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1º exame gtd 2012 13 res
 

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    1º exame gtd 2012 13 res 1º exame gtd 2012 13 res Document Transcript

    • INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO ‐ DECivil  Gestão e Teoria da Decisão ‐ Ano Lectivo 2012/2013  1º Exame (14 Janeiro 2013) ‐ Soluções   GRUPO I  ‐ Tópicos para respostas  1.a) Esta hipótese permite que a variância da duração de um caminho (sequência de actividades) seja  calculada através da simples soma das variâncias das durações das actividades que constituem esse  caminho. Caso não se admitisse esta hipótese, teriam que se estimar os efeitos da duração de uma  actividade  nas  durações  das  restantes (nomeadamente  através  das  covariâncias  das  durações).  Ora  esse  modelo  de  relação  entre  durações  das  actividades  só  poderia  ser  estabelecido  com  base  em  informação histórica de realizações anteriores de projectos idênticos (ou, no mínimo, semelhantes), o  que não é, em geral, possível face à singularidade dos projectos.  1.b) Não deve confundir‐se a relação de dependência (precedência) entre actividades com a questão  da  independência  estatística  entre  as  durações  das  mesmas:  em  geral,  não  é  pelo  facto  de  uma  actividade precedente (uma escavação, por exemplo) durar mais ou menos tempo que a duração da(s)  actividade(s) seguinte(s) (uma betonagem das fundações, por exemplo) é afectada.  Quando  mais  distinto  for  o  carácter  /  natureza  das  actividades  (tipo  de  trabalho  a  realizar)  e  dos  recursos  a  usar,  em  princípio  mais  aceitável  é  a  hipótese  de  independência  entre  as  durações  das  actividades.  No  entanto,  pode  haver  casos  particulares  em  que  exista  efectivamente  alguma  relação  entre  as  durações de actividades. Por exemplo, quando se trata de actividades do mesmo tipo (pinturas, por  exemplo)  a  realizar  pelos  mesmos  recursos  (equipa  de  pintores):  atrasos  na  realização  de  uma  actividade  (por  rendimentos  inferiores  ao  esperado)  podem  aumentar  o  risco  de  que  os  ritmos  de  realização das  outras  (do mesmo tipo, com os  mesmos  recursos) também possam ser inferiores  ao  previsto.  Ou  ainda  quando  o  tempo  de  realização  de  uma  actividade  seja  muito  dependente  das  condições atmosféricas e um aumento (ou redução) significativo da duração de uma precedente atire  com a realização dessa actividade para uma altura em que as condições atmosféricas sejam menos (ou  mais) favoráveis.    2.a) Este é um indicador da precisão (numérica) das previsões produzidas pelo modelo. Ao minimizar o  EQM, minimizam‐se os desvios (quadráticos) entre os valores observados e previstos, resultando uma  menor variância dos erros e reduzindo‐se assim o intervalo de confiança associado às previsões (isto é,  as margens de erro associadas às previsões).  2.b) Outros critérios que poderiam influenciar decisões sobre o modelo de previsão a usar:  •  Facilidade de implementação e uso;  •  Complexidade conceptual / requisitos de preparação técnica;  •  Requisitos em termos de dados históricos a manter;  •  Facilidade de integração com os sistemas de informação da organização;  •  Adequação  dos  pressupostos  do  modelo,  nomeadamente  tendo  em  conta  o  horizonte  temporal de previsão;  •  Outros indicadores de erros de previsão (erro absoluto médio, erro percentual médio, médias  pesadas (com a antiguidade) de erros, etc.). 
    • 3.a) A função de valor permite apurar a pontuação (de valor) atribuída pelo decisor a cada nível de  impacto/desempenho  (expresso  através  do  descritor  do  critério  respectivo),  representando  numericamente as diferenças de atractividade (para o decisor) entre esses níveis. É a função de valor  que sustenta a avaliação local (ou parcial) das alternativas, segundo um dado critério.  3.b) Ambas as funções exprimem quantificadamente os juízos valorativos do decisor relativamente aos  níveis de desempenho representados pelo descritor, isto é, a atractividade ou utilidade (relativa) de  cada nível de desempenho. No entanto, distinguem‐se pelo facto de a função de utilidade incorporar  também a atitude face ao risco do decisor, enquanto que as problemáticas associadas à incerteza/risco  estão ausentes na função de valor.    GRUPO II   a) Rede de actividades representativa do empreendimento:      b) Duração total do empreendimento: 35 meses  Caminho crítico: B – F – J – K – L  c)   c1) A duração total do empreendimento mantém‐se em 35 meses;   c2) A duração total do empreendimento aumenta 1 mês, passando para 36 meses.   d) Risco de incumprimento (pelo PERT) ≈ 57.1%      GRUPO III  a) Stock de segurança S = 9 unid.  e nível de encomenda M = 29 unid. (arredondados à unidade, por excesso para  não ultrapassar 10% de risco de rotura)  b) Quantidade óptima a encomendar Q = 100 unid. e correspondente intervalo de tempo médio entre encomendas  T = 10 semanas. 
    • c) A  mudança  para  a  política  da  revisão  cíclica  não  é  economicamente  compensadora;  o  custo  total  anual,  excluindo custos de aquisição (invariantes), aumenta de 2239.8 €/ano (política do nível de encomenda) para  2434.5 €/ano (política da revisão cíclica).       Grupo IV   a)  Pontuação (valor) do nível de impacto “Muito Reduzido” (IMR) = 100  Pontuação (valor) do nível de impacto “Reduzido” (IMR) = 75  Pontuação (valor) do nível de impacto “Elevado” (IE) = 25  Pontuação (valor) do nível de impacto “Muito Elevado” (IME) = 0  Análise de dominância: não há opções de localização dominadas.  b)                  c)     Soma  Opções  V1  V2  V3  V4    Ponderada      A  100  0  60  0  420/11    B  20  70  100  60  650/11      C  80  40  0  90  630/11    D  20  100  30  100  720/11      E  0  70  60  80  570/11        3/11  2/11  3/11  Pesos j   3/11    Resposta:  a  melhor  localização  para  o  novo  aterro  corresponde  à  opção  designada  por  D,  com  uma  pontuação global de 720/11.    d)