Your SlideShare is downloading. ×
Métodos de Pesquisa em Redes Sociais na Internet
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×

Saving this for later?

Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime - even offline.

Text the download link to your phone

Standard text messaging rates apply

Métodos de Pesquisa em Redes Sociais na Internet

5,307
views

Published on

Aula dada no PPGEdu/UFPel no dia 21/09 focando a pesquisa em redes sociais na Internet, antecedentes e métodos com exemplos. (Algumas animações e imagens podem não aparecer ou aparecer com problemas)

Aula dada no PPGEdu/UFPel no dia 21/09 focando a pesquisa em redes sociais na Internet, antecedentes e métodos com exemplos. (Algumas animações e imagens podem não aparecer ou aparecer com problemas)

Published in: Education

0 Comments
14 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
5,307
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
14
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide
  • Sequenciamento: a que se compreenda a conversação, é preciso coletá-las e tentar compreender como relacionam-se entre si. O seqüenciamento é a forma de compreender qual turno vem antes ou depois e com qual interação é relacionado. O conteúdo auxilia na percepção do aspecto semântico que complementa e auxilia nessa percepção, afinal de contas, é preciso compreender o que se diz para que se compreenda também como se diz.
  • Transcript

    • 1. A Pesquisa em Redes Sociais Raquel Recuero PPGL/UCPel
    • 2. Antecedentes
    • 3.  
    • 4.
      • TGS – Teoria Geral dos sistemas (Bertalanffy)
        • “ O todo é mais do que a soma das partes”
      Paradigma Cartesiano Paradigma Sistêmico
    • 5.
      • Estudos dos sistemas complexos
        • Sistemas biológicos (Capra, Maturana, Varela)
        • Sistemas sociais (Luhmann)
        • Sistemas físicos (Teoria do caos)
      Sensíveis às condições iniciais Estruturas complexas e variadas Múltiplas interações Características emergentes Auto-organização Evolução no tempo
    • 6. A teoria do caos diz duas coisas… primeiro, que sistemas complexos como o tempo têm uma ordem intrínseca. Segundo, o oposto disso… que sistemas muito simples podem produzir comportamentos extremamente complexos
    • 7.  
    • 8. A Busca pelos Padrões
    • 9.
      • A busca pelos padrões
      • A metáfora da rede: Leonard Euler (1736) – pontes de Königsberg;
      • 1º teorema da teoria dos grafos;
      • Grafo como um grupo de nós conectados por arestas.
      ->
    • 10. Estudos complementares Interacionismo Simbólico (Goffman) Pragmática (Habermas, Griece) Etnometodologia (Garfinkel) Análise da Conversação (Shegloff e Sacks) Sociometria (Moreno) Difusão de inovações (Everett, Rogers) Teoria dos Jogos (Axelrod)
    • 11. Análise de Redes Sociais
      • Estudos focados na medida da rede
      • Elementos de análise
        • Centralidade
        • Centralização
        • Grau de conexão
        • Proximidade
        • Alcance
        • Fronteiras
      • Elementos dinâmicos
        • Agregação, Ruptura
        • Clusterização
    • 12.  
    • 13. Estudo de Redes Sociais na Internet
    • 14. Perspectiva interdisciplinar que busca compreender os agrupamentos humanos , suas causas, efeitos e conseqüências na dimensão da mediação digital .
    • 15.
      • Redes de computadores conectam pessoas (Wellman, 2002)
      • Públicos em Rede (boyd, 2007)
        • Persistência
        • Buscabilidade
        • Replicabilidade
        • Audiências invisíveis
    • 16. Aspectos Estruturais Aspectos de composição Aspectos dinâmicos Como a rede muda no tempo? Quais aspectos influenciam essa mudança? Como os elementos cooperam, colaboram e entram em conflito? Como a rede está formada? Quais são as representações dos atores? Como observo as conexões da rede? Qual é a qualidade dos elementos que a rede possui? Tipos de capital social? Tipos de conexões?
    • 17.
      • Atores: nicknames , páginas pessoais que representam um indivíduo (DONATH, 1999), como perfis do Orkut, weblogs e fotologs;
      • Padrões de Conexão: interação social mediada pelo computador (Primo, 1998); relações sociais, laços sociais e capital social.
      Redes Sociais na Internet
    • 18.
      • Mútua e Reativa (Primo, 1998 e 2003);
      • Processo comunicacional e relacional que constrói relações sociais que, por sua vez, vão integrar laços sociais entre os diversos atores.
      Interação Social Mediada pelo Computador
    • 19.
      • Constituídos de relações sociais, formam as estruturas sociais (Wellman, 2001);
      • Breiger (1974) : laços associativos e relacionais (pertencimento associativo e pertencimento relacional);
      • Laços dialógicos (interação mútua); laços associativos (interação reativa), mas ambos são relacionais.
      Laços Sociais
    • 20.
      • Constitui-se no conteúdo das trocas sociais, que constrói a estrutura social;
      • Putnam (2000): conexões, reciprocidade e confiança, obrigação moral;
      • Bourdieu (1983): é o agregado dos recursos atuais e potenciais conectados com uma rede durável ;
      • Coleman (1988): recursos constituídos na estrutura de relações coletivas, tem várias facetas.
      Capital Social
    • 21.
      • Bertolini e Bravo (2004): Capital social de vários tipos e funções.
        • 1º Nível: relacional, normativo e cognitivo;
        • 2º Nível: confiança no ambiente social e institucional.
    • 22.
      • Cooperação, competição e conflito;
      • Agregação, desagregação e ruptura;
      • Adaptação e auto-organização.
      Processos Dinâmicos
    • 23. Métodos para o Estudo das Redes Sociais na Internet
    • 24. Estudos Qualitativos
      • Coleta e mapeamento manual de redes
      • Pequenas redes
      • Estudo de caso
      • Estudo do conteúdo das interações
    • 25.  
    • 26. Mapeamento de pequenas redes
    • 27. Estudos Quantitativos
      • Uso de ferramentas para coleta de dados (Exemplos: NodeXL, outros crawlers)
      • Uso de ferramentas para o desenho das redes (Exemplos: NetDraw, Pajek etc.)
      • Cálculo de variáveis de Análise de Redes Sociais
      • Estudos estruturais
    • 28.  
    • 29.  
    • 30. Mapeamento de grandes redes
    • 31. Estudos Quanti-qualitativos
      • Mistura de dois métodos com foco acentuado em casos específicos.
    • 32. A que se presta o estudo das redes sociais na Internet?
    • 33.
      • Estudo das inter-relações entre os sujeitos (foco na interação)
      • Tipo de estrutura que emerge dessas inter-relações
      • Impactos da estrutura nos indivíduos e grupos
      Foco Estrutural
    • 34. Que tipo de comunidades encontramos no Fotolog ? Comunidades Emergentes Comunidades híbridas Comunidades Associativas
    • 35.  
    • 36. Pressuposto
      • Comunidades = reciprocidade de comentários = laços mais fortes
      • Estudo quali-quantitativo
    • 37. Método:
      • Mapeamento de comentários
        • Quantitativo e qualitativo
        • Desenho da rede a partir dos comentários
      • Desenho da Rede a partir dos comentários
        • Análise da estrutura da rede e freqüência dos comentários
    • 38.
      • Como as informações se espalham através dessas estruturas
      • Como as estruturas impactam a difusão de informações
      • Que tipo de informações circulam por quais tipos de estrutura
      Foco Informacional
    • 39. Como as informações jornalísticas são espalhadas no Twitter? As informações dadas por um veículo jornalístico parecem ir mais longe na rede social e atingir nós mais distantes.
    • 40. Método
      • Mapeamento de RTs x Mapeamento de seguidores
        • Quem deu RT na informação?
      • Coleta de 3 mil tweets via NodeXL
      • Desenho da rede via NodeXL
    • 41. Como funciona a influência no Twitter? Rede original de todos os indivíduos que tuitaram durante o evento com a hahstag. Um grupo muito pequeno de indivíduos concentra a maior parte da influência nos tweets. Número de seguidores é fator relevante
    • 42. Método
      • Mapeamento de tweets com a hashtag #smbr1995
        • Mais de 2 mil tweets coletados via NodeXL
      • Identificação de indivíduos que foram citados nos tweets e que foram retuitados.
      • Desenho da rede via NodeXL
    • 43. Pressuposto
      • Influência é relacionada com a atenção recebida e com a visibilidade dos atores pela rede
      • Estudo quali-quantitativo
    • 44.
      • Como as pessoas conversam em sites de rede social? Quais estruturas emergem da conversação?
      • Que tipo de impactos a conversação tem na rede social?
      • Quais apropriações fornecem contexto para suas redes sociais?
      Foco Comunicacional
    • 45. Como aparece a conversação a respeito de uma hashtag em um evento? Alguns indivíduos são responsáveis pela maior parte da conversação e acabam motivando parte do grupo a participar da conversação. O uso de hashtags fornece contexto.
    • 46. Método
      • Coleta de dados via NodeXL e mapeamento da rede
      • Mapeamento de hashtag no Twitter
        • Mapeamento de 800 tweets com a hashtag
      • Acompanhamento do contexto criado pelos autores
        • Centralidade dos nós
      • Acompanhamento dos tweets de raply (@fulano)
        • quem fala com quem
    • 47. Pressuposto
      • O contexto precisa ser negociado para que todos os indivíduos compreendam o que está sendo dito e consigam recuperar e marcar a conversação.
      • Estudo qualitativo
    • 48. Como a conversação é negociada na Comunicação Mediada pelo Computador ?
    • 49. Aspecto estrutural
      • o estudo da estrutura dessas conversações pode indicar elementos da qualidade das conexões estabelecidas entre os atores.
      Fala com quem? Como se organiza a conversação? Como os agentes negociam o assunto e o contexto?
    • 50. Aspectos semânticos Conteúdo das interações Identificação dos pares conversacionais Negociação dos turnos de fala Reciprocidade Multiplexidade
    • 51. Aspectos Estruturais 1 2 3 Sequenciamento das interações Estrutura dos pares conversacionais Organização dos turnos de fala (uso do “@”) Persistência Migração
    • 52. Método
      • Identificação de elementos que auxiliem a conversação na CMC
      • Estudo das interações a partir de um foco de etnometodologia
      • Análise dos elementos em vários sites de rede social, notadamente aqueles que permitem a conversa assíncrona.
    • 53.
      • Como as pessoas colaboram para construir contextos coletivos nas redes sociais?
      • Como as conversações fazem com que redes colaborativas funcionem?
      • Como as pessoas apropriam essas ferramentas?
      • Como podemos usar as redes sociais para a Educação?
      Foco Educacional
    • 54. Campo de estudos novo Novas abordagens Novos focos Resultados diferentes Novas Conferências Interdisciplinariedade