Praticas fc resolvidas
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Praticas fc resolvidas

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Praticas fc resolvidas Document Transcript

  • 1. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES ENUNCIADOS DOS PROBLEMAS DAS AULAS PRÁTICAS
  • 2. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 1 INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS A formulação exigencial na construção de edifícios a) Mostre, utilizando o RGEU, exemplos de formulações exigenciais incompletas (que não permitem uma aplicação sem ambiguidades) e prescritivas. b) Enuncie, de forma sumária, exigências funcionais para janelas e pavimentos e as decorrentes exigências de comportamento (regras de qualidade a observar) que permitam a satisfação das exigências formuladas. NOTA: organize a formulação da exigência de comportamento na forma: • • • enunciado da exigência (definição); modo de expressão/quantificação; modo de avaliação/verificação. Exigências de disponibilidade de espaços Considere o edifício de habitação (moradia uni-familiar) localizado em Évora cujos desenhos gerais se apresentam nas Figuras 1 a 3: a) Determine os valores de: • • • área bruta da construção; área útil da construção; área habitável. b) Verifique se são satisfeitas as exigências de disponibilidade de espaços expressas no Regulamento Geral de Edificações Urbanas (RGEU).
  • 3. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 2
  • 4. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 3
  • 5. INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 4
  • 6. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS 2 I. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS Cálculo de coeficientes de transmissão térmica de elementos de construção I.1.a) Calcule o coeficiente de transmissão térmica de uma parede de betão com 15 cm de espessura. I.1.b) Calcule o coeficiente de transmissão térmica de uma parede simples de alvenaria de tijolo cerâmico furado com 11 cm de espessura. I.1.c) Calcule o coeficiente de transmissão térmica de parede dupla constituída por dois panos de alvenaria de tijolo cerâmico furado com 11 cm de espessura cada um, confinando uma caixa de ar muito pouco ventilada com 5 cm de espessura. A face exterior da parede é rebocada (2,5 cm de espessura) e a face interior é rebocada e estucada (1,5 cm de espessura). I.1.d) Calcule o coeficiente de transmissão térmica de uma cobertura em terraço não acessível constituída por uma laje de betão com 12 cm de espessura sobre a qual assenta uma camada de forma em betão pobre com 6 cm de espessura média. A cobertura é executada no sistema de cobertura invertida, pelo que a camada de isolamento térmico (3 cm de espessura de poliestireno extrudido) protege uma tela de impermeabilização em PVC. A camada de protecção mecânica é composta por um areão solto ocupando uma espessura média de 4 cm. I.1.e) Considere a cobertura inclinada representada na figura seguinte: Canaletes de fibrocimento Desvão muito ventilado 0,032 0,059 0,02 0,08 0,02 (m) Prancha vazada de betão pré-esforçado
  • 7. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS 3 I.1.e.1) Calcule o coeficiente de transmissão térmica da cobertura. I.1.e.2) Avalie a espessura de isolamento térmico necessária para satisfazer os requisitos mínimos de qualidade térmica do RCCTE. I.1.e.3) Calcule a quantidade de calor que se perde através da cobertura em análise durante um Inverno tipo por metro quadrado de área. I.1.e.4) Estime a espessura “óptima” para o isolamento térmico a utilizar (mantas de lã mineral) considerando como dados conhecidos o custo unitário do material (em euros por centímetro de espessura) e o custo unitário da energia (em euros por kWh). Pontes térmicas Considere o painel de fachada pré-fabricado do tipo “sandwich” representado na figura seguinte: 0,15 0,10 poliestireno expandido betão 2,65 0,10 0,15 0,10 1,00 0,20 1,00 0,10 0,05 0,07 0,08 (m) I.2.a) Calcule o coeficiente de transmissão térmica do painel sem atender ao efeito das pontes térmicas. I.2.b) Calcule, simplificadamente, a distribuição de temperaturas nas faces do painel para valores da temperatura do ar respectivamente iguais a 18 ºC no interior e a 0 ºC no exterior. I.2.c) Calcule o coeficiente de transmissão térmica do mesmo painel mas atendendo ao efeito das pontes térmicas.
  • 8. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS 4 Necessidades de energia (conforto térmico) I.3) Considere o espaço escolar localizado no Crato (região Sul), cuja planta e cortes esquemáticos se apresentam na figura seguinte. 2,25m Corredor não aquecido Fachada protegida A = 53,0 m2 V = 174,9 m2 Sala de aula Sala de aula Sala de aula N 7,79m Fachada exterior Cobertura chapa metálica ondulada (verde escuro) desvão muito ventilado poliestireno extrudido (λ=0,035 W/mºC) 0,04 0,19 betão armado (λ=1,75 W/mºC) 0,01 estuque projectado (λ=0,5 W/mºC) (m) Zona opaca das fachadas alvenaria de tijolo cerâmico furado (R = 0,24 m2⋅ºC/W) Estuque projectado (λ=0,5 W/mºC) Reboco (λ=1,15 W/mºC) Tijolo 0.11 (R=0,24 m2ºC/W) Poliestireno extr. (λ=0,035 W/mºC) Caixa de ar (R=0,17 m2ºC/W) Tijolo 0.11 (R=0,24 m2ºC/W) Reboco (λ=1,15 W/mºC) 0,01 0,02 0,11 0,03 0,02 0,11 0,02 (m) 0,2 I poliestireno extrudido 0,03m (λ=0,035W/mºC) caixa de ar I II betão armado (λ= 1,75 mºC) W/m tijoleira 0,04m (λ=1,15W/mºC)
  • 9. TÉRMICA DE EDIFÍCIOS 5 Admitindo que: • os vãos envidraçados (em vidro duplo incolor 4+8+4 mm e caixilho em PVC sem quadrícula) se caracterizam por U = 3,5 W/m2⋅ºC; • a fachada exterior (parede de cor branca) está orientada a Sul e tem áreas opacas AI = 7,3 m2 e AII = 6,6 m2 e área envidraçada Aenv = 11,8 m2; • a fachada protegida tem áreas opacas AI = 13,5 m2, AII = 4,0 m2 e Aporta = 1,9 m2 e área envidraçada Aenv = 6,3 m2; • as protecções solares são exteriores do tipo estore de lâminas metálicas de cor média; • o número de renovações de ar é unitário; • o corredor tem aberturas permanentes para o exterior com relação (área das aberturas)/(volume do corredor) menor do que 0,05 m2/m3; I.3.a) Calcule as necessidades brutas de aquecimento. I.3.b) Calcule os ganhos térmicos úteis na estação de aquecimento. I.3.c) Calcule as necessidades úteis de aquecimento. I.3.d) Calcule as necessidades úteis de arrefecimento.
  • 10. HUMIDADES EM EDIFÍCIOS 6 II. HUMIDADES EM EDIFÍCIOS Condensações superficiais II.1) Considere um edifício cuja envolvente é constituída por painéis de fachada préfabricado do tipo “sandwich” como os analisados no Exercício I.2. Assuma temperaturas no interior e no exterior respectivamente iguais a 18 e 0 ºC e considere que a humidade relativa do ar interior é ϕi = 70 %. II.1.a) Calcule a temperatura de orvalho e indique se ocorrem condensações superficiais. II.1.b) Estime os valores limites do factor de heterogeneidade de temperatura superficial e do factor de temperatura superficial correspondentes à ausência de condensações no painel. II.2) Admita que a produção interna de vapor de água no interior do edifício considerado no problema anterior se pode se estimar num valor médio quotidiano de 2,5 g/m3⋅h e num valor correspondente a períodos de ponta de 8,0 g/m3⋅h. Considerando as condições do exercício anterior e um teor de humidade exterior we = 3,75 gw/kgar seco, avalie que taxas de renovação de ar seriam necessárias para evitar a ocorrência de condensações superficiais. Condensações interiores II.3) Admita que a envolvente do edifício era constituída por paredes de alvenaria de blocos de betão celular autoclavado (“ytong”) com espessura de 0,30 m (por simplicidade, não se consideram neste caso os revestimentos de reboco e pintura). Tendo em conta as características correntes daquele material e as condições ambientes interior e exterior caracterizadas pelas mesmas temperaturas do problema anterior e pelas humidades relativas de, respectivamente, 90 e 85 %, apresente: • os diagramas de distribuição de temperaturas e de tensão de vapor; • a possibilidade de ocorrência de condensações no interior da parede e, se for o caso, o volume de água condensada. II.4) Admita agora que se tinha optado antes por paredes de betão denso de 0,15m de espessura, com correcção de isolamento térmico por aplicação directa sobre a parede. Justifique a opção sobre o posicionamento do isolamento térmico: pelo interior ou pelo exterior.
  • 11. VENTILAÇÃO NATURAL EM EDIFÍCIOS 7 III. VENTILAÇÃO NATURAL EM EDIFÍCIOS Exigências de caudais de renovação de ar III.1.1) Quantifique as necessidades de renovação do ar no interior de uma sala de aula de modo a evitar que o teor de CO2 exceda 0,10 %. Considere que o volume da sala é de 200 m3 (pavilhão independente de dimensões: 10,00 × 6,67 × 3,00 m3). Assuma que a concentração de CO2 no exterior é de 0,03 % e que no interior da sala se encontram 25 pessoas, as quais expelem cerca de 20 litros de CO2 por hora. III.1.2) Admita que na sala de aula referida no Exercício III.1 foram medidos valores da concentração de gás SF6 de 50 ppm e 10 ppm em dois instantes com um intervalo de 40 minutos. Recorrendo ao método dos gases traçadores e utilizando a técnica do decaimento, indique o valor da correspondente taxa de ventilação. Ventilação natural por efeito de chaminé e por acção do vento III.2.1) Considere uma casa de banho situada no piso térreo de uma habitação unifamiliar com dois pisos. Dimensione a conduta de ventilação de modo a satisfazer, em condições nominais, as exigências de ventilação requeridas. Adopte as seguintes condições nominais de temperatura ambiente: temperatura interior (θi) igual a 20 ºC e temperatura exterior (θe) igual a 12 ºC. III.2.2) Admita que o pavilhão independente referido no Exercício III.1.1 se encontra sujeito à acção do vento, cuja velocidade média é de cerca de 3 m/s e faz com a normal às fachadas principais do pavilhão um ângulo de 15 º. III.2.2.a) Considerando apenas a acção do vento, dimensione as aberturas de ventilação necessárias na fachada principal e de tardoz (assuma que a área de aberturas é igual em cada fachada) para satisfazer as exigências de ventilação estabelecidas no Exercício III.1.1. Considere um coeficiente de descargas (CD) igual a 0,40. III.2.2.b) Admita que colocou as aberturas desniveladas, ficando a abertura da fachada de tardoz (sujeita à acção do vento dominante) perto do solo, e a abertura da fachada principal perto do coroamento. Estime o caudal de ventilação existente. Para tal, considere uma diferença de cotas entre as linhas médias das aberturas de 2,50 m e assuma as seguintes condições de temperatura ambiente: temperatura interior (θi) igual a 18 ºC e temperatura exterior (θe) igual a 12 ºC.
  • 12. ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS 8 IV. ACÚSTICA DE EDIFÍCIOS Correcção acústica de locais IV.1) Estime o tempo de reverberação de uma sala de aula com as seguintes características e, no caso do valor calculado não satisfazer o Regulamento dos Requisitos Acústicos de Edifícios, proceda às necessárias correcções acústicas da sala de aula: Volumetria: 14,40 × 7,20 × 3,30 m3 Tipo de superfície Área (m2) Pavimento de betão revestido a ladrilho plástico delgado Betão à vista em pilares e vigas Reboco em paredes Vãos envidraçados em caixilhos metálicos Portas de madeira Tecto revestido a estuque de gesso liso 103,7 21,6 88,0 29,0 4,0 103,7 Elementos de ocupação Número Carteiras ocupadas Carteiras vazias Mesa grande 30 12 1 Isolamento sonoro de elementos de construção IV.2.1) Estime o isolamento a sons aéreos das paredes da sala de aula referida no Exercício IV.1. Considere que as paredes exteriores são constituídas por uma parte opaca com 26,0 m2 e uma parte envidraçada com 21,5 m2. A parte opaca é constituída por alvenaria dupla de tijolo cerâmico de barro vermelho rebocado. A parte envidraçada é constituída por caixilharia metálica com boa vedação e vidro de 6 mm de espessura. Entre salas de aula consideram-se paredes de alvenaria simples de blocos de betão rebocado com 20 cm de espessura. IV.2.2) Admita que o pavimento de separação entre pisos da escola referida no Exercício IV.1 é constituído por uma laje de betão armado com 15 cm de espessura revestida a parquet de tacos de madeira. Estime o valor do índice de isolamento sonoro a ruídos de percussão e verifique se são satisfeitas as exigências regulamentares. No caso dessas exigências não serem satisfeitas indique como procederia para corrigir a situação.
  • 13. ILUMINAÇÃO NATURAL 9 V. ILUMINAÇÃO NATURAL Factor de luz de dia médio V.1) Considere a sala de aula representada nas Fig. 1 e 2, situada no Crato, e que já foi caracterizada no problema I.3. Determine qual o factor de luz de dia da sala de aula considerando apenas a contribuição dos envidraçados exteriores e que o edifício que a está a obstruir é contínuo no plano. Admita: • • • • Paredes pintadas de amarelo claro; Tecto pintado de branco; Piso revestido a ladrilho cerâmico; Janela com vidro simples incolor com 6mm de espessura. C Corredor não aquecido Fachada protegida A = 53,0 m2 V = 174,9 m2 Sala de aula Sala de aula Sala de aula Fachada exterior Aenv,FE=11.80 m2 Edifício Vizinho C Fig. 1 – Planta
  • 14. ILUMINAÇÃO NATURAL 10 0.3 6.0 0.2 2.0 1.0 10.0 Fig. 2 – Corte C-C (m)
  • 15. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL DISCIPLINA DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES FORMULÁRIO: TABELAS E ÁBACOS
  • 16. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES FORMULÁRIO TÉRMICA Lei de Fourier: q = −λ dθ dx (W) Coeficiente de transmissão térmica: U = 1 Rsi + ∑ R j + Rse j −n Factor de actualização de custos: F= 1 − (1 + a ) a Necessidades úteis de aquecimento Nic = (Qt + Qv – Qgu)/Ap Qt = Qext + Qlna + Qpe +Qpt Qext – perdas de calor pelas zonas correntes das paredes, pontes térmicas planas, envidraçados, coberturas e pavimentos em contacto com o exterior; Qlna – perdas de calor pelas zonas correntes das paredes, pontes térmicas planas, envidraçados e pavimentos em contacto com locais não-aquecidos; Qpe – perdas de calor pelos pavimentos e paredes em contacto com o solo; Qpt – perdas de calor pelas pontes térmicas lineares existentes no edifício. Qv - perdas de calor por renovação do ar interior; Qgu – ganhos de calor úteis, resultantes da iluminação, dos equipamentos, dos ocupantes e dos ganhos solares através dos envidraçados. Perdas pela envolvente em zona corrente, pontes térmicas planas, envidraçados Perdas por unidade de tempo: Q = U .A.(θ i − θ a ) (W) Temperatura do ar exterior ao local: θ a = θ atm + (1 − τ )(θ i − θ atm ) (ºC) Ao fim da estação de aquecimento: τ = (θ i − θ a ) / (θ i − θ atm ) Qext = 0 ,024.U .A.GD (kWh) (envolvente exterior) Ao fim da estação de aquecimento: Qln a = 0 ,024.U .A.GD.τ (kWh) (envolvente c/local não aquecido) Perdas por pavimentos e paredes em contacto com o solo Perdas por unidade de tempo: L pe = ∑ψ j .B j (W/ºC) Ao fim da estação de aquecimento: Q pe = 0 ,024 .L peGD Perdas por Pontes térmicas lineares Perdas por unidade de tempo: L pt = ∑ψ j .B j (kWh) (W/ºC) Ao fim da estação de aquecimento: Q pt = 0 ,024 .L pt GD (kWh)
  • 17. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Perdas de calor resultantes da renovação do ar Perdas por unidade de tempo: Qra = 0 ,34 .R ph .Ap .Pd .(θ i − θ atm ) Ao fim da estação de aquecimento: Qv = 0 ,024 .(0 ,34.R ph .Ap .Pd ).GD (W) (kWh) Necessidades brutas de aquecimento   N brutas = Qt + Qv =  ∑ U i .Ai + ∑ A j . j .τ j + L pe + L pt + 0 ,34.R ph .Ap .Pd .0 ,024.GD U j i  (kWh) Ganhos térmicos úteis na estação de aquecimento (kWh) Qgu = η .Qg Qg = Qi + Qs (kWh) Qi – ganhos térmicos associados a fontes internas de calor; Qs – ganhos térmicos associados ao aproveitamento da radiação solar; η - factor de utilização dos ganhos térmicos. Ganhos térmicos brutos resultantes de fontes internas (Qi) Ao fim da estação de aquecimento: Qi = qi .M .A p × 0 ,720 (kWh) Ganhos solares brutos (Qs) Qs = G sul ∑  X j ∑ Asnj  .M  j  n   Fs = Fh .F0 .F f Ao fim da estação de aquecimento: As = A.Fs .Fg .Fw g ⊥ com (kWh) Se não existir informação disponível: Fh é calculado para um ângulo de horizonte de 45º ou 20º , conforme o edifício esteja em ambiente urbano ou fora dele (isolado), respectivamente. Se não existirem palas de sombreamento: F0.Ff=0,9; Para vidros simples e duplos Fw=0,9. Casos correntes: Fs.Fg.Fw = 0,46 Factor de utilização dos ganhos térmicos (η) η γ= Qg Ganhos térmi cos brutos = Nec.brutas de aquecimento Qt + Qv 1−γ a 1 − γ a +1 a η= a+1 η= se γ≠1 a= se γ=1 1,8 – edifícios com inércia térmica fraca; 2,6 – edifícios com inércia térmica média; 4,2 – edifícios com inércia térmica forte. 3
  • 18. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Necessidades úteis de arrefecimento Nvc = Qg.(1-η)/Ap Qg =Q1+Q2+Q3+Q4 – ganhos totais brutos do edifício ou fracção autónoma; Q1 – envolvente; Q2 – radiação solar pelos envidraçados; Q3 – renovação do ar; Q4 – cargas internas. η - factor de utilização dos ganhos (cálculo semelhante ao do aquecimento); Ap – área útil de pavimento (m2). γ= Ganhos térmi cos brutos Perdas brutas η - calculado como na estação de aquecimento Ganhos pela envolvente  α .G     he  Ganhos por unidade de tempo: Qelemento = U .A.(θ ar − θ i ) + U .A.  (W)  α .Ir   (kWh)   he  Ao fim da estação quente (4 meses): Q1 = 2 ,928 U .A.(θ m − θ i ) + U .A.  θm – temperatura média do ar na zona climática durante a estação de arrefecimento; Ir – Intensidade de radiação total incidente em cada orientação; α - coeficiente de absorção da superfície exterior da parede; he=25 W/m2ºC. Ganhos pelos envidraçados Ao fim da estação quente: Q2 = ∑  Ir j ∑ Asnj  j As=A×Fs.Fg.Fw.(0,7×g⊥+0,3×g⊥v)   n (m2) (kWh)   com Fs = Fh .F0 .F f O factor de horizonte é considerado Fh=1 na estação de arrefecimento. Caso não existam palas de sombreamento: F0=Ff=1 Vidro simples: g ⊥ = g' ⊥ .g ⊥ v ; 0 ,85 Vidro duplo: g ⊥ = g' ⊥ .g ⊥ v 0 ,75 g⊥ - Factor solar do vão envidraçado; g⊥’ - Factor solar do vão envidraçado com protecção solar e vidro incolor; g⊥v - Factor solar do envidraçado. Ganhos por ventilação Ganhos por unidade de tempo: Qra = 0 ,34 .R ph .Ap .Pd .(θ atm − θ i ) ( ) Ao fim da estação quente (4 meses): Q3 = 2 ,928 0 ,34 .R ph .Ap .Pd .(θ m − θ i ) (W) (kWh) Ganhos internos Ao fim da estação quente (4 meses): Q4 = 2 ,928.qi .Ap (kWh) 4
  • 19. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES HUMIDADES Equação de estado dos gases perfeitos: pV = MRT Constante de proporcionalidade do ar seco: Ra = 287 J/kg⋅ºK Constante de proporcionalidade do vapor de água: Rw = 461 J/kg⋅ºK Conversão de unidades de temperatura: Concentração mássica de vapor: Teor de humidade do ar: Grau de saturação: µ= w = cw = T (ºK) = 273.15 + θ (ºC) Mw = ρw V (kg/m3) Mw pw = 0.622 Ma p atm − pw (kg/kg) w ws 17.269 θ  610,5 e 237.3 +θ  ps =  21.875 θ  610.5 e 265.5 +θ  Pressão de saturação: se θ ≥ 0 (Pa) se θ < 0 ou 0.018463 ⋅ θ 2 + 0.27841 ⋅ θ + 4.58 se θ ≥ 0  (mmHg) ps =  0.007299 ⋅ θ 2 + 0.33643 ⋅ θ + 4.58 se θ < 0  Pressão atmosférica: patm = 101325 Pa Conversão de unidades de pressão: 1 mmHg = 133,3 Pa ρw ρs Humidade relativa: ϕ= Difusão de vapor: g = −π dpw dx (g/m2⋅h) 5
  • 20. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES VENTILAÇÃO Caudal de ventilação: Q = nV (m3/h) Q = Cd A * Caudal de ventilação por efeito térmico: A* = T gH (m3/s) ε 2 (1 + ε ) 1+ ε 2 (Asaída+Aentrada); ε = Asaída Aentrada Q = Cd A * *v ∆δ p (m3/s) Caudal de ventilação por acção do vento: 1 ** 2 (A ) Equação de equilíbrio de caudais: ∆θ = 1 2 Aentrada P (t ) dc i (t ) − dt n (t ) = V c i (t ) − c e (t ) + 1 2 Asaída (h-1) ACÚSTICA  G L( G ) = 10 log  G  0 Nível de uma grandeza:     (dB)  0.32V    S  Diferença de níveis sonoros normalizada: D nT ,w = R w + ∆R w − TM w + 10 log  Lei da massa: − Para 50 ≤ ms < 150 Kg/m2 − Para ms ≥ 150 Kg/m2 Rw = 12,6 log (ms) +12,6 dB; Rw = 37,5 log (ms) – 42 dB; n  ∑S  n i=1 = 10 log  ∑S ×10-R i = 1 i Paredes heterogéneas: Rw (dB) w,i i   /10  (dB) onde: Si = área do elemento i; Rw,i = redução sonora do elemento i; n = número de elementos que compõem a parede (associados em paralelo). 6
  • 21. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Paredes duplas: 1 1 1    d - espessura da caixa de ar + d  m1 m 2    C=60 caixa de ar sem material poroso mi - massa do pano i C=53 caixa de ar total ou parcialmente preenchida com material poroso Frequência de ressonância f 0 = C Frequência de ressonância f0 (Hz) ∆Rw (dB) 35-Rw/2 ≤80 100 32-Rw/2 125 30-Rw/2 160 28-Rw/2 200 -1 250 -3 315 -5 400 -7 500 -9 630-1600 -10 >1600 -5 Rw é o valor do pano de maior m Para f0 abaixo de 200 Hz, o valor mínimo de ∆Rw é 0 dB Transmissão marginal: Rw + ∆Rw < 35 dB ⇒ TMw = 0 dB; 35 dB ≤ Rw + ∆Rw < 45 dB ⇒ TMw = 3 dB; 45 dB ≤ Rw + ∆Rw < 55 dB ⇒ TMw = 4 dB; Rw + ∆Rw ≥ 55 dB ⇒ TMw = 5 dB. Nível sonoro de percussão normalizado: L' n ,w = Ln ,w ,eq − ∆Lw + K L nT ,w = L n ,w − 10 log (0.032V ) ' ' Pavimentos não revestidos: Ln,w,eq = 164 – 35 log (ms) Tempo de reverberação: (dB) (dB) n m i =1 Área de absorção sonora equivalente: (dB) j =1 Aeq = ∑ n i Ai + ∑ S j α j = Sα (m2) 0.161 V  Tr = A eq   0.161 V T =  r − S ⋅ 2.3 log10 1 − α  ( se α ≤ 0.10 (seg) ) se α > 0.10 ILUMINAÇÃO NATURAL Factor de luz de dia: DFmédio = ( M × t ) × Aw × θ A × (1 − ρ 2 ) (%) 7
  • 22. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO I - Distribuição dos concelhos de Portugal Continental segundo as zonas climáticas e correspondentes dados climáticos de referência CONCELHO ABRANTES ÁGUEDA AGUIAR DA BEIRA ALANDROAL ALBERGARIA-A-VELHA ALBUFEIRA ALCÁCER DO SAL ALCANENA ALCOBAÇA ALCOCHETE ALCOUTIM ALENQUER ALFANDEGA DA FÉ ALIJÓ ALJEZUR ALJUSTREL ALMADA ALMEIDA ALMEIRIM ALMODOVAR ALPIARÇA ALTER DO CHÃO ALVAIÁZERE ALVITO AMADORA AMARANTE AMARES ANADIA ANSIÃO ARCOS DE VALDEVEZ ARGANIL ARMAMAR AROUCA ARRAIOLOS ARRONCHES Zona Climática Inverno Nº Graus- Duração dias (GD) estação aquec. (°C.dias) (meses) I2 1630 6,0 I1 1490 6,7 I3 2430 7,3 I1 1320 6,0 I1 1470 6,3 I1 1130 5,3 I1 1240 5,3 I2 1680 6,0 I2 1640 6,3 I1 1150 5,3 I1 1270 5,0 I1 1410 5,7 I3 2340 7,7 I3 2500 7,0 I1 1120 5,3 I1 1260 5,7 I1 1160 5,3 I3 2540 7,7 I1 1340 5,7 I1 1390 5,7 I1 1360 5,7 I1 1340 6,0 I2 1810 6,0 I1 1220 5,3 I1 1340 5,7 I2 2040 6,7 I2 1690 7,0 I1 1460 6,3 I2 1780 6,0 I3 2250 6,7 I2 2050 7,0 I3 2370 6,3 I2 2050 7,0 I1 1380 5,7 I1 1460 6,3 Zona Climática Verão Tempª Amplitude ext. térmica (°C) projecto (°C) V3 36 17 V1 31 12 V2 32 13 V3 36 17 V1 30 11 V2 33 14 V3 35 16 V2 33 14 V1 29 10 V3 34 13 V3 34 14 V2 33 12 V2 33 15 V3 34 16 V1 30 10 V3 35 17 V1 31 10 V2 33 16 V3 35 15 V3 35 16 V3 35 15 V3 36 16 V3 34 14 V3 36 18 V1 31 10 V2 33 13 V2 32 14 V2 32 12 V2 33 14 V2 32 14 V2 33 14 V3 35 15 V1 31 12 V3 35 17 V3 35 16 8
  • 23. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL ARRUDA DOS VINHOS AVEIRO AVIS AZAMBUJA BAIÃO BARCELOS BARRANCOS BARREIRO BATALHA BEJA BELMONTE BENAVENTE BOMBARRAL BORBA BOTICAS BRAGA BRAGANÇA CABECEIRAS DE BASTO CADAVAL CALDAS DA RAINHA CAMINHA CAMPO MAIOR CANTANHEDE CARRAZEDA DE ANSIÃES CARREGAL DO SAL CARTAXO CASCAIS CASTANHEIRA DE PERA CASTELO BRANCO CASTELO DE PAIVA CASTELO DE VIDE CASTRO D'AIRE CASTRO MARIM CASTRO VERDE CELORICO DA BEIRA CELORICO DE BASTO CHAMUSCA CHAVES CINFÃES COIMBRA CONDEIXA-A-NOVA CONSTÂNCIA CORUCHE COVILHÃ CRATO CUBA FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES I1 I1 I1 I1 I3 I2 I1 I1 I2 I1 I2 I1 I1 I1 I3 I2 I3 I3 I2 I1 I2 I1 I1 I3 I2 I1 I1 I3 I2 I2 I2 I3 I1 I1 I3 I2 I2 I3 I3 I1 I2 I2 I1 I3 I1 I1 1480 1390 1230 1360 2150 1660 1250 1150 1890 1290 1970 1180 1380 1500 2600 1800 2850 2180 1530 1500 1930 1330 1470 2500 1550 1250 1230 2310 1650 1680 1620 2410 1100 1230 2240 1950 1550 2560 2350 1460 1560 1590 1350 2250 1460 1320 5,3 6,0 5,7 5,7 6,7 6,7 5,7 5,3 6,0 5,7 7,7 5,3 5,7 6,0 7,7 7,0 8,0 7,3 5,7 6,0 6,3 6,3 6,3 7,7 7,3 5,3 6,0 6,3 6,7 7,0 6,7 7,0 4,7 5,7 7,7 7,0 6,0 7,3 7,0 6,0 6,0 6,0 5,7 7,3 6,3 5,7 V2 V1 V3 V3 V3 V1 V3 V2 V1 V3 V2 V3 V1 V3 V1 V2 V2 V2 V1 V1 V2 V3 V1 V2 V2 V3 V1 V3 V3 V1 V3 V2 V3 V3 V1 V2 V3 V2 V2 V2 V2 V3 V3 V2 V3 V3 33 29 36 34 34 31 37 33 31 36 32 34 29 36 31 32 33 32 31 30 32 36 31 32 32 35 29 34 35 31 35 33 34 36 30 33 35 33 33 33 32 36 35 32 35 36 11 9 17 13 13 12 17 11 13 17 13 14 10 16 14 13 15 13 11 10 12 17 11 16 14 14 8 14 15 13 14 14 13 17 12 13 16 17 13 13 13 16 16 13 15 18 9
  • 24. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES ELVAS ENTRONCAMENTO ESPINHO ESPOSENDE ESTARREJA ESTREMOZ ÉVORA FAFE FARO FEIRA FELGUEIRAS FERREIRA DO ALENTEJO FERREIRA DO ZÊZERE FIGUEIRA DA FOZ FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO FIGUEIRÓ DOS VINHOS FORNOS DE ALGODRES FREIXO DE ESPADA À CINTA FRONTEIRA FUNDÃO GAVIÃO GÓIS GOLEGÃ GONDOMAR GOUVEIA GRÂNDOLA GUARDA GUIMARÃES IDANHA-A-NOVA ÍLHAVO LAGOA LAGOS I1 I1 I2 I2 I1 I1 I1 I2 I1 I2 I2 I1 I2 I1 I3 1410 1470 1530 1610 1420 1460 1390 2090 1060 1710 1870 1220 1780 1450 2450 6,0 6,0 6,7 6,7 6,3 6,0 5,7 7,0 4,3 6,7 7,0 5,7 6,0 6,3 8,0 V3 V3 V1 V1 V1 V3 V3 V2 V2 V1 V2 V3 V3 V1 V2 36 35 29 31 29 36 35 32 32 30 33 36 34 30 33 17 15 9 10 10 16 17 13 12 11 13 17 15 10 16 I2 I2 I3 2010 2060 2370 6,0 7,7 8,0 V3 V1 V2 34 31 33 14 13 15 I1 I2 I2 I3 I1 I2 I3 I1 I3 I2 I2 I1 I1 I1 1320 1990 1570 2190 1380 1620 2440 1320 2500 1770 1520 1440 980 970 6,0 7,0 6,0 6,7 6,0 7,0 8,0 5,3 8,0 7,0 6,7 6,3 5,0 5,0 V3 V3 V3 V2 V3 V1 V1 V2 V1 V2 V3 V1 V2 V1 36 34 36 33 35 30 30 33 31 32 36 28 32 30 15 14 17 15 15 11 12 14 13 14 18 9 12 10 LAMEGO I3 2360 6,3 V3 35 15 LEIRIA LISBOA LOULÉ LOURES LOURINHÃ LOUSÃ LOUSADA MAÇÃO MACEDO DE CAVALEIROS MAFRA I2 I1 I1 I1 I1 I2 I2 I2 I3 I1 1610 1190 1330 1330 1310 1890 1810 1810 2590 1410 6,0 5,3 5,0 5,7 5,7 6,3 7,0 6,3 7,7 6,0 V1 V2 V2 V2 V1 V2 V2 V3 V2 V1 31 32 33 32 28 33 32 35 33 30 12 11 14 11 8 14 13 17 15 9 10
  • 25. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL MAIA MANGUALDE MANTEIGAS MARCO DE CANAVEZES MARINHA GRANDE MARVÃO MATOSINHOS MEALHADA MEDA MELGACO MÉRTOLA MESÃO FRIO MIRA MIRANDA DO CORVO MIRANDA DO DOURO MIRANDELA MOGADOURO MOIMENTA DA BEIRA MOITA MONÇÃO MONCHIQUE MONDIM DE BASTO MONFORTE MONTALEGRE MONTEMOR-O-NOVO MONTEMOR-O-VELHO MONTIJO MORA MORTÁGUA MOURA MOURÃO MURÇA MURTOSA NAZARÉ NELAS NISA ÓBIDOS ODEMIRA ODIVELAS OEIRAS OLEIROS OLHÃO OLIVEIRA DE AZEMÉIS OLIVEIRA DE FRADES OLIVEIRA DO BAIRRO OLIVEIRA DO HOSPITAL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES I2 I2 I3 I2 I1 I2 I2 I1 I3 I3 I1 I2 I1 I2 I3 I3 I3 I3 I1 I2 I1 I3 I1 I3 I1 I1 I1 I1 I1 I1 I1 I3 I1 I1 I2 I2 I1 I1 I1 I1 I3 I1 I2 I2 I1 I2 1670 1970 3000 1770 1500 1820 1580 1470 2360 2770 1230 1810 1500 1780 2690 2270 2560 2620 1130 2000 1340 2450 1430 2820 1410 1410 1260 1270 1460 1310 1290 2550 1400 1480 1770 1520 1370 1240 1320 1230 2240 1010 1730 1830 1410 1890 7,0 7,7 8,0 7,0 6,3 6,7 6,7 6,0 7,7 7,7 5,7 6,3 7,0 6,0 8,0 7,3 8,0 6,7 5,3 6,7 5,7 7,0 6,3 7,7 5,3 6,3 5,3 5,7 6,7 5,7 5,7 7,3 6,3 6,3 7,3 6,3 5,7 5,7 5,7 6,0 6,7 4,3 6,7 7,3 6,3 7,3 V1 V2 V1 V2 V1 V3 V1 V2 V2 V1 V3 V3 V1 V2 V2 V3 V2 V3 V2 V2 V1 V2 V3 V1 V3 V1 V3 V3 V2 V3 V3 V2 V1 V1 V2 V3 V1 V1 V2 V1 V3 V2 V1 V1 V1 V2 30 32 30 33 28 34 29 32 33 30 36 35 29 33 33 34 32 34 33 32 31 33 35 30 35 31 34 36 32 37 37 33 28 28 33 35 28 31 32 30 34 32 30 31 30 33 10 14 12 13 9 15 9 13 14 14 16 14 10 14 15 16 14 15 12 14 11 13 15 13 17 12 15 17 12 18 18 17 8 9 15 15 8 13 11 10 15 12 11 12 11 15 11
  • 26. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES OURIQUE OVAR PAÇOS DE FERREIRA PALMELA PAMPILHOSA DA SERRA PAREDES PAREDES DE COURA PEDRÓGÃO GRANDE PENACOVA PENAFIEL PENALVA DO CASTELO PENAMACOR PENEDONO PENELA PENICHE PESO DA RÉGUA PINHEL POMBAL PONTE DA BARCA PONTE DE LIMA PONTE DE SOR PORTALEGRE PORTEL PORTIMÃO PORTO PORTO DE MÓS PÓVOA DE VARZIM PÓVOA DO LANHOSO PROENÇA-A-NOVA REDONDO REGUENGOS DE MONSARAZ RESENDE RIBEIRA DE PENA RIO MAIOR SABROSA SABUGAL SALVATERRA DE MAGOS SANTA COMBA DÃO SANTA MARTA DE PENAGUIÃO I1 I1 I2 I1 I3 I2 I3 I2 I2 I2 I2 I2 I3 I2 I1 I2 I3 I2 I3 I2 I1 I2 I1 I1 I2 I2 I2 I2 I2 I1 I1 I3 I3 I2 I3 I3 I1 I1 I2 1300 1480 1990 1190 2230 1740 2180 1910 1510 1750 2090 1970 2780 1920 1260 2040 2390 1580 2230 1790 1440 1740 1400 940 1610 1980 1570 1810 1840 1400 1310 2500 2600 1570 2380 2450 1250 1420 2100 5,7 6,3 7,3 5,3 6,7 7,0 6,3 6,3 6,3 7,0 7,7 7,0 7,3 6,0 5,7 6,3 7,7 6,0 7,0 6,3 6,0 6,7 5,7 5,3 6,7 6,0 6,7 7,0 6,3 6,0 6,0 6,7 7,7 6,0 6,7 7,3 5,3 7,3 6,3 V3 V1 V2 V3 V3 V1 V2 V3 V2 V2 V1 V3 V2 V2 V1 V3 V2 V2 V2 V2 V3 V3 V3 V1 V1 V1 V1 V2 V3 V3 V3 V3 V2 V2 V3 V2 V3 V2 V3 34 29 32 34 34 31 33 34 33 32 31 34 33 33 26 35 32 32 32 32 36 34 36 31 30 31 30 32 35 36 37 34 32 33 35 33 35 32 35 16 9 13 13 15 13 13 15 13 13 14 16 14 14 6 15 15 12 14 13 17 14 17 11 9 13 10 14 16 17 17 14 14 13 16 16 15 13 15 SANTARÉM SANTIAGO DO CACÉM SANTO TIRSO SÃO BRÁS DE ALPORTEL SÃO JOÃO DA MADEIRA I1 I1 I2 I1 I2 1440 1320 1830 1460 1670 5,7 5,7 7,0 5,3 6,7 V3 V2 V2 V2 V1 34 32 32 33 30 14 14 13 13 11 12
  • 27. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL SÃO JOÃO DA PESQUEIRA SÃO PEDRO DO SUL SARDOAL SÁTÃO SEIA SEIXAL SERNANCELHE SERPA SERTÃ SESIMBRA SETÚBAL SEVER DO VOUGA SILVES SINES SINTRA SOBRAL DE MONTE AGRAÇO SOURE SOUSEL TÁBUA TABUAÇO TAROUCA TAVIRA TERRAS DE BOURO TOMAR TONDELA TORRE DE MONCORVO TORRES NOVAS TORRES VEDRAS TRANCOSO TROFA VAGOS VALE DE CAMBRA VALENÇA VALONGO VALPAÇOS VENDAS NOVAS VIANA DO ALENTEJO VIANA DO CASTELO VIDIGUEIRA VIEIRA DO MINHO VILA DE REI VILA DO BISPO VILA DO CONDE VILA FLOR VILA FRANCA DE XIRA FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES I3 I2 I2 I3 I3 I1 I3 I1 I2 I1 I1 I2 I1 I1 I1 I1 2310 2000 1830 2310 2520 1130 2600 1330 1980 1190 1190 1730 1180 1150 1430 1500 7,0 7,3 6,0 7,3 7,7 5,3 7,0 5,7 6,3 5,3 5,3 7,0 5,7 5,3 6,0 5,7 V3 V2 V3 V2 V2 V2 V2 V3 V3 V2 V2 V1 V2 V1 V1 V2 34 32 36 32 32 32 33 36 34 32 33 30 33 28 29 32 15 13 17 14 14 11 14 17 16 10 12 12 14 10 8 11 I1 I1 I2 I3 I3 I1 I3 I2 I2 I3 I2 I1 I3 I2 I1 I2 I2 I2 I3 I1 I1 I2 I1 I3 I2 I1 I2 I3 I1 1490 1290 1620 2460 2670 1290 2420 1650 1640 2330 1540 1310 2450 1670 1470 2100 1820 1750 2570 1320 1300 1760 1300 2240 1880 960 1590 2330 1220 6,0 6,0 7,0 6,3 6,3 4,7 7,0 6,0 7,3 8,0 6,0 5,7 7,7 7,0 6,7 7,0 6,3 7,0 7,3 5,3 5,3 6,3 5,7 7,3 6,0 5,0 6,7 7,7 5,3 V2 V3 V2 V3 V3 V2 V2 V3 V2 V2 V3 V1 V2 V1 V1 V1 V2 V1 V3 V3 V3 V1 V3 V2 V3 V1 V1 V2 V3 32 36 33 35 34 33 32 35 32 33 34 30 32 30 29 31 33 31 34 35 36 31 36 32 35 29 30 33 34 13 16 14 15 15 13 13 15 12 15 14 9 13 11 10 12 13 12 17 16 18 11 17 13 16 8 9 16 13 13
  • 28. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES VILA NOVA DA BARQUINHA VILA NOVA DE CERVEIRA VILA NOVA DE FAMALICÃO VILA NOVA DE FOZ CÔA VILA NOVA DE GAIA VILA NOVA DE OURÉM VILA NOVA DE PAIVA VILA NOVA POIARES VILA POUCA DE AGUIAR VILA REAL VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO VILA VELHA DE RÓDÃO VILA VERDE VILA VIÇOSA VIMIOSO VINHAIS VISEU VIZELA I2 I2 I2 I3 I2 I2 I3 I2 I3 I3 I1 1560 1830 1690 2210 1640 1750 2590 1580 2860 2660 1060 6,0 6,3 7,0 7,7 6,7 6,0 7,0 6,3 7,7 7,0 4,3 V3 V2 V1 V2 V1 V2 V2 V2 V2 V2 V3 35 32 31 33 30 33 33 33 33 33 34 15 12 12 15 10 14 15 13 15 15 12 I2 I2 I1 I3 I3 I2 I2 1510 1770 1410 2570 2830 1940 1760 6,7 6,7 6,0 8,0 7,7 7,3 7,0 V3 V2 V3 V2 V2 V2 V2 35 32 36 33 33 33 32 15 13 17 15 16 14 14 VOUZELA I2 2010 7,3 V1 31 12 QUADRO II - Energia solar média mensal incidente numa superfície vertical orientada a Sul na estação de aquecimento Zona de Inverno Energia solar média incidente numa superfície vertical orientada a Sul na estação de aquecimento  GSul (kWh/m2.mês) I1 Continente Açores Madeira 108 70 100 Continente Açores Madeira 93 50 80 Continente Açores Madeira 90 50 80 I2 I3 14
  • 29. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO III - Valores médios da temperatura do ar exterior e da intensidade da radiação solar para a estação convencional de arrefecimento (Junho a Setembro) Zona θatm N NE E SE S SW W NW Horiz. V1 N 19 200 300 420 430 380 430 420 300 730 V1 S 21 200 310 420 430 380 440 430 320 760 V2 N 19 200 320 450 470 420 470 450 320 790 V2 S 23 200 340 470 460 380 460 470 340 820 V3 N 22 200 320 450 460 400 460 450 320 800 V3 S 23 210 330 460 460 400 470 460 330 820 Açores 21 190 270 360 370 340 370 360 270 640 Madeira 21 200 300 380 380 320 370 380 300 700 QUADRO IV - Ganhos térmicos internos médios por unidade de área útil de pavimento Tipo de edifício Residencial qi (W/m2) 4 Serviços, do tipo: Escritórios, comércio, restauração, consultórios, 7 serviços de saúde com internamento, etc. Hotéis 4 Outros edifícios com pequena carga de ocupação 2 15
  • 30. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO V - Factor de orientação X Octante N Octantes NE e NW X 0,27 0,33 Octantes Octantes EeW SE e SW 0,56 Octante S Horizontal 0,84 1,00 0,89 QUADRO VI - Fracção envidraçada para diferentes tipos de caixilharia Fg Tipo de caixilharia Fg Caixilho sem Caixilho com quadrícula quadrícula Janelas de alumínio ou aço 0,70 0,60 Janelas de madeira ou PVC 0,65 0,57 Fachadas-cortina de alumínio ou aço 0,90 QUADRO VII - Factor de utilização dos ganhos térmicos η 1.00 0.90 0.80 0.70 η 0.60 0.50 0.40 0.30 0.20 Inércia Forte Inércia Média Inércia Fraca 0.10 0.00 0.00 0.20 0.40 0.60 0.80 1.00 1.20 1.40 1.60 1.80 2.00 γ 16
  • 31. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO VIII - Valores do coeficiente τ Ai/Au(1) Tipo de espaço não-útil 0a1 1 a 10 > 10 0,6 0,3 0 0,8 0,5 0,1 0,9 0,7 0,3 0,8 0,6 0,2 0,6 0,6 0,6 0,95 0,7 0,3 5.1 Privada 0,8 0,5 0,3 5.2 Colectiva 0,9 0,7 0,4 0,95 0,8 0,5 0,8 0,6 0,2 7.1 Desvão não ventilado 0,8 0,6 0,4 7.2 Desvão fracamente ventilado 0,9 0,7 0,5 1. CIRCULAÇÃO COMUM 1.1 sem abertura directa para o exterior 1.2 com abertura permanente para o exterior (p.ex., para ventilação ou desenfumagem) 2. a) Área de aberturas permanentes /volume total < 0,05 m2/m3 b) Área de aberturas permanentes /volume total ≥ 0,05 m2/m3 ESPAÇOS COMERCIAIS 3. EDIFÍCIOS ADJACENTES 4. ARMAZÉNS 5. GARAGENS 5.3 Pública 6. VARANDAS, MARQUISES E SIMILARES 7. COBERTURAS SOBRE DESVÃO HABITADO (ACESSÍVEL OU NÃO) (3) 7.3 Desvão fortemente ventilado ( 2) NÃO 1,0 NOTA: Sempre que τ> 0,7, ao elemento que separa o espaço útil interior do espaço não-útil aplicam-se os requisitos mínimos definidos no Anexo IX para os elementos exteriores da envolvente (ver nº 2 do artº 18.º do texto regulamentar). (1) Ai - área do elemento que separa o espaço útil interior do espaço não-útil ; Au - área do elemento que separa o espaço não-útil do ambiente exterior (2) Corresponde aos espaços do tipo varandas e marquises fechadas, ou equivalentes, em que a envolvente de separação com os espaços aquecidos deve satisfazer, obrigatoriamente, os requisitos mínimos de coeficiente de transmissão térmica (U) definidos no Anexo IX. (3) Os valores de τ indicados neste ponto aplicam-se aos desvãos não habitados (não-úteis) de coberturas inclinadas, acessíveis ou não. 17
  • 32. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO IX - Factor solar de alguns tipos de vidro (g⊥v) Tipo Factor solar 4 mm 5 mm 6 mm 8 mm 0,88 0,87 0,85 0,82 Vidro simples Incolor colorido na massa (bronze, cinza, verde) 4 mm 5 mm 6 mm 8 mm 0,70 0,65 0,60 0,55 4 a 8 mm 0,60 reflectante incolor reflectante colorido na massa (bronze, cinza, verde) 4 e 5 mm 6 e 8 mm 0,50 0,45 (4 a 8) mm + 4 mm (4 a 8) mm + 5 mm 0,78 0,75 Vidro duplo incolor + incolor colorido na massa + incolor 4 mm + (4 a 8) mm 5 mm + (4 a 8) mm 6 mm + (4 a 8) mm 8 mm + (4 a 8) mm 0,60 0,55 0,50 0,45 reflectante incolor + incolor (4 a 8) mm + (4 a 8) mm 0,52 reflectante colorido na massa + incolor (4 e 5) mm + (4 a 8) mm (6 e 8) mm + (4 a 8) mm Tijolo de vidro (incolor e sem relevos) 0,40 0,35 0,57 18
  • 33. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO X - Factor solar de alguns tipos de envidraçados plásticos Tipo Factor solar Policarbonato simples incolor cristalino (transparente) 4 a 6 mm 0,85 8 a 10 mm 0,80 12 mm 0,78 incolor translúcido 4 a 6 mm 0,50 Policarbonato alveolar incolor 1 alvéolo 6 a 8 mm 0,86 10 a 16 mm 0,84 6 a 16 mm 0,82 2 alvéolos Acrílico incolor cristalino (transparente) 4 a 6 mm 0,85 8 a 10 mm 0,80 12 mm 0,78 19
  • 34. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO XI - Valores do factor de Sombreamento do horizonte (Fh) – situação de Inverno Latitude 39º Continente e Açores Ângulo do horizonte Horizontal N NE/NW E/W SE/SW S 0º 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 10º 0,99 1,00 0,96 0,94 0,96 0,97 20º 0,95 1,00 0,96 0,84 0,88 0,90 30º 0,82 1,00 0,85 0,71 0,68 0,67 40º 0,67 1,00 0,81 0,61 0,52 0,50 45º 0,62 1,00 0,80 0,58 0,48 0,45 Latitude 33º Madeira Ângulo do horizonte Horizontal N NE/NW E/W SE/SW S 0º 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 10º 1,00 1,00 0,96 0,96 0,97 0,98 20º 0,96 1,00 0,91 0,87 0,90 0,93 30º 0,88 1,00 0,85 0,75 0,77 0,80 40º 0,71 1,00 0,81 0,64 0,59 0,58 45º 0,64 1,00 0,80 0,60 0,53 0,51 Ângulo de horizonte, α, medido a partir do ponto médio do vão envidraçado 20
  • 35. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO XII - Valores do factor de correcção da selectividade angular dos envidraçados, Fw - situação de Verão N NE/NW E/W SE/SW S Vidro simples 0,85 0,90 0,90 0,90 0,80 Vidro duplo 0,80 0,85 0,85 0,85 0,75 QUADRO XIII - Valores do factor solar de vãos com protecção solar activada a 100% e vidro incolor corrente (g⊥’) Tipo de protecção Clara Protecções exteriores: Portada de madeira Persiana: - réguas de madeira - réguas metálicas ou plásticas Estore veneziano: - lâminas de madeira - lâminas metálicas Estore: - lona opaco - lona pouco transparente - lona muito transparente Protecções interiores: Estores de lâminas Cortinas: - opacas - ligeiramente transparentes - transparentes - muito transparentes Portadas de madeira (opacas) Persianas de madeira Protecção entre dois vidros - estore veneziano, lâminas delgadas Vidro simples Cor da protecção Média Escura Clara Vidro duplo Cor da protecção Média Escura 0,04 0,07 0,09 0,03 0,05 0,06 0,05 0,07 0,08 0,10 0,10 0,13 0,04 0,04 0,05 0,07 0,07 0,09 - 0,11 0,14 - - 0,08 0,09 - 0,07 0,14 0,21 0,09 0,17 0,23 0,12 0,19 0,25 0,04 0,10 0,16 0,06 0,12 0,18 0,08 0,14 0,20 0,45 0,56 0,65 0,47 0,59 0,69 0,33 0,36 0,38 0,70 0,44 0,46 0,48 - 0,54 0,56 0,58 - 0,37 0,38 0,39 0,63 0,46 0,47 0,48 - 0,55 0,56 0,58 - 0,30 0,35 0,40 0,45 0,50 0,57 0,35 0,40 0,46 0,55 0,58 0,65 0,28 0,34 0,40 21
  • 36. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO XIV - Coeficiente de absorção solar Cor da protecção Coeficiente de absorção solar da superfície exterior da protecção Clara Média Escura 0,4 0,5 0,8 Branco Castanho Creme verde claro verde escuro Amarelo Cor vermelho escuro azul claro azul vivo Laranja azul escuro vermelho claro preto QUADRO XV - Resistências térmicas superficiais Resistência térmica superficial (m2.ºC/W) Sentido do fluxo de calor Exterior Local não - aquecido Interior - (*) Rsi Rse Rse Horizontal (**) 0,04 0,13 0,13 Ascendente 0,04 0,10 0,10 Descendente 0,04 0,17 0,17 Vertical (***): (*) Os valores indicados traduzem o facto de, no caso do cálculo do coeficiente de transmissão térmica de um elemento que separa um local não-aquecido de um local aquecido, se adoptar Rse = Rsi 22
  • 37. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES QUADRO XVI - Resistência térmica dos espaços de ar não-ventilados Resistência térmica Rar (m2.ºC/W) 5 0,11 10 0,15 Horizontal (*) 15 0,17 25 a 100 0,18 Vertical (**) 5 0,11 Ascendente 10 0,15 15 a 100 0,16 5 0,11 Vertical (**) 10 0,15 Descendente 15 0,17 25 0,19 50 0,21 100 0,22 (*) Paredes (até +/- 30° com a vertical). Sentido do fluxo do calor Espessura do espaço de ar (mm) (**) Coberturas e pavimentos. 23
  • 38. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES ANEXO IX Requisitos Mínimos de Qualidade Térmica para a Envolvente dos Edifícios 1 - Coeficientes de transmissão térmica máximos admissíveis Nenhum elemento da envolvente de qualquer edifício pode ter um coeficiente de transmissão térmica em zona corrente, U, superior ao valor correspondente no Quadro IX.1. Quadro IX.1 Coeficientes de transmissão térmica superficiais máximos admissíveis de elementos opacos (U-W/m2oC) Zona climática Elemento da envolvente Il I2 I3 Zonas opacas verticais 1,8 1,60 1,45 Zonas opacas horizontais 1,25 1,00 0,90 Zonas opacas verticais 2,00 2,00 1,90 Zonas opacas horizontais 1,65 1,30 1,20 Elementos exteriores em zona corrente (**): Elementos interiores em zona corrente: (***) (**) Incluindo elementos interiores em situações em que τ>0,7 (***) Para outros edifícios e zonas anexas não úteis 2 - Zonas não correntes da envolvente Nenhuma zona de qualquer elemento opaco da envolvente, incluindo zonas de ponte térmica plana, nomeadamente pilares, vigas, caixas de estore, pode ter um valor de U, calculado de forma unidimensional na direcção normal à envolvente, superior ao dobro do dos elementos homólogos (verticais ou horizontais) em zona corrente, respeitando sempre, no entanto, os valores máximos indicados no Quadro IX.1. 24
  • 39. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES 3 - Factor solar máximo admissível Nenhum vão envidraçado da envolvente de qualquer edifício com área total superior a 5% da área útil de pavimento do espaço que serve, desde que não orientado a Norte (entre Noroeste e Nordeste), pode apresentar um factor solar correspondente ao vão envidraçado com o(s) respectivo(s) dispositivo(s) de protecção 100% activo(s) que exceda os valores indicados no Quadro IX.2. Quadro IX.2 Factores solares máximos admissíveis de vãos envidraçados com mais de 5% da área útil do espaço que servem Zona climática Vl Classe de inércia térmica : V2 V3 Factor solar Fraca 0,15 0,15 0,10 Média 0,56 0,56 0,50 Forte 0,56 0,56 0,50 25
  • 40. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Isolamento sonoro de elementos envidraçados Tipo de envidraçado Espessura (mm) Rw (dB) 3 4 30 6 31 8 32 10 33 12 34 6 (laminado) 32 8 (laminado) 33 10 (laminado) 34 4+(6 a 16)+4 29 6+(6 a 16)+4 32 6+(6 a 16)+6 31 8+(6 a 16)+4 33 8+(6 a 16)+6 35 10+(6 a 16)+4 35 10+(6 a 16)+6 35 6+(6 a 16)+6(laminado) 33 6+(6 a 16)+4(laminado) Vidro duplo 29 5 Vidro simples 28 37 Isolamento sonoro das portas Largura da frincha (mm) Rw (dB) 0,5 36 1,0 33 5,0 26 10,0 23 26
  • 41. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Caracterização do isolamento de revestimento de piso a ruídos de percussão. Natureza do revestimento de piso Designação Características do elemento resiliente Tacos de madeira Piso flutuante Madeira ∆L w de (dB/oit) Espessuras entre 5 e 15 mm 0 Parquet de madeira de 5 a 15 mm de espessura sobre espuma de polietileno extrudido 18 Massa volúmica 3 (kg/m ) Espessura (mm) 95 Lajeta flutuante de 4 cm de espessura, com a face aparente revestida a tacos de pinho 19 100 20 20 100 10 18 102 6 17 112 10 18 120 40 20 140 12 18 194 Aglomerado negro de cortiça 10 5 15 3 Massa volúmica do regranulado (kg/m ) 52 114 Massa volúmica (kg/m3) 20 21 146 Aglomerado composto de cortiça 19 66 Feltro betuminoso com regranulado de cortiça 20 Espessura (mm) 400 6 16 490 12 15 750 3 11 Tufada com base de látex Feltro Tufada com base de favos de borracha 35 Tufada sobre tecido de juta Alcatifa 33 23 Polipropileno fibrilado 21 27
  • 42. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Correcção K para a transmissão marginal em pavimentos (em dB). 2 2 Massa do pavimento(kg/m ) Massa média das paredes do compartimento inferior (kg/m ) 100 150 200 250 300 350 400 450 500 100 1 0 0 0 0 0 0 0 0 150 1 1 0 0 0 0 0 0 0 200 2 1 1 0 0 0 0 0 0 250 2 1 1 1 0 0 0 0 0 300 3 2 1 1 1 0 0 0 0 350 3 2 1 1 1 1 0 0 0 400 4 2 2 1 1 1 1 0 0 450 4 3 2 2 1 1 1 1 1 500 4 3 2 2 1 1 1 1 1 600 5 4 3 2 2 1 1 1 1 700 5 4 3 3 2 2 1 1 1 800 6 4 4 3 2 2 2 1 1 900 6 5 4 3 3 2 2 2 2 28
  • 43. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Quadro 1 - FACTORES DE CONSERVAÇÃO DOS ENVIDRAÇADOS Localização do Edifício Zona não industrial ou de indústrias não poluentes Tipo de Trabalho Trabalho não poluente Trabalho poluente Trabalho não poluente Zona industrial poluente Trabalho poluente Inclinação dos Envidraçados vertical inclinada horizontal vertical inclinada horizontal vertical inclinada horizontal vertical inclinada horizontal Factor de Conservação 0.9 0.8 0.7 0.8 0.7 0.6 0.8 0.7 0.6 0.7 0.6 0.5 Quadro 2- COEFICIENTES DE REFLEXÃO DE DIFERENTES SUPERFÍCIES Material Relva Vegetação (média) Água Asfalto Macadame Terra Húmida Pedra Ardósia Cascalho Mármore (branco) Cimento Betão Ladrilhos, Tijolo (barro) Vidro Incolor, Bronze ou Cinzento Reflectante Espelho (vidro) Pinturas Preto Vermelho Vivo Azul Pálido Laranja Pálido Amarelo Pálido Branco Madeira Neve Coeficiente de Reflexão (%) 6 25 7 7 18 7 5 - 50 8 13 45 27 30 - 50 25 - 45 7 20 - 40 80 - 90 5 17 45 54 70 85 5 - 40 60 - 75 29
  • 44. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Quadro 3- COEFICIENTES DE REFLEXÃO RECOMENDADOS PARA AS SUPERFÍCIES DA ENVOLVENTE INTERIOR DOS EDIFÍCIOS Tipo de Superfície Coeficientes de Reflexão (%) Tectos Paredes Mobiliário, Planos de Trabalho Máquinas e Equipamentos Pisos 60 - 80 40 - 60 25 - 45 25 - 45 20 - 35 Quadro 4- TRANSMITÂNCIA DO VIDRO Tipo de Vidro Espessura (mm) Transmitância Vidro Simples Incolor Cinzento Bronze Azul-Verde 3 mm 6 mm 9 mm 12 mm 3 mm 6 mm 9 mm 12 mm 3 mm 6 mm 9 mm 12 mm 12 mm 0,90 0.89 0.88 0.86 0.62 0.41 0.28 0.19 0.69 0.52 0.37 0.28 0.74 Vidro Duplo Com os 2 vidros incolores 0.89 Com vidro bronze no exterior e incolor no interior Com vidro selectivo verde no exterior e incolor no interior Com vidro de baixa emissividade com película (e=0.2 mm) na superfície 2 (ver Fig.1) e vidro incolor no interior Com vidro incolor no exterior e vidro de baixa emissividade (ver Fig.1) com película (e=0.2 mm) na superfície 3 Com vidro de baixa emissividade com película (e=0.05mm) na superfície 2 (ver Fig.1) e vidro incolor no interior 0.78 0.48 0.59 0.73 0.70 30
  • 45. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES Exterior Interior 1 2 3 4 Fig.1 – VIDRO DUPLO. IDENTIFICAÇÃO DAS RESPECTIVAS SUPERFÍCIES. Quadro 5- FACTORES DE LUZ DE DIA MÍNIMOS Tipo de Trabalho DF- Factor de Luz de Dia Mín. (%) Estúdio de Arte Fábrica, Laboratório Escritório, Sala de Aula, Ginásio Sala de Jantar, Sala de Espera Quartos, Corredores 4.0 – 6.0 3.0 2.0 1.0 0.5 31
  • 46. MESTRADO EM ENGENHARIA CIVIL FORMULÁRIO DE FÍSICA DAS CONSTRUÇÕES 32
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