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Manual Procedimentos

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Manual de Procedimentos da rede de bibliotecas do concelho de Castro Verde

Manual de Procedimentos da rede de bibliotecas do concelho de Castro Verde

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  • 1.           Manual de  Procedimentos Abril, 2010
  • 2. 2  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde       Introdução .......................................................................................................................................... 3  1.  Selecção / Aquisição do Fundo Documental ................................................................................. 4  2.  Procedimento para o tratamento técnico  .................................................................................... 4  . 2.1. Entrada do Documento ........................................................................................................... 4  2.2. Registo ..................................................................................................................................... 4  2.2.1. Registo de monografias, obras de referência e materiais não livro  ................................ 4  . 2.2.2. Registo de publicações periódicas .................................................................................... 5  2.3. Carimbagem ............................................................................................................................ 6  2.3.1.  Documentos impressos: monografias ............................................................................. 6  2.3.2.  Documentos impressos: publicações periódicas e outros ............................................... 6  2.3.3.  Documentos não impressos:  CD’s, CD‐Roms, DVD, DVD’Roms, VHS e outros ............... 7  2.4. Descrição Bibliográfica: Catalogação, classificação, indexação .............................................. 7  2.4.1. Catalogação ..................................................................................................................... 7  2.4.2. Encabeçamentos / Cabeçalhos ....................................................................................... 11  2.4.3. Controle de Autoridade .................................................................................................. 11  2.4.4. Classificação e Indexação ............................................................................................... 12  2.5.  Cotação  ............................................................................................................................ 13  . 2.6.  Arrumação ........................................................................................................................ 15  3.  Difusão da Informação ................................................................................................................ 15  3.1.  Empréstimo ...................................................................................................................... 16  Anexos .............................................................................................................................................. 18         
  • 3. 3  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Introdução    A  constituição  da  Rede  de  Bibliotecas  do  Concelho  de  Castro  Verde,  integrando  as  bibliotecas do Agrupamento de Escolas (Biblioteca da Escola EB2/3, Dr. António Francisco  Colaço,  Biblioteca  do  1º  Ciclo  de Castro  Verde com  os  pólos  de Casével,  Sta  Barbara  de  Padrões, S. Marcos e Entradas), a Biblioteca da Escola Secundária e a Biblioteca Municipal  (Biblioteca Manuel da Fonseca e Pólo de Entradas), determinou a elaboração do presente  Manual  de  Procedimentos  comum,  facilitador  da  uniformização  de  procedimentos  e  serviços,  da  constituição  de  um  catálogo  concelhio  e  da  partilha  de  bases  de  dados  bibliográfica.    O  presente  Manual  de  Procedimentos  enquanto  instrumento  norteador  de  funcionamento  das  bibliotecas  da  RBCV  e  facilitador  de  procedimentos  que  permitam  uma  melhor  qualidade  de  resposta  aos  utilizadores,  contem  os  princípios,  normas,  directrizes  e  procedimentos  operacionais  a  observar  no  tratamento  técnico  do  documento. Constitui‐se como um documento em aberto e em reestruturação conforme  as  necessidades  de  revisão  ou  actualização  das  medidas  técnicas,  entre  as  quais  o  tratamento  documental  nas  suas  várias  componentes,  que  estabelece  o  circuito  do  documento nas bibliotecas da rede.    O  circuito  documental  inerente  às  bibliotecas  –  Selecção  /  Aquisição  /  Carimbagem  /  Registo  /  Catalogação  /  Classificação  /  Indexação  /  Cotação  /Arrumação  nas  Estantes  –  será, no presente documento, agrupado em três itens:    1. Selecção / Aquisição do Fundo Documental  2. Procedimento para o tratamento técnico  3. Difusão da Informação     
  • 4. 4  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   1.  Selecção / Aquisição do Fundo Documental    A  política  de  selecção  e  aquisição  do  fundo  documental  será  contemplada  num  documento conjunto de Política de Constituição e Desenvolvimento da Colecção que, no  respeito  pelas  especificidades  de  cada  biblioteca,  das  suas  missões  e  objectivos,  estabelecerá  um  quadro  referencial  que  defina  as  prioridades  de  desenvolvimento  das  colecções numa base de complementaridade e de gestão cooperativa e uso partilhado da  documentação.  A formalização do documento deverá ocorrer nos três meses subsequentes à constituição  da RBCV e terá um período de vigência de três anos, devendo ser actualizado cada ano  em função das necessidades dos utilizadores.    2.  Procedimento para o tratamento técnico  2.1. Entrada do Documento    Quando  um  documento  dá  entrada  na  Biblioteca  –  por  aquisição,  oferta  ou  doação  ‐  e  antes  de  se  iniciar  o  tratamento  técnico,  é  imperioso  verificar  o  estado  geral  de  conservação:  se  está  completo  e  sem  danos,  se  todas  as  páginas  estão  correctamente  impressas,  etc.  No  caso  de  documentos  audiovisuais  deve  verificar‐se  a  sua  operacionalidade.  2.2. Registo    O  registo  é  uma  operação  administrativa  que  tem  como  objectivo  a  inventariação  dos  documentos que constituem o fundo documental (FD).  2.2.1. Registo de monografias, obras de referência e materiais não livro    Os  procedimentos  de  registos,  independentemente  da  forma  como  são  efectuados  por  cada uma das instituições (informaticamente,  directamente no catálogo, em Excel, livro de   
  • 5. 5  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   registo,  …)  deverão  contemplar  os  seguintes  elementos:  Número  de  registo;  Data  de  entrada;  Autor(es);  Título;  Local  de  edição;  Editora;  Edição;  Data  de  edição;  Suporte;  Aquisição; CDU; Observações.   A  coluna  observações  destina‐se  a  registar  aspectos  relevantes  da  situação  do  documento, nomeadamente:   (i) abatido, no caso de documentos que se excluíram do fundo documental por falta  de actualidade ou inadequação ao fundo e a data do abate;   (ii) extraviado, no caso de documentos desaparecidos, igualmente com indicação da  data de constatação desse facto;   (iii)  depósito,  caso  estejam  retirados  por  falta  de  espaço  ou  pela  sua  raridade  e  valor;    (iv)  requisitados  permanentemente  para  salas  de  aula  ou  outros  espaços/departamentos;  (v) menção de material acompanhante.    Cada  unidade  física,  mesmo  que  constituindo  parte  de  um  documento,  deverá  ter  um  número de registo próprio (exemplos: numa obra em  vários  volumes, cada um deles tem  um  número  diferenciado);  vários  exemplares  da  mesma  obra,  têm  números  de  registo  diferentes;  o  material  acompanhante  no  mesmo  formato  ou  diferente  (livro;  CD‐ROM;  Cd‐áudio; DVD …) constitui‐se como um registo autónomo.    2.2.2. Registo de publicações periódicas     Nas  publicações  periódicas,  devido  à  sua  estrutura  e  efemeridade,  o  registo  será  simplificado  em  folhas  Kardex1  adaptadas  para  o  efeito.  Não  haverá  um  número  de  registo, apenas se indicará o número/data da publicação. Cada folha corresponderá a um  título e ficará arquivada, por ordem alfabética, no Dossier de Registo dos Periódicos.                                                                1  Ver Anexo 1   
  • 6. 6  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Nas  bibliotecas  escolares  os  manuais  escolares,  dado  o  carácter  efémero  de  que  se  revestem, deverão ser registados num livro de registos específico.    2.3. Carimbagem    O carimbo é a marca identificadora da instituição.  Deverão  existir  dois  carimbos  diferentes  com  funções  distintas:  carimbo  de  pertença  e  carimbo de registo.  No carimbo de registo deve constar o nome da instituição e conter espaço para o nº de  registo e a cota do documento.  O carimbo de pertença menciona apenas o nome da instituição.  A carimbagem deverá sempre ser feita tendo em atenção a salvaguarda da integridade  da mancha gráfica, das ilustrações e imagens.    2.3.1.  Documentos impressos: monografias    São carimbadas todas as obras com o carimbo de pertença da instituição.  Esta carimbagem é efectuada na página de rosto (primeira página do livro, onde consta o  título e autor, entre outra informação), numa das páginas do meio e também na última  página impressa.   O carimbo de registo apenas se coloca na página de rosto, no canto inferior direito.  As  obras  com  as  folhas  plastificadas,  ou  em  material  em  que  a  tinta  não  adere,  a  carimbagem  é  efectuada  numa  etiqueta  autocolante,  e  colocada  no  local  estabelecido  para carimbar.    2.3.2.  Documentos impressos: publicações periódicas e outros    São carimbadas apenas com o carimbo da instituição e da seguinte forma:  1. Revistas, na capa, na página do sumário / índice e no meio.   
  • 7. 7  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   2. Jornais, na capa junto ao título, nos suplementos, se estes existirem, no meio e na  contra‐capa.  3. Fotografias,  postais,  mapas,  gravuras,  cartazes  e  documentos  similares,  no  verso  da ilustração.    2.3.3.  Documentos não impressos:  CD’s, CD­Roms, DVD, DVD’Roms, VHS e outros    O carimbo aplica‐se no próprio documento, grafando manualmente, com caneta de  acetato, o número de registo e a cota.  Na caixa e no próprio documento será também colocada uma etiqueta com o número de  registo e com a cota.    2.4. Descrição Bibliográfica: Catalogação, classificação, indexação    Para que a localização de documentos nas Bibliotecas seja célere e eficiente três tarefas  complementares que devem ser cuidadosamente realizadas: a catalogação, a classificação  e a indexação.   2.4.1. Catalogação    A definição comum de uma política de catalogação entre as várias bibliotecas da rede é  imprescindível para garantir coerência e uniformização dos dados do catálogo concelhio.  A  catalogação,  enquanto  instrumento  de  normalização,  deve  estabelecer  o  nível  de  descrição dos dados biográficos associados aos documentos assim como a adaptação, à  biblioteca pública e às bibliotecas escolares, de um conjunto de regras e procedimentos  decorrentes das normas internacionais e nacionais.  A Catalogação implica a análise do documento no sentido de extrair os elementos formais  que  o  identificam  (Regras  Portuguesas  de  Catalogação,  Lisboa:  Instituto  Português  do  Património Cultural, 1984) e compreende três partes: a descrição bibliográfica, pontos de  acesso e dados de localização. Tem como missão individualizar os documentos (de forma  a que não sejam confundidos entre si) e a reunir os documentos pelas suas semelhanças,   
  • 8. 8  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   estabelecendo  relações  entre  si  e,  ainda,  a  permitir  a  localização  de  um  documento  específico numa determinada colecção.   Em termos metodológicos aconselha‐se que, em caso de dúvida, as bibliotecas aderentes  utilizem as Regras Portuguesas de Catalogação, as diferentes ISBD’S, o Manual UNIMARC  e diversa informação técnica que a Biblioteca Nacional tem publicado.  A catalogação dos Fundos Documentais das bibliotecas da Rede é efectuada em programa  informático específico e normalizado (Porbase, nas bibliotecas escolares e Bibliobase na  biblioteca  Manuel  da  Fonseca)  de  forma  a  reflectir  um  nível  de  descrição  intermédio  e  onde devem constar os seguintes elementos:    Título  próprio.  Título  próprio  de  outro  autor  :  complemento  de  título  /  1ª  menção  de  responsabilidade, 2ª ; outras menções de responsabilidade. – Menção de edição. – Local  de  edição:  editor,  data  de  edição.  –  Designação  específica  de  material  e  extensão:  outros pormenores físicos. – (Título próprio da colecção; nº dentro da colecção)  Notas  ISBN/ISSN    Os  elementos  da  descrição  –  corpo  da  entrada  –  são  distribuídos  por  zonas,  possuindo  cada  uma  determinada  fonte  designadas  como  “fontes  principais  de  informação”2.  Qualquer  elemento  retirado  de  outra  fonte,  que  não  a  considerada  principal,  deve  ser  referenciado entre parênteses rectos [  ] ou dado em notas.    Referem‐se,  de  seguida,  algumas  especificações  respeitantes  aos  vários  fundos  e  colocam‐se, em anexo, os formatos Unimarc3.         1. Fundo Adultos ‐ Monografias    (i) Só devem ser referidas as autorias principais. No caso de ilustradores, editores  literários,  prefaciadores,  etc.  devem  indicar‐se  sempre  que  essa  informação  vier  na                                                               2  Ver Anexo 2    3  Ver anexo 3   
  • 9. 9  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   página  de  rosto  ou  então  caso  se  verifique  pela  análise  do  documento  que  essa  informação é essencial;  (ii) A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira;  (iii) Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e  editor. Aqui devemos salvaguardar o caso do livro antigo, do fundo local e reservados em  que esta informação pode ser muito importante;  (iv) A referência à ilustração só deve ser utilizada quando assumir uma importância  relevante no conjunto do documento;  (v) A menção de colecção é obrigatória;  (vi) Em  caso  de  dúvida  devem  ser  consultadas  as  Regras  Portuguesas  de  Catalogação ou as diferentes ISBD.    2. Fundo Infanto‐Juvenil  (i) Além das autorias principais devem ser sempre mencionados os ilustradores;  (ii) A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira;  (iii) A referência à ilustração é obrigatória;  (iv)  A menção da colecção é obrigatória.    3. Fundo Áudio  (i) Os títulos de cada um dos temas que compõem o documento devem ser dados,  sempre que possível, em notas;  (ii) A  referência  às  autorias  deve  ser  exaustiva  quanto  a  intérpretes  e  autores  de  trechos musicais e letras, assim como no caso da música pop a indicação dos produtores.  Outro tipo de responsabilidades pode excluir‐se a não ser que essa informação se revele  essencial;  (iii) No  caso  da  música  clássica,  o  autor  do  trecho,  bem  como  os  intérpretes  (individuais  ou  grupos),  bem  assim  os  maestros  e  os  solistas  devem  constituir  autorias  principais;  (iv) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória;  (v) A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira;  (vi) A informação respeitante à colecção é obrigatória;   
  • 10. 10  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde     4. Fundo Vídeo (VHS/DVD)  (i) O título original bem como a tradução são obrigatórios;  (ii) Se um dado filme se basear numa obra literária ou outra, deve estabelecer‐se a  ligação entre o registo do vídeo e o da monografia, utilizando um dos campos de ligação  do bloco 4 (entradas relacionadas) do UNIMARC;   (iii) A referência às autorias deve ser exaustiva quanto a realizadores, produtores,  guionistas, intérpretes. Devem ser consideradas como autorias principais o realizador e o  produtor.  No  caso  dos  documentários  “científicos”  os  conselheiros  técnicos  devem  ser  considerados autorias de segundo nível;  (iv) No caso dos documentários e outros documentos de carácter informativo, e só  nestes, a sinopse deve ser dada, sempre que possível, em notas;  (v) A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira;  (vi) A informação respeitante à colecção é obrigatória;  (vii) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória;  (viii) A  menção  se  é  legendado  ou  traduzido,  assim  como  a  faixa  etária  a  que  se  destina, deve ser dada em notas     5. Recursos Electrónicos (CDR/DVD (enciclopédias) e Recursos de Internet  De  acordo  com  a  ISBD(ER)  Recursos  electrónicos  são  todos  os  materiais  controlados  por  computador,  o  que  inclui,  p.  ex,  CDR,  DVD,  …  com  software  ou  outra  informação  e  recursos  de  Internet, sendo que, a principal distinção entre estes recursos diz respeito ao método de acesso:  local ou remoto.  Dada a especificidade deste tipo de recursos refere‐se, de seguida, os aspectos da ISBD (ER), que  devem ser considerados:  (i) A indicação geral da natureza do documento é obrigatória [Documento electrónico]  (ii) A  menção  de  responsabilidade  está  relacionada  também  com  funções  como  as  de  designer, desenvolvimento de software e/ou produtos;  (iii) No caso de recursos que são actualizados frequentemente, a referência à edição deve  ser omitida e deve ser introduzida uma nota apropriada;  (iv) Na  designação  e  extensão  de  alguns  tipos  de  materiais  sugere‐se:  multimédia  interactivo; dados e programas, dados (2 ficheiros: 2 Mb) ou programas(1 ficheiro: 1 Mb);   
  • 11. 11  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   (v) Nos  recursos  com  acesso  local  utilizam‐se  os  seguintes  elementos:  a  designação  específica de material (obrigatório) e extensão e, também, as dimensões;  (vi) Nas notas os requisitos do sistema são obrigatórios;  (vii)  O modo de acesso é obrigatório para recursos com acesso remoto. Deve ser precedida  pela  designação  “Modo  de  acesso”  (Ex:  Modo  de  acesso:  World  Wide  Web.  URL:  http://www.sapo.pt     2.4.2. Encabeçamentos / Cabeçalhos    O encabeçamento deve seguir, como base, as Regras Portuguesas de Catalogação. Para além do  que estas estipulam, deve‐se ter em conta o seguinte:  (i) Nas obras onde a ilustração assume uma importância superior ao texto, oencabeçamento  deve ser feito pelo ilustrador;  (ii) No caso da música clássica, o encabeçamento é sempre o autor do trecho/obra enquanto  nos outros géneros musicais, o encabeçamento deve ser o intérprete;  (iii) Nos documentos vídeo (filmes, documentários), o encabeçamento deve ser o realizador;  (iv) No caso dos documentos multimédia, o encabeçamento deverá ser o produtor, caso seja  identificado, se não, será feito pelo título;  (v) No  caso  de  sites  WEB  ou  outros  recursos  de  Internet,  o  encabeçamento  deverá  ser  o  autor da informação se tal se encontrar explícito, até ao máximo de 5 autores.  2.4.3. Controle de Autoridade    As  autoridades,  na  medida  em  que  constituem  pontos  de  acesso  a  qualquer  catálogo,  constituem  um  dos  aspectos  mais  relevantes  para  assegurar  a  qualidade  do  produto  catalográfico  e  devem  ser  mantidos  de  acordo  com  normas  estabelecidas  e  feito  sistematicamente  o  seu  controlo.  Independentemente  da  metodologia  implementada  pelo  sistema  de  gestão  biblioteconómica,  deve  verificar‐se  sistematicamente  e  com  cuidado se uma dada autoridade já existe no sistema e só depois decidir sobre a criação  de uma nova entrada.   Assim, estabelecem‐se alguns procedimentos para a criação de autoridades/autor:    
  • 12. 12  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   (i) Sempre  que  for  o  caso,  deve  copiar‐se  o  registo  de  autoridade  já  existente  (na  PORBASE);   (ii) Ao criar‐se uma nova autoridade (e isto vai acontecer sempre nos documentos  áudio, vídeo e multimédia) deve determinar‐se com exactidão o nome, excluindo o mais  possível  abreviaturas  e  acrónimos.  Deve  recolher‐se  o  máximo  de  informação  possível  sobre o autor, tal como datas de nascimento e morte, funções desempenhadas quando  tal se torne relevante para identificação inequívoca.    2.4.4. Classificação e Indexação    Classificação  e  indexação  são  dois  procedimentos  indissociáveis  que  derivam  de  uma  análise do documento.     1. Classificação    A classificação é fundamental no processo de gestão documental e informacional e pode  definir‐se  como  uma  tarefa  que  consiste  em  agrupar  a  documentação  /  informação  em  classes  hierárquicas.  Esta  tarefa  permite  recuperar  os  documentos  pelo  seu  conteúdo,  isto é, pelos principais assuntos neles versados ou pelo género literário a que pertencem.    Para os documentos impressos (Monografias, Publicações periódicas, etc.) deve utilizar‐ se  a  Classificação  Decimal  Universal  (CDU)  procedendo‐se  à  arrumação  das  espécies  documentais  por  áreas  temáticas  e  possibilitando  a  recuperação  de  informação  por  assunto. A CDU divide‐se em 10 classes (de 0 a 9) que se subdividem segundo o princípio  dos números decimais.    Os  registos  sonoros  deverão  ser  classificados  com  base  na  Classificação  de  Registos  Sonoros – BDVP (bibliotecas e discotecas da cidade de Paris).    Os  registos  audiovisuais  são  classificados  com  base  na  Tabela  de  Classificação  da  FIAF  (Federação Internacional de Arquivo de Filmes) e Tabela de Autoridades da CDU.  Em anexo (anexo 4) inserimos as tabelas de classificação.   
  • 13. 13  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde     2. Indexação    A indexação é a fase do tratamento documental mais importante das Bibliotecas, que visa  sobretudo  a  recuperação  da  informação  essencial  por  parte  do  utilizador.  Implica  uma  análise  já  não  dos  conteúdos  formais  do  documento  (descrição  física)  mas  do  seu  conteúdo informativo (assunto).   Segundo  a  designação  dada  pela  Norma  Portuguesa  ‐  NP3715,I.P.Q.,  Lisboa,1989  ‐   “Indexação  é  a  acção  que  consiste  em  descrever  ou  caracterizar  um  documento  relativamente  ao  seu  conteúdo,  representando  esse  conteúdo  numa  linguagem  documental.”  Assim,  deverão  seleccionar‐se  os  conceitos  a  reter  e  escolher‐se  os  descritores considerados apropriados para a recuperação da informação.  Descritor  é  o  termo  que  se  utiliza  em  indexação  para  representar  um  determinado  conceito,  por  vezes,  também  considerado  termo  preferencial,  conforme  consta  da  NP4036 (1993).  Sugere‐se a utilização (sempre que possível e para facilitar os procedimentos) da tabela  abreviada da CDU para retirar os descritores necessários ao preenchimento do catálogo  de assuntos. Tal não implica que se não recorra a outras fontes de indexação (ex: “Lista  de  Cabeçalhos  de  Assuntos  para  Bibliotecas”,  Thesauri  de  Educação,  …).  Apesar  de  facilmente  se  poderem  encontrar  muitas  palavras‐chave  para  cada  documento,  o  mais  aconselhado será extrair de cada obra apenas três conceitos.  Nos  documentos  não  escritos  (audiovisuais,  visuais  ou  sonoros  e  objectos)  nem  sempre  é  possível analisar o registo na sua totalidade pelo que a indexação é feita com base no título  ou resumo.  2.5. Cotação    Após a classificação e catalogação dos documentos estes são cotados. A cotação é a fase  do tratamento documental em que a cada documento é atribuído um código que permite   
  • 14. 14  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   a  sua  arrumação  nas  estantes.  Desta  forma,  a  posterior  localização  do  documento  por  parte do utilizador é mais fácil.  No sentido de harmonizar procedimentos entre a Biblioteca Municipal e as BE/CRE, serão  tidos em conta os seguintes:   ‐  as cotas são criadas a partir de um plano abreviado da CDU;   ‐  a  cota  alfanumérica  é  formada  pelos  seguintes  elementos:  notação  CDU  (numérica) + componente alfabética (3 primeiras letras);   ‐  a  cada  classe  da  tabela  CDU  corresponde  uma  cor  diferente  para  mais  fácil  identificação e arrumação do documento4;    ‐  a    cota  dos  documentos  deverá  ser  constituída  considerando  as  seguintes  opções:  (i) Em  geral:  1ª  linha:  sigla  da  BE/CRE;  2ª  linha:  notação  (CDU);  3ª  linha:  3  primeiras letras do apelido do autor5;   (ii)  Nas  obras  anónimas  ou  com  mais  de  três  autores:  1ª  linha:  sigla  da  BE/CRE;  2ªlinha: notação (CDU); 3ª linha: 3 primeiras letras do título;  (iii) No caso das obras em colecções, que pela temática tratada interessa agrupar  os títulos, de modo a que fiquem juntos na estante, a componente alfabética da cota é  formada pelas três primeiras letras da colecção;  (iv) No  caso  do  Material  Não  Livro  (DVD,  CD‐Áudio,  CD‐Rom,  VHS,…):  1ª  linha:  sigla  da  BE/CRE;  2ª  linha:  notação  (FIAF/CDU);  3ª  linha:  3  primeiras  letras  do  título  e  o  número de registo do documento para facilitar a sua localização em depósito;  (v) Os  artigos  definidos  e  indefinidos  que  aparecem  no  início  dos  títulos  não  são  tidos  em  conta  para  o  efeito  de  cota,  usando‐se  as  iniciais  da  palavra  imediatamente  a  seguir;  (vi) A cota é devidamente impressa (ou manusctita) em etiqueta própria para esse  fim  e  colada  na  lombada  do  documento,  ao  fundo,  para  permitir  uma  imediata                                                               4  Anexo 5  5  Em obras com 2 ou 3 autores, a entrada é feita pelo primeiro autor.   
  • 15. 15  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   visualização sem ser necessário retirar o documento da respectiva estante, possibilitando,  também, uma mais fácil localização e arrumação.  2.6. Arrumação  Em todas as bibliotecas da rede as estantes devem ter a indicação das grandes classes da  CDU e, dentro delas, serão feitas as subdivisões que se considerem necessárias.   A  sinalização  das  estantes/prateleiras  assume,  neste  sistema  de  arrumação,  particular  importância,  atendendo  ao  facto  de  os  documentos  serem  disponibilizados  em  livre  acesso.  A  colocação  do  fundo  documental  nas  estantes  obedece  ainda  ao  seguinte  critério:  de  cima para baixo e da esquerda para a direita.  Os documentos são arrumados com base na cota (utilizando a notação CDU ou a notação  (FIAF/CDU)),  deverão  estar  dispostos  por  assunto  e,  dentro  deste,  por  ordem  alfabética  do  apelido  do  autor.  Na  ausência  de  autor,  os  documentos  são  arrumados  alfabeticamente pelo título, no princípio da respectiva classe;  Por razões de segurança/prevenção do material não livro, e face à ausência de sistemas  anti‐furto,  deverá  ser  implementada  como  solução  de  recurso  a  estratégia  de  expor  ao  público,  para  livre  manuseamento,  os  invólucros  desses  documentos,  reservando‐se  os  mesmos do acesso directo.    3.  Difusão da Informação    Terminado o tratamento técnico documental é fundamental proceder à distribuição da  informação aos utilizadores, reais ou potenciais, dando a conhecer o Fundo Documental  e os novos documentos que o integram.    A consulta no local, a circulação dos documentos na Escola e a difusão no exterior (por  empréstimo  ou  pela  disponibilização  de  uma  reprodução  do  documento  pedido)  constituem as principais formas de difusão.      
  • 16. 16  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   É importante dar a conhecer a existência de novos documentos através de exposições ou  disponibilização  permanente  do  Catálogo  actualizado,  constituindo  formas  implícitas  de  difusão da informação.    Algumas sugestões de difusão da informação:  ‐ Portal da RBCV;  ‐ Expositores de novidades no interior das Bibliotecas;  ‐ Expositores informativos;  ‐ Disponibilização de informação multimédia;  ‐ ….  3.1. Empréstimo    Todos  os  outros  existentes  nas  bibliotecas  da  RBVC,  com  excepção  dos  identificados com uma bola autocolante de cor vermelha – os documentos considerados  como obras de referência que só são passíveis de consulta local – podem ser objecto de  empréstimo.   O empréstimo pode revestir as seguintes modalidades:  (i) O empréstimo domiciliário de qualquer documento;  (ii) O empréstimo para apoio em sala de aula;  (iii)  O  empréstimo  ou  uso  local  de  documentos  áudio,  vídeo  ou  material  informático;   (iv) O empréstimo inter‐bibliotecas (com regulamento próprio)    De  todos  os  documentos  emprestados  é  elaborado  um  registo,  usando  para  o  efeito  o  software  de  gestão  Bibliobase  ou  Porbase,  ou  utilizando  processos  manuais  de  registo, caso o serviço de empréstimo ainda não esteja automatizado.    No empréstimo domiciliário o utilizador poderá usufruir das seguintes condições:  Requisitar   
  • 17. 17  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   (i) 4 livros, por 10 dias, renováveis até 3 vezes;  (ii) 1 DVD, por 3 dias, não sendo passíveis de renovação;  (iii) 1 VHS, por 3 dias, não sendo passíveis de renovação;  (iv) 1 CD, por 3 dias, não sendo passíveis de renovação;  (v)  1 CD’ROM, por 3 dias, não sendo passíveis de renovação;  (vi) 1 DVD’ROM, por 3 dias, não sendo passíveis de renovação.                                                           
  • 18. 18  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Anexos                                                               
  • 19. 19    Anexo 1 Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde      Título:  P: PORTUGAL  Endereço  R.E.  Tel:                                         Fax:                                   EMAIL:  Director/Editor COTA: Observações:  PERIODICIDADE: DIÁRIA MÊS  OBSERVAÇÕES  1  2  3  4  5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16  17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29  30  31                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
  • 20. 20    Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde    Título:  P: PORTUGAL  Endereço  R.E.  Tel:                                         Fax:                                   EMAIL:  Director/Editor COTA: Observações:  PERIODICIDADE: SEMANAL  ANO  OBSERVAÇÕES  JANEIRO  FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO  JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO  DEZEMBRO                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                        Título:  P: PORTUGAL       
  • 21. 21    Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde    Endereço  R.E.  Tel:                                         Fax:                                   EMAIL:  Director/Editor COTA: Observações:  PERIODICIDADE:  ANO  OBSERVAÇÕES  JANEIRO  FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO JUNHO  JULHO AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO  DEZEMBRO                                                                                                                                                                                           
  • 22. 22  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde Anexo 2      FONTES DE INFORMAÇÃO    Zona  Fontes Prescritas de Informação  Título  Página de rosto  Menção de responsabilidade  Página de rosto substituta  Edição  Página de rosto  Página de rosto substituta  Colofão  Páginas preliminares  Zona específica de alguns    tipos de documentos  Não é usada na ISBD(M)    Página de rosto  Publicação, distribuição, etc  Página de rosto substituta  Colofão  Páginas preliminares  Descrição Física  A própria publicação  Série (colecção)  A própria publicação  Notas  A própria publicação    ISBN  ‐ Nº Internacional  A própria publicação  Normalizado dos LIvros                                       
  • 23. 23  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Anexo 3      FORMATOS DE DESCRIÇÃO / UNIMARC    Monografias    Modelo de recolha de dados para o registo de Monografias – Material texto impresso (MTI)    Tipo de documento “am”                                                         F = Facultativo                 O=Obrigatório    Campo  Sub  Descrição  F/O  Notas  010  ^a  Número Internacional Normalizado de livros ISBN O    021  ^a  Número do depósito legal – código do país O  PT  100  ^a  Dados gerais do processamento O    101  ^a  Língua da publicação O  Port    ^c  Língua do documento original O  Para doc noutras  línguas  102  ^a  País de publicação O    200  ^a  Título e menção de responsabilidade – Título próprio O      ^e  Título e menção de responsabilidade – Inf. De outro  O    título    ^f  Título e menção de responsabilidade – Primeira  O    menção de responsabilidade    ^g  Título e menção de responsabilidade – Outras  O    menções de responsabilidade  205  ^a  Menção da edição O  Se não for a  primeira  210  ^a  Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição;  O    distribuição; etc.    ^f  Publicação, Distribuição, etc. – Menção de  Obrigatório para o  responsabilidade relativa à edição   fundo local*    ^g  Nome do impressor    ^h  Data de impressão 215  ^a  Descrição física  O      ^c  Descrição física – Outras indicações físicas caso  O    tenha  ilust.    ^e  Material acompanhante  O    225  ^a  Colecção – Título próprio da colecção   O      ^v  Colecção – indicação de volume  O    304  ^a  Notas relativas a título e menção de  O  Título Original  responsabilidade   327  ^a  Nota de conteúdo  O  Descrição de 2º nível.Ex: contém vol.  1:A irmandade do Anel  preencher tb o 517 328   ^a  Nota de dissertação ou tese  O    606  ^a  Nome comum usado como assunto – Elemento de  O    entrada    ^x  Nome comum usado como assunto – Subdivisão de  O     
  • 24. 24  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   assunto    ^y  Nome comum usado como assunto – Subdivisão  O    geográfica   675   ^a  Classificação Decimal Universal (CDU) ‐ Notação O      ^v  Classificação Decimal Universal (CDU) ‐ Edição  O   B N    ^z  Classificação Decimal Universal (CDU) – Língua da  O  Por  edição   700  ^a  Nome do autor ‐ pessoa física (resp. Intel. Principal) ‐ O  710 P/  Palavra de ordem   colectividade autor    ^b  Nome de autor – pessoa física (resp. Intel. Principal)  O    – outra parte do nome   701  ^a  Nome do autor – pessoa física (co – resp. int.  O  711 Colectividade  principal) – palavra de ordem   (co‐resp)    ^b  Nome de autor‐pessoa física (co‐resp. int principal) ‐ O    Outra parte do nome   702  ^a  Nome do autor – pessoa física (resp. int. secundária)  O  712 Colectividade  palavra de ordem  (resp. sec )    ^b  Nome de autor – pessoa física (resp. int. secundária)  O    – outra parte do nome não tomada para palavra  ordem     ^4  Nome de autor – pessoa física ( resp. int. secundária  O    ) – código de função   966  ^a  N º de registo   O      ^1  Sigla da instituição  O      ^p  Preço e observação  O      ^s  Cota   O      *Fundo  Local – Obras de autores do concelho de Castro Verde e obras sobre Castro Verde                                Registo Áudio   
  • 25. 25  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde     Campo  Sub  Descrição  F/O  Notas  100  ^a  Dados gerais de processamento O    101  ^a  Dados gerais de processamento O    127  ^a  Campo de dados Cod.:Dur. Reg. Sonoros – Mús.  O    Impressa ‐ Duração  200  ^a  Título e menção da responsabilidade – Título próprio  O      ^b  Título e menção da responsabilidade – Indicação geral  O  [registo sonoro] da natureza do documento     ^e  Título e menção da responsabilidade – informação de  O    outro título     ^f  Título e menção da responsabilidade – primeira  O    menção de responsabilidade     ^g  Título e menção da responsabilidade – Outras  O    menções de responsabilidade   210  ^a  Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição,  O    distribuição , etc     ^c  Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor,  O    distribuidor, etc.    ^d  Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação,  O    distribuição, etc  215  ^a  Descrição física – Indicação específica da Natureza do  O    documento    ^c  Descrição física – Outras indicações físicas     ^d  Descrição física – Duração   225  ^a  Colecção –  Título próprio da colecção     ^v  Colecção –  Indicação do volume O    304  ^a  Notas relativas a título e menção de responsabilidade O  Tít. Orig.  327  ^a  Nota de conteúdo O    606  ^a  Elemento de entrada O      ^x  Subdivisão de assunto O      ^y  Subdivisão geográfica O    700  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐ pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  701  ^a  Nome de autor‐pessoa física (co‐resp. intel. principal)  O    – Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  702  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Outra parte do nome não tomada para palavra ordem  966  ^a  Nº de Registo  O      ^I  Sigla da instituição O      ^p  Preço e observações O      ^s  Cota  O       
  • 26. 26  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Registo Vídeo    Campo  Sub  Descrição  F/O  Notas  100  ^a  Dados gerais de processamento O    101  ^a  Língua do texto. Banda Sonora, etc. O    200  ^a  Título e menção da responsabilidade – Título próprio  O      ^b  Título e menção da responsabilidade – Indicação geral  O  [registo vídeo] da natureza do documento     ^e  Título e menção da responsabilidade – informação de  O    outro título     ^f  Título e menção da responsabilidade – primeira  O    menção de responsabilidade     ^g  Título e menção da responsabilidade – Outras  O    menções de responsabilidade   210  ^a  Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição,  O    distribuição , etc     ^c  Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor,  O    distribuidor, etc.    ^d  Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação,  O    distribuição, etc  215  ^a  Descrição física – Indicação específica da Natureza do  O    documento    ^c  Descrição física – Outras indicações físicas ‐ Cor     ^d  Descrição física – Duração   225  ^a  Colecção –  Título próprio da colecção     ^v  Colecção –  Indicação do volume O    304  ^a  Notas relativas a título e menção de responsabilidade O  Tít. Orig.  323  ^a  Nota deão elenco O    606  ^a  Elemento de entrada O      ^x  Subdivisão de assunto O      ^y  Subdivisão geográfica O    700  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐ pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  701  ^a  Nome de autor‐pessoa física (co‐resp. intel. principal)  O    – Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  702  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Outra parte do nome não tomada para palavra ordem  966  ^a  Nº de Registo  O      ^I  Sigla da instituição O      ^p  Preço e observações O      ^s  Cota  O      Recursos Electrónicos   
  • 27. 27  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde     Campo  Sub  Descrição  F/O  Notas  100  ^a  Dados gerais de processamento O    101  ^a  Língua de publicação O    102  ^a  País de publicação   135  ^a  Dados codficados para ficheiros de computador   200  ^a  Título e menção da responsabilidade – Título próprio  O      ^b  Título e menção da responsabilidade – Indicação geral  O  [Documento  da natureza do documento   electrónico]    ^e  Título e menção da responsabilidade – informação de  O    outro título     ^f  Título e menção da responsabilidade – primeira  O    menção de responsabilidade     ^g  Título e menção da responsabilidade – Outras  O    menções de responsabilidade   210  ^a  Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição,  O    distribuição , etc     ^c  Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor,  O    distribuidor, etc.    ^d  Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação,  O    distribuição, etc  215  ^a  Descrição física – Indicação específica da Natureza do  O    documento  225  ^a  Colecção –  Título próprio da colecção     ^v  Colecção –  Indicação do volume O    606  ^a  Elemento de entrada O      ^x  Subdivisão de assunto O      ^y  Subdivisão geográfica O    700  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐ pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  701  ^a  Nome de autor‐pessoa física (co‐resp. intel. principal)  O    – Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. principal) – O    Outra parte do nome  702  ^a  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Palavra de ordem    ^b  Nome de autor‐pessoa física (resp. intel. secundária) – O    Outra parte do nome não tomada para palavra ordem  966  ^a  Nº de Registo  O      ^I  Sigla da instituição O      ^p  Preço e observações O      ^s  Cota  O             
  • 28. 28  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde Anexo 4    CLASSIFICAÇÃO DÉCIMAL UNIVERSAL    Plano de Classificação Abreviado – C.D.U.      Classe  Descrição  1º Ciclo  2º/3º Sec       Classe 0 Generalidades    001  Generalidades (ciência do conhecimento em geral). Organização do         trabalho individual.      004  Informática. Computadores.  02  Bibliotecas.  030  Enciclopédias. Obras Gerais de Referência. Dicionários.  050  Publicações Periódicas.  060  Instituições. Organismos científicos. Exposições. Museus.    070  Jornais. Jornalismo. Imprensa.  084.4  Atlas.  087.5  Publicações para crianças.    Classe 1 Filosofia. Psicologia    1  Filosofia.       159.9  Psicologia.  16  Lógica. Teoria do Conhecimento.    17  Moral. Ética.    Classe 2 Religião. Teologia    2  Teoria. Filosofia e Natureza da Religião.  23/25  Religiões não Cristãs.    26/27  Religião Cristã. Cristianismo.    29  Movimentos espirituais modernos (Ateismo, Neopaganismo,    Cientologia…)    Classe 3 Ciências Sociais    31  Estatística. Demografia. Sociologia.  316.347  Racismo. Xenofobia. Diferenciação Social.    32  Política. Políticos. Escravatura.    33  Economia. Ciências Económicas. Trabalho E.U.   
  • 29. 29  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   34  Direito. Direito Internacional. Direitos Humanos.  35  Administração Pública.    36  Assistência. Serviço Social. Consumo. Seguros.    37  Educação. Ensino. Pedagogia.  371  Organização do ensino.    372  Materiais. Disciplina. Didáctica    376  Ensino Especial     39  Etnografia. Etnologia. Uso e Costumes. Vidas Sociais e Tradição  Popular.  398  Folclore. Tradição Popular. (contos e lendas; anedotas; sátiras e canções    populares)   Classe 5 Matemática. Ciências Naturais     502/505  Natureza. Ciências do Meio Ambiente. Poluição   51  Matemática   52  Astronomia. Investigação Espacial.  53  Física.    54  Química.     55/56  Geologia. Meteorologia. Paleontologia.  57  Ciências Biológicas no Geral. Ecologia Biodiversidade. Antropologia.   58  Botânica.  59  Zoologia.    Classe 6 Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia.    61  Medicina. Ciências Médicas  611/612  Anatomia. Fisiologia.     612.3  Alimentação. Digestão. Nutrição.    613  Higiene no geral. Saúde e Higiene Pessoal. Educação Sexual.    614  Saúde Pública. Preservação de acidentes.    616  Doenças. Dependências.     62  Engenharia. Tecnologia em Geral.  63  Agricultura. Exploração Agrícola. Exploração da vida selvagem  641  Ciências Domésticas (culinária, costura, croché)  65  Gestão e organização da indústria, do Comércio e da Comunicação     657  Contabilidade     658.8  Marketing     66/67  Industria e ofícios       Classe 7 Arte. Recreação. Entretenimento. Desporto     7  Arte Geral     
  • 30. 30  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   71  Planeamento regional, urbano e rural. Urbanismo. Paisagística.    72  Arquitectura     73  Artes Plásticas     74  Desenho. Design. Artes e ofícios aplicados   75   Pintura   77  Fotografia     78  Musica   79   Divertimentos. Espectáculos. Jogos. Desporto       Classe 8 Língua. Linguística. Literatura    80  Linguística. Questões de linguística. Filologia   81  Linguística. Línguas   81,36  Gramáticas.  82  Literatura em geral  82.0  Teoria. Estudo e técnica da literatura    82.02  Escolas, tendências e movimentos literários     82‐1  Literatura Estrangeira. Poesia   82‐2  Literatura Estrangeira. Drama  82‐3  Ficção. Prosa. Narrativa. Novela   82‐31  Romance   821‐311  Romance de Aventuras   82‐34  Contos   82‐6  Cartas     82‐93  Literatura Infanto‐juvenil. BD  82‐94  Crónicas. Memórias. Diários: biografias e autobiografias    82‐992  Narrativas de viagens     821  Literatura Portuguesa.  821‐1  Poesia   821‐2  Teatro. Drama   821‐3  Ficção. Prosa. Narrativa. Novela.  821‐31  Romance   821‐311  Romance de Aventuras   821‐34  Contos               Classe 9 Geografia. Biografia. História.    902  Pré‐história. Vestígios Pré‐história. Artefactos. Antiguidades    
  • 31. 31  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   908  Monografias.   91  Geografia. Exploração da terá e de países. Viagens   911  Geografia Física. Geografia Humana.    913  Geografia Racional     929  Biografias   93/94  História em Geral  94(3)  História do Mundo Antigo     94(4)  História da Europa     94(469)  História de Portugal         Tabela de Classificação de Documentos Sonoros (BDVP)      0 – MÚSICA TRADICIONAIS NACIONAIS    01  Música culta não ocidental  02  Música ritual e religiosa  03  Música tradicional ocidental  04  Nova música de inspiração tradicional.  05  Cantos de luta e de trabalho, patrióticos e históricos.  06  Variedade e música instrumental moderna.  07  Canção  08  Outras músicas singulares de origem tradicional: fado, flamengo,etc.    1 ‐ JAZZ E BLUES  2 – ROPCK E POP  3 ‐ MÚSICA CLÁSSICA  330  Música vocal profana  340  Música vocal sacra    4 – NOVAS LINGUAGENS MÚSICAIS E MÚSICA CONTEMPORÂNEA POSTERIOR A 1945  5 – MÚSICA FUNCIONAL  510  Música de espectáculo  511  Comédia musical   
  • 32. 32  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   512  Circo  513  Humor Musical  520  Música de Cinema  530  Música militar. Hinos nacionais.  540  Iniciação musical  550  Dança. Expressão cultural.  551  Dança folclórica.  552  Dança rítmica.  560  Música de festas populares.  570  Música ambiental. Música de género.  580  Música mecânica. Carrilhão. Orgão. Caixa de música.  590  Sons naturais. Ruídos. Efeitos sonoros.  6 – REGISTOS NÃO MUSICAIS  610  Literatura  611  Teatro  612  Poesia  613  Prosa. Novela.  614  Contos. Lendas. Mitos.  620  Entrevistas. Autobiografias.  630  Biografias.  640  História. Testemunhos. Discursos. Viagens. Exploração.  650  Documentos Temáticos. Generalidades.  660  Métodos de aprendizagem de idiomas.  670  Humor e variedades faladas.    7 – REGISTOS SONOROS PARA CRIANÇAS  710  Canções e músicas infantis.  720  Textos.  721  Contos e relatos adaptados.  722  Música de cinema. TV. Comics.  723  Prosa.  724  Poesia.  725  Teatro.  730  Iniciação sonora musical.  740  Documentários.  750  Música de Natal.      8 – CIÊNCIAS E TÉCNICAS MUSICAIS     
  • 33. 33  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde     Tabela de Classificação de Documentos de Vídeo (FIAF)    73/75 – Ficção  732  Comédias.  733  Dramas. Melodramas.  734  Policial, “triller”, “gangster”, suspense, espionagem, acção.  735  Fantasias. Ficção científica.  736  Western. Orientais.  737  Filmes de guerra.  738  Aventura e natureza.  739  Desporto e jogos.  740  Espectacular. Épico.  741  Histórico. Dramas sociais. Filmes de época.  742  Biográfico.  743  Filmes religiosos.  745  Político. Ideológico.  747  Relações humanas e sociais.  748  Questões morais. Dependências. Vícios.  749  Sexo. Erotismo.  750  Artes.  751  Filmes musicais.  752  Literatura. Mundo artístico.  753  Adaptações. Autores específicos. Criadores.  754  Transportes.  756  Países. Estados. Cidades.  759  Entretenimento ligeiro. Shows. Humor.    76 – Não Ficção  762  Documentários. Actualidade. Jornalismo. Notícias.  763  Científico. Técnico. Industrial. Educacional.  765  Manipulativo. Filmes patricionados.  766  Filmes de interesse geral. Hobbies.  767  Não ficção por assuntos.  772  Filmes animados.  773  “Expanded cinema”. Projectos televisivos. Filmes individuais.       
  • 34. 34  Manual de Procedimentos da Rede de Bibliotecas de Castro Verde   Anexo 5    Nota: Utilizada em todas as bibliotecas da Rede, com alteração da identificação.