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1 - Elaboração do DCPElaborado pelos participantes do projeto contendo descrição:• das atividades de projeto;• dos partici...
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4 - Registro• Responsabilidade do Conselho Executivo do MDL• Aceitação formal, pelo Conselho Executivo, de umprojeto valid...
5 - Monitoramento• Responsabilidade dos participantes do projeto• Recolhimento e armazenamento de todos os dadosnecessário...
6 - Verificação/Certificação• (Verificação) Responsabilidade de uma Entidade OperacionalDesignada (Certificação) Responsab...
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Metodologias aprovadas selecionadas (AM)• Metodologias aprovadas, (“regular scale projects”)– ACM02 - Consolidated methodo...
Desenvolvimento de novas metodologias• O Painel de metodologia e o árduo caminho daaplicabilidade: “adaptando a realidade ...
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Exemplo de cálculo fator de emissão• Combustível fóssil com menor “carbono-intensidade”: gás natural• Fator de emissão: 15...
Fatores de emissão de uso finaltC/TJ kgC/MWhε 1 = eficiência termodinâmica(calor para eletricidade)20% 25% 30% 35% 40% 45%...
Avaliando o potencial de um projeto MDL• “Internalização” de informações estratégicas.• Estimativa do potencial de redução...
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Emissões da linha de base, do projeto e fugas• Emissões do cenário de referência (linha debase) identificado na metodologi...
Estrutura de um DCP• Descrição geral• Aplicação da metodologia de linha de base emonitoramento• Duração do projeto e perío...
Adicionalidade• Identificação dealternativas à atividadede projeto• Análise deinvestimento:identificação daalternativa mai...
EODs e validação• São responsáveis pela publicação do DCP paracomentários públicos (e por quase todas as interaçõescom o s...
Aprovação nacional (CIMGC)-1• Tradução para o português do “PDD” e do relatório devalidação “final”: Documento de Concepçã...
Aprovação nacional (CIMGC)-2• Declarações de conformidade trabalhista eambiental• Declaração de ponto focal de comunicação...
Exemplo de elaboração comparativa do DCPde um projeto registrado• Piratini Energia: pequena escala, geração deeletricidade...
ContatoA. Ricardo J. Esparta e Marco A. N. MazaferroEQAORua Padre João Manoel 22201411-000 São Paulo-SPTel. (11) 3063-9068...
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Faap 2012.08.01-esparta

  1. 1. Fundação Armando Álvares PenteadoMeio ambiente, desenvolvimento sustentável e questões globaisDesenvolvimento de Projetosno âmbito do MDLRicardo Esparta, Marco MazaferroEQAO1, 6, 8 e 13 de agosto de 2012
  2. 2. Programa/cronograma estimado• 1/agosto (Ricardo Esparta)– Ciência da mudança do clima– Perfil de emissões e oportunidades no Brasil– Políticas de enfrentamento do aquecimento global• 6/agosto (Ricardo Esparta)– O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo– Desenvolvimento de um projeto MDL• 8/agosto (Ricardo Esparta)– Metodologias aprovadas, fatores de emissão, confecção do DCP, Estimativaspreliminares/viabilidade– Detalhando os passos do ciclo do projeto– Estudo de caso• 13/agosto (Marco Mazaferro)– EU-ETS e “Allowances”, MDL e “CERs”, preço do carbono– Formas de comercialização, business case, perspectiva de mercado– Exercício para entrega no final da aulaAgosto 2012 2/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  3. 3. Literatura baseG.H. Brundtland (2012). Environment and development challenges: TheImperative to act.CGEE (2010). Manual de Capacitação - Mudança Climática e Projetos deMecanismo de Desenvolvimento Limpo.Ecosystem Marketplace & Bloomberg New energy Finance (2011). Back to theFuture: State of the voluntary carbon markets 2011.A. R. J. Esparta (2008). Redução de emissões de gases de efeito estufa nosetor elétrico brasileiro: a experiência do MDL do Protocolo de Quioto e umavisão futura. Tese de doutorado, Universidade de São Paulo.I. Frondizi (2009). O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Guia deOrientação.J. Goldemberg e O. Lucon (2009). Energia, Meio Ambiente e Desenvolvimento.IPCC (2007). Climate Change 2007 - Synthesis Report.A. Kollmuss et al.WWF (2008). Making sense of the voluntary carbon market -A Comparison of carbon offset standards.J. Marcovitch (2010). Economia da Mudança do Clima no Brasil: Custos eOportunidades.Thomson Reuters Point Carbon (2012). A market wainting for Godot.Agosto 2012 3/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  4. 4. Experiência profissional• Co-fundador da EQAO/Ecopart/Ecoinvest (dez. 2000)• Vinte e oito projetos MDL com ~ 8 milhões de CERs/RCEs emitidas(~ R$ 250 milhões de faturamento)• Quarenta e sete projetos MDL registrados, 37 projetos em geraçãode eletricidade por fontes renováveis de energia (biomassa, PCH eeólica)• Quatro metodologias MDL aprovadas (AM0027, AM0045, AM0075 eAM0104)• Membro do “CDM-Accreditation Panel”• Participação como desenvolvedor e acionista em projetos degeração de eletricidade por fontes renováveisAgosto 2012 4/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  5. 5. Central Geradora Eólica Gargaú1. Contrato público, PROINFA2. Primeiro parque eólico comercial do sudeste (SãoFrancisco de Itabapoana - RJ): 28,05 MW, ~70.000MWh/ano3. Plano de Gestão Sócio-Ambiental: projeto praia limpa,reflorestamento, uso de mão de obra local...4. Início de operação: outubro de 2010Agosto 2012 5/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  6. 6. Central Geradora Eólica GargaúAgosto 2012 6/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  7. 7. Central Geradora Eólica GargaúAgosto 2012 7/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  8. 8. Agosto 2012 8/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  9. 9. Ciência da Mudança do Clima*• Quarto Relatório de Avaliação do IPCC 2500 revisores (especialistas científicos) 800 autores Representantes de 130 países• Visão do Secretário Geral da ONU “A mudança do clima é uma ameaça ao desenvolvimento emqualquer país” “O IPCC confirmou inequivocamente o aquecimento do nossosistema climático e relacionou-o diretamente à atividadehumana” “Reduzir ou mesmo reverter as tendências atuais deaquecimento global é o desafio fundamental da nossa época”*Baseado na apresentação de R. K. Pachauri na 27ª Sessão do IPCC em Valencia, Espanha, em 17 de novembro de 2007.Agosto 2012 9/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  10. 10. Ciência da Mudança do Clima• Porque respeito os céticos do aquecimento global.Alexandre Mansur, Blog do Planeta, Revista Época*• O meteorologista Luiz Carlos Molion, da Universidade Federalde Alagoas, diz que a Terra está esfriando, e que os grandescentros de pesquisa combinaram de deturpar ou esconder osdados corretos que mostrariam isso.• O meteorologista Ricardo Augusto Felício, da USP, diz que aTerra está esquentando, mas que é um fenômeno natural.• O biólogo alemão Joseph Reichholf, do Zoológico de Munique,diz que a Terra está esquentando, que pode ser por efeito daação humana, mas que será bom para nós.*http://colunas.revistaepoca.globo.com/planeta/2012/05/18/por-que-respeito-os-ceticos-do-aquecimento-global/Agosto 2012 10/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  11. 11. Ciência da Mudança do Clima• Caso “climategate” surgiu após mensagens particulares furtadas de cientistas queparticipam do IPCC serem publicadas. Nessas mensagens os cientistasexplicitavam o desejo de escolher dados para “adaptar” melhor a realidade à teoriaque eles defendem, falavam de subterfúgios para sonegar dados a pessoas quetentam minar seus trabalhos com questionamentos públicos intermináveis, entreoutros possíveis desvios éticos.• Investigação concluiu que esses cientistas, apesar do que escreveram nessasmensagens particulares, não praticaram nenhum desvio ético no trabalhorealizado para o IPCC e, portanto, as conclusões dos relatórios do IPCCpermanecem válidas e estão em acordo com o melhor conhecimento científicoexistente.• Conclusão• 1) os cientistas envolvidos no “escândalo climategate” são seres humanos, ou seja,quando falam informalmente e entre colegas e amigos não são 100% éticos,• 2) não existe nenhuma evidência de que não tenham sido 100% éticos no seu trabalhopara o IPCC e,• 3) o IPCC é um mensageiro cientificamente bem qualificado e conta com uma grandetransparência e razoável distribuição de “outros interesses”.Agosto 2012 11/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  12. 12. Ciência da Mudança do Clima• Advancing the Science of Climate Change* (2010). US NationalAcademy of Science, National Academy of Engineering, Instituteof Medicine, National Research Council.• Climate change is occurring, is caused largely by human activities,and poses significant risks for—and in many cases is alreadyaffecting—a broad range of human and natural systems.• The nation needs a comprehensive and integrative climate changescience enterprise, one that not only contributes to our fundamentalunderstanding of climate change but also informs and expandsAmerica’s climate choices.*Disponível em http://www.nap.edu/catalog.php?record_id=12782Agosto 2012 12/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  13. 13. Ciência da Mudança do ClimaNew York Times - July 28, 2012The Conversion of a Climate-Change Skeptic by R. A. MULLER*• Call me a converted skeptic. Three years ago I identified problemsin previous climate studies that, in my mind, threw doubt on thevery existence of global warming. Last year, following an intensiveresearch effort involving a dozen scientists, I concluded thatglobal warming was real and that the prior estimates of the rate ofwarming were correct. I’m now going a step further: Humans arealmost entirely the cause…• *Richard A. Muller, a professor of physics at the University of California, Berkeley, and a formerMacArthur Foundation fellow, is the author, most recently, of “Energy for Future Presidents:The Science Behind the Headlines.”Agosto 2012 13/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  14. 14. Ciência da Mudança do Clima• Climate change: a summary of the science* (2010). The RoyalSociety.• There is strong evidence that the warming of the Earth over the lasthalf-century has been caused largely by human activity, such as theburning of fossil fuels and changes in land use, including agricultureand deforestation.• The size of future temperature increases and other aspects of climatechange, especially at the regional scale, are still subject touncertainty. Nevertheless, the risks associated with some of thesechanges are substantial.• It is important that decision makers have access to climate science ofthe highest quality, and can take account of its findings in formulatingappropriate responses.*Disponível em http://royalsociety.org/policy/publications/2010/climate-change-summary-science/Agosto 2012 14/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  15. 15. Diferentes ao que a ciência nos diz• Imaginemos a seguinte situação:• Você foi a dez médicos e nove deles disseram que todos os teus sintomas e osdiagnósticos realizados indicam uma doença para a qual não existe umtratamento 100% comprovado. Apesar disso recomendam um tratamento deacordo com o melhor método do conhecimento científico disponível.• Um médico diz que você não tem absolutamente nada, não precisa fazernenhum tratamento e, todos os sintomas e diagnósticos são imprecisos ouforam forjados.• Opinião pessoal: apesar de reconhecer o quanto eu gostaria que seja verdadeque não tenho nenhum problema e que é realmente possível que nove entredez médicos estejam errados, decidiria iniciar o tratamento.• Atualmente, nove entre dez cientistas que estudam a mudança do climaconsideram que o aumento da concentração dos gases de efeito estufana atmosfera é a melhor explicação científica disponível para asmudanças observadas no clima do planeta. E concordam que há aindaalgum nível de incerteza nesse conhecimento científico, mas que essaincerteza não justifica inação.Agosto 2012 15/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  16. 16. Ética da mudança do climaThe Ethics of Climate Change: Pay Now or Pay More Later. J. Broome (2008)• O que devemos fazer a respeito da mudança global do clima? A ciência, incluindoa economia, pode ajudar a descobrir as causas e efeitos. Pode ajudar a indicar oque podemos fazer. Entretanto, o que devemos fazer é uma questão ética.• A questão do clima é ética porque qualquer resposta deve considerar interessesconflitantes de pessoas/sociedades diferentes. Se o mundo tiver que fazer algo,algumas pessoas, principalmente aqueles em melhores condições econômicas napresente geração, terão que reduzir suas emissões de gases de efeito estufa paralivrar gerações futuras da de uma vida mais limitada em um mundo mais quente.• As gerações futuras serão mais afetadas pelos possíveis efeitos danosos damudança global do clima. Entretanto, se houver crescimento econômico, essasgerações terão mais recursos que a presente geração para atacar o problema.• A presente geração tem que decidir se devemos tentar reduzir esse risco de danofuturo ou se devemos deixar nossos descendentes, supostamente mais ricos,cuidarem de si mesmos.• Mesmo uma chance ínfima de grandes catástrofes e problemas advindos damudança do clima conduz a discussões éticas importantes e inevitáveis.Agosto 2012 16/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  17. 17. Evidências da mudança do clima (Fonte: Nasa)• Aumento do nível do mar: o nível do mar subiu 17 cm no século XX. No período 1999-2008subiu a uma taxa equivalente a mais de 30 cm por século.• Aumento global da temperatura: Todas as reconstruções da temperatura global superficialindicam aquecimento desde 1880. A maior parte desse aquecimento aconteceu a partir dadécada de 1970, com os 20 anos mais quentes ocorrendo desde 1980 e os 10 maisquentes nos últimos 12 anos.• Aquecimento dos oceanos: os oceanos absorveram parte importante desse calor adicional,com os 700m superficiais aquecendo 0.17 graus Celsius desde 1969.• Afinamento das camadas de gelo: dados da Nasa indicam a Groenlândia perdendo 150-250 km3 de gelo entre 2002 e 2006 e a Antártica 152 km3 entre 2002 e 2005.• Redução da extensão e espessura do gelo no Ártico: a extensão e a espessura do gelo noÁrtico decresce constantemente nas últimas décadas.• Retração dos glaciares: geleiras estão em retração em quase todo o mundo, incluindo osAlpes, Himalaia, Andes, Montanhas Rochosas, Alaska e África.• Aumento da concentração de CO2 no oceano: tem aumentado consistentemente desde1750 e atualmente a uma taxa de 2 bilhões por ano, aumentando cerca de 30% a acidezdos oceanos.Agosto 2012 17/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  18. 18. Ciência da Mudança do Clima (atualização)Agosto 2012 18/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  19. 19. Ciência da Mudança do Clima• Emissões cresceram 70% entre 1970 e 2004 (de 28,7para 49 GtCO2e)• Maior crescimento no setor energético (145%) etransporte (120%)• Tendência de aumento mantida nas próximas décadas:25 a 90% entre 2000 e 2030, ou seja um aumento entre9,7 e 36,7 GtCO2e/aAgosto 2012 19/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  20. 20. Ciência da Mudança do Clima• Potenciais econômicos de mitigação em 2030Agosto 2012 20/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  21. 21. Ciência da Mudança do Clima• Potencial de redução de 16 a 31 GtCO2e/a (custo < 100US$/tCO2e)• Opções de mitigação (eficiência energética,substituição de combustíveis fósseis, renováveis,nucleares, “CCS”, redução de desmatamento, outrasnão-CO2)• Opções de políticas setoriais (redução de subsídios acombustíveis fósseis, taxas de carbono, bio-combustíveis, normas de CO2, rotulagem deequipamentos e códigos de construção, padrões deperformance para a indústria, permissões, usoeficiente de fertilizantes, incentivos parareflorestamento, regulação de tratamento de resíduos...Agosto 2012 21/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  22. 22. Como se preparar?• O que significaria para a sua empresa aceitar umacongelamento de emissões de GEEs por um período de5 a 10 anos?• E se fosse necessária uma redução de emissões?• Quais ações são fisicamente viáveis? Tecnicamenteviáveis? Economicamente viáveis?• Inventário corporativo de emissões pode ser umprimeiro passo de custo relativamente baixo.• Participar politicamente da discussão pode serinteressante.• Essenciais: entendimento do tema, transparência eparticipação da sociedade, simplicidade…Agosto 2012 22/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  23. 23. Quando afinal devemos começar a agir?Agosto 2012 23/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  24. 24. Emissões de GEEs no Mundo em 2000Agosto 2012 24/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  25. 25. Inventário de emissões do Brasil em 200515%3%19%61%2%Emissões em CO2e em 2005GWPEnergiaProcessos IndustriaisAgriculturaMudança no Uso da Terra eFlorestasTratamento de ResíduosTotal das emissões de GEE no Brasil em 2005 : 2,19 Gt CO2eRef.: Segunda Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (2010).Agosto 2012 25/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  26. 26. Inventário de emissões do BrasilRef.: Segunda Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (2010).SetorAnoUnidadeCO2CH4N2ONMVOCVar. 90 / 00 61 -9 14 -16Var. 90 / 05 74 27 43 -6Var. 90 / 00 40 73 87 47Var. 90 / 05 45 79 114 86Var. 90 / 00 35Var. 90 / 05 70Var. 90 / 00 13 18Var. 90 / 05 34 43Var. 90 / 00 64 52 52Var. 90 / 05 64 53 53Var. 90 / 00 276 35 37Var. 90 / 05 349 42 54Var. 90 / 00 63 20 21 7Var. 90 / 05 65 37 45 27Energia %Processos Industriais %Uso de Solventes eOutros Produtos%Agropecuária %TOTAL %Mudança do Uso daTerra e Florestas%Tratamento deResíduos%Agosto 2012 26/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  27. 27. Inventário de emissões do Brasil em 2005Ref.: Segunda Comunicação Nacional do Brasil à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (2010).00,511,522,531990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005GtEmissõesLíquidas em CO2eqUso da Terra e FlorestasAgropecuáriaProcessosIndustriaisTratamento de ResíduosEnergiaAgosto 2012 27/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  28. 28. Agosto 2012 28/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  29. 29. Tema complexo e multidisciplinarFonte: Economia do Clima – Estudos econômicos das mudanças climáticas no Brasil, 2009Agosto 2012 29/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  30. 30. Emissões per capitaAgosto 2012 30/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  31. 31. Desenvolvimento Econômico e EmissõesAgosto 2012 31/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  32. 32. Aspectos que norteiam o debate• Princípio da precaução• Poluidor pagador• Responsabilidades comuns porémdiferenciadas– Países desenvolvidos– Países em desenvolvimento• Crescimento: econômico/energético/emissões• Transferência de tecnologias• Pobreza e impacto climáticoAgosto 2012 32/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  33. 33. Aspectos que norteiam o debate• Metas indicativas dos países desenvolvidos– Redução de 20-40% até 2020– Comprometimento de redução de 80% até 2080– Lideram a iniciativa mostrando a viabilidade de umaeconomia de baixo carbono• Metas indicativas dos países em desenvolvimento– Comprometimento com metas futuras– Desenvolvimento de um plano de mitigação nacional– Meta de 2 ton. de CO2/habitante até 2050• Comércio de emissões– Barateiam o custo de redução– Possibilitam a inserção dos mais pobres no modeloAgosto 2012 33/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  34. 34. Política Nacional de Mudança do Clima• Lei Federal nº 12.187, 29/12/2009• Art. 12. - Para alcançar os objetivos da PNMC, o País adotará,como compromisso nacional voluntário, ações de mitigação dasemissões de gases de efeito estufa, com vistas em reduzir entre36,1% e 38,9% suas emissões projetadas até 2020.• A Política a Nacional de Mudança do Clima se desdobra em cincoplanos setoriais:– Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na AmazôniaLegal (redução de 80%);– Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e dasQueimadas no Cerrado (redução de 40%);– Plano Decenal de Expansão de Energia;– Plano para a Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono naAgricultura; e– Plano de Redução de Emissões da Siderurgia.Agosto 2012 34/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  35. 35. Política Nacional de Mudança do Clima• Ações de mitigação nacionalmente apropriadas (NAMAs - NationalApropriated Mitigation Actions)Agosto 2012 35/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  36. 36. Política Estadual de Mudanças Climáticas• Estado de São Paulo, lei 13.798, 9/11/2009• Artigo 32 - O Poder Executivo, por intermédio daSecretaria do Meio Ambiente, deverá finalizar ecomunicar, até dezembro de 2010, o inventário dasemissões por atividades antrópicas dos gases deefeito estufa que definirão as bases para oestabelecimento de metas pelo estado.– § 1º - O Estado terá a meta de redução global de 20%(vinte por cento) das emissões de dióxido decarbono (CO2), relativas a 2005, em 2020.Agosto 2012 36/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  37. 37. Inventário de emissões: escoposAgosto 2012 37/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  38. 38. Mecanismo de Desenvolvimento Limpo• Art.12, §2. - O objetivo do Mecanismo deDesenvolvimento Limpo deve ser prestar assistênciaàs Partes não incluídas no Anexo I para que possamatingir o desenvolvimento sustentável e contribuirpara o objetivo final da Convenção, e assistir àsPartes incluídas no Anexo I para que possamcumprir a sua limitação quantificada de emissões ecompromissos de redução assumidos no Artigo 3.Agosto 2012 38/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  39. 39. MDL - Partes Anexo I e Não AnexoArt.12, §3. - Sob o MDL:• (a) As Partes não incluídas no Anexo I podem sebeneficiar de atividades de projetos que resultemem reduções certificadas de emissões; e• (b) As Partes incluídas no Anexo I podem usar asreduções certificadas de emissões, resultantes detais atividades de projetos, para contribuir com ocumprimento de parte de sua limitação quantificadade emissões e compromissos de redução assumidosno Artigo 3, como determinado pela Conferência dasPartes na qualidade de reunião das Partes desteProtocolo.Agosto 2012 39/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  40. 40. MDL - Elegibilidade• Redução de emissões de gases de efeito estufa (GEEs)devem ser adicionais àquelas que ocorreriam naausência da atividade certificada de projeto .• A atividade de projeto deve assistir a Parte não incluídano Anexo I a atingir o desenvolvimento sustentável.• A atividade de projeto deve levar a benefícios reais,mensuráveis e de longo prazo relacionados com amitigação da mudança do clima (metodologia aplicávelaprovada pelo conselho executivo do MDL).Agosto 2012 40/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  41. 41. Cenário de referência (“baseline”)20081990 2012 2016AnoEmissões de GEEs5%?? %Projeção de EmissõesAgosto 2012 41/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  42. 42. Ciclo de projetoAgosto 2012 42/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  43. 43. Ciclo de projeto no Brasil1. Elaboração de documento de concepção de projeto (DCP),usando metodologia de linha de base e plano demonitoramento aprovados;2. Validação (verifica se o projeto está em conformidade com aregulamentação do Protocolo de Quioto);3. Aprovação pela Autoridade Nacional Designada – AND, que nocaso do Brasil é a Comissão Interministerial de MudançaGlobal do Clima – CIMGC (verifica a contribuição do projetopara o desenvolvimento sustentável);4. Submissão ao Conselho Executivo para registro;5. Monitoramento;6. Verificação/certificação;7. Emissão de unidades segundo o acordo de projeto.Agosto 2012 43/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  44. 44. 1 - Elaboração do DCPElaborado pelos participantes do projeto contendo descrição:• das atividades de projeto;• dos participantes da atividade de projeto;• da metodologia da linha de base;• das metodologias para cálculo da redução de emissões degases de efeito estufa e para o estabelecimento dos limites daatividade de projeto e das fugas;• do plano de monitoramento.Deve conter, ainda:• a definição do período de obtenção de créditos,• a justificativa para adicionalidade da atividade de projeto,• o relatório de impactos ambientais,• os comentários dos atores e informações quanto à utilizaçãode fontes adicionais de financiamento.Agosto 2012 44/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  45. 45. 2 - Validação• Responsabilidade de uma Entidade OperacionalDesignada (credenciada pelo CDM-EB)• Processo de avaliação independente de umaatividade de projeto no tocante aos requisitos doMDL, com base no DCP.Agosto 2012 45/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  46. 46. 3 - Aprovação• Responsabilidade da Autoridade Nacional Designada• Processo pelo qual a AND das Partes envolvidas confirmam aparticipação voluntária e a AND do país onde sãoimplementadas as atividades de projeto do MDL atesta quedita atividade contribui para o desenvolvimento sustentável dopaís.• No caso do Brasil, os projetos são analisados pelos integrantesda Comissão Interministerial, que avaliam DCP, o relatório devalidação e a contribuição da atividade de projeto para odesenvolvimento sustentável do país.Agosto 2012 46/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  47. 47. 4 - Registro• Responsabilidade do Conselho Executivo do MDL• Aceitação formal, pelo Conselho Executivo, de umprojeto validado como atividade de projeto do MDL.• Nesta etapa são novamente analisadas aaplicabilidade da metodologia escolhida e aadicionalidade do projeto.Agosto 2012 47/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  48. 48. 5 - Monitoramento• Responsabilidade dos participantes do projeto• Recolhimento e armazenamento de todos os dadosnecessários para calcular a redução das emissões degases de efeito estufa, de acordo com a metodologiade linha de base estabelecida no DCP, que tenhamocorrido dentro dos limites da atividade de projeto edentro do período de obtenção de créditos.Agosto 2012 48/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  49. 49. 6 - Verificação/Certificação• (Verificação) Responsabilidade de uma Entidade OperacionalDesignada (Certificação) Responsabilidade do ConselhoExecutivo do MDL• Processo de auditoria periódico e independente para revisar oscálculos acerca da redução de emissões de gases de efeitoestufa ou de remoção de CO2 resultantes de uma atividade deprojeto do MDL que foram enviados ao Conselho Executivo pormeio do DCP.• Esse processo é feito com o intuito de verificar se reduções deemissões efetivamente ocorreram.• Após a verificação, o Conselho Executivo certifica que umadeterminada atividade de projeto atingiu um determinadonível de redução de emissões de gases de efeito estufa duranteum período de tempo específicoAgosto 2012 49/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  50. 50. 7 - Emissão das RCEs• Responsabilidade do Conselho Executivo do MDL• Ocorre quando o Conselho Executivo tem certeza deque todas as etapas de reduções de emissões degases de efeito estufa decorrentes das atividades deprojeto foram cumpridas.• Assegura que estas reduções de emissões são reais,mensuráveis e de longo prazo.• As RCEs são emitidas pelo Conselho Executivo ecreditadas aos participantes de uma atividade deprojeto na proporção por eles definida e,dependendo do caso, podendo ser utilizadas comoforma de cumprimento parcial das metas de reduçãode emissão de gases de efeito estufa.Agosto 2012 50/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  51. 51. Projetos MDL de pequena escala• Definição– projetos de energia renovável com capacidadeinstalada até 15 MWelétrico (ou 45 MWtérmico).– projetos de aumento de eficiência energéticaque resultem em reduções de até 60 GWh/ano.– outros projetos que reduzam emissões de GEEse que diretamente emitam menos de 15 miltoneladas de dióxido de carbono equivalentepor ano.– CoP-MoP2• Redução máxima de 60.000 tCO2e/anoAgosto 2012 51/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  52. 52. Estrutura de uma metodologia• Aplicabilidade• Fronteiras do projeto• Seleção do cenário de referência/linha de base• Adicionalidade• Emissões da linha de base• Emissões do projeto• Fugas• Reduções de emissões• Procedimentos de monitoramento• Parâmetros e dados monitoradosAgosto 2012 52/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  53. 53. Metodologias aprovadas• Escopo de setores (“sectoral scopes”)1. Energy industries (renewable- / non-renewablesources)2. Energy distribution3. Energy demand4. Manufacturing industries5. Chemical industry6. Construction7. Transport8. Mining/mineral production9. Metal production...15. AgricultureAgosto 2012 53/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  54. 54. Metodologias aprovadas selecionadas (AMS)• Metodologias aprovadas, projetos de pequena escala– AMS-I.A - Electricity generation by the user– AMS-I.B - Mechanical energy for the user– AMS-I.C - Thermal energy for the user– AMS-I.D - Grid connected renewable electricitygeneration– AMS-II.A - Supply-side energy efficiencyimprovements - transmission and distribution– AMS-II.B - Supply-side energy efficiencyimprovements – generation– AMS.III.E - Avoidance of CH4 production of biomassdecayAgosto 2012 54/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  55. 55. Metodologias aprovadas selecionadas (AM)• Metodologias aprovadas, (“regular scale projects”)– AM10 - Landfill gas capture and electricity generationprojects where landfill gas capture is not compulsory– AM14 - Natural gas-based package cogeneration– AM18 - Steam optimization systems– AM19 - Renewable energy project activities replacingpart of the electricity production of one single fossil-fuel-fired power plant– AM26 - Methodology for zero-emissions grid-connected electricity generation from renewablesources … in countries with merit order baseddispatch gridAgosto 2012 55/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  56. 56. Metodologias aprovadas selecionadas (AM)• Metodologias aprovadas, (“regular scale projects”)– ACM02 - Consolidated methodology for grid-connectedelectricity generation from renewable sources– ACM04 - Consolidated methodology for waste gasand/or heat for power generation– ACM06 - Consolidated methodology for grid-connectedelectricity generation from biomass residues– ACM07 - Methodology for conversion from single cycleto combined cycle power generation– ACM09 - Consolidated methodology for industrial fuelswitching from coal or petroleum fuels to natural gasAgosto 2012 56/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  57. 57. Desenvolvimento de novas metodologias• O Painel de metodologia e o árduo caminho daaplicabilidade: “adaptando a realidade à teoria”.• A realidade parece com a teoria: pedido deesclarecimento• A realidade é um pouco mais complexa: pedidos dedesvio• A realidade é mais complexa: pedidos de revisão• A realidade “precisa” de uma nova teoria: proposiçãode uma nova metodologia– Top-down: pequena escala– Bottom-up: grande e pequena escalaAgosto 2012 57/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  58. 58. Fatores de emissão de GEEs• “Carbono-intensidade” de combustíveis (IPCC,2006)– Gás natural: 53,3 kgCO2/GJ– GLP: 63,1 kgCO2/GJ– Gasolina: 69,3 kgCO2/GJ– Óleo diesel: 70,4 kgCO2/GJ– Óleo combustível (“residual fuel oil”): 73,5 kgCO2/GJ– Carvão metalúrgico (“coking coal”): 94,6 kgCO2/GJ– Carvão sub-betuminoso: 96,1 kgCO2/GJ– Coque de carvão mineral: 108,2 kgCO2/GJAgosto 2012 58/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  59. 59. Fontes de energia e eficiência do uso final• Eficiência termodinâmica de conversão– (Energia útil ou final) / (energia total)• Eletricidade: eletricidade/energia química• Energia química do combustível: poder caloríficolíquido• Oxidação do combustível– Combustíveis gasosos: 99,5%– Combustíveis líquidos: 99,0%– Combustíveis sólidos: 98,0%Agosto 2012 59/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  60. 60. Exemplo de cálculo fator de emissão• Combustível fóssil com menor “carbono-intensidade”: gás natural• Fator de emissão: 15,3 tC/TJ = 5,51×10-2tC/MWhtérmico• Oxidação do combustível: 99,5% (IPCC)• Eficiência termodinâmica: 50% (best availabletechnology, BAT)– Fator de emissão: ~ 109,6 kgC/MWhelétrico~ 401,9 kgCO2/MWhelétricoAgosto 2012 60/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  61. 61. Fatores de emissão de uso finaltC/TJ kgC/MWhε 1 = eficiência termodinâmica(calor para eletricidade)20% 25% 30% 35% 40% 45% 50% 55%Nafta 20.0 72.0 356.4 285.1 237.6 203.7 178.2 158.4 142.6 129.6Gás natural 15.3 55.1 274.0 219.2 182.7 156.6 137.0 121.8 109.6 99.6Óleo diesel 20.2 72.7 360.0 288.0 240.0 205.7 180.0 160.0 144.0 130.9Óleo combustível 21.1 76.0 376.0 300.8 250.7 214.9 188.0 167.1 150.4 136.7Carvão 29.5 106.2 520.4 416.3 346.9 297.4 260.2 231.3 208.2 189.2Nafta 20.0 72.0 1306.8 1045.4 871.2 746.7 653.4 580.8 522.7 475.2Gás natural 15.3 55.08 1004.8 803.8 669.8 574.1 502.4 446.6 401.9 365.4Óleo diesel 20.2 72.72 1319.9 1055.9 879.9 754.2 659.9 586.6 527.9 480.0Óleo combustível 21.1 75.96 1378.7 1102.9 919.1 787.8 689.3 612.7 551.5 501.3Carvão 29.5 106.2 1908.1 1526.4 1272.0 1090.3 954.0 848.0 763.2 693.8ε2 = oxidação do combustível gás = 99.5% líquido = 99.0% sólido = 98.0%* Fonte: Revised 1996 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories, Vol. 2, p. 1-6** 100% de oxidação do combustível e 100% de eficiência da transformação calor para eletricidadeEmissão na geração de eletricidade [kgCO2/MWh]Fator de emissão*100%**Emissão na geração de eletricidade [kgC/MWh]Agosto 2012 61/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  62. 62. Avaliando o potencial de um projeto MDL• “Internalização” de informações estratégicas.• Estimativa do potencial de redução de emissões doprojeto (física, técnica e comercial) → acesso adesenvolvedores de projeto MDL• Decisão de como prosseguir (internamente,terceirização, ...).• (Específico para MDL) planejar e executarmeticulosamente o monitoramento.Agosto 2012 62/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  63. 63. Fronteiras do projeto e fontes de emissão• As fronteiras do projeto (“project boundary”) abrangemtodas as emissões de gases de efeito estufa, sobcontrole dos participantes das atividades de projetoque sejam significativas e atribuíveis, de formarazoável, a essas atividades.• Fontes identificadas na metodologia assim como gasesa serem considerados: dióxido de carbono (CO2),metano (CH4), óxido nitroso (N2O), hexafluoreto deenxofre (SF6), perfluorcarbonos (CF4, C2F6) ehidrofluorcarbonos (HFCs).Agosto 2012 63/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  64. 64. Emissões da linha de base, do projeto e fugas• Emissões do cenário de referência (linha debase) identificado na metodologia• Emissões diretamente causadas pela atividadede projeto implementada• A fuga (“leakage”) corresponde ao aumento deemissões de gases de efeito estufa que ocorrafora das fronteiras da atividade de projeto doMDL e que, ao mesmo tempo, seja mensurávele atribuível à atividade de projeto.Agosto 2012 64/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  65. 65. Estrutura de um DCP• Descrição geral• Aplicação da metodologia de linha de base emonitoramento• Duração do projeto e período de credito• Impactos ambientais• Comentários públicos• Anexos– Contato dos participantes do projeto, informaçãosobre “Official Development Assistance”,informação sobre o cenário de referência e plano demonitoramentoAgosto 2012 65/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  66. 66. Adicionalidade• Identificação dealternativas à atividadede projeto• Análise deinvestimento:identificação daalternativa mais atrativa• Análise de barreiras• Análise da práticacomumAgosto 2012 66/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  67. 67. EODs e validação• São responsáveis pela publicação do DCP paracomentários públicos (e por quase todas as interaçõescom o secretariado da Convenção do Clima)• Devem ter representação no Brasil para validarprojetos que desejam solicitar carta de aprovação• Ativas no Brasil em maio de 2011: BVC, DNV, ERM,Rina, SGS, TÜV-Nord, TÜV-Süd,...• Visita de validação• Verificação da aplicação correta da metodologia ecoleta de evidências confirmando as informações.Agosto 2012 67/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  68. 68. Aprovação nacional (CIMGC)-1• Tradução para o português do “PDD” e do relatório devalidação “final”: Documento de Concepção do Projeto(correções na tradução são freqüentes)• Consulta a atores locais (cuidado com prazos)– Prefeitura(s), Câmara(s) dos vereadores, Órgãos ambientaisestaduais, Órgãos ambientais municipais, Fórum Brasileiro deONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente edesenvolvimento, Associações comunitárias, MinistérioPúblico...• Verificação da aplicação da metodologia e daadicionalidadeAgosto 2012 68/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  69. 69. Aprovação nacional (CIMGC)-2• Declarações de conformidade trabalhista eambiental• Declaração de ponto focal de comunicação• Compromisso de informação de emissões deRCEs• Anexo III da resolução CIMGC 1 - Contribuição doprojeto para o desenvolvimento sustentável– Sustentabilidade ambiental local– Condições de trabalho e geração de empregos– Distribuição de renda– Capacitação e desenvolvimento tecnológico– Integração regional e articulação com outros setoresAgosto 2012 69/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  70. 70. Exemplo de elaboração comparativa do DCPde um projeto registrado• Piratini Energia: pequena escala, geração deeletricidade para a rede a partir de resíduos deserrarias, metano evitado (RCEs emitidos;AMS-I.D e AMS-III.E)Agosto 2012 70/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais
  71. 71. ContatoA. Ricardo J. Esparta e Marco A. N. MazaferroEQAORua Padre João Manoel 22201411-000 São Paulo-SPTel. (11) 3063-9068E-mail: ricardo.esparta@eqao.com.brmarco.mazaferro@eqao.com.brAgosto 2012 71/71A.R.J. Esparta, M.A.N. Mazaferro - Desenvolvimento de Projetos MDL - FAAP - Meio Ambiente,Desenvolvimento Sustentável e Questões Globais

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