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Dor Crônica: Anamnese - Profa. Rilva - GESME

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Transcript

  • 1. DOR: ANAMNESE DO PACIENTE COM DOR CRÔNICADOR CRÔNICA Profa. RilvaProfa. Rilva LopesLopes de Sousade Sousa--MuñozMuñoz Centro deCentro de CiênciasCiências MédicasMédicas -- UFPBUFPB rilva@ccm.ufpb.br
  • 2. OBJETIVOS DA EXPOSIÇÃO Dor Crônica: Anamnese • fornecer uma revisão da anamnese com enfoque no sintoma dor; • identificar as principais questões• identificar as principais questões semiológicas da anamnese do paciente com dor; • caracterizar a dor crônica como fenômeno multidimensional no contexto da anamnese.
  • 3. FATOS CLÍNICOS RELACIONADOS À DOR •Experiência subjetiva; •Altamente variável; •Não é uma sensação•Não é uma sensação isolada; • Influência de fatores psicossociais e culturais.
  • 4. O que é DOR?... “Experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões. A dor é semprede tais lesões. A dor é sempre subjetiva e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências”. (International Association for the Study of Pain)
  • 5. “DOR“DOR TOTAL”TOTAL” (Cecily(Cecily Saunders)Saunders)
  • 6. DORDOR –– História da Doença AtualHistória da Doença Atual "Decálogo da Dor""Decálogo da Dor" •• duração;duração; ••início e evolução;início e evolução; •• localização;localização; •• irradiação;irradiação;•• irradiação;irradiação; •• intensidade;intensidade; •• qualidade;qualidade; •• sinais e sintomas concomitantes;sinais e sintomas concomitantes; •• fatores desencadeantes, agravantes e quefatores desencadeantes, agravantes e que aliviam;aliviam; •• repercussão;repercussão; •• tratamentos realizados.tratamentos realizados.
  • 7. DURAÇÃO E EVOLUÇÃODURAÇÃO E EVOLUÇÃO ••AgudaAguda •• CrônicaCrônica –– contínua,contínua,•• CrônicaCrônica –– contínua,contínua, intermitenteintermitente •• RecorrenteRecorrente
  • 8. O Paciente com Dor Crônica
  • 9. ANAMNESE Permitir que o paciente conte a sua história Dar oportunidade para que ele expresse seus sentimentos
  • 10. SURGIMENTO DA DOR • Como apareceu? Data precisa do surgimento e circunstâncias relacionadascircunstâncias relacionadas Forma de início: súbita ou gradual Tratamento recebido quando surgiu a dor
  • 11. INÍCIO • Formas de início insidioso: dor ulcerosa péptica, cólica biliar;cólica biliar; brusco, agudo: infarto agudo do miocárdio, discopatia lombar; instantâneo, brutal, intenso e persistente: úlcera péptica perfurada, ruptura de aneurisma.
  • 12. • Formas de evolução a) Dor aguda: contínua: pancreatite; EVOLUÇÃO contínua: pancreatite; intermitente: cólica intestinal; paroxística: neuralgias; enxaqueca em salvas.
  • 13. • Formas de evolução b) Dor crônica: EVOLUÇÃO contínua: doenças malignas; rítmica e periódica: dor ulcerosa, hemicrânia.
  • 14. QUALIDADE •• Dor em cólica: cólica intestinal,cólica intestinal, cólica menstrual;cólica menstrual; •• Dor em pontada: dor pleurítica;dor pleurítica; •• Dor em queimação: dor dador da•• Dor em queimação: dor dador da esofagite.esofagite. • Dor Pulsátil: enxaqueca; • Dor surda: dor lombar; • Dor constritiva: dor da angina do peito.
  • 15. • Pede-se para o paciente indicar precisamente onde se localiza a dor; LOCALIZAÇÃO onde se localiza a dor; • Em geral, indica a provável projeção da estrutura comprometida, mas não necessariamente
  • 16. Diagrama corporal de localização e distribuição espacial da dor
  • 17. • Há irradiações típicas de grande valor diagnóstico: dor precordial de origem isquêmica; cólica renal; IRRADIAÇÃO cólica renal; lombociatalgia. • Migração da dor: mudança de localização de uma dor em relação ao local inicial de aparecimento; apendicite aguda
  • 18. INTENSIDADE • Aspecto subjetivo, a ser valorizado em associação com outras manifestações; • A personalidade influi: - Os hipersensíveis a exageram;- Os hipersensíveis a exageram; - Os hiposseníveis a minimizam; • Dor aguda e intensa: manifestações neurovegetativas (taquicardia, taquipneia, palidez, sudorese, agitação psicomotora, choro, grito).
  • 19. FATORES QUE MODIFICAM A DOR • Fatores desencadeantes ou agravantes; • Fatores de alívio;• Fatores de alívio; • Efeito de perturbações emocionais, repouso, tranquilidade, movimento da parte envolvida, posição, pressão local, frio, esforço, tosse; alimentação, evacuação, menstruação, sono, medicamentos.
  • 20. TRATAMENTOS • Procedimentos terapêuticos realizados e resultados alcançadosresultados alcançados • Uso crônico de medicamentos: efeitos adversos, efeito adictivo
  • 21. SINTOMAS ASSOCIADOS • Ajudam a identificar o sistema afetado; • Presença de manifestações neurovegetativas: intensidadeneurovegetativas: intensidade da dor aguda; • Sintomas ansiosos e depressivos; • Insônia.
  • 22. i Prejuízo nas atividades cotidianas Capacidade funcional Influência no trabalho e recreação Depressão Ansiedade Insônia Comprometimento da auto-imagem REPERCUSSÕES SOBRE A VIDA DO PACIENTE Marital / família / relações sociais Perda de papel social Isolamento social Perdas financeiras Alros custos com saúde Absenteísmo Baixa produtividade
  • 23. • Melhora, piora,inalterabilidade A dor piorou ou melhorou com o tempo? Localização e irradiação se PROGRESSÃO E DIAGNÓSTICOS Localização e irradiação se alteraram? Qualidade e intensidade se alteraram? • Exames complementares realizados desde o início
  • 24. ANTECEDENTES PESSOAIS PATOLÓGICOS • Transtornos psicológicos prévios; • Utilização de medicamentos• Utilização de medicamentos prescritos; • Abuso de drogas: fumo, álcool e drogas ilícitas; • Doenças, cirurgias, acidentes.
  • 25. ANTECEDENTES FAMILIARES • Saúde dos pais e irmãos: manifestações dolorosas com frequência;frequência; • Relacionamento marital e com os filhos: Família disfuncional; • Doença crônica na família.
  • 26. ANTECEDENTES PSICOSSOCIAIS • Eventos estressantes vitais; • Perdas interpessoais e• Perdas interpessoais e materiais recentes; • Mudanças; • Questões de indenização e litigiosas.
  • 27. ANTECEDENTES PSICOSSOCIAIS • Atitudes e expectativas • Sistema de crenças; •• ““ComportamentoComportamento dede DoenteDoente”;”; • Ganhos primários e secundários.
  • 28. DIAGNÓSTICO DA ORIGEM DA DOR • Diagnóstico simplifica-se quando apresenta todas as características;características; • NEM SEMPRE estão presentes as principais características; • Podem ocorrer características atípicas.
  • 29. A ANÁLISEA ANÁLISE SEMIOLÓGICASEMIOLÓGICA MINUCIOSA DOMINUCIOSA DO PACIENTE COM DORPACIENTE COM DORPACIENTE COM DORPACIENTE COM DOR É OÉ O ELEMENTOELEMENTO DIAGNÓSTICO MAISDIAGNÓSTICO MAIS IMPORTANTEIMPORTANTE
  • 30. “Os corpos não sofrem, as pessoasas pessoas sofrem” (Eric Cassel)