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Formação professoringlês-out-oeste

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  • 1. Outubro de 2010 Prefeitura Municipal de Belo Horizonte Secretaria Municipal de Educação Rede de Formação – Inglês Proposições Curriculares na prática pedagógica
  • 2. Agenda do encontro As proposições curriculares da RME-BH Transposição didática: learning cycle INGLÊS
  • 3. Pontos a serem enfatizados de acordo com as Proposições Curriculares • objeto, objetivo e meta de ensino. • diretrizes que orientam o trabalho (planejamento por capacidades, metodologias,etc.). • concepção de conteúdo (a divisão por eixos / ano de ciclo, etc.) 2011* • seleção e organização de conteúdos (por ano de ciclo) - 2011* • concepção de avaliação (próximo encontro) LINKS - KEEP IN MIND
  • 4. Suporte teórico-metodológico Capacidades de Linguagem: (1) As de ação / (2) As discursivas (3) As linguístico-discursicas VYGOTSKY ( 1996) Teoria sócio–cultural (ou sócio-histórica)** BRONCKART (2003) - Visão sociointeracionista SCHWNEWLY & DOLZ Noção de gêneros Gêneros como objetos de ensino Sequência Didática (SD) Learning cycle Linguagem & tecnologiais digitais Multiletramento Diretrizes que orientam o trabalho
  • 5. Papel do Professor Nível de desenvolvimento real Competência real Atuação independente Nível de desenvolvimento potencial Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) Scaffolding InterAAÇÃO-ÃO-MediAÇÃO **
  • 6. Eixos articuladores das proposições curriculares de LE EIXO Articulador 1: compreensão e produção de gêneros orais EIXO Articulador 2: compreensão e produção de gêneros escritos Sempre com interrelações com as tecnologias digitais.
  • 7. Primeiro estágio: Reading Comprehension Gênero do cotidiano do aluno Terceiro Estágio Listening Comprehension Segundo estágio: Writing Mesmo Gênero que foi lido no primeiro estágio Escrita como processo de colaboração Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Quarto Estágio Speaking Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisESCRITOS. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisORAIS. Integração dos dois eixos articuladores concepção de conteúdo (a divisão por eixos e ano de ciclo, etc.).
  • 8. Gêneros: Objetos de ensino Elementos-chave das interações pela linguagem e do desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos por meio do inglês: textos de vários gêneros textuais. Criar condições para a construção dos conhecimentos dos alunos para as práticas de linguagem em situações do dia-a-dia. Objeto, objetivo e meta de ensino
  • 9. Práticas discursivas nas quais se pode identificar diferentes gêneros textuais (Marcuschi, 2002). Exemplos de domínios discursivos: Domínio ou discurso acadêmico, discurso jornalístico, discurso publicitário, discurso religioso, discurso jurídico, discurso literário, discurso epistolar etc. Domínios discursivos Domínios discursivos Gêneros Textuais Tipos de Textos
  • 10. Gêneros textuais Realizações linguísticas que cumprem certas funções em determinadas situações sociocomunicativas. Podem conter um ou mais tipos de textos (Marcuschi, 2002). Exemplos de gêneros textuais Artigo científico, resenha, artigo de opinião, editorial, anúncio publicitário, novena, sermão, conto, poema, carta, e-mail, receita, conversa telefônica, bula de remédio, guias turísticos, manual de instrução etc.
  • 11. Tipos de Textos Exemplos de tipos de textos  Narração (predomínio de sequências temporais)  Descrição (predomínio de sequências de localização)  Exposição (predomínio de sequências analíticas)  Argumentação (predomínio de sequências contrastivas explícitas),  Injunção (predomínio de sequências imperativas)  (Marcuschi, 2002,p.29). Sequências linguísticas que ocorrem no interior dos gêneros
  • 12. Gêneros: Objetos de ensino Elementos-chave das interações pela linguagem e do desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos por meio da LE: textos de vários gêneros textuais. Criar condições para a construção dos conhecimentos dos alunos para as práticas de linguagem em situações do dia-a-dia.
  • 13. Born in Chicago, Ford attended Ripon College in Wisconsin before moving to Los Angeles to pursue an acting career. He began as a contract player with Columbia Pictures, making his film debut in the crime drama “Dead Heat on a Merry- Go-Round” (1966). After a small role in “Getting Straight” (1970), he decided not to let his career choices be dictated by financial concerns, so he turned to carpentry while he waited for the right role. Ford returned to features in 1977 when Lucas cast him again, this time as Han Solo, a renegade starship pilot who becomes a hero by default, in “Star Wars” – and the rest is history. As the film shattered box office records around the world, Ford’s performance came to define a new brand of scrappy hero for generations to come. Between the “Star Wars” sequels “The Empire Strikes Back” (1980) and “Return of the Jedi” (1983), and the Raiders sequels, Ford starred in a number of other memorable films. Strongly committed to environmental concerns, Ford is actively involved in a number of conservation groups. He serves on the Board of Directors of Conservation International. In Jackson, Wyoming he has donated 389 acres of his property for a conservation easement to the Jackson Hole Land Trust. His most recent awards are: Heart of the City Award from City Harvest for fighting hunger; NRDC – Forces for Nature; the Lindbergh Foundation for balance between technology and the environment. On May 30, 2003, he received a star on the Hollywood Walk of Fame.
  • 14. From: www.celebritywonder.com
  • 15. Gêneros: Objetos de ensino Elementos-chave das interações pela linguagem e do desenvolvimento da competência comunicativa dos alunos por meio da LE: textos de vários gêneros textuais. Criar condições para a construção dos conhecimentos dos alunos para as práticas de linguagem em situações do dia-a-dia.
  • 16. Primeiro estágio: Reading Comprehension Gênero do cotidiano do aluno Terceiro Estágio Listening Comprehension Segundo estágio: Writing Mesmo Gênero que foi lido no primeiro estágio Escrita como processo de colaboração Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Quarto Estágio Speaking Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisESCRITOS. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisORAIS. Integração dos dois eixos articuladores
  • 17. 1. as capacidades de ação - condições de produção do texto = contextualizando 2. as capacidades discursivas - organização interna do texto, incluindo o layout da página e os elementos não-verbais = caracterizando 3. as capacidades linguístico-discursivas - elementos léxicos e sistêmicos que formam a teia (tessitura) do texto ou que contribuem para a organização do texto de cada gênero específico = compreendendo Ações de ensino: desenvolvimento das TRÊS capacidades da linguagem
  • 18. Primeiro estágio: Reading Comprehension Gênero do cotidiano do aluno Terceiro Estágio Listening Comprehension Segundo estágio: Writing Mesmo Gênero que foi lido no primeiro estágio Escrita como processo de colaboração Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Quarto Estágio Speaking Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisESCRITOS. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisORAIS. Integração dos dois eixos articuladores
  • 19. As capacidades de ação, isto é, o reconhecimento do gênero e de sua relação com o contexto de produção e mobilização de conteúdos. Situação de produção – Autor – Destinatário – Objetivo – Conteúdo – Espaço social de produção – Momento histórico da produção – Meio de veiculação. Quem escreveu, para quem, com qual propósito, como, onde? TRÊS Capacidades de Linguagem
  • 20. A capacidade de ação (contexto de produção) pode ser considerada uma das características mais importantes dos gêneros, pois, orienta o aluno para a leitura adequada e crítica do texto. TRÊS Capacidades de Linguagem Quem escreve? Sobre o quê? Para quem? Para quê? De que forma? Quando? Onde?
  • 21. As capacidades discursivas, isto é, o reconhecimento do plano textual geral de cada gênero, os tipos de discurso e de sequência mobilizados A organização interna mostra a presença dos componentes comuns aos textos do mesmo gênero. TRÊS Capacidades de Linguagem Interpretação: Escolha de palavras. Sequência da argumentação. Uso de imagens e de citações. Elos coesivos. Modalizadores etc.
  • 22. As capacidades lingüístico-discursivas, isto é, o reconhecimento e a utilização do valor das unidades linguístico-discursivas inerentesa cada gênero para a construção do significado global do texto TRÊS Capacidades de Linguagem Pronomes: elos coesivos. Conjunções: elos argumentativos. Modais: modalização. Tempos verbais: sequência temática etc.
  • 23. O ensino de inglês sob a perspectiva do desenvolvimento do letramento crítico dos alunos propõe atividades variadas que visam “problematização para ensinar e aprender” inglês. Deve também enfatizar o desenvolvimento de atitudes relacionadas à responsabilidade social. Nesta perspectiva, o foco também recai na potencialização da competência de “nativos digitais” dos alunos do EF. Letramento crítico de “nativos digitais”
  • 24. EIXO Articulador 1: compreensão e produção de gêneros orais EIXO Articulador 2: compreensão e produção de gêneros escritos Ações de Ensino e Aprendizagem em LE: Desenvolvimento das três capacidades de linguagem. Elementos-chave: textos de gêneros textuais diferentes
  • 25. Primeiro estágio: Reading Comprehension Gênero do cotidiano do aluno Terceiro Estágio Listening Comprehension Segundo estágio: Writing Mesmo Gênero que foi lido no primeiro estágio Escrita como processo de colaboração Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Quarto Estágio Speaking Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisESCRITOS. Eixoarticulador1:compreensãoeprodução degênerostextuaisORAIS. Integração dos dois eixos articuladores
  • 26. Desenvolvimento das três capacidades Capacidade de ação Capacidade discursiva Capacidade lingüístico-discursiva Eixos articuladores ( 1 & 2) organizados em torno de um tema Terceiro Ciclo Primeiro estágio: Reading Comprehension Gênero do cotidiano do aluno Third Stage Listening Comprehension Second Stage: Writing Mesmo Gênero que foi lido no primeiro estágio Desenvolvimento das três capacidades Mobilização de conhecimentos Estratégias Reflexão: aspectos discursivos e lingüístico-discursivos do discurso escrito Postura Crítica Sistematização de aspectos lingüístico-discursivos Escrita como processo de colaboração Colaboração entre pares Scaffolding do professor Revisões, re-escritas Versão final e “publicação” Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Desenvolvimento das três capacidades Mobilização de conhecimentos Estratégias Reflexão: aspectos discursivos e lingüístico-discursivos do discurso oral Postura Crítica Desenvolvimento das três capacidades Uso de “role plays” Fourth Stage Speaking Gênero do cotidiano do aluno relacionado ao tema do módulo de ensino. Links - Keep in Mind (PNLD) Mobilização de conhecimentos Estratégias Postura Crítica
  • 27. Papel do Professor Nível de desenvolvimento real Competência real Atuação independente Nível de desenvolvimento potencial Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) Scaffolding InterAAÇÃOÃO-- MediAÇÃO Gêneros + Letramento Crítico Letramento Digital Proposições Curriculares + Learning Cycle
  • 28. Reading comprehension (Three language capacities, Bronckart, 2003) Debate: Como desenvolver as capacidades de ação?
  • 29. Debate: Como desenvolver as capacidades discursivas dos alunos em relação a este verbete? Debate: Como desenvolver as capacidades linguístico-discursivas dos alunos em relação a este verbete? Debate: Como desenvolver o letramento crítico e o digital dos alunos em relação a este verbete?
  • 30. Listening comprehension Debate: Como desenvolver as três capacidades de linguagem dos alunos em relação a este vídeo? Debate: Como desenvolver o letramento crítico e o digital dos alunos em relação a este vídeo? http://www.youtube.com/watch?v=qrEPSACrLmA&feature=related
  • 31. Create a set of slides to tell your classmates, teachers, parents, school community, neighbors to stop littering. Write a first draft. Review it. Exchange with a peer. Re-write. Edit. Create a nice layout. Illustrate your slides. WRITING Look around you. Are your classroom and school clean or dirty? Are the streets in your city clean or dirty? E o desenvolvimento das capacidades de linguagem do aluno? E o desenvolvimento do letramento crítco e digital do aluno?
  • 32. Present your set of slides to your classmates. Prepare for the presentation. Give your talk. Keep eye contact with the audience. Answer their questions. At the end of all presentations, you can sing a song about the Three R’s of the environment. SPEAKING E o desenvolvimento das capacidades de linguagem do aluno? E o desenvolvimento do letramento crítco e digital do aluno?
  • 33. "The 3 R's” By Jack Johnson Three it's a magic number Yes it is, it's a magic number Because two times three is six And three times six is eighteen And the eighteenth letter in the alphabet is R We've got three R's we're going to talk about today We've got to learn to Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle If you're going to the market to buy some juice You've got to bring your own bags and you learn to reduce your waste And if your brother or your sister's got some cool clothes You could try them on before you buy some more of those Reuse, we've got to learn to reuse And if the first two R's don't work out And if you've got to make some trash Don't throw it out Recycle, we've got to learn to recycle, We've got to learn to Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle Reduce, Reuse, Recycle Because three it's a magic number Yes it is, it's a magic number 3, 3, 3 3, 6, 9, 12, 15, 18, 21, 24, 27, 30, 33, 36 33, 30, 27, 24, 21, 18, 15, 12, 9, 6, and 3, it's a magic number http://www.youtube.com/watch?v=U6IbRSRe8MQ
  • 34. Going beyond Projects A green day at school About global warming (Science - Geography - Portuguese). The WEB Quizzes, Testimonials, Further reading and listening tasks Creation of a webpage. http://www.roscommoncoco.ie/services/environment.html http://www.ennistowncouncil.ie/environment/litter_management.html
  • 35. Gêneros Escritos Gêneros Orais Perfil pessoal. Homepage. Glogster. Cartão/ Ficha de Identificação. Combinados. Quiz. Marcador de livro. Crachá. Lista. Depoimentos. Calendário. Agenda. Lembrete. Biografia. Diário (pessoal, de viagem). Blog posts. Rótulo. Infográficos (ícones, diagramas e gráficos, mapas, placas). Slogans. Bingo cards. Guia turístico. Piadas. Letras de música. Resenhas. Resumos. Slides. E-mail. E-book. Short-stories. Raps. Poemas. Contos. Fábulas. Conversa informal. Perfil pessoal. Depoimentos. Entrevista. Anúncios. Programas (de rádio ou de TV). Podcast. Piadas. Letras de música. Slide presentations. Documentário. Vídeos. Trava- línguas. Short-stories. Chants. Raps. Poemas. Contos. Fábulas. PNLD: Não há atividades para a aprendizagem das características de textos de vários gêneros RME-BH: gêneros são os nossos objetos de ensino.
  • 36. LINKS KEEP IN MIND (PNLD) Gêneros não são trabalhados como objetos de ensino Existe a nomeação de alguns gêneros. Porém, as três capacidades da linguagem nunca são trabalhadas ou enfatizadas.
  • 37. LINKS / KEEP IN MIND (PNLD, 2010) Grande parte dos textos são conversas informais criadas pelos próprios autores. Estudo da gramática como um fim em si próprio. Atividades de aprendizagem extremamente artificiais. (Anos 70 dos preceitos em LA). Inexistem as fases de uma aula de leitura / de compreensão oral A escrita não é vista como processo. Pouca ou nenhuma ênfase com as condições de produção de um texto (que escreve, para quem, com qual propósito, como, etc. Pouca ou nenhuma ênfase com a preparação do aluno para falar inglês. Muito do que é proposto para as discussões orais está em LP.
  • 38. LINKS / KEEP IN MIND (PNLD, 2010) Grande parte dos textos são conversas informais criadas pelos próprios autores. Estudo da gramática como um fim em si próprio. Atividades de aprendizagem extremamente artificiais. (Anos 70 dos preceitos em LA). Inexistem as fases de uma aula de leitura / de compreensão oral A escrita não é vista como processo. Pouca ou nenhuma ênfase com as condições de produção de um texto (que escreve, para quem, com qual propósito, como, etc. Pouca ou nenhuma ênfase com a preparação do aluno para falar inglês. Muito do que é proposto para as discussões orais está em LP.
  • 39. Como vamos contornar o problema do ensino de inglês pelos livros do PNLD? • Pela aplicação do Learning Cycle às unidades dos livros do PNLD. • Pela criação de unidades de ensino seguindo o Learning Cycle. • Pelo uso dos gêneros textuais como objetos de ensino. • Pela integração dos recursos da Web à nossa prática pedagógica. • Pela potencialização da competência de “nativos digitais” dos nossos alunos do EF.
  • 40. Keep in touch please. Participate! Stand up for the quality of teaching/learning English at Public Schools! Together, we can make a difference! Obrigada pela atenção.

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