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Vírus e reino monera[1]
 

Vírus e reino monera[1]

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    Vírus e reino monera[1] Vírus e reino monera[1] Presentation Transcript

    • Vírus e Reino Monera Componentes: Fabiana, Júlia Campesatto, Rafaela e Gabriel Gavenas Professor: Roberto Henrique Bagatini Turma: 182-A
    • Descoberta dos vírus
      • Na antiguidade, o termo vírus foi utilizado como sinônimo de veneno e se referia a agentes de natureza desconhecida que provocavam diversas doenças.
      • A descoberta dos vírus deve-se a Dmitri Ivanowsky (em 1892), que estudou a doença chamada mosaico do tabaco. Essa moléstia afeta as plantas do fumo, manchando as folhas com áreas necrosadas e levando-as à morte.
      • Em 1935, cristais de vírus foram isolados e observados ao microscópio pela primeira vez.
    • Características gerais dos vírus
      • Os vírus são seres simples, constituídos por uma cápsula protéica, o capsídeo, envolvendo o material genético, que pode ser o DNA ou o RNA, variando de acordo com cada tipo de vírus.
      • São considerados seres vivos por apresentarem três características essenciais:  • Formam-se de ácidos nucléicos e proteínas;  • Possuem capacidade de auto-reprodução;  • São suscetíveis a mutações. 
      • O vírus só apresenta atividade vital quando estão no interior de células vivas, nas quais podem se reproduzir.  Os ciclos reprodutivos são basicamente dois: o ciclo lítico e o ciclo lisogênico. O ciclo lítico é o ciclo em que a célula é destruída. Quando a célula é preservada, o ciclo é lisogênico. A alteração do ciclo lisogênico em lítico recebe o nome de indução. 
    • Ciclos reprodutivos dos vírus
      • São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus: 
      • 1. Entrada do vírus na célula: ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular. 2. Eclipse: um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade. 3. Multiplicação: ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucléicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus. 4. Liberação: as novas partículas de vírus saem para infectar novas células sadias. 
    • Principais viroses humanas
      • Ao invadirem as células de um indivíduo, eles prejudicam o funcionamento normal dessas células e consequentemente, provocam doenças. 
      • Entre as principais viroses humanas estão: gripe, hepatite, caxumba, sarampo, varicela, AIDS, raiva, dengue, febre amarela, poliomielite, rubéola, meningite, herpes, pneumonia, entre outras doenças.
    • Noções imunológicas
      • Como os tratamentos quimioterápicos para a infecções virais são limitados, os tratamentos sintomáticos, como descanso, hidratação e analgésicos, são as alternativas mais comuns para reduzir os incômodos causados pela maioria das doenças virais, principalmente infecções respiratórias. 
      • Quando as células são atacadas por vírus, o sistema de defesa do organismo parasitado passa a produzir anticorpos específicos que combatem o vírus invasor.
      • Vacinas virais
      • As vacinas são soluções médicas eficazes para prevenir algumas infecções virais. Elas podem ser produzidas a partir de vírus inativos ou atenuados, ou a partir de subunidades de proteínas virais. A vacinação é empregada com o objetivo de prevenir a manifestação de doenças virais futuras.
      • A vacina Sabin, usada para prevenir a poliomielite, é uma das vacinas virais atenuadas mais amplamente utilizadas no mundo.
      • Drogas antivirais
      • As drogas antivirais são substâncias utilizadas no tratamento específico contra determinados vírus. Diferentemente do que ocorre nos casos de infecções bacterianas, os antibióticos não são úteis contra infecções virais.
          • Reino Monera
          • O Reino Monera é composto pelas bactérias e cianobactérias (algas azuis). Elas podem viver em diversos locais, como na água, ar, sol, dentro de animais e plantas ou ainda como parasitas.
    • Bactérias
      • A maioria de seus representantes são heterótrofos (não conseguem produzir seu próprio alimento), mas existem também algumas bactérias autótrofas (produzem sem alimento, via fotossíntese por exemplo).
      • Existem bactérias aeróbias, ou seja, que precisam de oxigênio para viver, as anaeróbias obrigatórias, que não conseguem viver em presença do oxigênio, e as anaeróbias facultativas, que podem viver tanto em ambientes oxigenados ou não.
      • As formas físicas das bactérias podem ser de quatro tipos: cocos, bacilos, vibriões, e espirilos. Os cocos, podem se agrupar, e formarem colônias. Grupos de dois cocos formam um diplococo, enfileirados formam um estreptococos, e em cachos, formam um estafilococo.
    • Estrutura Celular
      • As bactérias não tem núcleo organizado, elas são procariontes, ou seja, o DNA fica espalhado no citoplasma, não possuem um núcleo verdadeiro . Por isso, o filamento de material genético é fechado (plasmídeo), sem pontas, para que nenhuma enzima comece a digerir o DNA. Possuem uma parede celular bastante rígida.
      • Para se locomoverem, as bactérias contam com os flagelos, que são pequenos sílios que ficam se mexendo, fazendo a bactéria se mover (igual ao espermatozóide humano, só que muito mais simples). Também podem possuir Fímbrias, que são microfibrilhas protéicas que se estendem da parede celular. Servem para “ancorar” a bactéria. Existem também as fímbrias sexuais, que servem para troca de material genético durante a reprodução e também auxiliam as bactérias patogênicas (parasitas) a se fixarem no hospedeiro.
      • A cápsula, camada que envolve externamente a bactéria, formada por polissacarídeos, serve para a alimentação (fagocitose), proteção contra desidratação, e também para que o sistema imunológico hospedeiro (no caso das parasitas) não a reconheça.
    • Reprodução
      • Reprodução das bactérias ocorre de forma assexuada, feita por bipartição (divisão binária, ou cissiparidade), onde a célula bacteriana cresce, têm seu material genético duplicado, e então, a célula se divide, dando origem a outra bactéria, geneticamente igual à outra.
      • A variabilidade genética das bactérias é feita de três formas: conjugação, que consiste em uma bactéria transferir material genético para outra, e vice-versa, através das fímbrias; transdução: é a troca de genes feita através de um vírus, que invade uma célula, incorpora seu material genético, e o transmite para outras células; transformação: as bactérias podem incorporar ao seu DNA fragmentos de materiais genéticos dispersos no ambiente.
      • As bactérias também podem originar esporos , em condições ambientes desfavoráveis à reprodução (altas ou baixas temperaturas, presença de substâncias tóxicas, etc). Eles são pequenas células bacterianas, com uma parede celular espessa, pouca água e um material genético. Elas são capazes de ficarem milhares de anos nestes ambientes, esperando por uma condição do ambiente melhor.
    • Importância das Bactérias
      • -Decomposição: atuam na reciclagem da matéria, devolvendo ao ambiente moléculas e elementos químicos reutilizáveis por outros seres vivos. - Fermentação: algumas bactérias são utilizadas nas indústrias para produzir iogurte, queijo, etc. (derivados do leite) - Indústria farmacêutica: na fabricação de antibióticos e vitaminas - Indústria química: na produção de alcoóis, como metanol, etanol, etc. - Genética: com a alteração de seu DNA, pode-se fazer produtos de interesse dos seres humanos, como insulina - Fixação do Nitrogênio: retiram o nitrogênio do ar e o fixa no solo, servindo de alimentação para as plantas
      • Esses seres procariontes foram e são essenciais para a manutenção da vida em nosso planeta. Disponibilizando oxigênio na atmosfera e reduzindo as concentrações de CO2, permitiram a colonização de novos organismos. Além disso, mitocôndrias e cloroplastos são derivados de bactérias em endossimbiontes, ou seja: sem as bactérias, não existiriam células eucariontes, consequentemente, as células vegetais.
    • Eubactérias e Arqueobactérias
      • Arqueobactérias: As arqueas são pouco conhecidas devido às dificuldades de acesso aos seus hábitats e de coleta de material, além da grande diversidade de seus processos bioquímicos. Atualmente, são bem conhecidas as bactérias metanogênicas, que são anaeróbias e produtoras de metano; as halófitas, que são aeróbias e vivem em ambientes com alta concentração de sais; e as termoacidófilas, que suportam altas temperaturas e grande acidez do meio.
      • As arqueas são semelhantes às bactérias e só foram diferenciadas graças às técnicas de análise molecular. Uma das diferenças consiste na composição química da parede celular, pois as bactérias apresentam peptidoglicano na sua parede, enquanto as arqueas não. Elas apresentam polissacarídeos e outras apresentam apenas proteínas.
      • Mas a diferença mais marcante está na organização e funcionamento dos genes. Estudos mostram que as sequências codificadas nos genes das arqueas estão mais próximas dos eucariontes do que das bactérias.
      • As arqueas podem ter forma esférica, de bastão, espiralada, achatada ou irregular.
      • Eubactérias: São seres procariontes, pois não possuem núcleo organizado por uma membrana carioteca. Seu DNA é um único filamento em anel, chamado de nucleoide. Além disso, apresenta plasmídios dispersos no citoplasma, que são pequenos anéis de DNA.
      • As eubactérias e as arqueobactérias se diferem de forma perceptível quando estão em ambientes favoráveis a sua sobrevivência. A arqueobactérias sobrevivem em condições extremas, como por exemplo, fontes de água quente, ambientes ácidos, grandes profundidades de geleiras e podem respirar até metano.
    • Fisiologia Bacteriana
      • O estudo da morfologia e fisiologia bacteriana é importante por auxiliar a identificação e o tratamento a ser dado a esses microorganismos, seja para serem eliminados (bactérias patogênicas) ou, seja para serem preservados (bactérias indígenas).
    • Cianobactérias
      • As cianobactérias pertence ao Reino Monera, são popularmente denominado cianobactérias ou algas azuis, que inclui organismos aquáticos, unicelulares, coloniais ou filamentosos fotossintéticos. Possuem forma de cocos, bastonetes, filamentos ou pseudofilamentos, apresentando coloração azul em condições ótimas, mas são frequentemente encontradas apresentando coloração de verde oliva a verde-azulado.
      • Apresentam, geralmente, uma estrutura externa para evitar a dessecação: a bainha de mucilagem, que é uma substância gelatinosa incolor que recobre totalmente ou parcialmente o indivíduo. Em muitos casos, são responsáveis pela eutrofização do ambiente aquático no qual estão inseridas pela rápida reprodução, que pode ser por divisão celular, por fragmentação, endósporo, exosporo ou aceneto. A maioria das espécies encontram-se em água continental, mas algumas são marinhas ou ocorrem em solo úmido, ainda sendo encontradas em ambientes lacustres (principalmente hipersalinos) e ambientes congelados.
      • Foram durante muito tempo classificadas como algas, mas atualmente sabe-se que estes organismos não tem relação filogenética com qualquer dos grupos de algas.
      • Algumas espécies de cianobactérias produzem células diferenciadas: heterocistos, especializados na fixação de nitrogênio, e acianetos, especializados na acumulação de substâncias de reserva (como por exemplo, o amido cianobacteriano).
      • As cianobactérias foram os principais produtores primários da biosfera durante mais ou menos 1.500 milhões de anos, e continuam sendo nos oceanos. A Terra continha pouco ou nenhum oxigênio naquela época. Alguns cientistas consideram que a atmosfera primitiva continha apenas 0,0001% de oxigênio. O mais importante é que através da fotossíntese elas encheram a atmosfera de oxigênio. Continuam sendo as principais provedoras de nitrogênio para as cadeias tróficas dos mares, sendo ainda de utilidade para a alimentação humana e produção de biocombustíveis.
    • Diferenças entre bactérias e vírus
      • São muitas, as diferenças entre os vírus e as bactérias. Os vírus são conhecidos por serem os organismos mais simples e pequenos. Eles são 10 a 100 vezes mais pequenos que as bactérias. A maior diferença entre os vírus e as bactérias, é que os vírus necessitam de um hospedeiro vivo para crescerem - como uma planta ou um animal – para se multiplicarem, enquanto a maioria das bactérias podem crescer em superfícies mortas. Ao contrario das bactérias, os vírus não atacam tanto como infiltram. Eles literalmente invadem as células humanas e viram o seu material genético da célula a seu favor para se reproduzirem.