Anefac - resumo e recomendações ao consumidor

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Anefac - resumo e recomendações ao consumidor

  1. 1. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS Após várias reduções as taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em junho/2012. Estas elevações podem ser atribuídas à piora no cenário econômico por conta da crise na Europa e a expectativa de menor crescimento econômico no Brasil bem como ao aumento nos índices de inadimplência. Pessoa Física Das seis linhas de crédito pesquisadas, uma apresentou estabilidade (cartão de crédito rotativo), duas foram reduzidas (cheque especial e CDC-Bancos Financiamento de automóveis) sendo que as demais foram elevadas. A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou uma elevação de 0,02 ponto percentual no mês (0,46 ponto percentual no ano) correspondente a uma elevação de 0,32% no mês (0,44% em doze meses) passando a mesma de 6,18% ao mês (105,36% ao ano) em maio/2012 para 6,20% ao mês (105,82% ao ano) em junho/2012 sendo esta a maior taxa de juros desde abril/2012. Pessoa Jurídica Das três linhas de crédito pesquisadas todas foram elevadas no mês. A taxa de juros média geral para pessoa jurídica apresentou uma elevação de 0,05 ponto percentual no mês (0,88 ponto percentual em doze meses) correspondente a uma elevação de 1,41% no mês (1,70% em doze meses) passando a mesma de 3,54% ao mês (51,81% ao ano) em maio/2012 para 3,59% ao mês (52,69% ao ano) em junho/2012 sendo esta a maior taxa de juros desde abril/2012. Taxa de juros x Selic Considerando todas as reduções da taxa básica de juros (Selic) promovidas pelo Banco Central desde dezembro/2011, tivemos neste período (dezembro/2011 a junho/2012) uma redução da Selic de 2,50 pontos percentuais (redução de 22,73%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 8,50% ao ano em junho/2012. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 9,02 pontos percentuais (redução de 7,85%) de 114,84% ao ano em dezembro/2011 para 105,82% ao ano em junho/2012. Nas operações de crédito para pessoa jurídica houve uma redução de 5,03 pontos percentuais (redução de 8,71%) de 57,72% ao ano em dezembro/2011 para 52,69% ao ano em junho/2012. PERSPECTIVAS PARA OS PRÓXIMOS MESES A nossa expectativa é de que as taxas de juros voltem a ser reduzidas nos próximos meses por conta das prováveis reduções da taxa básica de juros (Selic) conforme sinalizações do Banco Central, pela maior competição no sistema financeiro após os bancos públicos promoverem reduções em suas taxas de juros, bem como com a expectativa de redução dos índices de inadimplência no segundo semestre.
  2. 2. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 2 TAXA DE JUROS PARA PESSOA FÍSICALINHA DE CRÉDITO MAIO/2012 JUNHO/2012 VARIAÇÃO VARIAÇÃO TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO % PONTOS PERCENTUAISJuros comércio 4,72% 73,92% 4,75% 74,52% 0,64% 0,03Cartão de crédito 10,69% 238,30% 10,69% 238,30% 0% 0Cheque especial 8,24% 158,61% 8,22% 158,04% -0,24% -0,02CDC – bancos- 1,85% 24,60% 1,84% 24,46% -0,54% -0,01financiamento deautomóveisEmpréstimo 3,59% 52,69% 3,63% 53,40% 1,11% 0,04pessoal-bancosEmpréstimo 7,98% 151,26% 8,04% 152,94% 0,75% 0,06pessoal-financeirasTAXA MÉDIA 6,18% 105,36% 6,20% 105,82% 0,32% 0,02 Juros do Comércio Houve uma elevação de 0,64%, passando a taxa de 4,72% ao mês (73,92% ao ano) em maio/2012, para 4,75% ao mês (74,52% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (4,77% ao mês – 74,92% ao ano). Cartão de crédito A taxa média se manteve inalterada em 10,69% ao mês (238,30% ao ano). A taxa deste mês é a maior desde junho/2000 (10,70% ao mês – 238,67% ao ano). Cheque Especial Houve uma redução de 0,24%, passando a taxa de 8,24% ao mês (158,61% ao ano) em maio/2012, para 8,22% ao mês (158,04% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a menor desde outubro/2011 (8,21% ao mês – 157,76% ao ano). CDC – Bancos Financiamento de automóveis Houve uma redução de 0,54%, passando a taxa de 1,85% ao mês (24,60% ao ano) em maio/2012, para 1,84% ao mês (24,46% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a menor da série histórica (1995).
  3. 3. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 3 Empréstimo Pessoal Bancos Houve uma elevação de 1,11%, passando a taxa de juros de 3,59% ao mês (52,69% ao ano) em maio/2012, para 3,63% ao mês (53,40% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (3,69% ao mês – 54,47% ao ano). Empréstimo Pessoal Financeiras Houve uma elevação de 0,75% na taxa de juros média, passando a taxa de 7,98% ao mês (151,26% ao ano) em maio/2012, para 8,04% ao mês (152,94% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (8,14% ao mês – 155,76% ao ano). Taxa Média Pessoa Física Houve uma elevação de 0,32% ao mês, passando a taxa de juros de 6,18% ao mês (105,36% ao ano) em maio/2012, para 6,20% ao mês (105,82% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (6,25% ao mês – 106,99% ao ano). Crediário de Loja Dos doze tipos de lojas pesquisadas, onze elevaram suas taxas de juros no mês.
  4. 4. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 4 TAXA DE JUROS PARA PESSOA JURÍDICALINHA DE CRÉDITO MAIO/2012 JUNHO/2012 VARIAÇÃO VAR.PONTOS TAXA MÊS TAXA ANO TAXA MÊS TAXA ANO % PERCENTUAIS AO MÊSCapital de Giro 2,01% 26,97% 2,04% 27,42% 1,49% 0,03Desconto de 2,58% 35,75% 2,64% 36,71% 2,33% 0,06DuplicatasConta garantida 6,02% 101,68% 6,10% 103,51% 1,33% 0,08Taxa Média 3,54% 51,81% 3,59% 52,69% 1,41% 0,05 Capital de Giro Houve uma elevação de 1,49%, passando a taxa de 2,01% ao mês (26,97% ao ano) em maio/2012, para 2,04% ao mês (27,42% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (2,16% ao mês – 29,23% ao ano). Desconto de Duplicata Houve uma elevação de 2,33%, passando a taxa de 2,58% ao mês (35,75% ao ano) em maio/2012, para 2,64% ao mês (36,71% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (2,68% ao mês – 37,35% ao ano). Conta Garantida Houve uma elevação de 1,33%, passando a taxa de 6,02% ao mês (101,68% ao ano) em maio/2012, para 6,10% ao mês ( 103,51% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde fevereiro/2012 (6,11% ao mês – 103,74% ao ano). Taxa Média Pessoa Jurídica Houve uma elevação de 1,41% na taxa de juros média, passando a taxa de 3,54% ao mês (51,81% ao ano) em maio/2012, para 3,59% ao mês (52,69% ao ano) em junho/2012. A taxa deste mês é a maior desde abril/2012 (3,63% ao mês- 53,40% ao ano).
  5. 5. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 5 TAXAS MÉDIAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR ESTADO ESTADOS mai/12 jun/12 Var.pontos Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Variação Percentuais % ao mêsSão Paulo 4,31% 65,92% 4,34% 66,50% 0,70% 0,03Rio Gde do Sul 4,97% 78,97% 5,00% 79,59% 0,60% 0,03Rio de Janeiro 4,83% 76,13% 4,86% 76,73% 0,62% 0,03Minas Gerais 4,78% 75,12% 4,82% 75,93% 0,84% 0,04Paraná 4,78% 75,12% 4,81% 75,72% 0,63% 0,03Santa Catarina 4,67% 72,93% 4,70% 73,52% 0,64% 0,03Brasilia 4,71% 73,72% 4,74% 74,32% 0,64% 0,03Média Nacional 4,72% 73,92% 4,75% 74,52% 0,64% 0,03
  6. 6. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 6 COMPORTAMENTO DAS TAXAS DE JUROS DO CREDIÁRIO POR SETOR SETORES mai/12 jun/12 Variação % Var.pontos percentuais Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano ao mêsGdes.Redes 2,65% 36,87% 2,69% 37,51% 1,51% 0,04Med.Redes 4,84% 76,33% 4,87% 76,94% 0,62% 0,03Peq.Redes 5,57% 91,64% 5,61% 92,51% 0,72% 0,04Emp.Turismo 3,30% 47,64% 3,35% 48,50% 1,52% 0,05Art.do Lar 6,46% 111,95% 6,49% 112,67% 0,46% 0,03Ele.Eletron. 4,50% 69,59% 4,54% 70,37% 0,89% 0,04Importados 5,51% 90,34% 5,54% 90,99% 0,54% 0,03Veiculos 1,85% 24,60% 1,84% 24,46% -0,54% -0,01Art.Ginástica 7,04% 126,23% 7,07% 126,99% 0,43% 0,03Informática 4,24% 64,59% 4,28% 65,35% 0,94% 0,04Celulares 3,95% 59,18% 3,98% 59,73% 0,76% 0,03Decoração 6,75% 118,99% 6,78% 119,72% 0,44% 0,03Média Geral 4,72% 73,92% 4,75% 74,52% 0,64% 0,03
  7. 7. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 7 ALTERAÇÕES NOS PRAZOS MÉDIOS DE FINANCIAMENTOPrazos de Financiamento Veículos Outros FinanciamentosAntes da mudança cambial (janeiro/99) Máximo 36 meses 24 meses Média 24 meses 18 mesesApós mudança cambial (até janeiro/99) Máximo 24 meses 18 meses Média 18 meses 8 mesesJunho/2000 Máximo 49 meses 48 meses Média 26 meses 14 mesesJunho/2001 Máximo 48 meses 36 meses Média 22 meses 9 mesesJunho/2002 Máxima 50 meses 24 meses Média 24 meses 10 mesesJunho/2003 Máxima 48 meses 24 meses Média 24 meses 8 mesesJunho/2004 Máxima 48 meses 24 meses Média 24 meses 12 mesesJunho/2005 Máxima 60 meses 24 meses Média 24 meses 14 mesesJunho/2006 Máxima 72 meses 36 meses Média 28 meses 16 mesesJunho/2007 Máxima 72 meses 36 meses Média 34 meses 18 mesesJunho/2008 Máxima 72 meses 36 meses Média 42 meses 18 mesesJunho/2009 Máxima 80 meses 36 meses Média 37 meses 16 mesesJunho/2010 Máxima 80 meses 36 meses Média 44 meses 16 mesesJunho/2011 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesJaneiro/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesFevereiro/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesMarço/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesAbril/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesMaio/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 mesesJunho/2012 Máxima 60 meses 24 meses Média 40 meses 12 meses
  8. 8. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 8 TAXAS DE JUROS DEZEMBRO/2011 X JUNHO/2012 Pessoa Física Dezembro/2011 Junho/2012TIPO DE Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda emFINANCIAMENTO pontos percentuaisComércio 5,36% 87,12% 4,75% 74,52% -12,60Cartão de Crédito 10,69% 238,30% 10,69% 238,30% 0Cheque Especial 8,36% 162,08% 8,22% 158,04% -4,04CDC Bancos 2,18% 29,54% 1,84% 24,46% -5,08Emp. Pessoal-Bancos 4,21% 64,03% 3,63% 53,40% -10,63Emp.Pessoal Financeiras 8,66% 170,92% 8,04% 152,94% -17,98TAXA MÉDIA 6,58% 114,84% 6,20% 105,36% -9,02 Ressaltamos que o período de dezembro/2011 a junho/2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 2,50 pontos percentuais (redução de 22,73%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 8,50% ao ano em junho/2012. Neste período a taxa de juros média para pessoa física apresentou uma redução de 9,02 pontos percentuais (redução 7,85%) de 114,84% ao ano em dezembro/2011 para 105,82% ao ano em junho/2012. Pessoa Jurídica Dezembro/2011 Junho/2012TIPO DE Taxa Mês Taxa Ano Taxa Mês Taxa Ano Queda emFINANCIAMENTO pontos percentuaisCapital de giro 2,52% 34,80% 2,04% 27,42% -7,38Desc. De duplicatas 2,96% 41,91% 2,64% 36,71% -5,20Conta garantida 6,14% 104,43% 6,10% 103,51% -0,92TAXA MÉDIA 3,87% 57,72% 3,59% 52,69% -5,03 Ressaltamos que o período de dezembro/2011 a junho/2012 o Banco Central reduziu a taxa básica de juros Selic em 2,50 pontos percentuais (redução de 22,73%) de 11,00% ao ano em dezembro/2011 para 8,50% ao ano em junho/2012. Neste período a taxa média de juros para pessoa jurídica apresentou uma redução de 5,03 pontos percentuais (redução de 8,71%) de 57,72% ao ano em dezembro/2011 para 52,69% ao ano em junho/2012.
  9. 9. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 9Informações e Recomendações ao ConsumidorO sistema financeiro vêm expandindo cada vez mais o crédito às empresas e às pessoasfísicas, contribuindo assim com o desenvolvimento econômico do Brasil.Este crescimento do volume de crédito tenderá a se acentuar nos próximos meses/anos emvirtude do crescimento econômico.Com crédito os mercados se desenvolvem, as empresas investem, ampliam suas vendas,geram empregos e as pessoas antecipam a realização de seus sonhos.Assim com o crescimento do crédito é preciso que você saiba como usar o mesmo paramelhorar a sua vida sem gerar problemas, motivo pelo qual listamos abaixo algumasinformações e recomendações:Primeiramente organize a sua vida financeira elaborando um orçamento doméstico como formade definir quais são as suas reais necessidades e planejar todos os seus gastos considerandosempre a sua renda disponível e não a renda disponível mais crédito, ou seja os seus gastostêm que caber dentro de seu salário.Preferencialmente gaste menos do que tem de renda como forma de fazer uma reservafinanceira para fazer frente a eventuais gastos extras não previstos ou até para planejar acompra de algum bem no futuro.Lembre-se que toda a vez que você gasta mais do que ganha ou ficará inadimplente e comisso sujeita a todas conseqüências de ter o nome negativado, não tendo aceso a qualquer tipode crédito ou terá que recorrer a empréstimos e assumir o pagamento de juros.As taxas de juros se encontram em patamares elevados no país, seja pelo baixo volume decrédito disponível que representa hoje 50,1% do PIB quando a média internacional passa de100%, seja pelos custos que incidam sobre as taxas.Como referência vale registrar que quando o consumidor faz um empréstimo esta taxa écomposta de:Custo de captação do banco (Quanto o banco paga pelo dinheiro que paga a seusaplicadores ou custo de oportunidade). A referência é a taxa Selic;Cunha fiscal – Compreende os impostos da intermediação financeira mais os compulsórios(dinheiro dos depósitos que os bancos deixam no Banco Central sem poderem emprestar);Despesas administrativas – Custos dos processos do banco (funcionários, agências);Risco – Custo da inadimplência dos empréstimos (parte dos empréstimos não são pagos oudemoram para serem recebidos o que embute um risco à instituição);Margem líquida da instituição – lucro do banco ou depois de todos os itens acima quantoefetivamente sobra para a instituição financeira.Destacamos que as taxas de juros são livres e as mesmas são estipuladas pela própriainstituição financeira não existindo assim qualquer controle de preços ou tetos pelos valorescobrados.
  10. 10. ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 10A única obrigatoriedade que a instituição financeira tem é informar ao cliente quais as taxasque lhe serão cobradas caso recorra a qualquer tipo de crédito.Tendo em vista existirem expressivas variações entre as taxas de juros nas diversasinstituições financeiras recomendamos: • Quando da contratação de um financiamento pesquise sempre a taxa de juros e demais acréscimos; • Evite comprometer demasiadamente seu orçamento com dívidas; • Evite empréstimos de longo prazo que embutem custos maiores; • Evite entrar no rotativo do cartão de crédito e do cheque especial que possuem as maiores taxas de juros; • O cheque especial não é renda e deve ser utilizado por um período curto e emergencial. Se tiver necessidade de usar este limite por um período maior procure a sua instituição financeira e faça um empréstimo pessoal (que tem custos menores) para liquidar o cheque especial; • Existem linhas de crédito mais baratas como o micro crédito que tem taxa de 2,00% ao mês, penhor de jóias da Caixa Econômica Federal e do crédito consignado com desconto em folha. Assim caso necessite de crédito veja a possibilidade destes empréstimos mais baratos; • Salientamos que a linha de crédito consignado com desconto em folha de pagamento/benefício do INSS já atinge hoje mais de R$ 172 bilhões correspondente a 58,7% do total do crédito pessoal. • Necessitando de crédito para pagar uma dívida e não tendo condições de faze-lo não deixe suas dívidas crescerem mais por conta dos juros de mora e multas. Procure o credor de sua dívida e proponha uma renegociação do prazo e das taxas de juros em uma condição que consiga cumprir; • Se possível adie suas compras para juntar o dinheiro e comprar o mesmo à vista evitando os juros. Entretanto caso não seja possível pesquise muito, barganhe e compre nos menores prazos possíveis (quanto menor o prazo menor a incidência de juros). • Resumindo, use o crédito com moderação e conscientemente; • Como diz a campanha de uma grande instituição financeira privada de uso consciente do crédito “ O crédito foi feito para você realizar seus sonhos, não para tirar seu sono”.

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