• Save
Apresentação One Tree Hill
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Apresentação One Tree Hill

on

  • 2,546 views

Apontamentos sobre o contexto produtivo da série One Tree Hill

Apontamentos sobre o contexto produtivo da série One Tree Hill

Statistics

Views

Total Views
2,546
Views on SlideShare
2,538
Embed Views
8

Actions

Likes
0
Downloads
0
Comments
0

1 Embed 8

http://www.slideshare.net 8

Accessibility

Upload Details

Uploaded via as Microsoft PowerPoint

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

    Apresentação One Tree Hill Apresentação One Tree Hill Presentation Transcript

    • JUVENTUDES NARRADAS NAS SÉRIES TELEVISIVAS: O CASO DE ONE TREE HILL Por Renata Cerqueira
    • • Monografia apresentada ao curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, Faculdade de Comunicação, Universidade Federal da Bahia, como requisito parcial para obtenção do grau de Bacharel em Comunicação Social. • Orientadora: Profª. Drª. Maria Carmem Jacob Souza • Palavras-chave: Ficção Televisiva Seriada; Narrativas; Representação social; Juventude; One Tree Hill
    • Objetivo “Como em um intenso jogo de intercâmbio simbólico, a mídia e a sociedade trocam e reforçam idéias, conceitos e valores” (THOMPSON, J., 1998, p.19) Analisar como os jovens foram narrados em um seriado televisivo norte-americano, buscando identificar quais as principais representações sociais presentes em tal obra.
    • Objeto e recorte • One Tree Hill; • 1ª temporada; • Aspectos narrativos (foco na construção dos personagens e das principais situações dramáticas exibidas); • Três eixos temáticos: ‘família’, ‘amor/sexualidade’ e ‘lazer’; • Organização da monografia: 1. – Narrativas seriadas televisivas 1.1 – A poética do audiovisual e as pistas para análise 1.2 – O modo de contar histórias nas séries televisivas: alguns apontamentos 2 – O universo jovem nos seriados 2.1 – Juventudes: como entendê-las? 2.1.1 – As representações sociais de jovens 2.2 – Jovens nas séries teens 3 – One Tree Hill 3.1 – O contexto produtivo 3.2 – A organização narrativa 3.3 – Construção e caracterização dos personagens: um breve olhar 4 – Representações das juventudes narradas em One Tree Hill 4.1 – Família 4.2 – Amor e Sexualidade 4.3 – Lazer
    • Conceitos
    • Formatos de Ficção Seriada Televisiva – Pallottini (1998): • Telenovela (duração extensa, com 160 capítulos em média; grande número de capítulos, divididos entre principais e secundários; programa aberto - escrito enquanto é exibido); • Minissérie (menor número de conflitos e capítulos; via de regra, é escrita antes de começar a ser exibida); • Seriado (unidade interna nos episódios e na temporada; episódios; acumulação); Características em comum (relacionadas à produção televisual e às lógicas atreladas a ela): • Uso constante de reiterações; • Divisão em episódios ou capítulos; • Breaks; divisão em blocos - natureza comercial da televisão e papel organizativo das obras televisuais (respirar e aumentar interesse do público); • Dificuldade em localizar um único gênero ficcional.
    • Texto Dramático: • História é contada a partir das ações desenvolvidas pelos personagens; • Tempo e espaço definidos; • Princípio, meio e fim; • Ações, provenientes da execução de uma vontade; • Conflitos são os grandes motivadores; • Conflitos centrais (fornecer o fio condutor de toda a narrativa) e secundários (criados para alimentar a trama, estendendo a história e aumentando as suas possibilidades narrativas); • Caracterização e construção dos personagens são coerentes com suas vontades e profundidade psicológica; • Protagonistas e antagonistas; A fim de nortear o desenvolvimento das ações na narrativa para um mesmo fim, surge a curva dramática: • Ponto de partida (ângulo de abordagem escolhido para apresentar a situação dramática inicial); • Clímax (ponto em que o conflito atinge seu grau máximo); • Desenlace (desfecho da ação dramática, com a exposição de posicionamentos e ações a serem tomadas).
    • Metodologia - Poética do Audiovisual • Elaborado pelo Grupo de pesquisa ATevê, coordenado pela professora Maria Carmem Jacob Souza, e o Grupo de Análise Fílmica, coordenado pelo professor Wilson Gomes; • Apresenta direções a partir da releitura da Poética de Aristóteles e dos conceitos de ‘Habitus’ e ‘Campo’ de Pierre Bourdieu; O Habitus pode ser compreendido, conforme aponta Souza (2002), como “uma disposição inconsciente, fruto das instituições e grupos socializadores da história do agente” - senso prático que orienta práticas, gostos e preferências individuais. O Campo pode ser entendido como um universo simbólico de definição e gerenciamento de determinadas práticas. Dito de outra forma, seria um espaço social de dominação e conflitos, que tende a fundar as suas próprias regras organizativas. • Concilia as perspectivas de análise dos aspectos internos da obra e do contexto produtivo em que ela está inserida.
    • Para Gomes e Souza, há três dimensões nas peças audiovisuais: • Recursos (meios ou dispositivos) – subsídios de ordem material - sonoros (diálogos, trilha sonora, sons ambiente etc.); - visuais (fotografia, enquadramento, escala de planos, nitidez da imagem, movimento de câmeras etc.); - cênicos (cenários, figurinos, maquiagem etc.); - narrativos (argumento, enredo, tramas, personagens etc.). • Estratégias - maneiras como esses recursos se combinam e estão dispostos, tendo em vista a recepção; • Programas de efeitos – três perspectivas: - Cognitiva ou comunicacional (compreende informações, sentidos, significados...); - Sensorial (engloba sensações ligadas aos órgãos dos sentidos); - Emocional (abrange emoções e estados de ânimo).
    • Indicadores relacionados entre si (trazer contexto produtivo para a análise) - Souza (2002): • Construção do Campo - dinâmicas de produção, reprodução, distribuição e consumo dos produtos e práticas a ele associados. Busca-se, aqui, identificar e posicionar os agentes e as instituições; destacar os sistemas de avaliação e reconhecimento; traçar o histórico da obras etc; • Posição do campo examinado em relação ao campo do poder - identificar e examinar os efeitos de outras dimensões sobre o campo analisado, buscando verificar qual o grau de autonomia presente nesta relação; • Trajetória social dos principais realizadores da obra, buscando cartografar as tomadas de posição, a importância e o papel de cada um deles.
    • Séries Teens Para os fins desta pesquisa, as ‘séries teens’ podem ser definidas como narrativas da ficção seriada televisiva, que, além de trazer jovens como protagonistas, apresentam conflitos e abordagens ligados a noções tradicionalmente atribuídas à juventude.
    • One Tree Hill
    • Grade de Programação - EUA As quatro maiores emissoras -Desperate Housewives -Law & Order (1990 - ) -CSI: Crime Scene -Prison Break (2005 - ) (2004 - ) Investigation (2000 - ) - E.R. -House (2004 - ) -Grey’s Anatomy (2005 - ) -CSI: NY (2004 - ) -24 (2001 - ) Heroes (2006 - ) -Lost (2004 - ) - CSI: Miami (2002 - ) - American Idol (2002 - ) - The Office (2005 - ) - Dancing wiht the stars - Cold case (2003 - ) (2005 - )
    • 2006 - Fusão entre The WB (Warner Bros. Entertainment) e UPN (CBS Corporation). Emissora Inicial de OTH (2003/2005) Emissora atual de OTH (2006 - ) - Dawson’s Creek (1998-2003); -Veronica Mars (2004-2007); - Felicity (1998-2002); -America´s Next Top Model - Gilmore Girls (2000-2007); (2003 - ). - Everwood (2002-2006).
    • Surge a The CW (Set/2006) -Emissora voltada para o público jovem – 18 a 34 anos. -Programação atual: -Gossip Girl (2007 - ) -Reaper (2007 - ) -Everybody Hates Chris (2005 - ) -Smallville (2001 - ) - Supernatural (2005 - ) - American´s Next Top Model (2003 - ) - One Tree Hill (2003 - )
    • Informações Iniciais - Criada em 2003, por Mark Schwahn; - 07 temporadas; - Construída a partir das relações e das experiências vividas por um grupo de jovens norte-americanos de classe média e alta; - Sem inovações, do ponto de vista estético; - Semelhanças temáticas x particularidades (solução para vida pós-colegial e enfoque nos dramas humanos); - Já recebeu 19 indicações ao Teen Choice Award – prêmio oferecido pela FOX americana em parceria com a revista Seventeen; - Não há uma única organização interna do ponto de vista narrativo; - Presença de episódios ‘mais leves’ – fôlego; - Construção de expectativas.
    • Audiência média Viewers Season Timeslot Season premiere Season finale TV season Rank (in millions) 1 Tuesday 9/8c September 23, 2003 May 11, 2004 2003-2004 #173 3.5 2 Tuesday 9/8c September 21, 2004 May 24, 2005 2004-2005 #109 4.3 [3] 3 Wednesday 8/7c October 5, 2005 May 3, 2006 2005-2006 #137 2.8 [4] 4 Wednesday 9/8c September 27, 2006 June 13, 2007 2006-2007 #136 2.9 [5] 5 Wednesday 9/8c January 2, 2008 May/June 2008 2008-2008 TBA TBA Fonte: Wikipedia
    • Sinopse Tree Hill é uma pequena cidade localizada na Carolina do Norte, Estados Unidos. Nela, moram Lucas (Chad Michael Murray) e Nathan Scott (James Lafferty): dois jovens que, embora tenham o mesmo pai, nunca tiveram contato um com o outro. Tímido e solitário, Lucas cresceu criado por sua mãe solteira, Karen Roe (Moira Kelly), que foi abandonada pelo namorado, Dan Scott (Paul Johansson). Nathan, por sua vez, é o filho de Dan com Deb (xxxx). Arrogante e mimado, o jovem cresceu com todas as regalias que o dinheiro dos pais poderia lhe oferecer. O pontapé inicial do seriado surge quando os jovens têm as suas vidas cruzadas e, com isso, passam a ter que lidar com a existência um do outro e com os conflitos que surgem dessa nova relação. Temas: namoro, drogas, gravidez, abandono, solidão, violência, festas, esportes, confiança, amizade, morte.
    • Personagens (Craig Sheffer / “Keith Scott”) (Sophia Bush / “Brooke Davis”) (Moira Kelly / “Karen Roe”) (Hilarie Burton / “Peyton Sawyer”) (Chad Michael Murray / “Lucas Scott”) (Paul Johansson / “Dan Scott”) (Bethany Joy Galeotti / “Haley (James Lafferty “Nathan Scott”) (Barbara Alyn Woods / “Deb James Scott”) Lee”)
    • Outros trabalhos - Gilmore Girls (2000-2001) -Felicity (2001) - Dawson´s Creek (2002) - Charmed - A Nova Cinderela (2004) (2001) (Chad Michael Murray) (Bethany Joy Galeotti) - Dawson´s Creek (2002) - Once and Again (2001-2002) (Hilarie Burton) (James Lafferty) -Sabrina, The Teenage Witch (2003) -Nip/Tuck (2003) (Sophia Bush)
    • Equipe Técnica Production Designer -John D. Kretschmer (Dawson´s Creek) Story Editor Music by - Terrence Coli - John Nordstrom - Stacy Rukeyser - Mark Snow (Smallville) - Jessica Queller Produtores Executivos: Costume Designer Director of -Mark Schwahn (criador); -Leigh Leverett Photography -Michael Tollin (Smallville e What about Brian); (Dwanson´s Creek) - Billy Dickson -Brian Robbins (Smallville e What about Brian) e -Michael Grady -Joe Davola (Smallville e What about Brian). Set Decorator -Stephen Thompson - James Ferrell Special Effects Produced By - Stephen Lanier -David Blake Hartley (Dawson´s Creek)
    • Mark Schwahn Balanço dos Escritores Coach Carter – Treino para a Vida (2005), The Perfect Score (2004), Correndo Atrás (2000) Outros trabalhos: Jennifer Cecil Providence Mark Schwahn 35 Jennifer Cecil 30 Terrence Coli Terrence Coli Providence Quantidade de episódios 25 Mark B. Perry 20 Mike Ferro & David Mike Kelley Strauss 15 Mike Kelley Providence James Stoteraux & 10 Chad Fiveash Mark B. Perry R. Lee Fleming Jr. 5 What About Brian, Party of Five Stacy Rukeyser 0 1 James Patrick Stoteraux John A. Norris Escritores Kyle Xy Chad Fiveash Kyle Xy R. Lee Fleming Jr. Friends, Ela é Demais (1999) Mike Kelley Jericho, The O.C.
    • Balanço dos Diretores Greg Prange Dawson´s Creek Outros trabalhos: Thomas J. Wright Smallville, CSI: Crime Scene Investigation 16 Billy Dickson Greg Prange Quantidade de episódios 14 Ally McBeal Thomas J. Wright 12 10 Billy Dickson Bethany Rooney John Asher Gilmore Girls, What about Brian, Everwood, 8 Dawson´s Creek, Melrose Place, Beverly Hills Paul Johansson 90210, Ally McBeal. 6 Bethany Rooney 4 Michael Lange Michael Lange 2 David Carson Greek, The O.C., Buffy the Vampire Slayer, Angel, 0 Everwood, Beverly Hills 90210, Dawson´s Creek. 1 Janice Cooke David Jackson David Carson Diretores Smallville, Beverly Hills 90210 Janice Cooke America´s Most Wanted, Charmed, Dawson´s Creek David Jackson Supernatural, Charmed, Smallville
    • Observando os dados... • Apenas dois roteiristas estão presentes nas quatro temporadas: Mark Schwahn e Terrence Coli (Providence). • Os 88 episódios são escritos por 21 roteiristas, sendo que somente 12 destes foram responsáveis por 88,6% de toda essa produção; • Entre os diretores, é possível notar uma maior rotatividade entre as temporadas. Ao todo, foram 32 profissionais, sendo que apenas 10 assinam 65,9% dos episódios; • Na quarta temporada, não houve diretores que já não tivessem dirigido antes na série. • O roteirista mais atuante Mark Schwahn, e o diretor, Greg Prange. Juntos, os dois assinam treze episódios, caracterizando a parceria mais freqüente no seriado. A dupla também é responsável pela maioria dos primeiros e últimos episódios das temporadas.
    • Representações das juventudes narradas em One Tree Hill
    • Observações Gerais • Situação de desamparo; • Reversibilidade – Iniciativa; • Desgarramento’ dos pais – maior exposição; • Válvulas de escape; • Importância do diálogo; • Desavenças podem ser superadas e obstáculos podem ser vencidos; • Dimensão Didática – Em meio aos sermões e discursos moralizantes dos personagens, o programa deixa a impressão de querer ser uma ‘referência’ para os jovens
    • Lazer • Dimensão mais sujeita aos discursos moralziantes; • Associação com ‘riscos’; Família • Núcleo estruturador – conexão com outras dimensões. • Transmissão de valores – papel tradicional Amor/Sexualidade • Enfatiza pluralidade dos jovens – ideais românticos x liberdade sexual (papéis femininos) • ‘Solução’ para desamparo
    • Bibliografia • ABRAMO, Helena. Considerações sobre a tematização social da juventude no Brasil. São Paulo: Revista Brasileira de Educação, 1997. • ALEXANDRE, Marcos. O papel da mídia na difusão das representações sociais. In: Comum, Rio de Janeiro, v.6, nº 17, p. 111-125, jul-dez 2001. • BARBERO, J. M. Dos Meios às Mediações : comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Ed. UFRJ, 1997. • BERGER, P. T., LUCKMANN, T. A construção social da realidade. 12ª ed. • Petrópolis: Vozes, 1995. • BORELLI, Silvia. Gêneros ficcionais: materialidade, cotidiano, imaginário. In: Sujeito, o lado oculto do receptor. Mauro Wilton de Sousa (Org.). São Paulo: • Brasiliense, 1995. • __________. Telenovelas brasileiras: territórios de ficcionalidade, universalidades e segmentação. In: Ladislau Dowbor; Octávio Ianni; Paulo E.A.Resende; Hélio Silva. (Org.). Desafios da comunicação. 1 ed. Petrópolis: Vozes, 2001, v. 1, p. 127-141. • CALABRESE, Omar. A idade neobarroca. Trad. Carmen de Carvalho e Artur • Mourão. São Paulo: Martins Fontes, 1987. • COSTA, Cristina. A milésima segunda noite – da narrativa mítica à telenovela. Análise Estética e Sociológica. São Paulo: ANNABLUME/FAPESP, 2000. • DAYRELL, Juarez. O Jovem como Sujeito Social. In: Revista Brasileira de Educação. São Paulo, n.24, set-dez. 2003. • DUARTE, Elizabeth Bastos. Televisão: ensaios metodológicos. Porto Alegre: Sulina, 2004. • ECO, Umberto. Obra aberta. Forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas. São Paulo: Perspectiva, 1988. • FECHINE, Yvana. Gêneros televisuais: a dinâmica dos formatos. In: Revista Symposium, Recife, Ano 5, n.1, jan-jun. 2001. • GANCHO, Cândida Vilares. Como analisar Narrativas. 9ª ed. São Paulo: Ática, 2006.
    • • GOMES, Wilson. La poética Del cine y la cuestión del método em el análisis fílmico. Significação: Revista brasileira de semiótica, Curitiba, v.21, p.85-106, 2004. • ________. Princípios de poética (com ênfase na poética do cinema). In: PEREIRA, M.; • GOMES, R.; FIGUEIREDO, V (Orgs.). Comunicação, representação e práticas sociais. Rio de Janeiro: PUC: 2004. p.93-125. • GROPPO, Luís Antonio. Juventudes: ensaios sobre sociologia e história das juventudes modernas. Rio de Janeiro: DIFEL, 2000. • JOVCHELOVITCH, Sandra. Vivendo a vida com os outros: intersubjetividade, espaço público e representações sociais. In: GUARESCHI, P.; JOVCHELOVITCH, S. (Orgs.). Textos em representações sociais. Petrópolis, RJ: Vozes. 1995. p. 63-85 • MACHADO, Arlindo. Pode-se falar em gêneros na televisão? Porto Alegre: Revista FAMECOS, 1999. • MALCHER, Maria Ataíde. Gênero Ficcional Televisivo: instância mediadora da comunicação massiva. In: XXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, 2001, Campo Grande, 1999. • MOSCOVICI, Serge. On Social Representations. In: FORGAS, J.P. Social Cognition - Perspectives on Everyday Understanding. London: Academic Press, 1981. • PAIS, José Machado. Culturas Juvenis. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1993. • PALLOTTINI, Renata. Dramaturgia de Televisão. Ed. Moderna. São Paulo, 1998. • SARAIVA, L. R.; CANNITO, N. . Manual de roteiro ou Manuel, o primo pobre dos manuais de cinema e TV. São Paulo : Conrad, 2004. • SILVA, Antônio Carlos. A subjetividade da categoria juventude, 2001. <Disponível em http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=275> Acessado em: 20/ 09/ 2008. • SOUZA, Carmem. A construção social de sentidos e o fenômeno da recepção: em questão o papel dos realizadores. Revista da FAMECOS, Porto Alegre, v. 19, n. 1, p. 110-120, 2002. • THOMPSON, J. A mídia e a modernidade: uma teoria social da mídia. Rio de Janeiro: Vozes, 1998. • Filmografia analisada: • One Tree Hill (2003, WB/CW, USA)
    • FIM