Vírus e reino monera

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Vírus e reino monera

  1. 2. Vírus
  2. 3. Descoberta Do Vírus <ul><li>A primeira suspeita da existência de vírus foi no final do século XIX. O cientista russo Dmitri Ivanovski, em 1892, e o holandês Martinus Beijerinck, em 1898, descobriram em estudos diferentes que um novo agente infeccioso era causador de uma doença conhecida por mosaico, que ataca plantas. Mas demorou quase meio século para os cientistas verem, de fato, um vírus. </li></ul><ul><li>Somente na década de 40, com a invenção do microscópio eletrônico, é que esses minúsculos seres foram observados. Nos anos seguintes, descobriu-se que os vírus eram responsáveis por muitas doenças e, mesmo com todos os avanços da ciência, nem todos os vírus são conhecidos. Muitos deles podem estar habitando regiões que ainda não foram exploradas pelo homem ou estar restritos a algumas populações isoladas. </li></ul>
  3. 5. Características dos Vírus <ul><li>Os vírus são seres simples, constituídos por uma cápsula protéica, o capsídeo, envolvendo o material genético, que pode ser o DNA ou o RNA , nunca os dois juntos, variando de acordo com cada tipo de vírus. Característica esta, exclusiva dos vírus, já que em todos os outros seres vivos existem os dois ácidos nucléicos. Eles não são inseridos em nenhum dos 5 reinos. </li></ul><ul><li>Esse seres não tem organização celular e são destituídos de metabolismo próprio, permanecendo inertes quando fora de células vivas e podendo até mesmo formar cristais. No entanto quando em contato com uma célula hospedeira, passam a manifestar ‘ vida’, infectando a célula e multiplicando-se em seu interior. Por isso, vírus são considerados parasitas intracelulares obrigatórios. </li></ul>
  4. 6. Características dos Vírus <ul><li>Por uma parte dos cientistas, os vírus são considerados seres vivos por apresentarem três características essenciais: • Formam-se de ácidos nucléicos e proteínas; • Possuem capacidade de auto reprodução; • São suscetíveis a mutações. </li></ul><ul><li>Mas, na realidade, os vírus não são seres vivos pois não possuem organização celular. Os vírus são visíveis apenas ao microscópio eletrônico, e medem entre 10 a 300 nanômetros. </li></ul>
  5. 7. Ciclo Reprodutivo <ul><li>Para se multiplicarem os vírus utilizam o processo reprodutivo da célula hospedeira, redirecionando o metabolismo destas pela substituição do ácido nucléico celular. Os vírus podem infectar desde bactérias até seres humanos. Quando infectam bactérias, recebem o nome de bacteriófagos ou fagos. </li></ul>
  6. 8. Ciclo Reprodutivo <ul><li>São quatro as fases do ciclo de vida de um vírus:  </li></ul><ul><li>1. Entrada do vírus na célula : ocorre a absorção e fixação do vírus na superfície celular e logo em seguida a penetração através da membrana celular. </li></ul><ul><li>2. Eclipse : um tempo depois da penetração, o vírus fica adormecido e não mostra sinais de sua presença ou atividade. 3. Multiplicação : ocorre a replicação do ácido nucléico e as sínteses das proteínas do capsídeo. Os ácidos nucléicos e as proteínas sintetizadas se desenvolvem com rapidez, produzindo novas partículas de vírus. 4. Liberação : as novas partículas de vírus saem para infectar novas células sadias. </li></ul>
  7. 9. Prevenção e Tratamento Vacinação <ul><li>As vacinas são produtos biológicos que protegem os indivíduos contra certas doenças. Podem ser fabricadas a partir de partes dos microrganismos que estimulam o seu organismo a constituir sua proteção. </li></ul><ul><li>As vacinas produzidas contra os vírus podem ser de dois tipos: atenuada ou inativada. A vacina atenuada é aquela em que o vírus encontra-se vivo porém, sem capacidade de produzir a doença (caxumba, febre amarela, poliomielite, rubéola, sarampo, tríplice viral, varicela e varíola). Estas vacinas são contraindicadas para imunodeprimidos e gestantes. </li></ul>
  8. 10. Prevenção e Tratamento Vacinação <ul><li>A vacina inativada contém o vírus inativado por agentes químicos ou físicos. Neste caso nunca ocorre a reversão para a forma selvagem (gripe, hepatites A e B, poliomielite injetável e raiva). Estas vacinas podem ser indicadas para os imunodeprimidos. </li></ul><ul><li>Quando o indivíduo é vacinado (ou “imunizado”), o seu organismo tem a oportunidade de prevenir a doença sem os riscos da própria infecção. O organismo do paciente desenvolve proteínas protelaras chamadas “anticorpos” que destroem o microrganismo. </li></ul>
  9. 11. Prevenção e Tratamento Vacinação <ul><li>O organismo pode guardar na memória como produzir esses anticorpos durante muito tempo, muitas vezes a vida toda. Desta forma, se a paciente estiver exposto novamente à doença, os anticorpos serão capazes de inibir os microrganismos antes que eles encontrem uma formo de causar a doença. </li></ul><ul><li>A descoberta da vacina deve-se aos estudos realizados pelo médico inglês Edward Jenner, em 1798. Nessa época, a vríola era uma verdadeira peste para a humanidade. Porém existia dois tipos: a varíola branda (bovina) e a maliogna (humana). Jenner descobriu que a inoculação do vírus da variola bovina no ser humano provocava uma resposta satisfatoria contra a doença. </li></ul>
  10. 12. Doenças Transmitidas por Vírus Raiva <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Saliva introduzida pela mordida de animais </li></ul><ul><li>Infectados. </li></ul><ul><li>Controle: </li></ul><ul><li>Vacinação de animais domésticos e aplicação de </li></ul><ul><li>soro e vacina em pessoas mordidas. </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Febre, mal estar, delírio, convulsões, paralisia dos </li></ul><ul><li>músculos respiratórios. (É uma doença mortal). </li></ul>
  11. 14. Doenças Transmitidas por Vírus Hepatite Viral <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Água e alimentos contaminados (hepatite A); relações </li></ul><ul><li>sexuais e transfusões de sangue contaminado </li></ul><ul><li>(hepatites B e C) </li></ul><ul><li>Controle: </li></ul><ul><li>Vacinação para hepatites A e B </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Febre, anorexia, náuseas, mal estar, icterícia </li></ul><ul><li>(as hepatites B e C podem provocar cirrose e </li></ul><ul><li>câncer de fígado) </li></ul>
  12. 16. Doenças Transmitidas por Vírus Caxumba <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Contato direto, objetos contaminados, gotículas de </li></ul><ul><li>saliva. </li></ul><ul><li>Controle: </li></ul><ul><li>Vacinação. </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Parotidite (inflamação das parótidas, com </li></ul><ul><li>inchaço abaixo e à frente das orelhas) pode </li></ul><ul><li>tornar a pessoa estéril e se atingir os testículos ou </li></ul><ul><li>ovários. </li></ul>
  13. 18. Doenças Transmitidas por Vírus Gripe <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Gotículas de secreção expelidas pelas vias </li></ul><ul><li>Respiratória. </li></ul><ul><li>Controle: </li></ul><ul><li>Vacinação (para alguns tipos de vírus da gripe). </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Febre, prostração, erupções cutâneas (em </li></ul><ul><li>embriões provoca a morte ou deficiências </li></ul><ul><li>congênitas). </li></ul>
  14. 20. Doenças Transmitidas por Vírus Poliomielite <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Alimento e objetos contaminados; secreções respiratórias. </li></ul><ul><li>Combate: </li></ul><ul><li>Vacinação. </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Paralisia do membros; em muitos casos </li></ul><ul><li>ocorrem apenas febres baixas e indisposição, </li></ul><ul><li>que logo desaparecem sem causar problemas. </li></ul>
  15. 22. Doenças Transmitidas por Vírus Sarampo <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Contato direto e indireto com secreções </li></ul><ul><li>nas faríngeas da pessoa doente. </li></ul><ul><li>Combate: </li></ul><ul><li>Vacinação. </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Febre alta, tosse, vermelhidão por todo </li></ul><ul><li>corpo (pode ser fatal em crianças). </li></ul>
  16. 24. Doenças Transmitidas por Vírus Febre Amarela <ul><li>Transmissão: </li></ul><ul><li>Picada do mosquito,entre os quais se destaca o </li></ul><ul><li>Aedes Aegypti . </li></ul><ul><li>Combate: </li></ul><ul><li>Vacinação e combate aos mosquitos </li></ul><ul><li>transmissores. </li></ul><ul><li>Sintomas: </li></ul><ul><li>Febre alta, náuseas, vômitos, calafrios, </li></ul><ul><li>prostração e pele amarelada (pode ser fatal). </li></ul>
  17. 26. Reino Monera
  18. 27. Reino Monera <ul><li>O reino monera é formado pelos seres mais simples de todos os seres vivos que possuem organização celular. Mesmo podendo viver agrupados em colônias, eles são sempre unicelulares. </li></ul><ul><li>Os representantes deste reino são as bactérias e as cianobactérias (algas azuis). Estes seres são considerados procariontes, isto é, seres formados por células que não possuem núcleo organizado em seu interior. </li></ul><ul><li>Isso significa que o material nuclear (DNA) não é envolvido por membrana e encontra-se espalhado pelo citoplasma. </li></ul>
  19. 29. Cianobactérias <ul><li>As cianobactérias são organismos unicelulares procariontes e autótrofos. Algumas vivem isoladamente (unicelulares) , enquanto outras se associam em colônias (coloniais) de até 1 metro de comprimento. </li></ul><ul><li>Além da clorofila, as cianobactérias possuem ficocianina (pigmento azul) e a ficoeritrina (pigmento vermelho), por isso também são conhecidas de algas azuis. </li></ul>
  20. 30. Cianobactérias <ul><li>As cianobactérias são seres de grande distribuição natural, ocorrendo em água doce, terra e mar. São bastante comuns em fontes termais, suportando temperaturas acima de 80 ºC. Em associação com certas espécies de fungos, formam os líquenes. </li></ul><ul><li>Elas têm pequena exigência de nutrientes, proliferando em qualquer ambiente onde haja apenas gás carbônico, nitrogênio, água, alguns minerais e luz. </li></ul><ul><li>Algumas cianobactérias são capazes de fixar o nitrogênio do ar atmosférico, aproveitando esse gás para construir suas proteínas. </li></ul>
  21. 32. Importância das Cianobactérias <ul><li>Fotossíntese: </li></ul><ul><li>As cianobacterias realizam este fenômeno, </li></ul><ul><li>devido à presença da clorofila em seu </li></ul><ul><li>citoplama. </li></ul>
  22. 33. Importância das Cianobactérias <ul><li>Ecologia: </li></ul><ul><li>Estas algas retiram o nitrogênio da atmosfera, </li></ul><ul><li>convertendo o em nitratos, que podem ser </li></ul><ul><li>absorvidos pelas planta. Por isso, os solos ricos </li></ul><ul><li>em cianobacterias são muito férteis. </li></ul>
  23. 34. Bactérias <ul><li>São os seres que existem em maior quantidade na superfície terrestre. Possuem representantes adaptados às diversas condições do ambiente, sendo encontrados no solo, na água, suspensos no ar, na superfície de qualquer objetivo e no interior do organismo de seres vivos. Além disso, podem sobreviver às condições variáveis de temperatura. </li></ul>
  24. 36. Importância das Bactérias <ul><li>Ecologia: </li></ul><ul><li>Junto com os fungos, estes microorganismos atuam na </li></ul><ul><li>decomposição da matéria orgânica, ou seja, os restos de </li></ul><ul><li>seres já mortos são reduzidos a substâncias mais simples. </li></ul><ul><li>Por este motivo, estes seres são chamados de sapróbios . </li></ul><ul><li>Sem essas bactérias, a vida não seria possível na Terra, pois </li></ul><ul><li>os nutrientes seriam escassos e os organismos mortos não </li></ul><ul><li>sofreriam decomposição. </li></ul>
  25. 37. Importância das Bactérias <ul><li>Indústria: </li></ul><ul><li>Existem bactérias sapróbias que são usadas para a fabricação </li></ul><ul><li>de iogurtes, queijos e coalhadas a partir da fermentação </li></ul><ul><li>bacteriológica da lactose. Estes microorganismos são os </li></ul><ul><li>Lactobacyllus . O vinagre também pode ser obtido pelo </li></ul><ul><li>processo de fermentação realizado por algumas bactérias. </li></ul>
  26. 38. Importância das Bactérias <ul><li>Medicina: </li></ul><ul><li>Há também bactérias utilizadas na fabricação de antibióticos, </li></ul><ul><li>como a tirotricina, bacitracina, estreptomicina, terramicina, </li></ul><ul><li>e outros. Os antibióticos são produtos de organismos que </li></ul><ul><li>impedem o desenvolvimento de um ou mais organismos </li></ul><ul><li>causadores de doenças, como sífilis, gonorréia, pneumonia, </li></ul><ul><li>e outros. </li></ul>
  27. 39. Importância das Bactérias <ul><li>Engenharia Genética: </li></ul><ul><li>Existe um mecanismo de produção de proteínas, como a </li></ul><ul><li>insulina humana, em que são utilizados bactérias Escherichia </li></ul><ul><li>coli . A insulina é um hormônio protético de grande </li></ul><ul><li>importância para o nosso organismo. Essa substancia </li></ul><ul><li>controla a quantidade de açúcar no sangue. Ela pode auxiliar </li></ul><ul><li>muitos diabéticos, que tem deficiência na produção desta </li></ul><ul><li>proteína. </li></ul>
  28. 40. Estrutura das bactérias : Características das células bacterianas <ul><li>A célula bacteriana típica apresenta as seguintes características: </li></ul><ul><li>Cápsula – algumas bactérias segregam uma substância mucilaginosa por fora da parede celular, cuja presença ajuda a proteger do ataque de glóbulos brancos e outros microrganismos; </li></ul><ul><li>Parede celular – estrutura que dá forma, suporte e proteção á célula. A presença de parede celular impede que a célula rebente em meios hipotônicos, mas não a protege de meios hipertônicos, onde a perda de água causa a morte. A parede celular bacteriana é formada por polissacáridos e péptidos unidos numa molécula designada peptidoglicano. (um dos modos de atuação dos antibióticos é evitar a construção correta da parede celular).  </li></ul><ul><li>Flagelos – quando as bactérias são capazes de movimento, este geralmente decorre da presença de um ou mais flagelos de estrutura simples, constituídos exclusivamente por flagelina, e que giram dentro de um anel fixo, por vezes até 15 mil rotações por minuto. Os flagelos não estão envolvidos pela membrana plasmática; </li></ul>
  29. 41. Estrutura das bactérias : Características das células bacterianas <ul><li>Pilie fímbrias – estruturas semelhantes a cílios, muito numerosas e curtas, de constituição protéica semelhante à dos flagelos. </li></ul><ul><li>Membrana plasmática – com a composição e estrutura habituais destas estruturas (bicamada fosfolípidica entremeada com proteínas), pode formar invaginações em cuja superfície se encontra enzimas respiratórias – mesossomas – ou pigmentos fotossintéticos – lamelas internas ou fotossintéticas; </li></ul><ul><li>Citoplasma – contém enzimas, ribossomos e inclusões de reservas, mas sem organitos organizados e individualizados; </li></ul><ul><li>Material genético – composto por uma simples molécula de DNA circular, sem proteínas, localizado numa zona do citoplasma, não envolvida por membrana, designada nucleóide.  </li></ul>
  30. 43. Arqueobactérias <ul><li>As arqueas são pouco conhecidas devido às dificuldades de acesso aos seus habitats e de coleta de material, além da grande diversidade de seus processos bioquímicos. As arqueas são semelhantes às bactérias e só foram diferenciadas graças às técnicas de análise molecular. Uma das diferenças consiste na composição química da parede celular, pois as bactérias apresentam peptidoglicano na sua parede, enquanto as arqueas não. Elas apresentam polissacarídeos e outras apresentam apenas proteínas. </li></ul><ul><li>Mas a diferença mais marcante está na organização e funcionamento dos genes. Estudos mostram que as seqüências codificadas nos genes das arqueas estão mais próximas dos eucariontes do que das bactérias. </li></ul><ul><li>As arqueas podem ter forma esférica, de bastão, espiralada, achatada ou irregular. </li></ul>
  31. 45. Eubactérias <ul><li>Este grupo reúne a grande maioria das bactérias conhecidas. As bactérias são seres minúsculos, extremamente resistentes e possuem uma incrível capacidade reprodutiva. </li></ul><ul><li>Ocorrem em praticamente todos os ambientes, podem viver isolados ou em colônia e medem cerca de 1 µm = 0,001 mm, podendo ser vistas apenas com o auxílio de um microscópio. </li></ul><ul><li>São seres procariontes, pois não possuem núcleo organizado por uma membrana carioteca. Seu DNA é um único filamento em anel, chamado de nucleóide. Além disso, apresenta plasmídios dispersos no citoplasma, que são pequenos anéis de DNA. </li></ul><ul><li>O envoltório celular é composto por uma membrana plasmática e por uma parede celular muco complexa (açúcares aminados e aminoácidos) e externamente pode haver uma cápsula gelatinosa protetora, formada por polissacarídeos. </li></ul><ul><li>No citoplasma há ribossomos, e em cianobactérias podem haver pigmentos fotossintetizantes. </li></ul>
  32. 46. Eubactérias <ul><li>Pode haver estruturas de locomoção como cílios e flagelos e estruturas de resistência como esporos. </li></ul><ul><li>A classificação morfológica é: cocos, bacilos, vibrião e espirilo e podem se arranjar como cocos, diplococos, estafilococos, estreptococos, etc. </li></ul><ul><li>Podem se reproduzir por divisão binária, conjugação, transdução, transformação. </li></ul>
  33. 49. Bibliografia <ul><li>http://www.youtube.com </li></ul><ul><li>http://www.vacinas.org.br </li></ul><ul><li>http://www.simbiotica.org </li></ul><ul><li>http://www.sobiologia.com.br </li></ul><ul><li>http://www.infoescola.com </li></ul><ul><li>http://www.brasilescola.com </li></ul><ul><li>http://www.klickeducacao.com.br </li></ul><ul><li>http://www.portalsaofrancisco.com.br </li></ul><ul><li>Biologia de olho no mundo do trabalho- Sídio Machado- Volume Único para Ensino Médio-Editora Scipione </li></ul>
  34. 50. Bibliografia <ul><li>BIO- Sônia Lopes – Volume Único – Editora Saraiva- 1ª Edição 1999 </li></ul><ul><li>Ciências: Atitude e conhecimento -9ª ano - Maria Teresinha Figueiredo e Maria Cecília Guedes Condeixa – Editora FTD – 1ª Edição 2009 </li></ul><ul><li>Biologia – César da Silva Júnior, SezarSassone Nelson Caldini Júnior – Editora Saraiva – Volume2 - 10ª Edição 2010 </li></ul><ul><li>Biologia- Paulino- Volume Único – Novo Ensino Médio – Editora Ática </li></ul><ul><li>Biologia Hoje- Sérgio Linhares e Fernando Gewandsznajder- Editora Ática – Ensino Médio – Volume 2- 1ª Edição 2011 </li></ul><ul><li>Google Imagens </li></ul>

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