GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS INTERNACIONAIS Estabelecimento de objetivos para o Mercado Externo Identificação/avaliação de oportunidades de negócios Avaliação dos recursos e capacidades da Empresa Internacionalização Lucrativa da Empresa Decisão Estratégica Elaboração do Plano de Marketing Internacional Execução e Controle do Plano de Marketing Internacional Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
VANTAGENS DA INTERNACIONALIZAÇÃO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produção
Utilizar toda a capacidade produtiva; - Economias de escala;
Vantagem competitiva nos fatores de produção (mão-de-obra, recursos energéticos, matérias-primas; - Racionalização ou balanceamento “ideal” da produção
Comercialização
Acesso a um mercado mais amplo; - Estabilidade das vendas;
Proximidade do cliente; - Melhora da imagem (interna e externa); - Eliminação de barreiras culturais; - Supressão de barreiras protecionistas; - Eliminação do custo de transporte internacional; - Reação ante a concorrência
Finanças
Diversificação de riscos; - Compensação de resultados;
Acesso a financiamento internacional; Planificação fiscal internacional
Recursos Humanos
Aprendizagem; - Experiências adaptáveis ao mercado interno
Vantagens da Internacionalização Competitividade
Alternativas de expansão da empresa local Expansão geográfica Expansão setorial ou por produtos Esforço nos mercados tradicionais com os produtos existentes Nacional Internacional Nacional Internacional Internacionalização Decisões Estratégicas Produtos Tecnologia Mercados Organização Formas de entrada EXPANSÃO INTERNACIONAL E DECISÕES ESTRATÉGICAS Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
O Processo de planejar e executar a concepção, o estabelecimento de preços, a promoção e distribuição de idéias, bens e serviços a fim de criar trocas que satisfaçam metas individuais e organizacionais.
Uma técnica de gestão empresarial através da qual a empresa pretende obter um benefício, aproveitando as oportunidades que lhe oferecem os mercados externos e fazendo frente à concorrência internacional.
Uma estratégia que se desenvolve com o propósito de alcançar objetivos em mercados externos, com base nas capacidades da empresa, na análise ambiental e a concorrência internacional.
Marketing Doméstico X Marketing Internacional Ambiente Internacional
Marketing-Mix
Internacional
Produto
Preço
Distribuição
Promoção
Seleção dos Mercados Concorrência Internacional Formas de Entrada Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
ANÁLISE AMBIENTAL
É a prática de rastrear as mudanças externas que podem afetar o mercado, incluindo a demanda por bens e serviços.
São dimensões do ambiente externo em que ocorrem as mudanças que serão analisadas: econômica, política, legal, social, natural, tecnológica, competitiva, cultural...
ESTÁGIOS DA REGIONALIZAÇÃO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ ZLC UA MC UE UP F
DECISÕES DE MARKETING INTERNACIONAL Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Decisões Básicas Internacionalização Estratégias Mercados Formas de Entrada Mercado X Produtos Mercado X Objetivos Marketing-Mix
CANAIS DE COMERCIALIZAÇÃO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
MARKET ENTRY STRATEGIES Baixa Alta Habilidade Para Atender a Demanda Baixa Alta Importância Estratégica do Mercado-Alvo CABEÇA DE PRAIA NÃO INSERÇÃO OPORTUNISTA RÁPIDA E AMPLA Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
SISTEMA DE INFORMAÇÃO Fornecedores Concorrentes Própria Empresa Públicos Macroambiente Veículos de Comunicação Clientes Consumidores Canais FONTES DE DADOS DADOS Sistema de Monitoração Ambiental Sistema de Informações Internas Sistema de Pesquisa de Marketing Interpreta Dissemina Avalia Seleciona Condensa Trata Classifica Armazena Atualiza Recupera Analisa PROCESSAMENTO COLETA Analisam Planejam Decidem Executam INFORMAÇÕES Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
PESQUISA DE MARKETING
A função que liga consumidores, clientes e o público à empresa através da informação – informação usada para identificar e definir oportunidades e problemas do marketing; gerar, refinar e avaliar ações de marketing; monitorar a performance do marketing; e o entendimento do marketing como um processo.
A pesquisa de marketing especifica a informação necessária para responder a estas questões, desenha o método para a coleta da informação, administra e implementa o processo de coleta, analisa os resultados, e comunica as descobertas e suas implicações.
O processo sistemático e objetivo de identificar, coletar, analisar e disseminar informações, visando aprimorar a tomada de decisões relacionadas à identificação e a solução de problemas e oportunidades de marketing.
PESQUISA DE MERCADO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
PESQUISA DE MERCADO Objetivo Principal Coletar de forma sistemática e analisar informações relativas a determinado mercado, ou segmento deste, com vistas a subsidiar o planejamento, projetos e estratégias empresariais correlatas. Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
PESQUISA DE MERCADO
Avaliar a demanda por novos produtos
Analisar características do mercado
Identificar operadores e consumidores
Comparar produtos competitivos
Quantificar e qualificar a oferta e a concorrência
A diferença entre dados e informações é que, enquanto os dados são coletáveis de fatos brutos, informações representam a organização seletiva e a interpretação imaginativa desses fatos.
TIPOS DE PESQUISA Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ BOYD & WESTFALL (1973) EXPLORATÓRIAS CONCLUSIVAS: ESTUDOS ESTATÍSTICOS CASOS ESTUDOS EXPERIMENTAIS KINNEAR & TAYLOR (1979) EXPLORATÓRIAS CONCLUSIVAS: DESCRITIVAS CAUSAIS PERFORMANCE-MONITORAÇÃO COX & GOOD (1967) EXPLORATÓRIAS CONCLUSIVAS: DESCRITIVAS CAUSAIS SELLTIZ E OUTROS (1959) CHURCHIL (1979) GREEN & TULL (1966) EXPLORATÓRIA DESCRITIVA CAUSAL (OU DE RELAÇÕES CAUSAIS) Autor Classificação
TIPOS DE PESQUISA Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ LUCK, WALES & TAYLOR (1974) MÉTODO HISTÓRICO ABORDAGEM INFERENCIAL ABORDAGEM EXPERIMENTAL DRAKE & MILLER (1969) EXPLORATÓRIO DESCRITIVO EXPERIMENTAL FESTINGER & KATZ (1959) LEVANTAMENTOS AMOSTRAIS ESTUDO DE CAMPO EXPERIMENTOS NO CAMPO EXPERIMENTOS EM LABORATÓRIO KERLINGER (1973) EXPERIMENTAL EX-POST FACTO KIRK & MILLER (1986) MÉTODO QUALITATIVO MÉTODO QUANTITATIVO Autor Classificação
SEQUÊNCIA DO PROCESSO DE PESQUISA DE POTENCIAL DE MERCADOS EXTERNOS Levantamento do Potencial de Mercado do Setor Análise do Potencial de Vendas para a Empresa Filtragem Inicial de Mercados com Potencial Atrativo Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
SEQUÊNCIA DO PROCESSO DE PESQUISA DE POTENCIAL DE MERCADOS EXTERNOS Qual a Demanda Agregado do Setor em cada Mercado Pré-Selecionado? Quão Atraente é a Demanda Potencial para os Produtos ou Serviços da Empresa? Que Mercados ou Países Merecem uma Investigação Detalhada? Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
ELEMENTOS DO PRODUTO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Atributos Intrínsecos PRODUTO AUMENTADO PRODUTO TANGÍVEL Atributos Intangíveis Atributos Externos
ELEMENTOS DO PRODUTO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Qualidade Composição Design Pós-Venda Garantia Assistência Técnica Instalação Marca Etiquetagem Embalagem Aplicações Transporte Entrega Financiamento Funções Made In
O PRODUTOR É O PRÓPRIO EXPORTADOR DAS MERCADORIAS QUE FABRICA, ESTANDO EM DIRETA RELAÇÃO CONTRATUAL COM O IMPORTADOR, QUER SE UTILIZE O NÃO DOS SERVIÇOS DE ALGUM INTERMEDIÁRIO NO PROCESSO NEGOCIAL (AGENTE, CORRETOR, REPRESENTANTE) EXPORTAÇÃO DIRETA Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
O PRODUTOR A FORNECE MERCADORIAS (MATÉRIAS-PRIMAS, PARTES, PEÇAS, COMPONENTES, BENS INTERMEDIÁRIOS) AO PRODUTOR B, QUE AS BENEFICIA E EXPORTA PARA O IMPORTADOR. O PRODUTOR A É EXPORTADOR INDIRETO, ENQUANTO O PRODUTOR B ENTRA EM DIRETA RELAÇÃO CONTRATUAL COM O IMPORTADOR, QUER SE UTILIZE, OU NÃO, DOS SERVIÇOS DE ALGUM INTERMEDIÁRIO NO PROCESSO NEGOCIAL. EXPORTAÇÃO INDIRETA (PROCESSAMENTO INDUSTRIAL) Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor A Importador Produtor B
O PRODUTOR VENDE SUAS MERCADORIAS PARA UMA EMPRESA COMERCIAL EXPORTADORA (ECE, NUMA “VENDA EQUIPARADA À EXPORTAÇÃO”), QUE AS VENDE E EXPORTA PARA O IMPORTADOR ESTRANGEIRO, ESTANDO EM DIRETA RELAÇÃO CONTRATUAL COM ESTE ÚLTIMO. EXPORTAÇÃO INDIRETA (ECE) Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor Importador E C E
O PRODUTOR VENDE SUAS MERCADORIAS PARA UMA EMPRESA COMERCIAL EXPORTADORA TIPO TRADING COMPANY (TC), QUE OPERACIONALIZA A VENDA EXTERNA (EXPORTAÇÃO) PARA O IMPORTADOR ESTRANGEIRO (TC: DL 1.248/72). EXPORTAÇÃO INDIRETA (TC) Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor Importador T C
EXPORTAÇÃO COLEGIADA (COOPERATIVA) OS PRODUTORES A, B, C E D (PESSOAS FÍSICAS, PRODUTORES RURAIS, ARTESÃOS, PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS) PRODUZEM E VENDEM SUAS MERCADORIAS PARA UMA COOPERATIVA QUE, POR SUA VEZ, AS VENDE E EXPORTA PARA O IMPORTADOR ESTRANGEIRO (DIRETAMENTE, INDIRETAMENTE, COM OU SEM O AUXÍLIO DE UM INTERMEDIÁRIO NO PROCESSO NEGOCIAL). DESSA FORMA, A COOPERATIVA OBTÉM “MASSA CRÍTICA” (VOLUME, QUANTIDADE MÍNIMA) PARA EXPORTAR, AO MESMO TEMPO EM QUE SE ECONOMIZAM DESPESAS OPERACIONAIS DE MÚLTIPLOS PROCESSOS DE EXPORTAÇÃO. Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Cooperativa Importador Produtor A Produtor B Produtor C Produtor D
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Cooperativa Produtor A ECE ou TC Produtor B Produtor C Produtor D Importador
OS PRODUTORES A E B DECIDEM DESTINAR PARTE DE SUA PRODUÇÃO AO MERCADO EXTERNO PARA A COMERCIALIZAÇÃO “EM CONJUNTO”, ATRAVÉS DE UM POOL DE VENDAS, PADRONIZANDO MARCAS, QUALIDADE, VOLUMES E EMBARQUES PARA ATENDER A DEMANDA ESPECÍFICA DE UM DETERMINADO MERCADO OU DE UM OU MAIS IMPORTADORES. O POOL DE VENDAS PODERÁ ESTAR REPRESENTADO POR UM SIMPLES ACORDO OPERACIONAL OU MESMO POR UMA ECE OU TC, CONSTITUÍDA NO BRASIL OU NO EXTERIOR COM ESTA ESPECÍFICA FINALIDADE. EXPORTAÇÃO COLEGIADA POOL DE VENDAS VIA PRODUÇÃO COMPROMETIDA (SET ASIDE) Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor A Produtor B Pool de Vendas Importador X Importador Y Importador Z
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor A Produtor B ECE ou TC no Brasil Importador X Importador Y Importador Z
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor A Produtor B ECE ou TC no exterior Importador X Importador Y Importador Z
O PRODUTOR A COMPARTILHA O PEDIDO (OU O CONTRATO) FEITO PELO IMPORTADOR (POR INCAPACIDADE DE PRODUZIR O VOLUME TOTAL DEMANDADO A TEMPO, POR EXEMPLO) SUB-CONTRATANDO OU TERCEIRIZANDO PARTE DA PRODUÇÃO DO LOTE DE EXPORTAÇÃO COM OS PRODUTORES B OU C, OU AINDA SUBDIVIDINDO O PEDIDO OU CONTRATO (NESSE CASO SEMPRE COM A CONCORDÂNCIA PRÉVIA DO IMPORTADOR). OS PRODUTORES B E C PODERÃO ESTAR ATUANDO INDIRETAMENTE (1.A) OU MESMO ESTAR EM DIRETA RELAÇÃO CONTRATUAL COM O IMPORTADOR (1.B). EXPORTAÇÃO COLEGIADA POOL DE VENDAS VIA PEDIDO COMPARTILHADO (SHARED ORDER) 1) POR INICIATIVA DO PRODUTOR/EXPORTADOR PRINCIPAL Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor B Produtor C Produtor A Importador
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor B Produtor C Produtor A Importador
NO CASO, POR NECESSITAR DE UM VOLUME SIGNIFICATIVO DE MERCADORIAS PARA ATENDER SUA DEMANDA (OU PARA PREENCHER UMA UNIDADE DE CARGA OU TRANSPORTE), O IMPORTADOR ORGANIZA OU SOLICITA A UM AGENTE QUE CONCERTE (ORGANIZE) A OFERTA EXPORTÁVEL DISPONÍVEL PARA TAL, FORMANDO ENTRE OS PRODUTORES/EXPORTADORES UM POOL DE VENDAS (TAMBÉM CHAMADO GRUPO EXPORTADOR). EQUIVALE A UMA JOINT VENTURE DO TIPO NON-EQUITY , NON-CORPORATE , RESPALDADA OU NÃO POR UM CONTRATO. EXPORTAÇÃO COLEGIADA POOL DE VENDAS VIA PEDIDO COMPARTILHADO (SHARED ORDER) 2) POR INICIATIVA DO IMPORTADOR, SEU AGENTE OU REPRESENTANTE Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Produtor A Produtor B Produtor C Importador
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Importador Produtor A Produtor B Produtor C Agente
EXPORTAÇÃO ASSOCIATIVA CONSÓRCIO DE EXPORTAÇÃO CLASSIFICAÇÃO QUANTO À ESTRUTURA OPERACIONAL Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
VII) ASSOCIAÇÃO + E C E DE PARTICIPAÇÃO (EXPORTAÇÃO INDIRETA) Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Empresas Consorciadas Importadores Associação E C E de Participação
INTERNACIONALIZAÇÃO: ETAPAS Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Exportações passivas Consolidação das exportações Estabelecimento de subsidiárias comerciais Estabelecimento de centro de produção Início exportações ativas
CICLO DE VIDA: DISTRIBUIÇÃO INTERNACIONAL t Esforço / Dedicação habilidade e interesse da empresa em desenvolver sua participação no mercado alvo habilidade e interesse do intermediário em desenvolver a participação da empresa no mercado alvo Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
FORMULAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE COMUNICAÇÃO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Identificar Oportunidades de Comunicação Avaliar Recursos Disponíveis Definir Objetivos da Comunicação Desenvolver/Avaliar Alternativas Estabelecer Tarefas Específicas
DECISÕES DE PREÇO Preço Único elemento do composto de marketing que é gerador de receita, todos os demais são custos. Serve como instrumento de comunicação com os compradores, já que permite uma base para avaliação da atratividade da oferta. Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/
ESTÁGIOS DO PROCESSO DE PRECIFICAÇÃO Rodrigo Francalacci Fortunato http://rodrigofortunato.wordpress.com/ Análise do Mercado Alvo Composição do Mix de Marketing Seleção da Política de Preços Determinação da Estratégia de Preços Especificação dos Preços à Praticar
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