Comunicação Organizacional e Gestão de Conteúdo - 14/9/2013

157 views
137 views

Published on

Aula da disciplina Comunicação Organizacional e Gestão de Conteúdo, do curso de Gestão da Comunicação em Mídias Digitais do Senac Lapa Scipião, em 14 de setembro de 2013

2 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
157
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
5
Comments
2
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Comunicação Organizacional e Gestão de Conteúdo - 14/9/2013

  1. 1. Comunicação organizacional e gestão de conteúdo 14 de setembro de 2013
  2. 2. Webwriting Renato Cruz – Senac – 14/9/20132  É “o conjunto de técnicas que auxiliam na distribuição de conteúdo em ambientes digitais”.  É diferente de redação para a web ou jornalismo online.  Deve facilitar e incentivar a navegação do usuário por meio de conteúdo relevante e interessante. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  3. 3. Conheça sua audiência Renato Cruz – Senac – 14/9/20133  Entreviste-os;  Visite eventos;  Assista a entrevistas de pessoas famosas;  Leia a respeito deles;  Imagine um perfil de leitor hipotético. Fonte: Felder, Lynda. Writing for the web: creating compelling web content using words, pictures and sound. Berkeley: New Riders, 2012.
  4. 4. Interação Renato Cruz – Senac – 14/9/20134  O webwriter é mais do que um curador virtual.  Ele precisa saber participar de conversas ou como iniciar uma.  Além de interessante, o conteúdo deve incentivar a interação e o engajamento.  O usuário deve se sentir incentivado a compartilhar, comentar e curtir. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  5. 5. Palavras Renato Cruz – Senac – 14/9/20135 “Toda vez que encontro uma palavra fora do lugar, ou seja, uma palavra que poderia ser usada pelos clássicos espanhóis ou uma palavra usada nas favelas de Buenos Aires, quer dizer, uma palavra que é diferente das outras, então eu a substituo, e uso uma palavra comum. Lembro que Stevenson escreveu que, numa página bem escrita, todas as palavras devem parecer iguais.” Fonte: Jorge Luis Borges, The Art of Fiction No. 39. In: The Paris Review, Winter-Spring 1967 No. 40.
  6. 6. Seja breve e conciso Renato Cruz – Senac – 14/9/20136 “Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá” – Augusto Monterroso (1959)
  7. 7. Mas há exceções Renato Cruz – Senac – 14/9/20137 A biografia da presidente do Yahoo publicada pela Business Insider poderia ser um pequeno livro.
  8. 8. Leitura em F Renato Cruz – Senac – 14/9/20138 Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.
  9. 9. Como fazer com os (não) leitores Renato Cruz – Senac – 14/9/20139  Palavras-chave em destaque;  Intertítulos com significado;  Listas;  Uma ideia por parágrafo;  Estilo pirâmide invertida;  Metade do tamanho (ou menos). Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  10. 10. Antes Renato Cruz – Senac – 14/9/201310 “Nebraska is filled with internationally recognized attractions that draw large crowds of people every year, without fail. In 1996, some of the most popular places were Fort Robinson State Park (355,000 visitors), Scotts Bluff National Monument (132,166), Arbor Lodge State Historical Park & Museum (100,000), Carhenge (86,598), Stuhr Museum of the Prairie Pioneer (60,002), and Buffalo Bill Ranch State Historical Park (28,446).” Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  11. 11. Depois Renato Cruz – Senac – 14/9/201311 “In 1996, six of the most-visited places in Nebraska were: • Fort Robinson State Park • Scotts Bluff National Monument • Arbor Lodge State Historical Park & Museum • Carhenge • Stuhr Museum of the Prairie Pioneer • Buffalo Bill Ranch State Historical Park” Fonte: Nielsen, Jakob. “How users read the web”, Oct. 1 1997. Disponível em: http://www.nngroup.com/articles/how-users-read-on-the-web/
  12. 12. Os formatos dos links Renato Cruz – Senac – 14/9/201312  O leitor precisa ter uma ideia de onde vai parar quando clicar num texto ou imagem.  Links como “clique aqui”, “mais informações” e “veja também” são ruins.  Software para pessoas com deficiência visual fazem uma lista de links da página. Se os links forem “veja também”, a lista fica sem sentido. Fonte: Felder, Lynda. Writing for the web: creating compelling web content using words, pictures and sound. Berkeley: New Riders, 2012.
  13. 13. Alguns cuidados Renato Cruz – Senac – 14/9/201313  Produzir material conciso, objetivo e sem duplo sentido, sem erros de português e com informações corretas.  Publicar informações completas numa mesma mensagem e que não gerem falsas expectativas.  Organizar o conteúdo de forma atraente e que facilite a navegação sempre considerando o comportamento do usuário e das plataformas. Fonte: Maioli, Lisandra. “Webwriting”. In: Brambilla, Ana. Para entender as mídias sociais – Volume 2. Salvador: Edições VNI, 2012.

×