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Universidade federal do amazonas Banco de Dados - Apresentação final

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  • 1. Banco de Dados Manaus/AM 2011
  • 2. Alguns Conceitos
    •  
    • Banco de Dados
    • é uma coleção de dados inter-relacionados, representando informações sobre um domínio específico [KS94]. Exemplos: lista telefônica, controle do acervo de uma biblioteca, sistema de controle dos recursos humanos de uma empresa.
  • 3. Alguns Conceitos
    • Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados (SGBD)
    • é um software com recursos específicos para facilitar a manipulação das informações dos bancos de dados e o desenvolvimento de programas aplicativos. Exemplos: Oracle, Ingres, Paradox, Access, DBase.
  • 4. Sistema de Bancos de Dados
    • É um sistema de manutenção de registros por computador, envolvendo quatro componentes principais:
    • dados,
    • hardware,
    • software e
    • usuários.
  • 5.  
  • 6. Objetivos de um Sistema de Bancos de Dados
    • Isolar os usuários dos detalhes mais internos do banco de dados (abstração de dados).
    • Prover independência de dados às aplicações (estrutura física de armazenamento e à estratégia de acesso).
  • 7. Vantagens
    • rapidez na manipulação e no acesso à informação,
    • redução do esforço humano (desenvolvimento e utilização),
    • disponibilização da informação no tempo necessário,
    • controle integrado de informações distribuídas fisicamente,
    • redução de redundância e de inconsistência de informações,
    • compartilhamento de dados,
    • aplicação automática de restrições de segurança,
    • redução de problemas de integridade.
  • 8. Desvantagens
    • Sem dispositivos de controle adequados, a segurança pode ficar comprometida; por exemplo, no caso de acesso não autorizado a dados.
    • A integridade das informações pode ser comprometida se não houver mecanismos de controle; por exemplo no caso de manipulação concorrente de dados.
  • 9. Desvantagens
    • A operação do sistema de banco de dados e o desenvolvimento de aplicações precisam ser feitos com muita precisão para evitar que informações não correspondam à realidade.
    • A administração do sistema de banco de dados pode se tornar muito complexa em ambientes distribuídos, com grande volume de informações manipuladas por uma grande quantidade de usuários.
  • 10. Abstração de Dados
    • O sistema de bancos de dados deve prover uma visão abstrata de dados para os usuários.
    • A abstração se dá em três níveis:
  • 11. Abstração de Dados
    • Nível físico : nível mais baixo de abstração. Descreve como os dados estão realmente armazenados, englobando estruturas complexas de baixo nível.
    • Nível conceitual : descreve quais dados estão armazenados e seus relacionamentos. Neste nível, o banco de dados é descrito através de estruturas relativamente simples, que podem envolver estruturas complexas no nível físico.
  • 12. Abstração de Dados
    • Nível de visões do usuário : descreve partes do banco de dados, de acordo com as necessidades de cada usuário, individualmente.
  • 13. Abstração de Dados
  • 14. Modelos Lógicos de Dados
    • Conjunto de ferramentas conceituais para a descrição dos dados, dos relacionamentos entre os mesmos e das restrições de consistência e integridade.
    • Dividem-se em:
    • baseados em objetos,
    • baseados em registros.
  • 15. Modelos Lógicos baseados em objetos
    • Descrição dos dados nos níveis conceitual e de visões de usuários.
    • Exemplos: entidade-relacionamento, orientado a objetos.
    • No modelo orientado a objetos, código executável é parte integrante do modelo de dados.
  • 16. Modelos Lógicos baseados em registros
    • descrição dos dados nos níveis conceitual e de visões de usuários;
    • o banco de dados é estruturado em registros de formatos fixos, de diversos tipos;
    • cada tipo de registro tem sua coleção de atributos;
    • há linguagens para expressar consultas e atualizações no banco de dados.
    • Exemplos: Relacional, Rede, Hierárquico.
  • 17.  
  • 18. Modelos Lógicos baseados em registros
    • No modelo relacional, dados e relacionamentos entre dados são representados por tabelas, cada uma com suas colunas específicas.
  • 19. O Modelo de Rede
    • Os dados são representados por coleções de registros e os relacionamentos por elos.
  • 20. O Modelo Hierárquico
    • Os dados e relacionamentos são representados por registros e ligações, respectivamente.
    • Os registros são organizados como coleções arbitrárias de árvores.
  • 21. Modelo Relacional
    • Tanto os dados quanto os relacionamentos são representados por tabelas.
    • Possui fundamento matemático sólido.
    • Prescinde de estruturas de índice eficientes e hardware adequado para alcançar desempenho viável em situações práticas.
  • 22.  
  • 23. Linguagens de Definição e Manipulação de Dados Esquema do Banco de Dados
    • É o “projeto geral” (estrutura) do banco de dados.
    • não muda com frequência;
    • há um esquema para cada nível de abstração e um subesquema para cada visão de usuário.
  • 24. Linguagem de Definição de Dados (DDL)
    • Permite especificar o esquema do banco de dados, através de um conjunto de definições de dados.
    • A compilação dos comandos em DDL é armazenada no dicionário (ou diretório) de dados.
  • 25. Manipulação de dados
    • recuperação da informação armazenada,
    • inserção de novas informações,
    • exclusão de informações,
    • modificação de dados armazenados.
  • 26. Linguagem de Manipulação de Dados (DML)
    • Permite ao usuário acessar ou manipular os dados, vendo-os da forma como são definidos no nível de abstração mais alto do modelo de dados utilizado.
    • Uma consulta (“query”) é um comando que requisita uma recuperação de informação.
    • A parte de uma DML que envolve recuperação de informação é chamada linguagem de consulta .
  • 27. Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados
    • Módulo de programa que fornece a interface entre os dados de baixo nível armazenados num banco de dados e os programas aplicativos ou as solicitações submetidas ao sistema [KS94]
    • Software que manipula todos os acessos ao banco de dados; proporciona a interface de usuário ao sistema de banco de dados [Date91]
  • 28. Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados
    • [Date91] ilustra o papel do sistema de gerência de banco de dados, de forma conceitual:
    • O usuário emite uma solicitação de acesso.
    • O SGBD intercepta a solicitação e a analisa.
  • 29. Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados
    • O SGBD inspeciona os esquemas externos (ou subesquemas) relacionados àquele usuário, os mapeamentos entre os três níveis, e a definição da estrutura de armazenamento.
    • O SGBD realiza as operações solicitadas no banco de dados armazenado.
  • 30. Sistema de Gerenciamento de Bancos de Dados
    • Tarefas:
    • interação com o sistema de arquivos do sistema operacional,
    • cumprimento da integridade,
    • cumprimento da segurança,
    • cópias de segurança (“backup”) e recuperação,
    • controle de concorrência.
  • 31. Papéis Humanos em um Sistema de Bancos de Dados
    • Usuários do Banco de Dados
    • Realizam operações de manipulação de dados.
    • programadores de aplicações,
    • usuários sofisticados,
    • usuários especializados,
    • usuários “ingênuos”.
  • 32.
    • Administrador do Banco de Dados
    • Pessoa (ou grupo) responsável pelo controle do sistema de banco de dados.
    • Administrador de Dados
    • Administrador do SGBD
    Papéis Humanos em um Sistema de Bancos de Dados
  • 33. Administração de Sistemas de Bancos de Dados
    • Administrador de Dados (DBA)
    • definição e atualização do esquema do banco de dados.
  • 34.
    • Administrador do SGBD
    • definição da estrutura de armazenamento e a estratégia (ou método) de acesso,
    • concessão de autorização para acesso a dados,
    • definição de controles de integridade,
    • definição de estratégias para cópia de segurança e recuperação,
    • monitoramento do desempenho,
    • execução de rotinas de desempenho,
    • modificação da organização física.
    Administração de Sistemas de Bancos de Dados
  • 35.  
  • 36. Estudo de caso
    • O Google Health é um recurso relativamente novo do Google, que serve para a comunidade médica como um banco de dados que contém o histórico médico dos pacientes, como altura, peso, sexo, idade e dados clínicos como alergias, cirurgias já realizadas, medicamentos de que faz uso, vacinas, resultado de exames, etc. Se você for um paciente, também pode consultar lá seu histórico médico.
  • 37.
    • Isto é extremamente útil, pode-se realizar buscas de históricos de tratamentos, interações medicamentosas,  consultar medicamentos, diagnósticos antigos, localização de profissionais e muito mais.
  • 38.
    • O software é em inglês, e médicos brasileiros precisam colocar os dados manualmente (em muitos países como EUA há como importar dados médicos diretamente de um banco de dados próprio). O controle dos dados é feito através do proprietário, que escolhe quem pode vê-los. Esta ferramenta é gratuita, e não possuirá anúncios como outras páginas Google.
  • 39.  
  • 40.  
  • 41.
    • O novo serviço do Google permite que qualquer um publique praticamente qualquer coisa em um banco de dados público. O Google Base tem o potencial de tornar disponível instantaneamente uma grande variedade de conteúdo como receitas, anúncios de emprego, fotos, sequências de DNA, listas de imóveis e bancos de dados particulares.
  • 42.
    • Qualquer um pode entrar no endereço base.google.com e cadastrar receitas culinárias, produtos à venda, veículos, imóveis e, no futuro, praticamente qualquer coisa.
    • Normalmente, os programas que buscam pela Web, chamados de crawlers, levam semanas para encontrar os sites online e levá-los para o banco de dados do Google.com. Estes mecanismos de busca também não conseguem fazer buscas dentro de bases de dados. O Google Base vai tornar este tipo de busca instantânea.
  • 43.
    • Por enquanto, o Google Base não possui um mecanismo comercial, para comprar carros ou procurar empregos, por exemplo. Se o Google implementar tais serviços, como é de se esperar, o site vai ser uma ameaça não só aos sites de classificados, mas também a sites de vendas online, como eBay.
  • 44.
    • Imagem do Google base
  • 45. Softwares de banco de dados
    • Oracle é basicamente uma ferramenta cliente/servidor para a gestão de Bases de Dados. É um produto vendido a nível mundial, embora a grande potência que tem e seu elevado preço fazem com que só se veja em empresas muito grandes e multinacionais, por norma geral. No desenvolvimento de páginas web acontece o mesmo: como é um sistema muito caro não está tão espalhado como outras bases de dados, por exemplo, Access, MySQL, SQL Server, etc.
  • 46. Oracle
  • 47. Ingres
    • O Ingres é um SGBD relacional, pertence a CA. Em 2004, foi lançado o Ingres r3 e seu código fonte foi liberado para a comunidade open source e demais usuários do banco, que podem a partir desse momento, utilizarem-no sem nenhum custo com licença de uso.
    • Ele é considerado um dos mais robustos e poderosos SGBD para armazenamento de dados de missão crítica, e que necessitam de um grande nível de segurança no acesso e armazenamento, bem como ter suporte a grande concorrência de acesso às informações nele armazenadas.
  • 48. PARADOX
    • O Paradox é um sistema de banco de dados relacional baseados em tabelas. Este banco de dados é mundialmente conhecido desde os primórdios da Informática, foi ele que rivalizou durante anos com o Dbase quem era o melhor banco de dados.
    • O Paradox tem como diferencial, ser um banco de dados relacional (coisa que o Dbase não era), isto é, permite que suas tabelas possam relacionar-se uma com as outras. Sendo assim, você pode criar uma tabela de clientes e uma tabela de pedidos ligada unicamente pelo código do cliente.
  • 49. PARADOX
  • 50. Microsoft Access
    • O Microsoft Access (nome completo Microsoft Office Access ), também conhecido por MSAccess , é um Sistema de gerenciamento de banco de dados da Microsoft , incluído no pacote do Microsoft Office Professional , que combina o Microsoft Jet Database Engine com uma interface gráfica do utilizador (graphical user interface). Ele permite o desenvolvimento rápido de aplicações que envolvem tanto a modelagem e estrutura de dados como também a interface a ser utilizada pelos usuários.
  • 51. Microsoft Access
  • 52. dBASE
    • dBASE foi o primeiro SGBD largamente utilizado industrialmente, pelo Apple II , Apple Macintosh e PC 's IBM para DOS , onde se tornou um dos softwares mais vendidos durante alguns anos. O dBASE nunca conseguiu migrar com sucesso para a plataforma Microsoft Windows , e foi, em alguns casos, substituído por novos produtos, como Paradox , Clipper , FoxPro e Microsoft Access . dBase foi vendido para a Borland em 1991 , que vendeu os direitos da linha de produtos, em 1999 , para a recém-formada dBASE Inc .
  • 53. dBASE
  • 54. Referências
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Ingres_(SGBD)
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/Microsoft_Access
    • http://www.rcrinfo.com.br/codigos/delphi_bd.htm
    • http://pt.wikipedia.org/wiki/DBASE
    • [Date91] Date, C.J.; Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, tradução da 4a. edição norte-americana, Editora Campus, 1991.
    • Prof. Renato Fileto – Bancos de dados
    • [KS94] Korth, H.F. e Silberschatz, A.; Sistemas de Bancos de Dados, Makron Books, 2a. edição revisada, 1994.
  • 55.  

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