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Faça seu próprio servidor pirata com OpenVZ
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Faça seu próprio servidor pirata com OpenVZ

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  • Autonomia – não depender de infra corporativa Experiências – fazer coisas que a infra corporativa não aprovaria em um servidor deles
  • Transcript

    • 1. Fazendo seu próprio servidor pirata com OpenVZ
    • 2. O que é o OpenVZ?
      • Virtualizador de ambientes
      • Um kernel Linux com funcionalidades extras
      • A parte livre do Virtuozzo
    • 3. O que não é o nosso servidor pirata?
      • Não estamos falando em torrents
      • Nem de outras redes p2p
      • Ou de Partidos Piratas (embora eu goste deles)
    • 4. Mas então, por que “pirata”?
    • 5. Por que “pirata”?
      • Sem suporte corporativo
      • Sem back-ups (a menos que você os faça)
      • Hardware dificilmente vai ser “server-grade”
      • Você está por conta própria
      • E, enquanto isso, você ainda tem que trabalhar naquilo para o que pagam você
    • 6. Pra que?
      • Autonomia
      • Poder fazer experiências sem sofrer interferência externa
    • 7. Como Funciona?
      • Um só ambiente “de verdade”
      • Vários ambientes virtuais
      • Kernel compartilhado
      • Virtualização “leve”
      • Só “metade” é virtualizada
    • 8. Mas...
      • O kernel é o mesmo
      • Distros diferentes (desde que de Linux)
    • 9. Não parece com...
      • KVM
      • Qemu
      • VMWare
      • VirtualBox
    • 10. Parece com...
      • Jails
      • Containers do OpenSolaris
      • LXC
    • 11. htop na máquina de verdade
    • 12. htop no ambiente virtual
    • 13. Uso de CPU (real e virtual)
    • 14. Podíamos usar outra coisa?
      • Sim
      • LXC é a recomendação
    • 15. Porque eu estou aqui falando de OpenVZ?
      • O conceito é igual
      • Usamos há uns 2 anos, mais ou menos
        • Eu usava antes, por mais uns 2 anos
      • Experiência útil
      • Estabelecemos a mínima funcionalidade desejável
    • 16. Diferenças
      • Não é uma máquina virtual “de verdade”
      • Outros ambientes estão apenas escondidos, pelo kernel
      • Filesystems dos ambientes estão acessíveis diretamente da máquina original
      • Backups extremamente simples – o servidor virtual nem mesmo precisa saber o que você está fazendo
      • É simples limitar os recursos ocupados pelos ambientes
    • 17. Como nós usamos
      • Começamos por necessidade
      • O “servidor” é um desktop descartado (com 3 HDs e RAID) rodando Debian
      • Plataforma BliG (WPMU) é testada nele
      • Testes para desenvolvimento
      • Replicação de cenários para testes
      • Um servidor rápido, só pra fazer uma coisa, pra ontem
    • 18. Como servidor de desenvolvimento e testes
      • Boa performance
      • Combinado às ferramentas de monitoramento certas dá insights valiosos
      • Permite facilmente limitar vários recursos para avaliar performance em situações ruins (CPU, disco, rede, memória)
      • Bons indicadores
        • /proc/user_beancounters
    • 19. /proc/user_beancounters
    • 20. Algumas dicas
      • Para executar programas dentro de um servidor virtual
        • vzctl exec id comando
      • Você pode brincar um pouco mais
        • for veid in `vzlist -H -oveid` ; do banner $veid ; vzctl exec $veid yum -y update ; done
      • Use “ sudo screen -x ” quando puder.
        • History é apagado no logoff do VE
        • Se ficar aberto, não é
    • 21. O futuro
      • OpenVZ é um kernel com muitos patches
      • LXC é o caminho “oficial” - disponível no mainline desde a versão 2.6.26
      • Vamos explorá-lo eventualmente
    • 22. Dúvidas?