Programa Agente Promotor de Desenvolvimento Local Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Secretaria de Educaç...
<ul><li>Mostrar de que forma o  Curso de Agentes Promotores de Desenvolvimento Local pode subsidiar a construção de políti...
-  Quem forma Agentes promotores de desenvolvimento local? - Para promover o desenvolvimento local, esse “local” deve ser ...
<ul><li>Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, ligado ao Instituto de Educação ...
Um olhar geográfico sobre a questão dos materiais recicláveis em Porto Alegre: Sistemas de Fluxos e a (In)Formalidade,  da...
Componentes da Reciclagem dos Materiais <ul><ul><li>+  Poder Público   -  responsável pela regulação e pela normalização d...
Sistemas de Objetos Modelo Cíclico Fonte: Desenhos de Moa sobre símbolo da reciclagem. Org. R.S.D.
Sistemas de Fluxos Fonte: Adaptação de R.S.D. sobre representação da holarquia de Koestler.
Sistemas de Fluxos os dois circuitos da economia urbana   <ul><li>Circuito Superior :  espaço de ação de minorias economic...
1º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário S I Pré - Coleta seletiva
2º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Intermediário  II Associação S I Com Associações  de Catadores
3º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central S I Intermediário  II Central
Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central Entreposto 4º Movimento S I Entreposto
5º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central Entreposto Usina I S Usina
Mapeamento participativo de riscos ambientais   na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Anhumas, Campinas/SP Caso 2 Parte do...
Preparação e Convocação  das Reuniões Públicas de Mapeamento é feito contato com convidados e participantes (associações d...
Etapas da Reunião de Mapeamento: Alfabetização geográfica/cartográfica:  é fomentada a capacidade de leitura e abstração d...
Reunião de Apresentação de resultados Após a reunião de mapeamento participativo a equipe se reúne e inicia o processo de ...
<ul><li>Sistema Mapa Verde   (mapeamento participativo realizado pelos professores/estudantes) </li></ul><ul><li>O  Mapa V...
A - Equipe Rio de Janeiro
 
 
B - Equipe EMEF Adoniran Barbosa Coordenação e Orientação do Projeto Prof. André Betti  (História) Profa. Márcia A. Trevis...
 
[email_address] Obrigado !! http://profissaogeografo.blogspot.com
Upcoming SlideShare
Loading in …5
×

(A)Gente na Sustentabilidade do Desenvolvimento Local

1,982 views
1,902 views

Published on

Colaboração com o Curso "Programa Agentes Promotores de Desenvolvimento Local" (80 Horas), Promovido pela Secretaria da Educação e Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento, da Prefeitura Municipal de Hortolândia (SP).

Published in: Technology, Education
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
1,982
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
37
Actions
Shares
0
Downloads
94
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

(A)Gente na Sustentabilidade do Desenvolvimento Local

  1. 1. Programa Agente Promotor de Desenvolvimento Local Secretaria de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Secretaria de Educação Ricardo de Sampaio Dagnino Mestrando em Geografia, [email_address] (A)Gente na Sustentabilidade do Desenvolvimento Local 2 de Abril de 2007
  2. 2. <ul><li>Mostrar de que forma o Curso de Agentes Promotores de Desenvolvimento Local pode subsidiar a construção de políticas públicas com vistas à uma cultura de desenvolvimento local integrado e sustentável no município de Hortolândia. </li></ul><ul><li>Ressaltar que ao pensarmos o desenvolvimento local devemos estar atentos às diversas facetas que possui o termo “Desenvolvimento” , não só os lados econômico, político, cultural, social e ambiental abordados separadamente. </li></ul><ul><li>Colocar a SUSTENTABILIDADE em primeiro plano , pois atualmente as formas de desenvolvimento devem levar em conta a integração destes diversos componentes da vida e da sociedade humana (social, econômico, ambiental, etc.). Além disso enfatizamos que o DL deve continuar, deve ser sustentado pelo poder público!!! </li></ul>Sustentabilidade PARA O Desenvolvimento Local!!! Objetivos desta Apresentação
  3. 3. - Quem forma Agentes promotores de desenvolvimento local? - Para promover o desenvolvimento local, esse “local” deve ser conhecido? E deve ser modificado? - Quais são as melhorias na qualidade de vida que a comunidade precisa? - Os Agentes podem promover uma Vida de Qualidade para sua comunidade? - Quem decide quais melhorias na Qualidade de Vida são prioritárias? - Qual a capacidade do poder público em implementar o desenvolvimento que os Agentes irão propor? Questões balizadoras
  4. 4. <ul><li>Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, ligado ao Instituto de Educação da UFRRJ. </li></ul>+ A formação acadêmica necessita ser cotidianamente repensada , para que as estruturas curriculares, métodos e experimentações sejam reformulados para entendermos e falarmos na mesma língua, dentro da realidade dos Homens e da Natureza, que habitam e/ou trabalham nos locais. Perfil do Grupo: Estudos e pesquisas vinculados aos programas de educação ambiental e desenvolvimento local com base na agroecologia e trabalhos no cotidiano de escolas de ensino fundamental da rede municipal no Rio de Janeiro. + A universidade deve se colocar como mediadora frente às dificuldades que os indivíduos e agentes sociais enfrentam nos processos de disputa por seus projetos de sociedade. Algumas Conclusões do grupo Questões de Educação Ambiental e Desenvolvimento Local
  5. 5. Um olhar geográfico sobre a questão dos materiais recicláveis em Porto Alegre: Sistemas de Fluxos e a (In)Formalidade, da Coleta à Comercialização Ricardo de Sampaio Dagnino Orient.: Prof. Roberto Verdum Porto Alegre, janeiro de 2005. Caso 1 GEOCIÊNCIAS Trabalho disponível em: www.br.monografias.com/trabalhos/materiais-reciclaveis/materiais-reciclaveis . shtml
  6. 6. Componentes da Reciclagem dos Materiais <ul><ul><li>+ Poder Público - responsável pela regulação e pela normalização dessas relações. </li></ul></ul><ul><ul><li>+ Indústria - encarregada do beneficiamento e reindustrialização dos materiais; </li></ul></ul><ul><ul><li>+ Intermediários - elo de ligação na reciclagem dos materiais e exploração do trabalho nas relações entre os catadores e a indústria; </li></ul></ul><ul><ul><li>+ Catadores - organizados ou não em associações, que colaboram com o retorno dos materiais ao processo produtivo; </li></ul></ul>
  7. 7. Sistemas de Objetos Modelo Cíclico Fonte: Desenhos de Moa sobre símbolo da reciclagem. Org. R.S.D.
  8. 8. Sistemas de Fluxos Fonte: Adaptação de R.S.D. sobre representação da holarquia de Koestler.
  9. 9. Sistemas de Fluxos os dois circuitos da economia urbana <ul><li>Circuito Superior : espaço de ação de minorias economicamente privilegiadas e institucionalizadas, proprietárias dos meios de produção, que controlam os processos produtivos e orientam a acumulação do capital. Representa uma organização burocrática monopolista ou oligopolista. Seu espaço de ação se dá na escala local, regional, nacional e internacional. </li></ul><ul><li>Circuito Inferior : como um reflexo (ou sombra) do circuito superior, caracteriza-se por um grande número de indivíduos despossuídos dos meios de produção que vendem sua força de trabalho em condições de subemprego, emprego temporário, informal e, às vezes, semi-escravista. Nos países periféricos, esse circuito possui um espaço de ação local bem mais amplo, com conexões, por vezes bem mais fluidas e complexas que o superior. </li></ul>
  10. 10. 1º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário S I Pré - Coleta seletiva
  11. 11. 2º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Intermediário II Associação S I Com Associações de Catadores
  12. 12. 3º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central S I Intermediário II Central
  13. 13. Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central Entreposto 4º Movimento S I Entreposto
  14. 14. 5º Movimento Indústria Atravessador Catadores Intermediário Central Entreposto Usina I S Usina
  15. 15. Mapeamento participativo de riscos ambientais na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Anhumas, Campinas/SP Caso 2 Parte do Projeto de Políticas Públicas: &quot;Recuperação ambiental, participação e poder público: uma experiência em Campinas“ FAPESP no. 01/02952-1 Trabalho disponível em: www.anppas.org.br/encontro_anual/encontro3/arquivos/TP157-06032006-105325.PDF
  16. 16. Preparação e Convocação das Reuniões Públicas de Mapeamento é feito contato com convidados e participantes (associações de bairros, lideranças comunitárias, profissionais e habitantes na área) escolha das estratégias de divulgação (cartazes e folders) e elaboração das bases cartográficas e impressão.
  17. 17. Etapas da Reunião de Mapeamento: Alfabetização geográfica/cartográfica: é fomentada a capacidade de leitura e abstração dos fatos geográficos presentes no mapa base; familiarização dos participantes com o ambiente no qual estão inseridos. É pedido que desenhem alguns pontos de referência e áreas mais conhecidas com o intuito de contribuir neste processo de alfabetização. Mapeamento de riscos propriamente dito : valoriza experiências vivenciadas, percepção ambiental, memória coletiva. Cada tipo de risco (solo, ar, resíduos,...) é associado à um ícone com uma cor própria, com canetas hidrocor os participantes vão pintando o mapa base. O resultado será tanto mais positivo quanto o mapa estiver mais colorido.
  18. 18. Reunião de Apresentação de resultados Após a reunião de mapeamento participativo a equipe se reúne e inicia o processo de digitalização e tabulação dos resultados. Apresentação pública dos dados, preferencialmente, no mesmo local da reunião de mapeamento. Nesta etapa poderão ser convocados gestores públicos relacionados à área de estudo ou aos assuntos tratados.
  19. 19. <ul><li>Sistema Mapa Verde (mapeamento participativo realizado pelos professores/estudantes) </li></ul><ul><li>O Mapa Verde, desde a sua primeira elaboração em 1995 na cidade de Nova York, apresenta, entre outras características, a função de representar, compartilhar e até preservar os recursos ambientais e culturais do local trabalhado. O Green Map System (GMS) - Sistema Global de Mapas Verdes - é um movimento mundial que envolve atualmente mais de 34 países. (Mais em: http://www.mapaverde.org/ ou http://www.greenmap.org/ ) </li></ul><ul><li>Trabalhos recentes realizados no Brasil: </li></ul><ul><li>A. Equipe do Univercidade, Rio de Janeiro/RJ </li></ul><ul><li>( http://www.univercidade.br/greenmaprio ) </li></ul><ul><li>B. Escola Municipal de Ensino Fundamental Adoniran Barbosa – Valinhos/SP </li></ul><ul><li>( http://emefadoniranbarbosa.vilabol.uol.com.br/mapaverde.html ) </li></ul><ul><li>C. Equipe da Unicamp, Campinas/SP (em Andamento) </li></ul>Caso 3
  20. 20. A - Equipe Rio de Janeiro
  21. 23. B - Equipe EMEF Adoniran Barbosa Coordenação e Orientação do Projeto Prof. André Betti (História) Profa. Márcia A. Trevisan Romon (Artes) No projeto Mapa Verde, os alunos utilizaram diferentes linguagens - verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal - como meio para produzir, expressar e comunicar suas idéias. Entre as atividades realizadas, além do desenho do Mapa, eles pesquisaram sobre a formação do bairro, entrevistaram pais e moradores antigos, desenharam a paisagem da escola (vista para a Serra dos Cocais), coletaram e interpretaram fotos, desenharam ícones, elaboraram textos e poesias, desenvolveram maquetes e realizaram trabalhos de campo.
  22. 25. [email_address] Obrigado !! http://profissaogeografo.blogspot.com

×