Projeto TROCO troca de conhecimento
Dicas para a construção de sites e materiais multimídia ... e para o que mais  você achar que seja útil.
98,76% das vezes você não conseguirá seguir este roteiro.  ... em todo caso serve como base.
Ciclo genérico do projeto
1 - Levantamento das informações A parte mais difícil.
1 - Levantamento das informações <ul><ul><ul><li>O levantamento de informações deve ser feito com a participação  de pelo ...
1 - Levantamento das informações <ul><li>É quase um dogma  a necessidade de se conhecer TUDO o que seu projeto contemplará...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Dogma : Fundamento de qualquer sistema ou doutri...
1 - Levantamento das informações <ul><li>É fácil saber quais são os módulos principais. Pense assim:  O que poderá me dar ...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Nesta mesma reunião com o cliente, não perca  tempo ! Busque identificar o que el...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Encher as paciências :   Utilizar de recursos da...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Por fim, aproveite a reunião para saber onde encontrar o  material ou as pessoas ...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Lapsos : Momentos, não raros, nos quais o client...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Já percebeu que esta fase é importante, né? Esse é o 8º slide só dela.  Pois é aq...
1 - Levantamento das informações <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><ul><li>Não adianta! Você nunca vai te...
Ruídos na comunicação
Problemas de ruídos na comunicação
Problemas de ruídos na comunicação
2 – Arquitetura da informação A parte mais impactante.
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Nesta fase você reúne  tudo o que foi possível da fase 1  e pensa na melhor forma de...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Tudo o que foi possível : Tudo o que foi possível; ...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Existem técnicas que podem ser utilizadas nesta fase. Conheça uma: </li></ul><ul><ul...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Você também pode fazer o exercício anterior em forma de questionário. (não precisa d...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Categorizar : Ato de juntar tudo numa coisa só; </l...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Nesta fase você já deve ter em mente: </li></ul><ul><ul><li>As informações que serão...
2 – Arquitetura da informação <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Nada de técnicas de arquitetura ...
3 – Planejamento do Layout  A parte mais suscetível a “pitácos”
3 – Planejamento do Layout  <ul><li>Glossário; </li></ul><ul><ul><li>Pitácos : Chuva de opiniões advindas de transeuntes p...
3 – Planejamento do Layout  <ul><li>O planejamento do layout é um  trabalho conjunto com o coordenador do projeto e do(s) ...
3 – Planejamento do Layout  <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Draft : Rascunho  simples  e  rápido  de algo mais  c...
3 – Planejamento do Layout  <ul><li>É nesta fase também que  o conceito da obra é planejado graficamente ; </li></ul><ul><...
3 – Planejamento do Layout  <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Não perca tempo com  drafts!!  Faç...
4 – Produção A parte mais recorrente.
4 – Produção <ul><li>A produção é a fase em que o criador fica, enfim,  a sós com suas ferramentas . Chegou a hora de colo...
4 – Produção <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Criar : Verbo associado ao ato de fazer-se uma coisa nova a partir d...
4 – Produção <ul><li>Mas nem tudo são flores na Produção. É o momento de se  escolher as ferramentas certas  e entrar em u...
4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI SER EM FLASH? </li></ul><ul><ul><li>Vai ser um .exe? Como vai ab...
4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI TER PDF? </li></ul><ul><ul><li>O usuário tem  PDF Reader ? Vamos...
4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI TER INSTALADOR? </li></ul><ul><ul><li>Vai ser em que? Delphi, .N...
4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI SÓ NA INTERNET / INTRANET? </li></ul><ul><ul><li>Tem que ser em ...
4 – Produção <ul><li>Depois dessa parte chata, vem uma parte mais chata: </li></ul><ul><li>Dentro desta fase são criados  ...
4 – Produção <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>MileStone : Pedra de milha (rsrsrs); Marco no cronograma no qual aco...
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>A fase 4 de Produção acaba trazendo consigo todas...
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Você vai se sentir várias vezes na fase 01 ou na ...
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>+ ou - assim: </li></ul></ul>
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 01 : “Fazer o que o cliente quer” </li></ul>
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 02 : “Sugerir que haja primeiramente uma v...
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 03 : “Convide o cliente para tomar um café...
4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Não se esqueça da segurança e dos contratempos qu...
5 – Intervenções A parte mais conflituosa.
5 – Intervenções <ul><li>Como você já deve ter esquecido, na fase 4 existem os  milestones.  Nestes pontos acontecerão as ...
5 – Intervenções <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções cirúrgicas : Ex. “vamos trocar esta frase de ‘ o me...
5 – Intervenções <ul><li>Esta fase dependerá muito do tipo de cliente com o qual você estiver lidando. Há 4 tipos de clien...
5 – Intervenções <ul><li>O cliente que  não  sabe o que quer;  </li></ul><ul><ul><li>Estão inseguros e variam de intervenç...
5 – Intervenções <ul><li>O cliente que  acha  que sabe o que quer;  </li></ul><ul><ul><li>Hora querem de um jeito, outrora...
5 – Intervenções <ul><li>O cliente que sabe o que quer;  </li></ul><ul><ul><li>Você não terá muitos problemas com este cli...
5 – Intervenções <ul><li>O cliente que se sente coordenador de produção;  </li></ul><ul><ul><li>Além de saber exatamente o...
5 – Intervenções <ul><li>Dica1 : Este tipo de cliente tende a confundir um pouco misturando idéias com aplicação. Cuidado!...
5 – Intervenções <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><li>Clientes externos: </li></ul><ul><ul><li>45% não s...
6 – Revisão A parte mais legal.
6 – Revisão <ul><li>Se as  fases anteriores foram seguidas  e a  fase de intervenções bem estruturada , na revisão o traba...
6 – Revisão <ul><li>O que se faz na revisão*: </li></ul><ul><ul><li>Se revisa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se vê novamente;...
6 – Revisão <ul><li>O que  não  se faz na revisão: </li></ul><ul><ul><li>Não se inventa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não se...
6 – Revisão <ul><li>É preferível que o revisor não seja a pessoa que produziu o trabalho; </li></ul><ul><li>É preferível q...
6 – Revisão <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><ul><li>Quando o cliente é interno boa parte da revisão est...
7 – Testes/Controle A parte menos feita.
7 – Testes/Controle <ul><li>“ Testar não é o mesmo que revisar?”; </li></ul><ul><ul><li>R: Não!  </li></ul></ul><ul><li>Ge...
7 – Testes/Controle <ul><li>No teste busca-se ver se o  conjunto  produção + revisão  foi bem sucedido; </li></ul><ul><li>...
7 – Testes/Controle <ul><li>Aqui temos dois tipos de teste: o do  sistema  (software) e o do  conteúdo ; </li></ul><ul><ul...
7 – Testes/Controle <ul><li>Como?  </li></ul><ul><li>Se o sistema está na Internet : </li></ul><ul><ul><li>Ferramentas de ...
7 – Testes/Controle <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><li>A prática deveria ser igual a teoria neste caso...
Considerações
Considerações <ul><li>Como pôde perceber existe um ciclo. Neste ciclo entra todo e qualquer módulo que seu trabalho contem...
Revisão deste Roteiro: <ul><li>Rafael Ferreira Buzon –  [email_address]   </li></ul><ul><li>Eugeni Dodonov </li></ul><ul><...
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Dicas para a construção de sites e materiais multimídia

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Esta apresentação explica de forma descontraída e informal as etapas de um processo de construção de material multimídia como sites, portfólios, animações etc. É fruto de experiências do trabalho e do dia-a-dia no contato com profissionais de design.

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Dicas para a construção de sites e materiais multimídia

  1. 1. Projeto TROCO troca de conhecimento
  2. 2. Dicas para a construção de sites e materiais multimídia ... e para o que mais você achar que seja útil.
  3. 3. 98,76% das vezes você não conseguirá seguir este roteiro. ... em todo caso serve como base.
  4. 4. Ciclo genérico do projeto
  5. 5. 1 - Levantamento das informações A parte mais difícil.
  6. 6. 1 - Levantamento das informações <ul><ul><ul><li>O levantamento de informações deve ser feito com a participação de pelo menos um membro de cada equipe envolvida no desenvolvimento; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A capacidade de pessoas de áreas diferentes captarem detalhes e necessidades em sua área, pode fazer com que se obtenha um maior número de dados para a produção de um projeto mais completo; </li></ul></ul></ul>
  7. 7. 1 - Levantamento das informações <ul><li>É quase um dogma a necessidade de se conhecer TUDO o que seu projeto contemplará antes de começá-lo. Entretanto, 99% das vezes, não é assim que acontece. Irônico, não? :) </li></ul><ul><li>Logo, é necessário ao coordenador exercer uma força além da humana para identificar com o cliente, pelo menos, os módulos principais (macro) . </li></ul>
  8. 8. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Dogma : Fundamento de qualquer sistema ou doutrina (michaelis); </li></ul></ul><ul><ul><li>TUDO : Tudo mesmo! </li></ul></ul><ul><ul><li>Cliente : Aquele personagem interno ou externo à organização que sabe o que quer, mas não sabe muito bem o que quer. :D </li></ul></ul>
  9. 9. 1 - Levantamento das informações <ul><li>É fácil saber quais são os módulos principais. Pense assim: O que poderá me dar mais trabalho no futuro caso seja mudado ? A resposta serão os módulos principais. Fácil! Ou então faça a seguinte pergunta ao cliente: “ Quais são os módulos principais? ” :D Ajude ele a não perder o foco e faça várias perguntas até começar a encher as paciências. </li></ul>
  10. 10. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Nesta mesma reunião com o cliente, não perca tempo ! Busque identificar o que ele espera que cada módulo principal tenha: os sub-módulos ou as sub-categorias . </li></ul>
  11. 11. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Encher as paciências : Utilizar de recursos da paciência alheia até o ponto destas se esgotarem e começarem a tomar emprestado recursos da raiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Tempo : Dinheiro; </li></ul></ul>
  12. 12. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Por fim, aproveite a reunião para saber onde encontrar o material ou as pessoas necessárias para você entrevistar (explorar) . Essa parte é quase tão importante quanto ter um computador; </li></ul><ul><li>Sim! Os detalhes vão ficar por sua conta . O que você queria mais? Entretanto é ainda possível extrair do cliente alguns lapsos de desejos intrínsecos ; </li></ul>
  13. 13. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Lapsos : Momentos, não raros, nos quais o cliente sabe exatamente o que quer. São seguidos de momentos que contradizem este primeiro; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desejo : O que o cliente quer naquele lapso de tempo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Intrínseco : Vontades não condicionadas à lapsos, mas difíceis de se manifestar corretamente em desejos; </li></ul></ul>
  14. 14. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Já percebeu que esta fase é importante, né? Esse é o 8º slide só dela. Pois é aqui que vai se criar a base para todas as outras fases, então busque identificar: </li></ul><ul><ul><li>Público alvo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Prazo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Liberdade de criação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Equipe; </li></ul></ul><ul><ul><li>Módulos / Áreas / Detalhes preliminares; </li></ul></ul>
  15. 15. 1 - Levantamento das informações <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><ul><li>Não adianta! Você nunca vai ter todas as informações! “ Dê seus pulos! ”; </li></ul></ul><ul><ul><li>Depois daquela conversa rápida com o cliente, faça um e-mail confirmando tudo e preenchendo as lacunas com suas sugestões. </li></ul></ul><ul><ul><li>Coloque a produção em paralelo enquanto o cliente não responde o e-mail; </li></ul></ul>
  16. 16. Ruídos na comunicação
  17. 17. Problemas de ruídos na comunicação
  18. 18. Problemas de ruídos na comunicação
  19. 19. 2 – Arquitetura da informação A parte mais impactante.
  20. 20. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Nesta fase você reúne tudo o que foi possível da fase 1 e pensa na melhor forma de organizar isso para acesso; </li></ul><ul><li>Esta é uma fase mais reflexiva e filosófica na qual você irá abstrair categorias, áreas, itens relacionados, itens parcialmente relacionados, itens não relacionados e itens que não eram para estar ali. </li></ul>
  21. 21. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Tudo o que foi possível : Tudo o que foi possível; </li></ul></ul><ul><ul><li>Filosófica: Atividade que exige esforço cefálico relacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Abstrair: Ato de filosofar rumo à uma entidade maior; </li></ul></ul>
  22. 22. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Existem técnicas que podem ser utilizadas nesta fase. Conheça uma: </li></ul><ul><ul><li>Faça papeizinhos com o nome das informações e categorias que você deseja organizar; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reúna uns 5 colegas de trabalho; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espalhe os papeizinhos sobre uma mesa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Peça a seus colegas de trabalho que organizem os papéis categorizando-os da forma que lhes convier; </li></ul></ul><ul><ul><li>Espalhe novamente e peça para outros colegas fazerem o mesmo; (é divertido!!!) </li></ul></ul>
  23. 23. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Você também pode fazer o exercício anterior em forma de questionário. (não precisa dificultar tanto); </li></ul><ul><li>Sua estrutura tem que estar de acordo com o público. Para informações do tipo nome da rua , por exemplo, você não precisa abstrair ao ponto de chegar na categoria Espaço . Nem especificar muito uma categoria, como Endereço , ao ponto de chegar em Constelação Estelar . </li></ul><ul><ul><li>A menos que seu público seja extra-terrestres. Tudo depende do público! </li></ul></ul>
  24. 24. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Categorizar : Ato de juntar tudo numa coisa só; </li></ul></ul><ul><ul><li>Público : Conjunto de pessoas interessadas no seu negócio*; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Seu negócio : Seu business; Seu empreendimento; Seu site; Seu material multimídia; (não pense besteira!) </li></ul></ul></ul>
  25. 25. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Nesta fase você já deve ter em mente: </li></ul><ul><ul><li>As informações que serão transmitidas; </li></ul></ul><ul><ul><li>As informações (módulos) mais importantes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estas informações categorizadas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Uma idéia do fluxo da navegação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Que a vida é uma caixinha de surpresas; </li></ul></ul>
  26. 26. 2 – Arquitetura da informação <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Nada de técnicas de arquitetura da informação ou brainstorm para identificar as melhores formas de organização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Eleve ao nível 5 o bom senso e tente fazer o que o cliente “acha” melhor; </li></ul></ul>
  27. 27. 3 – Planejamento do Layout A parte mais suscetível a “pitácos”
  28. 28. 3 – Planejamento do Layout <ul><li>Glossário; </li></ul><ul><ul><li>Pitácos : Chuva de opiniões advindas de transeuntes próximos ao computador do designer. Geralmente de amigos de trabalho, coordenadores e clientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ditado atualizado : “De médico, louco e designer todo mundo tem um pouco”; </li></ul></ul>
  29. 29. 3 – Planejamento do Layout <ul><li>O planejamento do layout é um trabalho conjunto com o coordenador do projeto e do(s) designer(s) responsável(veis). </li></ul><ul><li>São realizados drafts baseados na fase 02 e submetidos à validação do cliente para então partir para a produção. </li></ul>
  30. 30. 3 – Planejamento do Layout <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Draft : Rascunho simples e rápido de algo mais complexo e demorado cuja continuidade depende da ação decisiva do todo poderoso cliente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Validação do cliente : Período no qual os contratados torcem para que o contratante escolha a versão já em andamento na produção. </li></ul></ul>
  31. 31. 3 – Planejamento do Layout <ul><li>É nesta fase também que o conceito da obra é planejado graficamente ; </li></ul><ul><li>Conceitos de cores, movimentos, traços, estilos, formas e brilhos servirão para despertar sensações, desejos, interesses, animações, atrações ; </li></ul><ul><ul><li>Ditado criado : “O design é a arte profissional da sedução” </li></ul></ul>
  32. 32. 3 – Planejamento do Layout <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Não perca tempo com drafts!! Faça acontecer de primeira!! Você é phoda! </li></ul></ul><ul><ul><li>Não use cores bregas ou muito extravagantes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Seu lema deve ser: Na vida nada se cria, nada se perde. Tudo se transforma! </li></ul></ul><ul><ul><li>O bom senso aqui se eleva para o nível 6. </li></ul></ul>
  33. 33. 4 – Produção A parte mais recorrente.
  34. 34. 4 – Produção <ul><li>A produção é a fase em que o criador fica, enfim, a sós com suas ferramentas . Chegou a hora de colocar a “ mão no teclado ”. Chegou a hora de criar. </li></ul><ul><li>É também o período mais feliz e de exaltação cósmica de agradecimento pela possibilidade da criação. É um momento realmente transcendental . </li></ul>
  35. 35. 4 – Produção <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Criar : Verbo associado ao ato de fazer-se uma coisa nova a partir de outras; Ação de quem usa ferramentas da Adobe e Microsoft; </li></ul></ul><ul><ul><li>Criação : Ação da transformação; Frankenstein; Coisas que se faz com o Flash, Photoshop, DreamWeaver ou com o Visual Studio, por exemplo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Transcendental : Que pertence à razão pura, anteriormente a toda experiência (michaelis); </li></ul></ul>
  36. 36. 4 – Produção <ul><li>Mas nem tudo são flores na Produção. É o momento de se escolher as ferramentas certas e entrar em um fluxo de ações constantes, rápidas, precisas e acertadas ; </li></ul><ul><li>Neste instante o responsável pela criação deve buscar em sua vivida experiência o melhor composto de ferramentas e tecnologias ; </li></ul>
  37. 37. 4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI SER EM FLASH? </li></ul><ul><ul><li>Vai ser um .exe? Como vai abrir isso? </li></ul></ul><ul><ul><li>O usuário tem flash player? Vamos disponibilizar? </li></ul></ul><ul><ul><li>Vai abrir no navegador (browser)? E as mensagens de segurança do navegador? Vai abrir no IE? Xiiii </li></ul></ul><ul><ul><li>Em qual versão publicar os SWFs? Por quê? </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual a resolução mínima deve ser atendida? </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual o tamanho que a brincadeira deve ter? Vai pra internet? Só em CD? Vai por e-mail? Por carta? Por sedex? (saiba tudo!) </li></ul></ul><ul><ul><li>O usuário final tem computador? (muito importante esta) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É um computador pós-386? (essencial esta) </li></ul></ul></ul>
  38. 38. 4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI TER PDF? </li></ul><ul><ul><li>O usuário tem PDF Reader ? Vamos disponibilizar? </li></ul></ul><ul><ul><li>Vai abrir no navegador (browser)? E as mensagens de segurança do navegador? </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual o tamanho deste cara? Vai pra internet? E-mail? Carta? Sedex? </li></ul></ul><ul><ul><li>Vai no pé de alguma pomba ou coruja? </li></ul></ul><ul><ul><li>O usuário final sabe ler? (muito importante esta!) </li></ul></ul>
  39. 39. 4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI TER INSTALADOR? </li></ul><ul><ul><li>Vai ser em que? Delphi, .Net, Assembly? </li></ul></ul><ul><ul><li>E o Framework? Vai junto? Tem certeza? </li></ul></ul><ul><ul><li>Vai instalar o quê? </li></ul></ul><ul><ul><li>Vai instalar onde? </li></ul></ul><ul><ul><li>E a pergunta que não quer calar: “Precisa instalar tudo isso mesmo?” </li></ul></ul>
  40. 40. 4 – Produção <ul><li>Pergunte-se!!! </li></ul><ul><li>VAI SÓ NA INTERNET / INTRANET? </li></ul><ul><ul><li>Tem que ser em flash? Por que não HTML? Precisa ser dinâmico? </li></ul></ul><ul><ul><li>Quer em 3D Studio? Ficou louco? </li></ul></ul><ul><ul><li>Como oferecer mais com menos bytes? </li></ul></ul>
  41. 41. 4 – Produção <ul><li>Depois dessa parte chata, vem uma parte mais chata: </li></ul><ul><li>Dentro desta fase são criados milestones nos quais haverá a intervenção de agentes externos . Ação importantíssima para o refino e a qualidade do projeto; </li></ul>
  42. 42. 4 – Produção <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>MileStone : Pedra de milha (rsrsrs); Marco no cronograma no qual acontecerá algo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ações acertadas : Ações certas segundo a visão do cliente; (essas coisas são muito relativas) </li></ul></ul>
  43. 43. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>A fase 4 de Produção acaba trazendo consigo todas as outras. Como um buraco negro ou uma célula faminta , ela fagocita partes das outras fases sendo um pequeno TODO dentro do todo; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Alguém conhece a teoria do caos? </li></ul></ul></ul>
  44. 44. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Você vai se sentir várias vezes na fase 01 ou na fase 02, às vezes até na fase 03, e o incrível é que você realmente vai estar Lá ! </li></ul></ul><ul><ul><li>Por vezes você achará que está na fase 06 ou 07. Pare de achar e tenha certeza! </li></ul></ul><ul><ul><li>Milestone é só teoria; </li></ul></ul>
  45. 45. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>+ ou - assim: </li></ul></ul>
  46. 46. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 01 : “Fazer o que o cliente quer” </li></ul>
  47. 47. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 02 : “Sugerir que haja primeiramente uma versão 01 do site ou material para posteriores ajustes” </li></ul>
  48. 48. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><li>Sua missão 03 : “Convide o cliente para tomar um café e defina melhor as coisas que já eram para estar definidas” </li></ul>
  49. 49. 4 – Produção <ul><li>Na prática a teoria é outra : </li></ul><ul><ul><li>Não se esqueça da segurança e dos contratempos que o usuário pode ter com seu trabalho; </li></ul></ul><ul><ul><li>O usuário não pode pagar por um erro de cronograma seu! </li></ul></ul><ul><ul><li>Viva o usuário Feliz!!! </li></ul></ul>
  50. 50. 5 – Intervenções A parte mais conflituosa.
  51. 51. 5 – Intervenções <ul><li>Como você já deve ter esquecido, na fase 4 existem os milestones. Nestes pontos acontecerão as Intervenções . Algumas cirúrgicas, outras revolucionárias , mas todas intervenções necessárias. </li></ul><ul><li>Por quê? Porque é o cliente que manda!! </li></ul>
  52. 52. 5 – Intervenções <ul><li>Glossário: </li></ul><ul><ul><li>Intervenções cirúrgicas : Ex. “vamos trocar esta frase de ‘ o melhor para o professor ’ para ‘ o melhor para o professor ado ’”; </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Devem ser coletas e realizadas em uma força tarefa só para poupar o designer e não gastar tempo de set-up*; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Intervenções revolucionárias : Ex. “Vamos mudar de um portfólio digital para um portfólio impresso em uma pasta” ou então “Vamos sair pra comer no Habib’s?” </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Completamente o contrário das intervenções cirúrgicas, aqui deve-se realizá-las o quantos antes; </li></ul></ul></ul>
  53. 53. 5 – Intervenções <ul><li>Esta fase dependerá muito do tipo de cliente com o qual você estiver lidando. Há 4 tipos de clientes : </li></ul><ul><ul><li>O que não sabe o que quer; </li></ul></ul><ul><ul><li>O que acha que sabe o que quer; </li></ul></ul><ul><ul><li>O que sabe o que quer; </li></ul></ul><ul><ul><li>O que se sente coordenador de produção; </li></ul></ul>
  54. 54. 5 – Intervenções <ul><li>O cliente que não sabe o que quer; </li></ul><ul><ul><li>Estão inseguros e variam de intervenções cirúrgicas à revolucionárias com freqüência; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dica : Para evitar intervenções significativas explore as primeiras fases deste roteiro buscando dar segurança e mostrar o que o cliente receberá no final. Encontrar e evidenciar a real necessidade do cliente ; </li></ul></ul>
  55. 55. 5 – Intervenções <ul><li>O cliente que acha que sabe o que quer; </li></ul><ul><ul><li>Hora querem de um jeito, outrora querem de outro. Depois voltam na proposta inicial. Realizam intervenções revolucionárias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Dica : Aqui não tem jeito. Ou você DE-SE-NHA para ele o sistema antes de fazer ou você RE-FAZ todo o sistema depois de um bom pedaço em andamento. Perca 90% especificando com ele e corra para fazer no prazo. Caso não dê pra conversar, Reze!; </li></ul></ul>
  56. 56. 5 – Intervenções <ul><li>O cliente que sabe o que quer; </li></ul><ul><ul><li>Você não terá muitos problemas com este cliente, porque ele fez questão de deixar claro o que quer nas fases iniciais (e é claro, você fez um bom trabalho); </li></ul></ul><ul><ul><li>Dica : Um problema grande que pode acontecer aqui é a presença de ruídos na comunicação . Não corra o risco de estar 100% certo do que o cliente quer, explore o período do draft do layout para garantir. Caso contrário haverá intervenções revolucionárias; </li></ul></ul>
  57. 57. 5 – Intervenções <ul><li>O cliente que se sente coordenador de produção; </li></ul><ul><ul><li>Além de saber exatamente o que quer, este cliente ainda conhece as ferramentas e dá sugestões de como fazer aquilo que pede. Suas intervenções tendem a ser cirúrgicas depois de tudo bem esclarecido; </li></ul></ul>
  58. 58. 5 – Intervenções <ul><li>Dica1 : Este tipo de cliente tende a confundir um pouco misturando idéias com aplicação. Cuidado! Não saia das reuniões iniciais sem ter bem definido as melhores maneiras, ferramentas e práticas para realizar o trabalho ; </li></ul><ul><li>Dica2 : Busque envolver mais este cliente nas fases iniciais já que ele conhece os procedimentos e ferramentas. Quando ganhar confiança sobre o que o cliente realmente quer, avance sem hesitar. </li></ul>
  59. 59. 5 – Intervenções <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><li>Clientes externos: </li></ul><ul><ul><li>45% não sabe o que quer! </li></ul></ul><ul><ul><li>45% acha que sabe o que quer! </li></ul></ul><ul><li>Clientes internos: </li></ul><ul><ul><li>90% sabe o que quer! </li></ul></ul><ul><li>Em ambas as situações o tipo de intervenção é diretamente proporcional ao tempo para produção; </li></ul>
  60. 60. 6 – Revisão A parte mais legal.
  61. 61. 6 – Revisão <ul><li>Se as fases anteriores foram seguidas e a fase de intervenções bem estruturada , na revisão o trabalho se deterá a pequenas correções. </li></ul><ul><li>Hahahahhaha; (desculpe, não agüentei); </li></ul>
  62. 62. 6 – Revisão <ul><li>O que se faz na revisão*: </li></ul><ul><ul><li>Se revisa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se vê novamente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se examina; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se confere; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se inspeciona; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se pericia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se sugere pontualmente; </li></ul></ul><ul><ul><li>*Revisão : 1. Ato ou efeito de rever. 2. Exame minucioso e atento em nova leitura. (Michaelis) </li></ul></ul>
  63. 63. 6 – Revisão <ul><li>O que não se faz na revisão: </li></ul><ul><ul><li>Não se inventa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não se acrescenta; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não se filosofa; </li></ul></ul><ul><ul><li>Não se desiste; </li></ul></ul>
  64. 64. 6 – Revisão <ul><li>É preferível que o revisor não seja a pessoa que produziu o trabalho; </li></ul><ul><li>É preferível que haja mais de 1 revisor; </li></ul><ul><li>É preferível que os 2 ou mais revisores não sejam quem produziu o trabalho;  </li></ul>
  65. 65. 6 – Revisão <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><ul><li>Quando o cliente é interno boa parte da revisão está embutida nas intervenções; </li></ul></ul><ul><ul><li>Esta fase pode não existir em alguns casos; </li></ul></ul>
  66. 66. 7 – Testes/Controle A parte menos feita.
  67. 67. 7 – Testes/Controle <ul><li>“ Testar não é o mesmo que revisar?”; </li></ul><ul><ul><li>R: Não! </li></ul></ul><ul><li>Geralmente esta fase está junto com a fase de Revisão, mas podemos encontrar algumas peculiaridades ; </li></ul>
  68. 68. 7 – Testes/Controle <ul><li>No teste busca-se ver se o conjunto produção + revisão foi bem sucedido; </li></ul><ul><li>Testa-se a eficiência do site ou material multimídia em seu lugar de aplicação . O famoso, mas pouco conhecido, teste de ambiente . </li></ul>
  69. 69. 7 – Testes/Controle <ul><li>Aqui temos dois tipos de teste: o do sistema (software) e o do conteúdo ; </li></ul><ul><ul><li>No teste do sistema verificamos se, em massa , o software está atendendo às expectativas de segurança , desempenho , etc; </li></ul></ul><ul><ul><li>No teste do conteúdo precisamos verificar se está entendível e atraente ao usuário final. </li></ul></ul>
  70. 70. 7 – Testes/Controle <ul><li>Como? </li></ul><ul><li>Se o sistema está na Internet : </li></ul><ul><ul><li>Ferramentas de análise de tráfego e rejeição ( Google analytics ); </li></ul></ul><ul><ul><li>Cadastros de usuários no ambiente (caso exista); </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos atendidos (caso especificados); </li></ul></ul><ul><li>Se o sistema é desktop : </li></ul><ul><ul><li>Feedback do cliente; </li></ul></ul><ul><ul><li>Taxa de aumento em contatos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Objetivos atendidos (caso especificados); </li></ul></ul>
  71. 71. 7 – Testes/Controle <ul><li>Na prática a teoria é outra: </li></ul><ul><li>A prática deveria ser igual a teoria neste caso; </li></ul><ul><li>Caso contrário você não tem uma fase de teste/controle; </li></ul>
  72. 72. Considerações
  73. 73. Considerações <ul><li>Como pôde perceber existe um ciclo. Neste ciclo entra todo e qualquer módulo que seu trabalho contemple. Inclusive novos pedidos . </li></ul><ul><li>Não deixe, porém, virar um ciclo sem fim . Todo projeto tem começo/meio/fim; Tenha prazos e um cronograma definido ( mesmo que informalmente ). </li></ul><ul><li>Divirta-se!! </li></ul>
  74. 74. Revisão deste Roteiro: <ul><li>Rafael Ferreira Buzon – [email_address] </li></ul><ul><li>Eugeni Dodonov </li></ul><ul><li>Lílian Martins </li></ul><ul><li>Luiz Guelfi </li></ul><ul><li>Lúcia Nomiso </li></ul><ul><li>Renata Mola </li></ul>

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