ) indígena•  Pessoa a contatar em caso de necessidade: ______________________________________•  Médico: ________________________________ Telefone: _____________________• 
  144. 144. material•  Ficha de Acompanhamento Farmacoterapêutico• •  2. HISTÓRIA DE SAÚDE DO PACIENTE•  ( ) Asma ( ) Diabetes ( ) Glaucoma•  ( ) Hipertensão ( ) Epilepsia ( ) Osteoporose•  ( ) Enxaqueca ( ) Úlcera ( ) Câncer•  ( ) Insuficiência Cardíaca ( ) Insuficiência Hepática•  ( ) Insuficiência Renal ( ) Outros ____________________________• •  3. HISTÓRIA DE SAÚDE FAMILIAR•  ( ) Asma ( ) Glaucoma 1. Pai•  ( ) Hipertensão ( ) Osteoporose 2. Mãe•  ( ) Enxaqueca ( ) Câncer 3. Tio•  ( ) Insuficiência Cardíaca ( ) Insuficiência Hepática 4. Tia•  ( ) Insuficiência Renal ( ) Úlcera 5. Avô•  ( ) Diabetes ( ) Outros ____________ 6. Avó•  ( ) Epilepsia ____________________ 7. Irmãos• 
  145. 145. material•  4. INTERNAÇÕES E CIRURGIAS•  Data Patologia relacionada Tempo de internação Cirurgia•  ____/___/___ __________________ ____________ ( )•  ____/___/___ __________________ ____________ ( )•  ____/___/___ __________________ ____________ ( )•  ____/___/___ __________________ ____________ ( )• •  5. ALERGIA AOS MEDICAMENTOS•  Medicamento•  Quando•  Sintoma relatado•  Penicilina•  Sulfas•  Aspirina•  Outros:•  6. HÁBITOS DE VIDA•  DIETA: ( ) Carne de porco ( ) Ovo ( ) Leite integral ( ) Manteiga•  ( ) Queijos ( ) Miúdos ( ) Doces ( ) Creme de leite•  ( ) Verduras ( ) Legumes ( ) Frutas ( ) Refrigerante•  CIGARRO ( ) Não ( ) Ex fumante ( ) menos de 10 dias ( ) mais de 10 dias•  CHÁ/CAFÉ ( ) Não ( ) Menos de 3 dias ( ) 3 a 6 dias ( ) mais de 6 dias•  ÁGUA ( ) Não ( ) 1 a 2 copos/dia ( ) 2 a 3 copos/dia ( ) mais de 5 copos/dia•  EXERCÍCIOS ( ) Não ( ) 1 vez/semana ( ) outros•  BEBIDA ALCOÓLICA: ( ) Sim ( ) Não Tipo de bebida: ___________ Freqüência ___________
  146. 146. material7. MEDICAÇÃO ATUAL PRESCRITAMedicamento Concentração PosologiaPrescritaPosologiaseguida pelopacienteData daprescriçãoData de Início Data dasuspensãoMotivo dasuspensão8. MEDICAÇÃO ATUAL NÃO PRESCRITAMedicamento Concentração Posologiaseguida pelopacienteData de Início Data dasuspensãoMotivo dasuspensão9. CONTROLE DE EFEITOS COLATERAIS E SINTOMASSISTEMA NERVOSO CORPO EEXTREMIDADESSISTEMADIGESTIVOSISTEMACARDIOVASCULARPELE( ) Dor de cabeça ( ) Tremores de braço oupernas( ) Dor de Estomago ( ) Palpitações ( ) Erupçõescutâneas( ) Enjôo ( ) Debilidade Muscular ( ) Enjôo ou vomito ( ) Hipertensão ( ) Picadas( ) Sono ( ) Dores articulares ( ) Diarréia ( ) Taquicardia( ) Insônia ( ) Câimbras ( ) Secura Bocal ( ) Hipotensão( ) Nervosismo ( ) Dor/ rigidez de colo ( ) Gases( ) Depressão ( ) Perda/ aumento depeso( ) Indigestão( ) Visão Confusa ( ) Febre ( ) Dor de garganta( ) Perda de audição/ visão ( ) Calafrios( ) Perda ou aumento deapetite
  147. 147. material10. ACOMPANHAMENTO DE DADOS QUANTITATIVOSData Peso Altura IMC Circunferência Abdominal11. ACHADOS FISIOLÓGICOS E BIOQUÍMICOSData PASistolicaPADiastólicaBPM Glicemia Jejum PosPrandialFluxorespiratórioColesterol Triglicérides HDL LDL HemoglobGlicadaUréia Outros13. ACOMPANHAMENTO DOS PRMs IDENTIFICADOS E RESOLUÇÕESData Medicam.Doenç. RNM Causa Interv. Forma deComunicaçãoProblemaResolvido(Sim/ Não)Verb Escrit Méd Pac14. ACOMPANHAMENTO DO ENCAMINHAMENTO AO MÉDICO E DA INTERVENÇÃOData doencaminhamMotivo Data daconsultaIntervençãoaceita(Sim/Não)Data deRetorno daconsultaHorário deRetornoFarmacêuticonº CRFObservações
  148. 148. Termo de ConsentimentoInformado•  Documento a ser assinado pelo paciente, após todos osesclarecimentos sobre os serviços que lhe serãoprestados, autorizando o farmacêutico a realizar emanter arquivado registro de seus dados na FichaFarmacoterapêutica, mantendo a ética profissional e osigilo de seu nome e dados. O farmacêutico somentepoderá realizar o serviço de Atenção Farmacêutica aopaciente se este assinar o termo de consentimentoinformado. Este termo deverá ser anexado a ficha dopaciente.
  149. 149. Data:___/___/______.Eu, ___________________________, autorizo o meu cadastramento no Programa de Atenção Farmacêutica(PAF) da DrogaDias. Tenho ciência que serei acompanhado pela(s) farmacêuticas da DrogaDias as quaisrealizarão o registro dos meus dados, monitoração da minha pressão arterial e realização de exames físicos ebioquimicos, sempre que necessário ao longo de todo o acompanhamento farmacoterapêutico. Desta maneira,eu poderei conhecer melhor meu quadro de saúde atual, sendo também orientado e acompanhado no uso dosmedicamentos (remédios) utilizados com o intuito de identificar possíveis problemas ocasionados e garantir queestes façam efeito esperado e sejam seguros para mim. Serei conscientizado sobre a minha doença, anecessidade de melhoria dos meus hábitos e da minha responsabilidade para o sucesso do tratamento emelhoria da minha qualidade de vida. Entendo que o objetivo deste acompanhamento é o controle do meuProblema de saúde e que minha participação é voluntária e posso recusar-me a participar ou interromper minhaparticipação a qualquer hora, sem penalização. Autorizo a utilização destes dados para publicação e estudosdesde que mantenha o sigilo de minha identidade.______________________ _____________________Assinatura do paciente Assinatura do Farmacêutico- CRF nºFONTE: modelo de autorização elaborado por Dra Renata Aubin Dias Saliba para o PAF da Farmácia DrogaDias.OBS: Para Projetos de Pesquisa Científica o Termo de Consentimento deverá conter os seguintes itens:nome da pesquisa, pesquisador com telefone, Patrocinador, Objetivo, procedimento do Estudo, Riscos eDesconfortos, Benefícios, Custo/Reembolso para o participante, Confidencialidade da pesquisa,assinatura do participante e do pesquisador.Modelo de Termo de ConsentimentoInformado para Pacientes da FarmáciaFarmáciaDIAS
  150. 150. Prezado(a) Dr(a),A Farmácia DrogaDias, localizada em Santo Antônio realiza o serviço de Atenção Farmacêutica .A Atenção Farmacêutica constitui uma nova filosofia de exercício profissional dofarmacêutico, que passa hoje pela concepção clínica da sua atividade, sua integração ecolaboração com o restante da equipe de saúde e o cuidado direto com o paciente.Neste tipo de serviço, podemos observar que a qualidade dos resultados é medida diretamente pelamelhoria da qualidade de vida do paciente. Essa melhoria pode ser obtida pela otimização da terapiamedicamentosa prescrita pelo médico e pela resolucão dos eventuais problemas relacionados aosmedicamentos. Assim, o que se propõe com a Atenção Farmacêutica não é o exercício dodiagnóstico ou da prescrição de medicamentos - de responsabilidade médica - mas oacompanhamento dos pacientes para garantir que 1) seus medicamentos prescritos sejamúteis para a solução ou alívio de seus problemas de saúde e 2) que não causem outrosproblemas de saúde para o paciente (doenças iatrogênicas).Dentro dessa nova diretriz de trabalho em equipe, contamos com seu auxílio e apoio para podermosimplantar um serviço que traga melhoria na qualidade de vida dos nossos pacientes.Anexo à esta carta, segue um relatório de acompanhamento do paciente Sr. J.A.Dra Renata Aubin Dias SalibaFarmacêutica-BioquímicaCoordenadora da Equipe de Atenção Farmacêutica da Farmácia DrogaDiasCarta de Apresentaçãode AF para o médicoFarmáciaDIAS
  151. 151. TABELA DE HORARIO PARA USO DE MEDICAMENTOSPACIENTE:JEJUM Medicamento:__________________ _________________:CAFÉ DA MANHÃ Medicamento:_________________ __________________ALMOÇO Medicamento:__________________ __________________A TARDE Medicamento:___________________ __________________JANTAR Medicamento:___________________ __________________A NOITE Medicamento:___________________ ___________________(Ao deitar) Como usar:++++++FarmáciaDIASComo usar:Como usar:Como usar:Como usar:Como usar:
  152. 152. E laborado  por:  Adhemar  PurchioPAC IE NTE :____________________________________________________________________________R G:                  S E XO: IDADE :___________ATIVO/  INATIVO  (DOE NÇ A)  /  APOS E NTADO MÉ DIC O: DATA:A B C DJ E J UM  C or/quantidade  C pr S /N ÁGUA L E ITE S UC OS OUTR OSX2  cr X X1  cr X1  cr XOB S E R VAÇ ÃO:  C oloco  a  caixa  do  medicamento  com  a  bolinha  da  cor  que  padronizei  na  talela  e  identifico  na  ficha  do  paciente  a  mes ma  cor,  por  medicamentoOR IE NTAÇ ÃO  AO  PAC IE NTE  S invas tatina  20  mgATE NÇ ÃO  E S TA  TAB E L A  VAI  L HE  AJ UDAR  A  C UMPR IR  O  S E U  TR ATAME NTO  MOS TR ANDO  O  HOR ÁR IO  C E R TO  DE  TOMAR  O  R E MÉ DIOTOME  S E U  R E MÉ DIO  C OM:PE R ÍODO  /  HOR ÁR IO QDADE R E MÉ DIOC aptopril  25  mgGlibenclamida  5  mg129 36129 36129 36129 36129 36129 36
  153. 153. EXAMES E AVALIAÇÃO DERESULTADOS CLÍNICOS
  154. 154. Valores de ReferênciaVARIÁVEIS VALOR DE REFERÊNCIAPressão arterial NCEP e IDF: < 130/85 mmHgGlicose jejum NCEP:< 110 mg/ dlIDF:< 100 mg/dlCircunferencia abdominal NCEP: <88cm para mulheres ou <102cm para homensIDF: <80cm para mulheres e <90cm para homensHDL-C NCEP e IDF: > 40 mg/dl (homem) e > 50 mg/dl (mulher)Triglicerideo NCEP e IDF: ≤150Colesterol total SBC: < 200 mg/dlLDL-C-C SBC: <129 mg/dlFrequencia cardiaca 60-100 bpmVLDL-C VR laboratório: 24-48 mg/dl para homens e 18-35 mg/dl para mulheresRelação Colesterol/hdl VR laboratório: 3,43 a 4,97 para homens e 3,27 a 4,44 para mulheresRelação LDL-C/hdl VR laboratório: 1,00 a 3,55 para homens e 1,47 a 3,22 para mulheresUreia VR Laboratório: 15-44 mg/ dlÁcido urico VR laboratório: <3,5-8,5 mg/dl para homens e <2,5-7,5 mg/dl paramulheresCreatinina VR laboratório: <0,7-1,2 mg/dl para mulheres e <0,8-1,5 mg/dl parahomensHemoglobina glicada(HbA1C)VR laboratório: < 7,0%Quadro 1: Valores de referência dos ExamesNCEP- National Cholesterol Education Programas Adult Treatment PanelIDF- International Diabetes Federation
  155. 155. RESULTADOS E IMPACTO DOACOMPANHAMENTOExperiência prática de farmacêuticos noBrasil
  156. 156. Impacto no seguimentofarmacoterapêutico em pacientes comSindrome MetabolicaProjeto de Pesquisa Científica realizadopela Farmácia Comunitária Privada(DrogaDias) em parceria com a UFES eSecretaria de Saúde de Vitória
  157. 157. Perfil dos pacientes participantesdo Acompanhamento•  Amostra: 50 pacientes sendo que 16% possuiam 2componentes da SM e 84% possuiam SM.•  Adesão ao programa de atenção farmaceutica de89,3%.•  Redução de 256,40% no número de internações ao finaldo estudo•  82% das intervenções farmacêuticas encaminhadas aomédico foram aceitas
  158. 158. Figura1: Proporção dos componentes alterados da SíndromeMetabólica, segundo NCEP . *p<0,05, comparando o final cominicio do estudo.Figura 2: Redução do Risco Absoluto de EventosCoronarianos em 10 anos no final do estudo (aumento donivel A e redução do nível C), levando em consideração ocálculo pelo Escore de Risco de Framingham (ERF)utilizando Colesterol total. A: Baixo Risco, B: Médio Risco eC: Alto Risco. * Significância: p<0,01
  159. 159. Resultados Questionário deSatisfação Farmacêutica•  Média do grau de satisfação dos usuários doa farmácia que possui ofarmacêutico e o Programa de Atenção Farmacêutica é de 4,55 ± 0,06,um valor maior do que o obtido nos demais estabelecimentos cujosresultados são 3,44 ± 0,18 (farmácia publica sem AF) e 3,66 ± 0,18(farmácia privada sem AF).•  O serviço de AF foi o fator que elevou o grau de satisfação dos usuáriosda farmácia que possui o serviço implantado. Ou seja, somente apresença de farmacêutico não aumenta a satisfação do paciente.•  Analisando cada item do questionário, o maior valor médio obtido noserviço da AF corresponde às seguintes questões: “o interesse dofarmacêutico pela sua saúde” (4,8 ± 0,6) e “o empenho do farmacêuticoem manter ou melhorar a sua saúde” (4,8 ± 0,7).
  160. 160. Figura 3: Nível médio de satisfação dos usuários dos serviços farmacêuticos A (privado comAF), B (privado sem AF), C (público sem AF). Os valores representam a média ± EPM. **p<0,01em relação ao serviço A.Referência: Andrade e colaboradores. Evaluation of the satisfaction level of patients attended by aPharmaceutical Care Program in a Private Communitarian Pharmacy in Vitória (ES, Brazil). BrazilianJournal of Pharmaceutical Sciences,2009
  161. 161. Farm.- Sua filha já usa há muito tempo?Maria- usa há 2 anos diariamente;Farm. Orienta que óleo mineral diminui aabsorção de nutrientes, prejudica a floraintestinal e a mucosa intestinal e aconselhaela a procurar um gastroenterologista;CASO CLÍNICO de dispensação Maria20/07/05 Maria (40) entra na farmácia e pedeóleo mineral para a filha que tem 7 anos;
  162. 162. Maria- foi o gastro que prescreveu e foi aúnica coisa que regularizou o intestinoda filha;Farm.- Tem tido acompanhamento do gastro?Qual a dose diária?Maria- Tem feito consultas periódicas;tem uma agendada para o próximo mês;da última vez ele disse para tomar emdias alternados uma colher de sopa;CASO CLÍNICO de dispensação Maria
  163. 163. Farm.- Seria bom para a saúde da sua filhaacrescentar mais fibra na alimentação;verduras, alimentos integrais, frutas etambém iogurte, yakult e água; também seriabom discutir este assunto com o gastro;Maria- ela não come verdura, nem alimentosintegrais, mas disse que iria conversar com ogastro; e pediu alguma opção em fibra oualguma outra coisa para não usar ou usarmenos óleo mineral;CASO CLÍNICO de dispensação Maria
  164. 164. F- Mostrou Fibra de Psilium em pó e disseque teria outras opções;Maria- agradeceu muito a atenção e saiu dafarmácia muito pensativa e sem levar nada;Maria- 2 horas depois voltou a farmácia ecomprou a fibra sugerida.CASO CLÍNICO de dispensação Maria
  165. 165. 17/09/07 - O irmão da paciente compra 2 sachês de psiliumpor semana e disse que todos na sua casa estão tendo umaalimentação mais saudável, comem frutas, verduras ealimentos integrais.2013 – Toda a família frequenta a farmáciaCASO CLÍNICO de dispensação Maria
  166. 166. 16626/04/07 Jojô1 ano e oito meses. 9Kg. 78cm. Com febre nos últimos 20dias. Segundo a avó, por pneumonia e agora por infecção noouvido.O paciente tem tomado freqüentemente azitromicina,amoxicilina, cefalexina, e outros medicamentos.Solicita indicação farmacêutica homeopática.Farmacêutico faz contato telefônicocom médico homeopata para atendê-loem caráter emergencial.
  167. 167. 167ENCAMINHAMENTO DE EMERGÊNCIACaro Dr. M.,Conforme contato telefônico, estou encaminhando o paciente: Jojô1 ano e oito meses. Com febre nos últimos 20 dias. Segundo a avó, porpneumonia e agora por infecção no ouvido.Informo que o paciente tem tomado freqüentemente azitromicina,amoxicilina cefalexina, e outros medicamentos.Encaminho o paciente, na certeza que o Sr. pode ajudá-lo a tomar menosmedicamentos e ter mais qualidade de vida.Muito obrigado pela atenção e parabéns pelo magnífico trabalho realizadono S.U.S em Itajaí.Atenciosamente,_____________________________Farmacêutico Rinaldo FerreiraCRF 2047Itajaí, 26 de abril de 200727/04/07 - O médico prescreveBelladonna 2LM, tomar em gotas
  168. 168. 16804/05/07 – Jojô está melhor. Sem febre e sem infecção.17/09/07 – Jojô teve mais 2 consultas com o médico homeopata. Segundoa avó, está mais saudável. “Não tem ficado mais doente por qualquercoisa”.16/04/09 – A avó de Jojô disse que apesar de Jojô ter ficado doente commenos frequência, quando tem uma crise, não consegue consultahomeopática imediata pelo S.U.S. e não pode pagar consulta particular.16/04/09 – O farmacêutico sugeriu que ela agendasse aconsulta imediatamente e fizesse consultas periódicas até oJojô não ter mais crises. Mesmo fora da crise o médico podeprescrever medicamento para deixá-lo mais saudável
  169. 169. Inalação ou NebulizaçãoO que é Nebulização?Conceito: transformação de ummedicamento líquido em um medicamentoinalável. Isso é realizado através de uminalador, onde a pressão do oxigênio fazcom que as moléculas se transformem emminúsculas gotas suspensas no ar,fazendo desse modo com que cheguemaos pulmões.169
  170. 170. NebulizaçãoMais Um Importante Serviço emFarmácias1. Serviço Importantíssimo em Farmácias(ex: Asma uma das principais causas de morteno mundo)2. Na Farmácia este serviço é de fácil acesso.3. Preparo e Monitoramento feito peloFarmacêutico.4. Serviço bem remunerado e valorizaçãodeste serviço pela população170
  171. 171. Requisitos Básicos para esteServiço•  Sala Ventilada com área mínima de 3metros quadrados ou que a vigilânciasanitária recomende no local.•  Chãos com bordas arredondadas e dematerial epóxi para fácil limpeza eassepsia.•  Pia e torneira com bancada de fácilassepsia. ( ex : inóx ); suporte para oaparelho•  Cadeira, saída para energia. 171
  172. 172. Requisitos Básicos para esteServiço•  A Sala deve ser separada da área comum daFarmácia com portas de preferência com anti-sala.•  Aparelho de compressor de ar ou cilindros deoxigênio•  Demanda de máscaras, conectores e copo-medida na utilização da medicação para adultose crianças com marcas que disponibilizem paraque estes sejam descartáveis.•  Disponibilizar medicação e diluentes exclusivospara cada paciente.172
  173. 173. IndicaçõesAS MAIS COMUNS :•  DPOC•  ASMA•  BRONQUITE•  PNEUMONIA•  FIBROSE PULMONAR•  RESFRIADOS ENTRE MUITAS OUTRASDOENÇAS RESPIRATÓRIAS.173
  174. 174. EXEMPLO DE COMPRESSOR174
  175. 175. EXEMPLO DE NEBULIZADOR175•  ESTE NÃO INDICADO PARA USOCOLETIVO
  176. 176. EQUIPAMENTOSDESCARTÁVEISATENÇÃO : ESTES EQUIPAMENTOSDEVEM SER EXCLUSIVOS DE UMÚNICO E SOMENTE PACIENTE176
  177. 177. VALORES DO SERVIÇO EMFARMÁCIA•  5,00 REAIS EM MÉDIA PARA AREALIZAÇÃO DA INALAÇÃO DENTRODE UMA FARMÁCIA.•  VENDE-SE O KIT MÁSCARA PARACADA PACIENTE SEPARADAMENTE.•  VENDE-SE A MEDICAÇÃO E ODILUENTE PARA CADA PACIENTESEPARADAMENTE.
  178. 178. Serviço de Nebulização naFarma Cura178
  179. 179. Serviço de Nebulização naFarma Cura179
  180. 180. Serviço de Nebulização naFarma Cura180
  181. 181. LEMBRETES IMPORTANTES•  RAPIDEZ E ATENÇÃO NESTE SERVIÇOPOIS O PACIENTE NECESSITA DEINTERVENÇÃO MEDICAMENTOSAIMEDIATA NA MAIORIA DOS CASOS.•  É DE EXTREMA IMPORTÂNCIAMONITORAR A PRESSÃO ARTERIAL EBATIMENTO CARDÍACO DURANTE OEVENTO E OBSERVAR QUALQUERALTERAÇÃO EM GERAL DO PACIENTE.181
  182. 182. Serviços FarmacêuticosCurativo queratolíticoPacienteSatisfeito18:23:41
  183. 183. Serviços FarmacêuticosPaciente satisfeito,propaga alguns anos18:23:41
  184. 184. Serviços FarmacêuticosPara remunerar o serviço!18:23:41
  185. 185. Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosÉ só implementar.18:23:41
  186. 186. Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosEu vou tentar ensinar18:23:41
  187. 187. Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosMostrar o caminho18:23:41
  188. 188. Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosVocê só precisa ter coragem e aplicar18:23:41
  189. 189. Serviços Farmacêuticos18:23:41
  190. 190. Serviços Farmacêuticos18:23:41
  191. 191. Serviços Farmacêuticos18:23:41
  192. 192. Serviços Farmacêuticos18:23:41
  193. 193. Serviços Farmacêuticos18:23:41
  194. 194. Remuneração dos ServiçosFarmacêuticosPERGUNTAS18:23:41
  195. 195. 195Medição de Pressão Arterial:(1h)
  196. 196. SERVIÇOS FARMACÊUTICOS      POSTURA  PROFISSIONAL  
  197. 197. SERVIÇOS FARMACÊUTICOS
  198. 198. SERVIÇOS FARMACÊUTICOS    APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS1º Serviço e presente até hojeRedes de desconto não oferecem +EMEDIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL1º Enfrentamento18:23:41
  199. 199. MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL    Hipertensão ArterialConceitoA Hipertensão Arterial (HAS) representa um dosm a i o r e s d e s a f i o s e m s a ú d e p ú b l i c a ,particularmente pela complexidade dos recursosnecessários para seu controle como doença .Fonte: Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS)18:23:41
  200. 200. MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL    Hipertensão Arterialü  Populações acima de 35 anos de idadeü  HAS, pode chegar a 4 em cada 10 pessoasEsta enfermidade é geralmente desconhecida pelametade dos pacientesFonte: Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS)18:23:41
  201. 201. MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL    Hipertensão Arterial...pior, como resultado desta situação, aproximadamente 60%de pacientes apresentam algum tipo de complicação.Fonte: Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS)
  202. 202. MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL    Hipertensão ArterialEntre aqueles que conhecem seu problema, somente ametade deles recebe algum tipo de assistência médica paraseu controle.Se a metade não conhece e somente a metade da metaderecebe assistência ...Deixamos 75% de todos os casos sem nenhum tipo deatenção ou serviços médicos.Fonte: Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS)
  203. 203.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  Evolução da assistência em saúde     Como a farmácia é um estabelecimento desaúde, de fácil acesso, onde o farmacêutico estádisponível em período integral; é oportuno paraque possa contribuir com a saúde pública naprevenção,identificação,triagem eorientação...dos possíveis hipertensos.
  204. 204.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  A Farmácia pode contribuir na reduçãodas complicações de saúde da180 X 95Hipertensão ArterialP.A.
  205. 205.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial180 X 95ñRCVq Urgência $q Emergência $$q AVC $$$q Cirurgia $$$$q Revascularização $$$$$
  206. 206.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  180 X 95ñ  RCVA Farmácia deve contribuir na redução dos custoscom os hipertensos no serviço público (SUS); noserviço privado (planos de saúde) e para sociedade.
  207. 207.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  OBSERVEM UM PROBLEMA!
  208. 208.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  A grande maioria dos profissionais de saúde nãosabem ou não querem medir a pressão arterialcorretamente – médicos inclusive....analisem o que eu vou apresentar
  209. 209.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  O profissional de saúde deve saber o que fazercom o resultado da medição.Para isso é preciso ter “Conhecimento”
  210. 210.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Hipertensão Arterial  1.  Na Farmácia... paciente entra..., mede a P.A.2.  Recebe o resultado da medição,...3.  ???4.  O que é feito com o resultado ?OPORTUNIDADE
  211. 211.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL        Paciente sabe que é hipertenso ?140x80 é normal?
  212. 212.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL        Paciente sabe que é hipertenso ?•  Qual é a diretriz da Sociedade Brasileira deCardiologia para P.A. ?•  www.cardiol.br•  Qual é o habito de vida do paciente
  213. 213.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Tabela 6 - Classificação da pressão arterial de acordo com amedida casual no consultório (> 18 anos)Classificação Pressão sistólica (mmHg) Pressão diastólica (mmHg)Ótima < 120 < 80Normal < 130 < 85Limítrofe* (normal alta) 130–139 85–89Hipertensão estágio 1 140–159 90–99Hipertensão estágio 2 160–179 100–109Hipertensão estágio 3 ≥ 180 ≥ 110Hipertensão sistólica isolada ≥ 140 < 90Quando as pressões sistólica e diastólica situam-se em categorias diferentes, a maiordeve ser utilizada para classificação da pressão arterial.* Pressão normal-alta ou pré-hipertensão são termos que se equivalem na literatura.
  214. 214.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL        Ø Paciente deve saber o valor idealpara prevenir danos ao coração•  Sistólica > 125 (inspira cuidados)•  Limítrofe = Pré-hipertensão
  215. 215.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Conhecimento da Técnica
  216. 216.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Conhecimento da Técnica•  Tipo do aparelho – escolha•  Tamanho do Manguito (Esfigmomanometro)Circunferência do braço acima de 36, não é possívelmedir com manguito normal, já é necessáriomanguito de adulto grande (obeso), com largura de15 a 16 cm; caso contrario o resultado obtido é maiorque o correto.
  217. 217.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      Conhecimento da TécnicaTabela 2 - Dimensões da bolsa de borracha para diferentes circunferências debraço em crianças e adultos (D)Bolsa de borracha (cm)Denominaçãodo manguitoCircunferênciado braço (cm)Largura ComprimentoRecém-nascido ≤ 10 4 8Criança 11–15 6 12Infantil 16–22 9 18Adulto Pequeno 20–26 10 17Adulto 27–34 12 23Adulto grande 35–45 16 32
  218. 218.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  219. 219. Conhecimento da Técnica•  Aparelho esta com o selo do INMETRO – aferiçãoanual ?•  Altura do apoio de braço – altura do coração•  Estado do paciente - (deixar em repouso 10’)  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  220. 220. Conhecimento da Técnica•  Aparelho eletrônico de pulsoGeralmente 10mmHg à maior•  Para uso no domicilio•  Estado do paciente - (deixar em repouso 10’)  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  221. 221. Colocar o manguito 2 a 3 cm da fossa cubital  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  222. 222. Conhecimento da Técnica•  Bexiga cheia?•  Perna cruzada?•  Posição do paciente na cadeira ...•  Paciente esta bem sentado?•  Manguito 2 a 3 cm Î da fossa cubital  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  223. 223. Conhecimento da Técnica•  Quantas medições devem ser feitas?•  Considerar a média das duas últimas medições•  Repetir medição em caso de dúvida no outrobraço?18:23:41  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  224. 224. Posição pacienteesta correta?  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  225. 225. Altura do CoraçãoBolsa + Perna Cruzada  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  226. 226. Observe a altura do braço emrelação ao coração  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  227. 227.  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  228. 228. Verificar se blusanão esta apertadaApoio de braçonão adequado  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  229. 229.  CONDUTA180 X 95•  Deve-se encaminhar para serviço de emergência ?•  Qual a conduta farmacêutica correta?  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  230. 230. •  Tranquilizar o paciente•  Marcar retorno em outro período e ou no dia seguinte•  Esta deve ser a conduta farmacêutica  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  231. 231. CONDUTAConhecimento•  Hipertensão Arterial em geral não é emergênciaPERGUNTO!•  Hipertensão Arterial, ...não é uma doença crônica?  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  232. 232. CONDUTAConhecimento•  Baixar muito rápido a P.A. – pode ser um Risco•  Adalat sublingual / Sustrate / Captopril sublingual -como anti-hipertensivo de emergência !!!•  Efeito rebote no dia seguinte  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  233. 233. CONDUTAConhecimento•  Saber quanto tempo é hipertenso ?•  Se não sabia!•  ... avaliar situação.•  Exceções: Atenção para I.R./Falência Renal ...  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  234. 234. Paciente faz uso de medicação?Ø Se faz? Faz uso regular ?Ø Adesão ao tratamentoØ Condição financeira do pacienteØ  Saber se é possível bancar $ o tratamento sugerido pelomédico  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  235. 235. CONDUTAConhecimento•  Cuidado – paciente com IR não pode baixar muito;•  O nefrologista deseja ~130X80•  P.A. em pacientes com IR – 110X65 (é baixo)•  A perfusão não é suficiente qdo. P.A. é baixa  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  236. 236. Paciente faz uso de medicação?Ø Mito da interação com álcoolØ  Descontinuidade do tratamento em véspera de festas eFinais de SemanaØ Final de semanaØ  Domingo e segunda (maior incidência acidente)    MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  237. 237. Paciente faz uso de medicação?Atenção!!Ø Triglicerídeos X ÁlcoolO Álcool é um dos principais responsáveis pelamanutenção do triglicerídeo alto - ñ150.Ø Colesterol X EstatinasO fígado produz colesterol a noite, então deve-seorientar o paciente a tomar a estatina a noite.      MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  238. 238. Paciente faz uso de medicação?Ø Orientar horários e interação com alimentaçãoØ  Ex. Captopril ..? – será que é importante?Ø  Vale a pena investirØ  O importante é o resultado, P.A. não se mexe ...Ø  ... ou paciente corre o risco de não aderir.    MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  239. 239. Ø Um único medicamento reduz 10mmHg em6 meses de tratamentoØ 150 X 90 para 140X85 – vc. sabia disso?Ø  Resultado não é imediatoØ  O médico é que deve decidir depois de alguns mesescom acompanhamento se o medicamento é ou não efetivopara o paciente.Ø  FARMÁCIA – serviço não qualificado põe tudo a perder,  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  240. 240. Orientação e AcompanhamentoUm único medicamento+Mudança hábito de vida•  Pode reduzir até 30mmHg em 6 meses detratamento    MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  241. 241. Orientação•  Hábito alimentar•  Estilo de vida•  Lazer•  Prática de atividade física freqüente•  Exemplo: ~ 200’ de caminhada por semana  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  242. 242. Tabela de Iniciação para Caminhada leveDia da Semana 1º 2º 3º 4ºSegunda FeiraTerça FeiraQuarta FeiraQuinta FeiraSexta FeiraSubtotalSábadoDomingoTotalMeta 120 min.4x 30’140 min.4x35’160 min4x40’200 min4x50’  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  243. 243.  RECAPITULANDO    P.A. - DiastólicaØ  Ç85 mmHg é considerado hipertensãoP.A. - SistólicaØ  Ç130 mmHg é considerado pré-hipertensão  MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  244. 244.  Registrar  na  Carteirinha  do  Paciente    •  Estabelecimento  deve  fornecer    •  Farmacêu6co  deve  anotar  com  data,  hora  e  assinatura    Anotar  na  ficha  controle  do  estabelecimento  •  Resolução  44/2009  -­‐  ANVISA    MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  245. 245. É  possível  liberar  este  serviço  para  os  não  farmacêu)cos  na  farmácia  ?    Perguntas.        MEDIÇÃOPRESSÃO ARTERIAL      
  246. 246. 247Medição de Glicemia: (1h)
  247. 247. MEDIÇÃO GLICEMIAVocê dispõe deste serviço?
  248. 248. OBJETIVORastreamentoIdentificar possíveis diabéticosControleAcompanhamento do diabéticoMEDIÇÃO GLICEMIA
  249. 249. GlicosímetrosMEDIÇÃO GLICEMIA
  250. 250. Aparelho utilizado – GlicosímetroØ Varias marcas no mercadoØ Verificar preço fitasØ Segurança do aparelhoMEDIÇÃO GLICEMIA
  251. 251. Glicemia de jejum no sangueØ Jejum de 8 a 10 horasØ Valor normal 70mg/dL-99mg/dLØ Lembrando que 99mg/dL esta pela “bola 7”Ø Histórico do Paciente– Glicemia normal jejum - 70 a 80 (vários registros – anos)– Glicemia normal jejum - 90 a 99 (Merece monitoramento)MEDIÇÃO GLICEMIA
  252. 252. Glicemia pós-prandialØ Após refeição mista - 2 ou mais horasØ Valor normal 99mg/dL a 125mg/dLØ Níveis acima de 140mg/dL - duas ocasiõesdiferentes - suspeita diabetesØ Níveis superior a 200mg/dL – possível diabético(encaminhar médico)MEDIÇÃO GLICEMIA
  253. 253. Glicemia:Ø A concentração normal tende a aumentar demodo discreto, mas progressivo, após os 50anos, especialmente nos indivíduos que sãosedentários e ou obesos.    MEDIÇÃO GLICEMIA
  254. 254. Esta paciente nãosabia que eradiabética !
  255. 255. Este pacientetambém não sabiaque era diabético !
  256. 256. DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1 – 1) > Desconforto / DiarréiaAdesão ao tratamento, paciente administra somente 1 no almoço pelodesconforto e diabete não esta controlada. Farmacêutico deve ajustara dose. Ex.Seguimento da Dispensação, orientação do processo deuso, avaliação do resultado (½ – 1 – ½)Prescrição 3x/dia – Iniciar com 1 ao dia na 1º semana, depois 2 ao dia ena 2ª semana 3x/dia > acompanhando sempre o resultado.•  Metformina - Novos estudos ] Dose máxima 2g/dia
  257. 257. DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1 – 1) > Desconforto / DiarréiaAdesão ao tratamento, paciente administra somente 1 no almoço pelodesconforto e diabete não esta controlada. Farmacêutico deve ajustara dose. Ex.Seguimento da Dispensação, orientação do processo deuso, avaliação do resultado (½ – 1 – ½)Prescrição 3x/dia – Iniciar com 1 ao dia na 1º semna, depois 2 ao dia ena 3 semana 3x/dia > acompanhando sempre o resultado.•  Metformina - Novos estudos ] Dose máxima 2g/dia
  258. 258. DIABETESSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  Metformina - Dose máxima 3g/dia•  Metformina 850mg (1 – 1 – 1) > Desconforto / DiarréiaAdesão ao tratamento, paciente administra somente 1 no almoço pelodesconforto e diabete não esta controlada. Farmacêutico deve ajustara dose. Ex.Seguimento da Dispensação, orientação do processo deuso, avaliação do resultado (½ – 1 – ½)Prescrição 3x/dia – Iniciar com 1 ao dia na 1º semna, depois 2 ao dia ena 3 semana 3x/dia > acompanhando sempre o resultado.850 X 3 = 2.550mg/dia•  Metformina - Novos estudos ] Dose máxima 2g/dia•  (500mg – 850mg – 500mg ) ] Uso Racional
  259. 259. Avaliação do Resultado•  Registros – Carteira registro e na Registro na Fcia.•  Medição Glicemia X Resultado X PosologiaDIABETESSeguimento da Dispensação
  260. 260. ü H1A1Cü É possível ter uma informação mais realü ≥ 6,0 ~ 6,5 depende a técnicaü Estão chegando os aparelhos portáteis paramedição em farmácia e/ou em casa.ü Enquanto não vem podemos pedir para pacientesolicitar exame no LaboaratórioDIABETESSeguimento da Dispensação
  261. 261. Sintomas“possível diabético”Ø Os primeiros sintomas do diabetes estão relacionadosaos efeitos diretos da concentração sérica alta deglicose.Ø Quando esta é superior a 160 a 180 mg/dL, a glicosepassa para a urina.
  262. 262. Sintomas“possível diabético”Ø Os primeiros sintomas do diabetes estão relacionadosaos efeitos diretos da concentração sérica alta deglicose.Ø Quando esta é superior a 160 a 180 mg/dL, a glicosepassa para a urina.
  263. 263. Sintomas“possível diabético”Ø Quando a concentração aumenta ainda mais, os rinsexcretam uma maior quantidade de água para diluir agrande quantidade de glicose.Ø Como os rins produzem um excesso de urina, oindivíduo com diabetes elimina grandes volumes deurina (poliúria).Ø O que acarreta uma sede anormal (polidipsia).
  264. 264. Sintomas“possível diabético”Ø Como ocorre uma perda excessiva de calorias pela urina,o indivíduo perde peso.Ø Para compensar, o indivíduo freqüentemente sente umafome excessiva (polifagia).Ø Outros sintomas incluem a visão borrada, a sonolência, anáusea e a diminuição da resistência durante o exercício.
  265. 265. Sintomas“possível diabético”Ø Por causa da gravidade do déficit de insulina, osindivíduos com diabetes tipo I quase sempre perdempeso antes de serem submetidos a um tratamento.Ø Nos indivíduos com diabetes tipo I, os sintomascomeçam de modo abrupto e podem evoluir rapidamentepara uma condição denominada cetoacidose diabética.Ø A maioria dos indivíduos com diabetes tipo II não perdepeso.
  266. 266. MEDIÇÃO COLESTEROLØ Porque não pode ?Ø Equipamento é o mesmo ?Como a farmácia é um estabelecimento de saúde, de fácilacesso, onde o farmacêutico está disponível em períodointegral; é oportuno para que possa contribuir com a saúdepública na prevenção,identificação,triagem eorientação dos problemas de saúdeØ Colesterol não é um problema de saúde pública ?
  267. 267. MEDIÇÃO COLESTEROLENFRENTAMENTO
  268. 268. MEDIÇÃO COLESTEROL
  269. 269. COLESTEROLSeguimento da DispensaçãoOrientação do processo de uso•  SINVASTATINA - 10; 20; 40; 80mgAdesão ao tratamento, paciente administra somente 1 no almoço pelofato de na prescrição estar escrito tomar uma comprimido ao dia. Nãofoi orientado, como pode saber quando tomar.Avaliação: Pacienta administra um comprimido de 40mg no almoço edosagem de colesterol, não controlada, pelo simples fato de mudarpara noite, depois de 30 dias colesterol baixa, ou controladoIsto é Seguimento da dispensação > Uso racionalAvaliação do Resultado•  Registros – Carteira registro e na Registro na Fcia.•  Medição Colesterol X Resultado X Posologia
  270. 270. COLESTEROLÉ importante mostrar para o paciente o que é colesterol e oque ele causaCoágulo de sangue
  271. 271. COLESTEROL
  272. 272. COLESTEROLAmigosdo Colesterol
  273. 273. COLESTEROLInimigosdo Colesterol
  274. 274. MEDIÇÃO COLESTEROLØ Objetivo é o rastreamentoØ Conhecer e identificar novos indivíduosØ Importante para acompanhamento e SeguimentoFarmacoterapêutico.Ø Atenção FarmacêuticaØ Na identificação...Ø Não conflita com L.A.C.Ø Encaminhar para o Laboratório para fazer frações
  275. 275. MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOSØ Porque não pode ?Ø Equipamento é o mesmo ?Como a farmácia é um estabelecimento de saúde, de fácilacesso, onde o farmacêutico está disponível em períodointegral; é oportuno para que possa contribuir com a saúdepública na prevenção,identificação,triagem eorientação dos problemas de saúdeØ Triglicerídeos não é um problema de saúde?
  276. 276. MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOS
  277. 277. TRIGLICERIDEOS
  278. 278. TRIGLICERIDEOSTriglicérides ou triglicerídeosTodos os alimentos que possuem “gordura” contém triglicérides, e osque possuem carboidratos podem produzir triglicérides.Cuidado com os doces, massas, refrigerantes e bebidas alcoólicas.
  279. 279. Edições Portuguesas junho e julho/1999
  280. 280. TRIGLICERIDEOS“Triglicérides são uma forma de gordura que circula na corrente sangüínea eé armazenada no tecido adiposo do corpo. O nível alto de triglicérides estáassociado a um aumento no risco de doenças do coração, especialmentequando está associado a colesterol alto e outros fatores de risco como tensãoarterial.O excesso de carboidratos (especialmente açúcares) e calorias em geral faz aconcentração de triglicerídeos no corpo aumentar.Um nível elevado de triglicérides pode ser conseqüência de outras desordens,como diabetes não controlada, por exemplo. O nível de Triglicérides, assimcomo o nível de colesterol, pode ser detectado em um simples exame desangue, que pode ser realizado na farmácia.”Off Farma Revista - Ordem dos Farmacêuticos
  281. 281. MEDIÇÃO TRIGLICERIDEOSØ Objetivo é o rastreamentoØ Conhecer e identificar novos indivíduosØ Importante para acompanhamento e SeguimentoFarmacoterapêuticoØ Atenção FarmacêuticaØ Não conflita com L.A.C. – Não é diagnósticoØ O risco sanitário da Glicemia é maior
  282. 282. MEDIÇÃO PARÂMETROSBIOQUÍMICOS      Melhorou  seu  conhecimento?  Perguntas.    Não  se  esqueça!  Enfrentamento      
  283. 283. 288Injetáveis: (1h)
  284. 284. Aplicação de InjetáveisINTRODUÇÃO DO PERFIL DO PROFISSIONALadministração de medicamentos é uma das maissérias responsabilidades que pesam sobre osprofissionais da saúde. A aplicação demedicamentos injetáveis, feito com técnicacorreta muitas vezes ajuda a salvar vidas,combater doenças, trazendo benefícios para apopulação. Você que é um profissional devepossuir habilidades e conhecimentos dastécnicas de aplicação, descarte e higiene paraque não cause danos graves e irreversíveis àsaúde do paciente. O bom profissional deve ter:
  285. 285. 1 Habilidade cognitiva :•  Conhecimento teórico•  Princípios científicos
  286. 286. 2 HabilidadeTécnica:•  destreza manual•  planejamentodo material•  Princípios científicos•  medidas de biossegurança•  Lavagem correta das mãos•  saber lidar com material estéril•  saber lidar com material contaminado
  287. 287. 3 Habilidade Interativa•  Boa aparência•  Uniforme sempre limpo•  Cabelos curtos ou presos•  Unhas limpas e curtas•  Homem de preferência sem barba•  Mulher com maquiagem discreta•  Sem adereços•  Sapatos fechados e de couro•  Sem mau hálito e odores excessivos ou suor excessivo•  Iniciativa•  Responsabilidade•  Princípios éticos•  Relacionamento interpessoal•  Trabalho em equipe•  Comunicação
  288. 288. * Ser maior de idade*Ter curso técnico devidamentereconhecido
  289. 289. Administração de Injetáveis•  Profissional deve obedecer à regra dos nove certos:•  1 - Medicamento certo•  2 - Paciente certo•  3 - Dose certa•  4 - Hora certa•  5 - Via certa•  6 - Documentação certa•  7 - Ação certa do fármaco•  8 – Forma Farmacêutica do Fármaco•  9 – Resposta do Fármaco no Paciente (Farmacovigilância )
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