CADERNO TÉCNICO                                      CD-2000-760-CONSULTEK-001_00                      CLIENTE:           ...
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  1. 1. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 CLIENTE: FOLHA PRESÍDIO PROF° ANÍBAL BRUNO UNIDADE PRISIONAL 03 1 de 170 PROGRAMA: SISTEMA DE SEGURANÇA E AUTOMAÇÃO SEP: 1847 ÁREA: AS: COMPLEXO ANÍBAL BRUNO TÍTULOENGENHARIA CADERNO TÉCNICO DE SISTEMA DE SEGURANÇA E AUTOMAÇÃO Nº CONTRATO RESP TÉCNICO.: A. R. F. PROGRAMA: WORD 2000 Nº CREA.: ARQUIVO DIGITAL: CD-2000-760- CONSULTEK-001_00 0600928920ÍNDICE DE REVISÕESREV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS0 EMISSÃO “ORIGINAL” PRESÍDIO PROFESSOR ANÍBAL BRUNO UNIDADE PRISIONAL 03 SECRETARIA EXECUTIVA DE RESSOCIALIZAÇÃO REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. HDATA 30/03/2011PROJETO ROCHAEXECUÇÃO ROCHAVERIFICAÇÃ AVELAROAPROVAÇÃO ARFAS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA SECRETÁRIA DE SEGURANÇA PUBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, SENDOPROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.FORMULÁRIO BASEADO A NORMA PETROBRAS N-381-REV.G ANEXO A – FIGURA A-1
  2. 2. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 2 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICA Índice1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................................... 82 OBJETIVO .......................................................................................................................................................................... 83 APRESENTAÇÃO .............................................................................................................................................................. 84 DESCRIÇÃO DO PROJETO............................................................................................................................................. 9• 4.1 PAVILHÕES D / E / F (PD / PE / PF) ................................................................................................................. 9• 4.2 PRÉDIO DA ADMINISTRAÇÃO (PA) ............................................................................................................ 9• 4.3 ÁREAS EXTERNAS (PÁTIO DE SOL E MURADA) ..................................................................................... 9A - NORMAS, INFRA-ESTRUTURA, SISTEMAS, DOCUMENTAÇÕES E CRITÉRIOS ....................................... 10A.1 INSTITUIÇÕES E NORMAS ...................................................................................................................................... 10A.1.1 INSTITUIÇÕES ......................................................................................................................................................... 10A.1.2 NORMAS TÉCNICAS COMPLEMENTARES ...................................................................................................... 11A.2 TERMINOLOGIA ........................................................................................................................................................ 12A.3 SIMBOLOGIAS ............................................................................................................................................................ 12A.4 UNIDADES DE MEDIDA E IDIOMA ........................................................................................................................ 12A.5 SISTEMAS PROPOSTOS ............................................................................................................................................ 12A.6 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA........................................................................................................................... 13A.7 CRITÉRIOS GERAIS DE EXECUÇÃO ..................................................................................................................... 13A.7.1 DISPOSIÇÕES GERAIS ........................................................................................................................................... 13A.7.2 CRITÉRIOS DE SIMILARIDADE .......................................................................................................................... 14A.7.3 ENSAIOS, TESTES E AVERIGUAÇÕES ............................................................................................................... 15A.8 ALTERAÇÕES DO PROJETO E "AS BUILT" ........................................................................................................ 16B - INFRA–ESTRUTURA PARA OS PROJETOS DE CFTV, AUTOMAÇÃO E CONTROLE DE ACESSO ........ 17B.1 REDE DE TELECOMUNICAÇÕES ........................................................................................................................... 17B.1.1 PREMISSAS DE CABEAMENTO ESTRUTURADO ............................................................................................ 17B.1.1.1 GENERALIDADES ................................................................................................................................................ 17B.1.1.2 CARACTERISTICAS DO SISTEMA DE CABEAMENTO ............................................................................... 17B.1.1.3 SALA DE TELECOMUNICAÇÕES (SEGURANÇA E DE CONTROLE) ....................................................... 18B.1.1.4 BACKBONE DE VOZ............................................................................................................................................. 18B.1.1.5 CABEAMENTO HORIZONTAL .......................................................................................................................... 19B.2 DESCRIÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO .............................................................................................................. 19B.2.1 INFRA- ESTRUTURA PARA OS SISTEMAS ........................................................................................................ 19B.2.2 CABOS ÓPTICOS REDE EXTERNA – PERÍMETRO DE RESTRIÇÃO (MURADAS) ................................... 20B.2.3 LINK PRIMÁRIO ...................................................................................................................................................... 20B.2.4 LINK SECUNDÁRIO ................................................................................................................................................ 20B.2.5 CABOS ÓPTICOS - PAVILHÕES “D”, “E”, “F” ................................................................................................... 20B.2.5.1 INTERLIGAÇÕES COM A SALA DE SEGURANÇA ........................................................................................ 20B.2.6 PAVILHÕES “F” E PAVILHÃO “D” ....................................................................................................................... 21B.2.6.1 LINK PRIMÁRIO ................................................................................................................................................... 21B.2.6.2 LINK SECUNDÁRIO ............................................................................................................................................. 21B.2.7 PAVILHÃO “E” ......................................................................................................................................................... 22B.2.7.1 LINK PRIMÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “F” E PAVILHÃO “E” .................................... 22B.2.7.2 LINK SECUNDÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “F” E PAVILHÃO “E” .............................. 22B.2.7.3 LINK PRIMÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “D” E PAVILHÃO “E” ................................... 22B.2.7.4 LINK SECUNDÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “D” E PAVILHÃO “E” .............................. 22B.2.8 SISTEMA REDE SEM FIO PONTO A PONTO PARA SEGURANÇA PÚBLICA NA FREQUÊNCIA 4.9GHZ....................................................................................................................................................................................... 22B2.9 ESPECIFICAÇÃO DO RÁDIO ENLACE ................................................................................................................ 23B.2.10 BACKBONE DE DADOS (CORE DE REDE) ....................................................................................................... 25B.2.10.1 REDUNDÂNCIA ATIVA ..................................................................................................................................... 25
  3. 3. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 3 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAB.2.10.2 ARQUITETURA ................................................................................................................................................... 26B.2.10.3 TOPOLOGIA (DESENHO DA SOLUÇÃO) ....................................................................................................... 27B.2.10.3.1 ROUTING &SWICHING (R&S) ...................................................................................................................... 28B.2.10.3.2 PREVISÃO DE TELEFONIA IP ...................................................................................................................... 28B.2.10.4 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS ....................................................................................................................... 29B.2.10.5 GERENCIAMENTO............................................................................................................................................. 34B.2.10.6 CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO E CONFIGURAÇÃO DOSATIVOS DE REDE .............................................................................................................................................................. 34B.2.10.6.1 SERVIÇOS .......................................................................................................................................................... 34B.3 JUSTIFICATIVA .......................................................................................................................................................... 35B.3.1 SEGURANÇA EM R&S............................................................................................................................................. 35B.3.2 SEGURANÇA NA PREVISÃO DE TELEFONIA IP .............................................................................................. 36B.3.3 SEGURANÇA NOS ACESSOS EXTERNOS .......................................................................................................... 37B.3.4 DISPONIBILIDADE DE DADOS ............................................................................................................................. 37B.3.4.1 CÁLCULO DO TRÁFEGO DE VÍDEO ................................................................................................................ 38B.3.4.2 DISPONIBILIDADE FÍSICA E LÓGICA DE R&S ............................................................................................. 40B.3.5 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA CONFIÁVEL – NO-BREAK‘S ............................................................................. 40B.3.5.1SALA DE SEGURANÇA E CÂMERAS EXTERNAS .......................................................................................... 40B.3.5.2 SALAS DE EQUIPAMENTOS DOS PAVILHÕES “D”, “E”, “F” ..................................................................... 41B.4 DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES DA REDE ...................................................................................................... 42B.4.1FIBRAS ÓPTICAS, CÂMERAS EXTERNAS, PARTINDO DA SALA DE SEGURANÇA ................................ 42B.4.2 FIBRAS ÓPTICAS, PARTINDO DA SALA DE SEGURANÇA PARA OS PAVILHÕES .................................. 42B.4.3 CORDÕES ÓPTICOS ................................................................................................................................................ 42B.4.4 DISTRIBUIDOR INTERNO ÓPTICO – DIO, INSTALADOS NA SALA DE SEGURANÇA ............................ 42B.4.5 DISTRIBUIDORE INTERNO ÓPTICO – DIO, INSTALADOS NOS PAVILHÕES .......................................... 43B.4.6 CONECTOR SC ......................................................................................................................................................... 43B.4.7 CABOS UTP................................................................................................................................................................ 43B.4.8 CONECTOR RJ-45 .................................................................................................................................................... 44B.4.9 CABO DE ESTAÇÃO ................................................................................................................................................ 44B.4.10 PATCH CABLE ........................................................................................................................................................ 44B.4.11 CABO DE MANOBRA............................................................................................................................................. 44B.4.12 RACK S” DAS SALAS DE EQUIPAMENTOS DOS PAVILHÕES “D”,”E”, “F” ............................................. 45B.4.13 RACK S” DA SALA DE SEGURANÇA DO PRÉDIO ADMINISTRATIVO ..................................................... 45B.4.14 IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES DA REDE ........................................................................................ 45B.4.15 CERTIFICAÇÃO DA REDE................................................................................................................................... 45B.5 PRODUTOS ................................................................................................................................................................... 46B.5.1 EQUIPAMENTOS PASSIVOS DA REDE ............................................................................................................... 46B.6 GERAIS E EXECUÇÃO ............................................................................................................................................... 51B.6.1 INSTALAÇÕES DE IMAGEM, DADOS, VOZ, SUPERVISÃO E CONTROLE ................................................ 51B.6.1.1 VISTORIA EM CAMPO ........................................................................................................................................ 52B.6.1.2 INSTALAÇÃO FÍSICA E ROTAS DE CABOS .................................................................................................... 52B.6.1.3 ROTEAMENTO DE CABOS ................................................................................................................................. 52B.6.1.4 TERMINAÇÃO DA ÁREA DE TRABALHO ....................................................................................................... 53B.6.1.5 FORÇA DE TRAÇÃO............................................................................................................................................. 54B.6.1.6 RAIO DE CURVATURA ........................................................................................................................................ 54B.6.1.7 RESERVA DE CABOS ........................................................................................................................................... 54B.6.1.8 ABRAÇADEIRAS DE CABOS .............................................................................................................................. 54B.6.1.9 ATERRAMENTO ................................................................................................................................................... 54B.6.1.10 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO ................................................................................................................... 55B.6.1.11 MÃO DE OBRA ..................................................................................................................................................... 55B.7 ESCOPO DOS SERVIÇOS DAS EMPRESAS CONTRATADAS ............................................................................ 55B.7.1 CABEAMENTO ......................................................................................................................................................... 55B.7.2 RACKS ........................................................................................................................................................................ 55B.7.3 REQUISITOS PARA AS EMPRESAS CONTRATADAS ...................................................................................... 56B.7.4 DOCUMENTAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO ......................................................................................................... 56B.7.4.1 DESENHOS ............................................................................................................................................................. 56B.7.4.2 REGISTROS ............................................................................................................................................................ 57
  4. 4. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 4 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAB.7.4.3 RELATÓRIOS......................................................................................................................................................... 57B.8 GARANTIA ................................................................................................................................................................... 57B.8.1 GARANTIA PARA CATEGORIA 6......................................................................................................................... 57B.8.2 GARANTIA DE PRODUTOS ................................................................................................................................... 58B.8.3 APLICAÇÕES PERMITIDAS .................................................................................................................................. 58B.8.4TESTES E AVERIGUAÇÕES ................................................................................................................................... 58B.8.4.1TESTE DO CABEAMENTO METÁLICO ............................................................................................................ 58B.8.5 EQUIPAMENTO DE TESTE .................................................................................................................................... 59B.8.6TESTE DO CABEAMENTO ÓPTICO ..................................................................................................................... 60B.8.6.1 TESTE DE FIBRA – CABEAMENTO HORIZONTAL ...................................................................................... 60B.9 TESTE DO BACKBONE DE FIBRA .......................................................................................................................... 61B.10 INFRA-ESTRUTURA ................................................................................................................................................. 63B.10.1 ELETRODUTOS, CAIXAS, ELETROCALHAS .................................................................................................. 63B.10.1.1 GERAL ................................................................................................................................................................... 63B.10.2 EXECUÇÃO ............................................................................................................................................................. 63B.10.2.1 GENERALIDADES .............................................................................................................................................. 63B.10.3 PINTURA .................................................................................................................................................................. 64B.11 GARANTIA ................................................................................................................................................................. 64C - SISTEMA DE CIRCUITO FECHADO DE TV .......................................................................................................... 65C.1 DESCRIÇÃO GERAL .................................................................................................................................................. 65C.2 DESCRIÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO .............................................................................................................. 65C.3 SOLUÇÃO PROPOSTA ................................................................................................................................................. 66C.3.1TABELA DE LOCAÇÃO DE CÂMERAS ................................................................................................................... 68C.3.2 PARÂMETROS E RESULTADOS ESPERADOS .................................................................................................. 77C.3.4 INTEGRAÇÃO DAS OPERAÇÕES ........................................................................................................................ 77C.3.5 METODOLOGIA PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO EXECUTIVO .................................................. 78C.4 ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE VÍDEO IP/HD - HARDWARE E SOFTWARE ...................................... 78C.4.1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................................... 78C.4.2 VÍDEO AO VIVO NAS ESTAÇÕES DO CENTRO DE CONTROLE .................................................................. 79C.4.3 ÁUDIO EM VÍDEO AO VIVO .................................................................................................................................. 81C.4.4 CONTROLE PTZ....................................................................................................................................................... 81C.4.5 MATRIZ VIRTUAL .................................................................................................................................................. 81C.4.6 VÍDEO EM PLAYBACK........................................................................................................................................... 82C.4.7 DETECÇÃO DE MOVIMENTO DE VÍDEO (DMV) EM VÍDEO AO VIVO E GRAVADO ............................. 82C.4.8 RASTREAMENTO DIRECIONAL DE OBJETO .................................................................................................. 83C.4.9 CONTROLE DE CERCA VIRTUAL ....................................................................................................................... 84C.4.10 ALARME DE AUSÊNCIA DE MOVIMENTO ..................................................................................................... 84C.4.11 GRAVAÇÃO ............................................................................................................................................................ 84C.4.12 OPERAÇÃO ESPECIAL ........................................................................................................................................ 84C.4.13 ALARMES ................................................................................................................................................................ 84C.4.14 MONITORAMENTO E DIAGNOSTICO ............................................................................................................. 85C.4.15 USUÁRIOS ............................................................................................................................................................... 85C.4.16 AUDITORIA ............................................................................................................................................................. 86C.4.17 MAPAS ...................................................................................................................................................................... 87C.4.19 CONTROLE DE BANDA DE TRANSMISSÃO DE DADOS ............................................................................... 87C.4.20 FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO DE INTERFACES DE SOFTWARE ................................. 88C.4.21 REQUISITOS DAS ESTAÇÕES DO CENTRO DE CONTROLE ...................................................................... 89C.4.22 REQUISITOS DOS TRANSMISSORES DE VÍDEO E REQUISITOS GERAIS DO TRANSMISSOR DEVÍDEO .................................................................................................................................................................................. 89C.4.23 SEGURANÇA DE REDE......................................................................................................................................... 89C.4.24 DETECÇÃO DE MOVIMENTO DE VÍDEO (DMV) “ONBOARD” .................................................................. 92C.4.25 ALARMES - ENTRADAS E SAÍDAS .................................................................................................................... 92C.4.26 REQUISITOS DO GRAVADOR DE VÍDEO DE REDE (NVR) .......................................................................... 93C.5.1 CÂMERAS FIXAS ..................................................................................................................................................... 93C.5.2 CAMERA FIXA EXTERNA RESOLUÇÃO TIPO HD: ......................................................................................... 93
  5. 5. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 5 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAC.5.3 CAMERA IP FIXA TIPO DOME RESISTENTE A VANDALISMO ................................................................... 95C.5.4 CAMERA IP FIXA PARA CAIXA DE PROTEÇÃO ............................................................................................. 97C.5.5 CÂMERAS MÓVEIS TIPO PTZ IP QUE DEVERÃO POSSUIR AS SEGUINTES CARACTERÍSTICASMÍNIMAS ............................................................................................................................................................................. 99C.5.6 CARACTERÍSTICAS DA CÂMERA: 35X DAY/NIGHT...................................................................................... 99C.5.7 CARACTERÍSTICAS DO CODIFICADOR DE VÍDEO ....................................................................................... 99C.5.8 CARACTERÍSTICAS GERAIS ............................................................................................................................. 100C.5.9 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ...................................................................................................................... 100C.5.10 CARACTERÍSTICAS MECÂNICAS .................................................................................................................. 100C.5.11 GRAVADOR DE VIDEO EM REDE ................................................................................................................... 100C.5 12 TECLADO DE CONTROLE................................................................................................................................. 101C.6 GARANTIA ................................................................................................................................................................. 102C.7 JUSTIFICATIVA ........................................................................................................................................................ 102D - SISTEMA DE CONTROLE DE ACESSO ................................................................................................................ 104D.1 DESCRIÇÃO ............................................................................................................................................................... 104D.2 FUNCIONAMENTO .................................................................................................................................................. 105D.2.1 COMUNICAÇÃO DOS COLETORES COM O SOFTWARE ............................................................................ 106D.3 PRODUTOS ................................................................................................................................................................. 107D.3.1 EQUIPAMENTOS DO SISTEMA .......................................................................................................................... 107D.3.1.1 LEITORES BIOMÉTRICOS ............................................................................................................................... 107D.3.1.2 CATRACAS E CANCELAS ................................................................................................................................. 107D.3.1.3 COLETORES BIOMÉTRICOS DE IMPRESSÃO DIGITAL PARA CADASTRO ....................................... 107D.3.1.4 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS PARA OS COLETORES ...................................................... 108D.3.1.4.1 COLETORES BIOMÉTRICOS PARA CADASTRO..................................................................................... 108D.3.1.4.2 COLETORES BIOMÉTRICOS UTILIZADOS PARA ACESSO (PAREDE).............................................. 108D.3.1.4.3 COLETORES BIOMÉTRICOS PARA CATRACAS ..................................................................................... 110D.3.1.5 SENSORES DE PORTA ....................................................................................................................................... 110D.3.1.6 FECHADURAS ELETROMAGNÉTICAS......................................................................................................... 111D.3.1.7 CATRACAS ........................................................................................................................................................... 111D.3.1.7 INTERFONES (IFN) ............................................................................................................................................. 112D.3.1.8 BOTÕES DE DESTRAVE .................................................................................................................................... 112D.3.1.9 SERVIDOR ............................................................................................................................................................ 113D.3.1.10 CLIENTE (WORKSTATION) ........................................................................................................................... 115D.4. INFRAESTRUTURA ................................................................................................................................................. 115D.5 EXECUÇÃO ................................................................................................................................................................ 116D.6 GARANTIA ................................................................................................................................................................. 116D.7. JUSTIFICATIVA ....................................................................................................................................................... 116E - SISTEMA DE AUTOMAÇÃO, SUPERVISÃO E CONTROLE PREDIAL ......................................................... 117E.1 OBJETIVO .................................................................................................................................................................. 117E.2 GENERALIDADES .................................................................................................................................................... 117E.3 ARQUITETURA DO SISTEMA ................................................................................................................................ 118E.4 REDE DE COMUNICAÇÃO .............................................................................................................................................. 118E.5 CARACTERÍSTICA DE OPERAÇÃO DAS PORTAS DE CELA ......................................................................... 119E.5.1 GERAL ...................................................................................................................................................................... 119E.5.2 SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO DAS PORTAS DE CELA, ACIONADAS PELAS CONTROLADAS ............ 120E.5.3 SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO DAS PORTAS DE ACESSO NOS PAVILHÕES, ALAS 1, 2, 3, 4 -ACIONADAS PELAS CONTROLADAS. ....................................................................................................................... 120E.5.4 SEQÜÊNCIA DE OPERAÇÃO DAS PORTAS DE ACESSO A GALERIA TÉCNICA - ACIONADAS PELASCONTROLADAS............................................................................................................................................................... 121E.5.5 SEGUE DIAGRAMA GERAL DO SISTEMA DE CONTROLE E SUPERVISÃO DAS PORTAS DASCELAS ................................................................................................................................................................................ 122E.6 HARDWARE DAS ESTAÇÕES DE OPERAÇÃO .................................................................................................. 123E.7 HARDWARE DE CAMPO ......................................................................................................................................... 124E.7.1 UNIDADES DE CONTROLE LOCAL (UCL OU CONTROLADORAS) .......................................................... 124E.7.2 SENSORES E ATUADORES .................................................................................................................................. 124
  6. 6. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 6 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAE.7.3 SISTEMA ELÉTRICO ................................................................................................................................................... 125E.7.3.1 QUADROS GERAIS DE BAIXA TENSÃO ........................................................................................................ 125E.7.3.2 ILUMINAÇÃO ...................................................................................................................................................... 125E.7.4 SISTEMA HIDRÁULICO ....................................................................................................................................... 125E.7.4.1 SISTEMA DE CONTROLE DE FORNECIMENTO DE ÁGUA DOS RAIOS ................................................ 125E.8 ESCOPO DE FORNECIMENTO .............................................................................................................................. 126E.9 CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO E FABRICAÇÃO .............................................................................. 128E.10 DISPOSIÇÕES GERAIS .......................................................................................................................................... 128E.11 CONDIÇÕES DE FORNECIMENTO..................................................................................................................... 129E.11.1 UNIDADES DE CONTROLE LOCAL................................................................................................................. 129E.11.2 SENSORES E ATUADORES (FECHOS, CONTATORES, RELÉS, ETC.) ..................................................... 130E.11.3 SUPORTES E LIGAÇÕES .................................................................................................................................... 130E.11.4 IDENTIFICAÇÃO DOS ELEMENTOS .............................................................................................................. 130E.11.5 INSTALAÇÃO........................................................................................................................................................ 131E.12 LIMITES DE FORNECIMENTO............................................................................................................................ 131E.12.1 GERAL .................................................................................................................................................................... 131E.12.2 SISTEMA ELÉTRICO .......................................................................................................................................... 132E.12.3 PAINÉIS .................................................................................................................................................................. 132E.12.4 SISTEMA HIDRÁULICO ..................................................................................................................................... 132E.12.5 SISTEMA DE CONTROLE DAS PORTAS ......................................................................................................... 133E.12.6 DESENHOS E DOCUMENTAÇÕES ................................................................................................................... 133E.12.7 TESTES ................................................................................................................................................................... 134E.12.8 TREINAMENTO DE OPERAÇÃO ...................................................................................................................... 135E.12.9 INFRA ESTRUTURA ............................................................................................................................................ 135E.13 GARANTIAS TÉCNICAS ........................................................................................................................................ 135E.14 JUSTIFICATIVAS .................................................................................................................................................... 135F - SISTEMA DE PORTA ELETROMECANICA AUTOMATIZADA ...................................................................... 136F.1 OBJETIVO ................................................................................................................................................................... 136F.2 GENERALIDADES..................................................................................................................................................... 136F.2.1UNIDADES DE MEDIDA E IDIOMA ..................................................................................................................... 137F.2.2 CONDIÇÕES AMBIENTES E DE SERVIÇO ....................................................................................................... 137F.2.3 NORMAS APLICÁVEIS ......................................................................................................................................... 138F.3 ALIMENTAÇÃO ELÉTRICA ................................................................................................................................... 138F.3.1 PROTEÇÃO DOS CIRCUITOS ............................................................................................................................. 139F.3.2 CARACTERÍSTICAS DE CONSTRUÇÃO, FABRICAÇÃO E MONTAGEM ................................................. 139F.4 DESCRIÇÃO DO SISTEMA ...................................................................................................................................... 140F.4.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS .............................................................................................................................. 140F.4.2 PORTAS COM ACIONAMENTO AUTOMATIZADO/MOVIMENTO LINEAR ............................................ 140F.4.3 PORTA PIVOTANTE .............................................................................................................................................. 141F.4.3.1 PORTAS ................................................................................................................................................................. 141F.4.3.2 EIXO DE TRANSFERENCIA DE CURSO ......................................................................................................... 143F.4.4 FUNCIONAMENTO ................................................................................................................................................ 143F.4.4.1 MOVIMENTAÇÃO DA PORTA ......................................................................................................................... 143F.4.4.2 CONTROLES DE ABERTURA E FECHAMENTO .......................................................................................... 143F.4.4.3 ACIONAMENTO MANUAL................................................................................................................................ 145F.5 DESENHOS E INFORMAÇÕES ............................................................................................................................... 147F.6 TESTES ........................................................................................................................................................................ 147F.7 TREINAMENTO DE OPERAÇÃO ........................................................................................................................... 148F.8 GARANTIAS TÉCNICAS .......................................................................................................................................... 148F.9 JUSTIFICATIVAS ...................................................................................................................................................... 148G - SISTEMA SOFTWARE DE AUTOMAÇÃO, SUPERVISÃO E INTEGRAÇÃO DOS SISTEMAS ................. 149G.1 SOFTWARE ................................................................................................................................................................ 149G.2 SISTEMA OPERACIONAL ...................................................................................................................................... 149G.3 SOFTWARE DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO ........................................................................................... 150G.4 SOFTWARE DA INTERFACE DE OPERAÇÃO ................................................................................................... 150
  7. 7. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 7 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAG.5 SOFTWARE DEDICADO ESPECÍFICO LOCAL ................................................................................................. 151G.6 SOFTWARE DAS UNIDADES DE CONTROLE LOCAL (UCL) ......................................................................... 153G.7 INTEGRAÇÃO COM OUTROS SISTEMAS ......................................................................................................... 154G.7.1 SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICA ..................................................................................................... 154G.7.2 SISTEMA DE CONTROLE DE ACESSO DAS PORTAS DAS SALAS DE EQUIPAMENTOS, GALERIASTÉCNICAS ......................................................................................................................................................................... 154G.8 APRESENTAÇÃO DO SISTEMA ............................................................................................................................ 155G.9 ACIONAMENTO DE PERIFÉRICOS ..................................................................................................................... 156G.10 ACIONAMENTOS MANUAIS ............................................................................................................................... 156G.11 ACIONAMENTOS AUTOMÁTICOS .................................................................................................................... 156G.12 MONITORAMENTO DO SISTEMA ..................................................................................................................... 156G.13 MÓDULO CLIENTE ............................................................................................................................................... 156G.14 FUNÇÕES ................................................................................................................................................................. 157G.15 ACIONAMENTO DE PERIFÉRICOS ................................................................................................................... 157G.16 PROGRAMAÇÕES HORÁRIAS ........................................................................................................................... 157G.17 RELATÓRIOS .......................................................................................................................................................... 157G.18 MÓDULO ADMINISTRATIVO ............................................................................................................................. 158G.19 MÓDULO SERVIDOR – OPERAÇÃO ................................................................................................................. 161G.20 JUSTIFICATIVA ..................................................................................................................................................... 165H – CONSIDERAÇÕES GERAIS.................................................................................................................................... 166H.1 GARANTIAS TÉCNICAS ......................................................................................................................................... 166H.2 SERVIÇOS COMPLEMENTARES DE INSTALAÇÕES ..................................................................................... 166H.3 GERENCIAMENTO DE SEGURANÇA AVANÇADA DOS SISTEMAS ........................................................... 167H.4 DETECTORES DE METAIS E RAIO X ................................................................................................................. 167H.5 HABILITAÇÕES ........................................................................................................................................................ 167H.5.1 HABILITAÇÃO TÉCNICA ................................................................................................................................... 167H.5.1 HABILITAÇÃO JURÍDICA .................................................................................................................................. 168H.5.1.1 REGULARIDADE FISCAL ................................................................................................................................ 169H.6 INSTALAÇÕES DE SISTEMAS NÃO CONSIDERADAS NO PROJETO ......................................................... 169H.7 ATUALIZAÇÕES DE SISTEMAS ........................................................................................................................... 170
  8. 8. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 8 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICA1 INTRODUÇÃOO presente memorial refere-se à descrição do projeto de segurança eletrônica das instalações deautomação e controle de portas e automação predial, cftv e sala de segurança para a UnidadePrisional Pavilhões D, E e F, no COMPLEXO PENITENCIÁRIO ANÍBAL BRUNO UNIDADE 3, daSECRETÁRIA EXECUTIVA DE RESSOCIALIZAÇÃO, que será reformado nas edificaçõesexistentes, situada à Avenida Liberdade KM 233 na cidade de Recife - PE.2 OBJETIVOEste documento tem pôr objetivo complementar as informações constantes dos desenhos deprojeto executivo, apresentando as descrições dos sistemas previstos, especificações, parâmetrosde dimensionamento, normas técnicas correspondentes e a especificação dos produtos utilizados.3 APRESENTAÇÃOO COMPLEXO PENITENCIÁRIO ANÍBAL BRUNO UNIDADE 3, está construído e utilizado porpopulação carcerária habitando em diversos pavilhões, cumprindo suas penas. Atualmente oCOMPLEXO PENITENCIÁRIO ANÍBAL BRUNO está dividido em 03 subunidades, com afinalidade de o ESTADO poder melhor controlar os internos e reduzir os riscos para controlareventuais rebeliões.Para atender a política nacional de RESSOCIALIZAÇÃO e REABILITAÇÃO dos APENADOS, aSECRETÁRIA tem necessidade de obter em tempo real, o controle e a segurança, manter adisciplina, coibindo abusos e desvios de toda a natureza, que para a realidade atual e nascondições das unidades, fica impossibilitada de garantir qualquer controle intramuros.Com o objetivo de mudar radicalmente esta situação, este projeto busca na sua essência garantirpara este COMPLEXO PENITENCIÁRIO uma nova realidade, e vir a tornar-se REFERÊNCIANACIONAL como exemplo de UNIDADE PRISIONAL PENITENCIÁRIA DE SEGURANÇAMÁXIMA, pelos meios de controles e tecnologias projetadas. Este projeto pode ser implantado emmódulos ou mesmo na sua integralidade, pois ele aproveita as estruturas de construção existente,sofrendo adaptações necessárias para atender ao aqui especificado.
  9. 9. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 9 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICA4 DESCRIÇÃO DO PROJETOO complexo penitenciário compreende 03 pavilhões sendo denominados de Pavilhão “D”, “E”, “F”alem de outros aqui não considerados neste projeto que integram este complexo.Possui uma área total construída destes 03 (três) pavilhões aproximada de 1.480 m2, com asseguintes características:• 4.1 PAVILHÕES D / E / F (PD / PE / PF)- Pavimento Térreo (existente);- Saguão de acesso (existente);- Corredores e Celas (existente);- Cobertura (a edificar);- Áreas Técnicas (a instalar).• 4.2 PRÉDIO DA ADMINISTRAÇÃO (PA)- Pavimento Térreo (existente);- Portaria, Entrada de Veículos ( a construir);- Saguão de acesso (existente);- Salas da administração (existente);- Central de segurança (a construir);- Cobertura (existente). .• 4.3 ÁREAS EXTERNAS (PÁTIO DE SOL E MURADA)- Muradas (existente);- Guaritas (existente);- Alambrados (a construir);- Caixas de passagens (a construir);- Rede de envelopes (a construir);- Acessos aos Pavilhões D, E, F (a construir).
  10. 10. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 10 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAA - NORMAS, INFRA-ESTRUTURA, SISTEMAS, DOCUMENTAÇÕES ECRITÉRIOSA.1 INSTITUIÇÕES E NORMASA.1.1 INSTITUIÇÕESPara o desenvolvimento das soluções apresentadas, devem ser observadas as seguintes normasdas instituições a seguir relacionadas:- TELEMAR – concessionária de telecomunicações- ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas- ANATEL – Agência Nacional de Telecomunicações- MINISTÉRIO DA JUSTIÇA – DEPEN- ANSI - American National Standards Institute;- ASA - American Standards Association;- ASTM -American Society for Testing and Materials;- DIN - Deutsche Industrie Normen;- EIA - Electronic Industries Association.- IEC - International Electrotechnical Commission;- IEEE - Institute of Electrical and Electronic Engineers;- NEC - National Electric Code;- NEMA - National Electrical Manufactures Association;Nota: E outras especificadas a cada unidade particular dos sistemas de utilidades.
  11. 11. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 11 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAA.1.2 NORMAS TÉCNICAS COMPLEMENTARESDeverão ser seguidas as normas das instituições citadas no item A.5.1 deste documento e decaráter obrigatório as que seguem nesse item, conforme relacionadas abaixo:- NBR-5410: Instalações elétricas de baixa tensão;- NBR-5414: Execução de instalações elétricas de baixa tensão;- NBR-5419: Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas;- ANSI/TIA/EIA – 568 – B .1 (2001): Commercial Building Telecommunications Cabling Standard.Part. 1: General Requirements. Especifica um sistema genérico de cabeamento detelecomunicações para edifícios comerciais;- ANSI/TIA/EIA – 568 – B .2 (2001): Commercial Building Telecommunications Cabling Standard.Part. 2: Balanced Twisted-Pair Cabling Components. Especifica requisições mínimas paracomponentes de cabeamento em cobre de 100 Ohms (UTP e ScTP/FTP), categoria 5e;- ANSI/TIA/EIA – 568 – B.2-1 (2002): Transmission Performance Specifications for 4-Pair 100ohms Category 6 Cabling, Especifica requisitos mínimos para componentes e sistemas decabeamento em cobre de 100 OHMS (blindados e sem blindagem), categoria 6;- ANSI/TIA/EIA – 568 – B.3 (2000): Optical Fiber Cabling Components Standard.Especificarequisitos mínimos para componentes de cabeamento em fibra óptica;- ANSI/TIA/EIA – 569 – A (1998): Commercial Building Standard for TelecommunicationsPathways and Spaces. Normatiza práticas de projeto e construção (em suporte a meios eequipamentos de telecomunicações) dentro de, e entre COMPLEXO PENITENCIÁRIO;- ANSI/TIA/EIA – 606 – A (2002): Administration Standard for the TelecommunicationsInfraestructure of Commercial Buildings. Apresenta um esquema uniforme de administração que éindependente de aplicações e estabelece recomendações para as pessoas envolvidas emadministração da Infra-estrutura de telecomunicações;- ANSI/TIA/EIA – 942 – A (2005): Padrão de Infra-estrutura de Telecomunicações para Centro deDados. Esta norma visa assegurar a operabilidade de um CPD, garantindo maior segurança,redundância e um maior controle em manutenções e uma atualização on-line das documentaçõese das modificações efetuadas;- STD – 607-A (2002): Commercial Building Grounding (earthing) and Bonding Requirements’ forTelecommunications. Apresenta as práticas para aterramento e equipotencialização de terras daInfra-estrutura de telecomunicações e estabelece a conexão entre o sistema de aterramento doedifício e o de telecomunicações;- ABNT/NBR 14565 (2007): Procedimento básico para elaboração de projetos de cabeamento detelecomunicações para rede interna estruturada. Incorpora critérios mínimos para elaboração de
  12. 12. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 12 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAprojetos de rede interna estruturada de telecomunicações, em edificações de uso comercial,independente do seu porte, aterramentos, administração e identificação.-Nota: Os casos não abordados serão definidos pela fiscalização, de maneira a manter o padrãode qualidade previsto para a obra em questão e, de acordo com as normas vigentes nacionais ouinternacionais. As instalações elétricas devem ser executadas, de acordo com as normasapresentadas e, a fim de complementar as normas vigentes da ABNT deverão ser utilizadas asseguintes publicações:- NFPA - National Fire Protection Association;- IEC - International Electrical Commission.Os casos não abordados serão definidos pela fiscalização, de maneira a manter o padrão dequalidade previsto para a obra em questão e, de acordo com as normas vigentes nacionais ouinternacionais.A.2 TERMINOLOGIANBR-5473: Eletrotécnica e eletrônica - instalações de baixa tensão.A.3 SIMBOLOGIASNBR-5446: Símbolos de relacionamento usados na confecção de esquemas.NBR-5259: Símbolos gráficos de eletricidade - instrumentos indicadores.A.4 UNIDADES DE MEDIDA E IDIOMAAs unidades de medida do sistema métrico decimal devem ser usadas para todas as referênciasdo projeto e tem inclusive descrição técnica, especificação, desenhos e quaisquer documentos oudados adicionais. O idioma oficial padrão de todos os documentos é o Português (Brasil).Toda correspondência, folhetos, livros de instrução e relatórios emitidos devem ser sempreredigidos em português ou traduzidos por tradutor juramentado, utilizando unidades do sistemamétrico decimal.A.5 SISTEMAS PROPOSTOS1. Sistema de voz sobre IP via Câmeras;2. Sistema de Automação e Controle de Porta;3. Sistema de circuito fechado de televisão (CFTV);4. Sistema de Automação Predial;5. Sistema de Controle de acesso.
  13. 13. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 13 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAA.6 DOCUMENTOS DE REFERÊNCIAPara o desenvolvimento dos projetos de instalações devem ser utilizados os seguintesdocumentos de referência:MC- 2000-760-CONSULTEK-001_00 / MEMÓRIA DE CALCÚLOLI-2000-760-CONSULTEK-001_00 / LISTA DE MATERIAISLD-2000-760-CONSULTEK-001_00 / LISTA DE DOCUMENTOSLP-2000-760-CONSULTEK-001_00 / LISTA DE PONTOS DE AUTOMAÇÃODE-2000-760-CONSULTEK-001_00 / SISTEMA DE SEGURANÇA E AUTOMAÇÃO - IMPLANTAÇÃODE-2000-760-CONSULTEK-002_00 / ARQUITETURA DE SISTEMAS DE CFTV E AUTOMAÇÃODE-2000-760-CONSULTEK-003_00 / ARQUITETURA DE SISTEMAS DE AUTOMAÇÃODE-2000-760-CONSULTEK-004_00 / PLANTA BAIXA DO PAVILHÃO “F” - TERREODE-2000-760-CONSULTEK-005_00 / PLANTA BAIXA DO PAVILHÃO “F” - GALERIA TÉCNICADE-2000-760-CONSULTEK-006_00 / CADERNO DE DETALHESDE-200-760-CONSULTEK-007_00 / DIAGRAMA DE BLOCOS DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃOA.7 CRITÉRIOS GERAIS DE EXECUÇÃOA.7.1 DISPOSIÇÕES GERAISPor ser um COMPLEXO PENITENCIÁRIO com a parte estrutural existente, as contratadasdeverão no mínimo seguir as seguintes orientações abaixo descritas. São elas:A.7.1.1 Para elaboração da proposta, deve-se visitar o local e tomar conhecimento e confirmaçãode tudo o que existe e sua interferência com o novo projeto;Solicitar esclarecimento sobre o projeto sempre oficialmente seguindo orientação do Edital deLicitação.A.7.1.2 Aceita e concorda que os serviços objeto dos documentos contratuais, deverão sercompletados em todos os seus detalhes, ainda que cada item necessariamente envolvido nãoseja especificamente mencionado;A.7.1.3 Não deve prevalecer-se de qualquer erro involuntário, ou de qualquer omissãoeventualmente existente para eximir-se de suas responsabilidades;A.7.1.4 Obriga-se a satisfazer todos os requisitos constantes dos desenhos e das especificações;A.7.1.5 No caso de erros ou discrepâncias, as especificações deverão prevalecer sobre osdesenhos, devendo o fato de qualquer modo ser comunicado a fiscalização;A.7.1.6 Se no contrato constarem condições especiais e especificações gerais, estascondições deverão prevalecer sobre as plantas e especificações gerais, quando existiremdiscrepâncias entre as mesmas;
  14. 14. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 14 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAA.7.1.7 Todos os adornos, melhoramentos, etc, indicados nos desenhos ou nos detalhes ouparcialmente desenhados para qualquer área ou local em particular, deverão ser consideradospara áreas ou locais semelhantes, a não ser que haja indicação ou anotação em contrário;A.7.1.8 Igualmente, se com relação a quaisquer outras partes dos serviços, apenas uma parteestiver desenhada ou detalhada e assim deverá ser considerado, para continuar através de todasas áreas locais semelhantes, a menos que indicado ou anotado diferentemente;A.7.1.9 Para os serviços de execução das instalações constantes do projeto e descrito nosrespectivos memoriais, a contratada se obriga a seguir as normas oficiais vigentes, bem como aspráticas usuais consagradas para uma perfeita execução dos serviços;A.7.1.10 Será necessário, manter contato com as repartições competentes, a fim de obter asnecessárias aprovações dos serviços a serem executados, bem como fazer os pedidos deligações e inspeções;A.7.1.11 Os materiais a serem empregados nesta obra serão novos e comprovadamente deprimeira qualidade;A.7.1.12 Os empregos dos materiais na obra, pela contratada, só serão aceitos apósapresentação e aprovação dos mesmos pela fiscalização;A.7.1.13 Os materiais que chegarem à obra, devem além de todas as checagens estipuladas, sercomparados com as amostras aprovadas;A.7.1.14 Os materiais que se encontrarem na obra e já aprovados pela fiscalização, devem serguardados e conservados cuidadosamente até a conclusão da obra;A.7.1.15 Os materiais não aprovados pela fiscalização, devem ser retirados da obra pelacontratada em um prazo máximo de 72 horas. É proibida a permanência dos materiais nãoaprovados no recinto da obra.A.7.2 CRITÉRIOS DE SIMILARIDADEA seguir, estipulamos os critérios de similaridade que pautam, caso seja necessário, a eventualsubstituição de algumas das especificações deste memorial. A mudança somente ocorrerá apósaprovação da fiscalização e a solicitação devidamente documentada. Os critérios para nortear asimilaridade ou analogia são:A.7.2.1 Dois ou mais materiais ou equipamentos, quando apresentarem idêntica funçãoconstrutiva e mesmas características de serviço, da especificação, serão considerados similarcom equivalência técnica;A.7.2.2 Se apresentarem a mesma função construtiva e divergirem nas características de serviçodesta especificação será considerado similar parcial com equivalência técnica;A.7.2.3 A similaridade quando existir poderá ser feita sem haver compensação financeira para as
  15. 15. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 15 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICApartes;A.7.2.4 Na similaridade parcial, a substituição se for feita, será mediante compensação financeirapara uma das partes como relacionado em contrato;A.7.2.5 A fiscalização após análise registrará no documento da obra o tipo de similaridadesolicitada;A.7.2.6 A contratada poderá a qualquer momento requerer a similaridade, porém não seráadmitido que esta consulta sirva de pretexto para qualquer atraso no andamento dos trabalhos.A.7.3 ENSAIOS, TESTES E AVERIGUAÇÕESOs testes de aceitação, aqui especificados, serão definidos como testes de inspeção, requeridospara determinar quando o equipamento poderá ser energizado para os testes operacionais finais everificação do sistema elétrico.A aceitação final dependerá das características de desempenho, determinadas por estes testes,além de operacionais, para indicar que os equipamentos e as instalações, executarem as funçõespara as quais devem ser projetados. Estes testes se destinam a verificar que a mão de obra ou osmétodos e materiais empregados na instalação do equipamento em referência e a instalaçãoelétrica, estejam de acordo com as normas IEE, IPCE, NBR-5410 e com a NEC - National ElectricCode e principalmente, de acordo com:• Especificações de serviços elétricos do projeto;• Instruções do fabricante;• Exigências do proprietário;• Item 7 da norma NBR-5410.A.8.73.1 A Contratada será responsável por todos os testes. Os testes deverão ser executadossomente por pessoas qualificadas e com experiência no tipo de teste;A.7.3.2 Todos os materiais de testes de inspeção, com completa informação de todas as leiturastomadas, deverão ser incluídos num relatório para cada equipamento e sistema testado;A.7.3.3 Todos os relatórios de testes devem ser preparados pela Contratada, assinados porpessoa acompanhante, autorizado e aprovado pelo engenheiro da fiscalização. Nenhum testedeverá ser feito sem a sua presença;A.7.3.4 No mínimo, 2 (duas) cópias dos relatórios devidamente assinadas pelos executores efiscalização dos testes devem ser fornecidas à fiscalização, no máximo 5 (cinco) dias após otérmino de cada teste;A.7.3.5 A Contratada deverá fornecer todos os equipamentos de testes necessários e, seráresponsável pela inspeção desses equipamentos e qualquer outro trabalho preliminar, napreparação para os testes de aceitação;
  16. 16. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 16 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAA.7.3.6 A Contratada será responsável pela limpeza, aspecto e facilidade de acesso ou manuseiode equipamento, antes do teste;A.7.3.7 Os representantes do fabricante deverão ser informados de todos os resultados dostestes;A.7.3.8 Os testes, ensaios e qualquer outro procedimento só serão liberados quando aapresentação do certificado de credenciamento for entregue com antecipação. Poderá ser aceitocasos onde a entrega do certificado de credenciamento seja junto com o teste ou exame realizadoem equipamentos;A.7.3.9 Serão somente aceitos os testes elaborados em laboratórios devidamente credenciadospelo Instituto Nacional de Metrologia (INMETRO);A.7.3.10 Caberá ao contratado apresentar os “certificados de credenciamento” atualizados para afiscalização.A.8 ALTERAÇÕES DO PROJETO E "AS BUILT"O projeto, acima citado, só poderá ser modificado e ou acrescido, a qualquer tempo, a critérioexclusivo da Contratante que de acordo com a Integradora, fixará as implicações e acertosdecorrentes visando a boa continuidade da obra. Sendo que as correções de todo o projeto emdesenhos copiativos, serão de responsabilidade da Integradora.
  17. 17. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 17 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAB - INFRA–ESTRUTURA PARA OS PROJETOS DE CFTV, AUTOMAÇÃOE CONTROLE DE ACESSOB.1 REDE DE TELECOMUNICAÇÕESB.1.1 PREMISSAS DE CABEAMENTO ESTRUTURADOB.1.1.1 GENERALIDADESOnde houver interligações de equipamentos de CFTV e Automação, essas interligações devemser feitas através de um sistema de cabeamento estruturado para facilitar as conexões entrepainéis de distribuição de cabos aos equipamentos, sendo esses equipamentos: câmeras,servidores, switches, interfaces, controladoras, IHMs, roteadores, modens, leitoras biometricas eoutros componentes necessários para o perfeito funcionamento dos sistemas envolvidos.A contratada deve atender as premissas de cabeamento estruturado em todas as suasparticularidades e normas, sendo essas “obrigatórias” para as instalações de painéis paradistribuições de cabos (Patch Panels), tomadas de telecomunicações, Patch Cables e todas asconexões físicas que forem necessárias para o perfeito funcionamento dos sistemas.Atender todas as requisições das normas para a instalação de uma infra-estrutura adequada parao sistema de cabeamento estruturado.Deve-se entender que os sistemas aqui descritos neste caderno técnico, atuam com tecnologia decomunicação TCP/IP, principalmente o sistema de CFTV, composto totalmente em plataforma devídeo IP em alta definição, essa tecnologia conhecemos como IPTV.Conforme compreendemos a tecnologia de CFTV especificada neste documento, entendemostambém a necessidade de implementar uma rede de cabeamento estruturado de alto padrão parasuportar a demanda de pacotes de vídeos envolvidos neste projeto.B.1.1.2 CARACTERISTICAS DO SISTEMA DE CABEAMENTOO sistema de telecomunicações possui dois tipos de componentes: passivo e o ativo.O componente passivo é representado pelo conjunto de elementos responsáveis pelo transportede dados, voz,imagens e comando, através de um meio físico, e é composto pelos cabos, patchpanels, tomadas RJ45, blocos IDC, acessórios de cabeamento e infra-estrutura.O componente ativo por sua vez compreende os dispositivos eletrônicos, suas tecnologias e atopologia envolvida na transmissão de dados, voz, vídeo e outros sinais entre os usuários doControle e Supervisão deste Complexo.
  18. 18. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 18 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAUm sistema de cabeamento estruturado consiste de um conjunto de produtos de conectividadeempregado de acordo com regras específicas de engenharia, cujas características principais são:• Arquitetura aberta;• Meios de transmissão e disposição física padronizados;• Aderência a padrões internacionais;• Projeto e instalação sistematizados.Esse sistema integra diversos meios de transmissão (cabos metálicos, fibra óptica, rádio, etc.) quesuportam múltiplas aplicações incluindo voz, vídeo, dados, sinalização e controle.O conjunto de especificações garante uma implantação modular com capacidade de expansãoprogramada. Os produtos utilizados deverão assegurar a conectividade máxima para osdispositivos de rede existentes e futuros, assegurando a esta infra-estrutura a evolução para astecnologias emergentes.A topologia empregada facilita a identificação e recuperação de falhas e o crescimento de portasde usuários.B.1.1.3 SALA DE TELECOMUNICAÇÕES (SEGURANÇA E DE CONTROLE)A sala de Telecomunicações é o local onde estarão os equipamentos de telecomunicações.Ela tem a finalidade de realizar as funções de entroncamento, roteamento e comutação. Nessasala, portanto, os equipamentos de LAN e distribuição de voz, vídeo, imagens e controle estarãomontados e em operação. É uma área onde acontece a concentração do tráfego de todos osdados.A sala de equipamentos recebe ainda as conexões externas (fibras ópticas, cabos de paresmetálicos) vindas de outras salas de Telecomunicações (Pavilhões “D”, “E”,”F”) e das estações detrabalho.B.1.1.4 BACKBONE DE VOZPara a interligação da sala de telecomunicações do prédio da ADMINISTRAÇÃO ao DG principaldo Presídio ANÍBAL BRUNO (sala da central telefônica), deve ser construído um envelope deconcreto contendo 4 eletrodutos de aço galvanizado de 4”, esse deve seguir até a uma caixaexterna ao Presídio e a partir dela será utilizada a infra-estrutura existente da concessionária detelefonia do estado de Pernambuco.
  19. 19. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 19 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAB.1.1.5 CABEAMENTO HORIZONTALO cabeamento horizontal será o responsável pela conexão de postos de trabalho, interligações decâmeras, controladoras e outros elementos necessários para as conexões, com os ativos epassivos da rede, através dos quais serão providas todas as aplicações de voz, dados, imagens econtrole dos prédios.Para as conexões de equipamentos e postos de trabalho, devem ser adotados 4 tipos de tomadascom as seguintes características:TM1 – um conector RJ 45 fêmea. CAT6 (embutida ou aparente na parede);TM2 – dois conectores RJ 45 fêmea. CAT6 (embutida ou aparente no piso ou na parede);TM3 – três conectores RJ 45 fêmea. CAT6 (embutida ou aparente no piso ou na parede);CPE – caixa de tomadas para piso elevado com três conectores RJ 45 fêmea. CAT6 (embutida naplaca de piso elevado);A distribuição horizontal será feita por três maneiras distintas, sendo as seguintes:Para as tomadas do tipo TM1 sempre serão utilizados eletrodutos e eletrocalhas, desde o postode trabalho até o rack de telecomunicações de forma aparente ou embutida de acordo com acaracterística de cada tomada;Para as tomadas do tipo TM2 e TM3 serão distribuídas por eletrocalhas partindo do rack detelecomunicações que caminha pela laje, derivando desta para tomadas, através de eletrodutosde forma aparente ou embutida.B.2 DESCRIÇÃO DO PROJETO EXECUTIVOA meta do relativo Projeto executivo é a Implantação de um Sistema de Vídeo VigilânciaInteligente com transmissão tipo IP no Pavilhão “F” e para o prédio administrativo, pátio,perímetros e prevendo infra-estrutura para os demais complexos do Presídio Aníbal Bruno,através de uma rede de fibras ópticas e equipamentos de conectividades e seus componentespassivos.B.2.1 INFRA- ESTRUTURA PARA OS SISTEMASO projeto de infra-estrura para a rede de cabos ópticos, deve seguir todos os parâmetros dasnormas técnicas descritas no item (A.1.2), respeitando todos os requisitos das normas seguintesao item, sendo obrigatória a apresentação de relatórios técnicos da certificação de todos os linksenvolvidos no projeto.
  20. 20. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 20 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAB.2.2 CABOS ÓPTICOS REDE EXTERNA – PERÍMETRO DE RESTRIÇÃO (MURADAS)Para a interligação das câmeras externas locadas nas muradas, o projeto prevê topologia em anelpara os links ópticos, sendo utilizados dois cabos ópticos de 44 fibras monomodo. Desta formaasseguramos a redundância do sistema no caso de sabotagem ou acidentes que possamcomprometer um dos cabos, garantindo o funcionamento do sistema.B.2.3 LINK PRIMÁRIOA redundância dos cabos se dará por encaminhamentos opostos, sendo um cabo (cabo primário02), entendido como link principal. Esse cabo parte da sala de segurança, localizada no Prédioadministrativo, protegido em envelope de concreto, chegando a caixa de passagem CPE-01,desta caixa deriva-se para a caixa de passagem de conexão CPC-01, instalada e fixada namurada de restrição. Apartir da CPC-01 o cabo segue em direção a câmera CF-01, seguindo econtornando todo o perímetro das muradas até chegar à câmera CF-18, conforme apresentado nodesenho executivo, DE-2000-760-CONSULTEK-001_00.B.2.4 LINK SECUNDÁRIOO cabo de redundância (cabo 02 secundário), sendo esse entendido como link secundário, o caboparte da sala de segurança, localizada no Prédio administrativo, protegido em envelope deconcreto, chegando a caixa de passagem CPE-01, desta caixa o cabo deriva-se para a caixa depassagem de conexão CPC-01, instalada e fixada na murada de restrição. Apartir da CPC-01 ocabo segue em direção a câmera CF-18, contornando todo o perímetro das muradas até chegar àcâmera CF-01, encaminhamento oposto ao link primário, conforme apresentado no desenhoexecutivo, DE-2000-760-CONSULTEK-001_00.Nota: A redundância também será feita através de distribuidores ópticos (Backbones ópticos) queestão localizados na sala de segurança, sendo um distribuidor geral para o link principal e outrodistribuidor geral para o link secundário, conforme apresentado na arquitetura de sistemas,desenho DE-2000-760-CONSULTEK-002_00.B.2.5 CABOS ÓPTICOS - PAVILHÕES “D”, “E”, “F”B.2.5.1 INTERLIGAÇÕES COM A SALA DE SEGURANÇAO projeto define as interligações ópticas para o sistema de CFTV nos blocos “D”, “E”, “F”, com oobjetivo de atender as câmeras á serem instaladas nos pavilhões. O conceito do projeto prevê, 2
  21. 21. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 21 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAlinks ópticos para cada pavilhão, um principal e outro redundante, encaminhados por trajetóriasopostas. A solução define uma topologia em anel para os links ópticos, empregando dois cabosópticos de 4 fibras monomodo para cada Pavilhão. Desta forma asseguramos a redundância dosistema no caso de sabotagem ou acidentes que possam comprometer o funcionamento dosistema.B.2.6 PAVILHÕES “F” e PAVILHÃO “D”B.2.6.1 LINK PRIMÁRIOEncaminhamento do link primário (cabo primário 01), o cabo deve partir da sala de segurança,localizada no Prédio administrativo, protegido em envelope de concreto, chegando até a caixa depassagem CPE-01, desta caixa o cabo segue para a caixa de passagem de conexão CPC-01,instalada e fixada na murada de restrição. Apartir da CPC-01 o cabo segue em direção a caixa depassagem CP-02 percorrendo todo o trajeto da infra-estrutura (eletrodutos e caixas de passagens)até a caixa de passagem CPE-02.Na caixa de passagem CPE-02 o cabo deve ser seccionado em dois novos cabos de 2XFO,utilizando uma caixa de emenda óptica pressurizada. Apartir dessa caixa de emenda devemseguir os cabos de 2XFO, um dos cabos segue da CPE- 02, e deve continuar pelo envelopamentoaté a sala de equipamentos do pavilhão “F”. E outro cabo de 2XFO, deve prosseguir apartir dacaixa de emenda até a caixa de passagem CPE-03, desta caixa o cabo deve continuar peloenvelope de concreto até chegar à sala de equipamentos do pavilhão “D”.B.2.6.2 LINK SECUNDÁRIOPara o encaminhamento do link secundário (cabo secundário 01), esse cabo deve partir da salade segurança, localizada no Prédio administrativo, protegido em envelope de concreto, chegandoaté a caixa de passagem CPE-01, desta caixa o cabo segue para a caixa de passagem deconexão CPC-01, instalada e fixada na murada de restrição.Apartir da CPC-01 o cabo segue em direção a caixa de passagem CP-56, percorrendo todo otrajeto da infra-estrutura (eletrodutos e caixas de passagens) até a caixa de passagem CPE-03.Na caixa de passagem CPE-03 o cabo deve ser seccionado, utilizando uma caixa de emendaóptica pressurizada. Na caixa de passagem CPE-03 o cabo deve ser seccionado em dois novoscabos de 2XFO, utilizando uma caixa de emenda óptica pressurizada.Apartir dessa caixa de emenda devem seguir os cabos de 2XFO, um dos cabos segue da CPE-03, e deve continuar pelo envelopamento até a sala de equipamentos do pavilhão “D”.
  22. 22. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 22 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAE outro cabo de 2XFO, deve prosseguir a partir da caixa de emenda até a caixa de passagemCPE-02, desta caixa o cabo deve continuar pelo envelope de concreto até chegar à sala deequipamentos do pavilhão “F”.B.2.7 PAVILHÃO “E”B.2.7.1 LINK PRIMÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “F” E PAVILHÃO “E”O encaminhamento do link primário (cabo primário), o cabo óptico 2XFO, deve partir da sala deequipamentos do pavilhão “F”, protegido em envelope de concreto e por eletrodutos de aço,chegando até à sala de equipamentos do pavilhão “E”, conforme apresentados nos desenhos DE-2000-760-CONSULTEK-001_00 e desenho DE-2000-760-CONSULTEK-002_00.B.2.7.2 LINK SECUNDÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “F” E PAVILHÃO “E”O encaminhamento do link secundário (cabo secundário), o cabo óptico 2XFO, deve partir da salade equipamentos do pavilhão “F”, protegido em envelope de concreto e por eletrodutos de aço,chegando até à sala de equipamentos do pavilhão “E”, conforme apresentados nos desenhos DE-2000-760-CONSULTEK-001_00 e desenho DE-2000-760-CONSULTEK-002_00.B.2.7.3 LINK PRIMÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “D” E PAVILHÃO “E”O encaminhamento do link primário (cabo primário), o cabo óptico 2XFO, deve partir da sala deequipamentos do pavilhão “D”, protegido em envelope de concreto e por eletrodutos de aço,chegando até à sala de equipamentos do pavilhão “E”, conforme apresentados nos desenhos DE-2000-760-CONSULTEK-001_00 e desenho DE-2000-760-CONSULTEK-002_00.B.2.7.4 LINK SECUNDÁRIO - INTERLIGAÇÃO ENTRE PAVILHÃO “D” E PAVILHÃO “E”O encaminhamento do link Secundário (cabo secundário), o cabo óptico 2XFO, deve partir da salade equipamentos do pavilhão “D”, protegido em envelope de concreto e por eletrodutos de aço,chegando até à sala de equipamentos do pavilhão “E”, conforme apresentados nos desenhos DE-2000-760-CONSULTEK-001_00 e desenho DE-2000-760-CONSULTEK-002_00.B.2.8 SISTEMA REDE SEM FIO PONTO A PONTO PARA SEGURANÇA PÚBLICA NAFREQUÊNCIA 4.9 GHZO projeto prevê redundância por meio de rádio enlace, para os sistemas de CFTV e Automação,tendo como objetivo garantir a funcionalidade dos sistemas no caso de falha da rede óptica. Esta
  23. 23. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 23 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICAprevista uma base de rádio enlace no prédio administrativo com 6 canais de dados. Para ospavilhões “D”, “E”, “F”, estão previstos um enlace de rádio para cada pavilhão, interligados aoprédio da Administração.B2.9 ESPECIFICAÇÃO DO RÁDIO ENLACEODU: Unidade Externa com Antena Integrada de ganho mínimo de 19 dBi e máxima de 25 dBi,com abertura de feixe de 9° Deverá também apresent ar possibilidade de trabalhar com antena .externa de polarização dupla. Deverá prover potência de saída na faixa de 18 dBm a 25 dBm,ajustáveis.IDU: A unidade indoor deverá possuir no mínimo 01 (uma) porta Ethernet RJ45, possibilitandoexpansão opcional a até 02 (duas) portas Ethernet RJ45 para dados e 01 (uma) porta RJ45 paradados e alimentação elétrica da ODU. Deverá possuir também entrada para alimentação 110V-240V (VAC), 50-60Hz, 1.5A.• ODU e IDU deverão ser conectados entre si por cabos Ethernet Cat5e do tipo STP (blindado,para uso externo), suportando distância máxima de 100 m. entre estas unidades.• Deverá operar na faixa de freqüência entre 4.950 a 4.980 GHz.• Deverá suportar tecnologia de duplexação TDD.• Modulação adaptativa: BPSK, QPSK, 16QAM, 64QAM.• Atender todas as exigências dos padrões G.703, G.826, G.823, G.824.• Suportar seleção automática de canais.• O Equipamento deverá suportar gerenciamento através de protocolos “SNMP-Based eTelnet”.• BER < 1x 10-11.• Suportar modo simples, diversidade e MIMO.• Suporte a TDM e IP/Ethernet no mesmo link (equipamento).• Latência mínima de 3msec para Ethernet.• Latência mínima de 8msec para TDM e 3 msec para Ethernet.• Suportar VLAN de forma a separar o tráfego de dados do gerenciamento.• Suportar sistema de indicação de falha.• Possuir segurança por no mínimo 02 níveis de senha.• Criptografia AES-128. O sistema não poderá permitir desabilitar a criptografia.• A IDU deverá suportar fonte de alimentação que trabalhe entre 100-240VAC com detecçãoautomática para tensão de entrada.
  24. 24. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 24 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICA• O rádio deve ter baixo consumo de energia (menor ou igual a 35W para IDU+ODU).• Possuir mecanismo de empilhamento e sincronismo da base de tempo dos frames TDD,permitindo a instalação de vários enlaces em um mesmo site sem a necessidade de espaçamentoentre antenas e não necessite de banda de guarda entre canais adjacentes.• Deverá ser fornecido cabo para sincronização dos rádios com conector RJ45.• Deverá prover pontos de aterramentos independentes para IDU e ODU.• A ODU deverá suportar alimentação via POE de -48 VDC de acordo com o padrão 802.3af.• Suportar transmissão de dados Ethernet de no mínimo 6,5 Mbps de throughput agregadopodendo ser configurado para chegar a 100 Mbps Full Duplex assimétrico.• O rádio deve operar nas seguintes larguras de banda: 10, 20 e 40 MHz.• O rádio deve operar para distâncias de até 120Km.• O IDU deverá apresentar proteção do tipo “ESD”• O ODU deverá possuir supressor de surto interno.• O equipamento Rádio deverá suportar “VLAN” nos padrões 802.1p e Q• O Equipamento deverá operar na condição de linha de visada obstruída (NLOS) paraambientes urbanos.• O equipamento deverá suportar as condições de “Jitter” e “Wander” conforme recomendaçõesG.823 e G.824• O Equipamento deverá possuir certificado de homologação válido junto à ANATEL.• O Equipamento deverá suportar software de monitoramento• O equipamento deverá suportar atualização de software remoto• Quando o equipamento rádio perder sua conexão com a ponta remota, as portas de dados“Ethernet” deverão assumir a condição sem tráfego (“Down”)• O equipamento deverá suportar “VLAN” no sistema de gerência• O Equipamento deverá suportar alimentação opcional DC nas faixas de -48 VDC e -24 VDC.• O Equipamento deverá suportar trabalhar na configuração de anel.• O Equipamento deverá prover suporte a seleção automática de canais.• O equipamento deverá suportar quadros (“Frames”) de até 2048 Bytes• O Equipamento deverá suportar QoS.• O Equipamento deverá possuir internamente a função de análise de espectro.A empresa contratada devera fazer a instalação de todos os equipamentos de radio fornecidos;Deverão ser fornecidos todos os acessórios e insumos de instalação, tais como: rack, conectores,rabichos, cabos diversos, abraçadeiras, parafusos e outros;
  25. 25. NO REV. CADERNO TÉCNICO CD-2000-760-CONSULTEK-001_00 0 AREA: COMPLEXO ANIBAL BRUNO UNIDADE 3 FOLHA: 25 DE 170 TÍTULO: CADERNO TÉCNICO DO SISTEMA DE SEGURANÇA ELETRÔNICADeverão ser adaptados na caixa de equipamentos e rack, de forma a ter organização, robustez eboas condições de funcionamento em ambiente externo.Operar na faixa de Freqüência da Banda: 4.940 – 4.990 GHz seguindo o Regulamento deRadiocomunicações da União Internacional de Telecomunicações – UIT e compatíveis com aResolução no 494 de 24 de março de 2008 da ANATEL para a faixa de 4.940 a 4.990 GHz.AIRMUX 400 – RADB.2.10 BACKBONE DE DADOS (CORE DE REDE)B.2.10.1 REDUNDÂNCIA ATIVAO sistema também prevê redundância para o core da rede de CFTV e automação, o projeto nãosepara por meios físicos as redes de automação e CFTV, por entender que a separação se darápelas camadas de enlaces da rede lógica e por Vlan especificas para a separação dos tráfegos dedados. A proposta é para uma tecnologia de rede com largura de banda suficiente para suportarvolumes de alta velocidade de tráfego, atendendo com precisão às necessidades atuais e futuras,oferecendo facilidade quando da necessidade de migração para outras tecnologias e quando danecessidade de expansão da rede.A implantação do core de rede (Backbone de dados) vem proporcionar o aproveitamento dosbenefícios de uma rede de alta velocidade, dando aos usuários maior rapidez na utilização dasaplicações e segurança das informações da rede. Esse backbone deve operar em modo deredundância e balanceamento de carga através de módulos IRF que dobra sua velocidade deconexão e largura de banda, assegurando assim maior segurança e confiabilidade para os

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