Tv Digital Perspectivas Para A Tv PúBlica

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Palestra Gabriel Prioli no INTERCOM Norte 2007

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Tv Digital Perspectivas Para A Tv PúBlica

  1. 1. TV Digital e TV Pública Impacto e Perspectivas Intercom Norte Belém – 18 Junho 2007
  2. 2. TV DIGITAL – O que é Nova tecnologia de TRANSMISSÃO de TV <ul><li>Sistema de transmissão de dados por meio de um código binário (a transmissão analógica é feita por ondas eletromagnéticas). </li></ul><ul><li>O som e imagem são digitalizados, ou seja, transformados em séries que combinam os dígitos 0 e 1 </li></ul><ul><li>Mesma linguagem utilizada por computadores. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>TV DIGITAL – O que é </li></ul><ul><li>Nova tecnologia de TRANSMISSÃO de TV </li></ul><ul><ul><li>Aproxima a televisão do computador </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Múltiplas telas e uso simultâneo delas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Bidirecionalidade na comunicação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Plataforma comum para Texto, Imagem, Áudio e Vídeo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Conexão com telefonia e qualquer sistema digital de telecomunicações </li></ul></ul></ul>
  4. 4. <ul><li>TV DIGITAL – O que é </li></ul><ul><li>Nova tecnologia de TRANSMISSÃO de TV </li></ul><ul><ul><li>Produção já é digital </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>câmeras DV-Cam e Beta Digital </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>sistemas de edição não-linear AVID ou McIntosh G-5 </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Recepção também já é digital </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>televisores de tela plana, de cristal líquido, de plasma </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Processo chega agora à Transmissão </li></ul></ul><ul><ul><li>Nova tecnologia otimiza o uso das Freqüências de Radiodifusão (Espectro de Radiofrequências ou Espectro Radioelétrico) </li></ul></ul><ul><ul><li>Se envolve Frequências, diz respeito ao Patrimônio Público </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Espectro é patrimônio da União, concedido à exploração privada </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Estado deve Regular e Controlar (Constituição – Art.220) </li></ul></ul></ul></ul>
  5. 5. <ul><li>TV DIGITAL – O que traz </li></ul><ul><li>Novas Funcionalidades para a Televisão </li></ul><ul><ul><ul><li>Formato de Tela 16:9 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Imagens em Alta Definição </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Multiprogramação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interatividade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Local </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Remota </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mobilidade / Portabilidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Multi-Serviço </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Rádio, Video On Demand, Internet </li></ul></ul></ul></ul>
  6. 6. <ul><li>TV DIGITAL – O que traz </li></ul><ul><li>Tela 16:9 e Alta Definição </li></ul><ul><ul><li>Excelência de vídeo e áudio, em qualquer tamanho de tela </li></ul></ul><ul><ul><li>Nenhuma perda de imagem em filmes (tela não corta mais os cantos dos enquadramentos) </li></ul></ul><ul><ul><li>Diluição dos limites tecnológicos entre produção televisiva e produção cinematográfica – Plataforma comum de operações </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhores perspectivas de interação entre cinema e televisão </li></ul></ul>
  7. 7. <ul><li>TV DIGITAL – O que traz </li></ul><ul><li>Interatividade </li></ul><ul><ul><li>Aplicações comerciais </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>comércio de produtos, jogos, novos serviços de comunicação e entretenimento </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Comunicação mais fácil e direta do telespectador com as emissoras; dinamização das Ouvidorias (Ombudsman) </li></ul></ul><ul><ul><li>Tráfego de dados complementar à programação </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>textos, fotos, áudios, vídeos, softwares, etc </li></ul></ul></ul></ul>
  8. 8. <ul><li>TV DIGITAL – O que tra z </li></ul><ul><li>Interatividade </li></ul><ul><ul><li>Acesso do Telespectador a serviços on-line de utilidade pública </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>imposto de renda, e-gov, correio eletrônico, trânsito, previsão do tempo </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade de Educação a Distância com uso de uma única mídia (Televisão), simplificando e barateando </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade do Telespectador gerar conteúdo </li></ul></ul>
  9. 9. <ul><li>TV DIGITAL – O que traz </li></ul><ul><li>Mobilidade / Portabilidade </li></ul><ul><ul><li>Desenvolvimento de novos formatos e linguagens para a transmissão de conteúdos </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliação da audiência, com a universalização do acesso do telespectador à TV </li></ul></ul>
  10. 10. <ul><li>TV DIGITAL – O que traz </li></ul><ul><li>Multi-Serviços </li></ul><ul><ul><li>Convergência de mídias no mesmo terminal (TV + Rádio + Internet, etc) </li></ul></ul><ul><ul><li>Video On Demand, facilitando o acesso do telespectador à programação das emissoras </li></ul></ul><ul><ul><li>Possibilidade futura de acesso à Internet, produzindo Inclusão Digital mais rápida e a custo mais baixo </li></ul></ul>
  11. 11. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>Tecnologia de Convergência </li></ul><ul><ul><ul><li>Telecomunicações e Radiodifusão operando numa plataforma comum </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fim das fronteiras tecnológicas entre mercados </li></ul></ul></ul><ul><li>Impacto econômico </li></ul><ul><ul><ul><li>Reconfiguração do mercado de televisão aberta, com a introdução de novos atores para novos serviços </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reconfiguração de todo o sistema de televisão (aberto e fechado, gratuito e pago), pela superposição ou convergência de serviços </li></ul></ul></ul>
  12. 12. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>Impacto social </li></ul><ul><ul><ul><li>Inclusão digital - Acesso a serviços só disponíveis na Internet através do televisor, a custo baixo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nova relação do telespectador com a televisão, trocando a audiência passiva por audiência interativa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Democratização - Possibilidade da Audiência participar da produção de conteúdos </li></ul></ul></ul>
  13. 13. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>Na Produção </li></ul><ul><ul><li>Programas serão pensados como produtos multimídia, com aplicações de interatividade </li></ul></ul><ul><ul><li>Os formatos pequenos, de curta duração, vão se desenvolver, para atender à TV portátil </li></ul></ul><ul><ul><li>Cenografia, figurino e maquiagem exigirão muito mais rigor e sofisticação do que atualmente </li></ul></ul><ul><ul><li>Alta definição permitirá uma Fotografia de mais textura e sutilezas, com mais uso de planos abertos e elementos em vários planos </li></ul></ul><ul><ul><li>Tela retangular e alta definição permitirão produtos audiovisuais para uso indistinto na TV e no Cinema </li></ul></ul><ul><ul><li>Custos vão aumentar, mas a qualidade também </li></ul></ul>
  14. 14. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>Na Programação </li></ul><ul><ul><li>Emissoras poderão optar entre a programação única, em alta definição, ou multiprogramação, em definição standard (igual à da atual TV analógica) </li></ul></ul><ul><ul><li>Canais adicionais viabilizados pela Multiprogramação poderão ser oferecidos a terceiros, através de contratos de programação </li></ul></ul><ul><ul><li>Empresas “empacotadoras” de canais, como as Programadoras da TV a Cabo (Globosat, Discovery, etc), poderão surgir também na TV digital aberta </li></ul></ul>
  15. 15. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>No Mercado </li></ul><ul><ul><li>O número de novos canais deve aumentar pouco; a produção de conteúdos seguirá concentrada em poucas empresas </li></ul></ul><ul><ul><li>Emissoras atuais não farão Multiprogramação, ao menos inicialmente, porque temem a pulverização dos recursos publicitários existentes </li></ul></ul><ul><ul><li>A Interatividade servirá mais para a geração de receitas adicionais às emissoras, através de aplicações comerciais, do que à educação, a prestação de serviços e a interlocução com os telespectadores </li></ul></ul>
  16. 16. <ul><li>TV DIGITAL – O impacto </li></ul><ul><li>No Mercado </li></ul><ul><ul><li>A produção independente e regional seguirá sem veiculação assegurada nos canais existentes; a ampliação de seus espaços dependerá de negociações com esses canais </li></ul></ul><ul><ul><li>Convergência de Cinema e TV seguirá nos marcos atuais, de hegemonia da TV; ela é quem dará as regras para o mercado audiovisual integrado. </li></ul></ul><ul><ul><li>O telespectador assistirá filmes em seu televisor com imagem e som iguais aos das salas de cinema; mas os filmes serão os americanos de sempre </li></ul></ul>
  17. 17. <ul><li>TV DIGITAL – Situação </li></ul><ul><li>Funcionalidades autorizadas no Decreto Presidencial 5820, de 29/06/06, com a adoção do Padrão Japonês: </li></ul><ul><ul><ul><li>Formato de Tela 16:9 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Transmissão em </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Alta Definição (HDTV-1080 linhas) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Definição Padrão (SDTV-525 linhas) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interatividade (Nível Indefinido) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Mobilidade / Portabilidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Multiprogramação </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Presumida; decreto não explicita, </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>embora autorize SDTV </li></ul></ul></ul></ul>
  18. 18. <ul><li>TV DIGITAL – Situação </li></ul><ul><li>Plano de Implantação </li></ul><ul><ul><li>Início das transmissões: 2/Dez/2007 – São Paulo </li></ul></ul><ul><ul><li>Transmissões analógicas paralelas às digitais, pelo período de 15 anos </li></ul></ul><ul><ul><li>Migração lenta dos Telespectadores à nova tecnologia </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>OPÇÃO 1 – Adiam a adesão à TV Digital; ficam como estão, vendo TV analógica em televisores analógicos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>OPÇÃO 2 – Compram caixas conversoras (set-top boxes), para receber sinais digitais em televisores analógicos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>OPÇÃO 3 – Mudam para televisores digitais, recebendo todas as funcionalidades oferecidas pela nova tecnologia </li></ul></ul></ul>
  19. 19. <ul><li>TV DIGITAL – Situação </li></ul><ul><li>Significado do Decreto Presidencial </li></ul><ul><ul><li>Governo concedeu às Emissoras de TV o padrão técnico que elas queriam </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Japonês, mais restritivo e menos convergente com as redes de telecomunicações que o Europeu </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Preservou o mercado atual de TV aberta </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Menos espaço para novos concorrentes </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Fortalecimento das atuais emissoras e seu modelo de programação </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Emissoras vão dar as regras da TV Móvel e Portátil </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Telefônicas não terão o comando nesse mercado. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Emissoras vão definir e comandar os serviços interativos que serão oferecidos </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Devem limitar-se a aplicações comerciais </li></ul></ul></ul></ul>
  20. 20. <ul><li>TV DIGITAL – Situação </li></ul><ul><li>Significado do Decreto Presidencial </li></ul><ul><ul><li>Governo atendeu de forma restrita às demandas de democratização do espectro </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Ampliação do número de canais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Percentuais obrigatórios de Produção Independente e Produção Regional (Artigo 221 da Constituição) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Interatividade plena, com uso de parte do espectro para uma rede pública de telecomunicações </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Multi-Serviços, utilizando a plataforma de TV para novos produtos audiovisuais digitais </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Manteve os canais comerciais existentes e procurou atender parte das demandas em 4 novos canais estatais </li></ul></ul>
  21. 21. <ul><li>TV DIGITAL – O futuro </li></ul><ul><li>A Internet ameaça a TV? </li></ul><ul><ul><ul><li>Web 2.0 ou TV 2.0 – A explosão do vídeo na Internet de Banda Larga (You Tube, Joost, etc) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O telespectador como gerador de conteúdo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Modelos em contraste </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TV – De um para muitos; unidirecional, limitada e pouco democrática </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>TV 2.0 – De muitos para muitos; multidirecional, múltipla, diversificada e totalmente interativa; opera múltiplas ferramentas; mais democrática </li></ul></ul></ul></ul>
  22. 22. <ul><li>TV DIGITAL – O futuro </li></ul><ul><li>A Internet ameaça a TV? </li></ul><ul><ul><ul><li>Impacto da TV 2.0 sobre a TV: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>opinião de Leslie Moonves , presidente da CBS norte-americana </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>AMADORES NÃO INCOMODAM PROFISSIONAIS – “A TV feita por usuários ameaçará a TV somente quando começarem a pegar o conteúdo sem permissão. O conteúdo amador genuíno, eu não acredito que possa realmente oferecer alguma ameaça” </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>COMPETIÇÃO POR DIFERENCIAÇÃO DE TELAS – “Penso que, daqui a muitos anos, as pessoas ainda assistirão à televisão, embora provavelmente o formato deverá ter 150 polegadas de largura” </li></ul></ul></ul></ul>
  23. 23. <ul><li>TV PÚBLICA - Hoje </li></ul><ul><li>Sistema heterogêneo e complexo de canais , com múltiplas funções e distribuídos em várias freqüências </li></ul><ul><ul><li>Canais Educativos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>TV Cultura, TVE-Rio, SESC-TV, Rede Minas, TVE-Bahia, etc </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>VHF, UHF, Cabo, Satélite Banda C, Satélite Banda Ku (DTH) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Canais Institucionais </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>TV Senado, TV Câmara, NBR, TV Justiça, Canais Legislativos estaduais e municipais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cabo, Banda C, DTH </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Canais Universitários </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>UTV-Rio, CNU-SP, UNITV, TV UNAMA, TV UFAM, etc </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>UHF, Cabo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Canais Comunitários </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Rio, SP e mais 68 cidades </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cabo </li></ul></ul></ul>
  24. 24. <ul><li>TV PÚBLICA - Hoje </li></ul><ul><li>Um setor importante da mídia </li></ul><ul><ul><li>Mais de 180 estações geradoras de conteúdo </li></ul></ul><ul><ul><li>Rede de retransmissoras e repetidoras alcançando quase 3.000 municípios do país </li></ul></ul><ul><ul><li>Movimento Financeiro Anual: R$ 450 milhões </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>1/8 do Faturamento da TV Globo em 2006 (R$ 3,6 bilhões) </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Financiada por recursos estatais, publicidade comercial e investimentos privados em responsabilidade social </li></ul></ul><ul><ul><li>Principais entidades representativas: </li></ul></ul><ul><ul><li>ABEPEC – Associação Brasileira de Emissoras Públicas, Educativas e Culturais </li></ul></ul><ul><ul><li>ABTU – Associação Brasileira de Televisão Universitária </li></ul></ul><ul><ul><li>ASTRAL – Associação Brasileira de Televisões e Rádios Legislativas </li></ul></ul><ul><ul><li>ABCCOM – Associação Brasileira de Canais Comunitários </li></ul></ul>
  25. 25. <ul><li>TV PÚBLICA - Função </li></ul><ul><li>A televisão da cidadania </li></ul><ul><li>Programação voltada prioritariamente a: </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Formação Cultural </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Educação </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Informação </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Formação de Cidadania </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Prestação de Serviços </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Ambição de estabelecer um contraponto de ética e de qualidade de conteúdo à televisão comercial (destinada primordialmente ao entretenimento) </li></ul><ul><li>Audiência limitada e segmentada – Não opera na lógica de Massificação de Audiência, mas de atendimento a demandas específicas de segmentos do público </li></ul>
  26. 26. <ul><li>TV PÚBLICA – Função </li></ul><ul><li>A televisão da diversidade </li></ul><ul><li>Principal exibidora de audiovisual indep endente (documentários, curta-metragens , vídeos, longas) </li></ul><ul><li>Janela de oportunidade para artistas independentes de todos os campos (música, teatro, artes plásticas) </li></ul><ul><li>Enfrenta limitação de recursos para compra de programação independente e financiamento de projetos </li></ul><ul><li>Tem dificuldade de remunerar adequadamente os produtores e artistas, nos preços que praticam – A grande indústria cultural, nacional ou estrangeira, oferece produtos em condições mais vantajosas </li></ul><ul><li>Espaço aberto aos independentes, mas pouco rentável </li></ul>
  27. 27. <ul><li>TV PÚBLICA – Função </li></ul><ul><li>Televisão para a reflexão </li></ul><ul><li>É o único segmento da TV que discute TV </li></ul><ul><li>É o único segmento da Mídia que discute a Mídia com mais isenção e menos interesses subjacentes </li></ul><ul><li>É essencial, nessa medida, para o debate público dos temas da comunicação, que afetam a democracia e a ordem social no país </li></ul><ul><li>É essencial à “complementariedade dos sistemas público, estatal e privado de radiodifusão”, princípio consagrado no Artigo 223 da Constituição Federal </li></ul>
  28. 28. <ul><li>TV PÚBLICA – Na TV Digital </li></ul><ul><li>Uma nova etapa </li></ul><ul><li>TV Digital vai redefinir todo o sistema de televisão brasileiro e terá impacto inevitável sobre a TV Pública </li></ul><ul><li>Diversidade da TV Pública não está assegurada na TV Digital </li></ul><ul><ul><li>Campo público da TV defendia que os canais públicos já existentes na TV por Assinatura tivessem espaço na TV digital, nas mesmas condições dos canais comerciais </li></ul></ul><ul><ul><li>Decreto-Lei 5820/06 não atendeu essa demanda </li></ul></ul><ul><ul><li>Criou apenas 4 novos canais estatais, geridos pela União </li></ul></ul><ul><ul><li>Há possibilidade dos canais públicos ocuparem subfrequências dos novos canais estatais (como “inquilinos” da Multiprogramação) </li></ul></ul>
  29. 29. <ul><li>TV DIGITAL – Situação </li></ul><ul><li>Novos Canais criados pelo Decreto Presidencial, para uso da União , sob normas do Ministério das Comunicações: </li></ul><ul><ul><li>I - Canal do Poder Executivo : para transmissão de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos do Poder Executivo; II - Canal de Educação : para transmissão destinada ao desenvolvimento e aprimoramento, entre outros, do ensino à distância de alunos e capacitação de professores; III - Canal de Cultura : para transmissão destinada a produções culturais e programas regionais; e IV - Canal de Cidadania : para transmissão de programações das comunidades locais, bem como para divulgação de atos, trabalhos, projetos, sessões e eventos dos poderes públicos federal, estadual e municipal. </li></ul></ul>
  30. 30. <ul><li>TV PÚBLICA – Na TV Digital </li></ul><ul><li>A Batalha Política </li></ul><ul><li>Dois campos em confronto </li></ul><ul><ul><li>Forum da TV Digital </li></ul></ul><ul><ul><li>(Emissoras Comerciais + Indústria Eletrônica + MiniCom) </li></ul></ul><ul><ul><li>X </li></ul></ul><ul><ul><li>Forum Nacional de TVs Públicas </li></ul></ul><ul><ul><li>(Emissoras Públicas + MinC) </li></ul></ul><ul><li>TV comercial quer o mínimo de impacto em seu mercado e o máximo controle nas mudanças que a TV digital trará </li></ul><ul><li>Campo público defende a integração de todos os canais públicos numa única faixa do espectro, operada cooperativamente </li></ul><ul><li>Secretaria de Comunicação Social concentra-se na montagem da TV Pública Federal </li></ul><ul><li>Demais questões do Campo Público de TV podem ficar para o futuro </li></ul>
  31. 31. <ul><li>TV PÚBLICA – Na TV Digital </li></ul><ul><li>As posições do Campo Público </li></ul><ul><li>A regulação deve permitir todas as funcionalidades da TV Digital; restringí-las é desperdício de tecnologia </li></ul><ul><li>As emissoras decidirão quantas e quais funcionalidades utilizarão, segundo suas necessidades e as oportunidades abertas pelo mercado </li></ul><ul><li>A programação em Alta-Definição é indispensável às Emissoras Educativas abertas, para a sustentação de seu atual modelo de negócios (abertura à publicidade) </li></ul><ul><li>A multiprogramação é prioridade para os canais institucionais, universitários, comunitários e educativo-culturais, que querem romper o “gueto” do cabo e atingir as grandes audiências </li></ul>
  32. 32. <ul><li>TV PÚBLICA – Na TV Digital </li></ul><ul><li>As posições do Campo Público </li></ul><ul><li>A interatividade é indispensável como ferramenta educacional, para o processo de ensino-aprendizagem. </li></ul><ul><li>Interatividade é indispensável como mecanismo de promoção de cidadania, ao permitir o contato on-line entre o cidadão e as emissoras de TV, até para enviar conteúdos. </li></ul><ul><li>Interatividade é instrumento para prestação de serviços relevantes ao público e não apenas para a geração de receitas adicionais às emissoras </li></ul><ul><li>O uso pleno das funcionalidades da TV Digital incentivará a pesquisa tecnológica e o empreendimento de novos negócios, abrindo o mercado a novos atores e desconcentrando a produção de conteúdos. </li></ul>
  33. 33. Gabriel Priolli [email_address] (11) 9999.8751

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