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  • 1. Ambientalização e politização do consumo e da vida cotidiana: um estudo sobre as compras de alimentos orgânicos 1° Ciclo de Seminários em Consciência, Cidadania Socioambiental e Ecodesenvolvimento Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental / UFF, novembro 2010 Marcelo Castañeda – CPDA/UFRRJ
  • 2. CONTEXTO DA PESQUISA
  • 3. Transições globais Mudança social e paradigmática Globalização Modernização reflexiva Sociedade de risco global
  • 4. Debates e práticas sobre meio ambiente: deslocamento da percepção dos impactos no meio ambiente global no âmbito do pensamento ambientalista internacional PRODUÇÃO (anos 1970/80) CONSUMO (anos 1990)
  • 5. CONCEITOS BÁSICOS
  • 6. CONSUMO Conjunto de práticas nas quais os agentes participam, apresentando o discernimento que atenda a propósitos diversos (utilitários, expressivos ou contemplativos, entre outros)
  • 7. CONSUMIDOR - Indivíduos que possuem direitos e deveres - Cidadãos que interagem com mercado. Neste trabalho: - Indivíduos que participam de práticas de compra - Agentes sociais que praticavam compras de alimentos orgânicos nos locais de aquisição que freqüentei em Nova Friburgo/RJ
  • 8. OBJETIVO
  • 9. Entender o uso das práticas de consumo como forma de “participação na esfera pública” e “ação política”
  • 10. OBJETO DE PESQUISA
  • 11. AMBIENTALIZAÇÃO E POLITIZAÇÃO DO CONSUMO VIDA PRIVADA E COTIDIANA ALIMENTOS ORGÂNICOS
  • 12. PROBLEMA DA PESQUISA
  • 13. As práticas de compra de alimentos orgânicos são percebidas e experimentadas pelos consumidores adeptos como forma de ação política frente à crise ambiental e aos riscos da alimentação contemporânea, caracterizando a ambientalização e politização do consumo? Os consumidores se auto-atribuem responsabilidades pela crise ambiental global e, por isso, desempenham práticas de compra de alimentos orgânicos?
  • 14. A PESQUISA
  • 15. Observação participante nos locais de aquisição • Realizada em Nova Friburgo: histórico + rede de relações Trabalho de campo etnográfico Entrevistas em profundidade com consumidores (fev - jun/09) 1ª etapa: Identificar consumidores (dez/08 - jan/09) Pré-testes / Roteiro 2ª etapa: Práticas de compra (jul - out/09) Diário de campo/Descrição densa Pistas, sinais (paradigma indiciário) Análise de conteúdo do tipo categorial
  • 16. OS ALIMENTOS ORGÂNICOS NAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO AS PRÁTICAS DE COMPRA DE ALIMENTOS ORGÂNICOS AMBIENTALIZAÇÃO E POLITIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE CONSUMO
  • 17. OS ALIMENTOS ORGÂNICOS NAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS
  • 18. Orgânicos como nicho de mercado Desafios globais contemporâneos às poderosas indústrias agro-alimentares Alianças entre produtores e supermercadistas Movimento social de agroecologia Transição: “dialética sem síntese” Normalização e garantia da qualidade Certificação Mais importante para consumidores que compram em supermercados, sem contato direto com produtores tensão
  • 19. Em Nova Friburgo/RJ, setor supermercadista não se apresenta estruturado como nas metrópoles... ... o movimento social de agricultura orgânica não parecia tão pujante na cena social desta cidade quanto na década de 1980. Consumidores tem contato com produtores e a certificação não é tão importante, pois compram em vários locais de aquisição
  • 20. IMAGINÁRIO DOS CONSUMIDORES Tecnologia de produção Reordenamento das relações sociais com a natureza por meio da esfera do consumo
  • 21. Fatores de iniciação ao consumo de orgânicos em Nova Friburgo/RJ: 2) Vegetarianismo 3) Aumento de informações 1) Ausência de agrotóxicos
  • 22. TENDÊNCIAS DA ALIMENTAÇÃO CONTEMPORÂNEA ALIMENTOS ORGÂNICOS CIENTIFICAÇÃO: MEDICALIZAÇÃO SAUDABILIDADE VALORIZAÇÃO DE ORIGEM GASTRONOMIZAÇÃO Mudança de hábitos alimentares Relação alimento-saúde Mudança de atitude
  • 23. AS PRÁTICAS DE COMPRA DE ALIMENTOS ORGÂNICOS
  • 24. Teorias das Práticas Entidade coordenada: Nexos (procedimentos, entendimentos, engajamentos) Desempenho
  • 25. Teoria das Compras  abastecimento rotineiro ETNOGRAFIA: compras como amor e devoção Resistência, revanche e vingança: produção escondida Comunicação, marcação social e hostilidade cultural Perspectivas que práticas de consumo podem assumir:
  • 26. • Encontravam o “básico” (arroz integral, verduras e legumes). • Ao contrário da passividade, maioria destacava táticas frente as dificuldades encontradas: - Ir ao local de aquisição sem planejamento e adquirir alimentos disponíveis - Buscar informações sobre dias de entrega, locais de aquisição e épocas de cultivo de cada alimento - Adiar compra ao invés de substituir pelo convencional - Plantar/produzir alguns itens (frutas, tomate, queijos) No desempenho das compras, consumidores reclamavam do sobrepreço e da pouca variedade
  • 27. Práticas de compra de alimentos orgânicos em Nova Friburgo/RJ não são dirigidas de forma autônoma pelos consumidores que as desempenham Consumidores aparentemente solitários
  • 28. Dupla alteridade de desempenho individualizado Outras pessoas, integrantes das redes cotidianas dos consumidores de alimentos orgânicos Relação cosmológica: preservação do meio ambiente e apoio ao pequeno produtor rural
  • 29. AMBIENTALIZAÇÃO E POLITIZAÇÃO DAS PRÁTICAS DE CONSUMO
  • 30. A construção de um campo analítico-teórico 1. Neomodernismo 2. Ciclos comportamento coletivo 3. Consumo - Cidadania 4. Reflexividade social ESPECIFICIDADE POLÍTICA DA ALIMENTAÇÃO CONTEMPORÂNEA CONSUMO COMO ESFERA POLÍTICA + TEORIAS SOCIAIS CONTEMPORÂNEAS
  • 31. Nexos das práticas de compra compreendiam valores relacionados com a preocupação socioambiental Importância da preservação ambiental e da vida no campo para estes atores sociais
  • 32. Forte auto-atribuição de responsabilidade... ... MAS não assumem toda a responsabilidade pelos problemas socioambientais
  • 33. Não conseguem ser totalmente responsáveis Apontam a responsabilidade dos “poderosos”  “pontes” com a cidadania CULPA
  • 34. Auto-atribuição de responsabilidade Estes consumidores adotam ações políticas do tipo “romântico- individualistas” (ALEXANDER, 1995), fazendo uso de posturas que remetem à reflexividade social (BECK, 1997; GIDDENS, 1997)
  • 35. Práticas de compra de alimentos orgânicos  táticas de buycott Preferência de compra politicamente correta e ambientalmente amiga
  • 36. Estes atores sociais também acreditam participar ativamente da construção de soluções para problemas socioambientais globais por meio de repertórios como as práticas cotidianas de uso racional de bens e serviços e abaixo-assinados virtuais
  • 37. CONCLUSÕES
  • 38. 1- Nexos das práticas de compra de alimentos orgânicos investigadas em Nova Friburgo/RJ indicam valores e propósitos de participação política e auto-atribuição de responsabilidades socioambientais
  • 39. 2- Auto-atribuição de responsabilidades constantemente negociada: elemento fundamental na configuração de novas formas de ação política frente aos problemas ambientais  consumidores co-responsáveis, preocupados e pragmáticos
  • 40. 3- Ações políticas individualizadas desenvolvidas na esfera do consumo (buycott) e da vida cotidiana (racionalização do uso de bens e serviços).
  • 41. 4- Crença dos consumidores : com consumo de orgânicos evitam riscos da produção (escondida e misteriosa) das indústrias agro- alimentares OU dos alimentos produzidos pela agricultura intensiva convencional (utilização de pesticidas e agrotóxicos)
  • 42. 5- Contexto adverso (em Nova Friburgo/RJ) para desempenhar práticas de compra de alimentos orgânicos: persistência e obstinação dos consumidores para superar obstáculos  não bastava ter condições financeiras para comprar estes produtos, era preciso desenvolver táticas específicas
  • 43. 6- Ação política frente aos problemas socioambientais contemporâneos: repertórios que mesclam ações inovadoras e tradicionais de posicionamento político  confirma transição dos padrões de ação política dos movimentos radicais- coletivistas para ações romântico- individualistas
  • 44. 7- As pontes entre consumo e cidadania acenam para possibilidades de novos períodos de engajamento público coletivo  DESAFIO: comunicação entre micro-esferas cotidianas, provocando emergência de novas ações comunicativas em uma dinâmica e renovada esfera pública global

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