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Novos soldos das Forças Armadas do Brasil

by Working at Exército Brasileiro (Oficial) on Dec 27, 2012

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Novas tabelas de soldo para os próximos três anos, em anexo ao Decreto Lei que trata do reajuste.

Novas tabelas de soldo para os próximos três anos, em anexo ao Decreto Lei que trata do reajuste.

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  • marildaalves9083 Marilda Alves at Força Aérea Brasileira ISSO É SALÁRIO?..... 1 year ago
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  • pikana Flávio Pikana Lemos at ESPAM Caro Heitor. Creio que o fato de os militares não terem a única arma que conta para valer numa democracia do tipo que está funcionando (mal diga-se de passagem pois está a minar sua própria existência pela má qualidade dos que a estão exercendo) no Brasil, a única maneira baseia-se num ponto muito difícil: que os militares se unam, o que é atrapalhado pelo maldito modelo atual de hierarquia e disciplina aplicado nos quartéis, que confunde hierarquia com submissão, e que alguns oficiais querem exportar para a vida civil. Na verdade, não lhes é dada instrução suficiente para aprenderem a viver politicamente e, além disso, eles são em número ínfimo, vide números de oficiais generais e superiores, em relação a intermediários, tenentes e graduados e assim, querem se manter no comando do lado de fora. Infelizmente, em nível nacional, apenas um sargento (que acabou por se sujar e, por tabela, sujar a classe se saiu melhor ultimamente, que foi o ministro dos transportes, Alfredo Nascimento e isso foi péssimo.
    Para se construir base política não adianta quase nada ser um Heleno (Eleno?) que ficou na dele até 4 estrelas e no fim, quando nada mais tinha a perder e ai, diante do excesso de erros que se cometeram e da pressão, abriu o bico. Merece respeito mas, e quanto a votos??? Será que todos os seus ex comandados votariam nele ou lembrariam de seus arrochos durante os 40 anos de tropa e gabinetes? Acho que ai reside o perigo. Eles não confiariam em sargentos e vice versa em muitos, talvez maioria dos casos e, uma lembrança muito emblemática foi o caso Andreazza o qual tinha aceitação geral (as obras como a ponte Rio-Niterói e afins deram-lhe fama entre muita gente de fora da farda e podia até colar) mas, para ele substituir o general de então foi barrado abruptamente pela declaração baseada na triste lógica: 'Eu não vou prestar continência a um coronel!', de uma estupidez política sem tamanho, dita, lógico, por um general... E isso ajudou a acelerar o processo de finalização dos governos militares.

    Até o histriônico - apelido que tem na câmara e alhures - Bolsonaro é sacaneado, apesar de seu espernear constante; parece que ele gostaria de ser o Ministro da Defesa de tanto que bate no napolenanico atual mas, acho que isso, e não a inércia dos atuais, provocaria um terremoto se fosse pra frente; e, ele e nós sabemos que dificilmente o (des)governo se arriscaria a por lá alguém de opinião forte pois, o ideal é ter ali um sujeito que fique caladinho mesmo ao levar bolachas e ser posto de joelhos!
    Existe até um Partido Militar - que para não variar parece estar sendo dirigido por um oficial e talvez seja uma proposta até boa para começar a se impor. Para que tenhamos nossa força política implantada e respeitada deveria acabar essa base preconceituosa e o pessoal aprender a pensar politicamente ao menos nas vantagens que teríamos. Caso os que tem competência de pensar estrategicamente o fizessem pelo pessoal militar das FFAA, analisaria cada estado nos âmbitos local e nacional, veria quantos votos são necessários para deputados vereadores, deputados estaduais, federais, senadores e, quando fossem levantar quantos militares da ativa e da reserva, familiares e amigos que podem ser levados a votar num partido sério, com problemas é claro mas, sabidamente voltado para o bem do País, se surpreenderiam ao saber que é totalmente viável eleger uma forte base parlamentar pois militares em condições os há, ligados ou não a outras forças - vide as religiosas de boa fé - sociais e que são mais que viáveis; é claro que a partir desse movimento, os inimigos da decência e do Brasil se movimentariam também e talvez até os empresários que sustentam a canalhice apoiariam os bandidos mas, pouca gente já atentou para nossa força social. E, lembremos, os militares formaram milhões de reservistas nos quais incutiram valores, que já vinham das famílias mas foram lapidados nos quarteis das FFAA e muitas pessoas tem seus ex-sargentos e comandantes oficiais em muito alta conta. Isso é uma base incomensurável mas os militares não sabem pensar assim. É uma pena e um desserviço ao Brasil.
    1 year ago
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  • pikana Flávio Pikana Lemos at ESPAM Reginaldo, depois de observar o post todo vi que errei a colocação. Pelo menos, vê-se que há algumas (poucas, infelizmente) pessoas que sabem sobre o assunto de verdade para poder comentar. Valeu e desculpe, apesar de sabermos, creio, que discordar faria parte da discussão pois há muita luz a lançar sobre o assunto para esclarecer outros que estejam participando de boa fé.
    O que espero de verdade não é que a supremacia dos militares no país volte como aconteceu em alguns pontos no passado mas, se e quando a população decidir dar um fim no descalabro que está campeando por ai, seja possível dar a devida resposta, dentro do que prevê a Constituição Federal.
    1 year ago
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  • reginaldorpb Reginaldo Pereira Batista, CHEFE DA SUBDIVISÃO DE MATERIAL BÉLICO at BAFZ!!!!!!!! Flávio Pikana Lemos at ESPAM
    Não discordo de nada que você disse. Apenas respondi à crítica feita pelo outro camarada, que demonstrou desconhecer a vida militar. Ou seja, as soluções que ele apresentou, na realidade, não resolvem nada.
    1 year ago
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  • heitorcarvalhosales Heitor Carvalho Sales at Cmdo da 12 RM É uma pena dependermos da boa vontade politica salarial do Governo Federa, os Chefes Militares nao tem força e nem vemos vontade de brigar pelos seus subordinados. Não temos representantes no Congresso, pelo menos para brigar por mudança na politica tributaria, que acaba de afundar o assalariado.
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    1 year ago
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  • pikana Flávio Pikana Lemos at ESPAM Caro Reginaldo: o que deveria ser considerado como senso de dever é o caso de haver só uma pessoa autorizada a falar pelos, no mínimo, dezenas de milhares de homens e mulheres das Forças Armadas. Essas pessoas deveriam ser reconhecidas como em FFAA mais modernas pela sua qualificação e não se ficar, como é o caso, a cada ano, para 'resolver problemas' nos quadros e graduações e postos, com 'soluções' como: bem, vc é um piloto de caça, já passou por todas as aeronaves de treinamento e está entre os melhores - quando não é o melhor - da sua turma, mas só vai ser promovido seis meses antes dos outros daqui a ..... 5, 6 ou 7 anos. Isso é muito 'motivador'. Como nas demais carreiras, não fosse o atual ridículo senso de hierarquia e disciplina que não se atualiza, deveria haver a honra ao mérito e os melhores serem reconhecidos não só com 'medalhinhas'... Imagine, você investe os anos mais produtivos em relação à base de carreira e, de repente, seu parente próximo ou distante, só porque foi mais esperto e cursou uma faculdade qualquer bem feita, de repente, no primeiro emprego sai ganhando 2 ou 3 vezes o que você ganha depois de 'ralar' 10 ou 12 anos. Dessa forma você está condenando sua família ao sufoco, a menores chances e oportunidades, a conhecer o mundo, a falar os pelo menos dois idiomas necessários (ou checar se fala mesmo indo lá fora), tirar férias para valer e por ai vai.
    Não é natural um sujeito ser 'feliz' nessas condições.
    Na atualidade, por mais que alguns comandantes tentem fazer com que os 'subordinados' não olhem para fora dos muros, quase todos se informam e uma pessoa com mais brios não se contenta com isso. Quem comanda FFAA tem de aprender que são pessoas como as demais e, como via de regra estudam bastante - seria exagero afirmar que mais de 50% dos militares de qualquer posto ou graduação (estas acima de 2º sargentos pelo menos, devido à terrível pressão financeira pois muitos tem de optar entre o estudo dos filhos e esposa ou os seus) são um fator que se pode dizer sem sombra de dúvidas fruto de uma gestão sem noção de sociedade e, com certeza estúpida pois muitos dos melhores quadros vão embora - veja-se, vários oficiais de carreira vão ser policiais rodoviários federais, sem desmerecer essa carreira que soube lutar pela sua melhoria de vida - fora várias outras mais cotadas.
    Há que se considerar que o caixa do supermercado não aceita, em hipótese alguma, patriotismo e dedicação como moeda. Senso de dever, no caso dos militares, está sendo o eterno 'dever prestações de empréstimos' para pagar muitas vezes dívidas do dia a dia e não compras para melhorar a vida para valer.
    O governo, caso dobrasse os proventos de militares praticamente não teria ninguém acima dos tetos constitucionais...
    Ou seja, mesmo oferecendo quase o dobro de reajustes das demais categorias, 65% já foram comidos só pela inflação do ano passado.
    E, contrariamente às demais que já começaram a 'dar o troco' ao governo pelas mentiras de campanha que não estão sendo cumpridas em relação aos seus salários, os militares continuam, de cabeça baixa, com o moral mediano, obedecendo suas ordens e fazendo o melhor possível diante da realidade, das restrições, de dinheiro até para a comida, o que se dirá de munição, armamento e condições modernas, de FFAA de verdade, enquanto tantos outros se refestelam numa vida bem tranquila, mudando o whisky de 12 para 8 anos por algum tempo até porem de novo o governo de joelhos.
    Essa jogada política dos governos ainda nos vai custar muito caro enquanto Nação!
    1 year ago
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  • reginaldorpb Reginaldo Pereira Batista, CHEFE DA SUBDIVISÃO DE MATERIAL BÉLICO at BAFZ!!!!!!!! Luciano Daltro: raciocínio raso. No caso das Forças Armadas, boa parte de seus militares possuem curso superior, pós-graduações, mestrados e doutorados. Alguns em mais de uma área, inclusive. Além do mais, são realizados vários cursos de pós-formação ao longo da carreira, alguns como requisitos para promoções. Contudo, independentemente do número de cursos, fora ou dentro da vida militar, os salários são tabelados e as promoções ocorrem dentro de tempos pré-determinados, não chegando a dobrar a remuneração entre o início e o fim da carreira. Propor que se abandone a farda para conseguir uma remuneração melhor é não ter a mínima noção de que para exercício dos postos ou graduações de final de carreira, há a exigência de uma experiência acumulada, que não seria possível caso fosse deixada sempre aos 'mais novos'. A permanência na carreira militar depende de um senso de dever que a maioria das pessoas não conseguirá atingir ainda que viva duas vidas. 1 year ago
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  • pikana Flávio Pikana Lemos at ESPAM Forças Armadas do Brasil - Chefia: um ministério de despesa, chefiado por um napolenanico que se acha 'o cara' e com 3 cocomandantes - que não podem ser acusados, nunca, de serem corajosos ou de não gostarem de mordomias pois, a elas se apegam com força leonina como esses por muitos e muitos anos, até sacaneando com os outros que estão doidos para terem as suas; até isso lhes mostra o caráter(?)!
    OU seja, sem futuro para a classe. Uma pena é que os militares, ninguém posto lá por favor, vontade de amigos, compra de votos ou favores ou porcarias assim, como acontece com tantos por aqui se manifestando contra as FFAA, como por ai em empresas (reconheça-se ser direito dos donos!) mas o pior, em órgãos públicos é uma piada, exceto os concursados; o resto, 'aspones'.
    O certo é que, para sorte dos que chefiam as forças é que os militares via de regra não sabem o valor muito alto que tem fora delas pois, preparados do jeito que são e competentes - já mostraram que tem ao passar por concursos muito difíceis - estão prontos para disputar com qualquer um fora da farda. Basta ver o enorme nº de militares que saíram (ai me incluo) para serem juízes, procuradores, promotores, auditores fiscais, professores de todos os níveis e por ai segue a relação. Para sorte dos cocomandantes, muitos militares não levantam a cabeça para verem o outro lado ou, o mais comum, buscaram a profissão como missão - e isso, muita gente que escreve por aqui não percebe por ser fraca de compreensão mas, como qualquer profissão, os militares que gostam da carreira também tem o direito de fazer sua escolha e tem o direito de serem tratados com respeito. Porém, nunca antes foi tão difícil pois principalmente nos últimos dez anos os governos, depois de começado o enfraquecimento dos 'inimigos' iniciado no governo Sarney, se encarregam de espezinhar os militares sujeitando-os de toda forma, da escolha de chefes até os salários péssimos em relação aos demais. Se a Polícia Federal, o judiciário, os Auditores, algumas polícias militares e bombeiros e tantas outras carreiras tivessem o mesmo senso de disciplina e de se aterem a suas funções, jamais estariam tão bem quanto estão hoje pois estão onde chegaram por lutarem até contra a lei para melhorar.
    Enquanto isso, a formação militar é o pior inimigo enfrentado pela profissão pois, baseada na hierarquia e disciplina, transformou-se na base de 300 mil pessoas sem palavra a ser ouvida e, mal comandadas, estão jogadas às portas do inferno, vivendo suas vidas como convém aos termos clássicos, espartanas. E, o pior para o futuro, tanto assim estão os oficiais como graduados como os demais militares pois LHES ROUBARAM A ESPERANÇA.
    A única saída é mesmo sair, sob pena de não haver futuro!
    1 year ago
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  • ldaltro1 Luciano Daltro Salário é relativo: se você quer ganhar mais tem que estudar e procurar sua melhora. Um bancário no início de carreira ganha por volta de R$ 1700,00, mas o presidente de um banco e os altos executivos ganham R$ 45.000,00. Quer chegar lá? Estudo e dedicação são os ingredientes. Policial militar ganha pouco? Estuda e vai ser médico e deixa a bola para os novos. 1 year ago
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  • rubenscristo Rubens Cristo at Militar Aeronautica soldo baixo demais, culpa dos nossos comandantes são fracos eles ganham bem e a tropa fica na ralé, passando dificuldade até para comprar material escolar. 1 year ago
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