Copyright © 2002-2003, ESAB - Escola Superior Aberta do Brasil                              1
Tecnologia e Infra-Estruturas em Telecomunicações        Professor Luiz Sergio Rossetto da Silva                           2
CITAÇÃO DE MARCAS NOTÓRIAS        Várias marcas registradas são citadas no conteúdodeste módulo. Mais do que simplesmente ...
SUMÁRIO1.  INTRODUÇÃO2.  REQUERIMENTOS GERAIS3.  SELEÇÃO DE SITES4.  DESIGN, CONSTRUÇÃO E ATERRAMENTO DO SITE5.  TORRES DE...
IntroduçãoO curso de Infra-estruturas em sites de alvenaria, container ou shelter1 tempor objetivo informar e formar profi...
2 - REQUERIMENTOS GERAIS:                    fig. 1 Erb(celular) Serra das Tormentas-MGObserve que na fig. 1 temos a image...
Fig. 2 Est. Rep. Maranhão/Itaobim-MGSite construído em alvenaria sobre terreno gramado onde podemos observarque o aspecto ...
digital(microondas), no rack vertical de 19”(pol), que estabelece       olink(enlace) com a estação rádio repetidora na fr...
2.1 OPERAÇÃO DE TRABALHOOs equipamentos atendem integralmente às especificações quando emoperação nas seguintes condições:...
dos raios solares sobre qualquer equipamento da estação rádio base ouequipamento auxiliares2.4 INFRA-ESTRUTURA PREDIALPara...
2.7 - ESTOCAGEMOs equipamentos devem ser estocados em locais adequados, colocando-seuma proteção embaixo(chapa de madeira)...
Em seguida, durante o período de instalação, são realizadas limpezas diáriasao final do expediente, envolvendo basicamente...
Extintores;Devem ser evitados sistemas de combate a incêndio tipo sprinkler, pois aágua pode causar danos irreparáveis ao ...
Portanto é importante observar nos hidrantes quanto a sua utilização, poissempre na sua parte frontal é descrito para que ...
As precauções a serem tomadas para o manuseio do equipamento sãoapresentadas a seguir.DESCARGAS ELETROSTÁTICAS (ESD)Para a...
Evitar conexões e desconexões desnecessárias, pois a vida útil dos     contatos dos conectores é limitada;     Evitar a re...
liberação do terreno para que possa ser implantado o site. As informaçõesdeverão ser atualizadas semanalmente.3.3.3 CONSID...
Hoje várias empresas mantêm financiamento externo a exemplo daClaro(BCP), Vivo, Oi e Tess, pois o investimento em tecnolog...
Fig.18 Torre Celular: topo: sitema irradiante, abaixo Parabólica vazada do Link de                                        ...
Lembre-se que qualquer problema que ocorrer na rejeição do site o processotem que ser resolvido antes da implantação, para...
8. Analista de custo revisa cada pacote no local e aprova o andamento daobra.9. Responsabilidade do analista de custo, dep...
3.8 EQUIPAMENTO DE CAMPOOs parágrafos seguintes descrevem equipamentos a serem utilizados durantea obra do site3.8.1 VEÍCU...
3.8.1.1 SEGURANÇA AO DIRIGIRDirigir em regiões de difícil acesso é muito perigoso principalmente emmorros encostas, uma ve...
Dois rádios são úteis e necessários para comunicação entre colegas detrabalho: Engenheiros, supervisores e técnicos. També...
•  Observação quanto ao acesso de carga, verificar se existem restrições     quanto ao transporte e que condições de carre...
•     Ângulo de fricção interna   •     Força de pressão irrestrita e coesão   •     Tensão e pressão   •     Densidade da...
4.4.1 MÉTODOS DE PROVAOs métodos de prova são especificados na norma ANSI/IEEE STD 81, ondesão sugeridas as melhores perfo...
Portanto a figura acima, nos mostra uma idéia de como o teste deresistividade é executado. Sendo assim, não vamos nos apro...
Fig. 26 Mostra a malha de aterramento do site e torre, considerando as distâncias e pontos   de interligação das hastes eq...
O calculo de resistividade da área onde será instalada a torre para sedeterminar à distância ideal para enterrar as hastes...
•    Abertura de clareira e derrubada da vegetação  •    Instalação de barreiras de controle contra erosão  •    Escavando...
engenheiro responsável, bem como as condições da terra e       acompanhamento de toda a construção pelo mesmo.    3. O des...
Concluída a fundação, o tempo necessário para secagem do concreto erecomposição da superfície é de aproximadamente 28 dias...
Fig. 33 Guindaste colocando o container no local de instalaçãoApós a acomodação do container na base de concreto e complet...
Fig.34 Torre de cantoneira quadrada estaiada, altura 100m (Pico do Jaraguá – SP)Fig. 35 Torre triangular de barras de ferr...
Fig. 36 Torre de concreto cilíndrica com janelas, altura 110m Site de telecom. Cid. Tabira-PEObserve que as janelas são de...
Fig. 38 Torre de TV – Bandeirantes/Globo-Pico do Jaraguá/SP- altura 130mObserve que as torres de rádio e televisão são nor...
tanto, as antenas é direcionado de forma não interferir no sistema irradiantede outra ERB, situadas aproximadamente num ra...
Fig. 41 Os parafusos de fixação dos primeiros módulos da torre mede 2 metros de    comprimento, e estão concretados na fun...
Fig. 43 Placa de Identificação da Torre no siteA empresa responsável pela instalação da torre é obrigada a fixar esta plac...
Fig. 44 Sistema de balizamento noturno para orientação de aeronaves         Fig. 45 Para-raio Franklin instalado com cabos...
6 – FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS ANTENASCOMPONENTES ESSENCIAIS PARA UMA COMUNICAÇÃOWIRELESSA transmissão de informações entre ...
ANTENA RECEPTORA: Equipamento rádio-elétrico capaz de captar domeio de propagação os sinais provenientes da Antena Tx e le...
F – freqüência (MHz)λ - comprimento de onda (m)λ = 300 / f(MHz)Atenuação de espaço livre:Uma OEM propagando-se no espaço s...
O DECIBEL (dB) O decibel (dB) expressa logaritimamente a relação de amplitude entre duaspotências. Extremamente útil nas m...
POLARIZAÇÃO DE UMA ANTENAA polarização de uma antena é a direção de oscilação do campo elétricogerado pela mesma. O plano ...
Em um sistema de comunicação opta-se pela polarização mais adequadapara o serviço em questão, visando minimizar efeitos de...
Os resultados obtidos são geralmente normalizados. Ao máximo sinalrecebido é dado o valor de 0 dB, facilitando a interpret...
LÓBULOS EM UM DIAGRAMA DE IRRADIAÇÃOUm diagrama de irradiação deve ser apresentado em um dos planoscitados com uma amostra...
Fáceis de interpretar, os lóbulos são identificados pelo ângulo e amplitude.O lóbulo principal define os ângulos de ½ potê...
Ângulos de Meia Potência (-3dB)Os ângulos de meia potência são definidos pelos pontos no diagrama ondea potência irradiada...
DIRETIVIDADE DE UMA ANTENAÉ a relação entre o campo irradiado pela antena na direção de máximairradiação e o campo que ser...
IMPEDÂNCIA             53
A Impedância de uma antena é a relação entre a tensão e a corrente emseus terminais, consideradas às amplitudes e fase das...
ele é resultante da diferença entre a impedância da linha de transmissão e aimpedância de uma determinada carga ou antena....
6 – ANTENAS Vamos demonstrar para os alunos os tipos de antenas mais usuais em sites de telecomunicações e suas dimensões:...
Fig. 47 Antenas parabólicas sólidas – Bandas ISM 2.4GHz e 5.8GHz       Na tabela do acima do fabricante ANDREWS temos: O m...
Fig. 48 Antenas parabólicas Rondômica na faixa de freqüência 335MHz a 58,2GHz e também     temos antenas que trabalham em ...
Fig. 50 Tabela de especificações do fabricante TSM Fig. 51 Mostra antenas Yag para Celular e WLL.                        59
Fig. 52 Tabela de especificações do fabricante TSMFig. 53 Tabela de especificações do Fabricante spread spectrum          ...
Fig. 54 Antena parabólica GE faixa de freqüência Celular           Fig. 55 Antena Omni irradiação 360 grausFig. 56 Paraból...
Fig. 57 Antenas Painel setorial vertical para sistema irradiante celular(ERB)                    Fig. 58 Tabela de especif...
Fig. 59 Cabo de flexível RF heliax 50 ohms                Fig. 60 Cabo de RF Heliax 50 ohms super flexível    Diâmetro em ...
Fig. 62 Mostra conector macho reto e angular com pino central cativoDiâmetro em polegadas 3/8Dielétrico espumaFreqüência m...
Diâmetro em polegadas 7/8Dielétrico espumaFreqüência máxima 5,4GHzPotência de Pico 91,2KWAtenuação freq. 849MHz – dB/100m=...
Fig. 68 Conector macho e fêmea para cabo de 7/8 ““.Fig. 69 Mostra os tipos de adaptadores NF(N fêmea), NM(N macho)      Fi...
Fig. 72 Mostra adaptador N para BNCDIVISORES E SOMADORES DE POTÊNCIASão largamente utilizados quando desejamos na saída de...
Fig. 74 Tabela de modelos e especificações técnicasFERRAMENTA DE CORTE PARA CABOS COAXIAIS          Fig. 75 Mostra a ferra...
Fig. 76 Após abertura da isolação do cabo com o clivador inicia-se a preparação para                              colocaçã...
Fig. 78 Mostra o içamento manual do cabo, utilizando-se uma corda e carretilha instalada no                               ...
Fig. 79 Mostra isolando o conector que liga o cabo 7/8”com o rabicho da antenaKIT DE ATERRAMENTO PARA CABOS COAXIAS       ...
Fig. 81 Mostra chapa perfurada para entrada do cabo de RF     Fig. 82 Aterramento dos cabos no Meio da torre              ...
KIT DE VEDAÇÃODevemos sempre vedar a entrada e saída de cabos no site para evitar aentrada de insetos, umidade e poeira na...
Fig. 84 Tabela do dispositivo de passagem         Fig.85 Kit de Vedação                   74
8 – APRESENTAÇÃO DOS PROTETORES CONTRA SURTO PARA CABOSCOAXIAIS      Estes componentes são de suma importância para proteç...
Fig. 89 Centelhador a gás com tubo substituível, resposta de freqüência de 0 a 2500MHz.     Fig.90 Mostra Protetor de surt...
Fig. 91 Protetor para ser ligado à rede elétrica 110/220vFig. 92 Protetor para equipamentos ligados à linha telefônica fab...
10 – ATERRAMENTO E SPDA: SOLDA EXOTÉRMICASISTEMA DE ATERRAMENTOPara a efetiva proteção de pessoas e equipamentos eletrônic...
por vezes explicada pelo fato de se comercializarem hastes com camada de                 cobre inferior ao estabelecido pe...
fig. 94Fig. 95  80
Fig. 96Fig. 97  81
Fig.98Fig. 99  82
Fig. 100Fig. 101  83
Fig. 102Fig. 103  84
Fig. 104                               Fig. 105Portanto os alunos agora sabem da importância de um bom aterramento etambém...
Fig. 106 e 107 Mostra caixa de inspeção do aterramento no site e a solda isotérmicaSalientamos que toda a parte externa do...
11.1 – Infra-estrutura da instalaçãoAlém dos requisitos já apresentados, os equipamentos que compõe a ERBnão requerem nenh...
Sistema de proteção contra descargas atmosféricas;     Sistema de ar-condicionado;     Fonte em corrente-contínua e bateri...
1. Executar a marcação dos pontos a serem furados para fixação           dos perfilados de sustentação do esteiramento e i...
Fig. 108 Mostra desenho em auto-cad do esteiramento na sala de equipamentos, largura                                      ...
Fig. 109 Cantoneiras altamente resistente sobre a base de cimento com altura de 1metro    Fig. 110 Banco de Baterias na sa...
As baterias foram desenvolvidas com tecnologia SPV especialmente para solucionar problemas associados à alta temperatura c...
Fig. 113 Sala de equipamentos: Tabela abaixo relaciona o numero com a posição do                                  equipame...
Cada serviço de substituição ou implantação de equipamentos na sala requerum layout geral da situação. Para tanto, temos a...
Fig. 116 Lay-out sala de equipamentosNa figura a seguir temos o Lay-Out do esteiramento da respectiva sala dafigura anteri...
Fig. 117 Esteiramento vista planta, para acomodação de cabos.A figura abaixo mostra a marcação dos fusíveis do banco de ba...
Na figura abaixo temos em auto-cad desenho de canalização subterrânea emvia pública, onde normalmente em sites de centrais...
Fig. 120 Mostra o esteiramento e a acomodação/amarração de cabosVale salientar que os cabos de energia não podem ser amarr...
Fig. 121 Mostra quadro de filaO quadro de fila tem a função de distribuir a alimentação de 48Vcc ou 24Vccpara os equipamen...
Fig, 124 Mostra quadro de distribuição de energia CC/CA para utilização em racks                 Fig. 125 Mostra unidade d...
Fig. 126 Mostra sistema retificador (SR) em 24Vcc e 48Vcc.Fig. 127 Retificador chaveado para sub-bastidor 19 polegadas    ...
Fig. 128 Conversores DC/DCA tabela abaixo mostra as especificações técnicas de alguns conversoresdisponíveis no mercado   ...
GRUPO MOTOR GERADOR DE ENERGIA São largamente utilizados em sites de telecomunicações, e tem a função de restabelecer a en...
Fig. 131 Gerador Eólico de hélice de fibra de carbonoFig. 132 Gráfico da velocidade do vento em relação à potência de saíd...
12 – TIPOS DE SHELTER MÓVEIS                          Fig. 134 Micro célula móvel                          fig. 135 Erb mó...
12.1 – EQUIPAMENTOS DE TESTES, PROSPECÇÃO EM CAMPO ESURVEY.Vamos apresentar a seguir todos os equipamentos que são utiliza...
Este mastro tem a finalidade de teste de sinal em campo, e que pode seracoplado qualquer tipo de transmissor/receptor.    ...
Fig. 140 Mostra ao topo 2 antenas diretivas para teste de sinal e em sua          base uma plataforma com ancoragem na rod...
Fig. 142 Mostra equipamento de survey para celularFig. 143 Mostra not book e equipamento de monitoração de espectro       ...
Fig. 145 Mostra distribuição interna no furgão Fig. 146 Estação rádio base móvel rebocável com grupo motor gerador e ar co...
Fig. 147 Teste de telefone celular GSM/GPRS-mod. 6111•   Fabricante: RACAL Instruments•   Banda de teste de 850MHz, 900MHz...
Apresentaremos o poderoso equipamento de teste de protocolo paratelefones celulares CDMA 2000(Modulação por pulsos codific...
Fig. 150 Kit outdoor para TEMS transmissão GSM 1800O equipamento acima é um transmissor fabricado pela Ericsson, modeloTEM...
Fig. 151 Medidor digital FlukeEste medidor alicate serve para medir resistividade do aterramento do site,consumo de corren...
Outro instrumento indispensável é o watimetro, para medidas de Potência detransmissão direta ou refletida. Com estes instr...
Fig. 154 Mostra exemplos de medidas do transmissor amplitude X PotênciaFig. 155 Mostra o Wattímetro Bird 43, largamente ut...
A Tabela abaixo é bastante útil para o Técnico em campo, pois forneceinformações de conversão de potência dBm X Watts.    ...
Para instalação de enlaces de rádio digital, localização do site eposicionamento de antenas conforme azimute, apresentamos...
O alinhamento das antenas é um dos itens mais importantes para o bomfuncionamento do sistema rádio.O alinhamento é um proc...
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Módulo i   tecnologia e infra-estrutura
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Módulo i tecnologia e infra-estrutura

4,906

Published on

0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
4,906
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
104
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Módulo i tecnologia e infra-estrutura

  1. 1. Copyright © 2002-2003, ESAB - Escola Superior Aberta do Brasil 1
  2. 2. Tecnologia e Infra-Estruturas em Telecomunicações Professor Luiz Sergio Rossetto da Silva 2
  3. 3. CITAÇÃO DE MARCAS NOTÓRIAS Várias marcas registradas são citadas no conteúdodeste módulo. Mais do que simplesmente listar essesnomes e informar quem possui seus direitos de exploraçãoou ainda imprimir logotipos, o autor declara estarutilizando tais nomes apenas para fins editoriaisacadêmicos. Declara ainda, que sua utilização têm comoobjetivo, exclusivamente na aplicação didática,beneficiando e divulgando a marca do detentor, sem aintenção de infringir as regras básicas de autenticidade desua utilização e direitos autorais. E por fim, declara estar utilizando parte de algunscircuitos eletrônicos, os quais foram analisados empesquisas de laboratório e de literaturas já editadas, quese encontram expostas ao comércio livre editorial. 3
  4. 4. SUMÁRIO1. INTRODUÇÃO2. REQUERIMENTOS GERAIS3. SELEÇÃO DE SITES4. DESIGN, CONSTRUÇÃO E ATERRAMENTO DO SITE5. TORRES DE TELECOMUNICAÇÕES6. TIPOS DE ANTENAS7. CABOS COAXIAIS, CONECTORES, ADAPTADORES, KIT DEATERRAMENTO E VEDAÇÃO8. PROTETORES CONTRA-SURTOS PARA CABOS COAXIAIS9. PROTETORES PARA REDE ELÉTRICA DE BAIXA TENSÃO10. ATERRAMENTO E SOLDA EXOTÉRMICA11. INFRA-ESTRUTURAS PARA INSTALAÇÃO DE Erbs.12. TIPOS DE ABRIGOS MÓVEIS, EQUIPAMENTOS DE TESTE,PROSPECÇÃO EM CAMPO E SURVEY.13. PROJETO EXECUTIVO14. INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE SITE DE TELECOMUNICAÇÕES 4
  5. 5. IntroduçãoO curso de Infra-estruturas em sites de alvenaria, container ou shelter1 tempor objetivo informar e formar profissionais de diferentes segmentos quantoaos procedimentos básico de implantação e normas que devem ser seguidaspara padronização dos serviços de instalação das infra-estruturas e dosequipamentos que compõem uma Estação rádio base(celular), CentralPública, repetidora rádio. estação trunking de rádio comunicação e armárioóptico.Procuramos trazer ao aluno as especificações e instruções, com máximo dedetalhes tais como: imagens de infra-estruturas e equipamentos instaladoscom comentários de experientes Engenheiros e Técnicos que atuam nosegmento de telecomunicações a mais de 20 anos em todos os estados doBrasil.1 Container. 5
  6. 6. 2 - REQUERIMENTOS GERAIS: fig. 1 Erb(celular) Serra das Tormentas-MGObserve que na fig. 1 temos a imagem do container de 2,5m x 5,00m emaço inox instalado sobre suportes de ferro galvanizado a fogo, em umasuperfície de concreto usinado. A proteção externa é feita com cerca dearame inox, fixado nas vigas de concreto, instalado na área pré-definida,com arame farpado ao topo, protegendo assim contra invasões. Os sites decontainer são largamente utilizados para abrigar equipamentos de rádio,Erbs(celular) e centrais telefônicas, pois oferecem segurança e fácilinstalação, principalmente em lugares acidentados ou quando a construçãoem alvenaria se torna inviável, devido ao alto custo e dificuldade de acessoao local. 6
  7. 7. Fig. 2 Est. Rep. Maranhão/Itaobim-MGSite construído em alvenaria sobre terreno gramado onde podemos observarque o aspecto externo obedece às mesmas condições de instalação do siteanterior, mas podemos visualizar e definir que se trata de uma estação rádiorepetidora da Embratel, pelas características de instalação das antenas natorre, tais como: torre quadrática de cantoneira e circular, altura: 20m, doispares de antenas parabólicas sólidas, instaladas em direções opostas, o queevidencia a recepção do sinal de uma determinada localidade e aretransmissão para a direção oposta. Vale lembrar estas dicas, pois auxiliana definição e emprego do site quando observado a distância. Fig.3 Armário Central PúblicaApresentamos o armário climatizado, onde é condicionada a placa deinterface de comunicação de 6 fios (Rx, Tx e sinalização) para 2 fios linha a eb, 48vcc, para conexão como assinante ou seja é uma central de comutaçãotelefônica até 1000 mil assinantes. Os shelter está sendo largamenteutilizado para instalação de telefones em povoados (regiões com até 1000habitantes). Montado sobre uma sapata de concreto usinado com tubulaçãosubterrânea em direção a torre que leva os cabos de RF (rádio freqüência)até as antenas. No interior do bastidor possibilita a instalação do rádio 7
  8. 8. digital(microondas), no rack vertical de 19”(pol), que estabelece olink(enlace) com a estação rádio repetidora na freqüência de 2mbits.Na figura abaixo observe o ar condicionado(split) na porta do shelter paraevitar super aquecimento dos equipamentos e placas no interior uma vezque o mesmo é todo vedado. Fig.4 Armário com a porta frontal aberta Fig.5 Alinhamento do rádio digital MDS Fig. 6 Cabo de RF saindo da tubulação subterrânea do shelter e fixado na torre para conexão na antena 8
  9. 9. 2.1 OPERAÇÃO DE TRABALHOOs equipamentos atendem integralmente às especificações quando emoperação nas seguintes condições: Umidade relativa de 5% a 65%, sem condensação. Temperatura de 0 a 55 graus C2.2 TRANSPORTE E ARMAZENAMENTOOs equipamentos acondicionados para armazenamento e transporte nãosofrem danos ou alterações permanentes quando submetidos às condições: Temperatura de -40 a 70 graus C Umidade relativa de 5% a 80%, sem condensação.2.3 Condições do localO local de instalação dos equipamentos é fundamental para o bomdesempenho e durabilidade dos mesmosA sala onde serão instalados os equipamentos deve ser limpa, desimpedida eter pisos e paredes revestidos.As portas para acesso dos equipamentos a serem instalados devem serdimensionadas de modo a permitir a entrada dos equipamentos, mesmoquando estiverem embalados para transporte.O espaço requerido pelo equipamento é determinado tornando-se como baseà área ocupada(área de alocação) e a área requerida(área operacional) paraacesso de cada componente do sistema. Devem ser previstos espaços paraexpansões futuras.Em locais sujeitos a vibrações, os equipamentos deverão ser instalados embase isolada e sempre deverão ficar apoiados sobre superfície plana. Toda afiação poderá ser encaminhada através de leitos de cabos aéreos. As salasdevem possuir piso tipo vinil, cerâmico ou equivalente, e a pintura doteto/paredes devem ser à base de látex, PVA ou poliuretano.Todo o equipamento que compõe a estação incluindo fonte de energia CC,baterias seladas e quadros auxiliares são instalados no mesmo ambiente.No ambiente das estações devem ser utilizados condicionadores de ar. Deveser tomado um cuidado especial no sentido de se evitar a incidência direta 9
  10. 10. dos raios solares sobre qualquer equipamento da estação rádio base ouequipamento auxiliares2.4 INFRA-ESTRUTURA PREDIALPara a capacidade total das estações com 96 canais, a sala deverá terdimensões suficientes para alocação de todos os bastidores dispostospreferencialmente em uma única fila, embora outros tipos de disposiçõessejam viáveis, sendo que a área mínima ocupada é de aproximadamente 21metros quadrados. Fig. 7- Container com Cond. de Ar (Split)2.5 - PISOO piso deve ser dimensionado para suportar cargas distribuídas de500Kg/m2.A superfície do piso deve ser isolada eletricamente com uma resistência de 1megaohm ou mais; por meio de pisos do tipo "paviflex" ou cerâmicos, porexemplo.2.6 - TRANSPORTETodos os locais a serem utilizados por ocasião da instalação devem ter ocaminho livre e desimpedido, para que a locomoção do pessoal e otransporte de equipamentos não ofereçam nenhum risco.O piso deve estar limpo e devidamente protegido contra o transporte ou aacomodação de unidades ou pilhas de material pesado. Podem ser utilizadaschapas prensadas ou de compensado como proteção.As embalagens são do tipo palet, na qual um equipamento é fixado em umabase de madeira e envolvido por uma caixa de papelão, aberta na parteinferior, que é grampeada na base de madeira.Os batentes das portas e janelas, colunas, quinas de paredes, devem estardevidamente protegidos, especialmente durante o trabalho pesado. 10
  11. 11. 2.7 - ESTOCAGEMOs equipamentos devem ser estocados em locais adequados, colocando-seuma proteção embaixo(chapa de madeira) e evitando-se a formação depilhas com caixas de tamanhos diferentes. Os equipamentos devem estardevidamente embalados; se algum material estiver desembalado, deverá sercoberto com folhas plásticas de proteção.O local de estocagem deve possuir uma cobertura com boa resistência evedação, de forma a impedir que as embalagens possam sofrer a ação diretado sol, chuva, geada, granizo ou neve.Deve-se evitar também que asembalagens possam ser contaminadas por fluídos indesejáveis, tais comogases, água ou tinta e cuidar para que as embalagens não sofram ataquesde natureza biológica, especialmente por insetos, pássaros e roedores.2.8 LIMPEZAPara evitar poeira e/ou detritos nas salas de equipamentos, deve-se cuidarda limpeza e proteção contra o pó, principalmente quando se tratar deinstalação em prédio que já possua equipamentos em operação normal.Inicialmente é feita uma limpeza geral, antes da entrada e montagem dosequipamentos. Devem ser removidos resíduos de metal e de concreto,pedaços de fios e cabos, bem como inscrições e desenhos não apagados.Após a entrada dos equipamentos no local de instalação, é realizada umalimpeza objetivando a eliminação de pó que aderiu aos equipamentosdurante o processo de transporte, entrada e locomoção. Utilizando-se umaspirador de pó, pode-se obter uma limpeza mais eficiente. Fig.8 Aspirando o pó da Controladora do Trunking Motorola sistema Amss 11
  12. 12. Em seguida, durante o período de instalação, são realizadas limpezas diáriasao final do expediente, envolvendo basicamente a limpeza do piso(entrada/saída/corredores).Finalmente, antes da ativação e testes iniciais, é realizada uma limpezaespecial, visando eliminar os restos de solda, pedaços de fios, etc.,eventualmente espalhados dentro dos equipamentos.O serviço de limpeza deve iniciar-se na parte superior do local de instalação,passando para o equipamento e finalizando com a limpeza do piso. Fig.9 Prevenção de Acidentes2.9 - CUIDADOS GERAISNas obras de instalação, os trabalhos devem ser executados tendo sempreem mente a prevenção contra acidentes. A prática mostra que o maior partedos acidentes é ocasionado por falha humana, portanto, existe a necessidadede se dispor em ordem o pessoal, os aparelhos e as ferramentas no local detrabalho. Também, deve-se atentar ao estado de saúde do pessoal envolvidona obra, controlando-os para que executem os trabalhos nas melhorescondições possíveis.Todos os pontos que apresentam risco devem estar claramente identificadoscom os sinais correspondentes de perigo (padrão internacional), como porexemplo: Alta tensão; Material inflamável; Material corrosivo; Proibido fumar.Analogamente, todos os mecanismos de prevenção contra os pontos queapresentam risco devem estar claramente identificados, como por exemplo: Saídas de emergências; 12
  13. 13. Extintores;Devem ser evitados sistemas de combate a incêndio tipo sprinkler, pois aágua pode causar danos irreparáveis ao equipamento.2.10 Manuseio Fig 11 Cuidados ao manusear equipamentos Fig 12 atenção perigo de morte para operador Fig. 13 Cuidado ao manusear pode ocorrer danos ao equipamentoTemos abaixo as classes dos extintores e sua utilização: "A" aplicar somente em papeis e derivados de celulose "B" aplicar somente em líquidos inflamáveis "C" aplicar somente em equipamentos energizados 13
  14. 14. Portanto é importante observar nos hidrantes quanto a sua utilização, poissempre na sua parte frontal é descrito para que tipo de foco de incêndiopode ser aplicado. A observância pode evitar danos pessoais e materiais. Fig.14 classificação mundial dos hidrantes Fig.15 Hidrante especifico para equipamentos energizadosO hidrante da fig. 15 normalmente é utilizado para sites detelecomunicações, e quando acionado libera um gás que elimina o oxigêniono interior do site, apagando o foco de incêndio sem causar danos aosequipamentos instalados. Vale destacar que o custo de instalação é elevadoe também o gás Allon que contém no cilindro, Lembramos os profissionaisque visitam os sites, que possui este hidrante, ao abrir a porta observar se oalarme do mesmo não está disparado ou com vazamento em sua válvula,caso afirmativo permanecer com a porta aberta e aguardar pelo menos 30minutos para entrar no site, evitando assim inalar o gás que é prejudicial àsaúde.2.11 PRECAUÇÕES DE MANUSEIO 14
  15. 15. As precauções a serem tomadas para o manuseio do equipamento sãoapresentadas a seguir.DESCARGAS ELETROSTÁTICAS (ESD)Para a proteção de itens sensíveis a descargas eletrostáticas (ESD), deve-se: Manuseá-los somente em áreas devidamente protegidas contra descargas eletrostáticas, utilizando-se de todos os materiais disponíveis de proteção, como por exemplo: manta, calçadeira, pulseira antiestática, tira de aterramento e cera condutiva. Transportá-los e/ou armazená-los somente em container ou invólucros blindados estaticamente como canaletas e espumas condutivas e saco condutivo. São utilizados dois símbolos internacionais para orientação da proteção da ESD nos equipamentos, apresentados na fig.16.CONTAMINAÇÃO IÔNICAPara proteção de itens sensíveis a contaminação iônica, deve-se: Manuseá-las somente pelas bordas, utilizando-se de todos os materiais disponíveis de proteção, como por exemplo: luvas de algodão (que não soltem fiapos) e extratores de placa. Limpá-los somente com álcool isopropílico, utilizando-se de um pincel (que não solte fibras). Fig.17 Kit de Proteção facial e álcool isopropílico2.12 - CONFIABILIDADE Para manter a confiabilidade do produto, deve-se: 15
  16. 16. Evitar conexões e desconexões desnecessárias, pois a vida útil dos contatos dos conectores é limitada; Evitar a realização de testes e medições com o produto ativado, para não provocar erros de operações decorrentes de eventuais curtos- circuitos; Utilizar somente cabos blindados para a conexão de eventuais periféricos; Certificar-se da correta posição e fixação de cabos e unidades, ao conectá-los e desconectá-los; Manter distante todos os elementos e materiais que possam interferir no funcionamento do produto, e vice-versa.3 - SELEÇÃO DE SITESEste capítulo contém diretrizes para integrar o processo de aquisição delocal, o processo cronológico, responsabilidades e custo.3.1 INTRODUÇÃOHistoricamente, a empresa que implanta o site, controla a aquisição do localcomo uma atividade independente. Porém, embora assim parte do processonão pode ser feita por qualquer pessoa e sim por um vendedor especializadoque tem como atribuição, levantar dados de instalação, saber negociar com odono do terreno, para não haver demora no processo e também custosadicionais. As tarefas descritas neste capítulo são organizadas e como elasacontecem tipicamente em um projeto.3.2 VENDEDOR E SUAS RESPONSABILIDADES3.2.1 CLIENTE INTERFACEUma relação boa relação com a empresa que quer implantar o site e o donodo terreno sempre resulta em um custo baixo para aquisição. Podemos citarexemplos de relação num esforço conjunto entre empresa e proprietário dolocal, onde muitas vezes o terreno está abandonado e sem utilização, e coma implantação do site chega a ser valorizado e trazendo renda mensal paraseu proprietário.O vendedor precisa atuar como um consultor onde colocará em discussão osprogressos e problemas que poderá ocorrer na implantação.Cabe ao vendedor criar uma lista de aferição da situação do terreno eidentifique o mais cedo possível todos os assuntos ligados a regularização e 16
  17. 17. liberação do terreno para que possa ser implantado o site. As informaçõesdeverão ser atualizadas semanalmente.3.3.3 CONSIDERAÇÕES POLÍTICASA empresa que implanta sites deve ter uma posição com objetivos públicos,ou seja, que seu investimento deva trazer desenvolvimento e se aproximecom as políticas do administrador público local.Se a construção do site e sua respectiva torre forem na área de umaentidade pública, onde o zoneamento local permite tal construção, talempreendimento pode trazer para a empresa redução do custo deimplantação e aquisição da área, uma vez que a região será beneficiada coma implantação em todos aspectos. Há casos que a lei de zoneamento localnão permite a construção de torres, mas a própria entidade fica responsávelde designar outra localidade próxima e autorizar a construção haja vista suaimportância como fator de progresso. Podemos destacar áreas de utilidadepública onde a empresa executora do projeto fica encarregada de arrendar esó pagar os impostos para a construção do site.3.3.4 - TÍTULO DE PROPRIEDADEA empresa que obtém o arrendamento ou locação do terreno paraimplantação do site ela pode adquirir o titulo de propriedade para exploraçãodo solo pelo tempo que prevê a permanência do funcionamento dos serviçosde telecomunicações bem como a formalização de uma apólice de seguropara garantir o seu patrimônio.3.3.5 FINANCIAMENTO DE PROJETOA empresa de Telecomunicações que irá implantar o site, de posse das informações de seu vendedor (consultor), que localizou o terreno e tambémrealizou reuniões com o proprietário para saber o valor venal e também delocação, dará início ao orçamento do projeto, planilhando todos os valores:de contrato, planta de aprovação nos órgãos competentes e finalmente aobra de infra-estruturas e equipamentos. O terreno oferecido peloproprietário na categoria de locação, não pode ser inferior a 5 anos. Paratanto existe uma lei determina o prazo para fins comerciais.Normalmente o financiamento de todo empreendimento fica a cargo de umBanco internacional onde a empresa de Telecomunicações é associada. Parase ter uma idéia a construção de um site com infra-estruturas, torre e todosos equipamentos fica na ordem de U$ 400.000,00(quatrocentos mil dólares). 17
  18. 18. Hoje várias empresas mantêm financiamento externo a exemplo daClaro(BCP), Vivo, Oi e Tess, pois o investimento em tecnologia é muitoelevado e o retorno do capital investido podem durar anos.3.4 - FATORES IMPORTANTES PARA SELEÇÃO INICIAL DO SITE.A aquisição do local depende tanto do Consultor como também do corpotécnico da empresa de telecomunicações que irá implantar o site.Não apenas é encontrar o local, mais também fazer medições e observaçõespara sua operação. Descrevemos abaixo os passos importantes de carátertécnico que deverá viabilizar a implantação do site: Área de cobertura para atender áreas designadas pela engenharia de RF(rádio freqüência) Prospecção em campo: visita de Engs. Técnicos que realiza medições em freqüência verificando se há interferência no local a partir da freqüência que o site irá operar Pesquisa geológica que estuda a vegetação, solo, meios de acesso e topografia. Verifica-se junto à prefeitura e também a aeronáutica se existe impossibilidade de construção de torre e quanto ao espectro de freqüência de operação para não interferir nas aeronaves e sistemas de comunicação e aproximação de pouso e decolagem Determinar as coordenadas geográficas com GPS(sistema de posicionamento global), aparelho que é um receptor via satélite que determina a posição geográfica no globo terrestre. Com referido aparelho sabemos se o local tem boa recepção via satélite, para operação de equipamentos que utilizam esta tecnologia. E por fim a visibilidade com outro site para instalação de link de microondas(rádio digital E1), que faz a interligação com a CCC(Central de controle comutada) ou site Master. 18
  19. 19. Fig.18 Torre Celular: topo: sitema irradiante, abaixo Parabólica vazada do Link de Microondas. (rádio digital freq. 1.5Ghz) Fig. 19 visor do Aparelho PFA (analízador de dados) do Link de Microondas: "OK" sem taxa de erro na transmissão de dados3.4.1 - FECHAMENTO FINAL DO LOCALNão havendo impedimento técnico e nem administrativo conforme descritonos itens anteriores, começamos então o fechamento do local para aquisiçãoda área, com a certeza de que todos os problemas foram solucionados paranão acarretar alteração de custo durante a implantação do site. 19
  20. 20. Lembre-se que qualquer problema que ocorrer na rejeição do site o processotem que ser resolvido antes da implantação, para não correr riscos deparada ou demolição, pois já presenciamos empresas de telecomunicaçõesque construiu a torre sem autorização da prefeitura local, e teve que serembargada e demolida, causando prejuízos para a empresa.3.5 CRONOLOGIA DE PROCESSOEsta seção lista e descreve os passos básicos no processo de aquisição delocal e geralmente identifica responsabilidade. Cada site tem seu projeto eportanto diferente de um para o outro, para tanto a cronologia tem que seradaptada as necessidades para cada site novo.1. investigue Espaço aéreo na aeronáutica, se possibilita a construção deTorres, conhecimento do local de aeroporto atribuição do gerente deaquisição do site.2. Investigue o Poligonal de RF(Coordenação de Freqüência), para que asfaixas de freqüência não fique sujeitas a planos de coordenação regionaisque restringem o sinal que pode ser irradiado fora de um limite de jurisdiçãoparticular.3. Investigue a Cobertura do Site, padrões de cobertura variam entre locaisdevido a terreno e cobertura da terra.4. Prepare Perfis de Papel de Microondas, responsabilidade do EngenheiroVendedor, procure caminhos sem nenhuma obstrução e também terreno comalta elevação para construção da torre.5. Prepare uma Lista de conferência com os seguintes itens: Mapa de processo/Fluxograma Mapas topográficos Lista de contatos Descrição do local para planta Atualização dos dados do local6. Prepare Pacotes do Local IndividuaisUm pacote para cada local deve estar preparado, inclusive contendo,aplicações e relatórios. Mostre o próximo nível de decisões sobre cada local.Consulte o custo de cada local para assegurar o bom andamento do projeto.7. Administre Revisão de Campo Inicial, programe uma revisão de custo emcampo para avaliar melhor o andamento da construção. 20
  21. 21. 8. Analista de custo revisa cada pacote no local e aprova o andamento daobra.9. Responsabilidade do analista de custo, depois de aprovar um local e se olocal for privado o comprador administra uma análise de valor independentepara intimidar valor alto para a área designada, para tanto então eleaproxima vários donos de propriedade relativo à compra de um local detorre, como se fosse um leilão.10. Um corretamente traçou e se encaixou no valor proposto pelo analistade custo, inicia-se o trabalho investigativo e começa a construção do site.11. Administração e transferência de propriedade12. Seleção preliminar do site13. O analista de custo ordena a procura do título de propriedade e inicia-seo trabalho do agrimensor para o campo.14. Grant Pre-construção: AutorizaçãoDepois que for assinada a transferência da propriedade e aprovada, oanalista de custo autoriza o acesso do vendedor para os locais de trabalho,emitindo uma autorização de pré-construção. Subcontratados geralmentenão são permitidos atuarem sem a autorização da pré-construção.15. Liberado o Local para o Trabalho de Campo, início da prova de terras.16. Conduta Pesquisa de Wetlands17. Verificação e estudo da terra para avaliação de qualquer substânciaperigosa, se na inspeção nada foi encontrado inicia-se o trabalho topográfico.18. Administração e Pesquisa Topográfica, os agrimensores preparam oterreno observando as elevações para o local, latitude exata, longitude ealtitude do centro da torre proposto.3.7 QUEM SUBCONTRATAO vendedor solicita para os subcontratantes (empreiteiras) custo deexecução do site e o analista é responsável pela contratação, asubcontratada(empreiteira) que oferecer menor preço para execução assinacontrato para executar a obra no site. 21
  22. 22. 3.8 EQUIPAMENTO DE CAMPOOs parágrafos seguintes descrevem equipamentos a serem utilizados durantea obra do site3.8.1 VEÍCULOO veículo é fundamental para execução na fase inicial do site. Para tanto aempresa deve disponibilizar para seus funcionários veículos com tração nasquatro rodas e também guincho automático para 9 toneladas, instalado nafrente ou na traseira.Normalmente utiliza-se Pick-up para transportar 5 técnicos com conforto etambém com compartimento para instrumentais e ferramentas. Indicamosos modelos Toyota(bandeirante), Hi-lux ou landHoover, são veículospreparados para qualquer tipo de terreno, conforme a figura abaixo. Fig. 20 Toyota Bandeirante transportando antenas Yag(fazenda chaparral - MG)Fig. 21 Este carro não é ideal, quebrou a suspensão em estrada de pedra(Machacalis-Minas Gerais divisa com Bahia 22
  23. 23. 3.8.1.1 SEGURANÇA AO DIRIGIRDirigir em regiões de difícil acesso é muito perigoso principalmente emmorros encostas, uma vez que o motorista necessita do trabalho donavegador para observar rota, mapas e gps.ADVERTINDOSempre dirija seguramente. Evitar acidentes, nunca dirija olhando mapas outela de computador. Pois já presenciamos acidentes fatais com técnicos emmorros ou encostas.Fig. 22 Este carro também não é ideal, derrapou e por sorte a árvore escorou, evitando cair no precipício(serra das Tormentas, Altitude: 1750m Passos-MG)3.8.1.2 ORGANIZAÇÃOMantenha todo o material de campo (plantas reserva, aparelhos topográfico,GPS), no interior do veículo e de fácil acesso.Lanternas, pilhas, estojo de primeiros socorros (inclusive soros para picadasde cobra), capa de chuva, EPI, água potável e alimentos. Lembramostambém que o veículo deve ser equipado com caixa de madeira e fechadurapara guardar ferramentas e instrumentais, evitando assim roubos.O veículo deve ter identificação com o nome da empresa subcontratada,telefone e descrição dos serviços, sempre em local visível.3.8.1.3. RÁDIO 23
  24. 24. Dois rádios são úteis e necessários para comunicação entre colegas detrabalho: Engenheiros, supervisores e técnicos. Também o telefone móvel(celular) é importante para manter comunicação com o escritório central.4 - DESÍGNAÇÃO E CONSTRUÇÃO DO SITEEste capítulo prevê diretrizes para planejar e executar as partes civis,mecânicas e elétricas do site, logística de equipamentos na área deconstrução ou área designada para condicionamento.Este capítulo contém os seguintes tópicos: Planejando Terra (resistividade) Fundação de Concreto e considerações de Instalação Equipe de instalação Local e aceitação de facilidades Construção de Torre Como instalar cabos na torre Instalação de antenas na torre4.1 INTRODUÇÃO A empresa subcontratada que irá executar o projeto tem que ser qualificadae também registrada no conselho regional de engenharia (CREA), para obrasde engenharia civil. Todos os trabalhos por ela executada devem estardentro das normas e regulamentos da autoridade competente,principalmente as de segurança do local e de seus funcionários, para nãoacarretar embargos multas para a contratante(empresa detelecomunicações).4.2 MEDIDAS PREELIMINARES PARA INÍCIO DA OBRAPara início da obra se faz necessário planejar e ficar atento nas normas queestá sendo descritas nessa apostila. Para tanto, mais uma vez a análise dosolo e de suma importância, conforme descrevemos abaixo: • Teste prático da resistividade do solo que estaremos descrevendo a seguir • Verificar a condição geral do local e área circunvizinha, identificar se já houve inundações e erosão. • Verificar se existe rede elétrica disponível ao serviço, existência de posteação e tensão compatível para funcionamento do site. • Questões de segurança dos materiais e equipamentos e também dos funcionários que estarão em serviço. 24
  25. 25. • Observação quanto ao acesso de carga, verificar se existem restrições quanto ao transporte e que condições de carregamento e transportes por terra ou por pelo ar. • Condições ambientais devem ser observadas quanto à derrubada de árvores, para acesso ao local.E por fim análise de fundação para construção da torre com a previsão dopeso de antenas.4.2.1 INSTALAÇÕES TEMPORÁRIASOs itens a seguir são exigidos tipicamente durante construção. Portantoantes de começar a obra eles dever estar disponíveis. Organização da área de construção Passeios Área de Acesso público Telefone Sanitário Rede elétrica e iluminação Caçamba de lixo(não queime lixo próximo ao site)4. 3 GEOTÉCNICA e CONSIDERAÇÕESSão requeridas investigações de Geotécnica para todos os projetos queenvolvem superfice tais como: fundações de torre, prédios e etc. A normaque deve ser seguida para construção de torres é a ANSI/EIA/TIA-222(norma rigorosa internacional).Nesta norma possui dados geotécnicos para os desenhistas e projetistas detorres, conforme descrevemos abaixo os principais: • Definição e avaliação da terra do tipo aderente • Capacidade de pressão vertical de 4000 lb/pé quadrado(unid. de trabalho=J) • Capacidade de pressão horizontal de 400 lb/pé quadradoPara cada camada de terra encontrada, se faz um estudo em laboratóriopara determinar o tipo de fundação que se aplica, considerando os itensabaixo: • Valores de penetração básicos • Classificação da terra e valores 25
  26. 26. • Ângulo de fricção interna • Força de pressão irrestrita e coesão • Tensão e pressão • Densidade da terra • Na perfuração do solo se encontrou Flutuações de água e plasticidade4. 4 MEDIDAS DE RESISTIVIDADE DA TERRAAntes do designar o local de um site se faz necessário testar o solo com umsistema de eletrodo para testar a resistividade da terra.A resistividade da terra varia amplamente através da região e pode mudarde acordo com a época devido a variações do conteúdo eletrolítico.Mesa 4-1 gamas de listas de resistividade de terra para tipos vários de terra. TIPO DO SOLO RESISTIVIDADE (Kohm/cm)Os valores em Mesa 4-1 Minimo Comum MáximoCinza Salmoura, ou cinza 0,590 2,37 7,0Barro ou xisto 0,340 4,06 16,3Pedregulho, areia ou pedra 59,0 94,0 458,0NOTA: terra de barro de bom-grão. Quando molhada, a terra é altamenteplástica, muito pegajosa, e tem um aparecimento ensaboado. Quando seca,desenvolve grande rachadura e encolhimento. Fig. 23 Mostra o gráfico da temperatura em relação da resistividade em Kohm/cm 26
  27. 27. 4.4.1 MÉTODOS DE PROVAOs métodos de prova são especificados na norma ANSI/IEEE STD 81, ondesão sugeridas as melhores performances de teste durante as estações doano.4.4.2 CONSIDERAÇÕES DE PREPARAÇÃO DE LOCAL Nivelar o local onde a fundação será colocada Caso houver necessidade de acrescentar Terra no local, esta tem que ser satisfatória. Não pode ocorrer nenhuma precipitação durante 72 horas4.4.3. EQUIPAMENTO DE TESTE EXIGIDO E MATERIAIS 1. Provador de resistência projetado no chão em quatro pontos 2. Varas de teste em aço inox 5/8” por 4,80m comprimento, para serem conectadas no equipamento de prova de quatro pontos. 3. Conexões com indicação de cores correspondentes as varas Fig. 24 Mostra os espaçamento de 1,50m entre as barras e na profundidade de 4,80m da superfície plana(solo) 27
  28. 28. Portanto a figura acima, nos mostra uma idéia de como o teste deresistividade é executado. Sendo assim, não vamos nos aprofundar no teste,pois o mesmo é específico da área de geotécnica.O que temos que saber é que a resistividade do solo ideal deve ficar emtorno de 2,7 ohms, para que possamos ter uma malha de aterramentoeficiente no site e torre. Para que as barras de aterramento fiquemequalizadas em torno da resistividade ideal dentro da área do site a serconstruído, executa-se varias medições para saber o melhor ponto paraenterrar a haste de cobre definitiva, que irá fechar a malha de aterramentolevando em consideração a resistividade ideal.4.5 ATERRAMENTO DO SITE Fig. 25 Mostra o aterramento em corte com as hastes interligadas com a torre e o site formando uma malha 28
  29. 29. Fig. 26 Mostra a malha de aterramento do site e torre, considerando as distâncias e pontos de interligação das hastes equalizadas, para a resistividade aproximada em 2,7 ohms.4.5.1 ATERRAMENTO DA TORRE Distâncias iguais entre as hastes Fig. 27 Mostra os pontos onde a haste de cobre será enterrada, considerando a distância radial para se ter à resistividade ideal em 2,7 ohms. 29
  30. 30. O calculo de resistividade da área onde será instalada a torre para sedeterminar à distância ideal para enterrar as hastes podemos observarabaixo fórmula para se chegar ao ponto ideal de fixação das hastes.R(total torre radial)= _____________1_____________________________ 1/R(radial)1+1/R(radial)2+1/R(radial)3+....1/R(radial)n= 2,70 (resistividade ideal), onde radial= medida em ohms(resistividade)Abaixo o desenho mostra as hastes e seus pontos de fixação para cadacomponente do site: A seta em azul nos mostra as hastes e seus cabos de interligação parao aterramento total do site formando uma malha equalizada em resistividadeideal(2,70 ohms). Fig. 28 Desenho em perpectiva/elevação do complexo aterrado4.6 ESBOÇO GERAL DO TRABALHOComeça agora o trabalho de construção propriamente dito, de posse detodas as medidas e informações do terreno começamos a tarefa de entradade máquinas e iniciam-se as escavações, conforme descrevemos nos itens aseguir; 30
  31. 31. • Abertura de clareira e derrubada da vegetação • Instalação de barreiras de controle contra erosão • Escavando e construindo vias de acesso • Instalação de rede de energia elétrica e posteação • Escavando e estabelecendo drenagem caso necessário • Instalação de abrigo e alojamento para trabalhadores • Escavando e instalando fundações da torre • Instalando equipamentos necessários ao serviço de fundação • Instalando condutores elétricos e iluminação • Instalando a torre, antenas e equipamento de RF • Instalação de Portão do site Fig. 29 escavação do siteCONSIDERAÇÕES DE INSTALAÇÃODescrevemos as considerações de construção da fundação de concreto,incluindo pré-fabricada. Advertimos que a segurança do pessoal em serviçodeve ser preservada nessa fase, observando os regulamentos e normas desegurança.4.7 ESPECIFICAÇÕES DA FUNDAÇÃO E INSTALAÇÃO 1. A fundação da torre tem de estar de acordo com a norma ANSI/EIA/TIA-222 2. Para construção da fundação da torre é obrigatório o acompanhamento do relatório da geotécnica assinado pelo 31
  32. 32. engenheiro responsável, bem como as condições da terra e acompanhamento de toda a construção pelo mesmo. 3. O desenho da fundação da torre deve constar à referência do relatório da geotécnica, e informações do calculo de engenharia. 4. Dimensão do envelopamento, comprimento, largura, profundidade, cobertura de concreto, reforço da barra, juntas e ligações deverão ser especificadas em projeto. 5. A condição da terra determinará a concretagem 6. Tipo de fundação, referências e códigos devem acompanhar o descritivo de obra. 7. Tamanho do parafuso de âncora para sustentação da torre deve conter no projeto da fundação 8. Metragem cúbica de concreto a ser utilizado e grau de usinagem 9. Deve ser descrita no relatório da geotécnica a condição do solo taiscomo: a existência de solo freático, pedregulhos grande e etc. 10. Todas as escavações nas quais o concreto será colocado estarãosubstancialmente na horizontal 11. A escavação deverá alcançar a terra satisfatória para acomcretagem para se ter qualidade na fundação 12. Todo reforço de aço será fornecido e instalado conforme desenhoaprovado pelo engenheiro responsável 13. A empresa fornecedora do concreto deverá fazer testes desecagem e dureza no local na presença do engenheiro responsável pelaconstrução da fundação 14. Quando o concreto for aplicado deve ser fornecido o certificadode qualidade e amostra para avaliação de cada veículo na entrega Fig. 30 Mostra envelopamento de concreto na caixa da fundação 32
  33. 33. Concluída a fundação, o tempo necessário para secagem do concreto erecomposição da superfície é de aproximadamente 28 dias, tempo necessáriopara a solidificação do concreto armado e acomodação da fundação na terra.Após esse período damos o início da instalação do container, torre e demaisequipamentos, como mostra as figuras abaixo: Fig. 31 Guindaste retirando do caminhão o Container Fig.32 Ar condicionado do site mod. split 33
  34. 34. Fig. 33 Guindaste colocando o container no local de instalaçãoApós a acomodação do container na base de concreto e completasolidificação da fundação do site, inicia-se a montagem da torre por módulos,onde cada modulo possui a altura de aproximadamente 5 metros. Vamosdemonstrar a seguir os tipos de torres e suas estruturas para que o alunotenha conhecimento das principais torres existentes, e aplicação.5 - TORRES DE TELECOMUNICAÇÕESNeste capitulo vamos apresentar para os alunos os tipos de torres que sãousadas normalmente em sites de Estação rádio base Celular(Erb), site derádio comunicação, site werelles, estação repetidora, estaçãorádio(telefonia), transmissão de TV e AM/FM.Até meados dos anos 90 a torre de cantoneira em ferro galvanizado era aúnica solução para atender sites de telecomunicações, mas devido ao altocusto de industrialização e instalação sugiram outras soluções bem mais emconta, tais como: torres de concreto, e de ferro tubular. A seguir vamosapresentar as imagens das torres utilizadas atualmente. 34
  35. 35. Fig.34 Torre de cantoneira quadrada estaiada, altura 100m (Pico do Jaraguá – SP)Fig. 35 Torre triangular de barras de ferro cilíndrica Utilizada em sites de rádio comunicação altura 30m 35
  36. 36. Fig. 36 Torre de concreto cilíndrica com janelas, altura 110m Site de telecom. Cid. Tabira-PEObserve que as janelas são destinadas para instalação de antenas, total de4/andar direcionadas para: Norte, Sul, Leste e Oeste. A torre é pintada debranco e laranja alternado, para visualização de aeronaves e também cadacamada de tinta tem altura de 5 metros. Fig. 37 A esteira de cabos da torre acima é instalada internamente no centro da torre e a escada interna de acesso, é em diagonal próximo a parede. 36
  37. 37. Fig. 38 Torre de TV – Bandeirantes/Globo-Pico do Jaraguá/SP- altura 130mObserve que as torres de rádio e televisão são normalmente altas, acima de100 metros e instaladas em morros e na cobertura de prédios, pois quantomais alta as antenas melhores a irradiação do sinal a longa distância. Asmaiorias das torres de rádio e TV são construídas em ferro (formatocantoneira), galvanizado a fogo resistente a corrosão e a força do vento.Fig. 39 Torre triangular de ferro (formato cantoneira), altura 30 metros utilizada em ERB e sites WLL.Observe que na plataforma circular no topo, estão instaladas as antenasverticais do sistema irradiante para a área de cobertura da célula. Para 37
  38. 38. tanto, as antenas é direcionado de forma não interferir no sistema irradiantede outra ERB, situadas aproximadamente num raio de 2km, evitando assim obatimento de freqüências.Abaixo do sistema irradiante temos as parabólicasde 1,20m de diâmetro que envia e recebem sinais de dados, voz esinalização para CCC (central de controle comutado) que tem a função degerenciar as ERB. A comunicação é feita através de rádio digital de 2Mbits,freqüência de 400Mhz a 2.4Ghz, de acordo com a distância do link e tambéma autorização da Anatel para a freqüência de operação. Normalmentepotência de transmissão é de 1 watt para distância até 40km.Se pensarmos em termos de custo a fibra óptica em áreas metropolitanas éviável economicamente para interligação de ERBs com a CCC, devido baixocusto de instalação e manutenção. Fig. 40 Torre Quadrada de cantoneira, altura 60 metros instalada na estação rádio repetidora/Telemar na Cidade de Palmares-PEObserve na figura 40 a quantidade de antenas Yag que estão direcionadaspara os povoados da região(locais até 1.000 habitantes), para interligartelefones fixos em residências, comercio e de uso público.Também observamos antenas parabólicas randômicas, sólida e vazada paralinks de 2Mbits para estações rádio de centrais públicas telefônicas. 38
  39. 39. Fig. 41 Os parafusos de fixação dos primeiros módulos da torre mede 2 metros de comprimento, e estão concretados na fundação, para estabilidade da torre. Fig. 42 Torre montada em cima das sapatas de concreto no site 39
  40. 40. Fig. 43 Placa de Identificação da Torre no siteA empresa responsável pela instalação da torre é obrigada a fixar esta placaem local visível, com informações importantes da torre e sua finalidade, taiscomo: Localidade Coordenadas geográficas Dados sobre a torre Dimensionamento para instalação das antenas Data de instalação da torre 40
  41. 41. Fig. 44 Sistema de balizamento noturno para orientação de aeronaves Fig. 45 Para-raio Franklin instalado com cabos duplo no topo da torreToda torre por norma de segurança dos equipamentos e antenas deve serequipada com para-raio e seus respectivos cabos interligados na malha deaterramento conforme descrito anteriormente. Portanto concluímos aapresentação das principais torres e suas aplicações, sabendo queatualmente existe muitos fabricantes e uma variação enorme de preço. Aqualidade e a espessura das ferragens devem atender as normas desegurança para instalações de antenas em sua estrutura. 41
  42. 42. 6 – FUNDAMENTOS TEÓRICOS DAS ANTENASCOMPONENTES ESSENCIAIS PARA UMA COMUNICAÇÃOWIRELESSA transmissão de informações entre pontos distantesutilizando-se de ondas eletromagnéticas dentro do espectrode rádio-frequência (RF), conhecida como comunicação semfio ou por sua denominação inglesa wireless, pressupõe autilização de alguns dispositivos essenciais descritosa seguir:RÁDIO TRANSMISSOR (TX):Equipamento elétrico capaz de entregar a uma linhade transmissão sinais rádio-elétrico modificados(modulação) pela informação a ser enviada a umponto distante desejado.RÁDIO RECEPTOR (RX):Equipamento elétrico capaz de receber de uma linhade transmissão sinais rádio-elétrico provenientes doTx, extraindo-lhes as informações através doprocesso de demodulação.LINHAS DE TRANSMISSÃO (LT):Condutores por onde as ondas eletromagnéticas provenientes do Tx e daantena Rx são conduzidas à antena Tx e ao receptor respectivamente, comuma atenuação prevista em projeto.MEIO DE PROPAGAÇÃO:Na maioria dos casos a atmosfera terrestre, é escolhida e justificada devido adificuldades específicas de se efetuar a comunicação desejada por outromeio.ANTENA TRANSMISSORA: Dispositivo rádio-elétrico capaz de irradiarpara o meio de propagação os sinais provenientes do transmissor. 42
  43. 43. ANTENA RECEPTORA: Equipamento rádio-elétrico capaz de captar domeio de propagação os sinais provenientes da Antena Tx e levá-los aentrada do receptor.IMPORTÂNCIA DAS ANTENAS EM UM RÁDIO-ENLACEAs antenas desempenham um papel preponderante nos sistemas decomunicação, pois por intermédio delas a energia do rádio transfere-se parao meio de propagação e vice-versa.Pode-se visualizar que a rádio-comunicação se dá em forma deenlace. Um rádio-enlace de boa qualidade técnica só será obtidoatravés da eleição criteriosa de todos os seus componentes.Bom projeto + Bons rádios + Bons conectores + Boas LTs + Boasinstalações +BOAS ANTENAS = ÚNICA CHANCE DE SUCESSO EM LONGO PRAZO.ONDAS ELETROMAGNÉTICAS (OEM):Características de uma OEMPerturbação física composta por um campo elétrico (E) e um campomagnético (H) variáveis no tempo, perpendiculares entre si, capaz de sepropagar no espaço livre. Sua velocidade no vácuo é igual a da luz, 300.000Km/s. Principais características são a amplitude, a freqüência e ocomprimento de onda. 43
  44. 44. F – freqüência (MHz)λ - comprimento de onda (m)λ = 300 / f(MHz)Atenuação de espaço livre:Uma OEM propagando-se no espaço sofre uma atenuação contínua. Ao nosafastarmos da fonte a mesma quantidade de energia é distribuído em umaárea maior, diminuindo a densidade de potência na região. A atenuação deespaço livre pode ser calculada pela expressão abaixo:P.L.(path loss) = 20 X log (4 x π x D / λ)Onde: D – Distância do caminho (m) λ - Comprimento de onda (m) 44
  45. 45. O DECIBEL (dB) O decibel (dB) expressa logaritimamente a relação de amplitude entre duaspotências. Extremamente útil nas medidas de ganho de potência,diretividade, e outras características das antenas.Possibilita transformar tediosos cálculos com inúmeras casas decimais emsimples somas. Quase todas as características de dispositivos radioelétricosque envolvam potências são medidas em termos do decibel e seusderivados.Expressão Matemática do dB:dB = 10 x log ( P1 / P2 )P1 e P2 – potências comparadasP1>P2 – dB positivoP1<P2 – dB negativoDIPOLO ELÉTRICO COMO ANTENAAbertura física de uma LT paralela que transporta uma OEM, proporcionauma variação senoidal de potencial (Volts) e de corrente (Ampéres) noscondutores, provocando o aparecimento de linhas de campo magnético eelétrico variáveis em torno do dipolo formado, dando origem a uma ondaeletromagnética que se propaga. 45
  46. 46. POLARIZAÇÃO DE UMA ANTENAA polarização de uma antena é a direção de oscilação do campo elétricogerado pela mesma. O plano de oscilação é denominado Plano Elétrico ouPlano E*, perpendicular a este se desenvolve o plano Magnético, ou PlanoH**. N a maioria das antenas (antenas yag p.ex.) a polarização é linear, ocampo elétrico gerado pela mesma propaga-se em um único plano. Algumasantenas geram campos elétricos girantes no espaço (antenas helicoidaisp.ex.), elas são denominadas antenas de polarização circular. *E, em física, é o símbolo da intensidade de campo elétrico. **H, em física, é o símbolo da intensidade de campo magnético. A propagação da onda é alcançada pela contínua transformação de energia magnética em elétrica e vice-versa. 46
  47. 47. Em um sistema de comunicação opta-se pela polarização mais adequadapara o serviço em questão, visando minimizar efeitos de interferênciasque venham a desvanecer ou interferir no sinal comunicado. Em sistemasmóveis, a polarização vertical é escolhida por motivos óbvios, dentre eleso formato prático dado pelos fabricantes às antenas dos transceptoresportáteis conhecidas como antenas rabinho de porco.Já a polarização horizontal e circular é muito utilizada em sistemas derádio difusão. Os sistemas mais modernos de cobertura celular cruzada(+/- 45 graus).DIAGRAMA DE IRRADIAÇÃO DE UMA ANTENA:Diagrama de irradiação é a representação gráfica da forma como energiaeletromagnética se distribui no espaço. A confecção do diagrama deirradiação deve ser feita a uma distância mínima tal que as dimensões daantena possam ser desprezíveis em face à distância da medição. Odiagrama pode ser obtido tanto pelo deslocamento de uma antena deprova em torno da antena que se está medindo, como pela rotação destaem torno do seu eixo, enviando os sinais recebidos a um receptor capazde discriminar com precisão a freqüência e a potência recebidas. Diagrama de irradiação, a curva representa energia irradiada em cada direção em torno da antena. 47
  48. 48. Os resultados obtidos são geralmente normalizados. Ao máximo sinalrecebido é dado o valor de 0 dB, facilitando a interpretação dos lóbulossecundários a relação frente-costa. PLANOS DE UM DIAGRAMA DE IRRADIAÇÃOO diagrama de irradiação de uma antena, para ser mais bem visualizado,é normalmente representado pela distribuição de energia nos planoselétrico e magnético, ditos Planos E e Plano H. Fig. O plano Elétrico e Magnético é definido pela direção do dipoloAs antenas que não são passíveis de ajuste de polaridade na instalação –painéis setoriais, onidirecionais e outras – os diagramas de irradiação sãorepresentados pelo de azimute (ou horizontal), paralelo à superfícieterrestre e plano de elevação (ou vertical). 48
  49. 49. LÓBULOS EM UM DIAGRAMA DE IRRADIAÇÃOUm diagrama de irradiação deve ser apresentado em um dos planoscitados com uma amostragem de 360 graus. Neste intervalo os períodosentre dois pontos de mínimo consecutivos denominam-se lóbulos daantena, cujo de maior amplitude é chamado de l’bulo principal, que defineo ganho máximo da antena demais são denominados secundários.DIAGRAMA DE IRRADIAÇÃO NA FORMA TRIDIMENSIONAL Figura permite-nos visualizar a distribuição espacial de toda a potência envolvida 49
  50. 50. Fáceis de interpretar, os lóbulos são identificados pelo ângulo e amplitude.O lóbulo principal define os ângulos de ½ potência e o máximo ganho. Aanálise correta da antena necessita-o em dois planos, vertical e horizontalou Plano E e Plano H.A figura abaixo usual nas antenas de alto ganho, onde a pequenaabertura do lóbulo principal compromete a interpretação do diagrama deirradiação polar. 50
  51. 51. Ângulos de Meia Potência (-3dB)Os ângulos de meia potência são definidos pelos pontos no diagrama ondea potência irradiada equivale à metade da irradiada na direção principal.Estes ângulos definem a abertura da antena no plano horizontal e noplano vertical. Fig. Ângulo de –3dB de 55 graus no plano E.Relação Frente / Costas (Front-to-Back – F/B)Relação frente-costas é a diferença de ganho entre o lóbulo principal eposterior. Onde há a necessidade de se instalar duas ou mais antenas demesma freqüência é comum definir a relação F/B como a diferença entreo ganho da antena e o nível máximo de secundários entre + 165 e –165graus, para evitarem–se interferências entre os sistemas. 51
  52. 52. DIRETIVIDADE DE UMA ANTENAÉ a relação entre o campo irradiado pela antena na direção de máximairradiação e o campo que seria gerado por uma antena isotrópica querecebesse a mesma potência. A diretividade de uma antena define suacapacidade de concentrar a energia irradiada num determinado sentido.A quantidade de energia irradiada é determinada pela potência dotransmissor, mas a parcela de energia irradiada numa dada direção diz oquão diretiva é a antena. D = Emáx EisoGANHO DE UMA ANTENAO ganho pode ser entendido como o resultado da diretividade menos asperdas. Matematicamente, é o resultado do produto da eficiência peladiretividade. G = n.DdBd VERSUS dBiO radiador isotrópico é um modelo idealizado, seu diagrama de irradiaçãoé uma esfera com densidade de potência uniforme, um dipolo de meiaonda em espaço livre apresenta um ganho de 2,15 dbi, possui umacapacidade de concentrar 2,15 dB a mais na sua direção de máximairradiação quando comparado a antena isotrópica.Ao referenciar-se o ganho de uma antena ao radiador isotrópico usa-se aunidade dBi, em relação ao dipolo de meia onda, usa-se a unidade dBd. dBi = dBd + 2,15 Ganho (dipolo λ/2) = 0 dBd Ganho (dipolo λ/2) = 2,15 dBi Fig. Diagramas de irradiação Típicos de estruturas usuais 52
  53. 53. IMPEDÂNCIA 53
  54. 54. A Impedância de uma antena é a relação entre a tensão e a corrente emseus terminais, consideradas às amplitudes e fase das mesmas. Possui umacomponente denominada de real devida à resistência de irradiação associadaàs perdas por calor, e uma componente denominada de reativa que nãocontribui para o campo irradiado e impõe perdas nas LT’s.Quando a antena for puramente resistiva, componente reativa igualou próxima de zero, ele é dita ressonante.Para que uma antena funcione satisfatoriamente na sua faixa deoperação ela deve trabalhar próxima à ressonância e sua impedânciao mais próxima possível da impedância normalizada do sistema.Os sitemas atuais são normalizados em uma impedância igual a 50ohms. Figura mostra carta de Smith resultante da medição de uma antena em fase de desenvolvimento.COEFICIENTE DE REFLEXÃO:A taxa de tensão ou corrente refletida em um dado ponto de uma linha detransmissão em relação às incidentes é chamada de coeficiente de reflexão, 54
  55. 55. ele é resultante da diferença entre a impedância da linha de transmissão e aimpedância de uma determinada carga ou antena. Este coeficiente tambémpode ser expresso em termos das potências envolvidas.ρ = Er = Ir ou ⏐ρ⏐ = ∨ Pr Ei Ii Pi onde: (1 < ρ < 0)ρ = coeficiente de reflexãoEr – Tensão refletidaEi = Tensão incidenteIr = Corrente refletidaIi = Corrente incidentePr = Potência refletidaPi = Potência incidenteCOEFICIENTE DE ONDA ESTACIONÁRIA – VSWRA relação entre a amplitude máxima e mínima da tensão ou corrente emuma linha de transmissão, resultante da interação das incidentes e refletidas,é denominada coeficiente de onda estacionária (COE), maisConhecidas por VSWR de Voltagem Standing Wave Ratio.Abaixo temos algumas equações que definem o VSWR de um sistemae mostram nitidamente a interdependência dos diversos parâmetrostratados até aqui.VSWR = Emáx = Imáx VSWR =1+⏐ρ⏐ Emin Imin 1 +⏐ρ⏐ 55
  56. 56. 6 – ANTENAS Vamos demonstrar para os alunos os tipos de antenas mais usuais em sites de telecomunicações e suas dimensões: Fig. 46 Antenas Parabólicas vasadasNa tabela acima temos: faixa de freqüência, diâmetro(metro), Ganho(dbi),relação/costas(db), relação sinal ruído máximo e código da ANDREW 56
  57. 57. Fig. 47 Antenas parabólicas sólidas – Bandas ISM 2.4GHz e 5.8GHz Na tabela do acima do fabricante ANDREWS temos: O modelo da antenaFabricante/freqüência Diâmetro/tipoGanho em dbi(meio de faixa)Ângulo de meia potência em grausCross-pot em dbRelação frente-costas em dbVSWR – relação sinal ruídoCódigo do fabricante 57
  58. 58. Fig. 48 Antenas parabólicas Rondômica na faixa de freqüência 335MHz a 58,2GHz e também temos antenas que trabalham em duas faixas de freqüências chamadas multibandaFig. 49 Temos os tipos de antenas Yag (diretivas) e as especificações se encontram na tabela a seguir 58
  59. 59. Fig. 50 Tabela de especificações do fabricante TSM Fig. 51 Mostra antenas Yag para Celular e WLL. 59
  60. 60. Fig. 52 Tabela de especificações do fabricante TSMFig. 53 Tabela de especificações do Fabricante spread spectrum 60
  61. 61. Fig. 54 Antena parabólica GE faixa de freqüência Celular Fig. 55 Antena Omni irradiação 360 grausFig. 56 Parabólica Off-set muito utilizada em link de microondas 61
  62. 62. Fig. 57 Antenas Painel setorial vertical para sistema irradiante celular(ERB) Fig. 58 Tabela de especificações do fabricante TSM7 – APRESENTAÇÃO DE CABOS MAIS UTILIZADOS E CONECTORES DERFPrincipais características: Diâmetro em polegadas ¼ Dielétrico espuma Freqüência máxima 15,8GHz Potência de Pico 12,1KW Atenuação freq. 849MHz – db/100m=12,8 Atenuação freq. 1800MHz – db/100m= 18,9 62
  63. 63. Fig. 59 Cabo de flexível RF heliax 50 ohms Fig. 60 Cabo de RF Heliax 50 ohms super flexível Diâmetro em polegadas 3/8 Dielétrico espuma Freqüência máxima 13,4GHz Potência de Pico 13,2KW Atenuação freq. 849MHz – db/100m=12,5 Atenuação freq. 1800MHz – db/100m= 18,5Apresentamos os conectores da Andrew para cabos de ¼ de polegadas Fig. 61 Mostra conector macho reto e angular para cabo de ¼” 63
  64. 64. Fig. 62 Mostra conector macho reto e angular com pino central cativoDiâmetro em polegadas 3/8Dielétrico espumaFreqüência máxima 13,4GHzPotência de Pico 13,2KWAtenuação freq. 849MHz – db/100m=12,5Atenuação freq. 1800MHz – dB/100m= 18,5 Fig. 63 Cabo de RF de ½ polegada 50 ohmsDiâmetro em polegadas 5/8Dielétrico espumaFreqüência máxima 6,4GHzPotência de Pico 62,2KWAtenuação freq. 849MHz – dB/100m=4,5Atenuação freq. 1800MHz – dB/100m= 7,5 Fig. 64 Cabo de RF de 5/8” 64
  65. 65. Diâmetro em polegadas 7/8Dielétrico espumaFreqüência máxima 5,4GHzPotência de Pico 91,2KWAtenuação freq. 849MHz – dB/100m= 3,7Atenuação freq. 1800MHz – dB/100m= 5,5 Fig. 65 Cabo de RF de 7/8” Fig. 66 Conector macho e fêmeo para cabo de “½”““. Fig. 67 Conector fêmea e macho para cabo de 5/8 ““. 65
  66. 66. Fig. 68 Conector macho e fêmea para cabo de 7/8 ““.Fig. 69 Mostra os tipos de adaptadores NF(N fêmea), NM(N macho) Figuras, 70 e 71 Mostras os adaptadores mais usuais. 66
  67. 67. Fig. 72 Mostra adaptador N para BNCDIVISORES E SOMADORES DE POTÊNCIASão largamente utilizados quando desejamos na saída de potência conectarduas antenas. Veja na tabela as especificações técnicas e faixa de freqüênciade operação. Fig. 73 Mostra dois modelos mais usuais 67
  68. 68. Fig. 74 Tabela de modelos e especificações técnicasFERRAMENTA DE CORTE PARA CABOS COAXIAIS Fig. 75 Mostra a ferramenta de corte também chamado de ClivadorVamos mostrar a seguir a preparação do conector do cabo até sua subida natorre para ser conectado antena. 68
  69. 69. Fig. 76 Após abertura da isolação do cabo com o clivador inicia-se a preparação para colocação do conector de 7/8”Observa-se que a bobina do cabo de 7/8”já está posicionada para que o caboseja içado para torre. Fig. 77 Mostra a colocação do conector conforme manual que acompanha o mesmo na embalagem 69
  70. 70. Fig. 78 Mostra o içamento manual do cabo, utilizando-se uma corda e carretilha instalada no topo da Torre.Torna-se necessário o número mínimo de 4 homens para este procedimento,pois o cabo não pode sofrer torções e nem dobras inferior ao ângulo de 45graus. Para tanto o homem guia não pode permitir que o cabo sofra quebrada parte externa que é o contato de terra. 70
  71. 71. Fig. 79 Mostra isolando o conector que liga o cabo 7/8”com o rabicho da antenaKIT DE ATERRAMENTO PARA CABOS COAXIAS Fig. 80 Mostra o Kit para aterramento do cabo ao longo da InstalaçãoPara se ter um perfeito aterramento do cabo de RF, temos que aterra-lo aolongo da instalação: no interior do site na placa TGB, na subida, no meio epróxima à antena na torre. 71
  72. 72. Fig. 81 Mostra chapa perfurada para entrada do cabo de RF Fig. 82 Aterramento dos cabos no Meio da torre 72
  73. 73. KIT DE VEDAÇÃODevemos sempre vedar a entrada e saída de cabos no site para evitar aentrada de insetos, umidade e poeira na sala de equipamentos.A figura abaixo mostra a condição que não é padrão e também podecomprometer o bom funcionamento dos equipamentos no interior da sala. Fig. 83 Mostra falta de vedação comprometendo a refrigeração da salaPara tanto, segue abaixo o Kit de vedação e a tabela de modelos etamanhos. 73
  74. 74. Fig. 84 Tabela do dispositivo de passagem Fig.85 Kit de Vedação 74
  75. 75. 8 – APRESENTAÇÃO DOS PROTETORES CONTRA SURTO PARA CABOSCOAXIAIS Estes componentes são de suma importância para proteção dosequipamentos do Site, pois protegem os equipamentos contra raio(descargas atmosféricas) que ocorrem com muita incidência no verão. Fig. 86 Mostra proteção coaxial para rádios VHF/UHF e demais equipamentos Fig . 87 Mostra os conectores e suas especificações abaixo Fig. 88 Mostra as especificações do fabricante e utilização 75
  76. 76. Fig. 89 Centelhador a gás com tubo substituível, resposta de freqüência de 0 a 2500MHz. Fig.90 Mostra Protetor de surto instalado na esteira do site, antes de conectar no equipamento.9 – PROTETORES PÁRA-RAIOS DE BAIXA TENSÃO 76
  77. 77. Fig. 91 Protetor para ser ligado à rede elétrica 110/220vFig. 92 Protetor para equipamentos ligados à linha telefônica fabricante CLAMPER 77
  78. 78. 10 – ATERRAMENTO E SPDA: SOLDA EXOTÉRMICASISTEMA DE ATERRAMENTOPara a efetiva proteção de pessoas e equipamentos eletrônicos um sistemaeficaz de aterramento é essencial. Um bom sistema de aterramento iráminimizar estragos causados por surtos, descargas atmosféricas e aindadiminuir ruídos e interferências.Uma regra fundamental em sistema de aterramento e evitar loops de terra.Para fazer isso é essencial que todos os terras estejam fortementeconectados.SOLDA ISOTÉRMICAÉ a forma mais eficiente de se fazer todas as conexões de um sistema deaterramento.Para se fazer uma solda isotérmica e necessário um molde de grafiteadequado ao tipo de conexão (por exemplo, soldar um cabo de 25mm emuma haste de cobre de 5/8” polegadas).O material que vai formar a solda é uma mistura de pó de óxido de cobre ealumínio. Cada cartucho de solda vem com um pó de ignição separado e umdisco metálico que serve para conter o pó de solda na parte superior domolde.Para fazer a solda instala-se o molde juntando-se o componente que sepretende soldar. Coloca-se o disco metálico e preenche-se a parte superiordo molde com pó de solda. Por último despeja-se o pó de ignição sobre o póde solda.Com o acendedor dá-se a ignição no pó, que desencadeia uma reaçãoexotérmica.Atingindo uma temperatura superior a 2200 graus C.Esta temperatura funde o disco metálico e o material fundente desce paraparte inferior do molde entrando em contato com os componentes que sedeseja soldar. Estes se fundem, devido à alta temperatura.Ao se resfriar, a solda e os componentes de conexão se solidificamproporcionando uma conexão perfeita.HASTE COBREADA É eletrodo de terra, que quando enterrado no solo, drena para terra asdescargas atmosféricas e outras correntes originadas de diversas causas. Ashastes normalmente utilizadas são de aço cobreado. A espessura mínima decobre é de 0,254mm. A grande diferença de preço encontrada para hastes é 78
  79. 79. por vezes explicada pelo fato de se comercializarem hastes com camada de cobre inferior ao estabelecido pela norma.TRATAMENTO QUIMICOO tratamento químico é baseado em uma substância higroscópica(Bentorita)aditivada com alguns componentes.Este pó é misturado com a terra em volta das hastes e cabos de aterramentopossibilitando a redução da resistência de aterramento.Está redução é mais significativa em solos de alta resistividade. Possuemvida longa devida não-lixiviação destes produtos com a chuva.CABOS DE COBREDe acordo com a NBR 5410, o cabo de descida para pára-raios em torres eedifícios deve possuir uma seção transversal superior a 16mm.Recomendamos construir todo o sistema de aterramento com cabos de25mm.10.1 – PROCEDIMENTOS PARA SOLDA EXOTÉRMICA fig. 93 79
  80. 80. fig. 94Fig. 95 80
  81. 81. Fig. 96Fig. 97 81
  82. 82. Fig.98Fig. 99 82
  83. 83. Fig. 100Fig. 101 83
  84. 84. Fig. 102Fig. 103 84
  85. 85. Fig. 104 Fig. 105Portanto os alunos agora sabem da importância de um bom aterramento etambém procedimentos para executar uma solda exotérmica. 85
  86. 86. Fig. 106 e 107 Mostra caixa de inspeção do aterramento no site e a solda isotérmicaSalientamos que toda a parte externa do site, normalmente é revestida combrita número 1, que assegura a proteção do terreno contra erosões emantém a resistividade ideal da terra para melhor proteção contra descargasatmosféricas(raio).11 – INFRA-ESTRUTURAS PARA INSTALAÇÃO DAS ESTAÇÕES RÁDIOBASEConsiderando existente o abrigo predial ou shelter(container), parainstalação dos equipamentos, o diverso sistema que compõe a infra-estrutura para as estações rádio base é descrito a seguir. 86
  87. 87. 11.1 – Infra-estrutura da instalaçãoAlém dos requisitos já apresentados, os equipamentos que compõe a ERBnão requerem nenhuma condição especial para sua instalação. Apósintegração e teste em fábrica, o equipamento é transportado e entregue emcampo, em bastidores equipados com sub-bastidores e cabeação, o quefacilita e agiliza a sua instalação e operacionalização em campo. De modo geral as seguintes facilidades são previstas para a instalação de uma ERB: Abrigo predial (alvenaria, container, sala em prédio existente); Esteiramento interno para cabos de energia, RF, voz e dados; Sistema de aterramento externo e interno; 87
  88. 88. Sistema de proteção contra descargas atmosféricas; Sistema de ar-condicionado; Fonte em corrente-contínua e baterias; Alimentação elétrica AC comercial Sistema irradiante, torre e esteiramento externo para cabos de RF;11.2 – Energia CA11.2.1 Padrões de Entrada e SubestaçõesEm todas as estações haverá disponível energia elétrica AC comercial,fornecida de acordo com as exigências da concessionária local.Esse ramal existente proverá energia em 220/127V (ou 380/220V), 60Hz,alimentado o QDCA (Quadro de distribuição de corrente alternada) daestação que fará a distribuição para equipamentos da ERB.11.2.2. ESTEIRAMENTOPara padronização das instalações, está sendo utilizado esteiramento únicoinstalado a 2300mm de altura, conforme as figuras e lay-out a seguir.Estão sendo utilizadas as larguras padronizadas de 600mm e 300mm, paraos cabos de energia CA, energia CC, RF, voz e dados.O esteiramento é fixado ao teto através de vergalhões, que são fixados emperfilados presos ao teto através de apenas dois pontos. O layout padrãoprevê a utilização de 5 perfilados, com comprimento suficiente para cobrirtoda a largura do teto, sendo que os dois perfilados situados nos extremosda sala devem ser instalados próximos à parede. Esse sistema de fixaçãovisa diminuir a quantidade de furos a serem praticados pelo instalador,minimizando o tempo de instalação.Nas instalações em container, os perfilados de fixação no teto já virãoembutidos na estrutura do container, posicionados pelo fabricante docontainer. Nesses casos, também haverão perfilado para fixação de todo oesteiramento vertical nas paredes laterais internas do container, de forma aeliminar a necessidade de furações.11.3 – SERVIÇOS PRELIMINARESFerramentas necessárias: Furadeira de impacto; Aspirador de pó; Chave de fenda; Conjunto de chaves de boca 13, 15, 19mm. 88
  89. 89. 1. Executar a marcação dos pontos a serem furados para fixação dos perfilados de sustentação do esteiramento e iluminação. Executar as furações com o auxilio de um aspirador de pó, evitando deste modo à dispersão de partículas prejudiciais aos equipamentos existentes. Em obras novas e ampliações à contratada fornecerá os eletrodutos e demais materiais que deverão ser instalados durante a execução da obra civil, evitando assim a necessidade de furos posteriores. 2. Executar a fixação dos perfilados “C” ao teto. A quantidade normal é de 5 peças. 3. Fixar os tirantes no teto de acordo com o projeto fornecido pela empresa. 4. Fixar a esteira de 600 mm, de acordo com o projeto, a 2300 mm do piso, nivelada e no esquadro com relação às paredes. Os tirantes devem ter uma sobra de 5 fios de rosca na parte inferior, ou a espessura de uma porca conforme a figura a seguir. A parte saliente do tirante deve ser limada e pintada na cor da esteira. 5. A fixação terminal da esteira em parede é executada com junção tipo “L” ou com perfilado tipo “L”. 6. A descida para a passagem de cabos das baterias e do QDCA será executado no prumo, no esquadro e obrigatoriamente a descida na medida de 3 degraus. 7. Após o término das instalações deve-se retocar a pintura do esteiramento nos pontos eventualmente danificados.A seguir vamos mostrar projetos em auto-cad da sala de equipamentos,esteiramentos, posição do banco de baterias, retificadores e descrições elocalização dos equipamentos conforme tabela. 89
  90. 90. Fig. 108 Mostra desenho em auto-cad do esteiramento na sala de equipamentos, largura 300mm.Observem na figura abaixo na sala de baterias onde são instaladas ascontoneiras em ferro fundido para acomodação das baterias. Vale lembrarque essas baterias possuem o peso aproximado de 90 Kg e autonomia de100 Amp./horas, estrutura selada e cada elemento medem a tensão continuade 2,2 volts. 90
  91. 91. Fig. 109 Cantoneiras altamente resistente sobre a base de cimento com altura de 1metro Fig. 110 Banco de Baterias na sala de equipamento tensão por elemento 2,26Vcc 91
  92. 92. As baterias foram desenvolvidas com tecnologia SPV especialmente para solucionar problemas associados à alta temperatura como as baterias VRLA,E às baterias ventiladas ou seladas baixa manutenção confinada comequipamentos eletrônicos.As baterias ventiladas ou seladas (baixa manutenção), não são indicadaspara instalações próximas aos aparelhos eletrônicos, devido à liberação degases ácidos que provocam corrosão. As baterias VRLA solucionam oproblema de liberação de gases, mas requerem um ambiente comtemperatura extremamente controlada(20 a 25graus C). A vida útil de umabateria VRLA tipicamente cai 50% para cada 10graus C acima datemperatura especificada.Indicamos as baterias Mouras Clean que podem operar a 50 graus C (25graus C acima do especificado), tendo sua vida útil reduzida em torno de10% somente (veja o gráfico abaixo), e com volume de emissão de gasesinferior ao da bateria VRLA comum ou de uma bateria ventilada ou selada. Fig. 111 Temperatura em graus Celsus Fig. 112 92
  93. 93. Fig. 113 Sala de equipamentos: Tabela abaixo relaciona o numero com a posição do equipamento Fig. 114 Tabela do layout relacionando o equipamento com sua posição na sala. 93
  94. 94. Cada serviço de substituição ou implantação de equipamentos na sala requerum layout geral da situação. Para tanto, temos abaixo dados no Lay-Out dosite da Telemar, para que os alunos tenham uma idéia dos procedimentos eresponsabilidades. Fig. 115 Dados do enlace constante no rodapé direito do lay-out da sala de equipamentosTemos abaixo mais um lay-out da sala de equipamentos de uma estaçãorádio de telecomunicações localizada em Maranhão-MG. Observem que asala está equipada com vários equipamentos ocupando 4 filas de bastidoresna cor amarelos, em lilás as paredes do site e em vermelho abertura desaída de cabos, ventilação e abertura de portas. 94
  95. 95. Fig. 116 Lay-out sala de equipamentosNa figura a seguir temos o Lay-Out do esteiramento da respectiva sala dafigura anterior, onde os cabos deverão ser acomodados e amarrados. 95
  96. 96. Fig. 117 Esteiramento vista planta, para acomodação de cabos.A figura abaixo mostra a marcação dos fusíveis do banco de baterias,consumidores, ligados a USCC(Unidade do sistema de corrente continua),onde está ligado o retificador e grupo motor gerador. Normalmente essamarcação de encontra no quadro de força. Fig. 118 Da Tabela de energia fixada no quadro QDF(quadro de distribuição de força) 96
  97. 97. Na figura abaixo temos em auto-cad desenho de canalização subterrânea emvia pública, onde normalmente em sites de centrais telefônicas é comum ainterligação (entrada e saída de cabos), através de fibras ópticas e paresmetálico.Fig. 119 Mostra projeto de canalização subterrânea em via pública com caixa no passeio do siteObservem que a caixa subterrânea interliga a tubulação existente e tambéma futura tubulação, como mostra a linha tracejada. 97
  98. 98. Fig. 120 Mostra o esteiramento e a acomodação/amarração de cabosVale salientar que os cabos de energia não podem ser amarrados próximosaos cabos de RF, dados e voz, evitando assim interferências provenientes debaixas freqüências.11.4 RETIFICADORES, QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DE FILAS EGERADORESNo site de telecomunicações temos os retificadores que alimentam osequipamentos instalados, e são altamente precisos, pois não pode ocorrervariação brusca de tensão. Sendo assim, o retificador tem a função decarregar o banco de baterias em regime de flutuação de carga, deixando asmesmas equalizadas que atuam como filtro contra picos de tensão elevados.Vamos demonstrar a seguir alguns tipos de retificadores e quadros de filas. 98
  99. 99. Fig. 121 Mostra quadro de filaO quadro de fila tem a função de distribuir a alimentação de 48Vcc ou 24Vccpara os equipamentos que estão instalados na fila de bastidores. Nestequadro temos a conexão do cabo de alimentação positivo em seu respectivodisjuntor que possui um porta fusível removível em caso de queima. Fig. 122 Mostra quadro de distribuição geral muito utilizado em containerMesma função e funcionamento do anterior.Fig. 123 Mostra quadro de comando de acionamento para motores convencionais e com CLPEste quadro faz a comutação da rede AC e o grupo motor gerador de energiado site, também pode ser comutado remotamente através de comandos CLP 99
  100. 100. Fig, 124 Mostra quadro de distribuição de energia CC/CA para utilização em racks Fig. 125 Mostra unidade de dados de queda de tensãoEste bastidor informa a situação de consumo de corrente do site e também aqueda do fornecimento de energia. 100
  101. 101. Fig. 126 Mostra sistema retificador (SR) em 24Vcc e 48Vcc.Fig. 127 Retificador chaveado para sub-bastidor 19 polegadas 101
  102. 102. Fig. 128 Conversores DC/DCA tabela abaixo mostra as especificações técnicas de alguns conversoresdisponíveis no mercado Fig. 129 de conversores DC-DC 102
  103. 103. GRUPO MOTOR GERADOR DE ENERGIA São largamente utilizados em sites de telecomunicações, e tem a função de restabelecer a energia AC no site, quando ocorre interrupção da rede elétrica pela prestadora de serviço. Na sua estrutura está acoplado o painel (USCA) Unidade de sistema de comutação automática, que tem a função de acionar o motor diesel para restabelecimento da energia. O grupo motor gerador deve ser instalado em local apropriado distante dos equipamentos eletrônicos, pois na sua partida ocasiona interferência nos equipamentos do site. Também o tanque do óleo diesel deve estar instalado em área segura para evitar riscos de explosão. Fig. 130 Mostra grupo motor gerador GERADORES EÓLICOS Ideal para aplicações de cargas de baterias e de fácil instalação e livre de manutenção. Os geradores eólicos possuem regulador interno de carga de bateria, isto é quando não há demanda de energia (baterias carregadas), a velocidade é reduzida automaticamente, reduzindo ruído e prolongando a vida útil dos rolamentos. 103
  104. 104. Fig. 131 Gerador Eólico de hélice de fibra de carbonoFig. 132 Gráfico da velocidade do vento em relação à potência de saída Fig. 133 Modelo e especificações técnicas 104
  105. 105. 12 – TIPOS DE SHELTER MÓVEIS Fig. 134 Micro célula móvel fig. 135 Erb móvel rebocável Fig. 136 Mostra ERB móvel com torre basculante para jornalismo 105
  106. 106. 12.1 – EQUIPAMENTOS DE TESTES, PROSPECÇÃO EM CAMPO ESURVEY.Vamos apresentar a seguir todos os equipamentos que são utilizados emcampo para implantação de sites, para tanto o profissional detelecomunicações deve estar sempre atualizado quanto aos lançamentos,modelos e aplicações, para alcançar sempre a qualidade em suas atividades.12.1.1 OS 10 MANDAMENTOS DO PROFISSIONAL EM TELECOM Prepare cuidadosamente cada viagem Conheça o cronograma de atividade (metas de início e término) Mantenha contato permanente com sua supervisão Informe rapidamente o início e término real das obras Faça as verificações preliminares de infra-estrutura, projeto e materiais e informe em 48 horas. Siga estritamente o projeto de instalação Tenha uma atitude profissional e cordial com o cliente Preencha o diário de obra diariamente Registre todas as alterações de projeto Cuide bem do veículo, instrumentais e ferramentas da empresa.Os 10 mandamentos são um resumo dos cuidados necessários e aspectosmais importantes do procedimento e que deve ser seguido pelo pessoal decampo. Fig. 137 Carrinho de Survey podem integrar seus equipamentos para trabalhos indoor( no interior do site) 106
  107. 107. Este mastro tem a finalidade de teste de sinal em campo, e que pode seracoplado qualquer tipo de transmissor/receptor. Fig. 138 Unidade de teste transmissor TRx Fig. 139 Mastro telescópio de acionamento manual 107
  108. 108. Fig. 140 Mostra ao topo 2 antenas diretivas para teste de sinal e em sua base uma plataforma com ancoragem na roda do veículoVamos mostrar agora os tipos de veículos adaptados para trabalhos emcampo de telecomunicações Fig. 141 Mostra GPS e Celular fixado no painel do veículo 108
  109. 109. Fig. 142 Mostra equipamento de survey para celularFig. 143 Mostra not book e equipamento de monitoração de espectro Fig. 144 Mostra unidade móvel para rádio/TV 109
  110. 110. Fig. 145 Mostra distribuição interna no furgão Fig. 146 Estação rádio base móvel rebocável com grupo motor gerador e ar condicionado split ideal para eventos prolongadosTodo profissional de telecomunicações sonha em trabalhar com os veículosapresentados. Para tanto, o profissional sempre deve manter-se atualizado esolicitar para sua empresa o veículo adaptado para melhor desempenharsuas funções em campo.Vamos agora apresentar os principais equipamentos de teste e prospecçãoem campo, para Estações rádio base e sites de rádio comunicação. 110
  111. 111. Fig. 147 Teste de telefone celular GSM/GPRS-mod. 6111• Fabricante: RACAL Instruments• Banda de teste de 850MHz, 900MHz, 1,8GHz e 1,9GHz• Suporta handover dual band• Analizador de modulação para diagnósticos e alinhamento• Teste de SMS troadcast e ponto a ponto• Teste de fax/dados Fig. 148 Teste de ERB GSM/GPRS/EDGE mod. 6113EDGE• Efetua testes em Erbs GSM, nas bandas de 850MHz, 900MHz, 1,8GHz e 1,9GHz• Opções de controle para os principais modelos de ERB• Seqüência de teste configurável• Otimizado para instalação, comissionamento, manutenção preventiva, localização de falhas e testes de produção.• Interface A-bis para controle total da ERB e medidas de BER• Teste com o sistema em operação, para análise e monitoração do tráfico da rede e simulação de chamada 111
  112. 112. Apresentaremos o poderoso equipamento de teste de protocolo paratelefones celulares CDMA 2000(Modulação por pulsos codificados multiacesso), modelo europeu, fabricado pela RACAL.Testes de: • Camada 2 e camada 3 • Handof e controle de potência • Simulação de pilot polution • Conformidade e interoparabilidade CDG 22 estágio 2 • Transferência de dados/fax • Autenticação e criptografia • Interface Windows amigável (software de controle para PC) Fig. 149 CDMA 2000 112
  113. 113. Fig. 150 Kit outdoor para TEMS transmissão GSM 1800O equipamento acima é um transmissor fabricado pela Ericsson, modeloTEMS Transmiter GSM 1800, para testes outdoor(parte externa do site), compotência de transmissão de até 23 a 44,8dbm (0,2 a 30w). Também podegerar portadoras CW, BCCH ou SCH.Sua estrutura é vedada (a prova de chuva) com os seguintes assessórios: • Fonte de alimentação permitindo uso com 110Vac ou 24Vdc • Amplificador de potência Spectrian 30w, 1805 – 1870MHz • Suporte para TEMS Transmitter, com conexões para a alimentação e de RF • Atenuadores fixos e variáveis para adequar os níveis de saída do transmissor à entrada do amplificador • Conector de antena RFPortanto esses equipamentos são indispensável para realização deimplantação, alinhamento, manutenção preventiva e corretiva em Erbs.Pode-se chama-los também de site máster, pois testa operacionalmentetodas as funções de uma Estação Rádio Base.A seguir apresentaremos instrumentos auxiliares de teste, que o profissionaldeve ter em sua mala de ferramentas. 113
  114. 114. Fig. 151 Medidor digital FlukeEste medidor alicate serve para medir resistividade do aterramento do site,consumo de corrente de cabos de energia. Fig. 152 Multímetros digital da FlukeTemos três modelos a escolher, indicamos o de capa amarela, pois o preçonão é tão elevado e muito útil em campo para medições de Tensão AC/DC,corrente, resistência, continuidade, temperatura e etc. 114
  115. 115. Outro instrumento indispensável é o watimetro, para medidas de Potência detransmissão direta ou refletida. Com estes instrumentos podemos avaliar ofuncionamento de um sistema irradiante de uma ERB, rádio digital ou rádiosde comunicação. Fig. 153 Mostra o funcionamento do Wattímetro, bem como tabela de COE 115
  116. 116. Fig. 154 Mostra exemplos de medidas do transmissor amplitude X PotênciaFig. 155 Mostra o Wattímetro Bird 43, largamente utilizado observe a pastilha removível no centro do aparelho abaixo do visor. 116
  117. 117. A Tabela abaixo é bastante útil para o Técnico em campo, pois forneceinformações de conversão de potência dBm X Watts. Fig. 156 Tabela de conversão Fig. 157 Tabela de pastilhas padrão e sua faixa de freqüência e modelo do fabricante 117
  118. 118. Para instalação de enlaces de rádio digital, localização do site eposicionamento de antenas conforme azimute, apresentamos as Bússolas,Clinômetros e o GPS(sistema de posicionamento global) instrumentosimportantíssimos para survey e prospecção em campo.Vamos demonstrar algumas funções da bússola, clinômetro e o GPS para queos alunos tenham conhecimentos básicos para sua utilização.O que é:Norte Geográfico: Direção da extremidade superior do eixo de rotação daterra – Pólo NorteNorte Magnético: Direção paralela às linhas do campo magnético da Terraem um dado local e em um dado instante. Ao contrário do que se pensa, asbússolas não apontam para o Pólo Norte Magnético, mas sim para a direçãodo Norte Magnético. As linhas do campo magnético nem sempre convergemdiretamente para o Pólo Norte magnético.Declinação Magnética: Azimute Geográfico do Norte Magnético em umdado local e em um dado instante(por exemplo 20”w indica que o NorteMagnético está a 20”W do Geográfico, ou seja, o Norte Geográfico está àleste direita) da direção apontada pela agulha da bússola).Como obter a declinação Magnética: Indicadas nos mapas topográficos,catas náuticas ou através de programas como o acessado pelo site:www.ngdc.noas.gov/seg/potfld/geomag.htmlCOMO FAZER O PRÉ-ALINHAMENTO DE ANTENASFig. 158 Bússola modelo MC-2g/1g.Espelho de tomada de azimute, clinômetro, sistema com parafuso e cremalheira para compensação de declinação 118
  119. 119. O alinhamento das antenas é um dos itens mais importantes para o bomfuncionamento do sistema rádio.O alinhamento é um procedimento de ajustes horizontal (azimute) e vertical(elevação) na antena para que a mesma possa apontar para a outra antenaque está instalada no sítio remoto. Nos casos em que a visada é direta, oapontamento pode ser facilitado se observarmos pontos de referência altospróximos aos sítios.O primeiro passo a dar é conferir se a polarização das antenas está correta(vertical ou horizontal de acordo com o projeto) • AZIMUTE: É a orientação no plano na qual a antena deverá ser posicionada para que a mesma possa “enxergar” a outra antena instalada no sítio remoto.Para fazer o ajuste do azimute teremos que ter em mãos a informação doângulo (em graus) determinado pelo projeto de instalação. Este ângulo podeser referenciado tanto ao Norte Verdadeiro (Nv) quanto ao Norte Magnético(Nm).Lembramos que: • Norte Verdadeiro: é o norte de referência quando se trabalha com mapas, e o mesmo não muda com o passar do tempo • Norte Magnético: é o norte de referência quando se trabalha com Bússola, e o mesmo é alterado a cada ano, conforme a declinação magnética.ELEVAÇÃO:É a orientação no plano vertical no qual a antena deverá ser posicionadapara que a mesma possa apontar a outra antena instalada no site remoto.Este ajuste vertical é feito após o alinhamento da antena relativo ao azimute.Nos casos em que o enlace é obstruído, o apontamento das antenas deve serefetuado de modo a dirigi-las para o ponto onde se dar à difração, porexemplo, o ponto mais alto do morro/montanha que se localiza no azimutecalculado entre os sítios em questão.Para fazer o ajuste da elevação teremos que ter em mãos a informação doângulo (em graus) determinado pelo projeto de instalação. Este ângulo podeser tanto positivo quanto negativo, ou seja: 119

×