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Pesquisa de Mercado - 1/4/2014
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Pesquisa de Mercado - 1/4/2014

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Aula da disciplina Pesquisa de Mercado, do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Senac, em 1 de abril de 2014

Aula da disciplina Pesquisa de Mercado, do curso de Publicidade e Propaganda do Centro Universitário Senac, em 1 de abril de 2014

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  • 1. Pesquisa de mercado 1 de abril de 2014
  • 2. Amostragem Renato Cruz – Senac – 1/4/20142  Processo de seleção de uma parcela de indivíduos que preserva as mesmas características ou atributos relevantes para a pesquisa. Tais características são preservadas para que possam ser descritas e estudadas (estimadas) por meio da amostra. Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 3. Vantagens Renato Cruz – Senac – 1/4/20143  Custo baixo – trabalhar com amostras gera um menor investimento do que realizar um censo com o universo de interesse (obter dados com toda a população);  Rapidez – as amostras permitem maior agilidade no trabalho de campo;  Viabilidade – para certos casos, a amostragem é o único método viável, por exemplo, em testes destrutivos, para aferir e controlar a qualidade dos produtos;  Qualidade – as amostras possibilitam coletas de dados mais precisos, o que não pode ser garantido plenamente num censo. Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 4. Tipos Renato Cruz – Senac – 1/4/20144  Probabilística – processo de seleção no qual cada unidade amostral na população tem uma probabilidade conhecida e diferente de zero de pertencer à amostra. A amostra é estabelecida por meio de um sorteio aleatório dos elementos que pertencem ao universo, garantindo assim uma seleção não arbitrária e sem distorções.  Não probabilística – a probabilidade de seleção de cada amostra da população é desconhecida para algumas ou para todas as unidades da população. A amostragem não probabilística adota um procedimento não aleatório de seleção de amostras, ou seja, a escolha ocorre de forma arbitrária. Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 5. Probabilística (I) Renato Cruz – Senac – 1/4/20145  Aleatória simples – conjunto de dados extraídos ao acaso de uma população finita, previamente definida, de modo que em cada extração todos os elementos tenham a mesma probabilidade de serem escolhidos;  Sistemática – os elementos da amostra serão selecionadas aleatoriamente e será estabelecido um intervalo entre esses elementos; Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 6. Probabilística (II) Renato Cruz – Senac – 1/4/20146  Estratificada – a população é dividida em grupos com características semelhantes e as amostras simples são construídas com esses grupos. Apesar de mais eficiente, é usada em poucos casos;  Por conglomerados – em vez de elementos isolados, selecionam-se grupos denominados conglomerados, por exemplo, quarteirões, bairros e domicílios, sorteados para compor a amostra. Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 7. Não Probabilística (I) Renato Cruz – Senac – 1/4/20147  Por conveniência – são selecionados os elementos de uma população dos quais é mais fácil obter informações. É o tipo mais frágil de amostragem, apesar de economizar tempo e dinheiro;  Por julgamento – há uma seleção dos integrantes da população que apresentam as melhores perspectivas de fornecer as informações procuradas, da maneira mais precisa possível. Como, por exemplo, em entrevistas com especialistas e formadores de opinião; Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.
  • 8. Não Probabilística (II) Renato Cruz – Senac – 1/4/20148  Por cota – procura-se estabelecer uma amostra que se identifique em alguns aspectos com o universo pesquisado. Essa identificação pode estar ligada a características demográficas, psicográficas e comportamentais. A quantidade a ser entrevistada é subjetiva, de acordo com a necessidade da pesquisa. As cotas são atribuídas de modo que a proporção dos elementos da amostra seja a mesma que a proporção de elementos da população com essa característica. Fonte: PINHEIRO, Roberto M. et al. Comportamento do consumidor e pesquisa de mercado. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2006.

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