Ciclo De FormaçãO Humana

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Ciclo De FormaçãO Humana

  1. 1. <ul><li>Roteiro de trabalho para as horas não presenciais : </li></ul><ul><li>Quarta: manhã </li></ul><ul><li>coordenadores: José Diassis e Flávia </li></ul><ul><li>Componentes do grupo: </li></ul><ul><li>Erildamar Anastácio </li></ul><ul><li>Cláudia Imaculada dos Santos Silvestre </li></ul><ul><li>Cláudia Matoso </li></ul><ul><li>Maria Aparecida da Silva </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Texto a ser apresentado </li></ul><ul><li>TEIXEIRA, Inês Assunção de Castro. Cadências escolares, ritmos docentes. Educação e Pesquisa [online]. 1999, vol. 25, no. 2, pp. 87-108. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A autora do artigo trata de vários tempos vivenciados por vários sujeitos. Quais são estes sujeitos e como ela diferencia ritmos, cadência, tempos simultâneos, tempos seqüenciados para cada um destes atores sociais? </li></ul><ul><li>Tecemos o tempo e também vamos sendo tecidos por ele.Estamos inseridos nos ritmos da vida moderna, nas melodias da historia, compondo sua sincronia nas intersecções rítmicas da escola da família da cidade . </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Qual é a relação que a autora estabelece entre o tempo vivenciado no espaço escolar com a imprevisibilidade, o inédito, irregularidades, alternâncias, durações e interrupções sociais? </li></ul><ul><li>As configurações sócio-temporais são uma realidade caracterizada pela imprevisibilidade e pelo inédito de que a ação humana é capaz, uma realidade revelada nas dissidências, nas transgressões e resistências, na fatalidade e na imprecisão inerentes a condutas humanas que se traduzem nos redirecionamentos e alternativas aos ritmos instituídos. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Quais são os apontamentos que a autora faz sobre a fragmentação e distribuição do tempo escolar na construção de significados que os professores e professoras elaboram sobre sua profissão e a contradição aparente de: ‘apesar de extensas jornadas de trabalho, o tempo (dos profissionais da educação) lhes parece curto”? </li></ul><ul><li>O ritmo da vida humana se expressa nos diferentes níveis do transcurso dos períodos de tempo, passando por regulares e sucessivas vigente nas sociedades atuais, hoje evocada nos imperativos temporais dos relógios e calendários. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Segundo a autora, como é revelado e escondido os ritmos das interações sociais? Quais são as principais diferenciações que ela estabelece entre os ciclos de desenvolvimento humano, principalmente quando faz a seguinte referência: “são muitas temporalidades. Há muitos tempos dentro do tempo”? </li></ul><ul><li>Há diversos tempos ritmos e tempos entre educandos e educadores; </li></ul><ul><li>Alunos mais jovens X alunos mais velhos; </li></ul><ul><li>Diferença entre ritmos na própria turma; </li></ul><ul><li>Pontos de tensão: diferença nos ritmos dos alunos, turmas, turnos, dias do calendário, dentre outros. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Como é colocado, no texto, o lugar da objetividade e subjetividade no tempo e espaço escolares e sua relação com o calendário como instrumento de poder material e simbólico? </li></ul><ul><li>O calendário vai além de sua objetividade em “evocar os tempos”, em sua subjetividade demonstra e sugere a concepção pedagógica que deve será seguida pelo coletivo de educadores na escola. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Quais as relações estabelecidas pela autora entre os calendários escolares, o calendário oficial e o real e a construção da autonomia das unidades escolares frente às Instâncias de Gestão Educacional? </li></ul><ul><li>Cada professor é único no que faz e nos sentidos que atribui a sua experiência e a sua historia e a suas necessidades de sobrevivência </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Quando se refere aos horários escolares quais são os apontamentos que a autora faz sobre questões como divisão de períodos, rituais escolares, relações de poder na montagem dos horários, “o descompasso entre os ritmos biológicos-naturais e os imperativos rítmicos socialmente construídos, a particularização destes horários e sua relação com os/as alunos/as”? </li></ul><ul><li>Transitamos na escola com horários fixos, calendários pré determinados com dupla e ate triplica, carga horária-nos compassos da vida urbana e na correria de casa para o trabalho e de uma escola para outra, vivemos um sentimento paradoxal: de que o tempo parece lhes curto. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>O que a autora chama de “transgressão dos horários” no tempo espaço escolar, como estes são vivenciados e quais os seus significados? </li></ul><ul><li>Diminuição dos períodos de aula; </li></ul><ul><li>As greves; </li></ul><ul><li>Subir turma; </li></ul><ul><li>Obter momento coletivo para reuniões; </li></ul><ul><li>Movimentos reivindicatórios; </li></ul>
  11. 11. <ul><li>O que e como são descritos os ‘tempos silenciados, negados ou ausentes’ dos tempos espaços escolares? </li></ul><ul><li>Tempos silenciados – ausentes nos calendários e horários escolares; </li></ul><ul><li>Tempo-ocupação, dos afazeres e um tempo-preocupação, pois as questões do trabalho de educar habitam seu pensamento. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Quais são as implicações dos ritmos, cadências, tempos, transgressão, relações de poder, relação aluno/a–professor/a para a concepção de Ciclos de Formação Humana no que diz respeito ao tempo espaço escolar? </li></ul><ul><li>Ritmo; </li></ul><ul><li>Cadência; </li></ul><ul><li>Transgressão; </li></ul><ul><li>Formação humana. </li></ul>

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