Projeto para Reitoria - Prof. Alexandre Souza
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Projeto para Reitoria - Prof. Alexandre Souza

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Projeto para a nova reitoria do IFNMG, proposta pelo Prof. Alexandre Souza, candidato a reitor da instituição....

Projeto para a nova reitoria do IFNMG, proposta pelo Prof. Alexandre Souza, candidato a reitor da instituição.

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  • 1. Candidatura a ReitorProf. Alexandre Santos de Souza Renovação com Progressão Chapa 1 1 Página Maio de 2012 1
  • 2. Sumário1. Apresentação Geral Página 32. Considerações Iniciais Página 33. O IFNMG e o Ensino Superior Página 64. O IFNMG e o ensino Médio e Técnico Página 8PARTE I – TRÊS ORIENTAÇÕES PRINCIPAIS5. Primeira orientação - Reforço da investigação cientifica Página 96. Segunda orientação - Desenvolvimento das áreas estratégicas Página 107. Terceira orientação - Modernização da gestão e Implantação Página 13do programa de Reitoria Itinerante.PARTE II – TEMAS IMPORTANTES8. Investimento consciente dos recursos financeiros Página 149. Docentes e assistentes administrativos: Estrutura e Página 15composição10. Vida estudantil, cultura, instalações e abertura a sociedade Página 1611. Um projeto especial Página 1812. Duas notas necessárias Página 1913. Considerações finais Página 1991 MEDIDAS A ADOTAR Página 20CURRICULUM VITAE Página 23 2 Página 2
  • 3. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO NORTE DE MINAS GERAIS CANDITADO A REITOR: ALEXANDRE SANTOS DE SOUZA PROGRAMA DE AÇÃO 1. Apresentação Geral Em 29 de dezembro de 2009, com a sanção da Lei Federal nº 11.892, quecria, no Brasil, 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, através dajunção de Escolas Técnicas Federais, CEFETs, Escolas Agrotécnicas e Escolasvinculadas a Universidades, o Instituto Federal surge com a relevante missão depromover uma educação pública de excelência por meio da junção indissociável entreensino, pesquisa e extensão, interagindo pessoas, conhecimento e tecnologia, visandoproporcionar a ampliação do desenvolvimento técnico e tecnológico da região nortemineira. O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) é uma instituição deeducação superior, básica e profissional, pluricurricular, multicampi e descentralizada,especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentesmodalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos etecnológicos com sua prática pedagógica. Sua área de abrangência é constituída por 126municípios distribuídos em 03 mesorregiões (Norte de Minas, parte do Noroeste e partedo Jequitinhonha), ocupando uma área total de 184.557,80 Km². A população total é de2.132.914 habitantes, segundo o Censo Demográfico de 2000 (BRASIL, IBGE, 2000). Neste contexto, o IFNMG agrega sete campi (Almenara, Araçuaí, Arinos,Montes Claros, Januária, Pirapora e Salinas). Assim, apresentamos o Projeto deCandidatura a Reitoria da Chapa Renovação com Progressão. 2. Considerações iniciais Nos últimos dois anos, O IFNMG viveu uma situação de grande instabilidade,provocada por sucessivas mudanças e pela adaptação ao novo modelo de Instituição deEnsino Superior e Ensino Técnico e Tecnológico. Em 2009, teve lugar a nomeação doReitor do IFNMG. A intensidade dos debates deve, agora, dar lugar à concretização doPlano Estratégico que coletivamente elaboramos com participação efetiva derepresentantes de todos os Campi do IFNMG para lançarmos candidatura a Reitor naprimeira eleição de nosso Instituto. O Plano Estratégico do IFNMG consagra três orientações principais no que dizrespeito à Organização, à Modernização, à Democratização, à Transparência e naMeritocracia na gestão do IFNMG:• em primeiro lugar, e de acordo com o nosso Plano Estratégico, a existência de umaouvidoria e de um Reitor com poderes reforçados, assegurando assim uma maiorcapacidade de intervenção na gestão do IFNMG;• em segundo lugar, e por opção nossa, a afirmação de um princípio de colegialidade ede participação da comunidade escolar na vida do IFNMG;• em terceiro lugar, a criação de um canal de comunicação com todos os Campi doIFNMG para vincular informações e promover a participação efetiva da comunidadeescolar nas tomadas de decisão. 3 Estamos perante um modelo muito exigente, que implica um espírito de Páginacolaboração e de cooperação institucional, no respeito pelas competências dos 3
  • 4. diferentes órgãos, sempre com a preocupação de encontrar as soluções que melhorsirvam aos interesses do IFNMG no seu conjunto. Este modelo deve ser avaliado nodecurso dos próximos anos para aferir da sua pertinência e viabilidade. Não podemos ignorar a nossa história recente. Temos sido capazes de tomardecisões (GREVE), por vezes difíceis, e de construir uma visão estratégica para oIFNMG. Tem sido difícil concretizar muitas destas orientações, sobretudo devido aresistências e obstáculos internos que se baseiam frequentemente, no argumentoadministrativo e jurídico da autonomia dos campi e da sua condição de “pessoas dedireito público”. A ouvidoria tem um papel decisivo a desempenhar na coesão institucional e nacriação das condições que permitam concretizar, na prática, as decisões tomadas nosConselhos de Dirigentes e no Conselho Superior. A palavra-chave é, sem dúvida, adinamização da vida do IFNMG e a capacidade de ultrapassarmos constrangimentospara que se realize, de fato, uma ideia nova de IFNMG. A minha candidatura defende um projeto concreto para o IFNMG. O Programade Ação engloba muitos dos princípios discutidos pelos representantes de cada campus,mas incorpora, também, muitas reflexões por mim feitas ao longo de minha trajetória noIFNMG, que certamente nos dará uma alameda de futuros. A escolha do Reitor deve basear-se num programa claro, que tenha o apoioinequívoco da comunidade escolar. Em minha opinião, só assim o IFNMG conseguiráestar à altura das suas ambições. O Programa abre com estas considerações iniciais e continua com uma reflexãogenérica sobre o IFNMG e o ensino de qualidade. Na PARTE I consagram-se as três orientações principais para o mandatoreitoral. A PARTE II aborda alguns temas que, podendo parecer mais instrumentais,permitem clarificar opções em relação a matérias essenciais para os próximos anos.Antes de concluir, faz-se referência a um projeto emblemático e deixam-se duas notasnecessárias sobre a questão fundacional e a história do IFNMG. Assinalo um conjunto de 91 medidas a adotar que concretizam as orientaçõesprogramáticas da candidatura. São medidas de importância desigual e que sãoapresentadas, em separado, no final. Tenho consciência de que muitas destas medidas são impopulares econtroversas. É possível que o IFNMG não esteja preparado para aprová-las. Aceitarei,sem qualquer susceptibilidade, mudanças no programa de ação, mas, em coerênciacom minhas convicções, não poderia agir de outro modo. Além de um trabalho de identificação de similaridades entre os campi, tambémforam incluídas as contribuições que se caracterizavam como ações, ou seja, comoaspectos muito pontuais que dizem respeito a Planos de Gestão, e a um Plano deDesenvolvimento do IFNMG construído com vistas ao futuro em longo e concebidocomo instrumento norteador das decisões de nossa gestão, porém, a equipe responsávelpela síntese também buscou formular contribuições que, a partir das ações propostas,pudessem indicar aspectos mais gerais relacionados aos rumos que a Instituição deverátomar no futuro. Todo esse trabalho foi realizado por várias pessoas, com grupos distintos detodos os campi, visando com isso garantir que o conteúdo de todas as contribuiçõespudesse ser contemplado. No entanto, caso algum grupo ou pessoa considere quesuas ideias não estão presentes em nenhuma das diretrizes apresentadas, omomento é também destinado à revisão do trabalho feito e reapresentação de 4contribuições visando sua consolidação como diretrizes. O objetivo da Páginarecomendação de que esse trabalho seja realizado coletivamente é que, neste momento, 4
  • 5. possamos aprofundar a reflexão sobre aquilo que temos chamado de "programa deação" do IFNMG, ou seja, sobre os rumos que queremos que nosso Instituto tome nospróximos anos. Estou absolutamente convencido da necessidade de uma mudança profunda nagestão do IFNMG. E sei que esta mudança só será possível se houver um compromissoforte do Reitor e da comunidade escolar em torno de um mesmo programa de ação. Énestes termos e apenas nestes que acredito poder dar uma contribuição útil, comoReitor, para o progresso e para a modernização de nosso Instituto.3. O IFNMG e o ensino superior O Programa de Ação inspira-se no modelo de educação superior das grandesUniversidades e com a nossa colaboração. Ha dois princípios que organizam e dão sentido a todo o Programa de Ação: ainternacionalização do IFNMG e a reorganização do ensino superior no IFNMG. Estesprincípios são essenciais para compreender as orientações e as medidas que se propõem. O programa de ação tem como lema a construção de um IFNMG forte para onorte de minas e assenta em oito princípios centrais: • Necessidade de um sistema de ensino diversificado. • Reforço da autonomia dos campi. • Redefinição dos processos pedagógicos, dando mais atenção às aprendizagens, à empregabilidade e à formação ao longo da vida. • Adoção de estratégias institucionais de internacionalização. • Ligação entre ensino e investigação, em particular através de um reforço dos programas de pesquisa e extensão. • Promoção da inovação, designadamente com base numa maior colaboração com as empresas. • Estabelecimento de dispositivos de garantia da qualidade, com reforço da avaliação externa. • Consolidação dos financiamentos públicos e diversificação das fontes de financiamento, no quadro de uma gestão estratégica com grande autonomia e flexibilidade.A internacionalização do IFNMG A internacionalização é uma das linhas centrais do desenvolvimento estratégicodas universidades em todo o mundo. O IFNMG deve prosseguir uma política deabertura internacional, em particular no que diz respeito a promoção da mobilidade deestudantes, docentes e investigadores e ao reforço das cooperações internacionais, sejaatravés de acordos bilaterais, seja através da integração em redes e associações deuniversidades. É importante que tenhamos como referência, por um lado, os nossos espaçostradicionais de cooperação (países europeus e países lusófonos) e, por outro lado, asnovas oportunidades que se tem aberto nos Estados Unidos da América e em paísescomo a China, a Índia, Canadá e Marrocos. No caso dos países lusófonos, é essencial apoiar os esforços atualmentedesenvolvidos por vários grupos, de ensino e investigação, nomeadamente na ligação aPortugal e à África. Dois aspectos em que o IFNMG precisa melhorar consideravelmente são ointercâmbio com professores estrangeiros e a atração de estudantes estrangeiros, para 5além de outras medidas teremos de alargar o uso de outras línguas no ensino, em Páginaparticular, da língua inglesa e espanhola. 5
  • 6. A reorganização do ensino superior no IFNMG O Plano Estratégico refere-se, com clareza, à necessidade de uma reorganizaçãoda rede do ensino superior, em particular na região do norte de minas. A situação atual,com a existência de várias instituições públicas e privadas e a sobreposição de cursos,programas e faculdades é insustentável. O plano Estratégico da chapa Renovação com Progressão considera ser suaresponsabilidade assumir este objetivo e promover formas de ligação às restantesuniversidades, em particular às universidades públicas. É possível, e desejável, tendo em conta a complementaridade das escolas e doscursos, e mantendo a diversidade de formações universitárias, promover um consórcioentre as instituições, sobretudo para articular as formações iniciais e facilitar o acesso detodos os estudantes a programas de mestrado e de doutoramento. Este duplo caminhopermitirá, por um lado, projetar o IFNMG como referência no ensino superior e, poroutro, criar dinâmicas de democratização do ensino superior, alargando a base social derecrutamento dos estudantes e assegurando-lhes a possibilidade de realizarem estudosde mestrado e, eventualmente, de doutoramento. São políticas que tem sido seguida emtoda a Europa (veja-se o caso de Barcelona ou de Lyon) e não se compreende que nãosejam adotadas no norte de minas. O Plano Estratégico refere-se justamente que o IFNMG deve assumir-se como“uma referencia na região do norte de minas que projeta internacionalmente umaimagem de reconhecido valor”. A frase chama a atenção para o valor do nome InstitutoFederal do Norte de Minas Gerais, isto é, de um Instituto de referência no estado deMinas Gerais em um país importante na América Latina como o Brasil. No que tange a estruturação dos cursos superiores, consideramos que devemosplanejar para estruturar, adequar e consolidar os cursos já oferecidos no IFNMG e sóassim abrirmos novos cursos, pois em nossas reflexões e constatações nos deparamoscom diversas situações que de forma negativa depreciam nossos cursos, tais como, faltade professores, estrutura física, livros, periódicos, reagentes, vidrarias, pincel,equipamentos, etc.4. O IFNMG e o ensino Médio e Técnico O ensino técnico ou ensino técnico-profissional constitui uma modalidade deensino vocacional, orientada para a rápida integração do aluno no mercado de trabalho,com caraterísticas específicas que podem variar conforme o país e o seu sistemaeducativo. O decreto n° 5.154 de 23 de julho de 2004, Regulamenta o § 2º do art. 36 e osarts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes ebases da educação nacional, e dá outras providências. No que tange o ensino médio e técnico, observo que os alunos entram noInstituto para ter acesso ao ensino médio e ingressam os cursos técnicos por obrigação,dessa forma tomaremos várias medidas para tornar os cursos técnicos mais atrativos edinâmicos para nosso alunado, seguindo as seguintes orientações: 1) Promoção de viagens técnicas para despertar os alunos com relação a profissão que irão desempenhar. 2) Adquirir material de consumo equipamentos para atender as necessidades dos campi e tornar as aulas mais dinâmicas. 3) Criar projetos financiados pelo IFNMG utilizando as competências do curso técnico para gerar renda, onde os alunos executarão todos os processos para a 6 geração de produtos desde a matéria prima até a comercialização. Página 6
  • 7. 4) Implantação e aquisição de um método (material e programa de ensino) para todas as disciplinas do ensino médio de forma a aumentar a aprovação de nossos alunos nos vestibulares. 5) Criação de um intensivo preparatório para vestibular. PARTE I – TRÊS ORIENTAÇÕES PRINCIPAIS5. Primeira orientaçãoReforço da investigação científica O IFNMG assume-se como um Instituto de pesquisa direcionada e orientadapara resolver problemas da nossa região. Esta perspectiva está consagrada no PlanoEstratégico e é devidamente sublinhada como primeira prioridade deste Programa deAção. A mudança do IFNMG deve fazer-se com base nesta orientação estratégica. A estrutura que se criou no Brasil teve como um dos efeitos mais nefastos amultiplicação de entidades, fundacionais e associativas, as quais foi atribuída a gestãodos fundos de ciência e tecnologia. Assim, é importante por fim, com determinação, aeste tipo de entidades, que se podem justificar para fins de mecenato ou culturais, masnão para a gestão de ciência e tecnologia. As verbas de ciência e tecnologia, enquanto parte essencial do trabalho doIFNMG devem ser integradas e geridas pelas estruturas do Instituto. É uma evoluçãoessencial para concretizar nossos objetivos, mas também para conseguir tirar o maiorproveito dos projetos, designadamente com a utilização de uma metodologia de custostotais. A este propósito, o meu programa de ação adotará as recomendações do CNPQ eFAPEMIG e para isso criarei uma Fundação para o IFNMG. A mudança que preconizo será concretizada de forma gradual e pragmática. Osprofessores que pesquisam, seja no IFNMG ou em programas de pós-graduação nosprojetos de capacitação não podem ser prejudicado; vamos, pois, incentivar pesquisa e acapacitação, mas de maneira orientada e em diversos programas de P&D, ondepoderemos oferecer aos nossos funcionários cursos de pós-graduação na sua área deformação específica, pois entendemos que dessa forma há um ganho relevante noensino de nossa instituição. A política que tem sido prosseguida com grande sucesso pelas grandesuniversidades, respondendo a uma das medidas mais importantes do nosso Programa deAção, o Compromisso Ciência, deve manter-se no futuro. Entendemos que para ofertarmos ensino de qualidade e expandir a pesquisa nonosso Instituto, devemos investir na capacitação dos nossos funcionários com umprograma específico de convênios e associações com as grandes Universidades doBrasil e do mundo. Apoiarei a capacitação de nossos funcionários o que aumentaráconsideravelmente o potencial científico do IFNMG. Assim, e muito importante chamar a atenção destes investigadores e dosresponsáveis pelas universidades para dois aspectos:1° Estes investigadores devem ter seus horários adaptados a suas necessidades tambémhoras de serviço docente (num máximo de doze aulas), sobretudo para concluir a suapós-graduação. É uma medida positiva e necessária para o IFNMG, mas também para 7os próprios investigadores que assim se integram melhor na estrutura acadêmica. Como Páginaé evidente e para não criar inaceitáveis situações de conflito entre docentes e docentes 7
  • 8. em capacitação, não sobrecarregaremos os funcionários que não estejam a momento noprograma de capacitação.2° Estes investigadores devem assumir a responsabilidade de atrair projetos, verbas deinvestigação e contratos de inovação e desenvolvimento para o Instituto. Programa decapacitação dará ao IFNMG uma forma de exigir-lhes uma prestação de contas nestamatéria (publicação científica, projetos, contratos, etc.). A propriedade intelectual e atransferência de tecnologia são assuntos que necessitam de grande incremento noIFNMG. É fundamental, de acordo com as unidades mais dinâmicas e mais interessadasnestas matérias, encontrar uma estrutura central, OTIC (Oficina de Transferência deTecnologia e Conhecimento), com grande capacidade de intervenção num domíniocrucial para o futuro do IFNMG. Finalmente, não quero deixar de assinalar duas linhasde ação muito importantes, aproveitando as potencialidades do ComplexoInterdisciplinar do IFNMG:1a A instalação do Núcleo para a Investigação Interdisciplinar, que será criado noIFNMG como espaço de encontro e de reflexão científica mobilizando grupos quetrabalham nas diversas áreas de conhecimento.2a A instalação de programas de mestrado e doutoramento entre o IFNMG e as grandesUniversidades do país, em áreas de referência para IFNMG6. Segunda orientaçãoDesenvolvimento de áreas estratégicas As áreas estratégicas constituem a principal área de inovação no IFNMG. O seudesenvolvimento constitui, sem duvida, o principal desafio que temos pela frente paraos próximos anos. Por um lado, as áreas estratégicas devem promover uma maior transversalidadedos cursos, consolidando uma tradição de “educação liberal”, no sentido que permita aemergência de cursos comuns a várias Faculdades, tal como já hoje acontece com aunificação de plano de ensino de disciplinas oferecidas em todos os campi. Esteprincípio é particularmente importante para a redefinição das missões do IFNMG, aqual competirá assegurar uma formação de base comum, humanística e científica, nosprimeiros anos de vida escolar. Por outro lado, e esta é, talvez, a sua principal vocação, as áreas estratégicasdevem agregar os cursos técnicos, tecnológicos, licenciaturas e bacharelado articulandomelhor as unidades de ensino e de investigação. Para que estas missões possam ser eficazmente cumpridas, será necessáriodefinir uma forma nova de organização dos Serviços da Reitoria que permita a gestãodos cursos. Ha três aspectos muito importantes a ter em conta, no que diz respeito a gestãodo IFNMG e as competências dos seus diferentes órgãos. Em primeiro lugar, a criação do Conselho de coordenadores, para acoordenação das áreas estratégicas, deve ser concebido como uma comissão central nadinamização da vida escolar composta por todos os coordenadores de curso e equipepedagógica. Serão designados 7 presidentes com todo o cuidado, uma vez queconstituem o elemento principal de coesão do IFNMG e o elo de ligação entre o Reitor eas áreas estratégicas. Os 7 presidentes cumprirão também uma missão de representação,para discutir problemas de funcionamento dos cursos e propor soluções para os casosque vierem a aparecer, pois entendemos que nossa maior missão é fazer com que nossaInstituição tenha condições de trabalho adequadas para que possamos oferecer uma 8formação sólida a nosso alunado. Página 8
  • 9. Tendo em conta uma nova realidade, é importante assinalar, em segundo lugar,que o perfil da equipe reitoral (pro-reitores e diretores) será distinto do atual, admitindo-se a escolha de pessoas, funcionários do IFNMG que não sejam obrigatoriamenteprofessores, vale ressaltar que todos os campi terão representantes na reitoriaescolhidos em eleição após seleção e análise de currículo. Impõe, sim, que se possamdedicar em exclusividade a sua função e constituir uma direção efetiva, permanente,de apoio ao Reitor. Admite-se, igualmente, a possibilidade de nomear um Chefe deGabinete que ajude a organizar as atividades do Reitor e da Reitoria, designadamentenas suas relações com as entidades internas e externas. Como primeiro ato discricionário, validarei todos os diretores pró-tempore epró-reitores em uma consulta a comunidade que o mesmo atue. Vale ressaltar queas ações que deram certo na gestão atual continuaremos executando, mesmo setivermos que otimizar. Em terceiro lugar, a concepção da própria área estratégica é uma das suascompetências. No IFNMG haverá autonomia que diz respeito à vida escolar e cientificae haverá autonomia a mais no que diz respeito a procedimentos administrativos,financeiros e logísticos. Agora, importa assinalar que as áreas estratégicas devem teruma larga autonomia e responsabilidade em aspectos centrais da vida escolar, como aperiódica avaliação dos projetos de curso e sua execução. As áreas estratégicas, em colaboração próxima com a Reitoria devem ter umpapel ativo na renovação dos processos de ensino, na distribuição do serviço docente deforma integrada entre varias unidades orgânicas, na formação pedagógica dos docentes,na criação de melhores condições de aprendizagem e na abertura do IFNMG a novospúblicos. Quando digo novos públicos me refiro a turmas de nivelamento para alunos queestão cursando o 9° ano do ensino fundamental e prováveis futuros alunos, poisidentificamos em nossos alunos calouros deficiências em disciplinas do ensinofundamental. A criação dessas turmas aumentará a relação professor aluno do nossoInstituto. Para os alunos do último ano do curso superior e que seu curso será avaliadopelo ENADE criaremos turma de estudos intensivos para auxiliar na resolução daprova. A avaliação permanente do acesso aos cursos, da sua frequência, do insucesso edo abandono escolar e da qualidade do ensino deve ser feita em ligação com oConselho de Coordenadores e com a pró-reitoria de Ensino, estruturas que se devemmanter e consolidar as metas de qualidade e acompanhar a freqüente verificação dosíndices que medem a qualidade de ensino em nosso país (ENEM E ENADE) paratermos dados que nos mostrem se nossas ações foram bem sucedidas. No plano da formação sólida de nosso projeto Reitoral, tenho a ambição de ser omelhor Instituto de Minas Gerais, mas para isso utilizaremos de métodos de ensinoeficazes e dados dos mecanismos de verificação do índice de qualidade utilizados peloMEC, uma vez que apenas 1% dos cursos dos Institutos Brasileiros tem qualidadesegundo reportagem da revista Veja do mês de janeiro. O IFNMG foi convidado a ser um Centro de Referência em EaD e até osegundo semestre de 2013 terá 13 mil alunos. Em virtude disso serão abertos novoscursos do e-tec e outros programas como o pró-funcionário que já entrará emfuncionamento em maio. O MEC disponibilizará 7 kits de transmissão de aula viasatélite e verba para implementação de um estúdio onde serão gravadas as aulas. A meta 9é implementar cursos técnicos e de pós-graduação em cidades circuvizinhas. Com este Páginaincentivo do Governo Federal acredito que em breve será possível a criação da Pro 9
  • 10. Reitoria de EaD ou como nos moldes do IFPR que tem a EaD como Campusindependente. Em relação ao Centro de Línguas não se trata de um programa daReitoria mas sim do cumprimento da Lei 11.161/2005, que visa a implementação daLíngua Espanhola no Ensino Médio e sua obrigatoriedade a partir de 2011 na gradecurricular ou em Centro de Línguas voltados a comunidade escolar. Com base noexposto acima projetaremos uma estrutura para dar suporte a essa nova modalidadede ensino.7. Terceira orientaçãoModernização da gestão e Implantação do programa de Reitoria Itinerante. A modernização da gestão é um dos aspectos centrais do processo de mudançado IFNMG. O assunto foi amplamente discutido durante as reuniões com o grupo quecompõe a chapa Renovação com Progressão. O grupo, com uma forte contribuição,todos reconhecemos que, sem uma alteração profunda, na organização dos serviços e narelação entre a Reitoria e os campi fica muito difícil concretizar qualquer programa demodernização do IFNMG. Pela minha parte, gostaria de destacar este ponto, pois considero que ele está naorigem de grande parte dos bloqueios que existem no IFNMG e da incapacidade paralevar a prática muitas das decisões que são tomadas nos seus órgãos centrais de gestão.Há um entendimento errado da Reitoria que, recorrendo aos mais diversos argumentos,inviabilizam a difusão de informações para os campi o que torna a Reitoria um tipo deórgão difuso e distante dos campi. pois em vários momentos as decisões tomadas nãosão transparentes. Quero pesar bem as minhas palavras ao dizer que, neste aspecto, precisamos deuma mudança de alto a baixo, sobretudo no que diz respeito a obrigação da Reitoria emcolocar em discussão com as pessoas que serão diretamente afetadas pelas ações antesde ser homologadas. A organização dos serviços da Reitoria e a sua relação com osserviços dos campi devem ser alinhadas de forma a tornar realmente público o que sepassa no IFNMG. Sem esta mudança não vale a pena alimentar qualquer ilusão dedemocratização e modernização do IFNMG.Serviços da Reitoria Os serviços da Reitoria devem ser reorganizados, centrando-se nesta fase acriação da reitoria Itinerante, onde o Reitor e seus pró-reitores criarão um calendáriode visitação a todos os campi do IFNMG. Com isso podemos resolver a questão dodistanciamento da Reitoria com os campi. A comunidade escolar deve ter acesso atodo o tempo à informação normalizada de todos as ações do Reitor que lhes permita aelaboração sistemática de avaliação da gestão de nosso instituto. Para além do trabalho regular de harmonização e padronização das aplicaçõesinformáticas entre todos os campi, impõe-se que a criaremos um Jornal coordenadopelas nossas jornalistas que será enviado a todos os campi contendo os procedimentosnos serviços da Reitoria, e tudo o que acontece no dia a dia, definindo-se como regracom tudo que tenha sido executado mensalmente pelo reitor.Garantia de Qualidade A garantia da qualidade merece uma referência especial. O IFNMG, como amaioria das instituições brasileiras, não tem rotinas instaladas de garantia de qualidade.Faremos um esforço significativo neste sentido. Mas falta-nos ainda percorrer um longo 10caminho. Não se trata de passar um tempo infindo a preencher formulários equestionários, muitas vezes de duvidoso interesse, mas sim de possuir procedimentos e Páginadecisões iguais para todos os funcionários, evitando o famoso “dois pesos e duas 10
  • 11. medidas”. Trata-se, sim, de instaurar rotinas e de possuir informação sistematizada, demodo a construir indicadores e a fornecer a todos os interessados (estudantes, docentes,dirigentes, órgãos de governo, entidades externas, etc.) os dados necessários para anossa avaliação interna. A avaliação deve ser consequente, no plano profissional e institucional, no quediz respeito aos docentes, aos cursos e aos serviços, mas nosso projeto prevê um “feedback” para toda a comunidade acadêmica, individualmente, dessa forma teremos ummecanismo de ajustes e correções para sempre procurarmos a melhoria de qualidade noIFNMG. PARTE II– TEMAS IMPORTANTES8. Investimento consciente dos recursos financeiros As questões de investimentos do IFNMG exigem uma analise rigorosa eprofunda. O dinheiro público muitas vezes aplicado de forma inconsciente gera emvários setores um custo benefício muito ruim. Faremos uma reengenharia no sistemaorçamentário, calculando exatamente o que e quanto comprar, tendo como principalalocação de recursos o ensino, pesquisa e extensão. Entendemos que devemos investir maciçamente na tríade ensino, pesquisa eextensão, reduzindo os gastos em várias outras áreas que impedem uma maior aplicaçãode recursos no ensino, pesquisa e extensão, que são nossos principais produtos.Observei que o investimento com ensino e pesquisa é o menor em nossa instituição, porisso digo que nosso projeto prevê investimento prioritário nesta pasta. Num contexto difícil, devem definir-se metas exigentes e criar as condições paraque possam ser atingidas. Numa perspectiva de médio prazo, julgo que se devem adotarseis orientações principais:1.ª Exigir do Governo a celebração de um contrato-programa de financiamentoplurianual, com regras, compromissos e objetivos claros.2.ª Estabilizar um modelo interno de distribuição do orçamento, com base em critériosadotados após discussão consciente entre os campi, evitando, assim, prejuízo a nenhumcampus.3.ª Definir como meta a atingir, em médio prazo, por todos os campi, um orçamentocomposto por financiamento público por via do Orçamento de Estado e pelas receitaspróprias, incluindo todo o tipo de receitas (investigação, serviços, contratos, etc.).4.ª Definir como meta a atingir, em médio prazo, redução drástica nas despesas compessoal terceirizado do IFNMG.5.ª Criação de um sistema informatizado de coordenação das receitas (banco interno)em um único local. Todos da comunidade escolar receberão um cartão que servirácomo identificação e acesso a conta para consumir os produtos do IFNMG, tais comoprodutos da cooperativa, refeitório, xerox, pagamento de taxas, etc.6.ª Garantir orçamentos realistas para cada campus, a curto e em médio prazo, noquadro da sua autonomia e de uma efetiva responsabilização pelo seu cumprimento.7.a Não se aperfeiçoa o que não é quantificado, por isso projetaremos todas asnecessidades dos cursos e faremos uma profunda análise para se determinar o queprecisamos construir e adquirir para a estruturação de todos os cursos do IFNMG,com levantamento de custos de projetos elaborados por cada NDE dos cursos tais comoprojetos de estrutura física (salas de aulas, laboratórios, gabinetes para professores, salade coordenação de cursos, salas de reunião, auditórios, área de convivência para alunos, 11salas de reunião), aquisição de equipamentos, vidrarias, reagentes e utilidades paraequipar os laboratórios, aquisição de bibliografia e projeção de contratação de docentes. Página 11
  • 12. Independentemente do modelo que vier a ser adotado, há dois aspectos quenecessitam de uma alteração muito significativa na organização do IFNMG, sob pena deser impossível encontrar estratégias realistas de gestão. Defendo, por isso, que se constitua uma Comissão Especializada, no seio desteInstituto, para estudar e acompanhar as questões orçamentais, propondo e aprovando asmedidas que se revelem adequadas.9. Docentes e Assistentes Administrativos: Estrutura e composição Um aspecto decisivo do processo de mudança do IFNMG, talvez mesmo o maisimportante, diz respeito ao corpo de docentes e técnicos administrativos. Atuarei naideologia do bem estar do servidor, onde faremos uma pesquisa de todas asnecessidades de todos os servidores e faremos tudo que pudermos para atendê-los. Por um lado, o seu trabalho estará no centro da vida escolar, em todos os planos.Organizarei um plano de projeção e de formação para a determinação da divisão devagas para futuros concursos. Observei algumas distorções com relação aopreenchimento das vagas e dos critérios de escolha das áreas a serem concursadas(titulação mínima), além da observação que não diminuía a contratação de terceirizadosà medida que se contratava servidores efetivos, mesmo não aumentando os serviços.Nenhuma solução que tente resolver os trabalhos nos campi será encontrada sematender a esta realidade. As ações a tomar devem ser objeto de uma ampla discussão eponderação.Recrutamento Os parágrafos anteriores não deixam quaisquer dúvidas da forma queconduziremos num futuro próximo, a recrutação de novos servidores. Mas há duasmedidas que não podemos deixar de tomar, no sentido de dar uma nova pujança aoIFNMG. Por um lado, utilizar todas as formas ao nosso alcance para obter bolsasde mestrado, doutoramento e de pós-doutoramento ou outras para os nossosservidores. Por outro lado, definir modalidades ousadas e inovadoras para recrutar, no planonacional, servidores de reconhecido mérito. Apesar de ser impossível proceder a entradas regulares de servidores, devemoscanalizar as nossas energias para que servidores de referencia escolham o IFNMG paranele trabalharem durante períodos de tempo mais ou menos longos. Para concretizareste objetivo será necessário proceder a alterações muito significativas na organizaçãodos concursos no âmbito do IFNMG.Novas tarefas e responsabilização Finalmente, será necessário tomar um conjunto de medidas que levem os nossosdocentes e técnicos administrativos a compreender que há, hoje, no espaço do Instituto,um conjunto de novas tarefas e responsabilidades que não se esgotam no tradicionalcumprimento do serviço. Assim, e importante que todos sejam responsabilizados, asáreas e o perfil de cada um, por:a) tarefas docentes;b) tarefas de investigação;c) prestação de serviços. 12 Página 12
  • 13. 10. Vida estudantil, cultura, instalações e abertura à sociedadeVida estudantil A conclusão de um curso não se esgota no trabalho pedagógico e científico. Avivência cultural e associativa é parte integrante de uma instituição de ensino que sebaseia em práticas de participação e de colegialidade. Uma iniciativa que tomaremos é a promoção de eventos culturais e esportivoscriando condições que favoreçam a integração e o descobrimento de talento de nossosalunos que são o nosso maior patrimônio. Farei com que o IFNMG destaque-se, no panorama dos Institutos mineiros peladinâmica das suas atividades artísticas, desportivas e culturais. No quadro destePrograma de Ação sublinha-se o apoio as iniciativas dos estudantes e dos outrosmembros da comunidade escolar (docentes e pessoal não-docente) na criação artística ecultural (exposições, grupos de teatro, grupos de música, boletins, projetos editoriais,poesias, etc.) e na promoção da atividade física e desportiva. A qualidade desta dimensão da vida acadêmica é um dos fatores que distingue asinstituições mais prestigiadas em todo o mundo. O próprio IFNMG deve constituir-seem espaço de referência, no plano da criação artística, reforçando as suas iniciativasneste domínio (Coros do IFNMG, Ciclo de teatro, Exposições em espaços nobres daReitoria e dos campi, etc.). Criarei áreas de convivência para os alunos em todos os campi. Esta áreaservirá de apoio para os alunos (banho, lanche, descanso, estudo, horários vagos,reuniões, etc). Aumentarei consideravelmente o plano da alimentação e de alojamento, porentender que nosso Instituto está inserido numa região que carece de assistência dessanatureza. Na mesma linha de preocupação com o bem estar dos alunos, vamos adquirirônibus para fazer a linha entre os campi e a cidade com preços de passagenssubsidiadas pelo IFNMG. E útil ampliar e moralizar (uma bolsa por aluno) a política de atribuição dediversos tipos de bolsas no âmbito de um programa de assistência estudantil,permitindo assim que os estudantes possam realizar determinadas tarefas no interior doIFNMG. O IFNMG deve consolidar a sua ligação com o governo federal e insistir paraviabilizar a construção de alojamento para os alunos menores de idade e para os alunosmaiores de idade, bem como atuar na ampliação do número de refeições servidas noIFNMG. O IFNMG necessita de ampliar os acessos as informações com espaços deestudo. Do mesmo modo, deve instaurar políticas de utilização das novas tecnologias,facilitando o acesso à informação, documentação e ferramentas de estudo (aulas, livros,apostilas, lista de exercícios), dessa forma criaremos o campus virtual. Uma palavra para a nossa responsabilidade no apoio aos estudantes comnecessidades educativas especiais, seja no acesso as instalações, seja nadisponibilização de materiais de apoio e de estudo. Finalmente, é muito importante apoiar a ação da construção de um espaço paraos alunos terem acesso a internet chamado i-learning, nos termos definidos peloIFNMG, criando assim um serviço que se pode revelar do maior interesse na resoluçãode acesso à rede mundial de computadores. Liberarei o acesso as redes sociais, pois 13entendo que temos alunos de diversas cidades e eles tem o direito de manter suasrelações sociais. Página 13
  • 14. Um plano de consultas com médicos, oftalmologistas e psicólogos erealização de análises clínicas anuais será elaborado para nossos alunos, uma vez queentendo que não se aprende tendo que conviver com problemas dessa ordem. E por último a instituição de um professor conselheiro para acompanhar a vidaescolar de cada aluno do ensino médio.Instalações Nos últimos anos, as verbas para manutenção e construção de edifícios têm sidopraticamente inexistentes. Logo que haja alguma disponibilidade de verbas ou se oGoverno cumprir a promessa do plano de expansão para construções, as prioridades doIFNMG são as seguintes: • Concretização da construção dos laboratórios designados como necessários para o funcionamento dos cursos; • Construção de gabinetes individuais para os professores; • Construção de auditórios nos campi que não possuem; • Construção de quadra coberta nos campi que não possuem; • Construção de sala de coordenação dos cursos e de suas secretárias acadêmicas; • Construção de área de convivência para os alunos; • Construção de Diretórios para os órgãos discentes.Abertura à sociedade A abertura do IFNMG à sociedade traduz-se num conjunto de múltiplasiniciativas, que vai desde convênios com Fundações, Sindicatos até Territórios daCidadania da nossa região. Mais ainda do que outras instituições, O IFNMG tem uma responsabilidade forteno apoio e na definição das políticas públicas em áreas vitais da sociedade (educação,saúde, língua, trabalho, território, etc.). A título meramente ilustrativo referem-sealgumas iniciativas que merecem o apoio de todo o IFNMG e que são decisivas para oseu desenvolvimento estratégico:a) discutir a educação e o ensino no IFNMG;b) o apoio a projetos transversais ao IFNMG, a políticas de transferência deconhecimento e a construção de infra-estrutura de apoio à investigação comaplicabilidade na comunidade onde o campus está inserido de acordo com o arranjoprodutivo local;c) o aprofundamento de parcerias com as empresas privadas para a melhor utilizaçãodas plantas de processamento do IFNMG;d) o desenvolvimento de uma lógica de prestação de serviços com a utilização doslaboratórios do IFNMG nos períodos fora de aulas com a inserção de alunos noprocesso. Quanto à representação pública, insisto ainda num tema presente no meuprograma de candidatura a Reitor: a necessidade de ponderar devidamente o sentido e oalcance da nossa participação em diversas entidades, designadamente no Conselho deReitores dos Institutos Brasileiros.11. Um projeto especial Se tivesse que dar prioridade a uma medida, e a uma apenas, certamente que aminha escolha recairia na criação do Livro Anual para todos os campi constituído dadocumentação de todos os eventos e acontecimentos, bem como foto de todos os alunos 14e servidores com o objetivo de construir a história de nosso IFNMG o que constituiráum dos seus patrimônios mais valiosos no futuro. Página 14
  • 15. O IFNMG tem uma enorme responsabilidade em relação a esta matéria e tem deser capaz, com ousadia e determinação, de construir aqui uma grande instituição noplano histórico, científico e cultural. Sabemos que as soluções para esta medidadependem da nossa capacidade de indignação quanto ao estado de descaso com históriade nossa instituição e da nossa capacidade de rompermos com certas culturasinstaladas, desenvolvendo um programa ambicioso e inovador. Assinalo que todos os servidores e alunos poderão adquirir o livro anual paralevar de recordação e o mesmo servirá de base para o encontro de egressos queorganizarei em todo o IFNMG.12. Duas notas necessárias 1a Criarei um prêmio para homenagear os servidores que se destacarem noIFNMG; 2a Criarei um evento para comemorarmos o dia do servidor público e o dia doprofessor.13. Considerações finais Um dos aspectos mais duros da minha experiência na instituição públicaprende-se com o “bloqueio” em que se encontram as mesmas. Ao peso da burocracia sejunta, hoje, um contencioso administrativo e jurídico que consome grande parte dasnossas energias. Um RJIES excessivamente regulamentador, a sobrecarga normativaquanto as carreiras e à avaliação do desempenho e, acima de tudo, as permanentes eredundantes auditorias e inspeções contribuem para tornar ainda mais difícil a vida dosinstitutos. No plano interno, nem sempre é fácil concretizar as deliberações tomadas e agir,com eficácia e de forma consequente, no sentido da modernização do instituto. Não quero traçar um quadro negro. O IFNMG terá uma história de que todos nósnos orgulharemos, será uma instituição de referência no plano nacional e possui umextraordinário potencial de desenvolvimento. O prestígio e a credibilidade do IFNMG,bem como a qualidade dos seus docentes, estudantes e pessoal não docente, constituemum importante patrimônio para a construção do futuro. Devemos reconhecer que os próximos tempos serão de enorme exigência. Porisso, e imprescindível que haja um apoio inequívoco ao Programa de ação do Reitor. Não ignoro que as posições que tomarei, em defesa do IFNMG, suscitam porvezes algum incômodo, externa e internamente. Sei bem que o Programa de Ação vaicontra muitas práticas habituais e rotinas instaladas no IFNMG, mas, para mim,defender o IFNMG é, sobretudo, promover a sua mudança. Tenho a obrigação, perante o IFNMG e seus funcionários, expor comclareza e frontalidade as ações que defendo para o mandato reitoral. É com estasideias e propostas, com este projeto para o IFNMG, que me candidato ao cargo deReitor. 91 MEDIDAS A ADOTARMedida 1| Atuar como mediador favorável aos interesses e direitos dos servidores taiscomo: remoção, redistribuição, progressão funcional, auxílio-transporte e regime de 30horas semanais.Medida 2| Estabelecer um princípio de colegialidade e de participação da comunidade 15escolar na gestão do IFNMG no tocante a validação dos diretores pro tempore e dos PróReitores, da eleição dos demais cargos da estrutura organizacional dos campi e da Páginaparticipação de todos os campi na composição da Reitoria. 15
  • 16. Medida 3| Reforçar as cooperações com as universidades, pondo em prática acordos econcessão títulos, sobretudo na pós-graduação para nossos servidores.Medida 4| Reforçar a presença do Instituto nas parcerias internacionais promovidas peloGoverno.Medida 5| Incentivar e criar alternativas inovadoras, diversificando mecanismos einstâncias, que favoreçam a participação e o compromisso da comunidade escolar nadefinição e implementação de políticas institucionais.Medida 6| Reforçar a ligação entre o IFNMG e as instituições de ensino do norte deMinas Gerais, promovendo modalidades de reorganização da rede do ensino superior.Medida 7 | Proteger e promover a imagem do IFNMG no Plano Brasileiro.Medida 8| Criar a Fundação do IFNMG, redirecionando-o para atividades de carátermecenático e cultural.Medida 9| Aprimorar continuamente os processos de planejamento, distribuição eexecução dos recursos financeiros, visando agilidade e transparência.Medida 10| Reforçar o envolvimento do IFNMG no Compromisso com a Ciência,através do incentivo a pesquisa.Medida 11| Consolidar uma estrutura central que, em colaboração com os gruposinteressados em cada curso, coordene e desenvolva estratégias inovadoras detransferência de tecnologia e conhecimento.Medida 12| Consolidar, ampliar, avaliar continuamente e oferecer condiçõespermanentes para execução de política de redução, destinação e tratamento adequado deresíduos gerados pelos IFNMG.Medida 13| Promover a criação de condições para a instalação e desenvolvimento deprogramas de doutoramento de referência para os servidores, em particular deprogramas de doutoramento que envolvam várias Faculdades e diferentesUniversidades.Medida 14| Reforçar a articulação entre a pós-graduação e a investigação no seio decada área estratégica.Medida 15| Organizar uma estrutura de serviços que permita a gestão acadêmica dosprogramas dos cursos.Medida 16| Nomear um Conselho de Coordenadores constituído por professores dereferência, que contribuam para a coesão do IFNMG e para a ligação entre a Reitoria eas áreas estratégicas.Medida 17| Nomear uma equipe reitoral, com servidores eleitos, em que todos os campitenham representantes, que constituam direção permanente de apoio à ação reitoral.Medida 18| Buscar continuamente novas formas de captação de recursos para oIFNMG, por meio de processos de inovação e dando atenção especial às parcerias coma iniciativa privada, em consonância com o caráter público do IFNMG e com ademocratização do acesso.Medida 19| Atribuir às áreas estratégicas uma missão de renovação do ensino e daspráticas pedagógicas, assim como de abertura do IFNMG a novos públicos.Medida 20| Manter e desenvolver o observatório dos percursos dos Estudantes.Medida 21| Prosseguir uma política de afirmação dos cursos do IFNMG como osmelhores do país na sua área de atuação.Medida 22| Conceber o Conselho de Gestão como uma estrutura de direçãoadministrativa e financeira do IFNMG.Medida 23| Reorganizar os serviços da Reitoria, designadamente, os serviços 16acadêmicos, de recursos humanos e financeiros.Medida 24| Promover o acompanhamento, avaliação e melhoria permanente do trabalho Páginade apoio às atividades de ensino, pesquisa e extensão, com atenção às reivindicações da 16
  • 17. comunidade escolar, de forma a sustentar tais atividades e o projeto acadêmico doIFNMG.Medida 25| Simplificar os procedimentos administrativos na Reitoria e impor prazos deresposta aos requerimentos internos e externos.Medida 26| Realizar diagnóstico dos fluxos burocráticos no IFNMG, visando ainformatização dos processos e procedimentos administrativos com tramitaçãoeletrônica de documentos e informações.Medida 27| Consolidar as políticas de garantia de qualidade no IFNMG.Medida 28| Retirar consequências da avaliação no plano profissional e institucional.Medida 29| Criar comissão para premiação dos servidores que se destacarem.Medida 30| Repensar a estrutura de recursos humanos, em particular, dos recursosdocentes e de técnicos administrativos.Medida 31| Atribuir aos órgãos de governo uma dotação orçamental significativa. Medida 32| Reduzir, em médio prazo, a contratação de terceirizados.Medida 33| Promover a gestão integrada das carreiras docentes e de investigação.Medida 34| Definir o doutoramento como grau acadêmico indispensável para osdocentes.Medida 35| Gerir os campi respeitando as especificidades de cada campus, promovendoa cooperação e intercâmbio de conhecimentos e experiências, de forma integrada,transparente e equilibrada, permitindo que tenham condições equivalentes nas áreasacadêmica, administrativa e financeira.Medida 36| Planejar, reavaliar e garantir a infra-estrutura física, material e de pessoal deapoio às atividades de gestão escolar e administrativa em todos os campi do IFNMG.Medida 37| Apoiar o movimento associativo e estudantil e a sua presença na vidauniversitária.Medida 38| Concretizar o projeto de criação da Associação dos Egressos do IFNMG.Medida 39| Consolidar as políticas de ação social.Medida 40| Construir alojamentos nos campi do IFNMG.Medida 41| Ampliar os espaços de estudo, em particular, nos horários noturnos.Medida 42| Ampliar o aceso e a utilização das novas tecnologias.Medida 43| Apoiar os estudantes com necessidades educativas especiais.Medida 44| Reforçar a intervenção do IFNMG nas atividades artísticas e culturais.Medida 45| Ampliar, avaliar continuamente e aprimorar os serviços prestados na área dealimentação no interior dos campi, autogeridos e terceirizados e o seu gerenciamento,visando garantir um alto padrão de qualidade nutricional, sanitária e ambiental.Medida 46| Prestar contas à sociedade e concretizar uma política transparente deinformação e divulgação pública.Medida 47| Estimular as lógicas de prestação de serviços às comunidades e à sociedade.Medida 48| Ofertar cursos de pós-graduação lato sensu com reserva de vagas paraservidores no IFNMG.Medida 49| Repensar o interesse da participação do IFNMG em entidades como oconselho de reitores.Medida 50| Criar um evento para comemorar o dia do servidor público e do professor.Medida 51| Elaborar livro anual para todos os campi.Medida 52| Concretizar a construção dos laboratórios designados como necessários parao funcionamento dos cursos;Medida 53| Construir gabinetes individuais para os professores; 17Medida 54| Construir auditórios nos campi que não possuem;Medida 55| Construir quadra coberta nos campi que não possuem; PáginaMedida 56| Construir sala de coordenação dos cursos e suas secretarias acadêmicas. 17
  • 18. Medida 57| Aprimorar e reavaliar periodicamente a utilização racional e sustentável dosrecursos naturais renováveis e não renováveis buscando implementar alternativasinovadoras com o uso de tecnologias limpas e de energias renováveis.Medida 61| Equipar laboratórios de forma organizada com o auxílio do NDE dos cursos.Medida 62| Apoiar as atividades artísticas, desportivas e culturais.Medida 63| Aumentar o plano da alimentação e de alojamento.Medida 64| Instalar um provedor de internet para os alunos.Medida 65| Proporcionar exames médicos e análises clínicas anuais, bem comoacompanhamento psicológico para os alunos.Medida 66| Instituir a figura do professor conselheiro para acompanhar a vida escolar decada aluno do ensino médioMedida 67| utilizar de todas as formas ao alcance da reitoria para obter bolsas demestrado, doutoramento e de pós-doutoramento ou outras para os nossos servidores.Medida 68| Estabilizar um modelo interno de distribuição do orçamento para os campi.Medida 69| Criar um sistema informatizado de administração de receitas (banco interno)em um único local em cada campus.Medida 70| Criação de uma ouvidoria para cada campus.Medida 71| Promover a mobilidade de docentes e técnicos administrativos,designadamente através de intercâmbios universitários.Medida 72| Promoção de um canal de comunicação com todos os Campi do IFNMG.Medida 73| Criar turmas de estudos intensivos com os alunos do último ano dos cursossuperiores que serão avaliados a momento para auxiliar os alunos na prova do ENADE.Medida 74| Ofertar turmas de nivelamento para alunos do 9° ano do ensino médio paraauxiliar no ingresso dos alunos em nossa instituição.Medida 75| Criar turmas de estudos intensivos com os alunos do último ano do ensinomédio para auxiliá-los na prova do ENEM.Medida 76| Construir sala para o diretório acadêmico dos campi que tenham cursossuperiores.Medida 77| Construir sala para o grêmio estudantil de cada campi.Medida 78| Ofertar serviço de impressão para os alunos com preço de custo.Medida 79| Incentivar visitas técnicas às empresas relacionadas aos cursos do IFNMG.Medida 80| Informatizar as bibliotecas dos campi através da aquisição de Software paraGerenciamento do Acervo.Medida 81| Ampliar o Acervo Bibliográfico dos campi para atender de formasatisfatória para todos os cursos do IFNMG.Medida 82| Adquirir material de consumo de forma programada para atender asnecessidades dos campi.Medida 83| Instalar rede sem fio em todos os setores dos campi.Medida 84| Aquisição de equipamentos para atividades esportivas.Medida 85| Equipar os campi através da aquisição de material permanente deCerimonial.Medida 86| Criação de curso intensivo e aplicação de provas com questões de vestibularpara alunos do 3° ano do ensino médio.Medida 87| Aumentar o número de estudantes no IFNMG, criando boas condições deensino e alojamento.Medida 88| Criar canais de comunicação presenciais e a distância entre osrepresentantes das diferentes categorias nos campi. 18Medida 89| Apoiar a participação de servidores técnico-administrativos na proposição eexecução de atividades e projetos de ensino, pesquisa, extensão e administração. Página 18
  • 19. Medida 90| Promover, na posse de novos ocupantes de quaisquer cargosadministrativos, a disseminação de informações sobre suas atribuições e de diretrizes eprocedimentos voltados à eficiência administrativa.Medida 91| Permitir e promover a descentralização dos serviços e o equilíbrio nosprocessos de decisão. CURRICULUM VITAE Rede de Colaboração Univ Federal do Rio de Janeiro Alexandre Santos de Souza Possui graduação em Engenharia de Alimentos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1999), Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (2004) e Doutorado em Ciência de Alimentos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Tem experiência na área de Ciência e Tecnologia de Alimentos, com ênfase em processo produtivo, projetos e processos industriais e no ensino de microbiologia, fermentações industriais e análises químicas de alimentos. Possui experiencia em tecnologia de produção de cachaça e demais derivados da cana-de-açúcar. (Texto informado pelo autor) Última atualização do currículo em 19/04/2012 Endereço para acessar este CV: http://lattes.cnpq.br/5870551583124264Dados pessoais Nome Alexandre Santos de SouzaNome em citações bibliográficas SOUZA, Alexandre Santos de Sexo Masculino Endereço profissional Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais, Campus Salinas. Rodovia Salinas- Taiobeiras, Km 2. Fazenda Varginha Zona Rural 39560-000 - Salinas, MG - Brasil - Caixa-Postal: 71 Telefone: (38) 38417000 Ramal: 256 Fax: (38) 38417000 URL da Homepage: www.ifnmg.edu.brFormação acadêmica/Titulação 2004 - 2007 Doutorado em Ciência de Alimentos (Conceito CAPES 5) . Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Brasil. Título: Estudo do processo de microencapsulação por, Ano de Obtenção: 2007. Orientador: Maria Helena Miguez Rocha Leão. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior . Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Ciência de Alimentos / Especialidade: Química, Física, Fisico-Química e Bioquímica dos Alim. e das Mat-Primas Alimentares. Setores de atividade: Produtos e Processos Biotecnológicos Vinculados À Saúde Humana Ou dos Animais. 2003 - 2004 Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentos (Conceito CAPES 4) . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil. Título: Avaliação da Influência das condições Operacionais do secador por Atomização nas Propriedades Físicas do Tomate (Lycopersicon sculentum) em Pó., Ano de Obtenção: 2004. Orientador: Soraia Vilela Borges. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos / Subárea: Ciência de Alimentos / Especialidade: Química, Física, Fisico-Química e Bioquímica dos Alim. e das Mat-Primas Alimentares. Setores de atividade: Qualidade e Produtividade. 1994 - 1999 Graduação em Engenharia de Alimentos . Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, UFRRJ, Brasil.Formação complementar 1991 - 1992 Ingles. (Carga horária: 400h). Rincon High School. Tucson, Arizona, Estados Unidos da América 19Atuação profissional Página 19
  • 20. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais, IFNMG, Brasil.Vínculo institucional 2009 - 2011 Vínculo: Outro (especifique), Enquadramento Funcional: Prof. ensino básico, técnico e tecnológico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva. Atividades 2009 - 2011 Atividades de Participação em Projeto, Campus Salinas, . Projetos de pesquisa seleção de de cepas de leveduras para fins de Indicação Geográfica da cachaça produzida na região de Salinas Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas.Vínculo institucional 2007 - 2008 Vínculo: Colaborador, Enquadramento Funcional: sem enguadramento, Carga horária: 20 Atividades 2007 - 2008 Atividades de Participação em Projeto, CAA, . Projetos de pesquisa Cachaça Geraizeira Patrícia Martins Nery de Andrade Indústria e Comércio.Vínculo institucional 2002 - 2003 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Responsável químico, Carga horária: 0Outras informações contrato com absoluta liberdade de horário Atividades 11/2002 - 11/2003 Serviços técnicos especializados , Empresa de Capital Privado, Fábrica de Condimentos Preparados. Serviço realizado Controle de qualidade e registro de produtos. Escola Estadual Professor Josefino Barbosa.Vínculo institucional 2002 - 2002 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Professor substituto, Carga horária: 36 Atividades 2/2002 - 8/2002 Ensino, Nível: Ensino Médio. Disciplinas ministradas Programa de educação de Jovens e Adultos EJA Biologia Física Química Eugenio Gonsalves da Motta Me.Vínculo institucional 2001 - 2004 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Responsável Químico, Carga horária: 0Outras informações Contrato com absoluta liberdade de horário 20 Atividades 4/2001 - 4/2004 Treinamentos ministrados , Empresa de Capital Privado, Indústria de Fabricação de Cachaça. Página Treinamentos ministrados Análises de controle de qualidade 20
  • 21. Escola Estadual Eliazar José Rodrigues.Vínculo institucional 2001 - 2001 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: professor Substituto, Carga horária: 25Outras informações Aulas a noite Atividades 2/2001 - 12/2001 Ensino, Nível: Ensino Médio. Disciplinas ministradas Química Biologia Karambi Alimentos Ltda.Vínculo institucional 2000 - 2004 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Assistente técnico, Carga horária: 0Outras informações Contrato com absoluta liberdade de horário. Trabalhos prestados via internet e presencial quando possível. Atividades 9/2000 - 7/2004 Serviços técnicos especializados , Empresa de Capital Privado, Indústria de Derivados de Tomate. Serviço realizado Controle de qualidade e processamento. Usina de Laticínios Monte Azul.Vínculo institucional 2000 - 2000 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Autônomo, Carga horária: 40 Atividades 3/2000 - 4/2000 Treinamentos ministrados , Empresa de Capital Privado, Indústria de Processamento de Leite e Derivados. Treinamentos ministrados Controle de qualidade Laticínio Pedra Lisa.Vínculo institucional 1998 - 1998 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 20 Atividades 3/1998 - 11/1998 Estágios , Empresa de Capital Privado, Indústria de Processamento de Leite e Derivados. Estágio realizado Controle de qualidade e processamento. Fleischmann e Royal.Vínculo institucional 1998 - 1998 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Estagiário, Carga horária: 40 Atividades 21 1/1998 - 3/1998 Estágios , Empresa de Capital Privado, Unidade de Processamento de Leite e Derivados. Página Estágio realizado Planejamento de produção, controle de qualidade, fábrica de latas, manutenção e utilidades. 21
  • 22. ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE SALINAS, EAFSAL, Brasil.Vínculo institucional 2006 - Atual Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de ensino Básico, T. e Tecnológico, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva. Outras informações Coordenador do Curso Superior em Tecnologia de Produção de Cachaça (término fevereiro de 2009) Coordenador do Curso de Engenharia de Alimentos (desde 15/03/2011 até dias atuais) Atividades 05/2008 - Atual Pesquisa e desenvolvimento , Banco de Nordeste, . Linhas de pesquisa Análise físico-química Seleção de leveduras 08/2006 - Atual Ensino, Tecnologia em Produção de Cachaça, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas Microbiologia de Alimentos Projetos e Instalações Industriais Processo de Envelhecimento e Padronização Análises Microbiológicas Controle de Qualidade Processo de Destilação Higiene e Sanitização Tópicos especiais em cachaça de alambique Instituto Federal de Mato Grosso, IFMT, Brasil.Vínculo institucional 2005 - 2006 Vínculo: Servidor Público, Enquadramento Funcional: Professor de ensino de 1º e 2º graus, Carga horária: 40, Regime: Dedicação exclusiva. Outras informações Coordenador de Agroindústria Atividades 09/2005 - 07/2006 Ensino, Tecnólogo em Alimentos, Nível: Graduação. Disciplinas ministradas Coordenador da Unidade Produtiva de Agroindústria Operações unitárias na indústria Processamentos de aves processamentos de produtos de origem animal Secagem e armazenamento de grãos Centro Federal de Educação Tecnológica de Januária.Vínculo institucional 2002 - 2003 Vínculo: Outro, Enquadramento Funcional: Professor substituto, Carga horária: 40 Outras informações Curso técnico em agroindústria Atividades 9/2002 - 9/2003 Ensino, Nível: Outro. Disciplinas ministradas Processamento de Carnes Processamento de frutas e hortaliças Processamento de leite e derivadosLinhas de Pesquisa 1. Análise físico-química 2. Seleção de leveduras 22Projetos de Pesquisa 2009 - 2011 seleção de de cepas de leveduras para fins de Indicação Geográfica da cachaça produzida na região de Salinas Página Descrição: O projeto seleciono a melhor levedura para produção de cachaça entre 25 produtores pertencentes a associação de prodores artezanais de cachaça de Salinas. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. 22
  • 23. Alunos envolvidos: Graduação ( 6) . Integrantes: Edilene Alves Barbosa - Integrante / Luis Gonzaga Araújo - Integrante / Oswaldo Guimarães Filho - Integrante / Rogélio Lopes Brandão - Integrante / Alexandre Santos de Souza - Coordenador. Financiador(es): Banco do Nordeste do Brasil - Auxílio financeiro.. 2007 - 2008 Cachaça Geraizeira Descrição: Diagnóstico da Produção de cachaça a nível de agricultura familiar no Território d Cidadania do Alto Rio Pardo. Situação: Concluído; Natureza: Extensão. Alunos envolvidos: Graduação ( 15) . Integrantes: Alexandre Santos de Souza - Coordenador. .Áreas de atuação 1. Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Matemática. 2. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação. 3. Grande área: Ciências Agrárias / Área: Ciência e Tecnologia de Alimentos. 4. Grande área: Ciências Biológicas / Área: Microbiologia. 5. Grande área: Ciências Exatas e da Terra / Área: Química.Idiomas Inglês Compreende Bem, Fala Razoavelmente, Lê Bem, Escreve Razoavelmente. Espanhol Compreende Razoavelmente, Fala Pouco, Lê Razoavelmente, Escreve Pouco.Prêmios e títulos 2012 Professor Homenageado e Paraninfo da 8 turma do curso de Tecnologia em Produção de Cachaça, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais-campus Salinas. 2010 Professor Homenageado da 7 turma do curso de Tecnologia em produção de Cachaça, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais-campus Salinas. 2009 Professor Homenageado da 6 turma do curso de Tecnologia em produção de Cachaça, nstituto Federal de Educação, Ciencia e Tecnologia do Norte de Minas Gerais- campus Salinas. 2008 Professor Homenageado da 5 turma do curso de Tecnologia em produção de Cachaça, Instituto Federal de Educação, Ciencia e Tecnologia do Norte de Minas Gerais-campus Salinas.Produção em C,T & A Produção bibliográfica Artigos completos publicados em periódicos 1. SOUZA, Alexandre Santos de ; LEAO, M. H. M. R. ; BORGES, Soraia Vilela ; CIRILLO, M. ; Cornejo. F. P. ; Coury. S. . Retention of short chain fatty acids under drying and storage conditions. Ciência e Tecnologia de Alimentos (Impresso) , v. 31, p. 801-805, 2011. 2. SOUZA, Alexandre Santos de ; MAGALHÃES, Natália Ferreira ; RICARDO, Hevandro Vaz ; CEREDA, Maney P ; DAIUTO, Erica R . Influence of Spray Drying conditions on the Physical Properties of Dried Tomato Pulp. Ciência e Tecnologia de Alimentos (Online) , v. 29, p. 291-294, 2009. 3. SOUZA, Alexandre Santos de ; BORGES, Soraia Vilela ; MAGALHÃES, Natália Ferreira ; RICARDO, Hevandro Vaz ; Azevedo, A.D. . Spray Dried Tomato Powder: Reconstitution Properties and colour. Brazilian Archives of Biology and Technology , v. 51, p. 807-814, 2008. 4. SOUZA, Alexandre Santos de ; BORGES, Soraia Vilela ; CIRILLO, M. ; LEAO, M. H. M. R. . Isotermas de Adsorção de cápsulas de AGCS.: avaliação de Modelos Matemáticos. Boletim do Centro de Pesquisa e Processamento de Alimentos (Impresso) , v. 26, p. 163-170, 2008. Trabalhos completos publicados em anais de congressos 1. MAGALHÃES, Natália Ferreira ; RICARDO, Hevandro Vaz ; SOUZA, Alexandre Santos de ; BORGES, Soraia Vilela ; Rosires Deliza ; Alessandre A. Travessa . Alterações sensoriais no armazenamento de tomate em pó. In: 6º Simpósio Latino Americano de Ciência dos Alimentos SLACA, 2005, Campinas-UNICAMP. 6º Simpósio Latino Americano de Ciência dos Alimentos, 2005. 2. RICARDO, Hevandro Vaz ; MAGALHÃES, Natália Ferreira ; SOUZA, Alexandre Santos de ; BORGES, Soraia Vilela . Isotermas de adsorção de tomate em pó. In: 6º Simpósio Latino Americano de Ciência dos Alimentos, 2005, Campinas. 6º Simpósio Latino Americano de Ciência dos Alimentos, 2005. 3. SOUZA, Alexandre Santos de ; RICARDO, Hevandro Vaz ; MAGALHÃES, Natália Ferreira ; BORGES, Soraia Vilela ; CEREDA, Marney P ; DAIUTO, Erica R . Estudo sobre a densidade aparente e tamanho de partícula de tomate em pó.. In: XIX Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos: Estratégia para o Desenvolvimento., 2004, Recife, 2004. 4. SOUZA, Alexandre Santos de ; BORGES, Soraia Vilela ; RICARDO, Hevandro Vaz ; MAGALHÃES, Natália Ferreira . Avaliação da cor do tomate em pó desidratado por spray dryer. In: XIX Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos: Estratégia para o Desenvolvimento., 2004, Recife. XIX Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia de Alimentos: Estratégia para o Desenvolvimento., 2004. Produção técnica 23 Trabalhos técnicos Página 1. SOUZA, Alexandre Santos de . Laboratorio de análises de Óleos vegetais-AOCS. 2011. 23
  • 24. 2. SOUZA, Alexandre Santos de . Produção de Alcool com o resíduo da cachaça. 2010. Demais tipos de produção técnica 1. SOUZA, Alexandre Santos de . Desenvolvimento de produtos derivados da cana de acúcar. 2010. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 2. SOUZA, Alexandre Santos de . Padronização do processo produtivo da cachaça de alambique. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 3. SOUZA, Alexandre Santos de . Processo de Fermentação e Destilação. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 4. SOUZA, Alexandre Santos de . Dimensionamento do Sistema de moagem e padronização do caldo de cana. 2008. (Curso de curta duração ministrado/Extensão). 5. SOUZA, Alexandre Santos de . Processo de fabricação de cachaça de alambique. 2007. (Curso de curta duração ministrado/Extensão).Bancas Participação em bancas examinadoras Trabalhos de Conclusão de Curso de graduação 1. SOUZA, Alexandre Santos de; BARBOSA, Edilene Alves; CARDOZO, D. C.. Participação em banca de Gessyka Dayane Miranda. Avaliação dos parâmetros físico-químicos e sensorial das cachaça produzidas a partir de duas cepas de leveduras selecionadas da microrregião de salinas. 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. 2. SOUZA, Alexandre Santos de. Participação em banca de Emanuelle Cristine Soares Correia Costa. Utilização de Chips de Carvalho (Quercus alba) como alternativa para aceleração do envelhecimento de aguardente.. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. 3. SOUZA, Alexandre Santos de; Matos, D. S.; Santos, J. P.; Bittencourt, P.N. Participação em banca de Daniel Sarmento de Matos. Encapsulação de leveduras. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. 4. SOUZA, Alexandre Santos de; Oliveira, D. C. S.; Ferreira, S. F.. Participação em banca de Daniela Cristina Souza Oliveira. Liofilização de Leveduras para Fabricação de cachaça. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Participação em bancas de comissões julgadoras Concurso público 1. SOUZA, Alexandre Santos de. Engenharia de Alimentos, resistência e mecânica dos materiais. 2010. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. 2. SOUZA, Alexandre Santos de. Fenômenos do Transporte e Operações Unitárias na Indústria de Alimentos. 2010. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Avaliação de cursos 1. SOUZA, Alexandre Santos de; CARDOZO, D. C.. Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. 2011. Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Eventos Participação em eventos 1. I Simpósio de Tecnologia em Alimentos.I Simpósio de Tecnologia em Alimentos. 2012. (Simpósio). 2. II Simpósio de Segurança Alimentar do Norte de Minas Gerais.Avaliador de Trabalhos. 2011. (Simpósio). 3. I encontro de Engenharia de Alimentos do Norte de Minas Gerais.avaliador de trabalhos. 2011. (Encontro). 4. Produção de cachaça de qualidade e sustentabilidade.Boas Práticas na fabricacção de cachaça de alambique. 2008. (Outra). 5. 1ª Conferencia Nacional de Educação Profissional e Tecnológica.Exposição de cachaça. 2006. (Outra). 24 6. 1ªFeira do Empreendedor.Processamento de embutidos. 2005. (Oficina). Página 24
  • 25. 7. IX congresso nacional.Sociedade Brasileira de Ciência e Tecnologia de Alimentos. 2004. (Congresso). Organização de eventos 1. SOUZA, Alexandre Santos de ; BARBOSA, Edilene Alves . Festival Mundial da Cachaça. 2008. (Festival). 2. SOUZA, Alexandre Santos de ; ARAUJO, Luis Gonzaga . 1 Jornada Tecnológica da EAFSALINAS. 2007. (Outro). 3. SOUZA, Alexandre Santos de . 10 Expocachaça. 2007. (Exposição). 4. SOUZA, Alexandre Santos de ; BARBOSA, Edilene Alves . 1 Conferencia Nacional de Educação Profissional e Tecnológica. 2006. (Outro).Orientações Orientações em andamento Trabalho de conclusão de curso de graduação 1. Rogério. Produção de Fermentado de Frutas. Início: 2012. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. (Orientador). Supervisões e orientações concluídas Trabalho de conclusão de curso de graduação 1. Valdomiro Afonso dos Santos. Chips de Balsamo (Myroxylum paruiferum): uma alternativa para o envelhecimento precoce da cachaça. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 2. Hélio Matos Esteves. Métodos de Envelhecimento de Cachaça. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 3. Jossana de Souza. Imobilização de leveduras. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 4. Valdeir S. Costa. Microencapsulação de Leveduras. 2010. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 5. André Luiz Bispo Coelho e Nedson Souza Prates. Influência da irradiação(60CO) no processo de envelhecimento da cachaça de alambique. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 6. Juvenildo Mendes dos Santos; Kátia Aparecida C. de Oliveira. Análise de variação de compostos químicos em cachaça recém destilada e diluída com água deionizada. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 7. Eva Rodrigues de Souza. Utilização de Células Imobilizadas para a Fermentação Alcoólica. 2009. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 8. Kenia Ruas Caldeira. Efeito da irradiação gamma(60Co) na qualidade sensorial da cachaça. 2008. Trabalho de Conclusão de Curso. (Graduação em Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia. Orientador: Alexandre Santos de Souza. Orientações de outra natureza 1. Paulo Antônio Carvalho. Produção de cachaça. 2010. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 2. Pollyana Morganya Matos. Produção de cachaça. 2010. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 3. Daniel Sarmento de Matos. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 4. Dayany Xavier Silva. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 25 5. Gisele Miranda de Sá. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Página Alexandre Santos de Souza. 25
  • 26. 6. Haron Rhantelly Fernandes Gusmão. Haron Rhantelly Fernandes Gusmão. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 7. Hércules Danilo dos Reis Cardoso. produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 8. Hércules Danilo dos Reis Cardoso. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 9. Klícia Manuela Marinho Soares. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 10. Laila Fernanda Santos Vieira. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 11. Luma Samara Dias. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 12. Marcos Júnior Pereira dos Santos. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 13. Renata Pereira dos Santos. Produção de cachaça. 2009. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 14. Emanuelle Cristine Soares Correia Costa. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 15. Franklin Meireles de Oliveira. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 16. Hélio Matos Esteves. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 17. Kênia Ruas Caldeira. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 18. Lara Bruna Brito Neres de Castro. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 19. Larissa Barbosa Sousa. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 20. Lília Cristina Ferreira. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 21. Lucas dos Anjos Oliveira. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 22. Luís Antônio Rodrigues Borges. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 23. Luiz Felipe Silveira França. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 24. Sildimar Rodrigues Ferreira. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 25. Silene Soares Viana. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza. 26. Sonane Pereira Souza. Produção de cachaça. 2008. Orientação de outra natureza. (Tecnologia em Produção de Cachaça) - Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Norte de Minas Gerais. Orientador: Alexandre Santos de Souza.Outras informações relevantes Aprovado em concurso público Municipal de Italva para Vigilancia Sanitária em 1998. Aprovado em concurso público do CEFET Bahia em 2003 na área de agroindustria. Aprovado em concurso público na Escola Agrotécnica Federal de Salinas, MG em 2005 na área de Analises fisico-químicas. Aprovado em Concurso público na Escola Agrotécnica Federal de Araguatins, TO em 2005 na área de agroindustria.Página gerada pelo Sistema Currículo Lattes em 21/04/2012 às18:29:49 26 Página 26