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 O LEGADO DE J.R.R.TOLKIEN – SUA INFLUÊNCIA NA INDÚSTRIA CULTURAL E DE CONSUMO
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O LEGADO DE J.R.R.TOLKIEN – SUA INFLUÊNCIA NA INDÚSTRIA CULTURAL E DE CONSUMO

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Projeto de Iniciação Cientifica na Faculdade Anhanguera Osasco;

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  • 1. O LEGADO DE J.R.R.TOLKIEN – SUA INFLUÊNCIA NA Anhanguera Educacional S.A. Correspondência/Contato INDÚSTRIA CULTURAL E DE CONSUMO Alameda Maria Tereza, 2000 Valinhos, São Paulo - 13.278-181 rc.ipade@unianhanguera.edu.br pic.ipade@unianhanguera.edu.br Coordenação Instituto de Pesquisas Aplicadas e Desenvolvimento Educacional - IPADE Publicação: dd de mmm de 2009 ANUÁRIO DA PRODUÇÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DISCENTE Vol. XII, Nº. 13, Ano 2011 RESUMO Este projeto de iniciação científica pretende mostrar como as obras do escritor J.R.R. Tolkien, definidas como a trilogia Senhor dos Anéis, que são divididas em três partes (A Sociedade do Anel, As Duas Torres e O Retorno do Rei) influenciaram a indústria cultural e de consumo. Para isso, foi feita uma pesquisa exploratória e chegou-se a conclusão de J.R.R.Tolkien criou não só uma obra literária, mas uma fonte de inspiração para a indústria cultural e de consumo. Palavras-Chave: artigo científico, normas técnicas, pesquisa científica. Trabalho apresentado no XIV Congresso Metodista de Iniciação e Produção CientíficaTrabalho realizado com o incentivo e fomento daAnhanguera Educacional S.A.
  • 2. 2 Título do artigo - somente Substantivos Próprios devem ser escritos com as primeiras letras em maiúsculo1. INTRODUÇÃO Por volta do início dos anos dois mil foi lançado nos cinemas de todo o mundo “OSenhor dos Anéis”, baseado em uma obra literária criada por J.R.R.Tolkien. O filmemostrou um mundo fantástico com seres singulares, como os Ents, árvores que andame falam. “O Senhor dos Anéis” no cinema seguiu o livro e foi feito em três partes, “ASociedade do Anel”, “As Duas Torres” e “O Retorno do Rei”. Tais histórias pertencem à literatura fantástica, ou seja, são histórias com apeloimaginário vividas muitas vezes por seres estranhos e elementos únicos. Por estarazão, esse projeto de iniciação científica escolheu esse tema para identificar ainfluência dessa obra e seu autor, na atual indústria cultural de consumo. Quem criou a obra objeto deste estudo foi John Ronald Reuel Tolkien(1892-1973), escritor nascido na cidade de Bloemfontein, na África do Sul, masnaturalizado inglês, conforme a enciclopédia Larousse Cultural (1995), acrescentandoque Tolkien foi um especialista em literatura medieval. O livro que motivou estapesquisa é um romance de fantasia, que dá continuidade a uma obra anterior deTolkien, O Hobbit. Tal livro foi escrito entre 1937 e 1949. A obra tornou - se uma dasmais populares do século XX. A história de O Senhor dos Anéis, assim como todas as histórias escritas porTolkien, ocorrem em um mundo secundário, intitulado em suas páginas como a “TerraMédia”. “O Senhor dos Anéis” se passa na “Terceira Era” desse mundo, que forainspirado no mundo atual, mais especificamente em uma Europa mitológica, é habitadopor humanos e outros seres imaginários como os Elfos, Anões e Orcs. A história do livro narra o conflito entre bem e mal presente na Terra Média,através da guerra de várias raças: Humanos, Anões, Elfos, Ents e Hobbits contra osOrcs, tudo isso para evitar que o “Anel do Poder”, confeccionado secretamente e maispoderoso que os outros nove anéis que haviam sido distribuídos entre as raças, volte àsmãos de seu criador Sauron, o Senhor do Escuro. Trata-se da guerra do anel, como échamando esse evento pelos personagens na história, sendo vista pelos olhos de seusprotagonistas, seis ao todo, especialmente por Frodo Bolseiro, hobbit que recebe amissão de destruir o anel do mal, o “Anel do Poder”. Esses personagens fornecem umariqueza de material, histórico e linguístico, que inspiraram diversos produtos da indústriacultural e de consumo.Anuário da Produção de Iniciação Científica Discente
  • 3. 32. OBJETIVOEste trabalho pretende mostrar as influências das obras de Tolkien na indústria culturale de consumo. Tais segmentos foram definidos por diversos estudiosos. No livro “Ahistória das teorias da comunicação”, da Editora Loyola, escrito por Armand e MicheleMattelart, são apresentados filósofos da comunicação, indústria cultural e suastrajetórias históricas. Um desses filósofos é Theodor W. Adorno (1903-1969) um dosexpoentes da chamada Escola de Frankfurt, juntamente com Max Horkheimer, WalterBenjamin e outros. Juntos conduziram algumas pesquisas e escreveram algunspensamentos sobre indústria cultural. Em síntese eles procuravam dar princípios filosóficos e explicativos aocomportamento das massas naquela época, meados dos anos 60 e início dos anos 70.Para melhor compreensão, ao observar uma frase que Adorno dirigiu ao status damúsica da época, mas precisamente o Jazz, ritmo que crescia e vinha dos guetosamericanos, Adorno apud Mattelart (1999, p.76 e 77) definiu o som como: “felicidadefraudulenta da arte afirmativa”. Com esses pensamentos, Adorno e Hokheimer, em meados dos anos 40, na Alemanha, criaram os conceitos de indústria cultural. Impulsionada pela revolução industrial e produção de bens culturais com movimento global, por exemplo: filmes, programas radiofônicos, as revistas, fabricação de automóveis em séries e até projetos de urbanismo. (ADORNO apud MATTELART, 1999, p. 77) Demonstrando a busca das pessoas em se alto afirmar, complementado porMattelard para um entendimento comum, que de acordo com o mesmo, Debord apudMATTELART (1999, p. 94), o espetáculo não é um conjunto de imagens, mas umarelação social entre pessoas midiatizada por imagens, e ele ainda estende. Ele atestaque a própria insatisfação se tornou uma mercadoria condição de estender suaprodução ao tratamento de semelhante matéria-prima.3. METODOLOGIA Para a realização deste trabalho, foi feita uma pesquisa exploratória. Talmodalidade de pesquisa é justificada quando pretende-se obter visão geral, de tipoaproximativo, acerca de determinado fato (GIL, 2007, p.43). A pesquisa incluiulevantamento bibliográfico e documental. Páginas de entretenimento e de Anuário da Produção de Iniciação Científica Discente • Vol. XIII, Nº. 16, Ano 2010 • p. 1-8
  • 4. relacionamento na Internet foram consultadas com o objetivo de agrupar informaçõessobre os fãs das obras do escritor J.R.R.Tolkien.4. DESENVOLVIMENTO Foram consultados livros relacionados à Teoria da Comunicação, Comunicaçãona Internet com a finalidade de entender indústria cultural, indústria de consumo e comoas pessoas se organizam em redes de relacionamento em torno de um assunto.5. RESULTADOS Levando em consideração essas afirmações, é possível ver nas obras de J. R. R.Tolkien, especialmente em “O Senhor dos Anéis” um potencial mercadológico na atualindústria cultural e de consumo. Nos próximos parágrafos, serão analisados algunsexemplos. Em pesquisas feitas na rede mundial de computadores, pode-se ver a influênciade Tolkien e seus livros em diversos produtos como músicas, quadrinhos evideogames, por exemplo. Nas histórias em quadrinhos, pode-se destacar Joe the Barbarian produzido peloescocês Grant Morrison. Uma das minisséries do selo Vertigo, que tem elementos doslivros de Tolkien com o filme, estrelado por Macaulay Culkin, ator que protagonizou ofilme “Esqueceram de mim”. Morrison revelou em uma entrevista feita em outubro de2009, que mesclou tal filme à obra de Tolkien, segundo ASSIS (2009). Na música ocorrem outros exemplos, como a banda alemã Blind Guardian. Seusintegrantes compuseram uma vez um álbum chamado Nightfall in Middle-Earth,baseado em “O Silmarillion” (obra idealizada por Tolkien e publicada após sua morte),que é considerado a principal obra do escritor. (Monteiro, 2010). De acordo com Monteiro (2010), a influência mais fácil de ser notada das obrasde Tolkien na música encontra-se no rock, especialmente no heavy metal europeu. Operíodo de maior influência das obras de Tolkien está nas bandas das décadas de80/90 com a popularização desse ritmo musical na Europa. Nas décadas de 60 e 70,bandas de rock admitiam também a influência de Tolkien em suas composições, masnão como nas bandas de Heavy Metal, nas quais pode-se encontrar influências que vãodesde o estilo de composições aos encartes dos álbuns. Uma banda que adotou esteestilo musical é o Marillion, formado por jovens ingleses em 1979, que retiraram seunome da obra “Silmarillion”, de Tolkien.
  • 5. 5 Conforme informações de PIOLHO (2001), os Role Playing Games tambémforam alimentados pelas obras de Tolkien. Nos RPGs, como são conhecidos essasmodalidades de jogos eletrônicos, onde os participantes encenam personagens delivros de diversos estilos, apareçam personagens que habitam o universo de Tolkiencomo orcs, anões, elfos, dragões e até os hobbits. A própria Terra-média chegou a terseu RPG, intitulado MERP (Middle-Earth Role Playing), em 1982, só que umcomplicado sistema de regras e os freqüentes equívocos em sobre a tramaatrapalharam sua difusão. Com chegada dos jogos em vídeo surgiram diferentes personagens de jogosinspirados nas criaturas dos livros de J. R. R. Tolkien; Por exemplo, o protagonista daobra The Legend of Zelda é o guerreiro Link, que lembra um Elfo. A Electronic Arts éuma grande produtora de games e se aproveitando do sucesso dos filmes, elaboroujogos baseados nas obras de Tolkien a exemplo de Lord of the Rings Conquest, jogoque permite ao jogador lutar tanto como as forças do bem e do mal, ao contrário de OSenhor dos Anéis (BORBO, 2009) A Internet e sua liberdade de criação permite o encontro de diversasinformações, integrando, por exemplo, fãs das obras de Tolkien, em uma proposta deinteração entre as pessoas, como cita CASTELLS (2005, p. 414): A cultura da virtualidade real e a integração da comunicação eletrônica, o fim da audiência de massa e o surgimento de redes interativas. É o primeiro título que se destaca, a sociedade em que vivemos passa por uma “transformação tecnológica de dimensões históricas”. Castells compara essa transformação com a ocorrida 2.700 anos atrás, com osurgimento do alfabeto. Uma observação interessante ressaltada por Castells (2005, p.414) é que, pela primeira vez na história, integra no mesmo sistema as modalidadesescrita, oral e audiovisual da comunicação humana. Com o grande avanço da Internet as fronteiras caíram, a comunicação erelacionamento entre as pessoas ao redor do globo se tornaram mais fáceis. Os anospassam e a tecnologia avança, a Internet tornou-se um veículo de informação queproporciona um contato maior com as massas. Hoje se vive uma era pós - www, masquestões anteriores, de meados 1995 quando se deu o grande avanço da rede mundialde computadores, continuam sobe debate. (CASTELLS, 2005, p. 442) questiona se aInternet favorece a criação de novas comunidades, comunidades virtuais, ou, pelo Anuário da Produção de Iniciação Científica Discente • Vol. XIII, Nº. 16, Ano 2010 • p. 1-8
  • 6. contrário, está induzindo ao isolamento pessoal, cortando laços das pessoas com asociedade e, por fim, com o mundo real. Como exemplo, Castells (2005, p. 442) cita as comunidades virtuais,esclarecendo que o nascimento de uma nova forma de comunidade, que reúne aspessoas on-line ao redor de valores e interesses em comum. Considerando essesignificado, Castells afirma que: Um sistema em que a própria realidade (ou seja, a experiência simbólica/ material das pessoas) é inteiramente captada, totalmente imersa em uma composição de imagens virtuais no mundo do faz de - conta, no qual as aparências não apenas se encontram na tela comunicadora da experiência, mas se transforma na experiência”. (2005, p. 459) Analisando essas definições, destaca-se a movimentação das redes sociais.Uma pesquisa feita na rede social Orkut indica que Senhor dos Anéis resulta em maisde 50 páginas de comunidades. Este site de relacionamento mostra o conjunto depessoas que se organizam sobre uma ideia ou título, cujas conversas variam entre jurasde amor a repulsa pelos personagens da saga do anel. As comunidades do Senhor dos Anéis no Orkut têm em média 5.000 integrantesUm dado que a pesquisa apresentou é que comunidades dedicadas aos títulos deTolkien incluindo o Hobbit, Silmarilion, Contos Inacabados, por exemplo, possuem maisadeptos, mas ao J. R. R. Tolkien registram apenas cinco paginas, com comunidadesque variam entre 300 integrantes. No Facebook, outra rede social, encontra - se umsistema diferente do Orkut, no qual artigos ou publicações relacionadas aos títulos deTolkien, feitas pelos usuários ou instituições, permitem deixar comentários sobre ainformação oferecida. Conta com a classificação "curtir" em que pode -se ter adimensão de pessoas que apreciam Tolkien e seus títulos. Tal cifra chega a 10.000pessoas. Entre as personagens mais marcantes no desenrolar do enredo dos livros, está ohobbit Frodo, que encara uma jornada de herói, esforçando-se para levar o anel dopoder através da terra de Mordor. Apesar do empenho, os esforços de Frodo não sãodevidamente reconhecidos, exceto pelo amigo Sam, que o acompanhou por todo ocaminho. Para Pereira e Volobuef (2010), Frodo se torna, então, uma personagemrelativamente marginalizada, sem quaisquer honras típicas do estatuto de um heróiromanesco.
  • 7. 7 Tamanha dedicação de Frodo ao desempenhar a difícil tarefa, digna de herói,alimenta o interesse em conhecer um pouco mais sobre o mito do herói e sua jornada.Tal assunto é explicado no livro O poder do mito, escrito em forma de bate papo entreJoseph Campbell com Bill Moyers, diferentes assuntos e seus mitos são abordados,incluindo até o filme Guerra nas Estrelas na história. Quando Moyers (1988, p. 131)indaga Campbell sobre a existência de tantos heróis nas histórias de magia, Campbell(1988, p. 131) responde que isso vale a pena escrever, citando as diferentes razões eelementos que compõem a história do herói e que levam ao heroísmo. Questionado por Moyers sobre o objetivo moral do heroísmo, Campbell (1988, p.135) esclarece que o objetivo moral é o de salvar um povo, ou uma pessoa, oudefender uma ideia, concluindo que o herói se sacrifica por algo. Campbell argumentaainda que existem heróis das duas espécies, alguns escolhem realizar certaempreitada, outros não (1988, p. 137). Campbell explica que na maioria das vezes aglória que o herói encontra no final da jornada não é o que ele realmente procurava,uma vez que suas motivações são bem mais humildes. Campbell (1988, p. 137) explicatambém que existem aventuras às quais você é lançado, são situações onde você nãoestá pronto para heroísmo, mas você é levado a condição de herói, mesmo que suaintenção natural era só se proteger e seu próximo. Isso nos leva a próxima situação deheroísmo, que é motivada pelo caráter da pessoa. Tal explicação é ideal para definir a motivação do personagem Frodo ao encararo desafio de levar o anel do poder na trilogia O Senhor dos Anéis. Ele enfrenta muitasdificuldades, mas não desanima diante delas. A sensação de dever e a importância desua missão para o reinado do bem na Terra-Média fornecem ao personagem toda aenergia necessária para o cumprimento de sua tarefa e para resistir às tentações doanel. Hoje essas teorias sobre o herói são vistas a todo o momento em filmes, novelas,desenhos animados, etc.6. CONSIDERAÇÕES FINAIS No desenrolar desta pesquisa, foi constatado que a trilogia Senhor dos Anéis gerouoportunidades de lançamento de produtos e inspirou o estudo de como o mercado seaproveitava disso. Nascia aí o problema de pesquisa que motivou esse projeto deiniciação científica. Anuário da Produção de Iniciação Científica Discente • Vol. XIII, Nº. 16, Ano 2010 • p. 1-8
  • 8. O desenvolvimento da pesquisa foi um tanto quanto dificultoso. Fãs do escritorforam procurados, assim como suas manifestações de apreço ao escritor, mas foi vistoque eram pessoas discretas, expressando sua idolatria por Tolkien apenas em redessociais, uma motivação a mais para estudar como funciona o fenômeno das redessociais na Internet quando o assunto são as obras do escritor. Tolkien mostrou em sua narrativa um mundo fantástico onde a bravura, evirtudes como honra e coragem, são postos em prática, por meio do personagemFrodo, que encarna a jornada do herói descrita por Campbell. Com isso, foi criado umelo emocional com fãs, que admiram a exaltação de virtudes do personagem Frodo. Talvez esse seja o motivo da influência de Tolkien na indústria cultural,inspirando músicas, bandas, jogos, filmes e narrativas, assim como respectivosprodutos na indústria de consumo, aumentando o alcance da marca Tolkien parapessoas que desejam possuir um objeto que represente a paixão por suas obras. REFERÊNCIASASSIS, Erico. Joe the Barbarian: confira preview do novo trabalho de GrantMorrison. Disponível em: <http://www.omelete.com.br/quadrinhos/joe-the-barbarian-confira-preview-do-novo-trabalho-de-grant-morrison> Acesso em 29 abr.2011BORGO, Érico. Games: Electronic arts não fará mais games de O Senhor dosAnéis. Disponível em: <http://www.omelete.com.br/games/electronic-arts-nao-fara-mais-games-de-o-senhor-dos-aneis> Acesso em 29 abr.2011CASTELLS, Manuel. Sociedade em Rede São Paulo: Editora Paz e Terra, 2005.GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 2007.LAROUSSE, Cultural. Grande Enciclopédia. São Paulo: Nova Cultural, 1998.MATTELART, Michele e MATTELART, Armand. História das Teorias daComunicação. São Paulo: Loyola. 2004MOYERS, Bill e CAMPBELL, Joseph. O poder do mito. São Paulo: Editora PalasAthena, 1990MONTEIRO, Rodrigo. Vocalista dá detalhes do próximo álbum do Blind Guardian.Disponível em: <http://www.omelete.com.br/musica/vocalista-da-detalhes-do-proximo-album-do-blind-guardian> Acesso em 29 abr.2011PEREIRA, André Luiz Rodriguez Modesto e VOLOBUEF, Karin. The Lord of the Ringse a estética da finitude. In: XI Seminário de Pesquisa/V Simpósio de Literatura doPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários – Questões LiteráriasContemporâneas (1980-2010). Anais... Araraquara: Universidade Estadual Paulista,2010.PIOLHO, Rodrigo. Música: sinfonia da Terra Média. Disponível em:<http://www.omelete.com.br/musica/sinfonia-da-terra-media> Acesso em 29 abri.2011

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