Gerenciamento em enfermagem

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Gerenciamento em enfermagem

  1. 1. www.soenfermagem.net GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM 1 Introdução A área da saúde sofre constante modificações diariamente dentre elas estão normas de seguranças, protocolos e leis que tem que ser cumpridas dentro das instituições de saúde, sejam elas públicas ou privadas. Dentro de cada unidade há a divisão de trabalho no interior da equipe de enfermagem cabendo a cada membro suas atividades assistências e ao enfermeiro a parte de gerenciamento do cuidado e da unidade. O gerenciamento em enfermagem trata-se da organização do trabalho, suas condições e aos recursos humanos de enfermagem. Para que esse processo seja executado, é necessário a utilização de um conjunto de instrumentos técnicos próprios da gerencia, cabendo ela a parte de planejamento, dimensionamento de funcionários, recrutamento e seleção de pessoal, etc. Também são utilizados outros meios como trabalho em conjunto, materiais específicos de cada área e em geral, equipamentos de cada setor e as instalações estabelecidas dentro das leis e cumpridas pela unidade prestando uma assistência de qualidade a população. Para que haja um bom gerenciamento é preciso que exista um trabalho em equipe e a inspeção atenta do enfermeiro para que sejam apontados os problemas e as soluções cabíveis dentro de cada área, não gerando prejuízo dentro da instituição, desenvolvendo uma forma organizacional e estrutural de trabalho.
  2. 2. www.soenfermagem.net 2 INSTALAÇÕES FÍSICAS DA UNIDADE A instituição escolhida para realização do trabalho foi a Associação Portuguesa de Beneficência, Hospital Infante D. Henrique de São José do Rio Preto, Localizada na rua Luiz Vaz de Camões, 3150, Vila Redentora. O setor tomado como base de estudos foi a UTI, especificamente a UTI 3 - Unidade Coronariana que está localizada no 4º andar, com uma área total construída de ?????? Possui turno de 24 horas, tendo como responsável pela unidade a Diretora administrativa de enfermagem II (Sumaira). O acesso a instituição é realizado através, heliporto e de ruas e rodovias pavimentadas de boa qualidade e fácil localização, sem riscos de enchentes e deslizamentos. O fluxo da clientela tem como perfil usuários/pacientes esclarecidos, de classe social privilegiada, de convênios credenciados ou particulares, com patologias dos sistemas cardíaco e vascular. A área de dependência é composta por 10 leitos (sem isolamento), uma recepção, um posto de enfermagem, 2 banheiros, local para prescrição de enfermagem e médica. A unidade apresenta os seguintes serviços de apoio: Central de Material de Esterilização (CME), Serviços de Higiene e Limpeza (SHL), Nutrição, Farmácia, Cozinha, Lavanderia, Laboratório, Banco de Sangue, Centro Cirúrgico (CC), RX, Fisioterapia, Psicologia, Serviço Social, Serviço Religioso, Serviço de Manutenção e Captação de órgãos. 2.1 Construção civil Tipo de piso, tinta das paredes, janelas?????????????????
  3. 3. www.soenfermagem.net 2.2 Instalações elétricas e eletrônicas A unidade é bem iluminada, com 99 lâmpadas, possui iluminação geral de conforto tipo arandela, com iluminação de cabeceira para leitura, possui também iluminação de exame e o interruptor está ao alcance do paciente. Melhorar + 2.3 Instalação hidráulica ??????????? Através de concessionária, captação própria com cinco reservatórios. 2.4 Rede de gases e climatização ?????????????????? 2.5 Mecanismo de manutenção Os mecanismos de manutenção funcionam da seguinte maneira: o setor envia um ofício interno para o setor administrativo, o qual avalia a necessidade do concerto, contratando o serviço para reparação do produto ou até mesmo utilizando o serviço de manutenção do próprio hospital. Os profissionais são específicos para cada concerto, com equipe bem treinada, o setor de manutenção possui almoxarifado, depósito de ferramentas, oficina de concertos e os profissionais realizam manutenção preventiva nos equipamentos das unidades. Os serviços terceirizados são: dedetização, manutenção do ar condicionado, parte elétrica, hidráulica e reparação dos elevadores quando a instituição não possui condição de realizar. 2.6 Fluxo de material limpo e contaminado
  4. 4. www.soenfermagem.net No setor é feita a classificação dos resíduos sendo armazenados adequadamente: GRUPO A: Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características, podem apresentar risco de infecção. GRUPO B: Resíduos químicos. GRUPO C: Rejeitos radioativos. GRUPO D: Resíduos comuns GRUPO E: Materiais perfurocortantes. Os resíduos são retirados da unidade através de um manual, elaborado por um plano de gerenciamento, respeitando a RDC 306, seguindo um fluxograma: o profissional da limpeza devidamente treinado passa com um carrinho fechado recolhendo, então este material é armazenado temporariamente, depois levado para a autoclave onde recebe tratamento, depois enviado para um abrigo de resíduos, onde é retirado pela coleta seletiva da prefeitura. 2.6.1 Programa de reciclagem Os materiais são armazenados nos containeres de separação de acordo com o tipo de material (vidro, plástico, papel, metal e orgânico), depois são separados e armazenados, depois são vendidos para empresas de reciclagem. 2.6.2 Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde É o documento que aponta e descreve as ações relativas ao manejo dos resíduos sólidos, observadas suas características e riscos, no âmbito dos estabelecimentos, contemplando os aspectos referentes à geração, segregação, acondicionamento, coleta, armazenamento, transporte e disposição final, bem como as ações de proteção à saúde pública e ao meio ambiente. Compete a todo gerador de RSS elaborar seu PGRSS.
  5. 5. www.soenfermagem.net Legislação RDC 306/2004 – ANVISA. - Gerenciamento interno dos RSS. Resolução CONAMA nº 358/2005. - Gerenciamento externo dos RSS. Responsabilidade Técnica A designação de profissional, com registro ativo junto ao seu Conselho de Classe, com apresentação de Anotação de Responsabilidade Técnica - ART, ou Certificado de Responsabilidade Técnica ou documento similar, quando couber, para exercer a função de Responsável pela elaboração e implantação do PGRSS. Etapas: Identificação do gerador e do responsável técnico Descrição dos Ambientes Geradores Identificação dos tipos de resíduos e Quantidades geradas Manejo Segregação Acondicionamento Identificação Transporte interno Armazenamento temporário Tratamento Armazenamento externo Coleta e transporte externo Disposição final 2.7 Saúde do trabalhador Ações a serem adotas em situações de emergência e acidentes, educação continuada, ações referentes aos processos de prevenção de saúde do trabalhador.
  6. 6. www.soenfermagem.net Outras informações: - Medidas preventivas e corretivas de controle integrado de insetos e roedores. - Rotinas e processos de higienização e limpeza em vigor no serviço. - Indicadores: Taxa de acidentes com perfurocortantes, variação da geração de resíduos, variação da proporção de resíduos de cada grupo e variação do percentual de reciclagem. - Programa de reciclagem. - Manter cópia do PGRSS disponível para consulta sob solicitação da autoridade sanitária ou ambiental competente, dos funcionários, dos pacientes e do público em geral. 2.8 Atividades educativas Os funcionários são submetidos quinzenalmente há aulas de educação continuada, tanto de revisão de técnicas, dados da CCIH, para prevenção de infecção, como também de dados teóricos. As aulas são administradas de acordo com as dificuldades que vão surgindo e necessidades identificadas pelo serviço de enfermagem, área administrativa, CCIH ou medicina do trabalho. Faltam também pop´s e Tipos de Precauções Disponíveis no Setor A estrutura física é adequada para o perfil da população atendida? Porque? Há pontos de estrangulamento tais como: inadequação, ociosidade, insuficiência ou inexistência de recursos de infra-estrutura? Quais? Há solução? Que solução o grupo daria?
  7. 7. www.soenfermagem.net 3 – EQUIPAMENTOS 3.1 Levantamento de dados sobre os equipamentos da Unidade Coronariana (4º andar) Durante o período de coleta de dados para o trabalho de Gerenciamento em Enfermagem na unidade de internação Coronariana localizado no 4º andar da Associação Portuguesa de Beneficência, Hospital Infante D. Henrique, foram constatados os seguintes dados: 1 recepção onde são realizados as prescrições médicas e as de enfermagem; 1 sala de realizações de medicações onde nesta mesma estão guardados os materiais e os prontuários ficam junto aos pacientes; 10 leitos, para a unidade de internação. 2 banheiros, 1 para os pacientes e 1 para os funcionários. 3.2 A Unidade Coronariana A Unidade Coronariana de um modo geral está em bom estado de conservação, equipada e apresenta tecnologia avançada, possui: - Carrinho de parada; - Suportes para equipamentos;
  8. 8. www.soenfermagem.net - Camas automáticas com grades; - Respiradores; - Monitores; - Eletrocardiográficos; - Bombas de infusão; - Oximetros; - Fontes de O2, AR comprimido e Vácuo; - Negatoscópios; - Mobiliário compatível com unidade; - Televisores; - Geladeiras; - Computador e impressora; - Aparelhos de telefones e fax; Após analise das condições de uso dos equipamentos e mobiliarios e suas finalidades, ficou evidenciado que estão funcionando perfeitamente e em bom estado geral para sua devida indicação. 3.3 Posto de Enfermagem Este posto é o local destinado para o pessoal da área da enfermagem com a finalidade de realizar determinadas funções, possui uma pia com torneira e balcão para o preparo dos medicamentos, possui armários identificados para acomodar devidamente o que será administrado nos pacientes, dispõe de uma mesa grande com cadeiras, local onde as equipes de enfermagem ficam para fazer suas anotações e fechamento de balanços. Equipamentos existentes no posto de enfermagem: - Mesa: em bom estado e indicado para o uso na unidade; - Armários: todos os armários funcionam perfeitamente, limpos e identificados com o que ela guarda; - Bandejas: em bom estado de uso e são usadas para transporte de medicações;
  9. 9. www.soenfermagem.net - Foco de luz: funcionando perfeitamente; - Bancada e pia: adequadas para o uso e com altura e medidas apropriadas; - Cadeiras: adequadas e em bom estado; - Escada de dois pés: adequada para pegar materiais nas divisões altas do armário; - Carrinho para curativos: em bom estado e apropriado para o uso 3.4 Carrinho de Parada O carrinho de parada, possui todos equipamentos necessários para seu funcionamento como monitores cardíacos, cabo de ECG, cabo de oximetro, estetoscópios, bandeja de entubação com todos os itens de acordo as normas e rotinas da unidade segundo POP (Procedimento Operacional Padrão), laminas de laringoscópio com pilhas testadas regularmente e de reserva, medicações repostas após seu uso e gavetas devidamente lacradas. Também pode ser observado que não tem Aparelho de Pressão manual, se caso for preciso para sua verificação. Os demais matérias como bomba de infusão, bomba de seringa? AVERIGUAR 3.5 Mecanismos de manutenção ou recuperação dos equipamentos Constatado o defeito é aberta uma C.I. pelo enfermeiro responsável pelo setor e enviado para a administração onde será analisado e repassado para a manutenção da instituição através de um modelo específico (mod. 275), caso não seja resolvido o defeito será encaminhado ao fabricante para o conserto. Fluxo da manutenção: - Setor emitente (Unidade Coronariana); - Setor destinatário (Administração); - Motivo pelo qual será consertado, análise e aprovação; - Envio para o setor de manutenção geral;
  10. 10. www.soenfermagem.net - Data do pedido e ramal do setor requisitante; - Retorno ao emitente, após solucionado o problema; - Avaliação do resultado da manutenção pela unidade requisitante do serviço. A instituição possui um setor de manutenção geral onde se encontram os encarregados e os seus supervisores, é este setor que atende todo o hospital, quanto ao atendimento de solicitação para o conserto de equipamentos existentes nos diversos setores e unidades. Seu funcionamento é das 07h20min as 17h00min e no horário noturno e nos finais de semana ficam de plantão, um funcionário escalado para atender o fluxo do hospital. Os materiais dos setores como são diversos, seguem um fluxograma especifico, divididos em dois modos de recuperação ou manutenção de seus equipamentos: 3.5.1 Manutenção geral A manutenção geral abrange todo o ambiente hospitalar, é ela que faz todos os tipos de manutenção de equipamentos em diversas áreas, estão subdivididas em manutenção construção civil, manutenção elétrica, manutenção marcenaria, manutenção pintura, manutenção refrigeração, manutenção tapeçaria, manutenção serralheria, manutenção de obras, todos estes setores estão interligados e cada serviço é específico, pois seu atendimento de abordagem é individualizada e para ser feito sua requisição é necessário gerar uma CI junto a administração. Possui quadro de funcionários específico em cada área como encanadores, pintores, eletricistas, pedreiros, entre outros. 3.5.2 Manutenção especifica A manutenção especifica é o setor onde se trabalha com todos os aparelhos elétricos/eletrônicos que contém na instituição, seu quadro de funcionários é composto por técnicos de eletrônica e capacitados a manutenção de todo o material disponível no hospital como monitores, respiradores, bombas de infusão e de seringa, eletrocardiográficos, computadores, impressoras, aparelhos de fax, entre outros.
  11. 11. www.soenfermagem.net CONFIGURAR Manutenção Marcenaria Fluxo da manutenção: Enfermeiro Administração Manutenção Geral Manutenção Construção Civil Manutenção Elétrica Manutenção Pintura Manutenção Especifico Mobiliarios Equipamentos Manutenção da Instituição Manutenção do Fabricante Unidade Coronariana Manutenção Refrigeração Manutenção Tapeçaria Manutenção Serralheria Manutenção de Obras
  12. 12. www.soenfermagem.net 3.6 Há disponibilidade de equipamentos necessários para atender o perfil? São suficientes? Sim. Os equipamentos são adequados e suficientes, pois atendem a demanda requisitada suprindo as necessidades dos pacientes da unidade. 3.6.1 Quais seriam imprescindíveis para a unidade? De acordo com o sistema de classificação de pacientes: Cuidados intensivos: Pacientes recuperáveis, com risco iminente de vida, sujeitos à instabilidade de funções vitais, que requeiram assistência de enfermagem e médica permanentemente e especializada. Monitores cardíacos, respiradores, bombas de infusão, carrinho de parada, suportes para os equipamentos, bomba de seringa, fonte de O2 (verde), ar comprimido (amarelo), vácuo (preto), camas automáticas, eletrocardiográficos, oximetros. Solucionado Retorna para a UTI Coronária
  13. 13. www.soenfermagem.net CONFIGURAR LISTAGEM DOS EQUIPAMENTOS DEPENDÊNCIAS EQUIPAMENTOS QTDE NÃO FUNCIONA FUNCIONAMENTO REGULAR FUNCIONAMENTO ÓTIMO OBS HANAUPORT - ALPHAMAX (SUPORTE FIXADO NO TETO PARA DE EQUIPO, SORO). 10 --- --- OK RESPIRADOR MECÂNICO 3 --- --- OK RESPIRADOR MECÂNICO INTERPLUS 1 --- --- OK CAPINOGRAFO MONITOR - DX2021 2 MONITOR PORTAL - DX2021 - DIXTAL 3 MONITOR PORTAL - DX2020 - DIXTAL 2 FONTE DE O2 10 FONTE DE AR COMPRIMIDO 10 FONTE DE VÁCUO 10 REGISTRO DE CONTROLE O2 + AR COMPRIMIDO 1 PAINEL DE ALARME DA REDE PRINCIPAL (AR + O2 + VAC) 2 CADEIRA PLASTICA (COR BRANCA) 3 BOMBA DE INFUSÃO 30 ESCADA DOIS PÉS 1 MESA MADEIRA 1 ARMARIO AZUL PARA PACIENTE 1 CADEIRA PARA SENTAR 5 CADEIRA DE BANHO 1 BIONGO 2 MESA DE MAYO 2 CARRINHO (SUPORTE P/ BANHO) 4 CESTO DE LIXO 14 SENDO: - 05 UNIDADES CESTO BRANCO - 09 UNIDADE CESTO PRETO CAMA 10 MONITOR - PRESSÃO ARTERIAL (DIXTAL) 4 MONITOR CARDIACO (DIXTAL) 6
  14. 14. www.soenfermagem.net MONITOR OXIMETRO DE PULSO 3 TELEVISÃO 5 SUPORTE DA TELEVISÃO 8 RAMPER 3 GELADEIRA 2 NEGATOSCOPIO (RAIO X) 2 EXTINTOR 1 BALCÃO 1 ELETROCARDIOGRAFICO 2 CARRINHO DE PARADA 1 POUTRONA 1 COMPUTADOR 1 IMPRESSOURA 1 APARELHO DE TELEFONE 2 APARELHO DE TELEFONE E FAX 1 Legenda: NF = Não Funciona FR = Funcionamento regular FO = Funcionamento ótimo. 3.7 Os equipamentos são adequados para suprir o perfil da população atendida? Porque? Sim. Porque apresentam recursos cabíveis ao atendimento, dispondo de tecnologia e manutenção efetiva. 3.8 Há pontos de estrangulamento tais como: inadequação, ociosidade, insuficiência ou inexistência de recursos de infra-estrutura? Quais? Há solução? Que solução o grupo daria? Não existem pontos de estrangulação, pois quando constatado fatores como inadequação logo são substituídos, se ociosos são remanejados para outros setores que necessitam deste equipamento, porém que não são imprescindíveis o seu uso, não há
  15. 15. www.soenfermagem.net insuficiência ou inexistência de recursos de infra-estrutura visto que, a quantidade está de acordo com o número de leitos oferecidos, mesmo com 100% de ocupação. 4 RECURSOS MATERIAIS 4.1 Previsão, a aquisição, o transporte, o recebimento, o armazenamento, a organização, a conservação, a distribuição e controle de materiais (de consumo ou não) na unidade. O enfermeiro prevê o que é necessário para a unidade, faz a solicitação através de um impresso, que é encaminhado para a administração e desta para a farmácia, central de materiais, lavanderia ou setor que julgar necessário conforme requisição. É a administração que faz a aquisição dos materiais junto aos fornecedores e encaminha aos setores responsáveis por sua guarda, conservação e manipulação na instituição, ela também é responsável pelo controle dos materiais, suas quantidades, usos rotineiros, especificações e qualidade, porém sempre com aval e conforme necessidade prevista pelo enfermeiro do setor ou unidade. A distribuição é feita pelo pessoal do almoxarifado ou setor de onde foi requisitado, que leva os materiais até a unidade, onde tudo é conferido e assinado pelo enfermeiro que recebeu e posteriormente repassa para a equipe de enfermagem guardar e organizar em local apropriado dentro da unidade.
  16. 16. www.soenfermagem.net Quadro Ilustrativo Tipos de materiais Previsão e aquisição Transporte e distribuição Recebimento Armazena- mento Organização e conservação Controle de Materiais Seringas, agulhas, gases, fraudas, algodão, torneirinhas, luvas, esparadrapos, micropore, fitas adesiva e outros. Por semana e conforme a necessidade, solicitado pelo enfermeiro da unidade. O transporte e distribuição é feita pelo pessoal do almoxarifado ou setor de onde foi requisitado. Enfermeiro do setor ou unidade. Equipe de Enferma- gem. Equipe de enfermagem Enfermeiro do setor ou unidade. Copo, sabonete, esponja de aço ou de banho, saco de lixo, descartex. Por semana e conforme a necessidade, solicitado pelo enfermeiro da unidade. O transporte e distribuição é feita pelo pessoal do almoxarifado ou setor de onde foi requisitado. Enfermeiro do setor ou unidade. Equipe de Enferma- gem. Equipe de enfermagem Enfermeiro do setor ou unidade. Medicamentos Por semana e conforme a necessidade, solicitado pelo enfermeiro da unidade. O transporte e distribuição é feita pelo pessoal do almoxarifado ou setor de onde foi requisitado. Enfermeiro do setor ou unidade. Equipe de Enferma- gem. Equipe de enfermagem Enfermeiro do setor ou unidade.
  17. 17. www.soenfermagem.net Impressos gerais Por semana e conforme a necessidade, solicitado pelo enfermeiro da unidade. O transporte e distribuição é feita pelo pessoal do almoxarifado ou setor de onde foi requisitado. Enfermeiro do setor ou unidade. Equipe de Enferma- gem. Enfermagem E secretária Enfermeiro do setor ou unidade. 4.2 Os materiais são padronizados? Sim. Existe norma interna para aquisição dos materiais de acordo com as necessidades e fins destinados, observando a uniformização dos serviços prestados, coexistindo uma padronização em toda instituição, não reduzindo a qualidade da assistência. 4.2.1 Medicamentos Os medicamentos são padronizados pela instituição, só não estão disponíveis quando os mesmos estão em falta no mercado, sendo informado para o enfermeiro responsável pelo setor, que ficará encarregado de passar ao médico a opção medicamentosa disponível na farmácia, com o mesmo principio ativo. 4.3 Controle de qualidade na aquisição do material Quando é solicitado um material novo, ele é previamente testado pela equipe que atua no setor, o fabricante e a instituição enviam uma planilha que a equipe preencherá apontando
  18. 18. www.soenfermagem.net os benefícios e vantagens ou desvantagens que ele oferece para uma posterior análise e aprovação da administração para sua aquisição. 4.4 Controle de vencimentos dos materiais Os vencimentos dos materiais são sempre conferidos pela equipe de enfermagem, periodicamente no decorrer de seu uso. 4.4.1 Medicamentos Os medicamentos de uso geral do setor ou unidade, tem suas datas de vencimentos rigorosamente observadas por toda equipe, em especial pelo enfermeiro da unidade. 4.4.2 Carrinho de Parada Em caso de intercorrências, é verificado todos os medicamentos que foram usados, passados para o médico, que irá prescrever os medicamentos necessários, para a reposição do carrinho de parada e encaminhar para a farmácia. Caso os medicamentos do carrinho de parada estiverem perto do vencimento, é informado para a farmácia, que providenciará sua reposição. 4.5 Os materiais são adequados para suprir as necessidades do perfil da população atendida? Porque?
  19. 19. www.soenfermagem.net Sim. Por se tratar de uma instituição privada dotada de uma política que visa o bem estar dos seus clientes, buscam sempre manter seus estoques abastecidos com materiais/produtos de qualidade que sempre são testados e aprovados pelos profissionais de saúde, preocupando-se com o fator de adequação quanto a sua utilidade e maior satisfação dos usuários da instituição. 4.6 Há pontos de estrangulamento tais como: inadequação, ociosidade, insuficiência ou inexistência de recursos de infra-estrutura? Quais? Há solução? Que solução o grupo daria? Não existem pontos de estrangulamentos, pois são adquiridos conforme necessidade da instituição, respeitando os parâmetros de qualidade, uso efetivo e adequação aos seus usuários.
  20. 20. www.soenfermagem.net 5 RECURSOS HUMANOS, FALTA QUASE TUDO!!!!! Redimensionamento do número de funcionários Fórmula: é essa mesma? NFTC (M) = NPTC (INTENSIVO) X NHTC XNDS + IST CH NFCI: 10 X 17,9 X 7 = 34,8 + 15% = 40,0 36 Qual o tipo de cuidado? Definição? Número de enfermeiros: 52% = 20,8 Número de técnicos e auxiliares de enfermagem: 48% = 19,2 KD os turnos, horários, O QUE A CLT DIZ O COFEN, AS LEIS???? NÚMEROS REAIS DA UNIDADE:
  21. 21. www.soenfermagem.net Número de enfermeiros: 4 ???? É isso mesmo? Número de técnicos e auxiliares de enfermagem: 19 ???? É isso mesmo? PERFIL PROFISSIOGRÁFICO: REAL: Observou-se uma equipe bem treinada, capaz de realizar as atividades com a devida competência, conforme o cargo que lhe foi destinado, porém o número de funcionários não é compatível com as exigências co COREN. Possuem um bom comportamento ético, agem de forma humanizada e trabalham muito bem em equipe. IDEAL: Nesta unidade há necessidade de aumento no quadro de enfermeiros, para que haja menor sobrecarga nas atividades executadas neste setor. CONFLITOS: Não houve constatação de conflitos, ou de atitudes conflitantes no período de estágio. Entre os funcionários do setor observou-se união entre os membros da equipe, com resolução de problemas da melhor forma possível. TIPO DE LIDERANÇA: Mista pois a enfermeira atua com atitudes de delegar e compartilhar. BASEADO EM QUE TEORIA? QUE DEFINIÇÃO ELA TEM? FREDERICK WISLOW TAYLOR OU MARX WEBER OU ??????? SUA RELAÇÃO???? IDENTIFAR CONFLITOS E FORMA DE RESOLUÇÃO TAMBÉM!!!!

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