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  1. 3. <ul><li>Período dos séculos XV e XVI; </li></ul><ul><li>O homem é a medida de todas as coisas; </li></ul><ul><li>Surgiu em Florença, Itália; </li></ul><ul><li>Novo ideal filosófico, o humanismo; </li></ul><ul><li>Retorno às virtudes da antiguidade. </li></ul>
  2. 4. <ul><li>Valores antropocêntricos; </li></ul><ul><li>Boa formação cívica, intelectual e física; </li></ul><ul><li>O estudo do latim e do grego; </li></ul><ul><li>Interesse pela cultura clássica; </li></ul><ul><li>Natureza como objecto de conhecimento. </li></ul>
  3. 5. <ul><li>Surgiram coleccionadores de obras romanas, procuradas e guardadas com paixão; </li></ul><ul><li>A conquista de Constantinopla e fuga de muitos intelectuais para Itália reforçaram o interesse pela língua e pelas obras dos antigos autores gregos. </li></ul>
  4. 6. <ul><li>O Renascimento redescobriu o homem e colocou o mesmo no centro do mundo – antropocentrismo; </li></ul><ul><li>Corrente doutrinal que valoriza as características e potencialidades individuais. </li></ul>
  5. 7. <ul><li>Vontade de afirmar a modernidade; </li></ul><ul><li>Fortes críticas à corrupção moral, ignorância, hipocrisia da sociedade e poderes instituídos; </li></ul>
  6. 8. <ul><li>A valorização da experiência e do processo de descoberta; </li></ul><ul><li>Comparação da realidade aos ideais de uma sociedade perfeita; </li></ul><ul><li>Utopia: Género literário que surgiu com a obra de Thomas More: A Utopia. </li></ul>
  7. 9. <ul><li>O aumento do número das viagens e do intercâmbio de cultura influenciou a formação de uma nova mentalidade. Esta mentalidade foi marcada por três importantes fenómenos: </li></ul><ul><li>As descobertas, que levaram à necessidade de compreender e encontrar respostas para os novos problemas; </li></ul><ul><li>A afirmação de um Estado moderno, centralizado e burocratizado, com novas necessidades, com a invenção dos recursos humanos e materiais; </li></ul><ul><li>A inserção de actividades mercantis e de técnicas comerciais, bancárias e contabilistas que estão associadas à mesma. </li></ul>
  8. 10. <ul><li>A formação de mentalidade quantitativa nos séculos XV e XVI prende-se a duas ordens de razões. Por um lado, é a progressiva construção do Estado moderno, substituindo os laços de dependência pessoal e passando do momentâneo, do ocasional, para o duradouro, para o permanente. Enumeramos três pontos: </li></ul><ul><li>a) a mobilização militar para a construção de exércitos permanentes (…); </li></ul><ul><li>b) a tributação, com impostos gerais e permanentes substituindo as rendas do domínio real, de modo a que o Estado disponha dos recursos necessários às funções administrativas e outras, bem como às crescentes despesas com a guerra; </li></ul><ul><li>c) a contabilidade dos vários serviços e a contabilidade geral pública, sem as quais não poderiam funcionar as hierarquias burocráticas e os diferentes órgãos do Estado: armazéns, capitanias, tribunais, etc. </li></ul>
  9. 11. <ul><li>Por outro lado, durante estes dois séculos, desenvolve-se e enraíza-se a economia de mercado, principalmente monetária (…). Quer dizer que os agentes da vida económica vão pensar cada vez mais em termos de quantidades, preços, custos, valores e stocks de moedas (…). O Estado e a sociedade são levados a calcular, e assim o número, a mentalidade quantitativa vai impregnando, pelas finanças públicas, pela contabilidade dos mercadores, pelo quotidiano dos preços e dos salários em época de “revolução dos preços”, as relações humanas (…), os círculos mercantis, a administração pública, a reflexão técnico-científica. </li></ul><ul><li>O número implicava a notação e, portanto, o abandono do sistema romano-peninsular pelos algarismos indo-árabes e, por outro lado, a ciência do cálculo. (…) </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>GODINHO, V.M. (1978), “ Os Descobrimentos: Inovação e Mudança nos Séculos XV e XVI”, in </li></ul><ul><li>Revista de História Economia e Social, nº2, Julho-Dezembro, pp.4 e 12 (adap.) </li></ul>
  10. 13. <ul><li>Inspirar-se nos Antigos para fazer coisas novas ; </li></ul><ul><li>A antiguidade clássica apresentou-se não só como um modelo a seguir, mas também como um estímulo à superação; </li></ul>
  11. 14. <ul><li>O Renascimento assinala a primeira intervenção urbanística consciente; </li></ul><ul><li>É a racionalidade que fundamenta os planos de remodelação das velhas cidades medievais, em particular das praças, que constituíam o coração dos centros urbanos; </li></ul><ul><li>Artistas conhecidos, como Leonardo da Vinci e Miguel Ângelo, por exemplo, desenharam e ajudaram a embelezar algumas cidades italianas. </li></ul>
  12. 15. <ul><li>Thomas More criou a ideia de utopia ao descrever uma ilha imaginária com uma sociedade perfeita em todos os sentidos; </li></ul><ul><li>Os homens daquela época fixaram normas de conduta e quiseram regulamentar cada aspecto da vida prática; </li></ul><ul><li>A lógica desta ideia levou à construção de critérios universalmente válidos para cada actividade, com normas, regras e códigos: surgiram assim os tratados sobre o perfeito cortesão, sobre o perfeito ministro, sobre o perfeito homem do mundo. </li></ul>
  13. 16. <ul><li>Em Itália, surgiram soberanos construtores que sonhavam com novas cidades; </li></ul><ul><li>Não é possível modificar as muralhas sem modificar os homens: a cidade é o espelho e a dimensão do homem; </li></ul><ul><li>Aos projectos de cidades perfeitas, os urbanistas unem o desejo de fazer da sociedade um alvéolo onde cada um possa encontrar o seu lugar e a sua função. </li></ul>
  14. 17. <ul><li>A arquitectura Renascentista caracteriza-se pela preocupação com o equilíbrio, clareza de linhas e equilíbrio das proporções; </li></ul><ul><li>A arquitectura renascentista aproxima-se das formas clássicas dos edifícios da Antiga Roma e da Antiga Grécia – Classicismo – e está bastante comprometida com uma visão do Mundo assente no Humanismo; </li></ul><ul><li>Caracterizou-se pela integração da visão clássica do mundo no projecto do mundo Cristão; </li></ul><ul><li>Os arquitectos renascentistas procuravam a perfeição da Natureza conseguida, em parte, pelos antigos. </li></ul>
  15. 18. <ul><li>Um elemento crucial na definição da arquitectura do Renascimento é a incorporação da perspectiva como instrumento de projecto; </li></ul><ul><li>O domínio da linguagem clássica só se torna possível quando simulado através do projecto pela perspectiva; </li></ul><ul><li>No espaço renascentista o edifício deixa de dominar o indivíduo, passando a acontecer o contrário; </li></ul><ul><li>Na arquitectura do Renascimento procura-se a chamada medida do homem. </li></ul>
  16. 19. <ul><li>Os artistas procuraram uma estética arquitectónica racional, onde privilegiaram valores como a regularidade, simetria, proporção, clareza formal e sobriedade decorativa. Assim sendo, desenharam edifícios com as seguintes características: </li></ul><ul><li>Cálculo rigoroso das proporções , de modo a que o resultado final fosse o equilíbrio e a harmonia ; </li></ul><ul><li>Plantas e volumes inspirados nas formas geométricas regulares ; </li></ul><ul><li>Fachadas rectilíneas ; </li></ul><ul><li>Coberturas interiores rectas , em madeira ou pedra, na forma de abobadas de barco ou de arestas , ou ainda em cúpulas; </li></ul><ul><li>Ordenação em perspectiva dos espaços interiores, a partir de um ponto fixo ; </li></ul><ul><li>Aberturas normalizadas e colocadas com simetria e regularidade ; </li></ul><ul><li>Sobriedade decorativa , através de uma decoração essencialmente estrutural , utilizando elementos das ordens arquitectónicas greco-romanas . </li></ul>
  17. 21. <ul><li>O objectivo de reproduzir com o maior naturalismo possível a realidade humana e o mundo físico implicou o recurso à perspectiva; </li></ul><ul><li>O projecto adquiriu uma importância fundamental; </li></ul>
  18. 22. <ul><li>Os pintores do Renascimento foram mais longe do que quaisquer outros que os precederam no modo de representar o homem e, acima de tudo, a sua realidade física; </li></ul><ul><li>Através de uma melhor compreensão da anatomia humana e da utilização das técnicas da pintura a óleo foi possível uma melhor caracterização das três dimensões do corpo humano; </li></ul><ul><li>Estas inovações – volume, perspectiva e naturalismo – fizeram escola na pintura renascentista. </li></ul>
  19. 23. <ul><li>Assimilando a influência da arte da Antiguidade Clássica, do humanismo e do racionalismo, desenvolveu um estilo que fundiu elementos naturalistas e outros ideais em proporções variáveis; </li></ul><ul><li>A escultura do Renascimento reflecte a preocupação de integrar a oposição entre o interesse pela observação directa da Natureza e os conceitos estéticos idealistas desenvolvidos pelo humanismo; </li></ul><ul><li>A representação do homem assumiu um papel central, tendo-se redescoberto o nu artístico e o retrato, que desde o fim do Império Romano haviam caído no esquecimento; </li></ul><ul><li>Foi retomada a temática mitológica, e enfatizou-se a estreita associação entre conhecimento teórico e uma rigorosa disciplina de trabalho prático como a ferramenta indispensável para a criação de uma obra de arte qualificada; desempenham um papel decisivo o estudo das proporções antigas e a inclusão da perspectiva geométrica. </li></ul>
  20. 24. <ul><li>O estudo das posturas corporais traz como resultado esculturas que se sustentam sobre as próprias pernas, num equilíbrio perfeito, graças à posição do compasso ou do contraposto; </li></ul><ul><li>O baixo-relevo – escultura sobre o plano – acabou por ser beneficiado pela aplicação dos conhecimentos da perspectiva; </li></ul><ul><li>Ao mesmo tempo que se torna totalmente independente da arquitectura, a escultura adquire importância e tamanho; </li></ul><ul><li>As suas figuras – nomeadamente a figura humana – são representadas de forma harmoniosa e com um realismo notável para o qual contribui o estudo profundo da anatomia. </li></ul><ul><li>A escultura renascentista distingue-se da gótica essencialmente por deixar de ter a função de elemento decorativo, passando a valer por si mesma; </li></ul><ul><li>Destacam-se Lorenzo Ghiberti , Donatello , Michelangelo , Luca della Robbia , Andrea della Robbia , Desiderio da Settignano , Baccio Bandinelli , Agostino di Duccio e Tullio Lombardo , entre outros. </li></ul>
  21. 25. <ul><li>Os santos, apóstolos e mártires deixaram de ser figurados com as feições do homem comum; ainda que essas feições fossem maioritariamente generalistas e não específicas, tornaram-se imagens impassíveis, graves e solenes. Sobre-humanas, em composições altamente ritualizadas; </li></ul>
  22. 26. <ul><li>O Renascimento é um fenómeno contemporâneo dos descobrimentos e desenvolveu-se em íntima ligação com a empresa ultramarina nacional; </li></ul><ul><li>A arte renascentista só tardiamente chega a Portugal e, de início, apenas por via de elementos decorativos, associados às estruturas do gótico flamejante, ou gótico final; </li></ul><ul><li>A arquitectura do Manuelino constitui um prolongamento das construções góticas e desenvolve a tendência da arte final deste estilo; a representação da natureza expressa-se por ornamentações de carácter realista onde a demonstração vegetalista aparece frequentemente de forma exuberante; </li></ul><ul><li>O exotismo que se regista na representação de animais, flora e seres estranhos ou mitológicos, traduz a procura do diferente e do novo; </li></ul>
  23. 27. <ul><li>O facto de o gótico-manuelino se ter desenvolvido, quase sempre, sob a tutela da coroa, explica a utilização de elementos decorativos associados ao objectivo da exaltação da monarquia absoluta de direito divino. </li></ul>
  24. 28. <ul><li>A literatura do Renascimento deu destaque à personalidade individual – individualismo; </li></ul><ul><li>Os escritores do Renascimento começaram a adoptar línguas como o francês e o italiano; </li></ul><ul><li>A literatura tenta recuperar a Antiguidade Clássica através da retoma dos seus modelos literários; </li></ul><ul><li>A procura pela perfeição estética e a pureza das formas, trazem de volta os sonetos, epopeias, romances, entre outros, inspirados em Homero, Platão e Virgílio. </li></ul>
  25. 29. <ul><li>A Música é uma criação que retrata todas as sociedades e respectivas mentalidades, acompanhando dinamicamente a evolução social, política e até económica; </li></ul><ul><li>A revolução que se deu no pensar humano marcou a produção artística de então, ao que o campo musical não ficou indiferente; </li></ul><ul><li>Nas últimas décadas de século XVI forja-se um estilo culmina na criação da ópera, em 1600; </li></ul><ul><li>Os compositores passaram a ter um interesse muito mais vivo pela música profana, e em escrever peças exclusivamente para instrumentos; </li></ul><ul><li>Os maiores tesouros musicais renascentistas foram compostos para a igreja, num estilo descrito como polifonia coral e cantados sem acompanhamento de instrumentos. </li></ul>
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