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Palestra - Pós-Graduação no Brasil

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Palestra apresentada no II JOQA, UFMT - Araguaia. Pós Graduação no Brasil: Histórico, Estado Atual e Perspectivas

Palestra apresentada no II JOQA, UFMT - Araguaia. Pós Graduação no Brasil: Histórico, Estado Atual e Perspectivas

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  1. Pós Graduação no Brasil: Histórico, Estado Atual e Perspectivas Prof. Dr. Ricardo Stefani
  2. Universidade O Artigo 52 da LDB define Universidade como: “Uma instituição pluridisciplinar de formação dos quadros de profissionais de nível superior, de pesquisa, de  extensão e de domínio e cultivo do saber humano “Uma universidade deve estar apoiada no tripé Ensino, Pesquisa e Extensão e possui autonomiaplena para abrir e fechar cursos, sempre com respeito às normas e leis específicas.
  3. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Universidade x Faculdade• No Brasil, a universidade é um dos tipos de instituição responsável pela transmissão doconhecimento em nível superior. As outras são: As Faculdades e os Centros Universitários.• Faculdade: Como instituição isolada não possui nenhuma autonomia, precisa de autorizaçãodo MEC para tudo. Não podem oferecer pós-graduação stricto sensu (revogado).•Centro Universitário: Possui certa autonomia, podem oferecer pós-graduação stricto sensu,mas não são obrigadas.•Universidade: Autonomia plena. São obrigadas a fazer pesquisa, extensão e a oferecer pós-graduação stricto sensu
  4. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Universidade - Unidades• As unidades acadêmicas são as subdivisões de uma universidade. Dependendo da divisãoadministrativa, pode congregar vários institutos, faculdades e pró-reitorias. •Divisões Acadêmico-administrativas: •Reitoria: Órgão máximo de administração da universidade, onde são tomadas todas as decisões que afetam a universidade como um todo. A palavra reitor sugir no séc. XII e vem do latim: rector scholarum •Pró-reitorias: São órgãos auxiliares da reitoria e a ela subordinados. São órgãos especializados, onde são tomadas decisões sobre temas específicos da vida universitária. Comparando-se com governo de países seriam como se fossem ministérios. •Institutos, Escolas e Faculdades: São órgãos que possuem autonomia administrativa e financeira, e é onde a vida acontece de fato (Ensino, pesquisa e extensão). Não estão subordinados a nenhuma pró-reitoria, mas à reitoria. Contudo, podem se reportar às pró-reitorias para demandas específicas.
  5. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Institutos x Faculdades x Escolas• Existem diferenças entre Institutos, Faculdades e Escolas • Institutos: Congregam áreas básicas do conhecimento humano, é um órgão especializado. Por exemplo: Química, Física, Biologia, Matemática, etc. É voltado para o Ensino, Extensão e a Pesquisa em áreas básicas. •Faculdades: Congregam áreas aplicadas do conhecimento humano, geralmente é um órgão mais abrangente que um insituto. Exemplo: Faculdade de Direto, Engenharia, Saúde, etc. Voltado para Ensino, Pesquisa e Extensão. •Escolas Superiores: Podem ter características tanto de instituto quanto de Faculdade. Em Portugual, muitas escolas são voltada quase que exclusivamente para ensino, não havendo pressão para pesquisa e extensão. No Brasil, a diferença entre escola e faculdade se tornou mera questão de nomenclatura.
  6. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso O Ensino superior• Em nível de graduação •Tecnologia •Bacharelado •Licenciatura• Em nível de pós-graduação •Lato sensu •Aperfeiçoamento •Especialização •Stricto sensu •Mestrado Acadêmico •Mestrado Profissional •Doutorado• O PÓS-DOUTORADO •O pós-doutorado é apenas um período de estágio de um (geralmente recém-) doutor. Não é título e nem grau acadêmico, portanto não existe o título de “pós-doutor”. O último e mais alto grau acadêmico é o grau de doutor. PhD não significa pós-doutor, e sim Philosophiae Doctor
  7. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Nível de Graduação• Tecnologia • Formam profissionais para atuar em uma área específica de aplicação do conhecimento, de acordo com as demandas do mercado, possuem duração de 2 a 4 anos. Podem assumir responsabilidade técnica de forma restrita.• Bacharelado • Duram de 4 a 6 anos e oferecem formação nas áreas de Ciências e também nas profissões que necesitem de regulação do estado (Engenharias, Saúde, Administrativas, Direito, Química, Biologia, etc.). Bacharéis podem assumir responsabilidade técnica de forma plena.•Licenciatura • Duram de 3 a 5 anos e oferecem formação na área de Ciências, habilitando o seu portador a atuarem como professores em nível básico e em nível superior, se não houver exigência de titulação para o cargo. Os licenciados também podem atuar onde os bacharéis e tecnólogos atuam, mas não podem assumir responsabilidade técnica.
  8. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Nível de Pós-Graduação•Lato Sensu •Aperfeiçoamento •Tem duração de 120H a 360H e permite que seu portador se aperfeiçoe em alguma disciplina de sua área de formação. Por exemplo: Química Analítica. É mais abrangente que Especialização e não há obrigatoriedade de apresentação de monografia. •Especialização • Tem duração de no mínimo 360 H e permite que o seu portador se torne especialista em uma subárea de conhecimento, por exemplo: Química Orgânica/Química do Petróleo, Química Analítica/Química Forense. Deve-se elaborar uma monografia. É muito valorizada pelo mercado. Um exemplo de especialização é o MBA (Master of Business Administration).
  9. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Nível de Pós-Graduação•Stricto Sensu •Mestrado Acadêmico Duram de 1 a 3 anos. O objetivo é preparar profissionais para a atuação em pesquisa científica básica e aplicada e em docência de ensino superior. O mestrado é algo mais especializado que uma pós-graduação lato sensu. Deve-se defender uma dissertação e produzir algum conhecimento sobre de um tema específico, não necessariamente inédito mas relevante. •Mestrado Profissional Duram de 1 a 3 anos e é semelhante ao acadêmico. Prepara profissionais para desenvolverem técnicas e aplicações voltadas às resoluções de problemas reais. A dissertação é substituida pelo desenvolvimento de um trabalho onde é demostrada esta competência. Espera-se que a o final do curso o profissional seja capaz de atuar de forma autônoma e criativa na resolução de problemas.
  10. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Nível de Pós-Graduação• Doutorado • Dura de 3 a 5 anos. Prepara o interessado para desenvolver pesquisa de alto nível, de forma independente. Prepara para atuar como líder de grupos de pesquisa, elaborar, desenvolver e conduzir projetos de pesquisa e para atuar no ensino em nível de pós- graduação stricto sensu. Segundo a tradição da universidade de pesquisa e amparada pela LDB, apenas os portadores do título de doutor podem ser docentes dos cursos de mestrado e doutorado. Ao final deve-se defender uma tese, que deve produzir conhecimento inédito.• No Brasil só tem validade os títulos de pós-graduação stricto sensu obtidos em programas de pós-graduação reconhecidos pela CAPES (notas 3 a 7)
  11. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Casos Especiais• Doutorado Direto • Dura de 4 a 6 anos. Algumas universidades oferecem esta modalidade. Dá a possibilidade de um graduado entrar no Doutorado diretamente, isto é, sem ser portador do título de mestre. Demonstrar notável desempenho acadêmico durante a graduação é imprescindível. O titulo obtido desta forma não difere do título obtido de forma convencional• Doutorado Honoris Causa • Título honorifico dado por universidades como reconhecimento a quem se destacou e contribuiu significantemente em alguma área do conhecimento (Artes, Humanidades, Ciências Aplicadas, Ciências Básicas, etc.). Quem recebe este título não precisa ter formação acadêmica, mas o notório saber é imprescindível. Quem recebe a honraria pode passar a utilizar o título de Dr. h. c. Em alguns países, o título de Dr. h. c. dá ao seu portador os mesmos direitos de um doutorado convencional. No Brasil, deve-se obsevar a LDB, que cita o notório saber.
  12. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação• Até Séc. XIX • Graduação era muito mais abrangente: Artes, Teologia, Filosofia, Direito, Ciências Naturais e Medicina • Doutores • Pós-graduação stricto sensu inexistia • O graduado poderia continuar os estudos em áreas específicas. Esse modelo se assemelha muito à nossa pós-graduação lato sensu• Wilhelm von Humboldt (1767-1835) • Pioneiro em reflexões sobre a Universidade • Publicou o manuscrito: “Über die innere und äußere Organisation der höheren wissenschaftlichen Anstalten” (Sobre a organização interna e externa das instituições científicas superiores) • lançou as bases para a Universidade de Pesquisa, o que permitiu abrir o leque de cursos de graduação, expandir o ensino universitário e o número de vagas (REUNI alemão ?????) • Criou novos cursos de graduação • Criou a pós-graduação stricto sensu
  13. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação• Mestrado • Na Europa: segundo ciclo de estudos de Bolonha: requer uma dissertação e dura três ou quatro semestres • Nos EUA: É uma especialização após a graduação. Difere muito da especialização brasileira e dura de 1 a 2 anos. Pode ser baseado em pesquisa, se assemelhando ao mestrado acdêmico brasileiro. Ou pode se basear em curso e posterior defesa monografia com demonstração de novas aplicações práticas para o conhecimento existente, se assemelhando ao nosso mestrado profissionalizante. Contudo não há essa distinção no EUA, é tudo M. Sc. O MBA (nos EUA) é um exemplo. • No Brasil: Se assemelha ao Master´s degree americano. Tem uma duração menor de 1 a 3 anos. Os alunos podem auxiliar no ensino de graduação (Estágio de docência, 1 semestre)
  14. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação• Doutorado • Na Europa (Alemanha): • Duram de 3 a 6 anos • Alunos qualificados podem ser dispensados de cursar disciplinas • Deve fazer pesquisa científica e produzir uma tese • Deve auxiliar no ensino de graduação • A defesa da tese é feita em etapas: • A tese escrita é aprovada por dois relatores externos à universidade • Há uma defesa pública e aberta da tese com um painel de 5-7 especialistas • Exame final fechado: onde se avalia o conhecimento geral na área de especialidade pretendida. A nota final é uma media ponderada entre as avaliações
  15. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação• Doutorado • Nos EUA • Duram de 3 a 7 anos (média 5 anos sem mestrado ou 4 anos com mestrado) • Devem cursar disciplinas avançadas por 2 a 3 semestres • Deve fazer pesquisa científica e produzir uma tese com resultados inéditos • Deve auxiliar no ensino de graduação (Estágio de docência, 2 semestres) • Provas de desempenho periódicas • Exame de qualificação após 70% do andamento da tese • Há uma defesa pública e aberta da tese com uma banca de 5-7 especialistas
  16. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação• Doutorado • No Brasil •Se assemelha muito ao modelo americano: • Duram de 3 a 6 anos (média 5 anos sem mestrado ou 4 anos com mestrado) • Devem cursar disciplinas avançadas por 2 a 3 semestres • Deve fazer pesquisa científica e produzir uma tese com resultados inéditos • Podem auxiliar no ensino de graduação (Estágio de docência, 2 semestres) • Exame de qualificação após 70% do andamento da tese • Há uma defesa pública e aberta da tese com uma banca de 5 especialistas
  17. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação no Brasil• Até 1950 era praticamente inexistente no Brasil• Em 1931 Francisco Campos aponta as bases para a implantação dos primeirosprogramas de pós-graduação stricto sensu no Brasil, seguindo o molde europeu.• Neste mesmo ano foi implantado o primeiro doutorado em direito naUniversidade do Brasil (atual UFRJ)• Em 1934 é criado o doutorado em Ciências Naturais na USP• em 1939 é implantado o doutorado em filosofia com prazo mínimo de 2 anospara conclusão, sob a tutoria de um catedrático da área.
  18. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação no Brasil• O termo pós-graduação aparece pela primeira vez no decreto-lei 21.321 de 18 de agostode 1946 • O decreto regulamenta os cursos de aperfeiçoamento, especialização, pós- graduação e Doutorado. • Notem: pós-graduação é uma categoria à parte. • Em 1952 é firmado um acordo Brasil-EUA e muitos brasileiros foram se doutorar nos EUA, trazendo idéias que foram fundamentais para a expansão da pós-graduação no Brasil • Em 1960 é fundado na UFRJ um doutorado em Física e outro em Engenharia
  19. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação no Brasil• O parecer 977 de 1965 cria diretrizes específicas para a pós-graduação, causa arevogação da lei de 1946 e cria os níveis atuais de pós-graduação. A diretriz se torna a lei4881-A/65, que sofreu várias modificações até ser revogada e substituída por um capítuloda LDB. • A partir daí há uma enxurrada de cursos de pós-graduação, majoritariamente de especialização e mestrado• Antes da LDB, os modelos de pós-graduação no Brasil ora seguiam o modelo Europeu,com a USP no papel de maior expoente, ora seguiam o modelo americano (UFRJ e ITA)• A LDB uniformizou para algo que é muito mais próximo do modelo americano e osPPGs se adaptaram rapidamente.• Os atuais PPG stricto sensu são regulados pela CAPES
  20. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação no Brasil – A CAPES• Fundada em 1951, tendo Anísio Teixeira como primeiro presidente• O governo militar, com base na reforma de 1968, considera aformação de mestres e doutores uma questão de estado.• A CAPES cria em 1975 o primeiro PNPG, a fim de expandir aPós-graduação. A versão V do PNPG abrange 2011-2020• A CAPES cria em 1976 o seu sistema de avaliação com notas de A a E. Programas comno mínimo C são reconhecidos• O sistema muda em 1997 para um sistema de notas de 1 a 7
  21. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso História da Pós-graduação no Brasil – A CAPES• Avaliação da CAPES: • Nota 7 – Excelência máxima (nível Internacional) • Nota 6 – Excelência (Nível Internacional) • Nota 5 – Excelência Nacional (Máximo para mestrado) • Nota 4 – Bom (mínimo para doutorado) • Nota 3 – Bom (mínimo para mestrado) • Nota 2 – Regular (curso não autorizado) • Nota 1 – Ruim (curso não autorizado)
  22. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Panorama atual dos PPG no Brasil• A pós-graduação stricto sensu é a última etapa da educação formal e o seu sucessodepende diretamente do sucesso das etapas anteriores• Há um grande aumento no número de vagas na graduação, provocando uma pressãopara a necessidade de novos mestres e doutores nas universidades
  23. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Panorama atual dos PPG no Brasil• Segundo dados da CAPES: • 4.101 cursos, sendo 2.436 mestrados e 1.422 doutorados. 243 mestrados profissionais (dados de 2009) • 57.270 docentes •103.194 alunos de mestrado •57.923 alunos de doutorado• média de idade das pessoas com mestrado ou doutorado: •Homens: 46 anos •Mulheres: 43 anos
  24. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil
  25. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  26. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  27. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  28. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  29. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  30. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  31. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  32. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Crescimento
  33. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Distribuição
  34. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Distribuição
  35. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Distribuição
  36. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Distribuição
  37. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Distribuição
  38. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Titulados
  39. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Panorama atual dos PPG no Brasil - TituladosEm Barra do Garças: 1,62 por 1.000 habitantes. No Araguaia: 1,097
  40. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso1 Panorama atual dos PPG no Brasil - Química UFRGS QUÍMICA Acad 1985 1998 7 402 UFRJ QUÍMICA Acad 1963 1963 7 423 UFSC QUÍMICA Acad 1971 1988 7 354 UFSM QUÍMICA Acad 1985 1993 7 215 UNICAMP QUÍMICA Acad 1972 1972 7 896 USP QUIMICA Acad 1970 1970 7 687 USP/SC FÍSICO-QUÍMICA Acad 1971 1976 7 218 USP/SC QUÍMICA (QUÍMICA ANALÍTICA) Acad 1985 1989 7 289 UFMG QUÍMICA Acad 1967 1969 6 4110 UFSCAR QUÍMICA Acad 1980 1987 6 4811 UNESP/ARAR QUÍMICA Acad 1993 1993 6 4112 PUC-RIO QUÍMICA (QUÍMICA ANALÍTICA INORGÂNICA) Acad 1969 1971 5 1413 UEM QUÍMICA Acad 1987 2001 5 2014 UFBA QUÍMICA Acad 1968 1992 5 2215 UFC QUÍMICA Acad 1976 1991 5 3516 UFF QUÍMICA Acad 1991 1999 5 3017 UFJF QUÍMICA Acad 2001 2006 5 1418 UFPE QUÍMICA Acad 1989 1989 5 2619 UFPR QUÍMICA Acad 1991 1999 5 2720 UFRJ QUÍMICA DE PRODUTOS NATURAIS Acad 1964 1989 5 1421 UNB QUÍMICA Acad 1974 1991 5 2422 UNIFRAN CIÊNCIAS Acad 2002 2007 5 1623 USP/RP QUÍMICA Acad 1995 1995 5 3024 FUFPI QUÍMICA Acad 1999 4 1225 FURG QUIMICA TECNOLOGICA E AMBIENTAL Acad 2007 4 1226 IME QUÍMICA Acad 1969 1972 4 927 UEL QUÍMICA Acad 2000 4 1628 UEL QUÍMICA - UEL / UNICENTRO / UEPG Acad 2009 4 2129 UENF CIÊNCIAS NATURAIS Acad 2003 2006 4 2930 UERJ QUÍMICA Acad 2004 2009 4 1631 UESB QUIMICA Acad 2005 4 1232 UFABC CIÊNCIA E TECNOLOGIA Acad 2007 2007 4 3333 UFAL QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA Acad 1992 2000 4 1934 UFG QUÍMICA Acad 1999 4 1435 UFG QUÍMICA Acad 2006 4 2536 UFMS QUÍMICA Acad 1996 4 1737 UFPA QUÍMICA Acad 1987 2005 4 1738 UFPB/J.P. QUÍMICA Acad 1986 1999 4 2839 UFPEL QUÍMICA Acad 2007 4 1440 UFRN QUÍMICA Acad 1990 2002 4 1441 UFRRJ QUÍMICA Acad 1966 1994 4 1442 UFSCAR QUÍMICA Prof 2008 4 3243 UFU QUÍMICA Acad 1998 4 1844 UNIFAL QUÍMICA Acad 2008 4 1445 FUFSE QUÍMICA Acad 2003 3 2346 FURB QUÍMICA Acad 2002 3 1147 UEG CIÊNCIAS MOLECULARES Acad 2006 3 1448 UEPG QUÍMICA APLICADA Acad 2005 3 2049 UFAM QUÍMICA Acad 1987 2007 3 1850 UFES QUÍMICA Acad 2006 3 1451 UFMA QUÍMICA Acad 1995 3 1452 UFRPE QUIMICA Acad 2007 3 1353 UFRR QUIMICA Acad 2006 3 1054 UFVJM QUÍMICA Acad 2009 3 1055 UNEB QUÍMICA APLICADA Acad 2006 3 1156 UNESP/SJRP QUÍMICA Acad 2009 3 1157 UNICENTRO QUÍMICA APLICADA Acad 2006 3 12
  41. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Química Distribuição dos PPG em Química 25 20 15 QUANTIDADE 10 5 0 NOTA 7 NOTA 6 NOTA 5 NOTA 4 NOTA 3
  42. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - Química Distribuição dos PPG em Química 14% 24% 5% NOTA 7 NOTA 6 NOTA 5 NOTA 4 21% NOTA 3 36%
  43. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil – Química Distribuição por Região PROGRAMAS 3; 5% 12; 21% 13; 22% NORTE NORDESTE CENTRO-OESTE SUDESTE 6; 10% SUL 24; 42%
  44. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil – Química Distribuição No Centro-Oeste PROGRAMAS 1 1 DF GO MT 1 MS 3
  45. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Panorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)• Diminuição das assimetrias regionais através de: • Aumento do número de PPGs na região Norte e Centro-Oeste • Aumento do número de bolsas da CAPES e CNPq •Cooperação com as agências regionais• Aumento do número de e qualidade dos PPG• Aumento do número de publicações• Incentivo à inovação
  46. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  47. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  48. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  49. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  50. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  51. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  52. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil Perspectivas (PNPG 2011-2020)
  53. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 7
  54. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 7 (2000)
  55. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 6
  56. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 5
  57. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 5 (2000)
  58. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 4
  59. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 3
  60. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Programas 3 (2000)
  61. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Assimetrias regionais – Distribuição de Discentes
  62. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Distribuição de Mestres e Doutores na Sociedade
  63. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Incentivo à inovação
  64. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato GrossoPanorama atual dos PPG no Brasil - perspectivas (PNPG 2011-2020) Incentivo à inovação
  65. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Conclusões• Há espaço para o crescimento da pós-graduação quanti- e qualitativamente• O Brasil precisa aumentar o número de mestres e doutores per capita• Há espaço para crescimento do número de docentes titulados em todos os níveis de ensino• Há espaço para o aumento do número de titulados atuando em P&D na indústria• Há uma preocupação com a diminuição das assimetrias regionais• Há uma política clara de incentivo aos programas para que aumentem suas notas para 5, 6 e 7• Incentivar a transformação dos cursos de mestrado em cursos de doutorado
  66. Programa de Pós-Graduação em Ciências de Materiais Campus Universitário do Araguaia Universidade Federal de Mato Grosso Para saber mais• geocapes:http://geocapes.capes.gov.br• PNPG 2011-2010:http://www.capes.gov.br/sobre-a-capes/plano-nacional-de-pos-graduacao/pnpg-2011-2020• LOUZADA, R. de C. R.; FILHO, J. F. da S.: Pós-graduação e trabalho: um estudo sobreprojetos e expectativas de doutorandos brasileiros. História, Ciências, Saúde – Manguinhos,12(2) , p. 265-82, 2005• SANTOS, C. S.: Os Primeiros Passos da Pós-graduação no Brasil: a questão da dependência.Ensaio: aval. Pol. Pub. Educ. 10 (37), p. 479-492, 2002.• ARRUDA, M. M. do N.: A nova política da pós-graduação no Brasil. Rev. Sociol. 11(2),p. 219-229, 2000.

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