A arte da guerra rosanelli traduzido 1999-01.09 citações

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  • 1. A Arte da Guerra (chinês: 孫子兵法; pinyin: sun zi bing fa literalmente “EstratégiaMilitar de Sun Tzu”), é um tratado militar escrito durante o século IV a.C. peloestrategista conhecido como Sun Tzu. O tratado é composto por treze capítulos, ondeem cada capítulo é abordado um aspecto da estratégia de guerra, de modo a compor umpanorama de todos os eventos e estratégias que devem ser abordados em um combateracional. Acredita-se que o livro tenha sido usado por diversos estrategistas militaresatravés da história como Napoleão, Zhuge Liang, Cao Cao, Takeda Shingen, VoNguyen Giap e Mao Tse Tung.Desde 1772 existem edições européias (quatro traduções russas, uma alemã, cinco eminglês), apesar de serem consideradas insatisfatórias. A primeira edição ocidental tidacomo uma tradução fidedigna data de 1927. A Arte da Guerra foi traduzido para oportuguês por Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia (1995). Apesar da antiguidade daobra, nenhuma obra ou tratado é tão compreensível e tão atual quanto A Arte da Guerra.Com seu caráter sentencioso, Sun Tzu forja a figura de um general cujas qualidades sãoo segredo, a dissimulação e a surpresa.Edição de bolso americana de A Arte da Guerra.Hoje, A Arte da Guerra parece destinado a secundar outra guerra: a das empresas nomundo dos negócios. Assim, o livro migrou das estantes dos estrategistas para as doeconomista e do administrador. Embora as táticas bélicas tenham mudado desde a épocade Sun Tzu, esse tratado teria influenciado, segundo a Enciclopédia Britânica, certosestrategistas modernos como Mao Tsé-Tung, em sua luta contra os japoneses e oschineses nacionalistas. Inclusive encontra-se nos escritos militares de Mao-Tse-Tungcitações do livro A Arte da Guerra de Sun Tzu.A Arte da Guerra, obra permeada pelo pensamento político e filosofico do Tao Te King,também se iguala ao grande clássico taoísta na estrutura formal, composta por umacoleção de aforismos em geral atribuídos a um autor obscuro e quase lendário. Algunstaoístas acreditam que o Tao-Te King seja a transmissão de um conhecimento antigo,compilado e elaborado pelo seu “autor”, e não que seja uma obra totalmente original. Omesmo pode-se dizer de A Arte da Guerra. Seja lá como for, ambos os clássicos têm emcomum a estrutura geral formada por nas centrais que reaparecem ao longo do texto emcontextos diferentes. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 2. O primeiro capítulo: 1ºA Arte da Guerra é dedicado à importância da estratégia.Como o clássico I Ching afirma: “O líder planeja no início, antes de começar a agir”, e“o líder avalia os problemas e os previne.” Em termos de operações militares, A Arte daGuerra coloca cinco aspectos que devem ser determinados antes de empreenderqualquer ação: Caminho, o clima, o terreno, a liderança militar e a disciplina.Nesse contexto, o Caminho (Tao) se refere à liderança civil, ou, antes, aorelacionamento entre a liderança política e a população. Tanto na linguagem taoístacomo na confucionista, um governo justo é descrito como “imbuído pelo Tao”, e SunTzu também fala do Caminho como aquele que “induz o povo a ter o mesmo objetivoque os líderes”.O exame do clima, o problema da estação mais propícia para a ação, também temrelação com o interesse pelo povo, significando tanto a população em geral quanto osmilitares. O ponto essencial, aqui, é evitar a interrupção das atividades produtivas dopovo, as quais dependem das estações, e evadir extremos climáticos que poderiam criarobstáculo ou prejudicar as tropas no campo de batalha.O terreno deve ser avaliado em termos de distância, grau de dificuldade para alocomoção, dimensões e segurança. A utilização de batedores e de guias nativos éimportante nesse ponto porque, como diz o I Ching, “Ir à caça sem um guia é perder odia”. Os critérios oferecidos por A Arte da Guerra para avaliar os líderes militares são asvirtudes tradicionais, as mesmas que são recomendadas pelo Confucionismo e peloTaoísmo medieval: a inteligência, a confiabilidade, a humanidade, a coragem e aausteridade. De acordo com o grande budista Chan, Fushan:“Humanidade sem inteligência é como ter um campo, mas não ará-lo. Inteligência semcoragem é como ter uma vegetação florescente, mas não limpá-la das ervas daninhas.Coragem sem humanidade é saber colher, mas não saber semear.” As outras duasvirtudes, a confiabilidade e a austeridade, são as que possibilitam ao líder obter,respectivamente, a lealdade e a obediência das tropas.O quinto elemento a ser avaliado, a disciplina, refere-se à coerência e à eficiênciaorganizacional. A disciplina está muito ligada à confiabilidade e à austeridade, ambasdesejáveis nos líderes militares, visto que ela utiliza os mecanismos correspondentes darecompensa e da punição. Muita ênfase é posta na tarefa de estabelecer um sistemaclaro e objetivo de prémios e castigos que seja aceito pêlos guerreiros como justo eimparcial. Este foi um dos aspectos mais importantes do Legalismo, uma escola depensamento que surgiu durante o período dos Estados Belicosos e que acentua mais ovalor da organização racional c do estatuto da lei do que o de um governo feudalpersonalista. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 3. Continuando a discussão dessas cinco avaliações, A Arte da Guerra passa a analisar aimportância fundamental da simulação: “Uma operação militar envolve simulação.Mesmo sendo competente, mostra-te incompetente. Embora eficiente, aparenta serineficiente.” É como o Tao-Te King recomenda: “Quem tem grande habilidade mostra-se inapto.” O elemento surpresa, tão necessário para a vitória com o máximo deeficiência, depende de conhecer os outros sem ser por eles conhecido, de modo que osegredo e a informação distorcida são considerados artes essenciais.Falando de maneira geral, a luta corpo a corpo é o último recurso do guerreirohabilidoso. Deste, Sun Tzu diz que deve estar preparado e, no entanto, tem de evitar oconfronto direto com um adversário destemido. Mestre Sun recomenda que, em vez dedominar o inimigo diretamente, deve-se cansá-lo pela fuga, fomentar a intriga entre seusescalões, manipular seus sentimentos e usar sua ira e seu orgulho contra si próprio.Assim, em síntese, a proposição inicial de A Arte da Guerra introduz os três aspectosprincipais da arte do guerreiro: o social, o psicológico e o físico. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 4. O segundo capítulo:2ºA Arte da Guerra, sobre a batalha, ressalta as consequências domésticas da guerra,mesmo da guerra externa. A ênfase é posta sobre a velocidade e a eficiência, comadvertências incisivas para não prolongar as operações, especialmente campo adentro. Aimportância de se conservar a energia e os recursos materiais recebe atenção particular.Para minimizar o desgaste que a guerra causa na economia e na população, Sun Tzurecomenda a prática de alimentar o inimigo e de usar as forças cativas por meio de umbom tratamento.O terceiro capítulo3ºO planejamento do assédio, também acentua a conservação — o objetivo geral é chegarà vitória mantendo intacto o maior número possível de bens, sociais e materiais, e nãodestruindo todas as pessoas e coisas que estejam no caminho. Neste sentido, MestreSun afirma que é melhor vencer sem lutar.Várias recomendações táticas reforçam este princípio de conservação geral. Primeiro,por ser desejável vencer sem lutar, Sun Tzu diz que é melhor vencer os adversários logono início das operações, frustrando assim seus planos. Se isso não for possível, Sun Tzurecomenda isolar o inimigo e torná-lo indefeso. Aqui também poderia parecer que otempo é essencial, mas, na verdade, velocidade não significa pressa, e uma preparaçãocompleta se faz necessária. Sun Tzu conclui enfatizando que, obtida a vitória, esta deveser completa e total, para evitar os custos de manutenção de uma força de ocupação.O capítulo prossegue delineando as estratégias para a ação de acordo com o númerorelativo de protagonistas e de antagonistas, novamente observando que é mais prudenteevitar pôr-se em circunstâncias desfavoráveis, se possível. O I Ching diz: “É má fortuna Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 5. teimar diante de circunstâncias insuperáveis.” Além disso, enquanto a formulação daestratégia depende de uma inteligência prévia, é também imperativo adaptar-se àssituações reais da batalha. Como afirma o I Ching:“Chegando a um impasse, muda; depois de mudar, podes prosseguir.” Em seguida,Mestre Sun relaciona cinco modos de averiguar a possibilidade de vitória, deconformidade com o tema de que guerreiros hábeis lutam só quando têm certeza davitória. De acordo com Sun, os vitoriosos são aqueles que sabem quando lutar e quandonão lutar; os que sabem quando usar muitas ou poucas tropas; aqueles cujos oficiais esoldados formam uma unidade compacta; os que enfrentam os incautos com preparação;e os que são comandados por generais capazes que não são pressionados pelo governo.Este último ponto é muito delicado, visto que põe uma responsabilidade moral eintelectual ainda maior sobre os líderes militares. Enquanto a guerra nunca deve serdeflagrada pêlos militares, como mais adiante se explicará, mas pelo comando dogoverno civil, Sun Tzu afirma que uma liderança civil ausente que interfere de modoignorante no comando de campo “afasta a vitória embaraçando os militares”.Novamente, a questão parece ser a do conhecimento; a premissa de que a liderançamilitar no campo não deve estar sujeita à interferência do governo civil baseia-se naideia de que a chave para a vitória é o conhecimento profundo da situação real.Delineando esses cinco modos para determinar qual dos lados tem possibilidade deprevalecer sobre o outro, Sun Tzu afirma que quando conhecemos a nós mesmos e aosoutros nunca estamos em perigo; quando conhecemos a nós mesmos, mas não aosoutros, temos cinquenta por cento de possibilidade de vencer, e quando não conhecemosa nós próprios nem aos outros, estamos em perigo em qualquer batalha. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 6. O quarto capítulo :4ºA Arte da Guerra trata da formação, uma das questões mais importantes da estratégia edo combate. Numa postura caracteristicamente taoísta, Sun Tzu declara que o segredopara a vitória são a adaptabilidade e a inescrutabilidade. Como o comentador Du Muexplica: “A condição interior do informe é inescrutável, enquanto que a daqueles queadotaram uma forma específica é claramente manifesta. O inescrutável vence, omanifesto perde.” Neste contexto, a inescrutabilidade não é meramente passiva, nãosignifica apenas afastar-se ou esconder-se dos outros; significa, sim, a percepção do queé invisível aos olhos dos outros e a reação a possibilidades ainda não percebidas poraqueles que só observam o manifesto. Discernindo oportunidades antes que sejamvisíveis aos outros e agindo com rapidez, o misterioso guerreiro pode tomar conta dasituação antes que as coisas se escoem por entre os dedos.Seguindo esta linha de raciocínio, Sun Tzu volta a pôr ênfase na busca da vitória certapelo conhecimento do momento de agir e de não agir. Torna-te invencível, diz ele, eenfrenta o adversário no momento em que ele é vulnerável: “Os bons guerreiros tomamposição onde não podem perder e não descuidam das condições que tornam o inimigopropenso à derrota.” Revendo essas condições, Sun reelabora alguns dos pontosprincipais para a avaliação das organizações, tais como a disciplina e a ética versusambição e corrupção. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 7. Capítulo quinto:5ºO tema do capítulo quinto de A Arte da Guerra é a força, ou o ímpeto, a estruturadinâmica de um grupo em ação. Aqui, Mestre Sun ressalta as habilidadesorganizacionais, a coordenação e o uso tanto de métodos de guerra ortodoxos como deguerrilha. Ele enfatiza a mudança e a surpresa, empregando variações intermináveis detáticas e usando as condições psicológicas do adversário para manobrá-lo a posiçõesvulneráveis.A essência do ensinamento de Sun Tzu sobre a força é a unidade e acoerência na organização, utilizando a força do ímpeto antes de contar com asqualidades e habilidades individuais: “Bons guerreiros buscam a eficácia da batalha naforça do ímpeto, não em cada pessoa.” É esse reconhecimento do poder do grupo paraequilibrar disparidades internas e para funcionar como um único corpo de força quedistingue A Arte da Guerra do individualismo idiossincrático dos espadachins samuraisdo Japão feudal posterior, cujas artes marciais estilizadas são tão conhecidas noOcidente. Esta ênfase é uma das características essenciais que tornou a antiga obra deSun Tzu tão útil para os guerreiros organizados em corporação da Ásia moderna, entreos quais A Arte da Guerra é amplamente lida e ainda hoje considerada o clássicoinigualável de estratégia no conflito. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 8. Capítulo sexto:6ºO capítulo sexto aborda, a questão da “vacuidade e da plenitude”, já mencionadas comoconceitos taoístas fundamentais geralmente adaptados às artes marciais. A ideia éencher-se de energia ao mesmo tempo que se esvazia o oponente. Como Mestre Sun diz,isto é feito para nos tornarmos invencíveis e para enfrentar os adversários somentequando estes são vulneráveis. Uma das mais simples dessas táticas é muito conhecidanão apenas no contexto da guerra, mas também na manipulação social e dos negócios:“Bons guerreiros atraem o inimigo a si;não são eles que atacam o inimigo.” Outrafunção da inescrutabilidade tão intensamente valorizada pelo guerreiro taoísta é a querecomenda conservar a própria energia ao mesmo tempo que se induz os outros adesperdiçar a sua: “O objetivo de formar um exército é chegar à não-forma”, diz MestreSun; assim, ninguém poderá elaborar uma estratégia contra ti. Ao mesmo tempo, dizele, induz o adversário a organizar suas próprias formações, leva-o a esparramar-se;testa o oponente para sondar seus recursos e reações, mas permanece desconhecido.Neste caso, o informe e o fluido não são apenas meios de defesa e surpresa, mas meiosde preservar o potencial dinâmico, a energia que pode ser facilmente perdida pormanter-se numa posição ou formação específica.Mestre Sun compara uma força bem-sucedida à água, que não tem forma constante, mas que, como observa o Tao-Te-King,prevalece sobre tudo a despeito de sua fraqueza aparente. Sun afirma: “Uma forçamilitar não tem ormação constante, a água não tem forma constante. A habilidade dealcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo é chamada degenialidade.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 9. Sétimo capítulo:7ºO sétimo capítuloA Arte da Guerra, sobre a luta armada, trata da organização efetiva no campo e dasmanobras de combate, e também reintroduz vários dos principais temas de Sun Tzu.Começando com a necessidade de informações e preparação, Sun afirma: “Entra emação somente depois de fazer a devida avaliação. Aquele que por primeiro avaliar adistância do perto e do longe vencerá — está é a lei da luta armada.” O I Ching diz:“Prepara-te, e terás boa fortuna.” Novamente expondo sua filosofia táticaminimalista/essencialista,característica que lhe é muito própria. Sun Tzu continua:“Suga a energia do exército adversário,arranca o coração dos seus generais.”Retomandoseus ensinamentos sobre a vacuidade e a plenitude, também afirma: “Evita a energiaintensa, ataca a moderada e a fugidia.” Para aproveitar ao máximo os benefícios dosprincípios da vacuidade e da plenitude, Sun ensina quatro tipos de habilidadesessenciais ao guerreiro insondável: domínio da energia, domínio do coração,domínio daforça e domínio da adaptação.Os princípios da vacuidade e da plenitude também põem àmostra o mecanismo fundamental dos clássicos princípios yin-yang, sobre os quais osprimeiros se baseiam, o mecanismo da reversão de um para o outro nos extremos.Mestre Sun diz: “Não interrompas a marcha de um exército em seu retorno para casa.Um exército cercado deve ter uma saída. Não pressiones um inimigo desesperado.” O /Ching diz: “O soberano usa três caçadores, deixando a caça à frente escapar”, e “sefores muito inflexível, a ação será mal sucedida, mesmo que estejas certo.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 10. Capítulo oitavo8ºO capítulo oitavo é dedicado à adaptação, já vista como uma das pedras angulares daarte bélica. Mestre Sun assevera: “Se os generais não souberem adaptar-se de modovantajoso, mesmo que conheçam a disposição do terreno, não conseguirão tirar proveitodela.” O I Ching diz: “Persiste intensamente no que está além de tua profundidade, e tuafidelidade a essa direção trará a desgraça, não o proveito.” A adaptabilidade dependenaturalmente da prontidão, outro tema que se repete de A Arte da Guerra. Mestre Sunafirma: “O preceito das operações militares é não supor que o inimigo não avance, masdispor de meios para lidar com ele; não confiar que o adversário não ataque, masesperar em ter o que não pode ser atacado.” O I Ching diz: “Se te sobrecarregares semter uma base sólida, serás por fim exaurido, o que te trará dificuldades e má fortuna.”Em A Arte da Guerra, a prontidão não significa apenas preparação material; sem umestado mental apropriado, a mera força física não é suficiente para garantir a vitória.Mestre Sun define indiretamente as condições psicológicas do lídervitorioso,enumerando cinco perigos — ter muita disposição para morrer, ter muitaansiedade de viver, encolerizar-se com muita rapidez, ser puritano ou sentimentaldemais. Mestre Sun afirma que qualquer um desses excessos cria pontos vulneráveisque podem ser facilmente explorados por adversários astutos. O I Ching diz: “Aoaguardar à beira de uma situação, antes que o tempo adequado para entrar em açãochegue, mantém-te alerta e evita ceder ao impulso — assim fazendo, não errarás.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 11. Capítulo nono9ºO capítulo nono trata de exércitos em manobras estratégicas. Mais uma vez Mestre Sunfala sobre os três aspectos da arte do guerreiro — o físico, o social e o psicológico. Emtermos físicos concretos,ele recomenda certos tipos óbvios de terreno que favorecem asprobabilidades de vitória: elevações, rio acima, o lado ensolarado dos morros,regiõesabundantes de recursos. Com base nas três dimensões, descreve ainda os modos deinterpretar os movimentos do inimigo.Embora Mestre Sun nunca deixe de levar emconta o peso dos números ou do poder material, aqui como em outras partes há umaforte sugestão de que fatores sociais e psicológicos têm condições de superar o tipo depoder que pode ser quantificado fisicamente: “Nas questões militares, não énecessariamente benéfico ter mais: benéfico é evitar agir agressivamente; é suficienteconsolidar o teu poder, avaliar os adversários e conquistar o povo; isto é tudo.” O IChing afirma: “Quando tens os meios, mas não estás chegando a lugar nenhum, procuraparceiros apropriados, e terás boa fortuna.” Do mesmo modo, enfatizando o esforço dogrupo dirigido, A Arte da Guerra diz: “O individualista sem estratégia que considera osadversários com leviandade irá inevitavelmente tornar-se um cativo.” A solidariedaderequer especialmente compreensão mútua e relação estreita entre os líderes e osliderados, adquirida tanto através da educação como do treinamento. O sábioconfuciano Meneio disse: “Os que enviam pessoas a operações militares sem educá-lasas destroem.” Mestre Sun diz: “Dirige-os pelas artes da cultura, unifica-os pelas artesmarciais; isto é vitória certa.” O I Ching diz: “É boa fortuna quando os dirigentes dãosuporte a seus dirigidos, ficando atentos a eles e deles extraindo suas potencialidades.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 12. Capítulo décimo10ºO capítulo décimo, que analisa a questão do terreno, dá continuidade às ideias demanobras técnicas e à adaptabilidade, delineando tipos de terreno e maneiras adequadasde se acomodar a eles. Requer-se reflexão para transferir os padrões desses tipos deterreno a outros contextos, mas o ponto fundamental está em considerar a relação doprotagonista com as configurações do ambiente material, social e psicológico.Mestre Sun adota esse ponto de vista com observações sobre as deficiênciasorganizacionais fatais pelas quais o líder é responsável. Aqui, novamente, a ênfase estáposta no moral da unidade: “Considera teus soldados como filhos bem-amados, e elesde boa vontade morrerão contigo.” O I Ching diz: “Os que estão acima asseguram seuslares pela bondade para com os que estão abaixo.” Apesar disso, ampliando a metáfora,Mestre Sun também adverte contra ser abertamente indulgente, o que traria comoconsequência tropas semelhantes a crianças mimadas. Este capítulo ressalta também ainteligência, no sentido de conhecimento preparatório. Sua definição inclui de modoparticular a percepção clara das capacidades das próprias forças, da vulnerabilidade doadversário e da disposição do terreno: “Quando conheces a ti mesmo e aos outros, avitória não está ameaçada; quando conheces o céu e a terra, a vitória é inesgotável.” O IChing diz: “Sê cuidadoso no começo, e não terás dificuldades no fim.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 13. Décimo primeiro capítulo11ºO décimo primeiro capítulo, intitulado “Nove Regiões”, apresenta um tratamento maisdetalhado do relevo, especialmente em termos do relacionamento de um grupo com oterreno.Pode-se compreender que essas “nove regiões” se aplicam não só ao meroterritório físico, mas também ao “território” em seus sentidos social e mais abstraio.Asnove regiões relacionadas por Mestre Sun são assim denominadas: região de dissolução,região leve, região de contenda, região de tráfego, região de intersecção, regiãopesada,região ruim, região sitiada e região de morte (ou mortal).Uma região dedissolução é um estágio de guerra destrutiva para ambos os lados ou guerra civil. Aregião leve se refere a incursões marginais ao território inimigo. Uma região decontenda é a que pode ser vantajosa para ambos os lados de um conflito. Uma região detráfego é aquela em que se verifica passagem livre. Região de intersecção é umterritório que controla artérias de comunicação importantes. Região pesada, emcomparação com a leve, refere-se a incursões profundas no território adversário. Regiãoruim é terreno difícil ou imprestável. Região sitiada é a que tem acesso restrito, própriapara emboscada. Região de morte é uma situação em que é necessário lutarimediatamente ou ser destruído. Ao descrever a tática apropriada a cada tipo de região,Mestre Sun inclui uma reflexão sobre os elementos social e psicológico do conflito, namedida em que esses estão inextricavelmente ligados à reação ao ambiente: “Devem-seexaminar os seguintes aspectos: adaptação às diferentes regiões,vantagens da contraçãoe da expansão, padrões de sentimentos humanos e condições.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 14. Décimo segundo capítulo12ºO décimo segundo capítulo de A Arte da Guerra, sobre o ataque com fogo, inicia comuma breve descrição dos vários tipos de ataque incendiário e inclui observações técnicase estratégias para o acompanhamento. Talvez porque, num sentido material comum, ofogo seja a forma mais perversa de arte marcial (os explosivos existiam no tempo deSun Tzu, mas não eram usados militarmente), é neste capítulo que encontramos o maisardente apelo pela humanidade, fazendo eco à ideia taoísta de que as “armas sãoinstrumentos de desgraça que devem ser usadas somente quando for inevitável”.Concluindo abruptamente sua breve reflexão sobre o ataque com fogo, Mestre Sun diz:“Um governo não deve mobilizar um exército motivado pela raiva, os líderes militaresnão devem provocar a guerra movidos pela cólera. Antes, deves agir se for benéfico;caso contrário, deves desistir. A raiva pode se transformar em alegria, a cólera pode setornar prazer, mas uma nação destruída não pode ser restaurada para a existência, e osmortos não podem ser devolvidos à vida.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 15. Décimo Terceiro capítulo13ºO décimo terceiro e último capítulo trata da espionagem, fechando assim o círculo como capítulo inicial sobre a estratégia, para a qual a inteligência é essencial. Novamenteguiando-se pelo minimalismo orientado para a eficiência e pelo conservadorismo, paraos quais se voltam as habilidades que ensina, Mestre Sun começa falando daimportância dos agentes de inteligência nos termos mais enfáticos: “Uma operaçãomilitar de importância é um escoadouro grave da nação, e pode ser mantida por anos deluta pela vitória de um dia. Por isso, desconhecer as condições do inimigo por nãoquerer recompensar a inteligência é algo extremamente desumano.” A seguir, Sundefine cinco tipos de espiões, ou agentes secretos. O espião local é contratado dentre apopulação de uma região em que as operações são planejadas. Um espião infiltrado écontratado entre os oficiais de um regime contrário. Um espião reverso é um agenteduplo, contratado dentre espiões inimigos. Um espião morto é o que recebe a missão delevar informações falsas. Um espião vivo é o que vem e vai com informações.Neste ponto, também existe um forte elemento social e psicológico na compreensão queSun Tzu tem da complexidade prática da espionagem do ponto de vista da liderança. AArte da Guerra inicia com a questão da liderança, e também termina com a observaçãode que o uso eficaz de espiões depende do líder. Mestre Sun diz: “Não se pode utilizarespiões sem sagacidade e conhecimento, não se pode usar espiões sem humanidade ejustiça, não se pode sem sutileza conseguir a verdade de espiões”, e conclui: “Só umgovernante hábil ou um general brilhante que pode utilizar os mais inteligentes para aespionagem tem garantia de sucesso.” Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 16. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 17. Conheça o inimigo e a si mesmo e você obterá a vitória sem qualquer perigo; conheçaterreno e as condições da natureza, e você será sempre vitorioso.O verdadeiro objetivo da guerra é a paz.Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cembatalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganhasofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo,perderá todas as batalhas...O verdadeiro método, quando se tem homens sob as nossas ordens, consiste em utilizaro avaro e o tolo, o sábio e o corajoso, e em dar a cada um a responsabilidade adequada.Os que ignoram as condições geográficas - montanhas e florestas - desfiladeirosperigosos, pântanos e lamaçais - não podem conduzir a marcha de um exército.As oportunidades multiplicam-se à medida que são agarradas.A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar.Todos podem ver as táticas de minhas conquistas, mas ninguem consegue discernir aestratégia que gerou as vitórias".Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados paraouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 18. A invencibilidade está na defesa; a possibilidade de vitória, no ataque. Quem se defendemostra que sua força é inadequada; quem ataca, mostra que ela é abundante.A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é oruído antes da derrota.Um soberano jamais deve colocar em ação um exército motivado pela raiva; um líderjamais deve iniciar uma guerra motivado pela ira.A habilidade de alcançar a vitória mudando e adaptando-se de acordo com o inimigo échamada de genialidade.Triunfam aqueles que sabem quando lutar e quando esperarE como a felicidade pode se transformar na insastisfaçao ,assim o desespero pode sumirno despertar de uma nova primavera.Com cada dia,pode nascer um outro entendimentode nosso estado,nossos laços e objetivos.Dominar um batalhão, uma companhia ou uma esquadra de cinco homens é melhor doque destruí-losSeja extremamente sutil, tão sutil que ninguém possa achar qualquer rastro.Seja extremamente misterioso, tão misterioso que ninguém possa ouvir qualquerinformação.Se um general puder agir assim, então, poderá celebrar o destino do inimigo em suaspróprias mãosO verdadeiro objetivo da guerra é a paz. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 19. Quando o comandante demonstrar fraqueza, não tiver autoridade, suas ordens não foremclaras e seus oficiais e tropas forem indisciplinados, o resultado será o caos e adesorganização absoluta.Se quisermos que a glória e o sucesso acompanhem nossas armas, jamais devemosperder de vista os seguintes fatores: a doutrina, o tempo, o espaço, o comando, adisciplina.Há momentos em que a maior sabedoria é parecer não saber nada. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626
  • 20. RCAA RCA tem um posicionamento franco e direto com respeito aos demais agentes queatuam diretamente na construção da imagem de nossos clientes.O conhecimento deve tomar a inteligência do negócio, analisando o mercado de atuaçãoe primando pelo gerenciamento das informações que visam a melhoria contínua dacomunicação isto é essencial para construir relacionamentos na comunicação.A vários métodos e técnicas para medir resultados, cada um com sua filosofia não aformula mágica, tudo passa por um processo gradual e contínuo, se souber o que tinhaantes sabemos para onde estamos indo. Missão:Criar soluções e montar planejamento de forma inteligência para o negócio do clientedentro do mix mercadológico de comunicação atendendo as necessidade do clientesde forma lucrativa. Visão:Grandes idéias de olho em resultados para o mercado de serviço...Marketing que influencia sobr os canais de comercialização e dos consumidores finais. Nossos Valores:Ter comprometimento fiel a missão e aos objetivos do cliente.Usar criatividade, tendo habilidade para solucionar problemas de forma diferenciada.Agir com simplicidade nas relações do dia-dia tratando a todos com humildade erespeito. Contribuir para os pilares social, econômico e cultural.Planejamento + criação = resultadosAcredito que para o sucesso da comunicação.O planejamento que deve tomar a inteligência do negócio, analisando o mercado deatuação e primando pelo gerenciamento das informações que visam a melhoria que éum processo gradual e contínuo se souber o que tinha antes sabemos para onde estamosindo. Atenciosamente, Adriano Cláudio Rosanelli ContatoRCA –PUBLICIDADE & PROPAGANDA R. PEDRO MACHADO DA SILVEIRA, 1428 – B. PANAZZOLO - CEP: 95080-550 CNPJ: 02.384.241/001-05 – FONE/FAX: (54) – CEL 54 9996 4626