Universidade Federal Fluminense
Instituto de Geociências
Departamento de Análise Geoambiental
 Primeira Parte sobre Responsabilidade Social:
Formando e integrando conceitos (de 14:00
às 15:00)
› Liberdade, responsab...
TEMPO / ESPAÇO
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Agosto/2006
TEMPO / ESPAÇO
Hereditariedade,
Gênero,
Astrologia,
Família, Vizinhos,
Geografia,
Ecologia, Moradia,
Alimentação
Escola, Cultura,
Escolar...
Linguagem
Experiências
e
Expectativas
ValoresSentimentos
Comunicação/Ação
Aprendizagem
Consciência
Hierarquia de Valores Morais
Auto-Consciência
Metáfora da Linha até
a Roupa
 Empresário – Novo Código Civil
› Considera-se empresário quem exerce
profissionalmente atividade econômica
organizada pa...
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O Planeta e o Cosmos
A Humanidade
Os Mercados, a Sociedade, os
Ambientes e os Governos
As Redes de Parceiros
Organizaciona...
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 Empregados
 Natureza
 Governo/Estado
 Fornecedores
 Financiadores
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 “Trata-se do compromisso contínuo nos
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contribua para o desenvolvimento
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Cumprir a Lei
1
Nível de aspirações a
Ideais Éticos
3
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Expectativas Atuais,
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De empresas e
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para redes,
mercados e
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Humanos:
› Qualificação e alinhamento estratégico das
práticas de recrutamento, seleção,
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› Estabelecer programas de desenvolvimento
de fornecedores para estarem alinhados
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 Demanda no Mercado:
› Cadeia de fornecedores e compradores, local,
regional, nacional e internacional, alinhados
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 Disponibilização de produtos financeiros:
› Regulamentação do Banco Central e
Febraban para valorizar o mercado
financei...
 Alinhamento com Investimento
Socialmente Responsáveis:
› Políticas, lobbies e missões empresariais e
governamentais para...
 Intercâmbio de Experiências Nacionais e
Internacionais:
› Realização de Foruns, Encontros, Concursos,
Cursos, Assessoram...
Destaque no
Contexto Global:
A ISO 26000 (entre
outros avanços)
 Princípios
› Global Compact (Pacto Global das Nações
Unidas)
› Principles for Responsible Management
Education – PRME (N...
 Human Rights
› Principle 1: Businesses should support and respect the
protection of internationally proclaimed human rig...
 Environment
› Principle 7: Businesses should support a
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challenges;
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 Processo de Elaboração Inovador
› Delegações de indicadas por órgãos nacionais
de normas técnicas de 99 países (maio/201...
 Método transparente para exibição de
documentos e eventos realizados ao
longo de 5 anos, aberto para
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 A destacar:
› Princípios de responsabilidade social
organizacional
› Temas centrais necessários no conceito da
responsab...
 Core subject: Organizational governance
› Decision-making processes and structures
 Core subject: Community involvement...
 Core subject: Human rights
› Issue 1: Due diligence
› Issue 2: Human rights risk situations
› Issue 3: Avoidance of comp...
 Core subject: Labour Practices
› Issue 1: Employment and employment relationships
› Issue 2: Conditions of work and soci...
 Core subject: Fair operating practices
› Issue 1: Anti–corruption
› Issue 2: Responsible political involvement
› Issue 3...
Responsabilidade Social - Série
Rede SESI de Educação
Vol. 13, SESI-DN, 2010
Dia 19/11 – Horário: 10:30h às 12:00h – Sala 509
A insustentabilidade de projetos de
desenvolvimento de turismo de base co...
Palestra Responsabilidade Social em Contexto de Mudança: 05 nov 2010
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Palestra Profa. Patricia Almeida Ashley sobre o contexto de mudança da responsabilidade social, reposicionando em um contexto maior de redes, mercados e territórios.

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Palestra Responsabilidade Social em Contexto de Mudança: 05 nov 2010

  1. 1. Universidade Federal Fluminense Instituto de Geociências Departamento de Análise Geoambiental
  2. 2.  Primeira Parte sobre Responsabilidade Social: Formando e integrando conceitos (de 14:00 às 15:00) › Liberdade, responsabilidade › Pensamento sistêmico: A relação todo-partes › O todo e as partes da responsabilidade social corporativa (em especial empresas)  Segunda Parte: Os limites e desafios da Responsabilidade Social (de 15:00h às 16h) › Para além da responsabilidade social empresarial e organizacional › Destaque no Contexto Global: ISO 26000
  3. 3. TEMPO / ESPAÇO
  4. 4. P.A. Ashley - MBA em Gestão Ambiental e Social - UFSJ - Agosto/2006 TEMPO / ESPAÇO
  5. 5. Hereditariedade, Gênero, Astrologia, Família, Vizinhos, Geografia, Ecologia, Moradia, Alimentação Escola, Cultura, Escolaridade, Religiosidade, Crenças, Costumes e Tradição, Mídia Renda e Patrimônio, Tecnologias, Estado, Nação e Governo Trabalho e Profissão, Segurança e Violência, Estágio de ciclo de vida SOU O MEU CORPO (0 a 1 ano) E MEUS SENTIMENTOS/EMOÇÕES (1 a 3 anos) E MEUS PENSAMENTOS (3 a 6 anos) EU
  6. 6. Linguagem Experiências e Expectativas ValoresSentimentos
  7. 7. Comunicação/Ação Aprendizagem Consciência Hierarquia de Valores Morais Auto-Consciência
  8. 8. Metáfora da Linha até a Roupa
  9. 9.  Empresário – Novo Código Civil › Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços  Sociedade Empresarial – Novo Código Civil › Considera-se empresária a sociedade que tem por objeto o exercício de atividade própria de empresário sujeito a registro
  10. 10. P.A. Ashley - MBA em Gestão Ambiental e Social - UFSJ - Agosto/2006 TEMPO / ESPAÇO
  11. 11. TEMPO / ESPAÇO
  12. 12. O Planeta e o Cosmos A Humanidade Os Mercados, a Sociedade, os Ambientes e os Governos As Redes de Parceiros Organizacionais A Organização Unidades Organizacionais Pessoas e Grupos
  13. 13.  Acionistas  Comunidade  Empregados  Natureza  Governo/Estado  Fornecedores  Financiadores  Compradores/Consumidores  Todos os atuais e futuros stakeholders – sociedade sustentável Escopo de visão e de mudança Visão Contemporânea + 1970 2010 Visão Inovadora Visão Clássica +
  14. 14.  “Trata-se do compromisso contínuo nos negócios pelo comportamento ético que contribua para o desenvolvimento econômico, social e ambiental, pressupondo a realização de decisões dos agentes econômicos (stakeholders) que sejam resultado da reflexão quanto aos seus impactos sobre a qualidade de vida atual e futura de todos que sejam afetados por estas decisões.” (Ashley, nov/2001)
  15. 15. Nível mínimo: Cumprir a Lei 1 Nível de aspirações a Ideais Éticos 3 Nível de Atendimento a Expectativas Atuais, além do que a Lei define 2 Relações de Parceria/Multilaterais Relações de Mercado Relações Hierárquicas
  16. 16. De empresas e organizações para redes, mercados e territórios
  17. 17.  Educação e Capacitação Contínua: › Para a formação de profissionais para atuar em todos os processos de negócios em empresas responsáveis e nas organizações de seus parceiros governamentais, do setor financeiro e da sociedade civil › Para a formação de consumidores e famílias que decisões de compra e consumo com base na história social, ambiental e econômica de bens e serviços no mercado
  18. 18.  Práticas Alinhadas de Recursos Humanos: › Qualificação e alinhamento estratégico das práticas de recrutamento, seleção, treinamento, desenvolvimento, avaliação e remuneração de recursos humanos para atuarem com competências diferenciadas nos processos de negócio de empresas orientadas para a responsabilidade social
  19. 19.  Cadeia de Fornecedores alinhada: › Estabelecer programas de desenvolvimento de fornecedores para estarem alinhados com os princípios e práticas da responsabilidade social  Programas em cada empresa  Programas em associações por ramo de negócio  Programas em federações e Sistema S  Programas em parceria com Universidades e Agências de Fomento
  20. 20.  Demanda no Mercado: › Cadeia de fornecedores e compradores, local, regional, nacional e internacional, alinhados com a orientação estratégica de rede de negócios para a responsabilidade social › Disponibilização online de informação sistemática sobre fornecedores e compradores de bens e serviços sustentáveis para ser acessível pública e gratuitamente por empresas, governo, famílias e sociedade civil – Em português e em inglês
  21. 21.  Disponibilização de produtos financeiros: › Regulamentação do Banco Central e Febraban para valorizar o mercado financeiro público e privado voltado para financiamento de iniciativas empresariais, isoladas ou articuladas com outras empresas, para renovação de práticas nos processos de negócio orientadas para a responsabilidade social
  22. 22.  Alinhamento com Investimento Socialmente Responsáveis: › Políticas, lobbies e missões empresariais e governamentais para a promoção e o desenvolvimento de cadeias de investidores estrangeiros e brasileiros alinhados com a responsabilidade social e sustentabilidade nos negócios
  23. 23.  Intercâmbio de Experiências Nacionais e Internacionais: › Realização de Foruns, Encontros, Concursos, Cursos, Assessoramento, Publicações, Certificações para empresas, sempre em parceria entre empresas, Associações Empresariais, Universidades e Agências de Fomento para viabilizar a conversão de conhecimento em tecnologias que viabilizem a incorporação a sua incorporação na produção e consumo sustentáveis por todos os portes de empresas
  24. 24. Destaque no Contexto Global: A ISO 26000 (entre outros avanços)
  25. 25.  Princípios › Global Compact (Pacto Global das Nações Unidas) › Principles for Responsible Management Education – PRME (Nações Unidas)  Diretrizes › OECD Guidelines for Multinational Companies (em revisão) › Global Reporting Initiative (diretrizes para relatórios) › AA1000 (para envolvimento e diálogo com stakeholders na gestão da responsabilidade social)
  26. 26.  Human Rights › Principle 1: Businesses should support and respect the protection of internationally proclaimed human rights; and › Principle 2: make sure that they are not complicit in human rights abuses.  Labour Standards › Principle 3: Businesses should uphold the freedom of association and the effective recognition of the right to collective bargaining; › Principle 4: the elimination of all forms of forced and compulsory labour; › Principle 5: the effective abolition of child labour; and › Principle 6: the elimination of discrimination in respect of employment and occupation.
  27. 27.  Environment › Principle 7: Businesses should support a precautionary approach to environmental challenges; › Principle 8: undertake initiatives to promote greater environmental responsibility; and › Principle 9: encourage the development and diffusion of environmentally friendly technologies.  Anti-Corruption › Principle 10: Businesses should work against corruption in all its forms, including extortion and bribery.
  28. 28.  Processo de Elaboração Inovador › Delegações de indicadas por órgãos nacionais de normas técnicas de 99 países (maio/2010), compostas por representantes de entidades em vários segmentos de stakeholders, além de observadores:  Indústria  Governo  Consumidores  Trabalhadores  ONGs  Especialistas e Acadêmicos
  29. 29.  Método transparente para exibição de documentos e eventos realizados ao longo de 5 anos, aberto para comentários de vários especialistas  Resoluções por consenso e votações pelas delegações dos 99 países  Aprovação do texto “rascunho” final em 13 de setembro de 2010 – Só votaram contra EUA, Cuba, Turquia, Luxemburgo e Índia
  30. 30.  A destacar: › Princípios de responsabilidade social organizacional › Temas centrais necessários no conceito da responsabilidade social organizacional:  governança organizacional, direitos humanos, práticas trabalhistas, meio ambiente, práticas operacionais justas; questões dos consumidores; e envolvimento com e desenvolvimento da comunidade › Fronteiras da responsabilidade social de acordo com o escopo de influência da organizacional no espaço e no tempo Mais informações em www.iso.org/wgsr e www.abnt.org.br e www.fnq.org.br
  31. 31.  Core subject: Organizational governance › Decision-making processes and structures  Core subject: Community involvement and development › Issue 1: Community involvement › Issue 2: Education and culture › Issue 3: Employment creation and skills development › Issue 4: Technology development › Issue 5: Wealth and income creation › Issue 6: Health › Issue 7: Social investment
  32. 32.  Core subject: Human rights › Issue 1: Due diligence › Issue 2: Human rights risk situations › Issue 3: Avoidance of complicity › Issue 4: Resolving grievances › Issue 5: Discrimination and vulnerable groups › Issue 6: Civil and political rights › Issue 7: Economic, social and cultural rights › Issue 8: Fundamental rights at work
  33. 33.  Core subject: Labour Practices › Issue 1: Employment and employment relationships › Issue 2: Conditions of work and social protection › Issue 3: Social dialogue › Issue 4: Health and safety at work › Issue 5: Human development and training in the workplace  Core subject: The environment › Issue 1: Prevention of pollution › Issue 2: Sustainable resource use › Issue 3: Climate change mitigation and adaptation › Issue 4: Protection and restoration of the natural environment
  34. 34.  Core subject: Fair operating practices › Issue 1: Anti–corruption › Issue 2: Responsible political involvement › Issue 3: Fair competition › Issue 4: Promoting social responsibility in the sphere of influence › Issue 5: Respect for property rights  Core subject: Consumer issues › Issue 1: Fair marketing, information and contractual practices › Issue 2: Protecting consumers’ health and safety › Issue 3: Sustainable consumption › Issue 4: Consumer service, support, and dispute resolution › Issue 5: Consumer data protection and privacy › Issue 6: Access to essential services › Issue 7: Education and awareness
  35. 35. Responsabilidade Social - Série Rede SESI de Educação Vol. 13, SESI-DN, 2010
  36. 36. Dia 19/11 – Horário: 10:30h às 12:00h – Sala 509 A insustentabilidade de projetos de desenvolvimento de turismo de base comunitária Resumo: Acredita-se que na última década aproximadamente 10 bilhões de dólares foram investidos em projetos de desenvolvimento comunitário na America Latina e África. Parte incerta do mesmo foi aplicado diretamente em TBC, porém não há resultados mensuráveis evidenciando o sucesso dos mesmos. Ao contrario, a literatura aponta fortemente para os insucessos, onde há questões criticas quanto a processos metodológicos de desenvolvimento propriamente dito envolvendo todos os elementos da cadeia de valor locais , bem como agencias de desenvolvimento, mercado e as próprias comunidades. Neste contexto e diante da crise econômica de 2009, algumas perguntas foram feitas, porém respostas não surgiram. Tal realidade torna-se preocupante ao futuro dos investimentos sociais na área do turismo comunitário na America do Sul, onde o Brasil pode tem um papel fundamental. Conferencista: Eduardo Jorge Costa Mielke Doutor em turismo pelo Programa de Doutorado em Gestión y Desarrollo Turístico Sostenible pela Universidad de Málaga (Espanha, 2007), Depto de Economía y Política, Mestre em Ciências Florestais (área de concentração Economia Florestal) pela Universidade Federal do Paraná (2002) e graduado em Engenharia Agronômica (1999) pela mesmo instituição. Desde 2001 tem experiência no trabalho com empresas de economia social atuando principalmente nos seguintes temas: planejamento e desenvolvimento turístico de base local, cooperativismo, associativismo, turismo rural e interação entre atores sociais. Autor do Livro Desenvolvimento Turístico de Base Comunitária (ed. Átomo & Alínea).

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