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Contos dos alunos do 5° ano A e B da unidade II.
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Contos dos alunos do 5° ano A e B da unidade II.

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  • 1. Retratos de escola A Escola é um lugar de inúmeras vivências... Localonde muitas histórias são construídas e muitos saberessão veiculados. Passado e Presente se misturam. Os alunos do 5º ano ao lerem a obra Conto de Escola– de Machado de Assis, conheceram alguns dos dilemasvividos pelos alunos em um tempo distante do seu, alémde apreciarem a competência literária de um autor queé atemporal. A partir da obra lida, os alunos assumiram a autoriade Contos de Escola retratando os dilemas atuais. Conheçam o resultado de todo esse trabalho. Professora: Luciane A. Teixeira Paulo
  • 2. UM DIA NA ESCOLA MASTERE m um belo dia, eu entrei na sala de aula e vi dois alunos novos. Um se chamava Luciano: era bravo, baixo, usava aparelho, nos dentes, e passava gel nos cabelos. A outrase chamava Julia: era bonita, carinhosa, sua estatura era média eera portuguesa. Nesse dia eu passei contas de matemática e Luciano faloupara mim que não sabia. Falei para ele se esforçar e estudarsozinho em casa. Ele voltou triste para a sua carteira e faloupara Julia: —Julia, você poderia me explicar como fazer essas contas? —Luciano, me desculpe, pois tenho medo de que alguém mededure. Alguns minutos depois, eu deixei cada um ir para a bibliotecapara pegar livros e levá-los para casa. Julia foi a única que pegou cinco livros, pois gostava de ler eera muito estudiosa. Todos voltam para a sala de aula, pegaram suas lancheiras eforam para o lanche. No refeitório, tinha sopa de: abóbora, inhame, chuchu,pimenta, peixe grelhado e jaca de sobremesa. Todos comeram eacharam uma delícia. Passaram trinta minutos e os alunos voltaram para a sala,guardaram o material e foram embora. Quando Julia chegou em casa, sentou no sofá e começou a ler.Depois de uma hora, seu pai chegou do serviço, viu sua filhalendo e falou com uma voz grossa: —Filha, que coisa é essa? — Julia respondeu com medo:
  • 3. —São livros, pois estou fazendo lição de casa. De ouvir aquilo de sua filha, o pai pegou todos os livros damão de Julia e rasgou, pois o pai não gostava de ler e estudar. Triste, foi para o seu quarto pensando o que iria falar paramim, no dia seguinte. A menina pensou e não achou nenhumadesculpa. Foi tomar banho e em seguida foi dormir. No dia seguinte, ela acordou, se trocou e seu pai levou-a paraa escola. Chegou à escola e eu perguntei: —Por que você está tão triste? —Porque, meu pai rasgou os livros. Tentei acalmá-la, ela me contou tudo o que aconteceu e faleique iria ligar para o seu pai. Julia se acalmou e foi para a aula de inglês, enquanto isso, euliguei para o pai dela e pedi que viesse conversar com a diretorae comigo, mas ele recusou-se e causou uma grande confusão. Depois de um dia, eu dei as notas das provas para os alunosverem. Luciano ficou para recuperação em todas as matérias eeu falei para os pais dele vir conversar comigo. No final do ano, Julia ganhou um diploma, pois era a alunamais inteligente da sala e Luciano, por ter ficado derecuperação em todas as matérias, foi reprovado. Beatriz Di Pieri de Almeida Marina Minelli Campos de Lima 5º ano A – Unidade II
  • 4. A VIDA ESCOLAR DE UMA GAROTA C heguei à escola em uma segunda-feira ensolarada e fui para o meu armário guardar minhas coisas, dei de cara com o meu namorado Rafael, que me levou para o pátio.Sou Maria Eduarda, mas todos me chamam de ―Duda‖. O Rafael me chamou para conversar e eu disse a ele: — Rafael, eu tenho que ir. Agora não dá! Vai começar a aula. — Nossa Duda! Era rápido. — disse Rafael. Eu fui embora e fingi que não ouvi. Depois que entrei na aula, meu namorado se sentiu mal, entãoachou que eu não queria mais namorar com ele. Pensou: ―Ela nãoestá querendo namorar mais comigo, eu acho que de qualquerjeito vou terminar com ela, pois ela está muito mimada.‖ — No lanche vou falar com os meus amigos e também com osda Duda sobre esse assunto. — disse Rafael. Eu não sabia de nada, mas por isso no lanche ninguém veiolanchar comigo. Estavam todos com o Rafael. Não fui onde elesestavam, pois eles iam me chamar de intrometida!!! Acabou o lanche e voltei para sala. A professora entrou na sala e começou a dar aula dematemática. Na hora da saída os meus amigos ficaram com o Rafael denovo. Eles ficaram conversando. —Então, vocês acham ou não que a Duda está muito mimada?Que tal não ser mais amigo dela? — disse Rafael. — Bom, eu acho que sim! – disse um. Todos concordaram. Já na terça-feira quando cheguei à escola, todos os meus antigosamigos vieram direto falar comigo e disseram: — Oi Duda!
  • 5. —Olá pessoal, tudo bem? — Tudo... — Ué, vocês estão estranhos... — É que nós não vamos mais ser seus amigos! — Mas por quê? — falei um pouco grossa. — Bem, nós vamos ser sinceros: você está muito mimada echata! — Então tudo bem! — falei e fui embora Fiquei um pouco triste. No lanche, tive que lanchar sozinha e fiquei sozinha. Na quinta-fera eu vi uma menina nova na sala! Chegou a hora do lanche, a menina nova veio falar: — Oi! Eu me chamo Alice – disse ela. — Ah legal! – tentei dizer – O meu é Maria Eduarda. — Você está meio triste e solitária. Por quê? — disse ela. — Bom eu vou contar tudo! — falei tentando me enturmar. Eu contei a história dos meus amigos. Ela me disse que poderiame ajudar e eu aceitei. Foi bom, pois ela me ensinou a ser boa, legal, educada e que, sermimada, não era nada bom para conseguir amigos. Depois de tudo isso, eu ganhei os meus velhos amigos de volta,Rafael e também minha nova amiga Alice. Todos da escolaficaram felizes em receber uma menina que não era mimada. Emilly Cristine Lira Pereira Gabriela Mori Feitais 5° ano A – Unidade II
  • 6. BULLING NA ESCOLA E studava em uma escola chamada Roberto Dom Passo, tinha vários amigos nessa escola. Chamo-me Pedro, sou muito feliz e muito extrovertido. Um dia minha mãe falou que ia me mudar de escola,porque a que eu estudava era muito longe de casa. No começofiquei triste, mas ela me explicou tudo que havia de legal naoutra, então aceitei. Lá havia uma diretora competente e a escola se chamavaVanicola, a cor predominante dela era laranja e vermelho, tinhamuitos alunos e o espaço físico era enorme. Após alguns meses no Vanicola, já conhecia muita gente etinha muitos amigos. Havia um menino chamado Natan, ele erao popular há três anos, era também o mais valentão da sala,maltratava muita gente e poucas pessoas gostavam dele. Então,em pouco tempo, me tornei o mais popular e muitos oignoravam. Certo dia, na hora do lanche, fui ao banheiro lavar as mãos,de repente apareceu o Natan, querendo me agredir por causada popularidade. Eu falei: — Pare com isso! Senão vou contar para a diretora! Ele me ignorou e começou me bater, dava-me socos epontapés muito fortes. Ele saiu do banheiro rindo por ter memachucado e Gabriel, meu amigo, me viu todo machucado,perguntou o que havia acontecido e eu falei que Natan haviame batido. Gabriel foi correndo buscar ajuda com a inspetora. Ela foi aobanheiro e me viu todo machucado, me levou para a enfermariae chamou a diretora. Quando a diretora chegou, perguntou: — O que aconteceu? — eu respondi. — O Natan me deu socos e me deu vários chutes...
  • 7. — Por que ele fez isso com você? — Porque muitas pessoas não estão mais fazendo o que elequer, o que ele manda. Muitos gostam de mim e, como elemaltrata todos, ninguém quer tê-lo como amigo, preferem ficarcomigo. —Por que nunca ninguém me contou isso? — Porque todos tinham medo da reação dele e também deapanhar... Enquanto eu colocava gelo em um machucado, fui levadopela diretora, que saiu pisando forte e muito brava. Pediu paraa inspetora levar o Natan até sua sala. Quando o garoto chegou, acompanhado da inspetora, ela foilogo exigindo explicações de sua atitude e ele ficou calado meolhando. Ela perguntou alterada: — Por que você bateu no Pedro? — Por causa da popularidade... — respondeu. — Vou chamar seus pais. Essa atitude não é de um garoto de5º ano. Ele olhou bem para ela e a xingou. A diretora acabou dando uma suspensão para ele, antes deconversar com seus pais, enquanto a inspetora me levava para asala de aula. Natan foi embora com seus pais, porque foi suspenso e nãopôde assistir aula por três dias. Felipe Marques Grande Guilherme Lucas de Oliveira 5º ano B – Unidade II
  • 8. AVENTURAS NA ESCOLA E u estava na sala de aula observando meus alunos quando vi Armando tendo dificuldades na lição de Matemática e disse: —Quem precisa de ajuda, é só falar comigo. Só Jutior falou: —Estou com dúvida. Armando sussurra a Guilherme: —Você entendeu a questão B? —Sim, por quê? —Porque eu não entendi! —Professor, o Armando está com dúvida. Eu ajudei-o, deu sinal do lanche e todos foram correndo comer seulanche. Fiquei olhando Natan com Jutior conversando sobre mim,cheguei mais perto para ouvir direito e eles estavam falando que nãogostavam de mim e falaram mal. Eu os mandei para diretoria e adiretora falou: —Nunca mais zoem do professor, caso isso ocorra novamente, vocêsirão tomar suspensão. Quando voltaram, estava na aula de Inglês e eu fui para casa, porquesó tinha aula extra. No dia seguinte, eu entrei na sala e passei lição de Português paratodos, menos para Armando que estava com dúvida em Matemática.Eu ensinei o que ele não sabia. Quando fui corrigir, todos erraram pelo menos uma questão, menos:Guilherme, Natan, Augusto. Deu o sinal, Lívia se assustou e todosforam correndo, menos Armando. Natan estava na cantina conversando com Jutior e Augusto sobreuma surra que dariam em Armando, quando Emilia ouviu e disse: —Pare de falar de Armando, eu irei falar para ele. Armando chegou à cantina, os meninos estavam zoando com Emilia,ele deu uma ―peitada‖ em Natan, Augusto e Jutior levantaram Natan eele deu um soco em Armando, que foi ao banheiro chorar. Os doisforam para a diretoria e foram suspensos. Armando é muito nervoso... Passaram-se sábado e domingo e chegou segunda-feira, eu só queriaver como Natan iria tratar Armando, até o começo tudo bem.
  • 9. Passei lição de Matemática e eu ouvi barulho de calculadora perto deLívia e falei: —Alguém está com uma calculadora? — todos responderam em coro: —Não!! Quando acabou a lição, eu corrigi individualmente, apenas umapessoa acertou: a Lívia. Comecei a investigar e descobri que ela usavacalculadora e vi Armando vendo, mulher pelada, no celular. Deu osinal do lanche e falei para Armando e Lívia ficarem. —Por que você usou a calculadora? —Porque estou com dificuldades em expressão numérica, eu estavacom vergonha de falar. — Não precisa ter vergonha, vou te explicar novamente. Pode ir parao lanche. —E você, Armando, o que é aquilo no seu celular? —O quê? —Aqueles vídeos... —Que vídeos? —Aqueles das mulheres! —Ah! Mulheres peladas? —Quem te passou? —Jutior tem vários desses. —Ah! Chama ele e diz que estou esperando na diretoria. —Está bom! Estava me direcionando à diretoria e Jutior chegou. Foi suspenso de aulas extras por uma semana, depois Jutior excluiutodos os vídeos, Natan virou amigo de Armando, todos souberam queAugusto era irmão de Guilherme e eu me casei com a professora deInglês. Guilherme Henrique Villa Camurça Natan de Carolis Santana 5° ano A – Unidade II
  • 10. A REVISTA PROIBIDA E m uma escola, o dia estava bem calmo, não dava para ouvir um barulho, parecia que não havia alunos, até a hora do recreio. Eu e meus amigos estudávamos em um colégiointerno, naquela época, nos éramos inteligentes efelizes. Em nossa escola tinham três pessoas chatas: o Gustavoe a Vitória e nem me fale do Sr.Gremili (diretor eprofessor da escola), nem queiram conhecer esses três―demônios‖. A escola era muito bonita e charmosa,gostávamos muito dela. Na hora do recreio, tudo mudou... Ouve uma guerrade comida entre dois garotos, porque um menino faloumal do pai, da mãe, do irmão e do cachorro do outro.Eu e meus dois amigos do peito tentamos separar abriga. O diretor gostou da nossa ação e deu um prêmio,um almoço grátis. Dias depois, Gustavo trouxe uma revista proibidapara menores de 18 anos. Gustavo estava revendendo arevista no banheiro masculino. Nesse mesmo dia,Vitória viu os meninos com a revista e perguntou a umgaroto: —Quem estava vendendo essa revista? — o garotorespondeu:
  • 11. —Foi o Gustavo! Vitória dedurou o Gustavo para o Sr.Gremili. O diretor e professor chamaram os pais dos meninospara conversar, todos ficaram de castigos e eles foramencaminhados para a psicóloga da escola. Gustavo era terrível, teve uma vez na aula deMatemática que ele usou uma calculadora para resolveros problemas, ele foi para a diretoria e o Sr.Gremilidisse: — Se você aprontar mais uma... Você vai ser expulsoou vai ser transferido para outra escola, o que vocêprefere? — Gustavo responde: —Prefiro ser transferido! Depois dessa conversa, teve aula de Ciências,Gustavo causou uma pequena explosão ácida. Gustavo foi transferido e todos comemoraram. Eu,Júlio e Guilherme comemoramos com uma guerra decomida. —Meu nome é Lucas, sou um aluno antigo daquelaescola, gostei de compartilhar essa história com você. João Pedro Gibowski da Silva Marcus Vinicius Vieira Valério Victor Montoro Garcia 5º ano A – Unidade II
  • 12. A VIDA ESCOLAR S ou Fernanda, tenho um pouco de dificuldade na escola. Não consigo acompanhar meus colegas nas matérias. Não tenho coragem de falar para a minha família, pois todos zoam de mim e fico calada. Meu irmão é muitochato, mas é muito esperto e inteligente e judia de mim... Nunca tive amigos a não ser a professora nos reforços, iadizendo que.. Sou solitária por isso não consigo pensar direito a não sersobre meus amigos (que não existem) Estou em época de prova e indo muito ruim, tirei nota baixaem quase todas as matérias. Um dia minha, mãe descobriu minhas notas e ficou nervosa,disse-me: —O que aconteceu, filha? — respondi: — Não sei, mãe! Subi para o quarto desesperada, minha mãe foi atrás de mime conversou comigo se eu precisava de ajuda. Eu aceite e tiveuma professora de reforço. Hoje teve prova de Biologia. Fui muito mal, porque nãoestudei o suficiente! O que eu fiz? Fiquei no porão, no meuesconderijo secreto, lendo revistas. Estou cansada de ouvir boatos sobre mim, quero uma novavida... Vou me esforçar mais nos estudos. Chegando na escola, Mariana, uma garota da minha sala, quemorava perto da minha casa, disse: — Quer ser minha amiga? — fale. — Claro!
  • 13. — Como você foi na prova? — Não sei, acho que fui mal, porque não estudei! — respondi. — Por que você não estuda? — Mariana me perguntou. — Deve ser porque eu tenho uma nova vida, uma vida quesempre sonhei... — disse. — Que vida é essa que você sempre sonhou? — Marianadisse. — Ser rica e popular! — O que adianta ser rica e popular e não ser inteligente eestudiosa. Concordei com minha nova amiga e prometi que iria meesforçar. Tocou o sinal e fomos para o lanche, Mariana foi para umlado e eu, sozinha, para outro. Quando olhei para trás, Mariana estava se aproximando e mechamou para lanchar com o grupinho de amigas dela. Eu adoreio convite e passamos um intervalo delicioso. Ao voltar para a aula, comecei a mostrar mais interesse pelasdiscussões. Procurei tirar minhas dúvidas e observei que asoutras pessoas começaram a puxar conversa. Bateu o sinal da saída e três meninas vieram se despedir demim. Fiquei feliz e percebi que se eu me esforçasse paraaprender, ganharia sabedoria e amizade. Júlia de Almeida Vieira Júlia Neves Silva 5º ano A – Unidade II
  • 14. BRIGA ENTRE IRMÃOS C erto dia eu me preparei para dar aula e quando cheguei à escola, fui até minha sala amarela, andei até minha mesa, fui avaliar as notas das provas dos meus alunos. Na décima oitava prova que eu corrigi, vi que Leo e Lorena,meus filhos, tinham tirado 10 em Matemática. Então fiqueipensando o que daria para eles em troca dessa nota máxima. Pensei bastante e resolvi dar dinheiro para eles compraremalguma coisa. Eles quiseram ingressos para jogos, o Leo queriaFutebol e a Lorena queria Golfe. Na hora do lanche, Leo e Lorena foram ao refeitório discutir ojogo escolhido. Depois de uma longa discussão, a inspetora foichamada por um aluno e foi até lá. Eu estava de longe, vendo eouvindo quase tudo. Chegando ao refeitório, viu duas crianças brigando,perguntou: — O que está acontecendo aqui? — a Lorena explica: — Eu quero assistir um jogo de golfe e o Leo futebol, só quemeu pai deu o valor de três ingressos e não seis. — Vocês poderiam fazer da seguinte forma: um assiste golfe eo outro futebol — Leo responde: — Não pode ser assim, porque os dois jogos são no mesmohorário. Essa menina é muito chata, tudo tem que ser como elaquer! Eu vi que estavam discutindo e que Lorena fazia caretas parao Leo, que se mostrava muito decidido. Observei que nãoestavam chegando a uma conclusão, mas não interferi, ainda. — Bem, vocês conversem, mas sem brigas. Acredito quechegarão a uma solução.
  • 15. A inspetora saiu de perto deles e eu continuei a observá-los...Leo gritou com a Lorena, queria convencê-la, a qualquer custo,a assistir ao jogo de futebol. Não podia deixá-los brigar mais, uma vez que eram irmãos eestavam brigando por besteira. Resolvi me aproximar paraajudá-los a solucionar esta confusão. — Leo e Lorena, parem de brigar, vocês são grandes osuficiente para acharem uma solução compatível, que agrade osdois. — Professor, eu não quero o jogo de golfe — disse Leo. — E eu não quero ver futebol... — gritou Lorena. Eu, calmamente, levei os dois para um canto do refeitório edisse-lhe: — Esqueçam os jogos. Pensei melhor e vocês não merecemessa recompensa, por dois motivos: primeiro, vocês têm aobrigação de tirar notas boas e altas; segundo, vocês não podembrigar o tempo todo, um tem que respeitar o outro. — Você não pode fazer isso! — disse Leo. — Posso sim! Já fiz! Acabaram os jogos. Os dois para salaagora! — alterou-me. Os dois foram caminhando e eu me arrependi de ter dadoesse tipo de recompensa, pois eles não sabem respeitar um aooutro. João Vitor Rodrigues Lima Júlio Vanicola Fernandes 5º ano B – Unidade II
  • 16. UM MENINO QUE APRENDEU A LIÇÃO U m dia um menino chamado Marcelo entrou na escola em 1993, aos 11 anos de idade, encontrou o professor mais assustador de sua vida que era seu pai. No primeiro dia, seu pai já estava infernizando, pois ele eraigual seu irmão, matava aula. Então o filho perguntou: — O que o senhor está fazendo aqui? — o pai responde: — Eu trabalho nessa escola! — Nãããão!!! Ele não gostou, pois seu pai sempre ficava com ele. No quarto dia de aula, chegaram os valentões: Fernando eGustavo. Saíram batendo em todo mundo e quando chegaram perto deMarcelo não bateram, pois tinham medo do professor, que erapai dele. Eles disseram baixinho: — Vejo você na saída. Dentro da sala de aula, Marcelo suava de medo dos valentões. ―TRIM, TRIM, TRIM‖ — Bateu o sinal. Marcelo arrumou as coisas, saiu correndo e esbarrou noGustavo, ele falou: — Você tem que achar um jeito de prender seu pai, senãoconseguir, nós te encheremos de pancada, entendeu? No dia seguinte, o professor chegou à sala e nem percebeuque estava sendo espionado e, como sempre, maltratou osalunos. No final da aula, ele saiu, foi barrado pela diretora e foidemitido. Todos comemoraram, menos o filho.
  • 17. Marcelo percebeu que ia sentir saudade e o amava, mesmo elesendo um carrasco, mas já era tarde, ele já tinha sido levadopela diretora. O menino criou ódio dentro de si. Um novo professor chegou à escola, ele viu Marcelo ecomeçou a desconfiar dele. Um dia, na hora do lanche, o Marcelo saiu da escolaescondido, foi até sua casa, pois seu pai estava procurandoemprego e ficava muito tempo fora e sua mãe tinha morrido,achou um revólver e voltou à escola. Na hora da saída, o moleque começou a rebelião, já estavarendendo a escola com mais dois garotos na mesma situaçãodele, cada um dominando uma andar da escola até que a policiachegou com uma mensagem por celular. O garoto foi levado,rapidamente, pela polícia até um orientador que o perguntou: —O que você esta fazendo, pode me dizer? — o meninorespondeu: —Nada mais faz sentido na minha vida! Não tenho maisfamília, minha mãe morreu quando eu era bebê e o meu pai ficafora de casa, procurando emprego e não acha. Tudo por minhacausa! Eu não tenho o que comer... —Se esse é o problema, eu arrumo alguém para cuidar devocê enquanto seu pai fica fora. E assim ele nunca mais tocou numa arma... Gustavo Valdoski Cardoso José Adilson C. Dalla Déa Júnior 5° ano A – Unidade II
  • 18. COLÉGIO FABULOSO N o colégio Fabuloso, onde eu estudava, o dia começou normal na sala de aula que era grande, com 29 alunos, uma lousa grande, com 29carteiras de alunos e uma carteira grande que era daprofessora. Tinha armários grandes e as paredes erambrancas e com muitos painéis. Os alunos chegavam e sentavam em suas carteiras, aprofessora, magra, baixa, loira, dos olhos castanhos,levantava, cumprimentava os alunos e começava a aula. Num determinado instante, o Vinicius, que era baixo,magro e loiro, olhou para Camila, que tinha 10 anos, eramuito esperta, inteligente, alegre, perguntou: -—Vinicius, o que foi? —Nada! — respondeu ele. Pedro, que era japonês, moreno e magro, não gostavamuito do Vinicius, então eles começaram a conversar.Pedro falou mal de Vinicius que falou mal de Pedro. Aprofessora viu e perguntou: —O que foi meninos? —Professora, o Vinicius me ofendeu e falou mal demim! – disse Pedro. —Professora, mas o Pedro também me ofendeu etambém falou mal de mim! – falou Vinicius. —Voltem a fazer a atividade! – disse a professora.
  • 19. Os dois pararam de se ofender e obedeceram aprofessora. Após alguns minutos, Pedro foi pedir para beber água,Vinicius pôs o pé na frente, Pedro caiu em cima do braçoe se machucou. A professora pediu para a inspetora ligar para sua mãee a mãe do Pedro pediu para passar um remédio nomachucado. Todos os alunos da sala pararam e olharam para eles, aprofessora pegou os dois e levou-os até a diretora que erabastante brava. A professora explicou tudo a ela: —Diretora, o Vinicius pôs o pé na frente de Pedro e elecaiu e se machucou! — falou a professora. —Está bem, eu vou falar com eles. — disse a diretora. A diretora conversou com eles e tudo fica resolvido. A professora voltou dar aula e o Pedro foi passar oremédio no machucado. Os alunos voltam a fazer aatividade e os amigos param de brigar e nunca maisbrigaram. No final da aula, Pedro pediu para Vinicius ir brincarem sua casa e eles se tornaram muito amigos. Larissa Aguiar Mota Larissa Simberg Chacon 5° ano A – Unidade II
  • 20. A BRIGA NA ESCOLA N a primeira semana de aula na escola Anúbis, havia duas melhores amigas, que eram Samantha e eu. Eu e Alice éramos muito populares. Samantha tinha cabeloscompridos e castanhos e olhos verdes, eu sou loira com olhos azuis. Na escola tinha uma outra menina, muito rancorosa e invejosachamada Isabella, que tinha inveja de mim, pois eu tinha muitasamigas. Pela manhã, na sala de aula, Isabella estava escrevendo em seudiário, quando deixou uma folha cair. Estava escrito: “Querido diário! Hoje eu irei me vingar de Alice, irei acabar com sua vida. Vou humilhá-la!” Samantha, discretamente, pegou a folha e veio me mostrar.Ficamos conversando até a professora Luciana chegar e ela falou: — Alunos, sentem-se que eu vou dar aula de História. Isabella procurou a folha e a viu na minha mão. Escreveu em seu diário: “Na hora do lanche vou brigar muito com Alice e com a Samantha!” A hora do lanche estava se aproximando e Isabella estava muitoansiosa pela briga. O sinal tocou... “Trim trim trim” Era hora do lanche e a professora falou: —Alunos dispensados, menos você Isabella. Isabella perguntou por que e a professora disse: —Samantha me mostrou o bilhete, onde você escreveu que iaacabar com a vida de Alice. Isabella ficou com mais raiva ainda de Samantha e de mim.
  • 21. No lanche lá veio ela e falou: —Vamos para um lugar que só eu conheço. — Eu não sabia oque era e fui. Chegando lá eu falei: —O que estamos fazendo aqui? —Você vai ver. Era um beco escuro e fedido, que só ela conhecia. Isabellacomeçou a perguntar: —Por que você tem mais amigas do que eu? Por que você me Odeia? E por que você pegou a folha do meu diário? — eurespondi: — Porque você é ruim e na folha estava escrito sobre mim. De repente Isabella começou a ficar vermelha, cheia de rancor eraiva. Ninguém sabia que estávamos lá, mas, após meia hora, Samanthaestava me procurando e ouviu meus gritos. Do meio do nada apareceu Samantha que entrou na briga ecomeçou a gritar. Todo mundo ouviu nossos gritos, mas não nosencontravam. Depois de muito tempo de briga, Isabella caiu no chão, quasedesmaiada, nós fugimos, depois ela saiu também. Isabella levou uma bronca e tanto da professora. Duas semanas depois, nos desculpamos, mas Isabella ainda nãoera minha amiga e eu tomava muito cuidado com ela. Letícia Petruci Martinez Raquel Calçado Borges Oliveira 5° ano A – Unidade II
  • 22. PROBLEMA DE ESCOLA U m dia, anos e anos atrás, numa escola, havia um problema: um aluno novo que não conseguia estudar. A professora tentava e tentava ajudá-lo, mas nãoconseguia, pois ela percebeu que o problema não seriaresolvido por ela, seria resolvido pelos alunos. No dia seguinte, a professora falou para as meninas: — Raquel, você vai ajudar o João em três matérias: Inglês,História e Geografia. Marina, você vai ajudar: em Matemática,Português e Ciências. As duas disseram: —Tudo bem, professora! Então elas correram para ajudar o João a estudar. — Hora do recreio. — gritou a professora. Depois do lanche Raquel, Marina, João Pedro foram estudar. Quando bateu o sinal, foram para a sala e a professora falou: — Raquel e Marina, ajudaram o João? — elas falaram: — Sim! Então duas horas depois bateu o sinal da hora da saída.Marina falou para Raquel e João: — Vamos estudar em casa? — eles falaram: — Vamos! Depois de tanto que eles estudaram, na escola e na casa deMarina, João ficou super esperto! No próximo dia a professora falou: — Hoje vocês vão escrever as características da sala e depoisas características de alguém da sala.
  • 23. O João escreveu as características da sala assim: paredesbrancas, cartazes, lousa, 29 carteiras, uma carteira daprofessora, dois ventiladores e seis luzes. Raquel escreveu as características da professora assim: loira,baixa, olhos verdes, legal, esperta... Depois disso, a professora passou uma lição em dupla e todomundo percebeu que João estava muito chato porque ele estavase sentindo o esperto da sala, pois ninguém queria fazer duplacom ele. Mais tarde, na hora do recreio, começaram a falar mal dele,brigar e gritar com ele. Esse problema precisava ser resolvido, pois quando aprofessora pedisse que fizéssemos a lição em grupo ou emdupla, ele não iria ter com quem ir. Então a professora falou pra a sala sem o João escutar: — Vocês precisam ser amigos do João para ver como ele é deverdade. A sala respondeu: — Podemos tentar! Todos voltaram para os seus lugares. Depois de alguns dias, perceberam que ele era um ótimoamigo. Ele passou de ano com os amigos e entrou uma garota novana escola! Elis Beatrice Noronha Viana Letícia Renata Ferreira Gaspar 5º ano A – Unidade II
  • 24. O DRAMA DA LIÇÃO DE CASA A s aulas estavam para começar, eu não gostava de fazer lição, muito menos de ir para escola. Eu já ia dormir, pois já era hora. Meu nome é Henrique. Acordei, me troquei, escovei os dentes e minha mãe já estava preparada parame levar à escola. Chegando lá, cumprimentei os meus melhores amigos: Mariana e Leonardo.Deu o sinal e começou a aula, fui para a sala nova que era branca, com váriasestantes, dois painéis, lousa verde e três fileiras de seis alunos cada. Eu sentava ao lado da Mariana e atrás do meu melhor amigo Léo. Íamos teraula do Z e do S. A professora ia dar lição e faltavam quinze minutos para olanche, eu fiquei enrolando, não queria fazer nada... Deu o sinal, a professora disse: —Quando terminar o lanche, eu vou corrigir a lição! Fui lanchar com Mariana e Leonardo. Ficamos conversando até bater o sinale voltamos para sala. Íamos corrigir a lição, fiquei com o corpo em cima dela, acabamos de corrigir eíamos fazer outra, então ela disse: —Outra lição, senão terminarem aqui, vão terminar em casa. Eu enrolei, a professora ia passar lição de casa, eu anotei e então bateu o sinalda saída. Minha mãe chegou e fui embora. Mal cheguei em casa, fui logo jogar vídeo game, fiquei a tarde e a noite todajogando. Logo fui dormir e minha mãe perguntou: —Você fez a lição? — Fiquei gaguejando: —Nananão, titive lição... —Não? Então vá dormir. —Está bem. — Fui dormir. Quando acordei, não queria ir à escola. Mas me troquei, escovei os dentes eminha mãe me levou. Chegando lá, cumprimentei a professora e meus melhores amigos nãotinham chegado ainda. Bateu o sinal, entrei na sala e a professora disse: — Bom dia! Vamos corrigir a lição de casa e a outra que eu dei em sala. AMariana e o Leonardo faltaram? Então eu coloquei o braço em cima da lição de casa novamente e a professoraquis ver, viu e me perguntou:
  • 25. — Por que você não fez a lição de casa?— eu respondi. — Porque você disse que era lição de casa e eu moro em prédio e não fiz... —Além de tudo é engraçadinho!!! Vou mandar um bilhete para sua mãe. Ela mandou, eu vomitei e passei muito mal, ligaram para minha mãe e elaveio me buscar, ficou um cheiro nojento e quase vomitaram. Antes da minha mãe chegar, a professora escreveu o bilhete e a lição de casa. Mau cheguei em casa, fui dormir, era 8h30 e acordei 16h. Como sempre, fui jogar vídeo game e fiquei até às 21h, fui para cama edormi. Acordei e, mais uma vez, eu não tinha feito a lição, me arrumei e fui paraescola. Chegando lá, mais uma vez o Leonardo faltou, mas a Mariana foi. Fuicumprimentá-la, deu o sinal e entramos na sala. Fomos corrigir a lição de casa,fiquei pedindo a resposta para a Mariana e na hora que ela ia dizer, aprofessora viu e quis olhar minha lição. Viu que não havia feito, tomei bilhetenovamente e ela falou: —Se você fizer mais uma vez isso, não me falar que não fez, eu vou chamarsua mãe no colégio. Ela deu uma lição e faltavam 35 minutos para o lanche, fiquei enrolando atebater o sinal, fui lanchar com Mariana acabamos de lanchar, ela disse: —Henrique, você tem que fazer a lição! —Mas eu não gosto... Deu o sinal e fomos para sala corrigir a lição, logo peguei a lição e coloqueiem cima das pernas. Logo na primeira pergunta a professora pediu a respostapara mim, eu fiquei gaguejando e ela falou: —Deixe-me ver esta lição!!! Ela gritou e ficou vermelha e, imediatamente, ela ligou para minha mãe,minha mãe veio logo. Bateu o sinal e fui embora e minha mãe disse: —Se você fizer mais uma vez isso, ficará de castigo. Não fiz mais isso enaquele ano e fui o melhor aluno da sala. João Victor Carvalho Ferreira Lucianno Gomes da Silva Oliveira 5º ano A – Unidade II
  • 26. O DIA EM QUE A PROFESSORA FOI EMBORA U m dia na escola eu e meus amigos estávamos brincando na quadra, eu fiz três gols e todos meus colegas fixaram dois gols. Antes de eu brincar, tomei meu lanche que foi umsanduíche, um suco e três bolachinhas, comi inteirinho!Depois de comer o lanche, fui às aulas que eram: Português,Matemática, História, Educação Física. Eu terminei minhas aulas e voltei para casa, contei aos meuspais o meu dia na escola, mas eles não me deram muitaatenção. Eles me falaram aquelas palavras de sempre: ―Legal!Parabéns, filho!‖ No dia seguinte, fui à Escola novamente e tive aula deGeografia, Matemática, História e Inglês. Primeiro eu fiz a aula de Matemática e a professora ensinouexpressão numérica e eu não entendi nada... Fomos ao recreio,comi meu lanche, brinquei de cutucar as meninas, depoisvoltei para sala. Então, tive uma horrível notícia: a professoranão iria mais dar aula e nós ficaríamos com outro professor... Nós tivemos aula com o novo professor e ele não era nadabom: se falássemos, ele dava uma advertência, se déssemosuma resposta errada, ele fazia a criança sentar no canto dasala e deixava as outras rirem. Pensei bem e tomei umadecisão: falar para a diretora. — Professor, posso ir ao banheiro? — perguntei. — Vá, mas não demore. — Ele respondeu. Saí correndo e fui direto para a sala da direção, pedi licençae falei para a diretora:
  • 27. — A senhora não imagina o que está acontecendo em minhasala, com aquele novo professor. Ela nem me olhou, continuou digitando... Eu não desisti efalei tudo, mas ela não me ouviu direito, então desisti, nãotinha muito tempo para ficar lá, senão ele poderia vir atrás demim. Voltei para sala e nós continuamos levando bronca. Deu o sinal e todos fomos embora. No dia seguinte fui à escola e reclamei novamente paradiretora, até que ela me acompanhou até a sala. No instante que estávamos chegando à porta da sala, elaouviu o professor maltratando um aluno, parou na porta eficou olhando pela fresta, viu que ele jogava o apagador nochão, gritava com o aluno e mandava falar respostas detabuadas, ele errou e ele colocou-o num canto e fez o alunopassar vergonha. Imediatamente a diretora entrou na sala e, na frente detodos os alunos, dispensou o professor. Pediu que ligassempara a antiga professora e pedissem para ela voltar para aescola, pois tinha acontecido uma tragédia... A professora veio imediatamente, aceitou voltar a dar aula etodas as crianças ficaram super felizes. Gabriel Alves Cantadeiro Luiz Felipe Viroti Santiago 5º ano A – Unidade II
  • 28. O MENINO NOVO E m uma escola tinha um professor que era gordo, chato, baixo careca e exigente... Sou eu! A sala de aula que eu trabalhava, tinha oito carteiras duplas eera branca. Essa sala era muito quieta, não havia barulho nem bagunça,até que um dia entrou um menino chamado Junior, que era bagunceiro,mas ninguém sabia disso. Em um dia esse menino arrumou muitos amigos chamados: Antonio,Pedro, Vitor e Luiz. No recreio, o aluno novo reuniu seus amigos e falou: — Vamos aprontar com as meninas? — os meninos responderam —Vamos!!! Nessa escola, as meninas e os meninos eram altos, então era fácil debagunçar com qualquer um. Os meninos planejaram tudo para mexer com as meninas. Eleschegaram de fininho e, quando chegaram perto, começaram a zoar comtodas elas, as meninas não gostaram e falaram: —Quando acabar o recreio vamos contar tudo ao professor. Quando as meninas voltaram do recreio, me contaram tudo. Eu chameios meninos e disse-lhes: —Quem foi que planejou isso? Antonio, Pedro, Vitor e Luiz rapidamente apontaram o dedo para oJunior. Eu, nada satisfeito, mandei todos para a diretoria. Lá, na diretoria, a diretora perguntou: —O que aconteceu no intervalo, meninos? — Antonio respondeu: —O Junior teve a idéia de zoar com as meninas. A diretora nada contente falou: — Se isso se repetir, levarão advertência. Quando voltaram da diretoria, sentaram em seus lugares com cara deemburrados e eu perguntei: —O que aconteceu lá dentro? — os meninos disseram:
  • 29. —A diretora Fernanda disse que se repetisse mais uma vez, todostomariam uma advertência. — Ela está certa! — disse. Antonio, Pedro, Vitor e Luiz ficaram quietos, mas Junior não, ele jáestava planejando outro plano. Como tinha dois intervalos, Junior convidou os seus amigos de novopara bagunçar e seus amigos disseram. —Nós vamos contar para o professor que você quer aprontar tudo denovo. Quando acabou o recreio Antonio, Pedro, Vitor e Luiz vieram correndome contar tudo e disseram: —Professor, o Junior quer aprontar de novo com as meninas. Eu tinha que tomar uma providência, por isso, depois da aula, fui falarcom a diretora Fernanda e ela disse: —Vou ligar para os pais dele agora. Quando eu saí da sala, ouvi a diretora Fernanda falando que queriafalar com os pais de Junior. No dia seguinte, seus pais estavam conversando com a diretora e elamandou chamar o Junior. A aula foi interrompida para chamar o menino para a sala da diretoria. Quando chegou lá, se assustou por ver seus pais e ele disse: —O que estão fazendo aqui? — o pai, furioso, responde: —Estamos aqui por sua causa. A diretora saiu da sala deixando os pais conversar com ele. Nisso o paifalou: —Pare de bagunçar e estude, se souber que você está bagunçando, tedeixo de castigo por um mês. Desse dia em diante Junior parou de bagunçar, começou a estudar maise tirou notas boas. Henrique Grandi Pinheiro Matheus Pires de Souza 5° ano A – Unidade II
  • 30. BRIGA NA ESCOLA E m um dia de sol, meu pai me chamou dizendo: — Filho, o café está na mesa. Quando saí de casa, fui para a escola há duasquadras da minha casa. No caminho, encontrei Pedro, bem feliz e esportivo:estava com shorts e camiseta de manga curta. Fomosjuntos para a escola. Quando nós chegamos à escola, eu encontrei comLidiane, ela estava estudando História, na biblioteca.Sentei ao lado dela e comecei a estudar com ela. Algum tempo depois, fomos brincar e correr no pátio,antes do sinal tocar. Foi quando eu vi Pedro e Luísbrigando por causa de uma trombada e a Samantacontou para a diretora que eles estavam brigando. A diretora levou os dois para a diretoria, conversoucom eles e deu-lhes um castigo, eles me contaramquando voltaram. Passou algum tempo, começou a aula de história.Nosso professor se chamava Gilvaldo e ele estava seperguntando: ―Onde estão Luís e Pedro?” — veioperguntar para mim e eu respondi: — Estão na diretoria. Nosso professor era um pouco bravo, muito folgado echato, não podíamos esquecer nada, que ele não
  • 31. perdoava, logo mandava bilhete. Todo dia Gilvaldovinha para a escola de tênis, calça jeans e camisa demanga longa. Após a primeira aula, os dois voltaram da diretoria econtaram que ficariam sem Educação Física. A professora de Educação Física se chamava Juliana, elaera legal, bonita, inteligente. Brincamos, brincamos atéque a aula acabou, eu sai suando da aula e bem cansado. O dia acabou e eu fui para casa. Meu pai não tinhavoltado. Chegou tarde, eu jantei e fui para rua brincarcom meus amigos. Essa rua era estreita e bem iluminada. No dia seguinte, meu pai me levou para a escola.Quando cheguei, fui direto para a aula de Geografia.Pedro e Luis estavam lá e me contaram que os pais delestinham sido chamados na escola pela diretora. Ela contoutudo que eles tinham feito: a briga, a trombada e a faltade respeito entre eles. Os pais os deixaram se vídeogame. Isabella Tenedini Novas Matheus Ramos de Oliveira 5º ano B – Unidade II
  • 32. CONTO DE APRENDIZ E m um belo dia, em uma escola, eu, Pedro, caminhava tranquilamente, quando me deparei com o meu amigo Felipe, que estava correndo de dois valentões, ele disse: —Pedro, me proteja! —O quê? O que aconteceu? —Eu fiquei provocando os valentões. — Está bom! — eu disse. —Então eles pararam e disseram perto de mim. —Deixe-nos bater no Felipe. —Nunca! — eu disse. Então eles foram embora e Felipe me agradeceu. Virei ascostas, fui caminhando e disse ao Felipe: —Você só se mete em confusão, da próxima vez, vou deixarpassar. O Felipe correu, ficou ao meu lado e disse: —Mas Pedro, você é meu amigo!!! —Eu só sirvo como escudo para você... — Felipe me disse: —Você está me ofendendo. Então Felipe me deu um empurrão e falou: —Está bom, então vou embora. Nesse momento apareceu a diretora que estava, de longe,observando toda a confusão e disse: —Onde pensa que vai? —Vou embora. —Ah! Mas não vai não, você vai para minha sala, precisoconversar com você. — ele respondeu: —Não vou não. O Felipe a deixou falando sozinha, quando a diretora disse: —Venha aqui, você está advertido!!! — ele gritou:
  • 33. —Não!!! — Vou conversar com sua mãe! — Mesmo assim, eles forampara a diretoria. Na sala da diretora, Felipe observou como era: poucoiluminada e tinha muitos quadros abstratos. Sua mãe chegou. Elas conversaram, a diretora contou-lhetudo o que aconteceu. Sua mãe o pegou pela orelha e o levoupara o carro. Ele disse para a mãe que não tinha feito nada, mas a mãe nãoacreditou e disse: —Você vai ficar de castigo por uma semana. Depois de três dias eu apareci na casa de Felipe e disse-lhe: —Como foi legal a escola, você está perdendo váriasatividades e brincadeiras. Felipe pensou um pouco e se arrependeu, implorou a mãepara conversar com a diretora e deixá-lo voltar para a escolamais cedo. Ela concordou com ele e disse que conversaria com a diretora. Na escola, a diretora não aceitou e disse-lhe que só poderiavoltar à escola no dia seguinte. Ele retornou e aprendeu a lição. Ivan Di Beo Rodrigues Renan Scheidt Reschke 5º ano A – Unidade II
  • 34. É FOGO SER PROFESSOR E u estava sentado num banco na praça, dando comida para os pombos, quando eu vi um cartaz que dizia: “Vaga para professor no colégio SãoDiogo”. Então decidi ser professor novamente. Peguei minha jaqueta preta e meu chapéu e fui aocolégio. Ao chegar a secretaria, falei com uma moça que estavana secretaria e disse-lhe: —Com licença, eu vim ver a vaga de professor. —Sim, você pegou a última vaga de professor. — dissea moça da secretaria, volte aqui amanhã de manhã, nasala dez. No dia seguinte, eu voltei à escola, subi as escadas, vireino corredor a direita, parei na porta da sala, arrumeiminha gravata vermelha e entrei, sentei na minha mesa.Depois de três minutos, tocou o sinal e muitas criançasvieram correndo para dentro da sala e se sentaram, entãoeu levantei e disse: —Muito prazer, alunos! Meu nome é Machado. —Professor! — disse um menino. —Diga! —Meu nome é Fabio. —Que legal!
  • 35. Então, eu fui ao assunto e dei uma lição. Enquanto elesfaziam a lição, eu estava escrevendo na lousa a lição decasa para os alunos. Quando virei, vi um menino irritando o Fabio, eupensei que era uma brincadeira, que ia acabar logo, masnão, o menino estava falando que o Fabio estavanamorando a Luiza e o Fabio se irritou e chutou omenino quando eu vi isso, disse: —Chega! Vocês estão sem recreio. Eu não quero saberquem namora quem, mas sim devem ter respeito um como outro e os separei. Após de cinco minutos tocou o sinal e fui à sala dosprofessores. Aquela sala era muito boa, pois só tinhaprofessores que tinham muito respeito uns com osoutros. Eu adorei aquela sala, mas o sinal tocou e voltei àsala de aula. O Fabio e o menino voltaram como se nada tivesseacontecido então eu dei algumas lições para os alunos. Depois de noventa minutos, o sinal de saída tocou e osalunos foram embora. Então arrumei minhas coisas e fuipara minha casa me preparar para o próximo dia. Rafael Silva Santos Sanderson Veronezi Junior 5º ano B – Unidade II
  • 36. DIAS NA ESCOLA A cordei cedinho, tomei café da manhã, escovei os dentes, passei maquiagem, fiz meu ―rabinho de cavalo‖ e fui pegar carona com a Carol. Ela disse que ontem estava estudando para a prova de geografia. — Ah! Sabe a Melissa? Ela estava muito chata ontem! —Nossa Fê, nem percebi! Estou tão preocupada com a prova de geografia enem sei dos novos babados, acredita? Eu disse que sim, até que chegamos a escola, na porta estava Cláudia, Marcelo eMelissa. — Olá, Carolina e Fernanda — disse Marcelo. Passei reto e fui direto à sala, liguei o meu ipad e fiquei ouvindo música. Depois de ouvir música, fui atrás da Carol, aquela menina sapeca. Lá estava ela,com Rafa e a Vi. Tocou o sinal... A professora Lívia falou: — Liguem o ipad, livro: Conto de Escola vejam como era a escola no passado. — Que escolinha feinha hein, professora? — resmungou Cláudia. O assunto que eu mais achei interessante foi se eles aprontassem, levavam―bolos‖ nas mãos que se davam com a palmatória. ―TRIM TRIM TRIM‖ — tocou o sinal, aula de inglês. Hoje a teacher estava de mau humor e a sala estava na maior bagunça. Ela jáchegou dando bronca em todos, ligou o ipad dela e já começou a dar a aula. — Pessoal página 158 do livro dois. A aula estava chata, estava um tédio as horas estavam demorando demais parapassar... Até que bateu o sinal do lanche eu, a Vi, a Carol, o Edgar e o Rafael fomoslanchar perto de Cláudia, Melissa e o Marcelo. Eu achei estranho a Cláudia levaripad dela, pois nunca leva. Nós lanchamos e fomos ver o jogo de basquete queestava tendo. Um pouco depois o meu ipad e de todos da escola tocou, era um emailameaçador dizendo: “Sumam da minha escola ou façam dela um lixo, um grande lixo!Assinado: MCL”. Não entendi esta abreviação, parecia maluco, muito maluco. O Edgar chegou edisse: — Fê, você recebeu o tal de email? — Sim, todos receberam. — Estranho não é? — Sim, é verdade! Voltamos para sala, era aula de biologia. Eu adoro está matéria! Mas eu nemprestei atenção, tentando descobrir os criminosos do email. Por mim acho que foi
  • 37. a Laura, o Marcelo e a Cláudia, ela estava com o ipad dela e também estavaestranha, mas Melissa e o Lucas estavam estranhos também. Na aula de biologia nós mexemos e pegamos em um sapo verde, gosmento efeio. A professora disse que na próxima aula iríamos mexer em uma ratazana queiria ter filhotes, nós íamos fazer o parto dela. Cláudia começou a reclamar: — Ah, não! Vou fazer um parto de ratazana ela é feia, nojenta, esquisita,fedorenta e os filhotes são mais ainda... Eu me recuso a fazer esta aula nojenta quevocê vai dar, é ridículo, eu tenho nojo... — Chega!!!! Você só sabe reclamar, deve estar aprontando alguma como o anopassado, ficou toda chata e estava aprontando alguma... Vamos, fale o queaprontou! Eu levantei a mão e falei que acho que foi o Lucas, Melissa e Cláudia. Elescomeçaram a zoar e ficar vermelhos e gaguejando! —Você tem provas? Quem te falou isso? Eles vieram confessar: só se o alunoconfessar ou tiver boas provas criminais! Você vem me trazer um email do seuipad que pode ser um trote! — Cocomo vovocê sasabe didisso? — disse Cláudia. — Vovocê nãnão tetem proprovas! — gaguejou Melissa. só para você? Você sabe muito bem das regras dessa escola Os três ficarammorrendo de medo, então peguei o meu ipad e mostrei o email para a diretora,mas ela disse: — Que feio isso que você fez! Acusar os outros, Fernanda? Voltei para minha casa arrasada, mas não tinha acabado a aula. Fui emboraantes, de tão amargurada que eu estava aquela diretora me magoou muito...Queria sair dessa escola. Entrei em minha casa e minha mãe perguntou por que eu estava lá antes dohorário e por que eu estava com aquela cara de choro. Eu falei o porquê de tudo. Minha mãe disse que iria ligar para todas as mães docolégio para avisar o crime e todas passarem um email para as mães dos três parafazer os filhos confessarem o crime. Quando os três voltaram para as casas, as mães começaram a interrogá-los, porfim eles admitiram que foram eles. No outro dia, quando eu cheguei à escola, eles estavam voltando da diretoria,passaram pela psicóloga e levaram uma suspensão e a diretora pediu desculpaspara mim, eu aceitei e voltei para o caminho da minha sala. Carolina Miwa Fujiwara Vittória Farias Pintenho 5° ano A – Unidade II
  • 38. A NOVA GAROTA E u, Thiago, estava no pátio da escola com o meu amigo Gustavo, nós estávamos pensando o que fazer no lanche: jogar futebol ou handebol. Até que vimos uma menina linda, que estava usandomini short e uma camisa rosa e eu fui falar com ela. Ela estava olhando de um jeito estranho e pensei acho que ela é nova,vou conversar com ela. E perguntei: — Você é nova? — ela respondeu: — Sim, eu sou. Então, o Gustavo chegou e disse: — Oh! Thiago quem é essa? — eu respondi: — É mesmo, qual é o seu nome? — Meu nome é Bruna. — eu perguntei: — Você e boa jogo de futebol? — ela respondeu: — Sim, eu sou!— então eu disse: —Qual é o seu telefone?— ela respondeu —Meu telefone é 7274-5676 — eu disse —Está bom e eu anotei tudo. Quando bateu o sinal e todos entraram na classe, depois de algunsminutos, a professora entrou também, estava usando uma calça jeans euma camisa, então ela disse: — Bom dia, classe! — todos nós respondemos: — Bom dia! O Thiago pegou o celular e mandou um torpedo para Bruna que dizia: — Você quer lanchar comigo? — ela respondeu: —Sim, eu quero. O Gustavo viu e falou para si próprio ―eu vou convidar a Bruna paralanchar comigo‖, mas eu vou esperar o momento certo. Uns 15 minutos antes de o sinal tocar, o Thiago pediu para ir aobanheiro e o Gustavo também pediu. Quando entramos no banheiro, o Gustavo me empurrou e disse: — Tiago, você quer arranjar briga, né? — respondi:
  • 39. — Do que você esta falando? — ele respondeu: — Você sabe bem do que eu estou falando! — perguntei: — Do quê? — Gustavo respondeu: — Seu burro! Estou falando sobre o celular... — respondi: — Ah! Do torpedo? — ele disse: — Sim! — avançou em mim. Naquele momento, a inspetora passou por lá e disse: — Que barulho estranho no banheiro masculino! Ela entrou, viu o Gustavo me agredindo e ela disse: — Vocês dois venham comigo, vocês vão para a direção. Quando nós entramos lá, a sala clara e silenciosa, nós vimos umamulher alta e bem vestida que estava de costas, era a diretora. A inspetoracontou tudo que aconteceu e ela deu uma bronca em nós dois, quandosaímos, a Bruna estava lá e disse: — Ele te machucou? — eu respondi: — Não muito, mas é sério? — ela respondeu: — É sério o quê? — respondi: — Você quer lanchar comigo? — ela disse: — Claro! Fomos lanchar e conversamos sobre várias coisas, até que fiquei muitoencantado por ela e perguntei: — Você quer namorar comigo? — ela respondeu: — Sim, eu quero! Nós nos abraçamos, depois o Gustavo chegou e disse: — Você me desculpa? — eu respondi: — Está tudo bem! Deixa para lá. Nós nos abraçamos e não brigamos mais. Lucas Franco P Cavalcante Willian Reis Crispim 5º ano B – Unidade II